Sete por sete (22): Aquela noite, não…




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Compêndio IObviamente, não foi o único evento da noite…
Talvez por educação, nenhum dos convidados comentou sobre a carne. Por um lado, os filés estavam aceitáveis, mas por outro, eram verdadeiros pedaços de carvão.
Marisol e eu não ficamos surpresos, porque a vizinha demorou uma hora a mais para “encontrar os pratos da sobremesa”.
Quando nos sentamos à mesa, era evidente que aquele simples trabalho de grelhar a carne tinha enchido de cansaço, satisfação e calmaria o meu vizinho hercúleo.
Também não nos surpreendeu que a esposa dele, por outro lado, se mostrasse sem apetite à mesa. Mas nem minha esposa nem eu podíamos negar que ela parecia estranhamente especial: o olhar dela estava mais sedutor, selvagem e cativante do que o normal…
Uma loba à espreita, adornada com bochechas rosadas…
Por sorte, além de nós, ninguém prestou muita atenção nela. A ideia de convidar o Ryan tinha superado minhas expectativas.
A Diana pode ter 21 anos, mas a vida e o ambiente dela a forçaram a amadurecer precocemente. O mundo vai exigir que ela aja como uma aeromoça séria e madura, mas entre nós, damos liberdade para ela se expressar como quiser.
Ela busca um pouco de romance e, embora tenha encontrado o afeto do marido da melhor amiga (ou seja, eu), continua procurando um amor que seja só dela, e o primeiro indício disso ela encontrou naquela noite…
Por volta das 11 da noite, me ofereci para levar a Megan até a casa dela. No entanto, o Ryan mora no caminho para Dovers Garden, então levei os dois juntos na caminhonete. Eles se divertiram bem e, quando o Ryan desceu, ele me agradeceu.
Fiquei estacionado alguns minutos na frente do apartamento da Megan. Nos beijamos, e ela queria que eu subisse um pouco, mas já tinha as ordens da Marisol… e eu precisava amanhecer em casa, afinal.
Ela não gostou, mas me entendeu. Outro dia, muito provavelmente a Marisol teria me “emprestado”.
Naquela noite, não…
Eu já tinha minhas instruções…
Marisol me contou que os vizinhos se Saíram bem animados. Conhecendo a vizinha, matei temporariamente a fome de pau nos buracos dela com o marido, mas o uniforme de cheerleader ainda tinha umas horas extras de trabalho…
E eu, como era de esperar, acabei deitado na cama da Diana…
“Marisol, você pode usar aquele vestido hoje à noite?” perguntei, antes de ir buscar os pratos com a Fiona.
“Você é louco?” sussurrou meu rouxinol pervertido. “Hoje você é o presente da Diana!…”

É o problema desse arranjo esquisito imposto pela minha esposa: ela não hesita em me “emprestar” ou “dar de presente” por um tempo, como se eu fosse um par de chinelos, uma jaqueta ou algo que nossas visitas possam usar. Até me “entrega em domicílio”, como acontece com a Rachel uma vez por mês ou como nos fins de semana que eu ficava com a Sonia, quando era solteiro.

Não nego que a Diana é bonita e tem seu próprio charme: cabelos cor de mel, olhinhos castanhos, lábios finos e um nariz comprido e elegante, que dá distinção e um ar de princesa de filme da Disney, com seus peitos virginais, cintura fina e o pêssego majestoso que ela usa pra sentar…

Mas quando você vê os corpos desenvolvidos da sua vizinha e da sua esposa, vestidas como suas maiores fantasias, você acaba preferindo uma mulher com mais corpo.

Então lá estava eu, com a Diana e a camisinha chata já colocada…
Ela me atrai, mas como as nuvens no céu azul, os fogos de artifício que eu via no porto no Ano Novo ou como um romance que você lê no verão e fica pensando pelo resto do ano na história…

Uma experiência doce, que não te dá coragem pra corromper ou perturbar ela. Simplesmente, ensinar o básico, dar confiança e espaço pra ela voar sozinha.

E naquela noite, eu queria testar as asas dela…
A gente se beijava, mas era diferente. Eu sentia ela distraída. Distante.

