Duas Gostosas

Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.
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Duas GostosasNão perguntem como caralho, porque eu não sei. Simplesmente foi rolando, assim como as melhores coisas da vida vão rolando. Vou tentar reconstruir isso através das lembranças, apesar do estado de névoa em que minha mente estava quando os fatos aconteceram.
Foi uma sexta-feira de outubro.
Saímos do trabalho às 19h. Tinha sido um dia infernal de trabalho, uma semana infernal, um ano infernal. O estresse estava acabando com todo mundo, o país não ajudava em nada. Cada vez era mais difícil se virar pra fazer a empresa funcionar. Com todas as ideias que eu tinha proposto, poderia ter tocado meus próprios negócios e ganhado muito mais do que aquele salário de merda. Eu planejava mandar tudo pra puta que pariu, mas não tinha capital suficiente pra começar meu empreendimento, então tinha que continuar ali. Isso me frustrava, vivia de mau humor. Naufragávamos no meio de uma tempestade e nosso navio já tinha uns buracos. A qualquer momento o Moreno ia fechar as exportações e a gente ia ficar tudo na rua sem receber indenização (mas a gente ainda não sabia disso).
A única coisa que alegrava minhas manhãs e tardes era a Erika. Era muito gostosa de ver, sempre com suas leggings pretas e bem apertadinhas. Todo mundo queria comer ela e ela sabia disso, de propósito nos provocava. No dia que a Erika operou os peitos, bati uma punheta de alegria no banheiro do escritório.
Corria o boato de que o chefe comia ela, é bem provável. Mas nunca consegui confirmar. O chefe era casado e tinha família. Se faziam, eram muito discretos. A Erika era muito refinada nos gostos. Amava os Beatles, quando criança tinha praticado dança artística, por isso tinha um corpo fenomenal, mas ainda era uma garota. A única que ainda não tinha se formado e subiu mais rápido que todo mundo!!! (isso alimentava as suspeitas de que ela tava dando pro chefe, haha!)
A Erika sempre andava gostosa pelo escritório, de leggings ou calça social bem apertada. Saia micro curta. Mas no verbal, nunca dava em cima. excitante, mas ela usava um crucifixo.
Uma noite, de bobeira, encontrei ela no Tinder, na hora criei um perfil falso e comecei a conversar. Foram umas duas semanas de papo, ainda guardo umas fotos de fio dental que ela me mandou. Ela se cuidava bem, tentava não mostrar o rosto nas fotos.
Uma noite, enquanto a gente conversava no Tinder (eu do meu perfil falso), cada um na sua casa, ela confessou que tava saindo com um cara casado e mais velho (o chefe!, pensei).
Ela adorava minhas conversas e as fotos da minha pica, queria que a gente se encontrasse. Foi aí que revelei quem eu era. Mandei uma foto de corpo inteiro com o rosto e a pica bem dura na mão. Ela não respondeu mais, me deletou. No dia seguinte, faltou no escritório. Quando voltou na segunda, me pediu reserva, disse que realmente tinha gostado e ficado com tesão, mas que eu fui um idiota por tentar enganar ela. Se em vez de me passar por outro, eu tivesse chegado nela de verdade, até teria começado a sair comigo, mas agora não queria nada.
Pensei em chantagear ela: conto tudo, encho o escritório com as fotos dela! boto um outdoor! posto as fotos no pornozão!
Não precisei, naquela semana a gente ficou trabalhando depois do expediente e, quando todo mundo foi embora, a gente se resolveu.
Não foi lá essas coisas, mas ela tinha um dos melhores corpos que já vi na vida. A buceta dela era doce como mel, carnuda, apertada. Chupava a pica com ternura, me olhando nos olhos. Enquanto eu metia nela no sofá do chefe, ela me recriminava: "por que você mentiu pra mim?" "a gente podia fazer isso sempre se você não tivesse mentido". Gozei três vezes naquele dia e depois nunca mais. Ela não deixou eu comer o cu dela nem gozar na cara ou nos peitos, uma pena.vagabundas
Erik tinder pic

Naquela sexta-feira das putarias, era o aniversário do gordo Matias. Depois de fechar o balanço semanal, fomos todos comer em Ramos, num restaurante a quilo. Todo mundo de fingimento: o chefe disse que precisava visitar a família e, por coincidência, a Erika ia pro mesmo lado, então subiram no Mercedes e foram juntos.

