Capítulo I: O Grande Segredo da Mamãe.E aí, leitores, meu nome é Fernando, hoje tenho 18 anos, sou um cara moreno, 1,75 de altura, corpo atlético, cabelo castanho escuro, olhos castanhos e uma ferramenta masculina normal. Moro em Metepec, Estado do México. Minha família é formada pela minha mãe Nancy, de 42 anos, minha irmã Paola, de 22, meu sobrinho Alejandro, de 8 anos — porque ela engravidou aos 14 — e meu irmão Jaime, de 6 anos. Essa história é sobre o que aconteceu numa tarde comum, quando descobri o grande segredo da minha mãe. Isso foi há 4 anos, quando eu tinha só 14. Então, vamos nessa.
Minha irmã, meu irmão e eu temos pais diferentes, porque minha mãe teve uma juventude louca e descontrolada. Hoje ela é casada com o pai do Jaime, que passa a maior parte do tempo viajando a trabalho. Com o tempo, minha irmã Pao sempre perguntava: "Quem é meu pai?" E minha mãe sempre respondia do mesmo jeito:
— Seu pai tá no céu!... love!... mas você tem a sua mamãe!...
Uma tarde, isso mudou. Eu tava no meu quarto fazendo lição de casa e me preparando pra ir pro treino de judô, quando minha mãe entrou e falou:
— Fer!... dá pra cuidar do seu irmãozinho um pouco? Ele tá dormindo. Vou ficar no quarto de cima com o tio Jorge montando os aparelhos de exercício. Só até você ir embora!
— Ok, mãe! Te aviso! — respondi.
— E aí, baixinho! — exclamou o tio Jorge me cumprimentando.
— E aí, tio! Como é que tá a vida? — respondi.
— Haha, bem, bem! — ele disse.
Os dois subiram pro quarto de serviço, que minha mãe queria transformar em academia pessoal. Ela é instrutora de spinning, então precisa se manter em forma. E olha, ela tá mesmo: minha mãe tem 1,55 de altura, é magra, cintura fina, bundona cheia de carne, pernas finas, peitos grandes e cheios, pescoço fino, rosto comprido, nariz reto, boca pequena com lábios grossos e olhos castanhos. Iguais aos meus, cabelo comprido e liso até a metade das costas, castanho.
Chegou a hora de ir treinar. Como minha mãe sempre estava ocupada à tarde, um amigo do meu pai e vizinho da privada, que também treina judô na mesma academia que eu, me dava uma carona até lá. Então subi as escadas e gritei pra mãe.
— Já vou, mãe!... O Inge não demora pra passar. Por mim!...
— Ok, love!... Te amo!... Se cuida!...
— Falou, tio!...
— Fecha, sobrinho, com cuidado!...
Saí de casa e fui treinar. Uma tempestade forte caiu naquele dia, então o teto da academia ficou danificado e o treino foi suspenso por vários dias.
Tanto eu quanto meu vizinho voltamos pra casa meio desanimados. Entrei em casa e fui direto pro meu quarto, deixei minhas coisas no armário e subi no terraço pra ver se a mãe ainda estava lá com meu tio.
Quando cheguei, não ouvia barulhos ou vozes, então pensei que eles tinham ido embora; já que meu irmão também não estava no quarto, muito menos minha irmã, que estava no trabalho. Entrei no varal onde a roupa é estendida e peguei uma toalha pra tomar banho. Quando tentei voltar, de repente fui surpreendido pelo que ouvi.
— Aquele filho da puta manda dinheiro pra minha menina?...
— Ha!... Claro que não!...
— Minha menina!... Como eu queria que ela soubesse a verdade!...
— Isso nunca!... Sabe que isso não vai rolar!... Paola nunca pode saber a verdade!...
Por que meu tio se referia à Pao como "minha menina"?... A verdade?... Qual verdade?... Isso ficou martelando na minha cabeça, então me escondi atrás de uns lençóis que estavam estendidos e continuei ouvindo.
— Bom, bom!... Já chega!... Embora eu ache que seria o melhor!...
— Que não!... E me solta!... Que o Fernando não demora pra voltar!...
Me solta!... Como é que meu tio estava segurando minha mãe?... Eu me perguntava em silêncio. Alguns minutos depois, os dois saíram do quarto de serviço. Minha mãe estava desalinhada e despenteada, a regata dela estava muito mal arrumada, mostrando boa parte da sua sutiã verde água, meu tio por outro lado parecia normal, mas a calça dele estava com o zíper aberto, nenhum dos dois me viu e entraram em casa.
Esperei alguns minutos e ouvi os carros dos dois saindo, me deixando sozinho em casa. Naquela tarde, não parei de pensar em duas coisas: minha irmã Paola seria filha do meu tio Jorge, ou seja, ele tava comendo minha mãe?... e nos peitos da minha mãe!...
Senti uma puta necessidade de me aliviar sexualmente, então bati uma punheta vendo um filme pornô na TV do meu quarto. No filme, aparecia uma mina magra com uns peitões enormes, e na hora a imagem da minha mãe grudou na minha mente. Comecei a bater duro com a mão até meu esperma jorrar igual fonte, caindo na minha perna e na cama.
Aquela tarde mudou minha vida pra sempre, porque começou a brotar um desejo sexual pela minha mãe. Quando ela voltou pra casa com meu irmãozinho, desci pra cozinha onde ela estava, fiz um sanduíche e conversei sobre meu dia, mas não parei de olhar pra aqueles peitões e pra aquela bunda grande e empinada que já tava me deixando louco.
Mais tarde, ela foi tomar banho enquanto eu cuidava do Jaime por um tempo. De repente, ouvi um grito:
— Fernando!... me passa uma toalha, filho!...
Coloquei o Jaime no cercadinho dele e subi no terraço pra pegar umas toalhas e dar uma pra minha mãe. Cheguei na porta do banheiro e bati duas vezes, dizendo:
— Posso entrar?... ou deixo aqui na porta?... — perguntei.
— Não seja bobo!... entra!... — exclamou minha mãe.
Deixei a toalha no gancho onde normalmente se coloca e olhei pro chuveiro. O box de vidro tava embaçado e atrás, o corpo perfeito da minha mãe desenhado em silhueta. Os peitos dela não caíam nem um pouco, então comecei a achar que eram falsos. As nádegas volumosas e firmes pareciam montanhas, prontas pra serem escaladas. Ela abriu a porta um pouco e disse:
— Me passa!... — se referindo à toalha.
