Duas Bucetudas

Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse texto, pois parece estar incompleto ou sem contexto. Se você puder fornecer o texto completo em espanhol, ficarei feliz em ajudar com a tradução para o português brasileiro de forma natural e adequada.
https://www.youtube.com/watch?v=UGNtfi1tcVM


Duas BucetudasNão perguntem como caralho, porque eu não sei. Simplesmente foi rolando, do mesmo jeito que as melhores coisas da vida vão rolando. Vou tentar reconstruir isso através das lembranças, apesar do estado de torpor em que minha mente se encontrava quando os fatos aconteceram.
Foi uma sexta-feira de outubro.
Saímos do trabalho às 19h. Tinha sido um dia infernal de trabalho, uma semana infernal, um ano infernal. O estresse estava acabando com todo mundo, o país não ajudava em nada. Cada vez era mais difícil se virar pra fazer a empresa funcionar. Com todas as ideias que eu tinha proposto, poderia ter tocado meus próprios negócios e ganhado muito mais do que aquele salário de merda. Eu planejava mandar tudo pra puta que pariu, mas não tinha capital suficiente pra começar meu empreendimento, então tinha que continuar ali. Isso me frustrava, vivia de mau humor. Naufragávamos no meio de uma tempestade e nosso navio já tinha uns buracos. A qualquer momento o Moreno ia fechar as exportações e a gente ia ficar tudo na rua sem receber indenização (mas a gente ainda não sabia disso).
A única coisa que alegrava minhas manhãs e tardes era a Erika. Era muito gostosa de ver, sempre com aquelas leggings pretas bem justinhas. Todo mundo queria comer ela e ela sabia, de propósito deixava a gente de pau duro. No dia que a Erika operou os peitos, bati uma punheta de alegria no banheiro do escritório.
Corria o boato de que o chefe comia ela, é bem provável. Mas nunca consegui confirmar. O chefe era casado e tinha família. Se faziam, eram muito discretos. A Erika era muito refinada nos gostos. Amava os Beatles, quando era nova tinha feito dança artística, por isso tinha um corpo fenomenal, mesmo assim era uma menina. A única que ainda não tinha se formado e subiu mais rápido que todo mundo!!! (isso alimentava as suspeitas de que ela tava dando pro chefe, haha!)
A Erika andava sempre gostosa pelo escritório, de leggings ou calça social bem apertada. Saia micro curta. Mas no verbal, nunca dava em cima. excitante, mas ela usava um crucifixo.
Uma noite, de bobeira, encontrei ela no Tinder. Na hora criei um perfil falso e comecei a conversar. Foram umas duas semanas de papo, ainda guardo umas fotos de fio dental que ela me mandou. Ela se cuidava bastante, tentava não mostrar o rosto nas fotos. Uma noite, enquanto a gente trocava ideia no Tinder (eu do meu perfil falso), cada um na sua casa, ela confessou que saía com um cara casado e mais velho (o chefe, pensei!).

Ela adorava minhas conversas e as fotos da minha pica, queria que a gente se encontrasse. Foi aí que revelei quem eu era. Mandei uma foto de corpo inteiro, com o rosto e a pica bem dura na mão. Ela não respondeu mais, me deletou. No dia seguinte, faltou no escritório. Quando voltou na segunda, me pediu reserva, disse que tinha gostado e ficado com tesão, mas que eu fui um idiota por tentar enganar ela. Se em vez de me passar por outro, eu tivesse chegado nela de verdade, até podia ter rolado algo sério. Mas agora ela não queria mais nada.

Pensei em chantagear ela: conto tudo, encho o escritório com as fotos dela! Boto um outdoor! Posto as fotos no Poringa!

Não precisei. Naquela semana, a gente ficou trabalhando depois do expediente e, quando todo mundo foi embora, a gente matou a vontade.

Não foi lá essas coisas, mas ela tinha um dos melhores corpos que já vi na vida. A buceta dela era doce como mel, carnuda, apertada. Ela chupava a pica com carinho, me olhando nos olhos. Enquanto eu comia ela no sofá do chefe, ela me repreendia: "Por que você mentiu pra mim?" "A gente podia fazer isso sempre se você não tivesse mentido." Gozei três vezes naquele dia e depois nunca mais. Ela não deixou eu comer o cu dela nem gozar na cara ou nos peitos, uma pena.vagabundas
Erik tinder pic

Naquela sexta-feira das putarias, era o aniversário do gordo Matias. Depois de fazer o balanço semanal, fomos todos comer em Ramos, num restaurante a quilo. Todo mundo de eufemismo: o chefe alegou que precisava visitar a família e, por coincidência, a Erika ia pro mesmo lado, então subiram no Mercedes e foram juntos.

