Nunca curti ficar de bobeira, mesmo sempre tendo amigos mais velhos que eu (tenho 16) e eles sempreSempre fui do tipo que gosta de beber, fumar, pegar várias minas e tomar mais álcool. Bom, eu aprendi a me controlar, mas dessa vez resolvi dar um tempo só pra mim.
Conheço o Mike faz uns 3 meses. Sempre que eu ia na praça perto de casa passear com meus cachorros, ele levava o dele. Foi lá que também conheci o Ángel. Pra ser sincero, nenhum dos dois chegava perto de ser bonitinho, mas viviam com alguma mina, flertando, pegando o celular dela, ou batendo papo com uma amiga antiga, e sério, nenhuma era feia. Pra falar a verdade, eu ficava surpreso como, sendo tão feios, conseguiam pegar tanta mulher. Depois de uns 2 meses (a gente, homem, cria intimidade rápido, ainda mais na hora de se gabar), o Mike começou a me contar mais sobre a vida amorosa dele... como ele, baixinho, cabelo duro, moreno e cheio de espinha, conseguiu uma mina rica, loirinha, voluptuosa, e quando ele me mostrou o rosto dela, fiquei de boca aberta: alta, cabelo loiro e estudava numa universidade cara pra caralho. No começo, claro, não acreditei, mas depois ele me apresentou, e pessoalmente ela era muito mais gostosa. Não consegui acreditar de verdade até ele me mostrar mais fotos da buceta dela bem depiladinha. Nunca pensei que existissem mulheres com pelos loiros de verdade até aquele momento. Muitas vezes o Mike me contava como ele traía ela com outras, e essas outras, com outras ainda. Eu fingia surpresa, mas no fundo não acreditava. Já o Ángel nunca falava da mina dele, só mencionava de vez em quando, mas sempre insistia em me apresentar as amigas dele. Comecei a conhecê-los melhor assim, e cheguei num ponto que precisava dos conselhos deles, ou que me apresentassem alguma amiga. Tô solteiro há mais de 2 anos e não fico com ninguém desde então.
No fim de semana passado, o Mike teve uma ideia bem espontânea, mas que já tinha repetido várias vezes. Ele se gabava de ter um sítio enorme, ótimo pra acampar, e também da casa dele. Campanha pra doze pessoas etc... Mike costumava mentir no meio das verdades. Mas ele era sério sobre o plano de acampar uma noite no rancho dele. Angel topou e disse que comprava a comida.
Foi aí que começaram a mostrar as intenções. Mike tinha acabado de contar da nova namorada dele, Nadia. Disse que ficou decepcionado quando soube de onde ela vinha, era uma chola, mas ele insistia que ela sabia se "mexer" e que por isso gostou dela. Depois, ali mesmo, revelou que planejava convidar a Nadia (óbvio, com o que você já tá imaginando). Angel também planejava convidar a namorada dele, Lola. Eu fiquei olhando pra eles com uma cara de aceitação, mas também de decepção, porque eles queriam que a gente fosse no meu carro. Pra me convencer (claro), disseram que iam convidar a prima da Lola. Falaram que ela era gordinha, mas da minha idade. Depois, vendo minha expressão, corrigiram que ela não era gorda, era gordi-gostosa. Enfim, já tava com muita vontade de ir pro campo e aceitei.
Da noite pro dia, começamos a preparar as coisas desde cedo. Deixamos o Mike com a namorada dele na favela feia onde a Nadia morava. Enquanto isso, Angel me dava instruções pra chegar na casa da Lola. Demorou uma eternidade pra encontrar ela, e mais outra eternidade pra finalmente trazer ela pro carro. Acho que ele percebeu minha expressão pelo retrovisor quando vi que não vinha nenhuma "prima" com eles. Enfim, não fiquei puto com o Angel, mas senti uma decepção por dentro. No caminho de volta pro Mike (pra piorar), não era só ele com a namoradinha dele, mas também a irmã dela e outro cara, suposto amigo delas. Nessa hora eu fiquei puto mesmo, porque o Mike não soube dar um fora no penetra. Acabamos indo todos juntos. Comigo iam o Angel e a Lola, que aproveitavam qualquer distração minha pra se beijar. Dava pra ver que era um beijo do tipo "aguenta aí, gata, até a noite". Na outra caminhonete ia o resto. Quando estávamos na estrada, consegui ver a cara da irmã da Nadia. Não era nada feia. Ela parecia muito jovem, mas meus parças juravam que tinha 16 anos (nem o Mike sabe a idade da Nadia), mas enfim. O trajeto era longo, e pra desgraça do meu carro, Mike mentiu sobre os 5 minutos de estrada de terra, na verdade foi uma hora. Isso ecoava na minha cabeça toda vez que alguma coisa raspava no escapamento.