Entreguei a toalha e saí do banheiro. Entrei de novo no quarto dela e esperei ela entrar. Poucos minutos foram suficientes pra ver ela passar pela porta coberta com uma toalha no corpo, presa no meio das tetas dela. Eu ainda tava de olho nela junto com o Jaime. Ela chegou perto da gente e falou:
— Meus amores!... — e beijou nós dois.
Quando fez isso, meus olhos conseguiram ver mais das tetas molhadas e gostosas dela. Meu pau ficou meio duro ao sentir a mão dela na minha bochecha e o olhar dela no meu. E ela disse de novo:
— Você é tão parecido com seu pai!... Te amo!...
O que aquilo significava?... Será que a mamãe tava de sacanagem comigo?... por lembrar o papai?... ou era só meus nervos e desejos… não sei!... mas me deixou meio excitado.
Ela me deixou ali com meu irmãozinho, entrando no closet dela pra se trocar, já que tinha aula às 20h. Tem um espelho grande no closet da minha mãe, então me mudei de lugar pra dar uma olhada enquanto ela se vestia.
Ela pegou uma cueca boxer de algodão branco bem pequena e colocou naquele rabão gordo, por baixo da toalha. Depois pegou a toalha e, sem mais, deixou cair no chão, ficando nua da cintura pra cima. Meus olhos primeiro se fixaram naquele rabo gordo meio coberto pela cuequinha que ela tava usando, que deixava mais da metade das nádegas duras dela de fora. Subi um pouco o olhar e vi as costas dela definidas pelo exercício. Depois olhei pro lado e o espelho me deu a melhor visão das tetas grandes e empinadas dela. Não dava pra ver nenhuma cicatriz, então pensei: ou o cirurgião é muito bom, ou são naturais…
Nessa hora, a mamãe percebeu que eu tava olhando pra ela e, como um idiota, fiquei todo vermelho. Imediatamente comecei a brincar com meu irmãozinho. A mamãe terminou de se vestir e saiu enfiada numa calça de moletom roxa com branco. Me olhou sorrindo e com uma cara de safada ao mesmo tempo, ou pelo menos foi o que me pareceu. E disse:
— Vai ou fica?... Vou ter que levar o Jaime porque sua avó vai sair!...
— Então vou, pra te ajudar com o James!... hahahahaha!... — respondi.
A bunda dela mano pousou de novo na minha bochecha e disse.
- Já é um homem feito!... Dá pra perceber, mesmo que você não saiba!... -olhando pra minha entreperna-
Naquele momento eu não sabia por que ele disse isso, mas quando olhei pra baixo vi o motivo do comentário, meu pau tava mais duro que aço, e se levantava por baixo da minha calça. Fiquei envergonhado e baixei a cabeça como sinal de vergonha.
- Não tem por que se envergonhar, é normal!... Acontece com todo homem!... -ela disse-
Se acontece com todo mundo, mas não olhando pra sua mãe seminua!... Ou será que sim?... Não sei, mas o fato é que eu tava começando a gostar da minha mãe.
- Bem, vamos, que tô atrasada!... -mamãe exclamou e saímos de casa-
Durante toda a aula de spinning, não parei de olhar pras tetas ou pras bundas da minha mãe, ela percebia isso e me sorria cúmplice do meu tesão juvenil. No final, como de costume, ela ficou conversando com os participantes, que na maioria são mulheres, aí pude fazer uma comparação e perceber que não é por nada, mas mamãe era a mais gostosa de todas que estavam nas aulas dela.
Naquela noite voltamos pra casa e não aconteceu mais nada, mas na minha cabeça já tinha entrado o bicho de espionar mamãe ainda mais.
Na manhã seguinte, acordei, fiz minhas coisas de sempre e espiei um pouco a mamãe enquanto ela se trocava pra me levar pra escola. Durante toda a manhã, continuei fantasiando com minha mãe. À tarde, quando cheguei em casa, olhei ela preparando a comida, minha irmã Paola estava sentada na mesa dando de comer pro Alejandro, meu sobrinho. Então, vítima do tesão, peguei ela por trás e abracei, deixando meu pau esfregar nas bundas gordas dela, ela só disse:
- Uii!... Quanto amor!... Se me cumprimentasse assim todo dia!...
- Kkkkkkk!... Seu moleque!... Me cumprimenta!... -disse minha irmã-
Então pensei, por que não, e encostei a pica nas coxas dela enquanto meus antebraços roçavam nos peitos dela. Subi rápido pra deixar minhas coisas e bati uma punheta pensando na bunda da mamãe e na Peitos da minha irmã.
Desci pra comer e depois disso, a Paola voltou pro trabalho e a mamãe subiu pro quarto dela. Pouco tempo depois, meu tio Jorge chegou de novo. Dessa vez, decidi fingir que ia sair e voltar pra espiar eles. Tava curioso pra ver que porra eles faziam. Até que eu já desconfiava.
- E aí, anão!... Cadê sua mãe?... - perguntou o tio Jorge.
- No quarto dela, tio!... - respondi.
- Ahhh!... Vou esperar ela!... - disse ele, sentando do meu lado na sala.
Mamãe desceu do quarto e cumprimentou ele com um beijo suave na bochecha. Quando viu como eu tava olhando, falou:
- Aaaahyy!... Meu Deus!... Já vai ficar com ciúmes!... Vem cá, vou te beijar também!...
E me deu um beijão na boca. Os lábios dela eram macios e carnudos, então fiquei parado.
Quando soltou minha boca, olhou pro tio Jorge, que já tava todo excitado com o que aconteceu, e disse:
- Vamos deixar o Jaime com a mamãe!... E terminar de arrumar as coisas!... Porque esse senhor com certeza vai sair com os amigos dele!... - falou, olhando pra mim.
Assim que eles saíram de casa, corri pra trocar de roupa, porque ainda tava com o uniforme da escola. Subi rápido pra laje e me pendurei no telhado do quarto de serviço. Lembrei que onde fica a caixa d'água e o botijão de gás tem um claraboia pequena que dava pra tirar só desapertando dois parafusos. E foi o que fiz. Tava tudo pronto, só faltava a mamãe e o tio Jorge voltarem pra casa.
