Viridiana, aos 24 anos, estava pronta pra se formar no curso de Bacharelado em Informática Administrativa, cursando o último semestre. Ela era uma garota muito gostosa, desejada por todos os professores e alunos da universidade. Baixinha, 1,50 de altura, pele morena clara, olhos grandes, rosto redondo, nariz chato, boca e lábios pequenos, cabelo curto na altura da orelha, uns peitos incríveis e bem grandes, uma bunda feita na mão, e um par de pernas que dava vontade de devorar de tanto morder…
Sempre que ela passava pelos corredores da universidade, dava pra ouvir os cochichos de professores e alunos… Eu me dava bem com ela, porque a gente tinha gostos parecidos em música… os dois curtem heavy metal. No começo do semestre, ela falou comigo, explicando que não ia cursar a matéria normalmente, mas sim globalmente… Eu concordei, mas deixei claro que se não apresentasse o projeto global terminado e no prazo, praticamente estaria repetindo o semestre e não se formaria. Combinamos que o projeto seria entregue no dia primeiro de julho… Ela concordou com tudo. Poucas vezes a vi durante o semestre. Chegou o dia da apresentação e a Viridiana… não apareceu. Sempre fantasiei em foder aquela bunda gorda ou chupar aqueles peitos suculentos. A oportunidade tinha aparecido.
Viridiana entrou em contato comigo por telefone e disse:
- Engenheiro, desculpa não ter chegado a tempo, mas tô fora da cidade. A gente podia se ver amanhã? - Viridiana
- Viri, fui bem claro, e não tenho tempo amanhã, sinto muito… - eu
- Nãooo..!!! não, engenheiro, por favor, me dá uma chance… por favor - Viridiana
- Sinto muito… mas agora você vai ter que lidar com a coordenação… e ver o que consegue… se cuida… tchau… - eu, desligando o celular
No dia seguinte, Viridiana falou com o coordenador acadêmico, mas não resolveu nada, como era de se esperar… Ela me ligou de novo e disse:
- Inge, já falei com o coordenador, mas não resolvi nada… tô desesperada… e não sei o que fazer... por favor, me deixa explicar, onde você poderia ver isso agora...?
- Viridiana -
- Tô no meu escritório, Viri, se quiser vir, esse é o endereço... - eu -
Passei o endereço e desliguei, esperei mais ou menos uma hora e o interfone tocou...
- Quem é? - eu -
- Viridiana, engenheiro - Viri -
- Sobe, vou abrir a porta - eu -
Ela subiu pro escritório e, entrando, sentou na cadeira na minha frente. Os olhos dela estavam desesperados, então eu sabia que ia comer ela... não tinha saída... então falei:
- Viri, o que você quer fazer ou o que propõe... pra resolver isso?
- Tô disposta a fazer o que for... mas por favor, me deixa entregar o projeto - Viri -
- O que for? Tem certeza? - eu -
Ela percebeu a intenção da pergunta, ficou vermelha e disse:
- Sim, o que for... até o que você tá pensando - Viri -
- E o que eu tô pensando, Viridiana? - eu -
- Mmmm, quer meu corpo, não é, engenheiro? - Viri -
- Ok... combinado, vamos ver o que podemos fazer por você... me liga na sexta e a gente acerta as coisas - falei -
Ela se levantou e saiu do escritório. Chegou sexta e, sentado no escritório, o celular tocou e eu atendi.
- Fala?...
- Oi, professor... sou a Viridiana, o que cê pensou? - Viri -
- Aah, oi, então, se você tá disposta a transar comigo, te espero amanhã umas 18:00, aqui no escritório...
- Mmmm, fica meio complicado, que tal domingo de manhã, umas 11:00? - Viri -
- Mmm, ok... combinado assim... não chega atrasada e não falta... se cuida.
Chegou domingo, cheguei no escritório umas 10:00, preparei tudo e fiquei sentado esperando a Viridiana aparecer... o relógio marcava 10:55 quando o interfone tocou...
- Quem é?...
- Sou eu, engenheiro, deixa eu subir... - Viri -
- Ok...
Nesse dia, eu só vesti uma calça de moletom, sem cueca, e uma camiseta... Viridiana chegou e bateu na porta...
- Toc, toc, toc... posso entrar?... - Viri -
- Entra...
