Minha história com a Ale.
Conheci a Ale quando éramos adolescentes no final dos anos 80. Ela era apaixonada pelo DJ do lugar que eu frequentava. Sempre rolou uma química, mas nunca passou de um joguinho da parte dela. Por acaso, ela se aproximava mais quando eu estava com alguma mina e, quando conseguia minha atenção, voltava a se distanciar.
Os anos passaram, cada um seguiu sua vida e o destino nos cruzou numa balada, uns 10 anos atrás.
Ela era casada e eu tava num relacionamento, mas naquele dia estávamos sem eles.
Cada um tinha chegado por conta própria, mas como tínhamos amigos em comum, a gente se encontrou e começou a conversar com o clássico "quanto tempo, o que você faz aqui?" e, com a desculpa de ir pegar algo pra beber, sumimos da vista deles e ficamos conversando bem mais pertinho um do outro. O volume da música ajudava. A Ale é um pouco mais baixa que eu, acho que tem 1,60. É magrinha, com uns peitinhos que mal marcam a camiseta e uma bunda no tamanho certo pro corpo dela. Ela é morena de olhos verdes e me deixou doido do jeito que me olhava. Naquela época eu tava um pouco mais magro, mas sempre tive um corpo meio "gordinho musculoso ex-jogador de rugby" e acho que ela curtia esse aspecto de cara grandão do lado dela, já que ela é pequenininha.
Conversando, percebi que a química de sempre ainda estava lá, mas dessa vez, talvez por causa da idade, o papo tava carregado de uma putaria que já dava a entender que finalmente íamos acabar na cama.
Prevendo isso e como estávamos num lugar cheio de gente, chamei ela pra sair de lá, pra procurar um lugar mais tranquilo, e ela topou. Saímos, subimos no meu carro e comecei a dirigir sem rumo. Quando vi um lugar meio afastado, parei e coloquei uma música. Podia ter ido direto pra um motel, mas a verdade é que, depois de ter dado em cima dela por tantos anos sem resultado, queria que ela desse o primeiro passo. Ficamos conversando sobre qualquer coisa e acho que em dois minutos já estávamos Falando de sexo e, principalmente, de sexo oral. Comecei a me preparar pro que vinha pela frente. Pra ficar mais confortável, recostei o banco pra trás e abaixei um pouco o encosto. Ela continuava falando e eu ia dando corda, mas ela não fazia o menor movimento... ela seguia falando e dizia que era uma expert, que uma vez tinha chupado o pau de um ex-namorado dela durante os 45 minutos de um tempo de jogo de futebol. Falei que não acreditava, que era impossível alguém aguentar 45 minutos subindo e descendo a cabeça, com a boca aberta em volta de um membro. "Ah, não é? – ela disse – Aproveita!". Com uma mão no meu peito, me empurrou pra trás enquanto com a outra abaixava o zíper da minha calça. Quando conseguiu me deitar, com a outra mão se ajudou pra tirar meu cinto e baixar minha cueca. Meu pau se libertou do confinamento do pano pra se ver envolvido por dois lábios e uma língua que começou a brincar com minha glande. Não subia nem descia, sugava. Chupava. Chupava e mexia a língua em círculos ao redor. Eu tava em êxtase. Passaram uns minutos e começou o sobe e desce. Eu coloquei minha mão na nuca dela e comecei a brincar com o cabelo dela enquanto, sem fazer força, acompanhava aquele movimento. Ela ficou mais uns minutos assim, com meu pau na boquinha dela cheia de veias prestes a explodir quando ela tirou da boca e se ajeitou no carro. Enquanto fazia isso, com uma mão me masturbava e com a outra arrumava o cabelo pra eu poder olhar na cara dela. Que carinha de puta gostosa que ela tinha. Ela começou a lamber todo o tronco, de cima pra baixo e vice-versa. A masturbação com a mão continuava e ela me molhava com a saliva dela. Eu sabia que ia gozar a qualquer momento, muitos anos acumulados de querer comer ela e agora ela me dava aquele prazer sem igual. Eu comecei a procurar com minha mão o zíper da calça dela, ela tirou minha mão. Passei pro cuzinho dela e levantei um pouco. Queria que eu massageasse a bunda dela. Foi o que fiz. Ela continuava doida no boquete. Avisei que se continuasse assim, eu não ia durar muito mais. Meu aviso serviu pra ela parar o que tava fazendo (lambendo o tronco) e enfiar meu pau na boca, começando a subir e descer com os lábios apertados e brincando com a língua. Ela tava me fazendo o melhor boquete da minha vida. Parou, me olhou e falou: "vai". Enfiou de novo e em 10 segundos já tinha enchido a boca dela de porra. Ela engoliu tudo, sem deixar uma gota. Limpou meu pau com a língua, me deixou exausto. Levantou, se ajeitou no banco e ficou olhando pro meu pau. Tava rindo. "Gostou? Acredita em mim agora?" Guardei no cueca e subi a calça. Cheguei perto da boca dela e arrebentei os lábios dela num beijo.
Falei: "Não foram 45 minutos..."
Nos encontros seguintes, ela mostrou que conseguia mesmo...