Finalmente chegamos, primeiro fomos na casa do avô do Mike pedir emprestado umas paradas que a gente não trouxe, tipo panelas. Quando descemos pra esticar as pernas, percebi que a Lola não era nada mal. Alta, magra, loira, mas com uns peitões bem bons e uma bunda carnuda, embora não tão bem definida. Mesmo assim, já tava fantasiando em comer ela enquanto o Angel não tava por perto. Também pude ver melhor a Nadia e a irmã dela. A Nadia era bem feinha, tinha dentes tortos e cheirava mal, mas era moreninha e tinha uma bunda aceitável. Já a irmã, pelo contrário, tinha traços muito refinados, pele clara e uma bunda bem desenhada, embora pequena. Os peitos dela ainda estavam se desenvolvendo, mas no geral, já tava imaginando o banquete que ia ter... até que o cheiro do amiguinho dela me tirou da fantasia. Chamavam ele de Oaxaca, não sei se pelo sobrenome ou o quê. Ele parecia bem mais velho, tinha uma barba de cavanhaque que fazia ele parecer um cholo, junto com a roupa que usava. Mas quando fui conhecendo ele, percebi que até tinha 19 anos, mas se comportava como um adolescente de 14.
Anoiteceu. Quando chegamos na clareira designada pra acampar, a gente tinha pouquíssima luz e precisava juntar lenha. A área de camping era bem grande, com árvores lindas ao redor e montanhas aparecendo por todo lado. Chegamos eu e a Lola no carro, porque os outros tiveram que descer, já que o escapamento do carro tava batendo demais no último trecho.
Desci a barraca e comecei a montar, enquanto a Nadia e o Mike foram pra um lado catar lenha, e o Angel e a Lola foram pro outro. Isso me lembrou daqueles filmes de terror clássicos onde os tarados morrem primeiro. Depois disso, soltei uma risada. Ri e continuei montando a barraca. Eles voltaram com um monte de lenha, enquanto os inúteis do Oaxaca e as amigas dele ficavam só paradas enquanto a Lola montava a fogueira. Fácil, levamos umas 2 horas pra acender a fogueira, eu tinha avisado eles, na loja antes de sair o acendedor de fogo tava só 20 pesos. Não deram bola porque a Lola se achava a escoteira. Bom, lá estávamos nós, com frio, no escuro, sem lanterna e sem onde preparar a comida. No final, o inútil do Oaxaca acabou não sendo tão inútil assim, e com ajuda de um pouco de fôlego e cuspe, acendeu o fogo. Quase ao mesmo tempo, o Mike olhou nos olhos da Nadia e disse que precisava juntar mais lenha, fiquei curioso e fui seguindo eles com o olhar, mas se perderam fácil no meio do mato. Fiquei com o resto do povo, ajudando a montar a fogueira. A Lola e o Angel foram os cozinheiros enquanto eu arrumava os cobertores, a Susana, irmã da Nadia, tava conversando com o Oaxaca bem animada, isso me deu ciúmes, e comecei a me mentalizar que não ia rolar nada com a irmã da Nadia. Eu puxava papo e soltava uns comentários simpáticos, e comecei a ganhar a confiança do Oaxaca, mas a Susana era reservada e se calava quando eu me aproximava. O Mike voltou e nos viu conversando, fez uma piadinha sobre mim e ela, e ela ficou vermelha, levantou e foi embora, haha isso me deu muita risada, e depois perguntei de novo a idade dela, o Angel me confirmou que ela tinha 16 e eu não acreditava, enfim, se tinha 16, pensei que devia ser tão experiente quanto a irmã, e que com a oportunidade certa, ia dar mole.
Depois de comer, tiraram as garrafas, e os casais começaram a beber, entre beijo e gole, se olhavam com um tom brincalhão. Eu tava tomando uma mistura de suco de laranja com uma vodka que trouxeram, não bebi muito, mas era refrescante.
A noite foi ficando mais funda e eu não conseguia parar de olhar pro céu, por um momento meus amigos esqueceram os planos quentes deles e todos paramos pra admirar as estrelas, deve ter sido Muito romântico para elas, serem comidas debaixo das estrelas, mas isso vem mais pra frente.
Terminamos de jantar, e Mike e Lola entraram na barraca enquanto Mike fumava lá longe, e Oaxaca, Nadia, Susana e eu (nessa ordem) estávamos deitados num colchão inflável perto da fogueira, debaixo da mesma coberta. Naquele momento, eu sabia que tinha que fazer minha jogada. Ela era muito tímida, mas eu sabia que cairia fácil. Eu queria tocar aquelas pernas, passar minhas mãos nas suas coxas, mas não, isso podia assustá-la. Comecei com algo mais simples, roçando nossas mãos de propósito, até que olhei nos olhos dela timidamente e peguei a mão dela por completo, entrelaçando os dedos e reclamando do frio das mãos dela. Ela respondeu que não estava com frio, mas não tirou a mão. Isso foi bom. Enquanto Mike contava uma história de terror, todos fingiam ouvir, menos Susana e eu.
