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Compêndio IAproveitando que minha "esposa da cutie" tá fazendo hora extra revisando não sei que equipamento, vou narrar um evento que não registrei na época certa.
Deveria ter contado lá pro final da primeira bitácora (seis por oito), porque aconteceu naquela época.
Mas como eu quis "finalizar" aquelas entradas mencionando como Hannah e eu nos envolvemos, não falei disso porque queria descansar de escrever.
Às vezes ela me surpreende. Acho incrível que a gente tenha se encontrado.
Não é só a "semelhança de personalidades" com a Marisol, além de um corpo europeu delicioso.
Também temos aquelas atitudes obsessivas que nos forçam a exigir mais do que o normal.
Assim como eu, compromisso é compromisso e não importa se toca o sinal do fim do expediente, como tá rolando agora.
Somos workaholics e se precisamos trabalhar turnos de 10 ou 12 horas pra cumprir os prazos, a gente simplesmente faz.
Infelizmente, nem todo mundo compartilha nossa visão e foi desse jeito tão singular que Hannah e eu começamos as "inspeções de campo"...
Não tenho certeza se foi no mesmo turno ou no seguinte à primeira vez que dormimos juntos. Não que seja muito relevante, mas se é uma bitácora, tem que ter uma sequência lógica, mesmo que essa entrada não tenha sido feita na hora certa.
Lembro que as pequenas tinham acabado de nascer e a Marisol tinha acabado de chutar o relacionamento dela com o Kevin, então eu também me sentia inseguro e Hannah, no fim das contas, me lembrava minha esposa.
Por parte dela, ela tava passando por mudanças drásticas demais nos sentimentos. Quando liguei pra ela pro nascimento das pequenas, mostrei que gostava dela mais do que ela imaginava e o mais provável é que isso acelerou nosso inevitável encontro amoroso.
Mas ninguém mais sabia da nossa parada...
"Vamos, galera! Dá pra tirar isso, se a gente for junto!" falei pra eles, enquanto tava no cassino.
"Desculpa, Cargo shorts. Mas nenhum de nós quer voltar molhado com água até... “Os joelhos.” Respondeu Tom, um dos técnicos veteranos.
Com uns 55 anos, gordinho, musculoso e traços faciais duros, ele é o segundo no comando.
“Você sabe bem que é um reparo simples!” insistia Hannah.
“Desculpa, love. Mas vai ter que esperar até semana que vem, quando consertarem a moto-bomba.”
Suspirando, Hannah olhou ao redor do cassino e nossos olhos se encontraram.
“Marco!” sussurrou baixinho. Ninguém sabia da nossa parada naquela época…
Mas lembrando onde estava, falou com mais força e determinação.
“Marco!... Você topa ir comigo fazer uma inspeção em campo?”
“Por quê?”
Os caras dela riam.
“Como assim ‘por quê’? Você quase nunca entra na cutie.”
“É, porque não preciso mesmo.” Expliquei. “Sou chefe de extração e quase todos os equipamentos que tenho que cuidar estão aqui fora.”
Os caras dela se acabavam de rir.
“Mas a extração… acontece dentro da cutie.” Argumentou fraco, implorando um pouco de apoio.
Naquela época, a relação dela com os caras ainda era complicada. Ainda davam tapas na bunda dela, como amuleto de sorte pra entrar na cutie, mas ela tava começando a levantar a voz e se fazer respeitar.
“Mesmo se eu fosse com você, não sei quanta ajuda poderia dar…”
Falar isso encheu ela de ânimo.
“Não importa! Você me entende! E sei que também não gosta de deixar serviço pendente…” Depois virou pros caras dela. “Tão vendo, rapaziada? Ele é um cavalheiro, que vai atender uma dama em perigo. Diferente de vocês, que têm medo de se molhar.”
“Boa sorte, amigão!” disse outro dos caras dela.
“Não vamos ser cavalheiros, mas vamos ficar secos!” falou outro, fazendo o resto cair na risada.
“Só peço que cuide da Cargo por nós…” pediu Tom. “Ela tem brilho e alegra nosso dia, e não quero que você machuque ela nem passe dos limites.”
