Profa, Preciso Passar na Sua Matéria… Capítulo III: Viri

Viridiana, aos 24 anos, estava pronta pra se formar no curso de Bacharelado em Informática Administrativa, cursando o último semestre. Ela era uma garota muito gostosa, desejada por todos os professores e alunos da universidade. Baixinha, 1,50 de altura, pele morena clara, olhos grandes, rosto redondo, nariz chato, boca e lábios pequenos, cabelo curto na altura da orelha, uns peitos incríveis e bem grandes, uma bunda feita na mão e um par de pernas que dava vontade de devorar de tanto morder…

Sempre que ela andava pelos corredores da universidade, dava pra ouvir os cochichos dos professores e alunos… Eu me dava bem com ela, porque a gente tinha gostos parecidos em música… os dois curtem heavy metal. No começo do semestre, ela falou comigo, explicando que não ia cursar a matéria normalmente, mas sim de forma global… eu concordei, mas deixei claro que se não apresentasse o projeto global terminado e no prazo, praticamente estaria repetindo o semestre e não se formaria. Combinamos que o projeto seria entregue no dia primeiro de julho… ela concordou com tudo. Poucas vezes a vi durante o semestre. Chegou o dia da apresentação e a Viridiana… não apareceu. Sempre fantasiei em foder aquela bunda gorda ou chupar aqueles peitos suculentos. A oportunidade tinha surgido.

Viridiana entrou em contato comigo por telefone e disse:

- Engenheiro, desculpa não ter chegado a tempo, mas tô fora da cidade. A gente podia se ver amanhã? - Viridiana

- Viri, fui bem claro, e não tenho tempo amanhã, sinto muito… - eu

- Nãooo..!!! não, engenheiro, por favor, me dá uma chance… por favor - Viridiana

- Sinto muito… mas agora você vai ter que lidar com a coordenação… e ver o que consegue… se cuida… tchau… - eu, desligando o celular

No dia seguinte, Viridiana falou com o coordenador acadêmico, mas não resolveu nada, como era de se esperar… ela me ligou de novo e disse:

- Inge, já falei com o coordenador, mas não consegui nada… tô desesperada… e não sei o que fazer fazer... por favor, me deixa explicar, onde eu poderia ver você agora?... -Viridiana-
- To no meu escritório, Viri, se quiser vir, esse é o endereço... -eu-
Passei o endereço e desliguei, esperei mais ou menos uma hora e o interfone tocou...
- Quem é? -eu-
- Viridiana, engenheiro -viri-
- Sobe, vou abrir a porta -eu-
Ela subiu pro escritório e, entrando, sentou na cadeira na minha frente. Os olhos dela estavam desesperados, então eu sabia que ia comer ela... não tinha saída... então falei
- Viri, o que você quer fazer ou o que propõe... pra resolver isso?
- To disposta a fazer o que for... mas por favor, me deixa entregar o projeto -viri-
- O que for? Tem certeza? -eu-
Ela percebeu a intenção da pergunta, ficou vermelha e disse
- Sim, o que for... até o que você tá pensando -Viri-
- E o que eu tô pensando, Viridiana? -eu-
- Mmmm, você quer meu corpo, ou não, engenheiro? -Viri-
- Ok... combinado, vamos ver o que dá pra fazer por você... me liga na sexta e a gente acerta as coisas -falei-
Ela levantou e saiu do escritório. Chegou sexta e, sentado no escritório, o celular tocou e atendi.
- Fala?...
- Oi, professor... sou a Viridiana, o que cê pensou? -Viri-
- Aah, oi, então, se você tá disposta a transar comigo, te espero amanhã umas 18:00, aqui no escritório...
- Mmmm, fica meio complicado, que tal domingo de manhã, umas 11:00? -Viri-
- Mmm, ok... combinado assim... não atrase e não falte... se cuida.
Chegou domingo, cheguei no escritório umas 10:00, preparei tudo e fiquei sentado esperando a Viridiana aparecer... o relógio marcava 10:55 quando o interfone tocou...
- Quem é?...
- Sou eu, engenheiro, deixa eu subir... -Viri-
- Ok...
Nesse dia, só vesti um moletom, sem cueca e uma camiseta... Viridiana chegou e bateu na porta...
- Toc, toc, toc... posso entrar? -viri-
- Entra...
Viridiana abriu a porta e meus olhos não acreditavam no que viam... ela tava vestida de colegial... uma camiseta branca bem justa cobria os peitões dela, enquanto Embaixo dava pra ver o sutiã dela da mesma cor da camiseta, uma saia pregueada xadrez bem curta e uma meia-calça cobrindo a bunda e as pernas dela, por último umas botas militares pretas…