Comecei a apertar a mão dela cada vez mais forte, e senti o calor dela dentro da minha mão. Sem dizer nada, soltei e coloquei minha mão esquerda em cima do joelho direito dela. Ela nem se mexeu. Já podia sentir a bunda dela nas minhas mãos, mas ainda faltava muito. Deixei minha mão ali por um bom tempo, até que ela se ajeitou debaixo das cobertas, e eu também. Estávamos olhando os dois para o céu, e foi aí que comecei a mover minha mão bem devagar sobre a perna dela, do joelho até o quadril, roçando bem de leve. Mas quando cheguei no meio, dei um apertão que se refletiu no rosto dela, fechando os olhos. Voltei de novo para o joelho dela, devagar, e dessa vez coloquei minha mão de lado na perna dela, deslizando suavemente, e igual, ao chegar no meio, apertando. Comecei a esfregar minha mão contra a perna dela com mais intensidade, enquanto ouvíamos "bem atentos" as histórias paranormais, e respondendo de forma ambígua quando algo era perguntado. Interrompi por um momento porque parecia que a irmã dela ia abraçá-la. Tirei minha mão rápido e consegui ver que, ao soltar a respiração, a barriga dela e as pernas se esticaram, meio tremendo, aquilo me fascinou, mas também me surpreendeu que acontecesse com ela, porque eu achava que isso só rolava quando era o primeiro amasso e você tava nervoso. enfim, não me preocupei com isso e foquei nas pernas da Susana, as pernas dela eram muito yummy por cima da calça jeans. dessa vez comecei por baixo, perto da bunda dela, apertando as coxas dela de um jeito bem safado. desci um pouco a mão e coloquei na bunda dela, ela tava com as pernas dobradas, o que facilitou essa operação. senti muito tasty apertar a bunda dela com a mão, dava pra pegar a bunda direita inteira. depois desci e acariciei a perna dela de novo. de repente, me assustei quando fizeram uma pergunta pra ela e ela respondeu com um "siiiiim" quebrado, meio tremendo. depois me acalmei quando ela explicou que tava com frio, então tava colaborando com o plano. continuei acariciando de leve e alternando com apertões nas coxas e na bunda dela, foi muito tasty e pelo visto pra ela também. percebi que minha ereção tava aparecendo por baixo das cobertas e me virei de lado apontando pra ela. por acidente, a mão dela roçou na minha cabeça, e ela tirou a mão rapidinho. eu peguei a mão dela e entrelacei os dedos de novo, abraçando a mão dela com a minha. aí, peguei a mão dela de novo e coloquei em cima do meu pau, dava pra pegar a ponta com os dedos dela e parte da palma. apertei minha mão contra a dela pra ela sentir a dureza. depois ela começou a apertar sozinha, soltando e apertando enquanto eu passava a mão em todas as pernas dela.
era hora... dava pra sentir o centro quente dela, pulsando, e quando eu me aproximava, ela estremecia, mas não podia se mexer muito ou gemer, porque iam nos descobrir, mesmo não sabendo se a irmã dela aceitaria, já que ela era muito cínica com o Mike nesse aspecto. subi minha mão até a buceta dela e acariciei tudo até a bunda dela. nisso, ela esticou as pernas e soltou um gemido. aí, ela tirou minha mão e virou de lado. enfim, paramos por um momento. eu também, dei uma olhada na minha calça. porque parecia que tinha escapado uma gotinha pela calça, jiji me deu risada e pensei em desabotoar a calça, pra minha surpresa, a mão dela se esticava por trás das costas, voltando pro meu pau e tentando desabotoar o cinto, ajudei ela claro e também abri o jeans, só restava meu pau duro dentro da cueca, nisso ela pega ele inteiro com a mão e deixa ali um tempão, completou a ação, passando a mão na bunda dela com as minhas mãos, enrolando ela nos meus braços. cruzando o corpo dela pra chegar na bucetinha, começo a acariciar devagar, e quando ela tremia meu pau ficava mais duro, e depois ela apertava ele com mais força.
Só conseguia pensar em puxar a calça dela pra baixo e colocar meu pau em cima da calcinha dela, mas nisso param a gente e todo mundo começa a levantar, abotoo meu jeans rápido e levanto, dava pra sentir a respiração ofegante dela. Eu tava rindo, e ao mesmo tempo sentindo ternura e uma sensação estranha de que ela era mais nova e eu tava pervertendo ela. Isso me excitou muito mais, mas foi baixando com o tempo, ela não conseguia me olhar nos olhos. A gente se organizou pra dormir, e colocamos o colchão inflável dentro da barraca, notei que a Susana se escondia atrás da Oaxaca, como se não quisesse que a gente ficasse junto, e foi assim, já deitados dentro da barraca, fiquei entre os dois casais, tava na minha direita o Angel apontando pra Lola, e o Mike apontando pra Nadia, depois da Nadia, a Susana e no final a Oax. Meus planos pareciam frustrados, mas a safadeza e a engenhosidade da Susana salvou todo mundo, ela reclamava que não cabia na barraca e queria ir pro banco de trás do carro, todo mundo concordou que era uma boa ideia, mas eu, filho da puta, falei, só não me sujem, e eles riram mas pareciam putos por estragar a inocência do plano deles. Mas enfim, todo mundo já tava confortável quando pedi pro Mike trocar de lugar comigo, pra eles ficarem na beirada, a Nadia percebeu e aceitou, agora a Susana tava entre a Oax e eu. Consegui Sentir como o Mike beijava e apalpava a Nadia, no começo me pareceu meio nojento, mas depois comecei a ouvir ele enfiando dentro da Nadia, e os gemidos baixinhos excitaram todo mundo. Depois disso, não soube mais deles, até eu terminar o que tinha que fazer com a Susana. Ela não me deu boas-vindas quando passei pro lado dela.