No restaurante, uma mina nos atendia com uma bunda alucinante, parecida com a da Kim Kardashian ou da Jennifer Lopez. Éramos sete caras e, entre tiras de carne, chimichurri e moela, tomamos uns oito vinhos — tava um porre do caralho. A mina que nos atendia se chamava Jessica e era gente boa, dava mole pra todo mundo, e a gente tava com mais vontade de meter do que um batalhão de marinheiros recém-chegados da Fragata Liberdade depois de nove meses na Antártida.

Tava tudo muito bom, ninguém do escritório tinha mais de 30. Planejamos sair dali e cair na farra com o que viesse. O gordo morava num casarão gigante com piscina e não tinha problema. Cada um começou a mandar mensagem, ligar, zapar pra todas as gatinhas pra ver se caía alguma mina que topasse a festa ou pelo menos trouxesse amigas.

Na hora de pagar a conta, o Lucho se engraçou com a garçonete e pegou o telefone dela. A Jessica não parava de me olhar. "Ela tá a fim de você", o Lucho falou depois. A Jessica disse que, depois de fechar o restaurante, ia dançar com as amigas numa balada da região, então já sabíamos pra onde ir depois.

Fomos pro casarão do gordo. O Alex e o negro José desertaram. Ficamos cinco na casa, fumando baseado, ouvindo música no talo e tomando vinho quente. De todas as putinhas que mandamos mensagem, zap e ligação, nenhuma apareceu. Tínhamos info pra ir atrás delas em algumas baladas, mas com a larica que tava, nem dava pra sair na rua, e nada nos garantia que íamos acabar enterrando a vara. Pensamos em chamar umas putas pagas, mas no fim, sei lá, a ideia não vingou. Peguei um violão e comecei a tocar. Comecei a cantar umas músicas, depois apaguei. Tive sorte de não ter sido comido por aquela corja de degenerados. Umas 3 da manhã o gordo me acordou e falou "vamo no mambo", ou sei lá que merda, que a jéssica tava lá (aquela wachiturra que era garçonete do tenedor livre). Fomos. O Osvaldo e o Carlos sumiram enquanto eu dormia.

A balada era uma bosta, a música uma merda. Tava cheio de paraguaio e de favelado. Mano de boné gritando "ei, amigão!". Queria sair correndo daquele lugar escroto, mas as mina eram foda — uns booties enormes, tudo bem putinha, com jeans apertando a fresa, uma loucura. A gente deu volta e volta com o gordo e o Lucho procurando a jéssica, não achamos. Começamos a xavecar outras novinhas, mas a barreira cultural era intransponível, impossível atravessar o idioma delas, não entendíamos os códigos wachiturros. O Lucho se mostrou um puta xavecador, um mestre do pega, e considerei sair com ele outros dias, em outros lugares. O gordo, que morava na área e convivia diariamente com essa subespécie cultural, parecia decifrar uns códigos e se camuflava bem nessa tribo urbana de tênis Nike e roupa esportiva.

Deixei eles xavecando duas neguinhas e dei umas voltas sozinho. Minha roupa não combinava com o cenário, e parecia que isso gerava violência entre os manos que tentavam me bater — claro, de novo o homem branco vinha roubar as fêmeas deles (questão evolutiva, saca?). Pensei em dar o fora daquele lugar imundo, mas quando saí do banheiro, uma wachiturra me disse: "Tá com a farmácia aberta, amigo?" Respondi: "Não é farmácia, é um bar, e tu pode chupar tudo que quiser." "Com o que eu gosto de cerveja", ela falou, e passou a mão no meu pau enquanto encostava a boca. Eu tava passando a mão na bunda dela enquanto comia, foi bom — era uma loirinha (pintada, óbvio). Na hora, um monte de turrão (provavelmente amigos ou conhecidos dela) se aproximou, me cercando quando viram que eu tava ficando com uma das suas mais preciosas exemplares women. Me afastei e segui andando, dei voltas e mais voltas igual um pião procurando o Lucho e o Gordo, mas não achei eles. Na segunda-feira seguinte fiquei sabendo: eles se encontraram com a Jéssica e uma amiga e foram cair na farra na casa do Gordo.

