Curso de Guarda-Vidas - Esteban

Um mês depois da nossa noite com o Luisito, o Alberto fez uma redução de pessoal e mandou ele e mais dois funcionários embora. Depois, me mandou embora também e, pouco tempo depois, fechou a fábrica. Parece que o filho, Nahuel, tinha se metido em dívidas e tava até o pescoço. O Alberto, no entanto, me pagou o que era devido e até um extra.

Em dezembro daquele mesmo ano, saíram as notas do curso de salva-vidas que eu tava fazendo desde o começo do ano. Eu tinha uma média de 8 e pouco nas matérias teóricas e 9 cravado nas práticas. O verão tava chegando, o mês tava acabando e nos deram os cronogramas das guardas na costa. Como eu sabia que minhas amigas iam passar janeiro inteiro em San Bernardo, e que, pela minha média, eu podia escolher a cidade, vocês já imaginam qual foi o resultado.

Fazíamos guardas de 12 horas seguidas em grupos de quatro no mesmo posto. Eram dois homens e duas mulheres. O trabalho era bem estressante perto do meio-dia e até umas 7 da tarde, hora do dia em que começava a encher de molecada e as famílias iam saindo da praia aos poucos. Além de ficar de olho no que rolava na água, tinha que ver se quem tava bebendo não ficava tão bêbado a ponto de passar mal ou se pegar na porrada. A parte boa era que a gente podia se bronzear, curtir o mar e olhar pros homens e mulheres na praia, que eram tão gostosos que era de cair o cu da bunda.

Uma das noites que eu tava de folga, me encontrei no apê das minhas amigas e levei a Paola, minha colega de trabalho, pra se juntar com a gente e não ficar sozinha. Tanto ela quanto eu não trabalhávamos na manhã seguinte, mas sim depois do meio-dia. Como a gente queria sair e ser nós mesmas, em vez de sair por San Bernardo, nos dividimos em dois carros e fomos pra Villa Gesell. Jantamos na casa do Esteban, a "putinha" do grupo, fizemos a prévia e depois fomos pro Pueblo Limite. O Esteban já tinha dormido com pelo menos uma pessoa. Com todas as minas do grupo, por isso a gente chamava ela de piranha, porque quando alguma tava na seca, ela comia ele e ele ficava felizão. Assim que chegamos, ele cumprimentou todo mundo e, me segurando pelas mãos e me olhando, falou que eu tava lindíssima. Antes de me soltar, ele olhou pra minha bunda, como era de costume.

Comemos um puta churrasco feito pelas mãos do Esteban, que era um cozinheiro filho da piranha: molho de limão, chinchulim trançado, rins com alho e salsinha (meus favoritos), vazio, costela, morcela e linguiça à vontade, provoleta, bondiola... e não sei quantas coisas mais... mas comemos até explodir, e olha que era uma galera. Depois começou a bagunça, música no talo naquela casa enorme que ele tinha afastada do centro, com piscina, hidromassagem... Esteban tava cheio da grana. E bebida, do tipo que você imaginar (se eu for listar, preciso de três contos). Paola chegou perto de mim e falou:

- Mana, que porra é essa?
- Qual de todas as coisas dessa "porra"? hahahaha - Contei de onde conhecia ele, há quanto tempo, falei que tinha transado várias vezes quando éramos novos, mas eu tava há pelo menos um ano e meio sem ficar com ele...
- E como é o guri?
- Guri? Se você fala isso achando que ele é moleque, ele casa com você. Esteban tem 30 anos e na época era bom, mas eu era bem inocente e não soube aproveitar direito.
- Me ajuda aí, tô há 6 meses sem ser comida...
- 6 MESES!!! COMO ASSIM 6 MESES?
- Cala a boca, mané, se continuar assim vou regenerar o hímen.