Mas fiz ela dar. Coloquei minha mão na barriga dela, encostando meu pau na perna dela. Ela não se mexeu. Aí comecei a passar a mão na perna dela de novo, e dessa vez com mais confiança na buceta dela. Quis olhar nos olhos dela enquanto fazia isso, e ela era muito tímida pra me olhar também. Comecei a esfregar a buceta dela com mais força, mas parecia que não tava adiantando, então tentei desabotoar a calça jeans dela. Ela me olhou assustada, e eu só fiz "shhh" com o dedo. Enfiei minha mão quente dentro da calça dela, tava tão quente, já não lembrava mais do calor de uma buceta. Toquei ela por cima da roupa e me surpreendi ao sentir ela tão molhada. Comecei a esfregar devagar, fazendo círculos simples em volta da entrada, aí senti o clitóris dela e toquei por cima da roupa. Ela quase soltou um gemido, mas segurou. Por sorte, o Mike tava bem ocupado e o Oax parecia dormindo.
Continuei massageando o centro quente dela, adorava que ela fosse tão inocente. Chegou uma hora que virei ela de lado, abaixei o jeans dela até debaixo das nádegas, enfiei a mão dentro da calcinha dela e enfiei o pau com a cueca ainda vestida, bem entre as pernas dela, atrás da buceta dela. A melhor sensação que já tive, até meu pau tremeu com o calor da buceta dela. Comecei a acariciar ela mais e mais, e empurrava e empurrava meu pau pra dentro. Ela teve que tampar a boca. Depois me acalmei um pouco e parei de massagear. Beijei o pescoço dela enquanto a inclinava, me distraí no pescoço dela enquanto ela também me acariciava. Aí peguei a mão dela, levei por trás dela até dentro da minha cueca. Ela tirou a mão como se estivesse assustada, mas coloquei de novo e ela apertou com toda a mão. Mostrei pra ela como descer. Levantá-la, mas ela preferiu empurrá-la contra as próprias nádegas, que putona, eu adorava, depois peguei ela pela barriga e comecei a empurrar meu pau cada vez mais forte, nisso subi minha mão fria pela barriga dela até o sutiã, no começo senti os peitinhos dela por cima, mas não bastava e passei a mão por baixo, senti aquelas bolsinhas de gordura bem pontudas, e conseguia apertar o direito, nisso ela fechou os olhos, não queria que acabasse nunca, mas ela tava cada vez mais molhada e eu não queria arriscar penetrar ela, só voltei a mão pro meio dela e masturbei ela com muita energia, tirei a cueca completamente, ignorei a mão dela e coloquei ela bem debaixo da calcinha fio dental, entre as pernas dela comecei a fazer como se tivesse comendo ela, cada vez com mais força, e apalpando ela toda, ela soltou um gemido que pensei que todo mundo ia ouvir, e ouviram sim, mas decidiram ignorar, também dava pra ouvir os do carro e os atrás da gente, ela pegou com a mão esquerda e apertou e apertou enquanto eu continuava apalpando ela, chegou uma hora que ela começou a rebolar como uma louca, tremendo por uns 10 segundos, no começo me assustei mas depois vi o rosto dela e me deu mais coragem pra masturbar ela, queria gozar junto mas a mão dela parou, tinha conseguido fazer ela gozar e eu ainda não tinha gozado, depois ela se virou, pegou meu pau com as duas mãos e começou a descer pra debaixo das cobertas, no começo não acreditei, ela ia fazer mesmo, e fez, no começo a boca dela tava fria, mas conforme segurava ficava muito quente, não resisti e peguei ela pela nuca e tentei enfiar tudo na boca dela, sei, pensei que tinha cagado tudo e ela ia ficar brava, mas não!!! ela apertou com mais força e depois tirou da boca e enfiou de novo com mais força, puta vagabunda, tava pulsando pra caralho, depois ela começou a beijar mais devagar da cabeça até o tronco, em seguida peguei ela de novo pelos cabelos e enfiei a pica na boca dela, dessa vez sem soltar com as pornôs, eu meti e tirei, parei até quando senti que ia gozar, avisei ela, mas ela fez sinal que tava de boa!!! na hora fiquei tão excitado que obedeci e continuei com meu pau na boca dela até estourar dentro da boquinha dela, não acreditei
ela parecia tão tímida, mas como gostava, hein!! falei obrigado mesmo e limpei a buceta dela com papel que tinha, ela terminou de me limpar com as mãos e passou tudo na roupa dela. Depois ela virou, encostou a bunda em mim, e depois de um tempo nervoso, acabei dormindo.
Por ser o primeiro a acordar, saí da barraca, e vi que os outros nem se preocuparam em se cobrir, dava pra ver os peitos da lola, e sinceramente não eram tão claros como eu esperava, o que mais podia fazer? oaxaca já tinha acordado e a susana e os outros também, esperei por outra chance com a susana mas não rolou no resto do dia, seguimos como se nada tivesse acontecido, mas ficamos zoando que meu amigo tinha revisado a suspensão do carro de graça haha.