Poucos minutos depois, eles voltaram e subiram direto pro quarto de serviço. Entraram e a mamãe disse:
- Viu só o que eu te falei!... Ele saiu!... Então temos bastante tempo!...
- Deixa o moleque!... Que ele viva a vida dele!... Não seja igual essas mãe enxerida que fica em cima dos filhos o dia inteiro!... - exclamou meu tio.
- Quer saber!... Ontem eu vi ele me olhando enquanto eu me trocava depois do banho!... - disse a mamãe.
- Não fode!... hahahahaha!... Esse Fernando é um tarado!... E não culpo ele, com essa bunda e esses peitinhos!... Hummm!... Você é uma putinha sexy!... - respondeu o tio. Vagabunda gostosa!... aah, filho da puta!... isso era mais grosso do que eu imaginava!...
- Cala a boca, não fala assim comigo!... você sabe que isso me deixa com tesão!... - disse a mamãe -
- Piranha!... vagabunda!... boqueteira gostosa!... puta de cama!... - disse o tio -
Mamãe se colocou numa posição provocante, inclinando-se para frente sem dobrar os joelhos. Meu tio, sem perder tempo, deu uma palmada tremenda nela.
- ZAZ!... - soou -
- Aaau!... caralho!... doeu!... - exclamou mamãe ao sentir a mão do meu tio na bunda dela -
Aquilo me deixou totalmente excitado e com o pau duro. Comecei a bater uma por cima da calça, lembrando que sempre que Manuel viajava a trabalho, meu tio estava quase todo dia em casa. Pois é, então mamãe era uma vagabunda gostosa, afinal!... pensei.
Eles continuavam montando um dos aparelhos de exercício, mas meu tio não perdia chance de encostar a pica na mamãe ou amassar os peitos dela. Ela só ria e ficava mais com tesão. Terminaram de montar o aparelho, e meu tio sentou no banco pra testar, começando a exercitar o peito sem peso. Imediatamente, mamãe se inclinou, pegou a pica dele por cima da calça e disse:
- Me dá meu pirulito, papai?...
- Pss, tira ele!... - respondeu o tio -
Mamãe desabotoou a calça dele e abaixou o zíper, puxando a calça junto com a cueca até os tornozelos. Meu tio só levantou um pouco a bunda pra mamãe fazer o resto.
Ela pegou o pau dele com a mão e balançou pra todo lado, como se quisesse acordá-lo.
- Mmm!... mmm!... mmm!... aag!... agg!... ahh!... tá dormindo, papai!... - disse mamãe com voz de menina boba, enquanto dava uns boquetes na ponta do pau do tio -
- Então acorda ele com essa boquinha que mama delicioso!... - disse o tio, puxando mamãe pelos cabelos -
Não tinha dúvida, mamãe era a puta do meu tio Jorge desde não sei quando!... pensei comigo mesmo enquanto continuava esfregando o pau e sem perder nenhum detalhe do que rolava ali.
Mamãe começou a dar uns boquetes bem dados na pica do tio Jorge, então eu só conseguia... apreciar como a cabeça dela subia e descia, com ritmo e cadência, e só dava pra ouvir os barulhinhos.
- Mmm!... mmm!... mmm!... aaaah!... assim, putinha!... mmm!.. mmm!... mmm!... gug!... gug!... gug!... uum!...
Mamãe parou de chupar forte até que a pica do tio tava apontando pro céu, percebi que não era um pauzão, era mais gordinho e pequenininho, mas mamãe adorava.
- Já!... chega de boquete!... tira a roupa!... — o tio exclamou —
Mamãe se levantou rápido, tirou a blusa, depois desabotoou a calça jeans apertadíssima e foi descendo até o joelho, tirou os tênis e se livrou da calça de vez. A calcinha dela combinava com o sutiã, os dois azul-marinho com detalhes brancos. Chegando perto do tio Jorge, ela disse:
- Você tira pra mim?...
O tio Jorge pegou a calcinha de mamãe e, de um puxão só, foi descendo até o tornozelo dela, dando um beijão no meio da xota. Ela agarrou ele pelos cabelos enquanto gemia alto.
- Aaaaah!.... papai!....
Enquanto ela tentava desabotoar o sutiã, meu tio levantou o olhar e eu tive que me mexer pra ele não me ver. Quando olhei de novo, vi mamãe com o sutiã ainda no lugar, mas as alças caídas nos braços e as taças pra baixo. Os peitos dela apareciam majestosos. Meu tio virou ela de costas e lambeu o rego da bunda dela de baixo pra cima.
- Aaaaammm!... buceta!... você tá muito molhada, né!... sua cunhada não te deu café da manhã?... — mamãe disse, se referindo à esposa do tio —
- Aquela puta de merda!... se faz de santinha!... melhor eu foder minha puta gostosa de peitão!... — o tio exclamou entre gemidos —
- Então me dá logo!... seu safadinho!... já!... para de chupar e mete!... — mamãe exclamou pegando no ferro dele —
O tio jogou a cabeça pra trás e, com as mãos ainda na cintura de mamãe, foi guiando ela até enfiar toda na pica dele.
- Huummm!... papai!... que gostoso!... — mamãe gemeu —
- Putinha gostosa!... você tá encharcada!... cavalga, mamãe!... — o tio gemeu —
Mamãe começou a subir e descer. segurando nos joelhos do tio, a bunda dela batendo no púbis do tio fazia um barulho peculiar.
- Papp!... papp!... papp!... papp!.. papp!... papp!.. papp!... assim, assim que você gosta, papai?... aaaah!.. papp!... papp!... papp!... papp!... papp!... papp!...
- Umm!... siiiim!... assim, mamãe foxy!... me come gostoso, dá pro teu papai!... – dizia o tio, enquanto a mãe se enfiava no pintinho dele –
- Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!...papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!...papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!...papp!... ah!... puta!... assim, puta!... me come duro!... aaah!... – gemia a mãe e o tio falava –
De repente, o tio segurou a mãe pela cintura e não deixou ela se levantar de novo, enfiando ela toda no pau dele.