A espontaneidade dela me fez morrer de rir. Enquanto a gente bebia, comecei a prestar atenção nela e não entendia como ela podia ficar tanto tempo sem pelo menos uma transa. Era uma gata de altura normal, quase como eu, cabelo castanho claro e uns olhos lindos, verdes claros. O corpo era uma bomba, ela tinha feito cirurgia pra tirar os peitos porque tinha demais, e pelo que vi nas fotos, era de família. Tinha as costas um pouco largas, mas era O ideal pra manter o peso dos peitos e não ficar corcunda, e a bunda era normal, típica de uma gostosa que treina natação. Era bem sensual, principalmente quando dançava com a Keila, uma das minhas amigas. A Keila era a baixinha de bucetão, segundo os caras — ela era baixa, quase não tinha peito, mas tinha uma raba que rachava o chão. Enquanto eu via elas dançando, e com a bebida que já tinha tomado, não vou mentir, mas fiquei meio excitado. Tão absorto naquele roçar de corpos que nem percebi o Esteban chegando por trás de mim, que sem encostar um fio de cabelo, se aproximou e sussurrou no meu ouvido.Quanto tempo sem ver você, gostosa- É isso aí, um ano?Um ano e 8 meses- Já tá igual os presidiário, contando os diasNão te ver é um suplício, já tava com saudade. E tenho que falar, mas você tá muito, mas muito mais gostosa do que da última vez que a gente se viu.Naquele momento, ele tinha as mãos na minha cintura e, aos poucos, sem eu perceber, tinha se colado em mim. Com as mãos, acariciava meu abdômen, introduzindo delicadamente um dedo por baixo do elástico da saia solta que eu estava usando. Sabia que aquele movimento e aquela área eram minha fraqueza, mas tentava com todas as forças me manter coerente nos meus atos.Tem coisas que mudam, mas outras continuam iguais.- Tá olhando muito Matrix, heinTem coisa que não muda kkkkkkk Troquei o carro, vem aqui que eu te mostro- Já vi ele na entrada, cor muito bonita e sei quais são suas intenções. Mas por enquanto, te garanto que esse carro eu já conheço, já estive dentro dele, ano passado.Pelo visto, você não perdeu tempo.- Nunca perco tempo, você me conhece. Tentei me desgrudar dele como pude e fui dançar com as minas. Uffa, que calor que tava, ou era impressão minha. Entre eu, a Keila e a Pao, deixamos mais de um de pau duro, principalmente no final, quando a Keila me deu um chupão do nada, sem mais nem menos. Amiga, você precisava ver a cara dos caras e os volumes, todos durões. Mas de tanta cerveja, a gente tem que ir no banheiro, então, mesmo sem querer, fui reta pro banheiro. Quando terminei, abri a porta pra sair, mas pra minha surpresa, o Esteban tava bloqueando a saída. Ele entrou e fechou a porta atrás dele. A festa ia começar! - Me deixa sair, pelo menos?Depois que eu te comer, se quiser, pode ir embora.- Não vamos transar, nenémvocê não, mas eu vou te comer...Fazer a difícil e me fazer desejar, eu adoro. Mas as bolhas estavam fazendo efeito em mim e eu me entreguei. Me aproximei dele e beijei ele na boca, e ele respondeu com um beijo possessivo. Ele queria me tocar, mas eu tirava as mãos dele. Eu tenho o controle e eu decido o que fazer. Desviei a boca pra ele chupar meu pescoço, e ele entendeu na hora, saboreou cada centímetro do meu pescoço, se impregnou de perfume, me dava mordidas alternando entre o pescoço e o ombro. Com uma das mãos eu acariciava o cabelo dele e com a outra o peito e o abdômen tão definido que ele tinha desenvolvido nos últimos tempos. Ele quis me tocar de novo, mas não deixei. Tirei a camisa branca justa dele e saboreei com meus olhos aqueles abdominais marcados. Apoiei ele contra a pia do banheiro e percorri com um dos meus dedos todo o abdômen dele até enfiar por baixo do cinto. Arranquei o cinto de uma puxada e deixei ele em cima da pia. Desabotoei os três botões da calça jeans e puxei ela pra baixo junto com a cueca. O pau dele saltou como uma mola na minha cara. Sem pegar com as mãos, comecei a usar ele pra acariciar meu rosto, lambia as bolas dele e podia ver como aquele garanhão duro em cima da minha cara chegava até a testa. Venoso e grosso, não comprido, mas normal. Nesse ponto eu tava molhada igual um pêssego. Acariciei com minha língua a cabeça e enfiei ele de pouco em pouco na minha boca, agarrei as bolas dele e ele deu um pulo, sei que ele adora o contato frio da minha mão nas bolas. Tirei ele um pouco da boca e cuspi nele, e enfiei ele de novo tudo dentro da boca, entrava e saía várias vezes e cada vez tentava deixar ele muito mais molhado que da vez anterior. Enquanto chupava ele, olhava nos olhos dele e na cara dele dava pra ver prazer extremo. Chupando a cabeça, aquela área sensível do pau do homem, com um monte de terminações nervosas, fazia ele ter contrações no abdômen e soltar gemidos... os gemidos masculinos inconscientes são excitantes. Parei de chupar ele e ainda segurando ele, tirei ele da pia, deixando ele em O extremo oposto. Me apoiei meio sentada na bancada e, enquanto olhava pra ele, acariciava meus peitos por cima da roupa e molhava meus lábios com a língua, fazia cara de puta e isso fazia o pau dele pulsar e balançar pra cima e pra baixo.