Nós ficamos vermelhos de vergonha…
“Tom, você sabe bem que se alguém pegar ela demais, a ‘Ethel’ vai cuidar de defender a Cargo.” Outro disse, dando risada.
Pelo que Hannah me contaria depois, esse era o apelido da chave enorme que usam pra soltar os eixos dos veículos e que, sem exagero, pesava uns 30 quilos.
Pelo jeito que a gente se olhava, Tom sabia que Hannah e eu tínhamos um rolo…
Peguei minha caminhonete e entramos na mina. Não precisei dar muita explicação pra minha equipe, porque, como chefe, vivo saindo e entrando do escritório, a menos que tenha relatórios pra escrever.
Descemos uns dois quilômetros por túneis que Hannah conhece de olhos fechados. Me impressiona como ela consegue se orientar, com tudo tão escuro e só se vendo pedras.
“Desculpa ter te trazido aqui”, ela disse. “Tô tão frustrada e você é quem mais me entende…”
“Imagina!” respondi, de olho na estrada e nas luzes, enquanto o ar úmido e a direção me faziam suar um pouco. “Te entendo bem…”
Chegamos onde estava o Scoop. Era um trambolho gigantesco. Parecia um tanque com pneus enormes e uma pá imensa na frente.
“Ah, não!” ela exclamou. “Tem muita água mesmo…”
De fato, o veículo estava estacionado numa poça enorme, então chegar até ele ia ser complicado.
Ela soltou uns palavrões. A água costuma se acumular porque, no processo de quebrar o material, liberam-se lençóis subterrâneos da porra.
“Vamos ter que esperar a bomba!” ela disse, desiludida.
Acendi a luz do capacete e desci da caminhonete.
“O que cê tá fazendo?”
“Bom, já que tamos aqui, devíamos dar uma olhada. Não acha?” sugeri.
Hannah soltava pragas por não conseguir acessar o veículo, enquanto eu tateava o chão úmido com as luvas. Era argiloso.
Explorando a área, encontrei uma tomada de ar a uns 3 metros da poça. São poços sem fundo, que precisam ficar sinalizados pra evitar acidentes e que alimentam os andares de baixo com ventilação.
“Odeio que o Tom esteja certo!” ela exclamou furiosa, enquanto eu voltava pra parte de trás da caminhonete. "O que cê tá fazendo?"
"Testando uma ideia..." falei, pegando um poste de madeira que tinha na caminhonete.
"O que cê vai fazer?" disse a Hannah, se divertindo pra caralho com o espetáculo. "Vai cavar uma vala?"
"Algo assim." Respondi, procurando umas pedras.
"Nem se incomoda." Ela disse, meio triste. "Vai precisar de uma bomba pra tirar isso..."
Mas eu não desisti.
Achei duas pedras grandes, uma pra apoiar o poste e a outra, coloquei na ponta.
Hannah sacou o que eu tava tentando fazer.
Sinceramente, não tava com muita esperança. Mas se eu tinha aquilo, valia a pena tentar.
Depois que fiquei satisfeito, voltei pra caminhonete.
"Me dá espaço!" mandei ela se mexer e engatei a primeira marcha...
O poste fez um sulco raso e a pedra foi se enterrando na terra, até cair na entrada de ar.
Surpreendentemente, funcionou...
"Tô vendo e não acredito..." ela exclamou, vendo o nível da água baixando devagar.
Peguei o poste e guardei na caminhonete.
"Só nos resta esperar..." falei, vendo ela sorrir pra mim.
Ela se jogou em cima de mim e me deu um beijo quente.
"Você é foda!" ela disse, me abraçando com força.
"Se alguém não tivesse me ensinado a jogar sinuca..." falei, passando a mão no cabelo dela.
Enquanto a gente se beijava, a mesma preocupação bateu...
"Quanto tempo cê acha que leva pra drenar?" ela perguntou.
Lembrei de todas aquelas matérias da faculdade pra dar um cálculo preciso. Torricelli, descarga por orifícios, fluxos laminares e turbulentos...
A cabeça mais prática, de baixo, deu um palpite.
"Meia hora... ou um pouco mais."