- Nãooo!... não!.... tira!... – exclamou a mãe –
- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhh!... já era, porra!.... – disse o tio –
Ele tinha gozado dentro da mãe, ela tentava se soltar, mas as mãos do tio Jorge impediam, o tio teve uma gozada da boa, porque ficava gemendo de prazer sem parar e segurava a mãe com mais força pela cintura.
- Aaaa!... mmmm!... tá quentinha!... uuummm!... – gemia a mãe sentindo a boceta inundada –
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhmmm!... putinhaaaaaa!... aaaaaaah!.... – o tio gemia forte –
Depois de alguns segundos, o tio e a mãe ficaram imóveis sentados no aparelho de exercício. Pensei que o show tinha acabado, mas me enganei.
O tio levantou a mãe sem tirar a pica da boceta dela e virou ela de frente para o aparelho, inclinou ela para frente e colocou as mãos dela no banco, segurou o sutiã dela e começou a meter de novo com força, a mãe só se apoiava firme no banco de exercícios, enquanto os peitos dela pulavam igual loucos.
- Papp!... ah!... papp!... ah!... Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... puta!... asi puta!... me come gostoso!... aaah!... — a mamãe gemia e o tio dizia —
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... puta!... papitoooo!... me come gostoso!... aaah!... — a mamãe gemia e dizia —
As mãos do tio largaram o sutiã e foram direto pras tetas da mamãe, foi a hora que eu não aguentei mais e tirei o pau pra bater uma gostoso, enquanto via o tio dando uma fodida violenta na mamãe. Lembro que o Manuel quando tava em casa comia ela, mas não fazia ela gemir tanto igual com o tio.
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... cachorrinha!... ninguém come igual você!... você é minha puta querida!... aaah!... — a mamãe gemia e o tio dizia —
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... Papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... ajaaaa!... papitoooo!... ya!... ya!... ya!... aaah!... — ela gemia e chamava pela mãe —
Depois de mais alguns minutos, o tio enfiou a pica até o fundo e deu a segunda gozada da tarde, com isso eu gozei pela primeira vez no chão do terraço. Nessa hora, a mamãe já tinha tido mais de quatro orgasmos, porque as coxas dela estavam encharcadas; vários fios de líquido escorriam até os joelhos.
— Aaaaaah!... aaaaaaaaaaaaaahhhm!... porra, foxy!... já gozei de novo!... ummmm!... — o tio gemia —
— Nãoooo!... não goza mais dentro!... — a mamãe falava entre soluços —
— Cala a boca!... puta, quero te engravidar de novo!... quero outro filho teu!... já que você me tirou a minha menina!... — o tio disse —
Puta merda, é verdade!... falei baixinho… A Paola é filha do tio Jorge e da mamãe!... que família que eu tenho, pensei…
O tio tirou a pica da mamãe e disse:
— Vira, puta, vamos bater o recorde!... tô sem transar direito faz umas duas semanas!... então vou te encher todinha!...
A mamãe, quase sem forças e ainda ofegante, virou-se de costas no banco de exercícios. Meu tio balançava o pau e notava como pequenos jatos de sêmen respingavam na barriga marcada dela. Ele se posicionou na frente dela, segurou os tornozelos, juntou as pernas dela e inclinou um pouco para trás, enfiou de uma só vez.
— Aaaaaah!.... papai!... devagar!... aaaaaaah!... — a mamãe gemeu —
— Devagar o caralho!... falei que não transei direito!... então aguenta!... — o tio respondeu —
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... cachorrinha!... Mamãe!... aaah!... você é uma delícia!... ahhh!... – mamãe gemia e o tio gritava-
Assim ficaram até o tio gozar pela terceira vez na tarde, viu como o filho da puta aguentava, ele tirou a pica da mamãe e abriu as pernas dela, deixando um jato de porra escorrer no púbis dela.
- Aaaaaaaaaaaaaahhh!... pra sua puta de mãe!... aaaaaaaaaaaah!... você come gostoso, mamãe!... – o tio gemia-
O pau dele já tava meio mole, mas o filho da puta queria mais, então colocou a pica da mamãe no cu e disse.
- Vai no rabo, mami!...
- Nãoooo!... não!... não me fode!... por aí não, acabei de comer e você vai me fazer cagar!... nãooo!... – exclamou mamãe, o que me fez rir e tive que tapar a boca-
- Então chupa até eu desmaiar!... – disse o tio, levantando ela e colocando a pica na boca dela-
Mamãe mal aguentava, suava pra caralho, o cabelo grudava no rosto, meu tio viu ela daquele jeito e disse.
- Sua puta desgraçada!... antes você aguentava mais!... já não quer mais minha pica ou o quê!...
Mamãe, como pôde, deu umas chupadas e disse.
- Já!... já!... bate uma até sair o resto e pronto!... já cansei!...
- Ok!... abre a boca e põe a língua pra fora!... – disse o tio-
Mamãe fez isso e o tio começou a se punhetar com tudo, igual a mim, nós dois gozamos ao mesmo tempo, só que ele na boca da mamãe e eu na minha mão e no chão do terraço.
- Engole!... engole!... puta!... aaaaa!... ummm!.... – o tio gemia-
Mamãe engolia a pouca porra que o pau do tio cuspia, ele sacudia na língua dela até não sobrar nada na ponta.
- Aaaah!... puta, você é foda!... amanhã a gente se vê!... pra continuar montando os aparelhos!... – disse o tio-
Eu sabia que eles não montariam mais que um ou a metade e terminariam trepando de novo, mas mamãe interrompeu dizendo.
- Nada!... hoje o Manuel chega!... então já era!... – disse mamãe enquanto limpava os lábios cheios de porra-
- Porra, mãe!... então até quando!... – disse o tio-
- Ué, sei lá!... Quando ela for embora!... — respondeu a mamãe.
Mamãe o empurrou e pegou a roupa dela para se vestir. Os dois se vestiram de novo, e o tio a abraçou e beijou como se nunca tivesse feito aquilo antes, dizendo no final:
— Vou sentir sua falta, sua putinha!...
Os dois saíram do quarto de serviço, e eu fiquei deitado no telhado com o pau mole até eles saírem de casa.