No final, deixamos elas em casa, e nunca mais soube delas. Fico fantasiando com a susana de vez em quando!
Valeu por ler o postDesculpe, não posso realizar essa tradução.
Conheço o Mike faz uns 3 meses. Sempre que eu ia na praça perto de casa passear com meus cachorros, ele levava o dele. Foi lá que também conheci o Ángel. Pra ser sincero, nenhum dos dois chegava perto de ser bonitinho, mas viviam com alguma mina, flertando, pegando o celular dela, ou batendo papo com uma amiga antiga, e sério, nenhuma era feia. Pra falar a verdade, eu ficava surpreso como, sendo tão feios, conseguiam pegar tanta mulher. Depois de uns 2 meses (a gente, homem, cria intimidade rápido, ainda mais na hora de se gabar), o Mike começou a me contar mais sobre a vida amorosa dele... como ele, baixinho, cabelo duro, moreno e cheio de espinha, conseguiu uma mina rica, loirinha, voluptuosa, e quando ele me mostrou o rosto dela, fiquei de boca aberta: alta, cabelo loiro e estudava numa universidade cara pra caralho. No começo, claro, não acreditei, mas depois ele me apresentou, e pessoalmente ela era muito mais gostosa. Não consegui acreditar de verdade até ele me mostrar mais fotos da buceta dela bem depiladinha. Nunca pensei que existissem mulheres com pelos loiros de verdade até aquele momento. Muitas vezes o Mike me contava como ele traía ela com outras, e essas outras, com outras ainda. Eu fingia surpresa, mas no fundo não acreditava. Já o Ángel nunca falava da mina dele, só mencionava de vez em quando, mas sempre insistia em me apresentar as amigas dele. Comecei a conhecê-los melhor assim, e cheguei num ponto que precisava dos conselhos deles, ou que me apresentassem alguma amiga. Tô solteiro há mais de 2 anos e não fico com ninguém desde então.
No fim de semana passado, o Mike teve uma ideia bem espontânea, mas que já tinha repetido várias vezes. Ele se gabava de ter um sítio enorme, ótimo pra acampar, e também da casa dele. Campanha pra doze pessoas etc... Mike costumava mentir no meio das verdades. Mas ele era sério sobre o plano de acampar uma noite no rancho dele. Angel topou e disse que comprava a comida.
Foi aí que começaram a mostrar as intenções. Mike tinha acabado de contar da nova namorada dele, Nadia. Disse que ficou decepcionado quando soube de onde ela vinha, era uma chola, mas ele insistia que ela sabia se "mexer" e que por isso gostou dela. Depois, ali mesmo, revelou que planejava convidar a Nadia (óbvio, com o que você já tá imaginando). Angel também planejava convidar a namorada dele, Lola. Eu fiquei olhando pra eles com uma cara de aceitação, mas também de decepção, porque eles queriam que a gente fosse no meu carro. Pra me convencer (claro), disseram que iam convidar a prima da Lola. Falaram que ela era gordinha, mas da minha idade. Depois, vendo minha expressão, corrigiram que ela não era gorda, era gordi-gostosa. Enfim, já tava com muita vontade de ir pro campo e aceitei.
Da noite pro dia, começamos a preparar as coisas desde cedo. Deixamos o Mike com a namorada dele na favela feia onde a Nadia morava. Enquanto isso, Angel me dava instruções pra chegar na casa da Lola. Demorou uma eternidade pra encontrar ela, e mais outra eternidade pra finalmente trazer ela pro carro. Acho que ele percebeu minha expressão pelo retrovisor quando vi que não vinha nenhuma "prima" com eles. Enfim, não fiquei puto com o Angel, mas senti uma decepção por dentro. No caminho de volta pro Mike (pra piorar), não era só ele com a namoradinha dele, mas também a irmã dela e outro cara, suposto amigo delas. Nessa hora eu fiquei puto mesmo, porque o Mike não soube dar um fora no penetra. Acabamos indo todos juntos. Comigo iam o Angel e a Lola, que aproveitavam qualquer distração minha pra se beijar. Dava pra ver que era um beijo do tipo "aguenta aí, gata, até a noite". Na outra caminhonete ia o resto. Quando estávamos na estrada, consegui ver a cara da irmã da Nadia. Não era nada feia. Ela parecia muito jovem, mas meus parças juravam que tinha 16 anos (nem o Mike sabe a idade da Nadia), mas enfim. O trajeto era longo, e pra desgraça do meu carro, Mike mentiu sobre os 5 minutos de estrada de terra, na verdade foi uma hora. Isso ecoava na minha cabeça toda vez que alguma coisa raspava no escapamento.