O que fazer por meia hora, na escuridão quase total?
Nem meio segundo e tirei o macacão dela. Lá estavam os bermudões gostosos que tinham rendido o apelido entre os homens dela.
Eram nossas primeiras vezes e ela tinha um pouco de vergonha de se pelar. Como eu mostrava mais iniciativa, deixou eu fazer.
"Ai!"
Um gemido abafado e comprimido saiu quando lambi a rachinha dela, por cima da calcinha.
Tava quentinho e levemente Molhada e ela contraía levemente a perna esquerda, como se tentasse me parar.
“N-n-não… você não pode fazer… isso…” ela dizia, enquanto o cheiro de mulher começava a inundar a calcinha dela.
“Por que não?” perguntei, abrindo espaço pra lamber a buceta dela sem problemas.
Ela soltou um gemido mais agudo e, de novo, colocou as mãos na minha cabeça.
Adoro quando fazem isso. É tipo um gesto de aprovação, tipo “bom trabalho”, e é muito melhor quando te forçam, porque reforça minha ideia de que tô fazendo certo.
Gosto de chupar bucetinhas. Aprendi a fazer isso nas primeiras vezes com minha Marisol, quando percebi que minha inexperiência não deixava ela gozar.
Eu lambia ela pra fazer ela gozar umas duas vezes na minha boca e depois penetrar, assim, se eu gozasse antes, ela não ficava decepcionada, e eu fiquei bem bom nisso. Mas quando saíamos, preferia masturbar ela com as mãos.
Não curto 69 porque tenho medo de gozar antes delas. Além disso, acho que sexo oral é uma arte que tem que ser apreciada e saber como dar, e é difícil pra mim curtir se faço as duas coisas ao mesmo tempo.
Enfim, pra Hannah ainda era uma surpresa gostosa. A luz do capacete era bem ruim e eu não conseguia ver ela, porque ela olhava pro teto da caverna.
Ou pelo menos era o que eu deduzia, pela luz do foco dela. Mas os gemidos dela eram reconfortantes.
Ela gozou uma vez e eu deixei ela descansar uns minutos, pra depois retomar a ação.
“Não!” exclamou de novo e se deixou querer, até ver estrelinhas pela segunda vez.
Depois de agitada (e bem motivada), levei ela pro banco de trás da caminhonete, porque queria ver ela.
“Oi!” falei pra linda princesa de olhos azuis que me recebia, toda envergonhada.
“Mhm… ainda… falta… né?” perguntou, com vontade de mais.
“Claro!” falei, pegando uma camisinha do bolso do peito do meu macacão, enquanto me despia.
Ela riu…
“Você já tinha planejado isso?”
“Não… mas a gente nunca sabe quando pode surgir uma oportunidade…”
“É, claro.” Disse ela, com Um tom de deboche. "Especialmente, numa gostosa cheia de homem, né?"
"Bom… nunca se sabe se a sorte vai sorrir pra você e rolar com a loira da Manutenção…"
Ela sorriu pra mim e me beijou.
Enquanto eu não falar "Bermuda cargo", ela aceita tudo de mim.
A gente riu pra caralho naquela primeira vez. Aprendemos que, se quiséssemos transar na caminhonete, tínhamos que tirar a roupa lá fora ou, pelo menos, arrancar os macacões.
Também tivemos que aprender a cuidar dos braços, porque umas duas vezes o cotovelo dela acertou minha cara.
Mas ali estava eu: com uma loira, que falava uma língua completamente diferente da que eu nasci, de olhos azuis, baixinha e magrinha… e que me olhava, esperando que eu a pegasse.
A luz da cabine fazia um efeito de clarão e penumbra com a sombra do meu corpo sobre ela. Às vezes, eu só via a silhueta dela.
Era estranho. Uma mulher pequenininha, como minha Marisol tinha sido um dia, que meu corpo franzino podia proteger e envolver nos braços…
Ela se assustou quando me viu chorar…
"O que foi?" ela me olhou, preocupada, acariciando meu rosto.
Eu acariciei ela, olhando nos olhos azuis, esperando que virassem as esmeraldas que eu amava e que a pinta que adoro aparecesse na bochecha direita dela.