Viridiana abriu a porta e meus olhos não acreditavam no que viam... ela tava vestida de colegial... uma camiseta branca bem justa cobria os peitões dela, enquanto Embaixo dava pra ver o sutiã dela da mesma cor da camiseta, uma saia pregueada xadrez bem curta e uma meia-calça cobrindo a bunda e as pernas dela, por último umas botas militares pretas…
- Bom dia, engenheiro — Viri, entrando no escritório —
- Senta, Viri, como cê tá?
- Bem, obrigada… — Viri —
- Muito bem, Viridiana, me diz quantos anos você tem e por que tá aqui?…
- Aaammm; por quê…? — perguntou Viri —
- Só me responde…
- Ok… tenho 24 anos e tô procurando uma oportunidade de apresentar meu projeto final… — Viri —
- E o que você vai fazer pra conseguir isso…?
- Entregar minha virgindade pra você, engenheiro… — Viri —
Puta merda… não dava pra acreditar no que tava ouvindo. Viridiana era virgem… ufff… tinha que ser gentil com a buceta dela… pensei.
- Sério, você é virgem, Viri?
- Aham… nunca tive nenhum encontro sexual, engenheiro… — Viri —
- Muito bem, Viridiana… vou ser um cavalheiro… agora, Viri… tira a meia-calça… por favor… e deixa a saia…
Ela tirou as botas militares e colocou debaixo da cadeira, se levantou e puxou a meia-calça preta que cobria as pernas lindas dela… me deixando ver a calcinha fio dental rosa… com estampa de corações azuis… largou a meia no chão e falou
- Pronto, engenheiro… e agora?
- Minha vida, você é uma gostosa… que pernas lindas você tem…? — eu —
- Obriigadaaa…!!! — Viri, corando —
- Tira a camiseta… — eu —
Ela pegou a camiseta e deu um puxão, se livrou dela. Os peitões enormes dela eram fabulosos, escondidos debaixo de um sutiã branco de algodão… ela pegou o sutiã por trás e eu parei ela…
- Não, deixa aí… vem pra cá… Viri… — falei —
Ela andou contornando a mesa, meio sem graça… parou na minha frente e disse
- Professor, não vai me machucar, né…? — Viri —
- Não posso prometer que não vai doer… mas vou tentar ser gentil… ok… — falei —
- Tá bom… isso me deixa mais tranquila — Viri —
Comecei a acariciar as pernas dela, levantando a saia e olhando a calcinha fio dental… peguei pelos elásticos e devagar puxei pra baixo e tirei pelos tornozelos. Minhas mãos agarraram a bunda gorda dela e acariciei suavemente… ela Ela se tremia e gemia baixinho.
- Aaa!!, mmm!!, ooou!!, profe, que mãozinhas macias as suas… -Viri-
- Você gosta, Viri? Já chupou uma rola, Viri? -eu disse-
- Mmm, não… nunca, mas já vi filmes pornô… -Viri-
- Quer que eu te ensine a chupar rola…?
- Mmm… nãooo… me dá nojo… profe… -Viri-
- Ok… então vou chupar você… ok -eu disse-
- Aham… se quiser… -Viri-
- Deita na mesa… Viridiana… -eu disse-
Ela se deitou de barriga pra cima e deixou as pernas balançando, eu ainda sentado puxei a cadeira e abri as pernas dela… olhei pra buceta dela por um momento, era muito linda e bem peluda… os lábios vaginais dela eram rosados e gordinhos… o clitóris aparecia na ponta da fenda, como se quisesse se camuflar atrás de todo aquele pelo… delicadamente separei os lábios dela com meus dedos… enquanto passava eles por toda a buceta dela… de repente minha boca se aproximou e notei que não tinha cheiro nenhum, era virgem mesmo… comecei a passar minha língua devagar pelos lábios externos dela… Viridiana se tremia e gemia…
- Mmm!!, aaaaa!!, mmmm!!, profe… que gostoso… que gostoso… mmmm!!, aaaa!!, uyyy!!...
- Sinto, muito gostoso… profe… sua língua é áspera… tem um gosto gostoso… minha coelhinha…?