No restaurante, uma garçonete atendia com uma bunda alucinante, parecida com a da Kim Kardashian ou da Jennifer Lopez. Éramos sete caras e, entre tiras de picanha, chimichurri e moela, tomamos uns 8 vinhos — tava um porre danado. A mina que nos atendia se chamava Jéssica e era gente boa, dava mole pra todo mundo, e a gente tava com mais vontade de comer ela do que um batalhão de marinheiros recém-chegados da Fragata Liberdade depois de uma turnê de nove meses na Antártida.

Tava sendo muito bom, ninguém do escritório tinha mais de 30. Planejamos sair dali e cair na farra com o que viesse. O gordo morava num casarão gigante com piscina e não tinha problema. Cada um começou a mandar mensagem, ligar, mandar zap pra todas as gatinhas pra ver se caía alguma mina que topasse a festa ou pelo menos trouxesse amigas.

Na hora de pagar a conta, o Lucho se engraçou com a garçonete e pegou o telefone dela. A Jéssica não parava de me olhar. "Ela tá a fim de você", o Lucho falou depois. A Jéssica disse que, depois de fechar o restaurante, ia dançar com as amigas numa balada da região, então já sabíamos pra onde ir depois.

Fomos pro casarão do gordo. O Alex e o negro José desertaram. Ficamos cinco na casa, fumando baseado, ouvindo música no talo e tomando vinho quente. De todas as vadias que mandamos mensagem, zap e ligação, nenhuma apareceu. Tínhamos info pra ir atrás delas em algumas baladas, mas com a larica que tava, nem dava pra sair na rua, e nada nos dava certeza de que íamos acabar enterrando o osso. Ensaiamos a ideia de chamar umas putas pagas, mas no final, sei lá, a ideia não vingou. Peguei um violão e comecei a tocar. Comecei a cantar umas músicas, depois apaguei. Dei sorte que não me comeram, aquela corja de degenerados. Umas 3 da manhã o gordo me acordou e falou "vamo no mambo", ou sei lá que merda, que a jessica tava lá (aquela wachiturra que era garçonete do tenedor livre). Fomos. O Osvaldo e o Carlos sumiram enquanto eu dormia. A balada era uma bosta, a música uma merda. Tava cheio de paraguaio e de favelado. Mano de boné gritando "ei, amigão!". Queria sair correndo daquele lugar escroto, mas as minas eram do caralho, uns booties enormes, todas bem putinhas de jeans apertando a buceta, uma loucura. A gente deu volta e volta com o gordo e o Lucho procurando a jessica, não achamos. Começamos a paquerar umas outras piranhas, mas a barreira cultural era intransponível, impossível atravessar a barreira do idioma delas, não entendíamos os códigos wachiturros. O Lucho mostrou ser um grande pegador, um mestre da conquista, e considerei sair com ele outros dias e em outros lugares. O gordo, que morava na área e convivia diariamente com essa subespécie cultural, parecia decifrar alguns códigos e se camuflava bem entre essa tribo urbana de tênis Nike e roupa esportiva. Deixei eles paquerando duas neguinhas e dei umas voltas sozinho por lá. Minha roupa não combinava com o cenário e parecia que isso gerava violência entre os manos que tentavam me bater, claro, de novo o homem branco vinha roubar as mulheres deles (toda uma questão evolutiva). Considerei dar o fora daquele lugar imundo, mas quando saí do banheiro, uma wachiturra me disse: "Tá com a farmácia aberta, amigo?" Respondi: "Não é farmácia, é um bar, e você pode chupar tudo o que quiser." "Adoro cerveja", ela disse, e me agarrou o pau enquanto chegava a boca. Eu passava a mão na bunda dela enquanto comia, foi boa, era uma loirinha (pintada, óbvio). Logo chegaram hordas de manos (provavelmente amigos ou conhecidos dela) me cercando ao ver que eu tava ficando com uma das suas mais preciosas exemplares women. Me afaste e continuei andando, dei voltas e mais voltas feito um pião procurando o Lucho e o Gordo, mas não achei eles. Na segunda-feira seguinte fiquei sabendo: eles se encontraram com a Jéssica e uma amiga e foram se enfiar numa festa na casa do Gordo.
Pedi um fernet no balcão e fiquei observando a festa no meio daquela gente que eu não conseguia entender, mas que no fundo era bem parecida comigo: tava todo mundo buscando ser feliz, conquistar algum coração, arrebentar com uma bunda ou outra. Sentir que não tão tão sozinhos no mundo, que talvez não tenha certezas, mas pelo menos tem outro alguém pra dividir as dúvidas e espantar a escuridão da solidão.
O sol já começava a aparecer pelas janelas pintadas de spray preto e tampadas com papelão, mostrando que era inútil tentar esconder ele. Uns grupos já começavam a se pegar, tudo cheio de álcool e outras paradas. Decidi vazar dali.
Saí do rolê e andei umas quadras pelo bairro sem saber onde caralhos tinha estacionado o carro (não fazia a menor ideia de como tinha chegado naquele lugar, nem sabia que direção pegar pra voltar pra casa). Tentei um último desespero pra salvar meus planos originais e fugir do vazio da solidão: vi que a Erika tava online e mandei uma mensagem: "e aí Eri, sábado bonito pra soltar uns ejaculations, né?" Ela me deixou no visto e não respondeu.
Continuei dando voltas e no fim achei minha moto. Tinha ido de moto, por isso não achava o carro.
Sentei na moto e senti uma mão nas minhas costas. Caguei de medo, pensei que iam me roubar. Com surpresa, virei e vi um rosto conhecido: era a wachiturra que eu tinha pegado antes, a Jenny.
"Tá fugindo de mim?"
"Imagina", falei.
"Tô com uma amiga, dá uma carona?"
Ela disse que morava perto dali. Levei elas com a condição de me falarem pra que lado pegar a General Paz, porque tava perdidasso.
Andei umas quadras pra um lado e pro outro, cruzamos uns vilarejos e depois... Uns bairros humildes, mentiu sobre onde moravam. Sentir os peitos dela na minha costa me excitava, mas eu só pensava em vazar dali. Deixei elas na frente de um beco, a morena desceu e sumiu por lá. "Essa é a casa da minha amiga, eu moro duas quadras pra frente", disse. A gente se beijou um pouco. Passei a mão na buceta dela por cima da calça jeans.