Naquela noite, o Manuel chegou em casa e, já de madrugada, ouvi ele comendo a mamãe!... Desde aquele dia, não consegui mais evitar me masturbar ou acariciar o corpo dela, a cara que eu podia. Agora eu conhecia o segredo sujo dela e podia chantageá-la fácil — até que ela me desse o que eu queria, que era o corpo dela e a buceta dela…
Continua…
Minha irmã, meu irmão e eu temos pais diferentes, porque minha mãe teve uma juventude louca e descontrolada. Hoje ela é casada com o pai do Jaime, que passa a maior parte do tempo viajando a trabalho. Com o tempo, minha irmã Pao sempre perguntava: "Quem é meu pai?" E minha mãe sempre respondia do mesmo jeito:
— Seu pai tá no céu!... love!... mas você tem a sua mamãe!...
Uma tarde, isso mudou. Eu tava no meu quarto fazendo lição de casa e me preparando pra ir pro treino de judô, quando minha mãe entrou e falou:
— Fer!... dá pra cuidar do seu irmãozinho um pouco? Ele tá dormindo. Vou ficar no quarto de cima com o tio Jorge montando os aparelhos de exercício. Só até você ir embora!
— Ok, mãe! Te aviso! — respondi.
— E aí, baixinho! — exclamou o tio Jorge me cumprimentando.
— E aí, tio! Como é que tá a vida? — respondi.
— Haha, bem, bem! — ele disse.
Os dois subiram pro quarto de serviço, que minha mãe queria transformar em academia pessoal. Ela é instrutora de spinning, então precisa se manter em forma. E olha, ela tá mesmo: minha mãe tem 1,55 de altura, é magra, cintura fina, bundona cheia de carne, pernas finas, peitos grandes e cheios, pescoço fino, rosto comprido, nariz reto, boca pequena com lábios grossos e olhos castanhos. Iguais aos meus, cabelo comprido e liso até a metade das costas, castanho.
Chegou a hora de ir treinar. Como minha mãe sempre estava ocupada à tarde, um amigo do meu pai e vizinho da privada, que também treina judô na mesma academia que eu, me dava uma carona até lá. Então subi as escadas e gritei pra mãe.
— Já vou, mãe!... O Inge não demora pra passar. Por mim!...
— Ok, love!... Te amo!... Se cuida!...
— Falou, tio!...
— Fecha, sobrinho, com cuidado!...
Saí de casa e fui treinar. Uma tempestade forte caiu naquele dia, então o teto da academia ficou danificado e o treino foi suspenso por vários dias.
Tanto eu quanto meu vizinho voltamos pra casa meio desanimados. Entrei em casa e fui direto pro meu quarto, deixei minhas coisas no armário e subi no terraço pra ver se a mãe ainda estava lá com meu tio.
Quando cheguei, não ouvia barulhos ou vozes, então pensei que eles tinham ido embora; já que meu irmão também não estava no quarto, muito menos minha irmã, que estava no trabalho. Entrei no varal onde a roupa é estendida e peguei uma toalha pra tomar banho. Quando tentei voltar, de repente fui surpreendido pelo que ouvi.
— Aquele filho da puta manda dinheiro pra minha menina?...
— Ha!... Claro que não!...
— Minha menina!... Como eu queria que ela soubesse a verdade!...
— Isso nunca!... Sabe que isso não vai rolar!... Paola nunca pode saber a verdade!...
Por que meu tio se referia à Pao como "minha menina"?... A verdade?... Qual verdade?... Isso ficou martelando na minha cabeça, então me escondi atrás de uns lençóis que estavam estendidos e continuei ouvindo.
— Bom, bom!... Já chega!... Embora eu ache que seria o melhor!...
— Que não!... E me solta!... Que o Fernando não demora pra voltar!...
Me solta!... Como é que meu tio estava segurando minha mãe?... Eu me perguntava em silêncio. Alguns minutos depois, os dois saíram do quarto de serviço. Minha mãe estava desalinhada e despenteada, a regata dela estava muito mal arrumada, mostrando boa parte da sua sutiã verde água, meu tio por outro lado parecia normal, mas a calça dele estava com o zíper aberto, nenhum dos dois me viu e entraram em casa.
Esperei alguns minutos e ouvi os carros dos dois saindo, me deixando sozinho em casa. Naquela tarde, não parei de pensar em duas coisas: minha irmã Paola seria filha do meu tio Jorge, ou seja, ele tava comendo minha mãe?... e nos peitos da minha mãe!...
Senti uma puta necessidade de me aliviar sexualmente, então bati uma punheta vendo um filme pornô na TV do meu quarto. No filme, aparecia uma mina magra com uns peitões enormes, e na hora a imagem da minha mãe grudou na minha mente. Comecei a bater duro com a mão até meu esperma jorrar igual fonte, caindo na minha perna e na cama.
Aquela tarde mudou minha vida pra sempre, porque começou a brotar um desejo sexual pela minha mãe. Quando ela voltou pra casa com meu irmãozinho, desci pra cozinha onde ela estava, fiz um sanduíche e conversei sobre meu dia, mas não parei de olhar pra aqueles peitões e pra aquela bunda grande e empinada que já tava me deixando louco.
Mais tarde, ela foi tomar banho enquanto eu cuidava do Jaime por um tempo. De repente, ouvi um grito:
— Fernando!... me passa uma toalha, filho!...
Coloquei o Jaime no cercadinho dele e subi no terraço pra pegar umas toalhas e dar uma pra minha mãe. Cheguei na porta do banheiro e bati duas vezes, dizendo:
— Posso entrar?... ou deixo aqui na porta?... — perguntei.
— Não seja bobo!... entra!... — exclamou minha mãe.
Deixei a toalha no gancho onde normalmente se coloca e olhei pro chuveiro. O box de vidro tava embaçado e atrás, o corpo perfeito da minha mãe desenhado em silhueta. Os peitos dela não caíam nem um pouco, então comecei a achar que eram falsos. As nádegas volumosas e firmes pareciam montanhas, prontas pra serem escaladas. Ela abriu a porta um pouco e disse:
— Me passa!... — se referindo à toalha.
Entreguei a toalha e saí do banheiro. Entrei de novo no quarto dela e esperei ela entrar. Poucos minutos foram suficientes pra ver ela passar pela porta coberta com uma toalha no corpo, presa no meio das tetas dela. Eu ainda tava de olho nela junto com o Jaime. Ela chegou perto da gente e falou:
— Meus amores!... — e beijou nós dois.