Pedi um fernet no balcão e fiquei observando a festa entre toda aquela gente que eu não conseguia entender, mas que no fundo era bem parecida comigo: tava todo mundo buscando ser feliz, conquistar um coração, arrebentar umas bucetas. Sentir que não tão tão sozinhos no mundo, que talvez não tenha certezas, mas pelo menos tem outro alguém pra dividir as dúvidas e espantar a escuridão da solidão.

O sol já começava a aparecer pelas janelas pintadas de spray preto e tampadas com papelão, mostrando que era inútil tentar esconder ele. Uns grupos já começavam a se pegar, tudo cheio de álcool e outras paradas. Decidi vazar dali.

Saí da balada e andei umas quadras pelo bairro sem saber onde caralho tinha estacionado o carro (não fazia a menor ideia de como tinha chegado naquele lugar, nem sabia que direção pegar pra voltar pra casa). Tentei um último desespero pra salvar meus planos originais e fugir do vazio da solidão: vi que a Erika tava online e mandei uma mensagem: "e aí Eri, sábado bonzinho pra dar uns ejaculations, né?" Ela me deixou no visto e não respondeu.

Continuei dando voltas e no fim achei minha moto. Tinha ido de moto, por isso não achava o carro.

Sentei na moto e senti uma mão nas minhas costas. Caguei de medo, pensei que iam me roubar. Com surpresa, virei e vi um rosto conhecido: era a wachiturra que eu tinha pegado antes, a Jenny.
- Tá fugindo de mim?
- Imagina, falei.
- Tô com uma amiga, dá uma carona?
Ela disse que morava perto dali. Levei elas com a condição de me falarem pra que lado pegar a General Paz, porque tava perdidasso.

Fiz umas quadras pra um lado e pro outro, atravessamos uns dois vilarejos e depois... Uns bairros humildes, mentiu sobre onde moravam. Sentir os peitos dela nas minhas costas me excitava, mas eu só pensava em vazar dali. Deixei elas na frente de um beco, a morena desceu e sumiu por ali. "Essa é a casa da minha amiga, eu moro duas quadras pra lá", ela disse. A gente se beijou um pouco. Passei a mão na buceta dela por cima da calça jeans.

— Não quer entrar? Na casa da Yuli não tem ninguém.
— Não, falei.
— Vai, entra, amigo, não tem medo não, vamos tomar uns vinhos.
— É tarde, falei.
— Não vamos fazer nada que você não queira.

Amarrei a moto num latão de lixo e atravessei o beco estreito. Não tava nem aí se era uma armadilha e lá dentro tinha uns caras com bisturi querendo roubar meus órgãos, eu enchia todo mundo de porrada. A casa era humilde, com tijolos à mostra sem reboco e o chão de cimento cru. A morena gostosa, que não devia ter mais de 19 anos, tava se preparando uma carreira de pó na mesa. A Jenny pegou um vinho de caixinha e a gente começou a beber. Me ofereceram uma linha, aceitei — que diferença faz?