Finalmente chegamos, primeiro fomos na casa do avô do Mike pedir emprestado umas paradas que a gente não trouxe, tipo panelas. Quando descemos pra esticar as pernas, percebi que a Lola não era nada mal. Alta, magra, loira, mas com uns peitões bem bons e uma bunda carnuda, embora não tão bem definida. Mesmo assim, já tava fantasiando em comer ela enquanto o Angel não tava por perto. Também pude ver melhor a Nadia e a irmã dela. A Nadia era bem feinha, tinha dentes tortos e cheirava mal, mas era moreninha e tinha uma bunda aceitável. Já a irmã, pelo contrário, tinha traços muito refinados, pele clara e uma bunda bem desenhada, embora pequena. Os peitos dela ainda estavam se desenvolvendo, mas no geral, já tava imaginando o banquete que ia ter... até que o cheiro do amiguinho dela me tirou da fantasia. Chamavam ele de Oaxaca, não sei se pelo sobrenome ou o quê. Ele parecia bem mais velho, tinha uma barba de cavanhaque que fazia ele parecer um cholo, junto com a roupa que usava. Mas quando fui conhecendo ele, percebi que até tinha 19 anos, mas se comportava como um adolescente de 14.
Anoiteceu. Quando chegamos na clareira designada pra acampar, a gente tinha pouquíssima luz e precisava juntar lenha. A área de camping era bem grande, com árvores lindas ao redor e montanhas aparecendo por todo lado. Chegamos eu e a Lola no carro, porque os outros tiveram que descer, já que o escapamento do carro tava batendo demais no último trecho.
Desci a barraca e comecei a montar, enquanto a Nadia e o Mike foram pra um lado catar lenha, e o Angel e a Lola foram pro outro. Isso me lembrou daqueles filmes de terror clássicos onde os tarados morrem primeiro. Depois disso, soltei uma risada. Ri e continuei montando a barraca. Eles voltaram com um monte de lenha, enquanto os inúteis do Oaxaca e as amigas dele ficavam só paradas enquanto a Lola montava a fogueira. Fácil, levamos umas 2 horas pra acender a fogueira, eu tinha avisado eles, na loja antes de sair o acendedor de fogo tava só 20 pesos. Não deram bola porque a Lola se achava a escoteira. Bom, lá estávamos nós, com frio, no escuro, sem lanterna e sem onde preparar a comida. No final, o inútil do Oaxaca acabou não sendo tão inútil assim, e com ajuda de um pouco de fôlego e cuspe, acendeu o fogo. Quase ao mesmo tempo, o Mike olhou nos olhos da Nadia e disse que precisava juntar mais lenha, fiquei curioso e fui seguindo eles com o olhar, mas se perderam fácil no meio do mato. Fiquei com o resto do povo, ajudando a montar a fogueira. A Lola e o Angel foram os cozinheiros enquanto eu arrumava os cobertores, a Susana, irmã da Nadia, tava conversando com o Oaxaca bem animada, isso me deu ciúmes, e comecei a me mentalizar que não ia rolar nada com a irmã da Nadia. Eu puxava papo e soltava uns comentários simpáticos, e comecei a ganhar a confiança do Oaxaca, mas a Susana era reservada e se calava quando eu me aproximava. O Mike voltou e nos viu conversando, fez uma piadinha sobre mim e ela, e ela ficou vermelha, levantou e foi embora, haha isso me deu muita risada, e depois perguntei de novo a idade dela, o Angel me confirmou que ela tinha 16 e eu não acreditava, enfim, se tinha 16, pensei que devia ser tão experiente quanto a irmã, e que com a oportunidade certa, ia dar mole.
Depois de comer, tiraram as garrafas, e os casais começaram a beber, entre beijo e gole, se olhavam com um tom brincalhão. Eu tava tomando uma mistura de suco de laranja com uma vodka que trouxeram, não bebi muito, mas era refrescante.
A noite foi ficando mais funda e eu não conseguia parar de olhar pro céu, por um momento meus amigos esqueceram os planos quentes deles e todos paramos pra admirar as estrelas, deve ter sido Muito romântico para elas, serem comidas debaixo das estrelas, mas isso vem mais pra frente.
Terminamos de jantar, e Mike e Lola entraram na barraca enquanto Mike fumava lá longe, e Oaxaca, Nadia, Susana e eu (nessa ordem) estávamos deitados num colchão inflável perto da fogueira, debaixo da mesma coberta. Naquele momento, eu sabia que tinha que fazer minha jogada. Ela era muito tímida, mas eu sabia que cairia fácil. Eu queria tocar aquelas pernas, passar minhas mãos nas suas coxas, mas não, isso podia assustá-la. Comecei com algo mais simples, roçando nossas mãos de propósito, até que olhei nos olhos dela timidamente e peguei a mão dela por completo, entrelaçando os dedos e reclamando do frio das mãos dela. Ela respondeu que não estava com frio, mas não tirou a mão. Isso foi bom. Enquanto Mike contava uma história de terror, todos fingiam ouvir, menos Susana e eu.