Quando fez isso, meus olhos conseguiram ver mais das tetas molhadas e gostosas dela. Meu pau ficou meio duro ao sentir a mão dela na minha bochecha e o olhar dela no meu. E ela disse de novo:
— Você é tão parecido com seu pai!... Te amo!...
O que aquilo significava?... Será que a mamãe tava de sacanagem comigo?... por lembrar o papai?... ou era só meus nervos e desejos… não sei!... mas me deixou meio excitado.
Ela me deixou ali com meu irmãozinho, entrando no closet dela pra se trocar, já que tinha aula às 20h. Tem um espelho grande no closet da minha mãe, então me mudei de lugar pra dar uma olhada enquanto ela se vestia.
Ela pegou uma cueca boxer de algodão branco bem pequena e colocou naquele rabão gordo, por baixo da toalha. Depois pegou a toalha e, sem mais, deixou cair no chão, ficando nua da cintura pra cima. Meus olhos primeiro se fixaram naquele rabo gordo meio coberto pela cuequinha que ela tava usando, que deixava mais da metade das nádegas duras dela de fora. Subi um pouco o olhar e vi as costas dela definidas pelo exercício. Depois olhei pro lado e o espelho me deu a melhor visão das tetas grandes e empinadas dela. Não dava pra ver nenhuma cicatriz, então pensei: ou o cirurgião é muito bom, ou são naturais…
Nessa hora, a mamãe percebeu que eu tava olhando pra ela e, como um idiota, fiquei todo vermelho. Imediatamente comecei a brincar com meu irmãozinho. A mamãe terminou de se vestir e saiu enfiada numa calça de moletom roxa com branco. Me olhou sorrindo e com uma cara de safada ao mesmo tempo, ou pelo menos foi o que me pareceu. E disse:
— Vai ou fica?... Vou ter que levar o Jaime porque sua avó vai sair!...
— Então vou, pra te ajudar com o James!... hahahahaha!... — respondi.
A bunda dela mano pousou de novo na minha bochecha e disse.
- Já é um homem feito!... Dá pra perceber, mesmo que você não saiba!... -olhando pra minha entreperna-
Naquele momento eu não sabia por que ele disse isso, mas quando olhei pra baixo vi o motivo do comentário, meu pau tava mais duro que aço, e se levantava por baixo da minha calça. Fiquei envergonhado e baixei a cabeça como sinal de vergonha.
- Não tem por que se envergonhar, é normal!... Acontece com todo homem!... -ela disse-
Se acontece com todo mundo, mas não olhando pra sua mãe seminua!... Ou será que sim?... Não sei, mas o fato é que eu tava começando a gostar da minha mãe.
- Bem, vamos, que tô atrasada!... -mamãe exclamou e saímos de casa-
Durante toda a aula de spinning, não parei de olhar pras tetas ou pras bundas da minha mãe, ela percebia isso e me sorria cúmplice do meu tesão juvenil. No final, como de costume, ela ficou conversando com os participantes, que na maioria são mulheres, aí pude fazer uma comparação e perceber que não é por nada, mas mamãe era a mais gostosa de todas que estavam nas aulas dela.
Naquela noite voltamos pra casa e não aconteceu mais nada, mas na minha cabeça já tinha entrado o bicho de espionar mamãe ainda mais.
Na manhã seguinte, acordei, fiz minhas coisas de sempre e espiei um pouco a mamãe enquanto ela se trocava pra me levar pra escola. Durante toda a manhã, continuei fantasiando com minha mãe. À tarde, quando cheguei em casa, olhei ela preparando a comida, minha irmã Paola estava sentada na mesa dando de comer pro Alejandro, meu sobrinho. Então, vítima do tesão, peguei ela por trás e abracei, deixando meu pau esfregar nas bundas gordas dela, ela só disse:
- Uii!... Quanto amor!... Se me cumprimentasse assim todo dia!...
- Kkkkkkk!... Seu moleque!... Me cumprimenta!... -disse minha irmã-
Então pensei, por que não, e encostei a pica nas coxas dela enquanto meus antebraços roçavam nos peitos dela. Subi rápido pra deixar minhas coisas e bati uma punheta pensando na bunda da mamãe e na Peitos da minha irmã.
Desci pra comer e depois disso, a Paola voltou pro trabalho e a mamãe subiu pro quarto dela. Pouco tempo depois, meu tio Jorge chegou de novo. Dessa vez, decidi fingir que ia sair e voltar pra espiar eles. Tava curioso pra ver que porra eles faziam. Até que eu já desconfiava.
- E aí, anão!... Cadê sua mãe?... - perguntou o tio Jorge.
- No quarto dela, tio!... - respondi.
- Ahhh!... Vou esperar ela!... - disse ele, sentando do meu lado na sala.
Mamãe desceu do quarto e cumprimentou ele com um beijo suave na bochecha. Quando viu como eu tava olhando, falou:
- Aaaahyy!... Meu Deus!... Já vai ficar com ciúmes!... Vem cá, vou te beijar também!...
E me deu um beijão na boca. Os lábios dela eram macios e carnudos, então fiquei parado.
Quando soltou minha boca, olhou pro tio Jorge, que já tava todo excitado com o que aconteceu, e disse:
- Vamos deixar o Jaime com a mamãe!... E terminar de arrumar as coisas!... Porque esse senhor com certeza vai sair com os amigos dele!... - falou, olhando pra mim.
Assim que eles saíram de casa, corri pra trocar de roupa, porque ainda tava com o uniforme da escola. Subi rápido pra laje e me pendurei no telhado do quarto de serviço. Lembrei que onde fica a caixa d'água e o botijão de gás tem um claraboia pequena que dava pra tirar só desapertando dois parafusos. E foi o que fiz. Tava tudo pronto, só faltava a mamãe e o tio Jorge voltarem pra casa.
Poucos minutos depois, eles voltaram e subiram direto pro quarto de serviço. Entraram e a mamãe disse:
- Viu só o que eu te falei!... Ele saiu!... Então temos bastante tempo!...
- Deixa o moleque!... Que ele viva a vida dele!... Não seja igual essas mãe enxerida que fica em cima dos filhos o dia inteiro!... - exclamou meu tio.
- Quer saber!... Ontem eu vi ele me olhando enquanto eu me trocava depois do banho!... - disse a mamãe.