— Não quer entrar? Na casa da Yuli não tem ninguém.
— Não, falei.
— Vai, entra amigo, não tem medo não, vamos tomar uns vinhos.
— É tarde, falei.
— Não vamos fazer nada que você não queira.

Amarrei a moto num latão de lixo e atravessei o beco estreito. Não tava nem aí se era uma armadilha e lá dentro tinha uns caras com bisturi querendo roubar meus órgãos, eu enchia todo mundo de porrada. A casa era humilde, tijolo à vista sem reboco e chão de cimento cru. A morena gostosa, que não devia ter mais de 19 anos, tava montando uma carreira de pó na mesa. A Jenny pegou um vinho de caixinha e a gente começou a beber, me ofereceram uma carreira, aceitei — que diferença faz?

A July sumiu num dos quartos, a loira sentou no meu colo e a gente começou a se pegar. Tirei a rola dela ali mesmo na sala, ela ajoelhou e chupou que nem um bebê. Enfiei até a garganta, o reflexo dela ativou várias vezes e ela me deu um tapa — "Vai me fazer vomitar!" — falou. Devolvi o tapa e puxei a calça dela com força. Joguei ela em cima da mesa e comecei a chupar o cu e a buceta dela, descendo e subindo com saliva. Isso deixava ela louca, enfiei dois dedos na buceta e depois coloquei na boca dela. Ela chupava, era bem puta. Tava no céu. Dei tapas na bunda dela até ficar roxa, ela virou e continuou chupando minha rola, joguei ela no chão e chupei a buceta dela de novo. Enfiei um dedo no cu dela, ela não falou nada, deixou. Enfiei dois dedos no cu, ela gemeu que nem louca, continuei chupando a buceta dela. Enfiei três dedos no cu, ela tirou minha mão — "Não exagera" — Disse
Ela tirou a blusa amarela que tava usando e ficou completamente nua, tinha uma tatuagem na coluna. Era baixinha, peito pequeno, mas uma Booty do caralho, atitude de puta nota dez, de cara era a cara da mulher do Histótasty Chacharita que subiu pra B nacional recentemente. Tinha uns piercings. Tava no céu, fazia tempo que não comia um piranhão daquele jeito.
"Bota em mim, bota em mim, filha da puta" gritava.
E eu sem camisinha,
o mundo começava a desmoronar. Tava muito louco por causa da bebida, dos baseados e da merda, mas não era otário, sem camisinha não ia comer ela. Procurei na carteira e não tinha nenhuma.
"Me come mesmo assim" ela implorava, "sem camisinha não". "Vou te arrombar o cu" falei. Ela fez que sim, mas deu um grito e chamou a "july" que não apareceu. Com certeza tinha dormido. Jenny entrou no quarto.
Fiquei pelado na cozinha me masturbando e tomando um tetra na boca até que a Jenny apareceu e jogou uns pares de camisinha na mesa, ajoelhou e chupou minha pica. Eu continuei sentado, acendi um cigarro. A July saiu do quarto e sentou na mesa pra bolar um baseado como se nada tivesse acontecendo na frente dela. Coloquei a camisinha e a Jenny ("a loira") começou a cavalgar, a July acendeu o baseado e me passou. Ela chegou perto de mim e começou a me beijar. Tirei o short e a calcinha vermelha dela e comecei a masturbá-la enquanto a Jenny continuava cavalgando.
A July, que era morena, ficou completamente nua também, a Jenny se afastou e as duas juntas começaram a chupar minha pica. Nem preciso dizer que não tava acreditando.
Coloquei as duas de quatro e enquanto comia uma, enfiava os dedos na outra e assim foi.
Depois fomos pro quarto e eu desandei de vez, enfiava dedo no cu de uma e fazia a outra chupar. Uma bagunça. A Jenny deixou eu comer o cu dela e a July olhava com cara de nojo.