- Bom dia, engenheiro-viri, entrando no escritório -
- Senta, Viri, como cê tá?
- Bem, obrigada… -Viri-
- Muito bem, Viridiana, me diz quantos anos você tem e por que tá aqui?...
- Aaammm; por quê….? -perguntou Viri-
- Só me responde…
- Ok… tenho 24 anos e tô procurando uma oportunidade de apresentar meu projeto final… -Viri-
- E o que você vai fazer pra conseguir isso…?
- Entregar minha virgindade pra você, engenheiro… -Viri-
Meu Deus… não podia acreditar no que tava ouvindo. Viridiana era virgem… uff… tinha que ser gentil com a buceta dela… pensei.
- Sério, você é virgem, Viri?
- Aham… nunca tive nenhum encontro sexual, engenheiro… -Viri-
- Muito bem, Viridiana… vou ser um cavalheiro… agora, Viri… tira a meia-calça… por favor… e deixa a saia…
Ela tirou as botas militares e colocou debaixo da cadeira, se levantou e puxou a meia-calça preta que cobria as pernas lindas dela… me deixando ver a calcinha fio dental rosa… com estampa de corações azuis… largou a meia-calça no chão e disse
- Pronto, engenheiro… e agora?
- Minha vida, você é uma gostosa… que pernas lindas você tem…? -eu-
- Obriigadaaa…!!! -Viri, corando-
- Tira a camiseta… -eu-
Pegou a camiseta e com um puxão se livrou dela. Os peitões enormes dela eram fabulosos, escondidos debaixo de um sutiã branco de algodão… ela pegou o sutiã por trás e eu parei ela…
- Não, deixa aí… vem pra cá.. Viri… -falei-
Ela andou contornando a mesa, meio sem graça… parou na minha frente e disse
- Professor, não vai me machucar, né…? -Viri-
- Não posso prometer que não vai doer… mas vou tentar ser gentil… ok… -falei-
- Bem… isso me deixa mais tranquila -Viri-
Comecei a acariciar as pernas dela, levantando a saia e olhando a calcinha fio dental… peguei pelos elásticos e devagar puxei pra baixo e tirei pelos tornozelos. Minhas mãos agarraram a bunda gorda dela e acariciei suavemente… ela Ela se tremia e gemia baixinho.
- Aaa!!, mmm!!, ooou!!, profe, que macias que são suas mãos… -Viri-
- Você gosta, Viri? Já chupou uma rola, Viri? -falei-
- Mmm, não… nunca, mas já vi filmes pornô… -Viri-
- Quer que eu te ensine a chupar rola…?
- Mmm… nãooo… tenho nojo… profe… -Viri-
- Ok… então vou chupar você… ok -falei-
- Aham… se quiser… -Viri-
- Deita na mesa… Viridiana… -falei-

Ela se deitou de barriga pra cima e deixou as pernas balançando, eu ainda sentado puxei a cadeira e abri as pernas dela… olhei pra buceta dela por um momento, era muito bonita e bem peluda… os lábios da buceta eram rosados e gordinhos… o clitóris aparecia na ponta da fenda, como se quisesse se camuflar atrás de todo aquele pelo… devagar eu separei os lábios dela com meus dedos… enquanto passava eles por toda a buceta dela… de repente minha boca se aproximou e notei que não tinha cheiro nenhum, ela era virgem mesmo… devagar comecei a passar minha língua pelos lábios externos… Viridiana se tremia e gemia…
- Mmm!!, aaaaa!!, mmmm!!, profe… que gostoso… que gostoso… mmmm!!, aaaa!!, uyyy!!...
- Sinto, muito gostoso… profe… sua língua é áspera… tem um gosto gostoso… minha coelhinha…?
- Aham… muito gostoso… Viridiana… -falei-

Continuei passando minha língua por toda a fenda dela… até que os sucos da buceta dela começaram a escorrer. Pensei em enfiar meu dedo, mas algo me disse não faz isso… então me concentrei em pegar o clitóris dela e continuar chupando a fenda dela… a cada roçada dos meus dedos no clitóris, Viridiana gemia alto…
- Aaaaaa!!!, enge…. Aaaaaaa!!!, ooooouu!!, sim, sim, que gostoso…
- Enge, vou te falar uma coisa… mas não ri de mim…
- Muitas vezes fantasiei em perder minha virgindade com você… aaa!!!, aa!!, aa!!,… sim, sim…