"Nada!" falei. "Só te achei muito gostosa."
Pensei na Marisol e no Kevin…
Fechei os olhos, buscando o cheiro de sabão dela. O gosto de limão dos beijos dela…
Mas, simplesmente, era outra garota.
Já a Hannah, por outro lado, também tava imersa naquela atmosfera mágica.
Deve ter alguma coisa na perfeição do Douglas que faz ela me procurar e se contentar comigo…
Até mesmo duvidar se quer casar com ele ou não…
Mas eu via nela a minha antiga Marisol, a que foi minha namorada no passado: a garota magricela e tímida otaku…
Não tô dizendo que não amo a mulher incrível que a Marisol é hoje. Mas essas lembranças, de caminhadas em parques, de beijos escondidos enquanto a gente estudava, de fugas secretas de bicicleta ou de segurar a mão dela quando íamos ao cinema…
É isso que eu encontro. ao ver e fazer amor com a Hannah.
Sentia aquela vontade foda de voltar o calendário uns meses atrás e voltar pros tempos simples, onde eu simplesmente amava ela e mais ninguém.
Foi por isso que comecei a beijá-la com mais intensidade, pra surpresa dela. Eu a envolvia, abraçava e tirava o fôlego dos pulmões dela…
Descobria os peitinhos dela, enquanto meus lábios beijavam o pescoço majestoso dela…
Mas me sentia frustrado. Parecia com ela, mas não era…
O cheiro dela, o gosto do corpo dela, o calor dela. Eram completamente diferentes.
Ela, por outro lado, me olhava com paciência. Como se me entendesse… como se realmente fosse minha Marisol.
Então, eu a beijava de novo nos lábios, com minha língua explorando a boca dela, procurando o gosto de limão da minha esposa.
Não encontrava, mas achei uma língua atenta aos meus carinhos e meus beijos. Saliva doce, que nem mel, com um nariz que respirava brisas quentes nas minhas bochechas.
Eu a acariciava com ternura. Era a Marisol… mas ao mesmo tempo, não era…
E eu me maravilhava.
Ela soltava o mesmo gemido que meu rouxinol dava nas primeiras vezes. Aquele, abafado, enquanto eu a penetrava, como pra manter o segredo do nosso relacionamento.
“Te amo!” falei pro meu antigo e novo rouxinol, fazendo ela corar nas bochechas rosadas e delicadas.
Hannah sabia português o suficiente pra entender minhas palavras.
E comecei a bombar ela, como eram as coisas antes…
Devagar, pra não machucar e consolando ela com meus beijos.
Acariciava a cintura dela e apertava os peitos dela, lembrando dela, a de antes.
“Por favor!… Não para!” ela me dizia, numa língua estranha pra Marisol das minhas lembranças, enquanto eu descia das bochechas dela, de volta pro pescoço.
Confuso, eu colava meu corpo mais nela e Hannah soltava suspiros intensos. Como a antiga menina otaku que eu conhecia…
Começava a pegar mais força, pegar ela como era a minha…
Como a Marisol das minhas lembranças, Hannah abafava os gemidos no meu ombro. Meu corpo pegava mais impulso, turbinado por esse gesto.
A caminhonete balançava e o calor dos dois transformava a cabine numa atmosfera ardente, elétrica. Ela soltava gritos de prazer, que não eram os do meu rouxinol, mas eu continuava bombando ela com mais intensidade.
Queria me fundir de novo com ela, com a minha antiga Marisol…
Mas os gemidos dela eram diferentes. Não eram o mesmo tom da Marisol das minhas lembranças. Mas meu corpo não ligava.
Fechando os olhos, minha mente imaginava o cheiro de sabão dela e seus olhos azuis tomavam aquele brilho de esmeralda que eu procurava.
Já estava bombando ela com mais força…
O pouco espaço da caminhonete jogava a nosso favor. Me permitia ficar conectado àquela lembrança intensa do meu rouxinol.