- Aham… muito gostoso… Viridiana… -eu disse-
Continuei passando a língua por toda a fenda dela… até que os sucos vaginais dela começaram a escorrer. Pensei em enfiar meu dedo, mas algo me disse pra não fazer… então me concentrei em pegar o clitóris dela e continuar chupando a fenda dela… a cada toque dos meus dedos no clitóris dela, Viridiana gemia alto…
- Aaaaaa!!!, enge…. Aaaaaaa!!!, ooooouu!!, sim, sim, que gostoso…
- Enge, vou te falar uma coisa… mas não ri de mim…
- Muitas vezes fantasiei em perder minha virgindade com você… aaa!!!, aa!!, aa!!,… sim, sim…
Então não era só eu que queria transar com ela, isso era ainda melhor…
- Viri, você já tá bem molhada, mami… quer que eu enfie minha rola em você…? -eu disse-
- Aham… mas devagar… enge… não me machuca…
Parei de chupar a buceta dela e, pegando minha calça, abaixei até os tornozelos, fazendo meu pau pular de Dentro, Viridiana ao ver ele disse…
- Aiiiii… que lindo… uuiii, é gordinho… vai doer…
- Profe… o senhor vai colocar camisinha… por favor…
- Sem problema, Viri… – eu disse –
Peguei uma camisinha da gaveta da mesa e coloquei no meu pau, passei um pouco de lubrificante por cima da camisinha já lubrificada e o resto, esfreguei na buceta dela.
- Pronta, gostosa? – eu disse –
- Aham… – Viri, fechando os olhos –
Peguei meu pau e esfreguei contra os lábios da buceta dela, tentando achar a entrada… ela se arrepiava a cada passada do meu pau na coelhinha dela, como ela chamava… finalmente meu pau parou na entrada da buceta dela, empurrei, mas meu pau entortou… e ela gritou…
- Aaaaiiii!!... profe… hummmm!!..
- Ssshhh… calma… fica tranquila… princesa….ssshhh… – eu disse –
Peguei meu pau de novo e, sem soltar, empurrei devagar… minha cabeça afundou na buceta dela e, ao sentir que estava entrando, parei pra não machucar a Viri… ela ficou tensa e mordeu os lábios, abafando o gemido…
- Hummmm!!...
Peguei o sutiã dela e baixei as taças, deixando os peitos dela livres, eram realmente lindos, com uns mamilos grandes e rosados, minha boca não demorou pra dar uns beijos neles, enquanto minhas mãos os juntavam…
- Ahm!!, ahm!!, humm!!, aa!!, aa!!, aa!!, profe… que gostoso… tô sentindo gostoso… já quase não dói a coelhinha… com seus beijinhos nas minhas tetinhas…
- Muaak, muaak… você gosta, Viri. – eu disse –
- Aham… continua… continua, por favor… – Viri –
Enquanto beijava e chupava os peitos dela, empurrei meu pau de novo dentro da buceta dela.
- Hummm!!, engenheiro, engenheiro… aii!!, aii!!, dói… dói… – Viri –
Parei mais uma vez até a dor passar… continuei acariciando os peitos dela e beijando. Pra depois enfiar meu pau um pouco mais fundo…
- Aa!!, aaii!!, aaaaiiiiiiiii!!, para… para… por favor… – Viri –
- Desculpa, Viri… mas se eu parar, vai doer mais… – eu disse –
Então enfiei o pau todo de uma vez… ela se levantou da mesa e, me segurando pelos braços, cravou as unhas em mim… segurei a nuca dela e falei no ouvido…
- Pronto, já... ssshhh, calma... já passou... princesa... ssshhh... já passou....
Deixei meu pau imóvel por uns momentos, enquanto minha boca pegava a dela, Viridiana, não abria os olhos... continuei beijando ela e de repente ela abriu...
- Inge... acho que fiz xixi nas calças... sinto minha bucetinha muito quente... -Viri-
Tirei um pouco meu pau e vi que a camisinha saía cheia de sangue...
- Não... tá tudo bem, é só um pouco de sangue do seu hímen... calma... vou mexer agora, ok... -falei-
- Aham... bem devagar... por favor... -Viri-
Comecei a me mexer entre as pernas dela... ela me segurou cruzando as mesmas, e limitava minhas penetrações. Soltei a nuca dela e peguei os tornozelos dela atrás das minhas costas, separando eles e continuei metendo o pau com suavidade.. A buceta dela era muito apertada... tanto que a camisinha estourou... por causa do atrito das penetrações... ao sentir, falei
- Gostosa... a camisinha estourou, tiro e coloco outra ou não...?
- Tira, profe... só não goza dentro... -Viri-
Tirei meu pau e removi o preservativo. Passei gel lubrificante e meti de novo devagar... ela não gritou mais, em vez disso gemeu de prazer... aquilo me mostrou que ela tava pronta... comecei a meter mais forte...