Comi, comi e comi e não gozava nunca porque é o que acontece quando tô muito doidão. A Jenny falou que a July nunca tinha dado o cu, aí fiquei doido. Chupei o cu das duas. Depois com Loira no meio, nós dois chupamos o cu da July e, mesmo ela negando, eu arrebentei. Ela gritou que nem uma louca. No começo foi difícil, mas entrou só na saliva. Jenny sumiu da cena e eu fiquei metendo sem parar no cu da July por um bom tempo, ela me pedia pelo amor de Deus para tirar e eu metia com mais violência. Jenny voltou pro quarto com o tetra e jogou nos peitos dela pra eu beber (tava morrendo de rir). "Você gosta de ter o cu arrebentado, July?" — Jenny perguntava. Tirei a pica meio suja do cu, me fiz de besta e enfiei na boca da Jenny. Ela provou e deve ter sentido nojo, porque vomitou na hora. Jenny vomitava num canto e eu continuei comendo a July, que pedia — "mais, me dá mais" — e nem percebia o que rolava ao redor. A loira passou como quem queria correr pro banheiro tampando a boca, eu agarrei ela, joguei na cama e comecei a foder com tudo, a July me incentivava — "come ela, come ela" — e começou a enfiar uns dedos no cu dela enquanto eu comia a mil por hora. Tudo muito lindo. "Agora arrebenta o cu dela igual você arrebentou o meu" — disse a July.putasFiz isso, mas já não tinha mais força. Quis e quis gozar, mas não vinha mais. Empilhei uma em cima da outra e comecei a comer o cu delas, use a palavra: buceta, cu, use a palavra: buceta, de uma e de outra até que a July não quis mais deixar, e sentou num cantinho numa cadeira. Continuei comendo a Jenny.
A July só olhava do canto. Meti e meti na Jenny pela use a palavra: buceta enquanto enfiava dois dedos no cu dela, ela gritava que nem louca. Sentia ela se esguichando toda e secando de tanta fricção.
Quando não aguentei mais e estava prestes a gozar, tirei a camisinha e fui até o canto onde a July estava, enfiei a pica até o fundo da garganta dela e soltei toda a porra, que devia ter sido tipo meio litro. "Eu também queria gozar!", disse a Jenny!
A July levantou, foi até a cama onde a Jenny estava de barriga pra cima e cuspiu nela na cara. A Jenny esfregou o leite nos peitos. Elas começaram a se beijar.
Me aproximei, tinha queimado a bola de novo.
Chupei a use a palavra: buceta delas e enfiei os dedos, o pau já tava mole. A July começou a chupar ele, me empalei de novo, coloquei outra camisinha e me deitei de barriga pra cima. A July montou em mim e a Jenny colocava a use a palavra: buceta na minha cara pra eu chupar.
Já deviam ser umas 8 da manhã, o sol batia forte lá fora. E de repente a realidade começou a se revelar pra mim como realmente era. Sentia o cheiro de use a palavra: buceta, de cu, de suor pra todo lado. Nós três estávamos todos suados, um nojo. E eu já não tinha força pra nada.
"Prepara um tiro pra mim", falei pra Jenny enquanto apoiava no cu da July (que dizia que não, mas meti igual), ela gritou que nem louca, se debatia que nem uma doida querendo escapar, mas não conseguiu, enfiei até o fundo.
Fiz uma carreira no cu da July e com a loira cheiramos. A July também quis usar e fiz uma carreira na pica. Dava pra ter filmado, de verdade podia ter filmado e com certeza elas não teriam negado. Mas não fiz porque não pensei nisso.
Continuamos comendo por mais um tempo, mas meu A ereção estava meio duvidosa, tinha cometido um erro, tava pensando demais. E pensar não é algo que se faz enquanto se fode.
Meu celular tocou, era a desculpa perfeita pra vazar dali.
— Não vai não, não vai não. Fica mais um pouco — falavam. — Vamos tomar uns vinhos.
Continuaram chupando minha rola morta e minhas bolas todas. A July me beijava, sentia o gosto de cuspe de um tempo atrás, chupava as tetas da Jenny e sentia o gosto de cuspe que a July tinha cuspido, e elas tinham um cheiro de bode terrível, imagina também que ficaram dançando a noite inteira rebolando a bunda. Seguiram chupando minhas bolas. Não consegui fazer ela endurecer, não vou mentir, me vesti.