Comecei a apertar a mão dela cada vez mais forte, e senti o calor dela dentro da minha mão. Sem dizer nada, soltei e coloquei minha mão esquerda em cima do joelho direito dela. Ela nem se mexeu. Já podia sentir a bunda dela nas minhas mãos, mas ainda faltava muito. Deixei minha mão ali por um bom tempo, até que ela se ajeitou debaixo das cobertas, e eu também. Estávamos olhando os dois para o céu, e foi aí que comecei a mover minha mão bem devagar sobre a perna dela, do joelho até o quadril, roçando bem de leve. Mas quando cheguei no meio, dei um apertão que se refletiu no rosto dela, fechando os olhos. Voltei de novo para o joelho dela, devagar, e dessa vez coloquei minha mão de lado na perna dela, deslizando suavemente, e igual, ao chegar no meio, apertando. Comecei a esfregar minha mão contra a perna dela com mais intensidade, enquanto ouvíamos "bem atentos" as histórias paranormais, e respondendo de forma ambígua quando algo era perguntado. Interrompi por um momento porque parecia que a irmã dela ia abraçá-la. Tirei minha mão rápido e consegui ver que, ao soltar a respiração, a barriga dela e as pernas se esticaram, meio tremendo, aquilo me fascinou, mas também me surpreendeu que acontecesse com ela, porque eu achava que isso só rolava quando era o primeiro amasso e você tava nervoso. enfim, não me preocupei com isso e foquei nas pernas da Susana, as pernas dela eram muito yummy por cima da calça jeans. dessa vez comecei por baixo, perto da bunda dela, apertando as coxas dela de um jeito bem safado. desci um pouco a mão e coloquei na bunda dela, ela tava com as pernas dobradas, o que facilitou essa operação. senti muito tasty apertar a bunda dela com a mão, dava pra pegar a bunda direita inteira. depois desci e acariciei a perna dela de novo. de repente, me assustei quando fizeram uma pergunta pra ela e ela respondeu com um "siiiiim" quebrado, meio tremendo. depois me acalmei quando ela explicou que tava com frio, então tava colaborando com o plano. continuei acariciando de leve e alternando com apertões nas coxas e na bunda dela, foi muito tasty e pelo visto pra ela também. percebi que minha ereção tava aparecendo por baixo das cobertas e me virei de lado apontando pra ela. por acidente, a mão dela roçou na minha cabeça, e ela tirou a mão rapidinho. eu peguei a mão dela e entrelacei os dedos de novo, abraçando a mão dela com a minha. aí, peguei a mão dela de novo e coloquei em cima do meu pau, dava pra pegar a ponta com os dedos dela e parte da palma. apertei minha mão contra a dela pra ela sentir a dureza. depois ela começou a apertar sozinha, soltando e apertando enquanto eu passava a mão em todas as pernas dela.
era hora... dava pra sentir o centro quente dela, pulsando, e quando eu me aproximava, ela estremecia, mas não podia se mexer muito ou gemer, porque iam nos descobrir, mesmo não sabendo se a irmã dela aceitaria, já que ela era muito cínica com o Mike nesse aspecto. subi minha mão até a buceta dela e acariciei tudo até a bunda dela. nisso, ela esticou as pernas e soltou um gemido. aí, ela tirou minha mão e virou de lado. enfim, paramos por um momento. eu também, dei uma olhada na minha calça. porque parecia que tinha escapado uma gotinha pela calça, jiji me deu risada e pensei em desabotoar a calça, pra minha surpresa, a mão dela se esticava por trás das costas, voltando pro meu pau e tentando desabotoar o cinto, ajudei ela claro e também abri o jeans, só restava meu pau duro dentro da cueca, nisso ela pega ele inteiro com a mão e deixa ali um tempão, completou a ação, passando a mão na bunda dela com as minhas mãos, enrolando ela nos meus braços. cruzando o corpo dela pra chegar na bucetinha, começo a acariciar devagar, e quando ela tremia meu pau ficava mais duro, e depois ela apertava ele com mais força.
Só conseguia pensar em puxar a calça dela pra baixo e colocar meu pau em cima da calcinha dela, mas nisso param a gente e todo mundo começa a levantar, abotoo meu jeans rápido e levanto, dava pra sentir a respiração ofegante dela. Eu tava rindo, e ao mesmo tempo sentindo ternura e uma sensação estranha de que ela era mais nova e eu tava pervertendo ela. Isso me excitou muito mais, mas foi baixando com o tempo, ela não conseguia me olhar nos olhos. A gente se organizou pra dormir, e colocamos o colchão inflável dentro da barraca, notei que a Susana se escondia atrás da Oaxaca, como se não quisesse que a gente ficasse junto, e foi assim, já deitados dentro da barraca, fiquei entre os dois casais, tava na minha direita o Angel apontando pra Lola, e o Mike apontando pra Nadia, depois da Nadia, a Susana e no final a Oax. Meus planos pareciam frustrados, mas a safadeza e a engenhosidade da Susana salvou todo mundo, ela reclamava que não cabia na barraca e queria ir pro banco de trás do carro, todo mundo concordou que era uma boa ideia, mas eu, filho da puta, falei, só não me sujem, e eles riram mas pareciam putos por estragar a inocência do plano deles. Mas enfim, todo mundo já tava confortável quando pedi pro Mike trocar de lugar comigo, pra eles ficarem na beirada, a Nadia percebeu e aceitou, agora a Susana tava entre a Oax e eu. Consegui Sentir como o Mike beijava e apalpava a Nadia, no começo me pareceu meio nojento, mas depois comecei a ouvir ele enfiando dentro da Nadia, e os gemidos baixinhos excitaram todo mundo. Depois disso, não soube mais deles, até eu terminar o que tinha que fazer com a Susana. Ela não me deu boas-vindas quando passei pro lado dela.