- Umm!!, umm!!, umm!!, aa!!, aa!!, profe, profe, sim... sim... que gostoso... já não dói... aa!!, aa!!, continua... cê gosta da minha bucetinha? -Viri-
- Aham... Viri, é uma delícia... bem apertadinha... -falei-
Ela era mesmo apertada... as penetrações sem camisinha eram muito mais gostosas... a buceta dela tava fervendo, a cada metida ela me beijava nos ombros e gemia muito gostoso...
- Muaak!!, aa!!, aa!!, aa!!, um!!, um!!, Muaak!!, aa!!, aa!!, aa!!, um!!, um!!,
Passei minhas mãos por trás das costas dela e peguei ela pelos ombros, apertando forte enfiei o pau todo...
- Auuuuuuuu!!... profeeeeee!!, aaaaaammm!!... que pau gostoso... tô com ele todinho dentro da minha bucetinha.... Mmm!!... -Viri-
Continuei assim por um tempo, até que parei de repente e falei
- Gostosa, fica de quatro na cadeira... vou te comer um pouco mais forte, ok...
- Aham... profe... -Viri-
Ela desceu da mesa e ando até a cadeira, colocando os joelhos no assento e os braços no encosto… eu me posicionei atrás dela, esfreguei a buceta dela um pouco com os dedos e depois com meu pau, até achar a entrada. Devagar, enfiei meu pau dentro e comecei a bombar a buceta dela num ritmo…
- Aa!!, aa!!, aa!!, oo!!, oo!!, oo!!, assim, engenheiro, assim que gostoso… dá pra sentir!!! -Viri-
- Quer mais forte, Viri? -falei-
- Aham… um pouquinho…. Aa..!!, aa!!... uuuy… -Viri-
Aumentei a força das penetrações e, a cada uma, Viridiana jogava a cabeça pra trás e abria bem a boca, soltando gemidos altos…
- Aaaaaaa!!, aaaaaaaaa!!, ummmmmmm!!, siiiim!!!, engenheiro… siiiim!!!...
Continuei aumentando a força das estocadas aos poucos. Viridiana soltava gemidos de prazer e, depois de uns minutos assim… começou a falar:
- Engenheiro, engenheiro, tô sentindo quente… muito quente dentro da periquita… tira… tô sentindo que vou queimar…. Aaaa!!, engenheiro… que que tá acontecendo!!...
- Calma, é seu orgasmo… só deixa sair… relaxa e aproveita… -falei-
Ela relaxou um pouco e, de repente, apertou as nádegas… e soltou um grito forte…
- Aaaaaaaaaaauuuuuuu!!!!!...
Ela tremia e se sacudia igual uma louca… aquilo fazia meu pau sentir ainda mais prazer… e eu falei:
- Gostosa, quero gozar nos seus peitinhos… posso?
- Aham… aham… -Viri-
Continuei comendo ela pela buceta por mais um tempo, depois do orgasmo dela… até que meu pau começou a dar sinais de que ia gozar…
- Mami… mami, quero que você vire e fique de joelhos, quando eu tirar… entendeu…?
- Aham, aham….aa!...aa!... -Viri-
Tirei meu pau da buceta dela, e ela se ajoelhou rápido e fechou os olhos… eu comecei a me mastigar com força e não demorou muito, e zazzz!!... meu pau soltou dois jorros grandes de porra, que caíram no peito dela… escorrendo até os peitos lindos dela… aproximei meu pau do rosto dela e, ainda de olhos fechados, deixei cair os restinhos na cara dela…
- Aaa!!.. tá quentinho… profee..!!...-Viri-
- Abre um pouquinho a boca… pra eu te dar um pouquinho… vai… -eu disse-
Ela abriu um pouco os lábios e, passando minha glande pelos lábios dela, terminei de limpar. Ela esticou a língua e lambeu os próprios lábios, levando minhas gotinhas de porra pra dentro da boca…
- Mmmm!!... é salgadinho… profe… mas gostosinho…
Ficamos assim por um tempo, ela se levantou e, sem limpar os peitos, se vestiu e disse:
- Profe… quero te falar uma coisa… mas não fica bravo comigo…
- Fala, Viridiana -eu disse-
- A gente podia fazer isso de novo… mas com minhas amigas… da banda de rock… que a gente tem… -Viri-
- Claro… me avisa quando e onde… -respondi-
Ela me beijou e saiu do escritório…. Naquele ano ela se formou e eu casei no fim do semestre….