Então não era só eu que queria transar com ela, isso era ainda melhor…
- Viri, você já tá bem molhada, mami… quer que eu enfie minha rola em você…? -falei-
- Aham… mas devagar… enge… não me machuca…

Parei de chupar a buceta dela e, pegando minha calça, puxei ela até os tornozelos, fazendo meu pau pular de dentro, Viridiana ao me ver disse…
- Aiiii… que lindo… uuui, é gordinho… vai doer…
- Profe… vai colocar camisinha… por favor…
- Claro, sem problema, Viri… – eu disse –
Peguei uma camisinha da gaveta da mesa e coloquei no meu pau, passei um pouco de lubrificante por cima da camisinha já lubrificada e o resto, esfreguei na buceta dela.
- Pronta, gostosa? – eu disse –
- Aham… – Viri, fechando os olhos –
Peguei meu pau e esfreguei contra os lábios da buceta dela, tentando achar a entrada… ela se arrepiou a cada passada do meu pau na coelhinha dela, como ela chamava… finalmente meu pau parou na entrada da buceta dela, empurrei, mas meu pau entortou… e ela gritou…
- Aaaaiiii!!... profe… hummmm!!..
- Ssshhh… calma… fica tranquila… princesa….ssshhh… – eu disse –
De novo peguei meu pau e, sem soltar, empurrei de novo devagar… a cabeça do meu pau afundou na buceta dela e, ao sentir que estava entrando, parei pra não machucar a Viri… ela ficou tensa e mordeu os lábios, segurando o gemido…
- Hummmm!!...
Peguei o sutiã dela e baixei as taças, deixando os peitos dela livres, eram realmente lindos, com uns mamilos grandes e rosados, minha boca não demorou pra dar uns beijos neles, enquanto minhas mãos os juntavam…
- Ahm!!, ahm!!, humm!!, aa!!, aa!!, aa!!, profe… que gostoso… tô sentindo gostoso… já quase não dói a coelhinha… com seus beijinhos nas minhas tetinhas….
- Muaak, muaak… cê gosta, Viri. – eu disse –
- Aham… continua… continua, por favor… – Viri –
Enquanto beijava e chupava os peitos dela, empurrei meu pau de novo dentro da buceta dela.
- Hummm!!, engenheiro, engenheiro… aiiii!!, aii!!, dói… dói… – Viri –
Parei mais uma vez até a dor passar… continuei acariciando os peitos dela e beijando. Pra afundar de novo um pouco mais meu pau…
- Aa!!, aaii!!, aaaaiiiiiiiii!!, para… para… por favor… – Viri –
- Desculpa, Viri… mas se eu parar vai doer mais… – eu disse –
Então enfiei o pau todo de uma vez… ela se levantou da mesa e, me segurando pelos braços, cravou as unhas em mim… segurei a nuca dela e falei no ouvido…
- Pronto, já… ssshhh, calma… já passou… princesa… ssshhh… já passou…
Deixei meu pau imóvel por uns momentos, enquanto minha boca pegava a dela, Viridiana, não abria os olhos… continuei beijando ela e de repente ela abriu…
— Inge… acho que fiz xixi nas calças… sinto minha bucetinha muito quente… — Viri
Tirei um pouco meu pau e vi que a camisinha saía cheia de sangue…
— Não… tá tudo bem, é só um pouco de sangue do seu hímen… calma… vou mexer agora, ok… — falei
— Aham… devagarzinho… por favor… — Viri
Comecei a me mover entre as pernas dela… ela me segurou cruzando as mesmas, e limitava minhas penetrações. Soltei a nuca dela e peguei os tornozelos dela atrás das minhas costas, separando eles, continuei metendo o pau com suavidade… A buceta dela era muito apertada… tanto que a camisinha estourou… por causa do atrito das penetrações… ao sentir, falei
— Gostosa… a camisinha estourou, tiro ela e coloco outra ou não…?
— Tira, profe… só não goza dentro… — Viri
Tirei meu pau e removi o preservativo. Passei gel lubrificante e meti de novo devagar… ela já não gritou, mas gemeu de prazer… aquilo me mostrou que ela tava pronta… comecei a meter mais forte…
— Umm!!, umm!!, umm!!, aa!!, aa!!, profe, profe, sim… sim… que gostoso… já não dói… aa!!, aa!!, continua… cê gosta da minha bucetinha? — Viri
— Aham… Viri, você é gostosa… bem apertadinha… — falei
Ela era apertada mesmo… as penetrações sem camisinha eram mais gostosas… a buceta dela tava fervendo, a cada metida ela me beijava nos ombros e gemia muito gostoso…
— Muaak!!, aa!!, aa!!, aa!!, um!!, um!!, Muaak!!, aa!!, aa!!, aa!!, um!!, um!!
Passei minhas mãos por trás das costas dela e peguei pelos ombros, apertando forte, enfiei o pau todo nela…
— Auuuuuuuu!!... profeeeeee!!, aaaaaammm!!... que pau gostoso… tenho ele todo dentro da minha bucetinha…. Mmm!!... — Viri
Continuei assim por um tempo, até que parei de repente e falei
— Gostosa, fica de quatro na cadeira… vou te dar um pouco mais forte, ok…
— Aham… profe… — Viri
Ela desceu da mesa e andei até a cadeira, colocando os joelhos no assento e os braços no encosto… eu me posicionei atrás dela, esfreguei a buceta dela um pouco com os dedos e depois com meu pau, até achar a entrada. Devagar, meti meu pau dentro e comecei a bombar a buceta dela num ritmo…