Quando passamos a noite juntos ou quando eu pego ela, ela se entrega completamente: sabe que vou fazer ela gozar com delicadeza e criatividade. Que vou surpreendê-la de algum jeito e vou… Intriga saber o caminho que vou seguir pra conseguir isso…
Naquela noite, não…
Eu tava pensando em algo. Sentia, embora ela não me dissesse e eu não dou tanta liberdade pros meus instintos pra cortar os sentimentos dela.
“Tem alguma coisa?” perguntei.
Foi como vê-la acordar de um sonho. Sorri, porque só de olhar pra ela já sabia que tinha algo.
“Não… nada.” Respondeu, tentando esconder os sentimentos como sempre.
Rachel diz que como comissária de bordo, ela se mostra confiante, decidida e mantém a sangue frio. Mas comigo, ela é insegura, medrosa e nervosa…
Recuei, então, pra dar espaço pra ela.
“Vai, me fala!” perguntei.
Ela não queria me contar…
“É sobre o Ryan, né?” perguntei.
“Por que você diz isso?... Não, não é isso!” respondeu, olhando pro lado.
Confesso que doeu um pouco. Embora eu não quisesse passar a noite com ela, até aquela noite ela me olhava de um jeito diferente.
Continuava achando que sou o “Anjo da guarda” dela, sem se importar que eu acabei sendo um diabo…
“Porque eu te conheço, Diana… e sei que você é especial.” Respondi.
Ao me ver mais calmo, ela também se acalmou. Aproveitei pra tirar a porra do preservativo, já que via que não ia usar naquela noite.
Contei tudo que sabia sobre ele: como o conheci, o que a gente conversou, o que ele estudava…
Os olhos dela ganharam um brilho especial. Sorri de novo, porque ela tinha se apaixonado…
“Marco… Você acha que eu sou gostosa?” perguntou, com a timidez de sempre.
“Diana… você não precisa perguntar isso.” Respondi, beijando ela suavemente nos lábios.
“E o que você mais gosta em mim?”
“Seu rosto. É muito inocente…” respondi.
Minha resposta não agradou ela.
“Só isso?... Marco!” exclamou surpresa.
“Você perguntou!” respondi, acariciando a bunda dela em formato de pêssego.
Ela riu um pouco e me olhou rapidamente com aqueles outros olhos…
“Por que você é o único que me trata assim?”
“Desculpa. Te incomoda?”
Ela riu de novo.
“Claro que não. Confio em você… mas você é o único que faz essas coisas comigo…”
“E você quer que mais homens façam?” com você?”
“Não!” ela também ria de bom grado. “Só tô dizendo que todo mundo me vê como inocente… e não sou assim.”
“Bom, o Ryan também não é nenhum santo…” respondi.
Mas não adiantou animá-la…
“E meus peitos não são tão bonitos nem grandes quanto os da Marisol ou os da sua vizinha…”
“Mas sua bunda é uma delícia… Te confesso que sempre achei linda. É fofinha, firme… dá vontade de apertar.”
Ela riu.
“É, mas você gosta de peitos… e acho que não curte tanto minha raba assim.”
“Por que você diz isso?”
“Pelo que a Miss Rachel e a Marisol contam.” Ela apontou, aflita. “Dizem que você faz isso direto e comigo… quase nunca.”
“Bom… você sabe bem por quê… você é delicada e não quero te machucar.”
“Não precisa mentir, Marco!... minha raba não é tão bonita.” Disse, desiludida. “A Marisol me conta como você adora comer a bunda dela… mas comigo você quase nunca faz…”
“Mas é que você parece tão meiga e indefesa…” tentei acalmá-la.
“Não sou! Juro, eu aguento!” ela disse, com muita convicção.
Foi o pedido de ajuda mais estranho. Ela gosta de outro cara e achava que o mais certo era ele ensinar.
Sempre me preocupei com ela. Pra não doer tanto. Pra ela aproveitar…
Mas naquela noite, ela queria que fosse diferente…
Ela tem 21 anos. Pode decidir por si mesma e queria ser tratada como adulta…
Mas por mais que ela queira que eu a trate como adulta, é impossível pra mim e tem uma coisa que só faço com a Marisol e com ela…
“Tá sujo!... Não enfia a língua aí não!”
Suas nádegas suculentas e esbranquiçadas e seu cuzinho apertado convidam a fazer isso. Além disso, o tom de voz dela me diz que ela gosta, mas nem por isso deixo de sentir pena de mim.
“Faço isso pra não doer…” explico pela enésima vez e enfio 2 dedos no cuzinho dela, o que a deixa toda nervosa.
“Não enfia os dedos!” protesta, enquanto vou massageando a pontinha do intestino dela.
“Diana!” respondo no tom mais compreensivo que tenho. “Você tá muito tensa e Você tem que relaxar!"
"Mas... seus dedos..."