A Jenny entrou no banheiro e saiu depois de um banho rápido pra me abrir a porta. Rezava pra moto ainda estar amarrada no poste, antes de sair tirei uma foto da Jenny (o único registro do encontro).
A moto ainda tava lá, respirei aliviado, não roubaram ela.
Dei um beijo de despedida, ela mordia meus lábios. Fiquei excitado, a rola subiu, entramos no corredor e ela me chupou. Virei ela e enfiei fundo na buceta dela. Meti, meti e meti, quando tava quase gozando tirei e ela se abaixou sozinha pra chupar, engoliu tudo. Engoliu toda a porra. Me deu o número dela e fingi que anotava, mas não anotei.
Não tava nem um pouco a fim de ver elas de novo.
Aí vi que tinha uma mensagem não lida, era a que tinha tocado antes,
Mensagem da Erika: Passa aqui de tarde se quiser em casa e a gente faz alguma coisa.Desculpe nao posso ajudar com


FOTOS ILUSTRATIVAS


argentas


garotas

Cumbeiras

Whachiturras nao e uma palavra

Duas Bucetudas
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garotas

10 comentários - Duas Bucetudas

Es una buena experiencia...pero derrapaste con eso de tribu y subespecie.
Cumbeiras

Whachiturras nao e uma palavra
Tremendo relato nene, me puso en órbita 🙌

Esto es de antología urbana: "Pedi un fernet en la barra y observe la fiesta entre toda esta gente que no llegaba a comprender, sin embargo eran bastantes similares a mi, buscaban ser felices, conquistar algún corazón romper algún que otro orto. Sentir que no están tan solos en el mundo, que quizás no haya certezas pero al menos algún otro hay, con el que compartir las dudas disipar la oscuridad de las soledades."

Tal vez vuelva a dejarte puntos pero no sé, no confío en mi.
Besitos ❤️

Gracias por compartir 👍
Muy bueno papá!!!
Son esas cosas que pasan una vez en la vida, y esta bien, con una asi alcanza no?

Pasate a leer mis relatos que te van a gustar
Pasaría a leerte pero me intimida un poco tu foto de perfil.
Tu relato es racista, ojala algun dia cambies..
Es un relato totalmente ficcional, puede que caliente a alguien. Pero no era lo que me propuse, sino que esta en primera persona y el tipo es totalmente despreciable, desagradecido, racista y todo lo que digas... esta hecho apropósito pretende llevar a la reflexión. Esa fue mi idea. Gracias por leer!
El relato es excelente, parece que lo estuviera viendo. Ahora bien, en lo personal, ¿tuviste alguna experiencia con este tipo de chicas?
Terrible! De lo mejor que leí, urbano y realista. Se me había pasado! Gracias capo, escribí más.