Fim…
Sempre que ela passava pelos corredores da universidade, dava pra ouvir os cochichos de professores e alunos… Eu me dava bem com ela, porque a gente tinha gostos parecidos em música… os dois curtem heavy metal. No começo do semestre, ela falou comigo, explicando que não ia cursar a matéria normalmente, mas sim globalmente… Eu concordei, mas deixei claro que se não apresentasse o projeto global terminado e no prazo, praticamente estaria repetindo o semestre e não se formaria. Combinamos que o projeto seria entregue no dia primeiro de julho… Ela concordou com tudo. Poucas vezes a vi durante o semestre. Chegou o dia da apresentação e a Viridiana… não apareceu. Sempre fantasiei em foder aquela bunda gorda ou chupar aqueles peitos suculentos. A oportunidade tinha aparecido.
Viridiana entrou em contato comigo por telefone e disse:
- Engenheiro, desculpa não ter chegado a tempo, mas tô fora da cidade. A gente podia se ver amanhã? - Viridiana
- Viri, fui bem claro, e não tenho tempo amanhã, sinto muito… - eu
- Nãooo..!!! não, engenheiro, por favor, me dá uma chance… por favor - Viridiana
- Sinto muito… mas agora você vai ter que lidar com a coordenação… e ver o que consegue… se cuida… tchau… - eu, desligando o celular
No dia seguinte, Viridiana falou com o coordenador acadêmico, mas não resolveu nada, como era de se esperar… Ela me ligou de novo e disse:
- Inge, já falei com o coordenador, mas não resolvi nada… tô desesperada… e não sei o que fazer... por favor, me deixa explicar, onde você poderia ver isso agora...?
- Viridiana -
- Tô no meu escritório, Viri, se quiser vir, esse é o endereço... - eu -
Passei o endereço e desliguei, esperei mais ou menos uma hora e o interfone tocou...
- Quem é? - eu -
- Viridiana, engenheiro - Viri -
- Sobe, vou abrir a porta - eu -
Ela subiu pro escritório e, entrando, sentou na cadeira na minha frente. Os olhos dela estavam desesperados, então eu sabia que ia comer ela... não tinha saída... então falei:
- Viri, o que você quer fazer ou o que propõe... pra resolver isso?
- Tô disposta a fazer o que for... mas por favor, me deixa entregar o projeto - Viri -
- O que for? Tem certeza? - eu -
Ela percebeu a intenção da pergunta, ficou vermelha e disse:
- Sim, o que for... até o que você tá pensando - Viri -
- E o que eu tô pensando, Viridiana? - eu -
- Mmmm, quer meu corpo, não é, engenheiro? - Viri -
- Ok... combinado, vamos ver o que podemos fazer por você... me liga na sexta e a gente acerta as coisas - falei -
Ela se levantou e saiu do escritório. Chegou sexta e, sentado no escritório, o celular tocou e eu atendi.
- Fala?...
- Oi, professor... sou a Viridiana, o que cê pensou? - Viri -
- Aah, oi, então, se você tá disposta a transar comigo, te espero amanhã umas 18:00, aqui no escritório...
- Mmmm, fica meio complicado, que tal domingo de manhã, umas 11:00? - Viri -
- Mmm, ok... combinado assim... não chega atrasada e não falta... se cuida.
Chegou domingo, cheguei no escritório umas 10:00, preparei tudo e fiquei sentado esperando a Viridiana aparecer... o relógio marcava 10:55 quando o interfone tocou...
- Quem é?...
- Sou eu, engenheiro, deixa eu subir... - Viri -
- Ok...
Nesse dia, eu só vesti uma calça de moletom, sem cueca, e uma camiseta... Viridiana chegou e bateu na porta...
- Toc, toc, toc... posso entrar?... - Viri -
- Entra...
Viridiana abriu a porta e meus olhos não acreditavam no que viam... ela tava vestida de colegial... uma camiseta branca bem justa cobria os peitões dela, enquanto Embaixo dava pra ver o sutiã dela da mesma cor da camiseta, uma saia pregueada xadrez bem curta e uma meia-calça cobrindo a bunda e as pernas dela, por último umas botas militares pretas…
- Bom dia, engenheiro — Viri, entrando no escritório —
- Senta, Viri, como cê tá?