- Não fode!... hahahahaha!... Esse Fernando é um tarado!... E não culpo ele, com essa bunda e esses peitinhos!... Hummm!... Você é uma putinha sexy!... - respondeu o tio. Vagabunda gostosa!... aah, filho da puta!... isso era mais grosso do que eu imaginava!...
- Cala a boca, não fala assim comigo!... você sabe que isso me deixa com tesão!... - disse a mamãe -
- Piranha!... vagabunda!... boqueteira gostosa!... puta de cama!... - disse o tio -
Mamãe se colocou numa posição provocante, inclinando-se para frente sem dobrar os joelhos. Meu tio, sem perder tempo, deu uma palmada tremenda nela.
- ZAZ!... - soou -
- Aaau!... caralho!... doeu!... - exclamou mamãe ao sentir a mão do meu tio na bunda dela -
Aquilo me deixou totalmente excitado e com o pau duro. Comecei a bater uma por cima da calça, lembrando que sempre que Manuel viajava a trabalho, meu tio estava quase todo dia em casa. Pois é, então mamãe era uma vagabunda gostosa, afinal!... pensei.
Eles continuavam montando um dos aparelhos de exercício, mas meu tio não perdia chance de encostar a pica na mamãe ou amassar os peitos dela. Ela só ria e ficava mais com tesão. Terminaram de montar o aparelho, e meu tio sentou no banco pra testar, começando a exercitar o peito sem peso. Imediatamente, mamãe se inclinou, pegou a pica dele por cima da calça e disse:
- Me dá meu pirulito, papai?...
- Pss, tira ele!... - respondeu o tio -
Mamãe desabotoou a calça dele e abaixou o zíper, puxando a calça junto com a cueca até os tornozelos. Meu tio só levantou um pouco a bunda pra mamãe fazer o resto.
Ela pegou o pau dele com a mão e balançou pra todo lado, como se quisesse acordá-lo.
- Mmm!... mmm!... mmm!... aag!... agg!... ahh!... tá dormindo, papai!... - disse mamãe com voz de menina boba, enquanto dava uns boquetes na ponta do pau do tio -
- Então acorda ele com essa boquinha que mama delicioso!... - disse o tio, puxando mamãe pelos cabelos -
Não tinha dúvida, mamãe era a puta do meu tio Jorge desde não sei quando!... pensei comigo mesmo enquanto continuava esfregando o pau e sem perder nenhum detalhe do que rolava ali.
Mamãe começou a dar uns boquetes bem dados na pica do tio Jorge, então eu só conseguia... apreciar como a cabeça dela subia e descia, com ritmo e cadência, e só dava pra ouvir os barulhinhos.
- Mmm!... mmm!... mmm!... aaaah!... assim, putinha!... mmm!.. mmm!... mmm!... gug!... gug!... gug!... uum!...
Mamãe parou de chupar forte até que a pica do tio tava apontando pro céu, percebi que não era um pauzão, era mais gordinho e pequenininho, mas mamãe adorava.
- Já!... chega de boquete!... tira a roupa!... — o tio exclamou —
Mamãe se levantou rápido, tirou a blusa, depois desabotoou a calça jeans apertadíssima e foi descendo até o joelho, tirou os tênis e se livrou da calça de vez. A calcinha dela combinava com o sutiã, os dois azul-marinho com detalhes brancos. Chegando perto do tio Jorge, ela disse:
- Você tira pra mim?...
O tio Jorge pegou a calcinha de mamãe e, de um puxão só, foi descendo até o tornozelo dela, dando um beijão no meio da xota. Ela agarrou ele pelos cabelos enquanto gemia alto.
- Aaaaah!.... papai!....
Enquanto ela tentava desabotoar o sutiã, meu tio levantou o olhar e eu tive que me mexer pra ele não me ver. Quando olhei de novo, vi mamãe com o sutiã ainda no lugar, mas as alças caídas nos braços e as taças pra baixo. Os peitos dela apareciam majestosos. Meu tio virou ela de costas e lambeu o rego da bunda dela de baixo pra cima.
- Aaaaammm!... buceta!... você tá muito molhada, né!... sua cunhada não te deu café da manhã?... — mamãe disse, se referindo à esposa do tio —
- Aquela puta de merda!... se faz de santinha!... melhor eu foder minha puta gostosa de peitão!... — o tio exclamou entre gemidos —
- Então me dá logo!... seu safadinho!... já!... para de chupar e mete!... — mamãe exclamou pegando no ferro dele —
O tio jogou a cabeça pra trás e, com as mãos ainda na cintura de mamãe, foi guiando ela até enfiar toda na pica dele.
- Huummm!... papai!... que gostoso!... — mamãe gemeu —
- Putinha gostosa!... você tá encharcada!... cavalga, mamãe!... — o tio gemeu —
Mamãe começou a subir e descer. segurando nos joelhos do tio, a bunda dela batendo no púbis do tio fazia um barulho peculiar.
- Papp!... papp!... papp!... papp!.. papp!... papp!.. papp!... assim, assim que você gosta, papai?... aaaah!.. papp!... papp!... papp!... papp!... papp!... papp!...
- Umm!... siiiim!... assim, mamãe foxy!... me come gostoso, dá pro teu papai!... – dizia o tio, enquanto a mãe se enfiava no pintinho dele –
- Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!...papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!...papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!...papp!... ah!... puta!... assim, puta!... me come duro!... aaah!... – gemia a mãe e o tio falava –
De repente, o tio segurou a mãe pela cintura e não deixou ela se levantar de novo, enfiando ela toda no pau dele.
- Nãooo!... não!.... tira!... – exclamou a mãe –
- Aaaaaaaaaaaaaaaahhhh!... já era, porra!.... – disse o tio –
Ele tinha gozado dentro da mãe, ela tentava se soltar, mas as mãos do tio Jorge impediam, o tio teve uma gozada da boa, porque ficava gemendo de prazer sem parar e segurava a mãe com mais força pela cintura.
- Aaaa!... mmmm!... tá quentinha!... uuummm!... – gemia a mãe sentindo a boceta inundada –
- Aaaaaaaaaaaaaaahhhhhmmm!... putinhaaaaaa!... aaaaaaah!.... – o tio gemia forte –
Depois de alguns segundos, o tio e a mãe ficaram imóveis sentados no aparelho de exercício. Pensei que o show tinha acabado, mas me enganei.