Tirei a regata e meus peitos ficaram à mostra (não costumo usar sutiã). Agarrei meu peito esquerdo e levei até a boca, com a língua rocei o mamilo e automaticamente senti uma gota de umidade escapar da minha calcinha fio dental e descer pelas minhas coxas. Me virei, dando as costas pra ele, e tirei aos poucos a saia e a calcinha juntas. Pelo espelho, dava pra ver a cara de excitação dele e como os olhos dele acompanhavam meus movimentos. Abri as pernas, me apoiei bem na bancada e ordenei com a voz doce carregada de tesão:

— Me faz tua, filho da puta. Sou toda tua...

Ele não esperou nem um segundo. Se ajoelhou e minha bunda ficou à mercê dele. Abriu as nádegas e passou a língua afiada desde minha buceta até o buraquinho do meu cu. Que prazer, meu Deus! Ele tinha uma máquina de arrancar orgasmos na língua. Direcionou a língua pro buraquinho da minha bunda e dava chupadinhas constantes e batidinhas com a língua enquanto já tinha enfiado dois dedos na minha buceta. Tirava e enfiava de novo freneticamente, e eu gemia, gemia como uma louca, gemia como uma puta. Os lábios da minha buceta estavam abertos, dava pra sentir tudo no meu corpo, enquanto ele enfiava um pouco da língua no meu cu e me fazia delirar. Mordiscando uma nádega e depois a outra. Eu não aguentava mais.

— Me come, gatinho, me come agora

Ele não demorou, cuspiu na mão e lubrificou o pau, desnecessário por causa da umidade da minha buceta. Separou os lábios dela e, com um empurrão, meteu até o fundo, meus peitos balançaram, mas antes de voltarem ao lugar, ele já os tinha nas mãos, apertando, torcendo meus mamilos. Tinha deixado o pau no meio do caminho. Eu queria mais, mexia meus quadris pra frente e pra trás. Uma e outra vez, sentindo aquela piroca venosa entrando e saindo. Pela posição, meu clitóris roçava no mármore da bancada e eu me arrepiava. Não demorei muito pra ter um orgasmo e outro, e mais outro, enquanto ele pegava o ritmo das estocadas profundas, fazendo a piroca bater no fundo e arrancando gemidos de mim. Eu entrava num orgasmo e noutro, contínuos, como as penetrações do Esteban. A gente suava, gotas de suor percorriam nossos corpos e se misturavam com meus fluidos que escorriam da minha pussy.

Naquele momento, já estávamos há um tempão na mesma posição. Ele tira a piroca completamente e me vira, me obriga a sentar em cima da mesa e abaixa a boca até minha pussy. Gozei duas vezes e ele não perdeu uma única delas, saboreou tudo, degustou como um sommelier. Voltou a meter e minhas pernas foram parar nos antebraços dele, ele me comia freneticamente. O simples balançar dos meus peitos me excitou e eu gozei de novo, acompanhando outro gemido.