Apertava ela, apertava ela, apertava ela, cada vez mais e mais…
Tinha um fogo intenso dentro da gente. Uma chama que só podíamos acalmar com beijos, carícias e abraços, que impedissem nossa separação…
E a respiração dela, ofegante, era a mesma do meu rouxinol.
Encontrava nela o santuário que procurava. A lembrança de outros tempos, também felizes… que ainda sentia falta.
E bombando, bombando, bombando. Cada vez com mais e mais força…
Os gemidos dela, aos poucos, foram se transformando nos gemidos do meu tímido e magrinho rouxinol…
Os olhos dela, o brilho diáfano das esmeraldas…
Os beijos dela, o gosto especial de limões…
E aquela pinta… aquela pinta safada e pervertida… na bochecha direita…
Os cabelos dela… migraram do loiro pro castanho…
E eu alcancei a glória. Aquele ponto onde o tempo para e você é um com o outro. Onde sente a presença dos anjos e percebe que nem tudo é preto.
Estávamos os dois juntos, naquele lugar maravilhoso, apoiado no ombro dela, igual a Marisol faz no meu.
Num ponto onde o tempo não avança. Onde os dois são um…
Mas eu vi os olhos dela… e Marisol não era ela.
Era a lindíssima Hannah, que, envolta em êxtase, estava tão gostosa quanto um anjo.
“Hannah!” exclamei, surpreso.
Ela me beijava.
“Gosto que você me me chama pelo meu nome..."
E para minha surpresa, ela se apoiou no meu peito, igualzinho a Marisol fazia comigo. Eu a abraçava, acariciava os cabelos dela, do mesmo jeito que fazia com o rouxinol de antes.
Maravilhado, confuso e contente. Era assim que eu me sentia.
Pela primeira vez, me sentia em paz. Não me sentia como se tivesse traído o amor do meu rouxinol. Porque como eu poderia traí-la, se tinha tocado as estrelas, sentindo ela?
Claro, Hannah não é ela.
Mas naqueles momentos especiais, eu não via Hannah...
Eu via Marisol.
E ficamos assim por um tempinho. Deitados, no banco de trás da minha caminhonete, com ela me abraçando e me dando o calor dela.
Depois, nos separamos. Mas nossa relação ficou mais forte a partir daí.
Ela tinha esquecido o furo. A água tinha baixado o suficiente pra fazer os reparos.
"Me passa a caixa de ferramentas, por favor!" ela pediu, ainda com aqueles olhos angelicais de mulher satisfeita.
Ela abriu a tampa e, com a maestria de uma mulher do calibre dela, começou a fazer a mágica dela.
Com capacete na cabeça, lanterna acesa e um sorriso lindo, ela me olhava de vez em quando pra me dar as instruções.
E lá se foram uns trinta minutos...
"Me dá espaço!" ela disse, como se estivesse zoando meu experimento anterior.
O motor do tanque enorme ligou sem problema nenhum e eu ajudei ela a descer do veículo, como sempre, acariciando e beijando ela, depois de recebê-la nos meus braços.
"Os meninos já podem ir buscar." Ela disse pro Tom, quando saímos da gostosa.
Mas o velho foi o primeiro a saber o que tinha rolado naquela visita, depois de ver aquele sorriso lindo que nos engancha pra entrar nas entranhas da terra...
No entanto, no dia seguinte, no meu escritório...
"Marco... Você tem um tempo livre antes do almoço?... Porque vou fazer uma ronda de inspeção... e queria saber se você quer me acompanhar..." com aquele rubor típico nas bochechas europeias dela. "Sabe... você é uma pessoa muito criativa..."
"Acompanhar uma mulher tão talentosa quanto você, Hannah? Seria uma honra! Respondi com um sorrisão, o que alegrou o dia dela.
Com o tempo, minha equipe e a dela iam sacar o que realmente tava rolando e iam nos dar espaço e privacidade pra fazer acontecer.
A Marisol sempre soube que a Hannah é minha "esposa da cutie" e acho que vai ficar mais claro pra ela agora por que ela é isso…
Simplesmente, porque ela é ela mesma, uns meses atrás… e as duas me fazem muito feliz.Post seguinte
2 comentários - Sete por sete (23): Uma entrada atrasada…