A July sumiu num dos quartos, a loira sentou no meu colo e a gente começou a se pegar. Tirei a rola dela ali mesmo na sala, ela ajoelhou e chupou que nem um bebê. Enfiei até a garganta, o reflexo de vômito ativou várias vezes e ela me deu um tapa — "Você vai me fazer vomitar!", disse. Devolvi o tapa e puxei a calça dela com violência. Joguei ela em cima da mesa e comecei a chupar o cu e a buceta dela, descendo e subindo com saliva. Isso deixava ela louca. Enfiei dois dedos na buceta e depois coloquei na boca dela. Ela chupava, era bem puta. Tava no céu. Dei tapas na bunda dela até ficar roxa, ela virou e continuou chupando minha rola, joguei ela no chão e chupei a buceta dela de novo. Enfiei um dedo no cu dela, ela não falou nada, deixou. Enfiei dois dedos no cu, ela gemeu que nem louca, continuei chupando a buceta dela. Enfiei três dedos no cu, ela tirou minha mão — "Não exagera". Disse
Ela tirou a regata amarela que tava e ficou completamente nua, tinha uma tatuagem na coluna. Era baixinha, peito pequeno, mas uma bunda do caralho, atitude de puta, nota dez. De cara, era a cara da Muller do Histótasty Chacharita, que subiu pra Série B. Tinha uns piercings. Tava no céu, fazia tempo que não comia um novinho daquele jeito.
“Coloca em mim, coloca em mim, filha da puta”, gritava.
E eu sem camisinha,
o mundo começava a desmoronar. Tava muito louco por causa da bebida, dos baseados e da merda, mas não era otário, sem camisinha não ia comer ela. Procurei na carteira e não tinha nenhuma.
“Me come mesmo assim”, ela implorava. “Sem camisinha não.” “Vou arrebentar teu cu”, falei. Ela fez que sim, mas deu um grito e chamou a “July”, que não apareceu. Com certeza tinha dormido. Jenny entrou no quarto.
Fiquei pelado na cozinha, me masturbando e tomando um tetra na boca, até que a Jenny apareceu e jogou uns pares de camisinha na mesa, ajoelhou e chupou minha pica. Eu continuei sentado, acendi um cigarro. A July saiu do quarto e sentou na mesa pra bolar um baseado como se nada tivesse acontecendo na frente dela. Coloquei a camisinha e a Jenny (“a loira”) começou a cavalgar. A July acendeu o baseado e me passou. Ela chegou perto de mim e começou a me beijar. Tirei o short e a calcinha vermelha dela e comecei a masturbá-la enquanto a Jenny continuava cavalgando.
A July, que era morena, ficou completamente nua também. A Jenny se afastou e as duas juntas começaram a chupar minha pica. Nem preciso dizer que não tava acreditando.
Coloquei as duas de quatro e enquanto comia uma, enfiava os dedos na outra, e assim foi.
Depois fomos pro quarto e eu surtei de vez, enfiava dedo no cu de uma e fazia a outra chupar. Uma bagunça. A Jenny deixou eu comer o cu dela e a July olhava com cara de nojo.
Comi, comi e comi e não gozava nunca, porque é o que acontece quando tô muito louco. A Jenny falou que a July nunca tinha dado o cu, aí fiquei doido. Chupei o cu das duas. Depois, com a Loira entre nós dois, chupamos o cu da July e, mesmo ela resistindo, eu arrebentei. Ela gritou que nem uma louca. No começo foi difícil, mas entrou só na saliva. A Jenny sumiu da cena e eu fiquei metendo sem parar no cu da July por um bom tempo, ela implorava pra eu tirar e eu metia com mais violência. A Jenny voltou pro quarto com o tetra e jogou nos peitos dela pra eu beber (tava morrendo de rir). "Cê gosta de ter o cu arrebentado, July?" – a Jenny perguntava. Tirei a pica meio suja do cu, me fiz de besta e enfiei na boca da Jenny. Ela provou e deve ter sentido nojo, porque vomitou na hora. A Jenny vomitava num canto e eu continuei comendo a July, que pedia – "mais, me dá mais" – e nem percebia o que rolava ao redor. A loira passou como quem queria correr pro banheiro, tapando a boca, e eu agarrei ela, joguei na cama e comecei a foder com tudo. A July me incentivava – "come ela, come ela" – e começou a enfiar uns dedos no cu dela enquanto eu metia a mil por hora.
Tudo muito lindo. "Agora arrebenta o cu dela igual você arrebentou o meu" – disse a July.putasFiz isso, mas já não tinha mais força. Quis e quis gozar, mas não vinha mais. Empilhei uma em cima da outra e comecei a comer o cu delas, use a palavra: buceta, cu, use a palavra: buceta, uma e outra até que a July não quis mais deixar, e sentou num canto numa cadeira. Continuei comendo a Jenny.
A July só olhava do canto. Meti e meti na Jenny pela use a palavra: buceta enquanto enfiava dois dedos no cu dela, ela gritava que nem louca. Sentia como ela se mijava toda e como secava de tanta fricção.
Quando não aguentei mais e estava prestes a gozar, tirei a camisinha e fui até o canto onde a July estava, enfiei a pica até o fundo da garganta dela e soltei toda a porra, que devia ser tipo meio litro. "Eu também queria gozar!", disse a Jenny!
A July se levantou, foi até a cama onde a Jenny estava de barriga pra cima e cuspiu nela na cara. A Jenny esfregou o leite nos peitos. Elas começaram a se beijar entre si.
Me aproximei, tinha queimado a bola de novo.
Chupei a use a palavra: buceta delas e enfiei os dedos, o pau já estava mole. A July começou a chupar ele, me empalei de novo, coloquei outra camisinha e me deitei de barriga pra cima. A July montou em mim e a Jenny colocava a use a palavra: buceta na minha cara pra eu chupar.
Já deviam ser umas 8 da manhã, o sol batia forte lá fora. E de repente a realidade começou a se revelar pra mim como realmente era. Sentia o cheiro de use a palavra: buceta, de cu, de suor pra todo lado. Nós três estávamos todos suados, um nojo. E eu já não tinha força pra nada.
"Prepara um tiro pra mim", falei pra Jenny enquanto enfiava nela no cu da July (que dizia que não, mas meti mesmo assim). Ela gritou que nem louca, se debatia que nem uma doida querendo escapar, mas não conseguiu, enfiei até o fundo.
Montei uma carreira no cu da July e com a loira cheiramos. A July também quis tomar e montei uma carreira na pica. Dava pra ter filmado, de verdade, podia ter filmado e com certeza elas não teriam negado. Mas não fiz porque não me ocorreu.
Continuamos comendo por mais um tempo, mas meu A ereção estava meio duvidosa, eu tinha cometido um erro, tava pensando demais. E pensar não é algo que se faz enquanto se come uma buceta.
Meu celular tocou, era a desculpa perfeita pra vazar.
— Não vai não, não vai. Fica mais um pouco — falavam. — Vamos tomar uns vinhos.
Continuaram chupando minha piroca murcha e as bolas todas. July me beijava, sentia o gosto de gozo de um tempo atrás, chupava as tetas da Jenny e sentia o gosto de gozo que a July tinha cuspido, e elas tinham um cheiro de bode terrível, imagina também que ficaram dançando a noite inteira rebolando a raba. Seguiram chupando minhas bolas. Não consegui fazer ela endurecer, não vou mentir, me vesti.