- Aa!!, aa!!, aa!!, oo!!, oo!!, oo!!, assim, engenheiro, assim que é gostoso… dá pra sentir!!! -Viri-
- Quer mais forte, Viri? -eu disse-
- Aham… um pouquinho…. Aa..!!, aa!!... uuuyy… -Viri-

Aumentei a força das penetrações e, a cada uma, Viridiana jogava a cabeça pra trás e abria bem a boca, soltando gemidos altos…

- Aaaaaaa!!, aaaaaaaaa!!, ummmmmmm!!, siiiim!!!, engenheiro… siiiiii!!...

Continuei aumentando a força das estocadas aos poucos. Viridiana soltava gemidos de prazer e, depois de uns minutos assim… começou a falar.

- Engenheiro, engenheiro, sinto quente… muito quente dentro da buceta…. Tira… sinto que tô queimando…. Aaaa!!, engenheiro… que que tá acontecendo!!...
- Calma, é seu orgasmo… só deixa sair… relaxa e aproveita… -eu disse-

Ela relaxou um pouco e, de repente, apertou as nádegas… e soltou um grito forte…

- Aaaaaaaaaaauuuuuuu!!!!!...

Ela tremia e se sacudia igual uma louca… aquilo fazia meu pau sentir ainda mais prazer… e eu falei…

- Gostosa, quero gozar nos seus peitinhos… posso?
- Aham… aham… -Viri-

Continuei comendo ela pela buceta por mais um tempo, depois do orgasmo dela… até meu pau começar a dar sinais de que ia gozar…

- Mami… mami, quero que você vire e fique de joelhos, quando eu tirar… entendido?
- Aham, aham…. aa!... aa!... -Viri-

Tirei meu pau da buceta dela, e ela se ajoelhou rápido e fechou os olhos… eu comecei a me masturbar bem forte e não demorou muito, e zazzz!!... meu pau soltou dois jorros grandes de porra, que caíram no peito dela… escorrendo até os peitos lindos dela… aproximei meu pau do rosto dela e, ainda com os olhos fechados, deixei cair os restinhos de porra na cara dela….

- Aaa!!.. tá quentinho… Profee...!!... -Viri-
- Abre um pouquinho a boca... pra eu te dar um pouquinho... vai... -eu disse-
Ela abriu um pouco os lábios e, passando minha glande pelos lábios dela, terminei de limpar. Ela esticou a língua e lambeu os próprios lábios, levando minhas gotas de porra pra dentro da boca...
- Mmmm!!... é salgadinho... profe... mas gostosinho...
Ficamos assim por um tempo, ela se levantou e, sem limpar os peitos, se vestiu e disse:
- Profe... quero te falar uma coisa... mas não fica bravo comigo...
- Fala, Viridiana -eu disse-
- A gente podia fazer isso de novo... mas com minhas amigas... da banda de rock... que a gente tem... -Viri-
- Claro... me avisa quando e onde... -respondi-
Ela me beijou e saiu do escritório... Naquele ano ela se formou e eu casei no fim do semestre...
Fim...

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