Conheci a Ale quando éramos adolescentes no final dos anos 80. Ela era apaixonada pelo DJ do lugar que eu frequentava. Sempre rolou uma química, mas nunca passou de um joguinho da parte dela. Por acaso, ela se aproximava mais quando eu estava com alguma mina e, quando conseguia minha atenção, voltava a se distanciar.
Os anos passaram, cada um seguiu sua vida e o destino nos cruzou numa balada, uns 10 anos atrás.
Ela era casada e eu tava num relacionamento, mas naquele dia estávamos sem eles.
Cada um tinha chegado por conta própria, mas como tínhamos amigos em comum, a gente se encontrou e começou a conversar com o clássico "quanto tempo, o que você faz aqui?" e, com a desculpa de ir pegar algo pra beber, sumimos da vista deles e ficamos conversando bem mais pertinho um do outro. O volume da música ajudava. A Ale é um pouco mais baixa que eu, acho que tem 1,60. É magrinha, com uns peitinhos que mal marcam a camiseta e uma bunda no tamanho certo pro corpo dela. Ela é morena de olhos verdes e me deixou doido do jeito que me olhava. Naquela época eu tava um pouco mais magro, mas sempre tive um corpo meio "gordinho musculoso ex-jogador de rugby" e acho que ela curtia esse aspecto de cara grandão do lado dela, já que ela é pequenininha.
Conversando, percebi que a química de sempre ainda estava lá, mas dessa vez, talvez por causa da idade, o papo tava carregado de uma putaria que já dava a entender que finalmente íamos acabar na cama.
Prevendo isso e como estávamos num lugar cheio de gente, chamei ela pra sair de lá, pra procurar um lugar mais tranquilo, e ela topou. Saímos, subimos no meu carro e comecei a dirigir sem rumo. Quando vi um lugar meio afastado, parei e coloquei uma música. Podia ter ido direto pra um motel, mas a verdade é que, depois de ter dado em cima dela por tantos anos sem resultado, queria que ela desse o primeiro passo. Ficamos conversando sobre qualquer coisa e acho que em dois minutos já estávamos Falando de sexo e, principalmente, de sexo oral. Comecei a me preparar pro que vinha pela frente. Pra ficar mais confortável, recostei o banco pra trás e abaixei um pouco o encosto. Ela continuava falando e eu ia dando corda, mas ela não fazia o menor movimento... ela seguia falando e dizia que era uma expert, que uma vez tinha chupado o pau de um ex-namorado dela durante os 45 minutos de um tempo de jogo de futebol. Falei que não acreditava, que era impossível alguém aguentar 45 minutos subindo e descendo a cabeça, com a boca aberta em volta de um membro. "Ah, não é? – ela disse – Aproveita!". Com uma mão no meu peito, me empurrou pra trás enquanto com a outra abaixava o zíper da minha calça. Quando conseguiu me deitar, com a outra mão se ajudou pra tirar meu cinto e baixar minha cueca. Meu pau se libertou do confinamento do pano pra se ver envolvido por dois lábios e uma língua que começou a brincar com minha glande. Não subia nem descia, sugava. Chupava. Chupava e mexia a língua em círculos ao redor. Eu tava em êxtase. Passaram uns minutos e começou o sobe e desce. Eu coloquei minha mão na nuca dela e comecei a brincar com o cabelo dela enquanto, sem fazer força, acompanhava aquele movimento. Ela ficou mais uns minutos assim, com meu pau na boquinha dela cheia de veias prestes a explodir quando ela tirou da boca e se ajeitou no carro. Enquanto fazia isso, com uma mão me masturbava e com a outra arrumava o cabelo pra eu poder olhar na cara dela. Que carinha de puta gostosa que ela tinha. Ela começou a lamber todo o tronco, de cima pra baixo e vice-versa. A masturbação com a mão continuava e ela me molhava com a saliva dela. Eu sabia que ia gozar a qualquer momento, muitos anos acumulados de querer comer ela e agora ela me dava aquele prazer sem igual. Eu comecei a procurar com minha mão o zíper da calça dela, ela tirou minha mão. Passei pro cuzinho dela e levantei um pouco. Queria que eu massageasse a bunda dela. Foi o que fiz. Ela continuava doida no boquete. Avisei que se continuasse assim, eu não ia durar muito mais. Meu aviso serviu pra ela parar o que tava fazendo (lambendo o tronco) e enfiar meu pau na boca, começando a subir e descer com os lábios apertados e brincando com a língua. Ela tava me fazendo o melhor boquete da minha vida. Parou, me olhou e falou: "vai". Enfiou de novo e em 10 segundos já tinha enchido a boca dela de porra. Ela engoliu tudo, sem deixar uma gota. Limpou meu pau com a língua, me deixou exausto. Levantou, se ajeitou no banco e ficou olhando pro meu pau. Tava rindo. "Gostou? Acredita em mim agora?" Guardei no cueca e subi a calça. Cheguei perto da boca dela e arrebentei os lábios dela num beijo.
Falei: "Não foram 45 minutos..."
Nos encontros seguintes, ela mostrou que conseguia mesmo...
2 comentários - Ale: Primeira vez no carro