- Bem, obrigada… — Viri —
- Muito bem, Viridiana, me diz quantos anos você tem e por que tá aqui?…
- Aaammm; por quê…? — perguntou Viri —
- Só me responde…
- Ok… tenho 24 anos e tô procurando uma oportunidade de apresentar meu projeto final… — Viri —
- E o que você vai fazer pra conseguir isso…?
- Entregar minha virgindade pra você, engenheiro… — Viri —
Puta merda… não dava pra acreditar no que tava ouvindo. Viridiana era virgem… ufff… tinha que ser gentil com a buceta dela… pensei.
- Sério, você é virgem, Viri?
- Aham… nunca tive nenhum encontro sexual, engenheiro… — Viri —
- Muito bem, Viridiana… vou ser um cavalheiro… agora, Viri… tira a meia-calça… por favor… e deixa a saia…
Ela tirou as botas militares e colocou debaixo da cadeira, se levantou e puxou a meia-calça preta que cobria as pernas lindas dela… me deixando ver a calcinha fio dental rosa… com estampa de corações azuis… largou a meia no chão e falou
- Pronto, engenheiro… e agora?
- Minha vida, você é uma gostosa… que pernas lindas você tem…? — eu —
- Obriigadaaa…!!! — Viri, corando —
- Tira a camiseta… — eu —
Ela pegou a camiseta e deu um puxão, se livrou dela. Os peitões enormes dela eram fabulosos, escondidos debaixo de um sutiã branco de algodão… ela pegou o sutiã por trás e eu parei ela…
- Não, deixa aí… vem pra cá… Viri… — falei —
Ela andou contornando a mesa, meio sem graça… parou na minha frente e disse
- Professor, não vai me machucar, né…? — Viri —
- Não posso prometer que não vai doer… mas vou tentar ser gentil… ok… — falei —
- Tá bom… isso me deixa mais tranquila — Viri —
Comecei a acariciar as pernas dela, levantando a saia e olhando a calcinha fio dental… peguei pelos elásticos e devagar puxei pra baixo e tirei pelos tornozelos. Minhas mãos agarraram a bunda gorda dela e acariciei suavemente… ela Ela se tremia e gemia baixinho.
- Aaa!!, mmm!!, ooou!!, profe, que mãozinhas macias as suas… -Viri-
- Você gosta, Viri? Já chupou uma rola, Viri? -eu disse-
- Mmm, não… nunca, mas já vi filmes pornô… -Viri-
- Quer que eu te ensine a chupar rola…?
- Mmm… nãooo… me dá nojo… profe… -Viri-
- Ok… então vou chupar você… ok -eu disse-
- Aham… se quiser… -Viri-
- Deita na mesa… Viridiana… -eu disse-
Ela se deitou de barriga pra cima e deixou as pernas balançando, eu ainda sentado puxei a cadeira e abri as pernas dela… olhei pra buceta dela por um momento, era muito linda e bem peluda… os lábios vaginais dela eram rosados e gordinhos… o clitóris aparecia na ponta da fenda, como se quisesse se camuflar atrás de todo aquele pelo… delicadamente separei os lábios dela com meus dedos… enquanto passava eles por toda a buceta dela… de repente minha boca se aproximou e notei que não tinha cheiro nenhum, era virgem mesmo… comecei a passar minha língua devagar pelos lábios externos dela… Viridiana se tremia e gemia…
- Mmm!!, aaaaa!!, mmmm!!, profe… que gostoso… que gostoso… mmmm!!, aaaa!!, uyyy!!...
- Sinto, muito gostoso… profe… sua língua é áspera… tem um gosto gostoso… minha coelhinha…?