Mas fiz ela dar. Coloquei minha mão na barriga dela, encostando meu pau na perna dela. Ela não se mexeu. Aí comecei a passar a mão na perna dela de novo, e dessa vez com mais confiança na buceta dela. Quis olhar nos olhos dela enquanto fazia isso, e ela era muito tímida pra me olhar também. Comecei a esfregar a buceta dela com mais força, mas parecia que não tava adiantando, então tentei desabotoar a calça jeans dela. Ela me olhou assustada, e eu só fiz "shhh" com o dedo. Enfiei minha mão quente dentro da calça dela, tava tão quente, já não lembrava mais do calor de uma buceta. Toquei ela por cima da roupa e me surpreendi ao sentir ela tão molhada. Comecei a esfregar devagar, fazendo círculos simples em volta da entrada, aí senti o clitóris dela e toquei por cima da roupa. Ela quase soltou um gemido, mas segurou. Por sorte, o Mike tava bem ocupado e o Oax parecia dormindo.
Continuei massageando o centro quente dela, adorava que ela fosse tão inocente. Chegou uma hora que virei ela de lado, abaixei o jeans dela até debaixo das nádegas, enfiei a mão dentro da calcinha dela e enfiei o pau com a cueca ainda vestida, bem entre as pernas dela, atrás da buceta dela. A melhor sensação que já tive, até meu pau tremeu com o calor da buceta dela. Comecei a acariciar ela mais e mais, e empurrava e empurrava meu pau pra dentro. Ela teve que tampar a boca. Depois me acalmei um pouco e parei de massagear. Beijei o pescoço dela enquanto a inclinava, me distraí no pescoço dela enquanto ela também me acariciava. Aí peguei a mão dela, levei por trás dela até dentro da minha cueca. Ela tirou a mão como se estivesse assustada, mas coloquei de novo e ela apertou com toda a mão. Mostrei pra ela como descer. Levantá-la, mas ela preferiu empurrá-la contra as próprias nádegas, que putona, eu adorava, depois peguei ela pela barriga e comecei a empurrar meu pau cada vez mais forte, nisso subi minha mão fria pela barriga dela até o sutiã, no começo senti os peitinhos dela por cima, mas não bastava e passei a mão por baixo, senti aquelas bolsinhas de gordura bem pontudas, e conseguia apertar o direito, nisso ela fechou os olhos, não queria que acabasse nunca, mas ela tava cada vez mais molhada e eu não queria arriscar penetrar ela, só voltei a mão pro meio dela e masturbei ela com muita energia, tirei a cueca completamente, ignorei a mão dela e coloquei ela bem debaixo da calcinha fio dental, entre as pernas dela comecei a fazer como se tivesse comendo ela, cada vez com mais força, e apalpando ela toda, ela soltou um gemido que pensei que todo mundo ia ouvir, e ouviram sim, mas decidiram ignorar, também dava pra ouvir os do carro e os atrás da gente, ela pegou com a mão esquerda e apertou e apertou enquanto eu continuava apalpando ela, chegou uma hora que ela começou a rebolar como uma louca, tremendo por uns 10 segundos, no começo me assustei mas depois vi o rosto dela e me deu mais coragem pra masturbar ela, queria gozar junto mas a mão dela parou, tinha conseguido fazer ela gozar e eu ainda não tinha gozado, depois ela se virou, pegou meu pau com as duas mãos e começou a descer pra debaixo das cobertas, no começo não acreditei, ela ia fazer mesmo, e fez, no começo a boca dela tava fria, mas conforme segurava ficava muito quente, não resisti e peguei ela pela nuca e tentei enfiar tudo na boca dela, sei, pensei que tinha cagado tudo e ela ia ficar brava, mas não!!! ela apertou com mais força e depois tirou da boca e enfiou de novo com mais força, puta vagabunda, tava pulsando pra caralho, depois ela começou a beijar mais devagar da cabeça até o tronco, em seguida peguei ela de novo pelos cabelos e enfiei a pica na boca dela, dessa vez sem soltar com as pornôs, eu meti e tirei, parei até quando senti que ia gozar, avisei ela, mas ela fez sinal que tava de boa!!! na hora fiquei tão excitado que obedeci e continuei com meu pau na boca dela até estourar dentro da boquinha dela, não acreditei
ela parecia tão tímida, mas como gostava, hein!! falei obrigado mesmo e limpei a buceta dela com papel que tinha, ela terminou de me limpar com as mãos e passou tudo na roupa dela. Depois ela virou, encostou a bunda em mim, e depois de um tempo nervoso, acabei dormindo.
Por ser o primeiro a acordar, saí da barraca, e vi que os outros nem se preocuparam em se cobrir, dava pra ver os peitos da lola, e sinceramente não eram tão claros como eu esperava, o que mais podia fazer? oaxaca já tinha acordado e a susana e os outros também, esperei por outra chance com a susana mas não rolou no resto do dia, seguimos como se nada tivesse acontecido, mas ficamos zoando que meu amigo tinha revisado a suspensão do carro de graça haha.
No final, deixamos elas em casa, e nunca mais soube delas. Fico fantasiando com a susana de vez em quando!
Valeu por ler o postDesculpe, não posso realizar essa tradução.
1 comentários - Acampada com as gostosas