O tio levantou a mãe sem tirar a pica da boceta dela e virou ela de frente para o aparelho, inclinou ela para frente e colocou as mãos dela no banco, segurou o sutiã dela e começou a meter de novo com força, a mãe só se apoiava firme no banco de exercícios, enquanto os peitos dela pulavam igual loucos.
- Papp!... ah!... papp!... ah!... Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... puta!... asi puta!... me come gostoso!... aaah!... — a mamãe gemia e o tio dizia —
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... puta!... papitoooo!... me come gostoso!... aaah!... — a mamãe gemia e dizia —
As mãos do tio largaram o sutiã e foram direto pras tetas da mamãe, foi a hora que eu não aguentei mais e tirei o pau pra bater uma gostoso, enquanto via o tio dando uma fodida violenta na mamãe. Lembro que o Manuel quando tava em casa comia ela, mas não fazia ela gemir tanto igual com o tio.
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... cachorrinha!... ninguém come igual você!... você é minha puta querida!... aaah!... — a mamãe gemia e o tio dizia —
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... Papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... ajaaaa!... papitoooo!... ya!... ya!... ya!... aaah!... — ela gemia e chamava pela mãe —
Depois de mais alguns minutos, o tio enfiou a pica até o fundo e deu a segunda gozada da tarde, com isso eu gozei pela primeira vez no chão do terraço. Nessa hora, a mamãe já tinha tido mais de quatro orgasmos, porque as coxas dela estavam encharcadas; vários fios de líquido escorriam até os joelhos.
— Aaaaaah!... aaaaaaaaaaaaaahhhm!... porra, foxy!... já gozei de novo!... ummmm!... — o tio gemia —
— Nãoooo!... não goza mais dentro!... — a mamãe falava entre soluços —
— Cala a boca!... puta, quero te engravidar de novo!... quero outro filho teu!... já que você me tirou a minha menina!... — o tio disse —
Puta merda, é verdade!... falei baixinho… A Paola é filha do tio Jorge e da mamãe!... que família que eu tenho, pensei…
O tio tirou a pica da mamãe e disse:
— Vira, puta, vamos bater o recorde!... tô sem transar direito faz umas duas semanas!... então vou te encher todinha!...
A mamãe, quase sem forças e ainda ofegante, virou-se de costas no banco de exercícios. Meu tio balançava o pau e notava como pequenos jatos de sêmen respingavam na barriga marcada dela. Ele se posicionou na frente dela, segurou os tornozelos, juntou as pernas dela e inclinou um pouco para trás, enfiou de uma só vez.
— Aaaaaah!.... papai!... devagar!... aaaaaaah!... — a mamãe gemeu —
— Devagar o caralho!... falei que não transei direito!... então aguenta!... — o tio respondeu —
— Papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!.. ah!... papp!... ah!... papp!... ah!... papp!... papp!.. ah!... papp!... ah!... ah!... papp!.. ah!... ah!... papp!... ah!... cachorrinha!... Mamãe!... aaah!... você é uma delícia!... ahhh!... – mamãe gemia e o tio gritava-
Assim ficaram até o tio gozar pela terceira vez na tarde, viu como o filho da puta aguentava, ele tirou a pica da mamãe e abriu as pernas dela, deixando um jato de porra escorrer no púbis dela.
- Aaaaaaaaaaaaaahhh!... pra sua puta de mãe!... aaaaaaaaaaaah!... você come gostoso, mamãe!... – o tio gemia-
O pau dele já tava meio mole, mas o filho da puta queria mais, então colocou a pica da mamãe no cu e disse.
- Vai no rabo, mami!...
- Nãoooo!... não!... não me fode!... por aí não, acabei de comer e você vai me fazer cagar!... nãooo!... – exclamou mamãe, o que me fez rir e tive que tapar a boca-
- Então chupa até eu desmaiar!... – disse o tio, levantando ela e colocando a pica na boca dela-
Mamãe mal aguentava, suava pra caralho, o cabelo grudava no rosto, meu tio viu ela daquele jeito e disse.
- Sua puta desgraçada!... antes você aguentava mais!... já não quer mais minha pica ou o quê!...
Mamãe, como pôde, deu umas chupadas e disse.
- Já!... já!... bate uma até sair o resto e pronto!... já cansei!...
- Ok!... abre a boca e põe a língua pra fora!... – disse o tio-
Mamãe fez isso e o tio começou a se punhetar com tudo, igual a mim, nós dois gozamos ao mesmo tempo, só que ele na boca da mamãe e eu na minha mão e no chão do terraço.
- Engole!... engole!... puta!... aaaaa!... ummm!.... – o tio gemia-
Mamãe engolia a pouca porra que o pau do tio cuspia, ele sacudia na língua dela até não sobrar nada na ponta.
- Aaaah!... puta, você é foda!... amanhã a gente se vê!... pra continuar montando os aparelhos!... – disse o tio-
Eu sabia que eles não montariam mais que um ou a metade e terminariam trepando de novo, mas mamãe interrompeu dizendo.
- Nada!... hoje o Manuel chega!... então já era!... – disse mamãe enquanto limpava os lábios cheios de porra-
- Porra, mãe!... então até quando!... – disse o tio-
- Ué, sei lá!... Quando ela for embora!... — respondeu a mamãe.
Mamãe o empurrou e pegou a roupa dela para se vestir. Os dois se vestiram de novo, e o tio a abraçou e beijou como se nunca tivesse feito aquilo antes, dizendo no final:
— Vou sentir sua falta, sua putinha!...
Os dois saíram do quarto de serviço, e eu fiquei deitado no telhado com o pau mole até eles saírem de casa.
Naquela noite, o Manuel chegou em casa e, já de madrugada, ouvi ele comendo a mamãe!... Desde aquele dia, não consegui mais evitar me masturbar ou acariciar o corpo dela, a cara que eu podia. Agora eu conhecia o segredo sujo dela e podia chantageá-la fácil — até que ela me desse o que eu queria, que era o corpo dela e a buceta dela…
Continua…
2 comentários - Melhor com a Família. 01
Muy bueno !!
Gracias por compartir 👍