- Aham… muito gostoso… Viridiana… -eu disse-
Continuei passando a língua por toda a fenda dela… até que os sucos vaginais dela começaram a escorrer. Pensei em enfiar meu dedo, mas algo me disse pra não fazer… então me concentrei em pegar o clitóris dela e continuar chupando a fenda dela… a cada toque dos meus dedos no clitóris dela, Viridiana gemia alto…
- Aaaaaa!!!, enge…. Aaaaaaa!!!, ooooouu!!, sim, sim, que gostoso…
- Enge, vou te falar uma coisa… mas não ri de mim…
- Muitas vezes fantasiei em perder minha virgindade com você… aaa!!!, aa!!, aa!!,… sim, sim…
Então não era só eu que queria transar com ela, isso era ainda melhor…
- Viri, você já tá bem molhada, mami… quer que eu enfie minha rola em você…? -eu disse-
- Aham… mas devagar… enge… não me machuca…
Parei de chupar a buceta dela e, pegando minha calça, abaixei até os tornozelos, fazendo meu pau pular de Dentro, Viridiana ao ver ele disse…
- Aiiiii… que lindo… uuiii, é gordinho… vai doer…
- Profe… o senhor vai colocar camisinha… por favor…
- Sem problema, Viri… – eu disse –
Peguei uma camisinha da gaveta da mesa e coloquei no meu pau, passei um pouco de lubrificante por cima da camisinha já lubrificada e o resto, esfreguei na buceta dela.
- Pronta, gostosa? – eu disse –
- Aham… – Viri, fechando os olhos –
Peguei meu pau e esfreguei contra os lábios da buceta dela, tentando achar a entrada… ela se arrepiava a cada passada do meu pau na coelhinha dela, como ela chamava… finalmente meu pau parou na entrada da buceta dela, empurrei, mas meu pau entortou… e ela gritou…
- Aaaaiiii!!... profe… hummmm!!..
- Ssshhh… calma… fica tranquila… princesa….ssshhh… – eu disse –
Peguei meu pau de novo e, sem soltar, empurrei devagar… minha cabeça afundou na buceta dela e, ao sentir que estava entrando, parei pra não machucar a Viri… ela ficou tensa e mordeu os lábios, abafando o gemido…
- Hummmm!!...
Peguei o sutiã dela e baixei as taças, deixando os peitos dela livres, eram realmente lindos, com uns mamilos grandes e rosados, minha boca não demorou pra dar uns beijos neles, enquanto minhas mãos os juntavam…
- Ahm!!, ahm!!, humm!!, aa!!, aa!!, aa!!, profe… que gostoso… tô sentindo gostoso… já quase não dói a coelhinha… com seus beijinhos nas minhas tetinhas…
- Muaak, muaak… você gosta, Viri. – eu disse –
- Aham… continua… continua, por favor… – Viri –
Enquanto beijava e chupava os peitos dela, empurrei meu pau de novo dentro da buceta dela.
- Hummm!!, engenheiro, engenheiro… aii!!, aii!!, dói… dói… – Viri –
Parei mais uma vez até a dor passar… continuei acariciando os peitos dela e beijando. Pra depois enfiar meu pau um pouco mais fundo…
- Aa!!, aaii!!, aaaaiiiiiiiii!!, para… para… por favor… – Viri –
- Desculpa, Viri… mas se eu parar, vai doer mais… – eu disse –
Então enfiei o pau todo de uma vez… ela se levantou da mesa e, me segurando pelos braços, cravou as unhas em mim… segurei a nuca dela e falei no ouvido…
- Pronto, já... ssshhh, calma... já passou... princesa... ssshhh... já passou....
Deixei meu pau imóvel por uns momentos, enquanto minha boca pegava a dela, Viridiana, não abria os olhos... continuei beijando ela e de repente ela abriu...
- Inge... acho que fiz xixi nas calças... sinto minha bucetinha muito quente... -Viri-
Tirei um pouco meu pau e vi que a camisinha saía cheia de sangue...
- Não... tá tudo bem, é só um pouco de sangue do seu hímen... calma... vou mexer agora, ok... -falei-
- Aham... bem devagar... por favor... -Viri-
Comecei a me mexer entre as pernas dela... ela me segurou cruzando as mesmas, e limitava minhas penetrações. Soltei a nuca dela e peguei os tornozelos dela atrás das minhas costas, separando eles e continuei metendo o pau com suavidade.. A buceta dela era muito apertada... tanto que a camisinha estourou... por causa do atrito das penetrações... ao sentir, falei
- Gostosa... a camisinha estourou, tiro e coloco outra ou não...?
- Tira, profe... só não goza dentro... -Viri-
Tirei meu pau e removi o preservativo. Passei gel lubrificante e meti de novo devagar... ela não gritou mais, em vez disso gemeu de prazer... aquilo me mostrou que ela tava pronta... comecei a meter mais forte...