— Faz a Booty, come meu cu do jeito que você gosta...

Esteban tirou a piroca completamente e meteu de novo de uma vez. Me fez delirar. Apoiou a cabeça no buraco do meu cu e, como se tivesse um reconhecimento carnal, ele se dilatou pra dar passagem. O formato da piroca dele é genial, engrossa no meio e depois volta ao normal. Ele enfiou a cabeça e metade da piroca, devagar, aproveitando o momento. Depois fez um pouco de pressão e enfiou o resto. Não consigo explicar o que senti naquela hora, só posso dizer que gozei de novo. Deixou ela um tempo dentro, parada, só sentindo meu cu se moldar àquele pedaço de carne que pulsava dentro de mim. Ele acariciava meu clitóris e eu apertava meus peitos. Mordi o lábio deixando escapar outro orgasmo, só o toque ou o roçar no meu clitóris já me fazia gozar. Ele foi tirando devagar e enfiando de novo. Depois que meu cu se acostumou com a falta daquela piroca, ele voltou a energizar as estocadas, uma e outra vez, até aumentar a intensidade. Me obrigou a... Levar minha buceta pra ter uma penetração muito mais profunda no meu rabo.

Nossos gemidos eram ritmados. Não precisava de palavras pra incentivar, porque o tesão era visível, os gemidos se cortavam quando eu gritava por mais um e outro orgasmo, dois seguidos, molhei a barriga dele com meu gozo e enquanto ele continuava me comendo o cu como se estivesse possesso, juntou meu gozo, provou e me deu um pouco. Dava pra perceber, dava pra ver que ele não aguentava mais e eu também não. Ele saiu de dentro de mim, levantou a mão e desceu duas vezes, gozou nos meus peitos e um pouco no meu pescoço. Ele sentou no vaso pra descansar, e eu juntei o gozo dos meus peitos e levei à boca, tava grosso mas meio doce, uma delícia. Desci da bancada e entrei no chuveiro, e ali mesmo, enquanto via o Esteban pegando no sono, me toquei, me toquei de novo...

10 comentários - Curso de Guarda-Vidas - Esteban

que buen encuentro , ojala estes por marde , y nos salves la vida nena , muy buen relato , gracias por compartir
ya no trabajo mas de guardavidas.. hace ya un tiempo largo de esta historia
@Analia_lapro que lastima . ojala se nos cruce la vida por algun lado y salga alguna linda historia para escribir , gracias por la buena onda
manckus +1
fuaaaaa vos si que no dejas titeres con cabeza profe jajaja, te mereces +10, me encanto este relato, podriamos vivir algo similar? jajaja @Analia_laprofe
no hago encuentros mi amor...
manckus +1
@Analia_laprofe no importa hermosa me gusta leer tus relatos, me calentas mucho, me da mucho gusto que contestes mis comentarios con eso soy feliz!!! si supieras lo chanchito que me pones 😳 jejej
Toco el relato es genial pero el final con el me toque me toque otra vez Ufffff
@Analia_laprofe Perdon, fe de erratas... en lugar de toco es todo...
@Migueliuk se entendio corazon!!! tocate mas con el proximo entonces!
@Analia_laprofe Preferiria tocarte a vos... Aunque sea de manera platónica...
A ver como te digo yo esto.... creo que me voy a cambiar de nombre a ver si llamandome Esteban me dejas hacer eso, jejejeje.

No puedo pensar ahora mismo, creo que ya sabes por que, jajajaja. favoritos, reco, puntos....
Me encantó el relato !!!
Muy bien contado y super caliente !


Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!

Curso de Guardavidas - Esteban
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamohttp://i.imgbox.com/8pds403os cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
es un honor que hayas firmado mi relato.. cuando recupere puntos te los doy todos acompañados de mi lenguita
Me gusta la manera que encarás una historia, además tratrás de poner cuidado en la utilización de las palabras.