Jenny entrou no banheiro e saiu depois de um banho rápido pra me abrir a porta. Eu rezava pra moto ainda estar amarrada no poste. Antes de sair, tirei uma foto da Jenny (o único registro do encontro).
A moto ainda tava lá, respirei aliviado, não roubaram ela.
Dei um beijo de despedida, ela mordia meus lábios. Fiquei excitado, a piroca subiu, entramos no corredor e ela me chupou. Virei ela e enfiei fundo na bunda dela. Meti, meti e meti, quando tava quase gozando, tirei e ela se ajoelhou sozinha pra chupar, engoliu tudo. Engoliu toda a porra. Me deu o número dela e fingi que anotava, mas não anotei.
Não tava nem um pouco a fim de ver elas de novo.
Aí vi que tinha uma mensagem não lida, era a que tinha tocado antes.
Mensagem da Erika: Passa aqui de tarde se quiser, a gente faz alguma coisa.Desculpe nao posso traduzir es


FOTOS ILUSTRATIVAS


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Cumbeiras

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Duas Gostosas
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garotas

10 comentários - Duas Gostosas

Es una buena experiencia...pero derrapaste con eso de tribu y subespecie.
Cumbeiras

**Whachiturras**
Tremendo relato nene, me puso en órbita 🙌

Esto es de antología urbana: "Pedi un fernet en la barra y observe la fiesta entre toda esta gente que no llegaba a comprender, sin embargo eran bastantes similares a mi, buscaban ser felices, conquistar algún corazón romper algún que otro orto. Sentir que no están tan solos en el mundo, que quizás no haya certezas pero al menos algún otro hay, con el que compartir las dudas disipar la oscuridad de las soledades."

Tal vez vuelva a dejarte puntos pero no sé, no confío en mi.
Besitos ❤️

Gracias por compartir 👍
Muy bueno papá!!!
Son esas cosas que pasan una vez en la vida, y esta bien, con una asi alcanza no?

Pasate a leer mis relatos que te van a gustar
Pasaría a leerte pero me intimida un poco tu foto de perfil.
Tu relato es racista, ojala algun dia cambies..
Es un relato totalmente ficcional, puede que caliente a alguien. Pero no era lo que me propuse, sino que esta en primera persona y el tipo es totalmente despreciable, desagradecido, racista y todo lo que digas... esta hecho apropósito pretende llevar a la reflexión. Esa fue mi idea. Gracias por leer!
El relato es excelente, parece que lo estuviera viendo. Ahora bien, en lo personal, ¿tuviste alguna experiencia con este tipo de chicas?
Terrible! De lo mejor que leí, urbano y realista. Se me había pasado! Gracias capo, escribí más.