- Umm!!, umm!!, umm!!, aa!!, aa!!, profe, profe, sim... sim... que gostoso... já não dói... aa!!, aa!!, continua... cê gosta da minha bucetinha? -Viri-
- Aham... Viri, é uma delícia... bem apertadinha... -falei-
Ela era mesmo apertada... as penetrações sem camisinha eram muito mais gostosas... a buceta dela tava fervendo, a cada metida ela me beijava nos ombros e gemia muito gostoso...
- Muaak!!, aa!!, aa!!, aa!!, um!!, um!!, Muaak!!, aa!!, aa!!, aa!!, um!!, um!!,
Passei minhas mãos por trás das costas dela e peguei ela pelos ombros, apertando forte enfiei o pau todo...
- Auuuuuuuu!!... profeeeeee!!, aaaaaammm!!... que pau gostoso... tô com ele todinho dentro da minha bucetinha.... Mmm!!... -Viri-
Continuei assim por um tempo, até que parei de repente e falei
- Gostosa, fica de quatro na cadeira... vou te comer um pouco mais forte, ok...
- Aham... profe... -Viri-
Ela desceu da mesa e ando até a cadeira, colocando os joelhos no assento e os braços no encosto… eu me posicionei atrás dela, esfreguei a buceta dela um pouco com os dedos e depois com meu pau, até achar a entrada. Devagar, enfiei meu pau dentro e comecei a bombar a buceta dela num ritmo…
- Aa!!, aa!!, aa!!, oo!!, oo!!, oo!!, assim, engenheiro, assim que gostoso… dá pra sentir!!! -Viri-
- Quer mais forte, Viri? -falei-
- Aham… um pouquinho…. Aa..!!, aa!!... uuuy… -Viri-
Aumentei a força das penetrações e, a cada uma, Viridiana jogava a cabeça pra trás e abria bem a boca, soltando gemidos altos…
- Aaaaaaa!!, aaaaaaaaa!!, ummmmmmm!!, siiiim!!!, engenheiro… siiiim!!!...
Continuei aumentando a força das estocadas aos poucos. Viridiana soltava gemidos de prazer e, depois de uns minutos assim… começou a falar:
- Engenheiro, engenheiro, tô sentindo quente… muito quente dentro da periquita… tira… tô sentindo que vou queimar…. Aaaa!!, engenheiro… que que tá acontecendo!!...
- Calma, é seu orgasmo… só deixa sair… relaxa e aproveita… -falei-
Ela relaxou um pouco e, de repente, apertou as nádegas… e soltou um grito forte…
- Aaaaaaaaaaauuuuuuu!!!!!...
Ela tremia e se sacudia igual uma louca… aquilo fazia meu pau sentir ainda mais prazer… e eu falei:
- Gostosa, quero gozar nos seus peitinhos… posso?
- Aham… aham… -Viri-
Continuei comendo ela pela buceta por mais um tempo, depois do orgasmo dela… até que meu pau começou a dar sinais de que ia gozar…
- Mami… mami, quero que você vire e fique de joelhos, quando eu tirar… entendeu…?
- Aham, aham….aa!...aa!... -Viri-
Tirei meu pau da buceta dela, e ela se ajoelhou rápido e fechou os olhos… eu comecei a me mastigar com força e não demorou muito, e zazzz!!... meu pau soltou dois jorros grandes de porra, que caíram no peito dela… escorrendo até os peitos lindos dela… aproximei meu pau do rosto dela e, ainda de olhos fechados, deixei cair os restinhos na cara dela…
- Aaa!!.. tá quentinho… profee..!!...-Viri-
- Abre um pouquinho a boca… pra eu te dar um pouquinho… vai… -eu disse-
Ela abriu um pouco os lábios e, passando minha glande pelos lábios dela, terminei de limpar. Ela esticou a língua e lambeu os próprios lábios, levando minhas gotinhas de porra pra dentro da boca…
- Mmmm!!... é salgadinho… profe… mas gostosinho…
Ficamos assim por um tempo, ela se levantou e, sem limpar os peitos, se vestiu e disse:
- Profe… quero te falar uma coisa… mas não fica bravo comigo…
- Fala, Viridiana -eu disse-
- A gente podia fazer isso de novo… mas com minhas amigas… da banda de rock… que a gente tem… -Viri-
- Claro… me avisa quando e onde… -respondi-
Ela me beijou e saiu do escritório…. Naquele ano ela se formou e eu casei no fim do semestre….
Fim…
0 comentários - Profa, Preciso Passar na Sua Matéria… Capítulo III: Viri