"Se eu não quisesse enfiar meus dedos assim, não faria..."
Ela quer que eu seja mais bruto, mas acho que ela não está pronta, muito menos que vá gostar...
Minhas palavras pareceram acalmá-la um pouco e ela me deixou fazer, sem reclamar tanto.
Quando notei que o buraco estava dilatado o suficiente, apresentei a ponta da glande.
Como todas as outras vezes, ela suspirou quase com resignação.
"Ainda lembro daquela vez que caímos no avião." Falei, enquanto começava a enfiar devagar "Eu te peguei entre as pernas e sua saia levantou. Você usava uma calcinha branca, que se ajustou tanto e pensei como seu namorado devia ser sortudo..."
Ela não fez comentário sobre isso, mas não precisava.
Pela primeira vez, começou a entrar com mais facilidade. A Diana é nervosa por natureza e entendo que seja difícil, porque pra aproveitar esse buraco ela tem que estar mais relaxada.
Provavelmente, quando a Marisol conta como é gostoso, esquece de mencionar que o maior motivo de ela curtir é porque já não fica mais nervosa.
Eu a bombeava devagarinho e avançava até a metade.
"Diana, você está bem?"
"Sim... só um pouco estranho, nada mais."
"Acho que você está indo muito bem. Estou entrando bem devagar, pra você se acostumar mais..."
"Obrigada!" ela disse.
Como se ela tivesse que me agradecer naquele momento...
Embora quisesse beijá-la, acariciá-la e lamber, preferia que ela estivesse consciente do que estava rolando e não distraí-la.
Já fizemos isso outras vezes e pra mim não foi ruim. Mas o rabo dela fica dolorido e, embora ela não diga, nem sempre curtiu.
"Tudo bem?" perguntei, já enfiando 3/4 do pau no intestino dela e me mexendo com mais força.
Ela suspirava, respirando ofegante.
"Sim... tá começando a ficar gostoso." respondeu ela.
Fiquei feliz, porque já tava com vontade de meter com mais força.
Eu suspirava, curtindo o calor dela, o cheiro, o corpinho delicado. Era um presente mais pra mim do que pra ela. Ela.
Eu tinha que me segurar. Se fosse a Marisol ou as outras, eu estaria metendo forte.
Mas a Diana, com sorte, aguentava e seus gemidos me deixavam feliz, porque ela também estava curtindo.
As mãos dela até seguravam minha cintura, pedindo que eu entrasse mais e mais nela…
Mandei com tudo, até o fundo. A cama balançava e balançava com cada estocada.
“Ai, Diana!... é tão gostoso… Você também tá curtindo?”
“Sim… porque você cuida de mim… e eu gosto de te fazer feliz.” Respondeu, com um tom que doía, mas ela achava prazer nessa dor.
E eu, metendo e tirando, metendo e tirando, sem me segurar por ser ela…
Naquela noite, não…
Cheguei num ponto que já precisava tocá-la, beijá-la, deixar minha marca. Ela também queria isso…
A gente se beijava com paixão. Minhas mãos percorriam o corpo dela. Os peitos e a buceta dela recebiam as visitas mais frequentes.
Sentia a cama pular, enquanto minha pelve deformava aquele rabo carnudo tão gostoso e ela gemia com prazer genuíno, arrebatador.
Já tava bombeando com total sacanagem, porque queria cobrar a palavra dela. Queria arrebentar aquele rabo e ela, em vez de reclamar, ficava mais molhada e mais molhada no outro buraco dela.
A língua dela procurava a minha e ela se arqueava como uma gata na cama, pra impedir que meu vai e vem levasse ela como uma onda.
Ela chorava, não de dor, mas de puro prazer, porque eu não tava dando aquele “tratamento especial” pra ela. Deferente. Discriminador.
Naquela noite, não…
Eu tava maltratando ela como se fosse qualquer uma das minhas amantes…
E ela adorava. Não queria que eu amasse ela com suavidade nem delicadeza. Queria que eu deixasse meus instintos fluírem sobre ela…
A saliva dela, pegajosa e sensual, escorria da língua, ao sentir aquele bombeamento ardente na retaguarda dela, que já tinha tirado muitos orgasmos pelo outro buraco.
A cada estocada, ela esperava que eu gozasse, mas eu tinha que aproveitar. Tava perfurando aquele rabo como nunca antes…
Mas cheguei num ponto que tive que me agarrar ao corpinho dela e Beijando ela, recebendo seu gemido abafado ao sentir eu derramar meus fluidos dentro dela.
Inundei sua retaguarda com meu gozo e fiquei parado de novo, preso no calor do seu interior.
Ela me beijava, com aquele olhar de adoração, mas eu tinha que lembrá-la…
“Então você gosta do Ryan…” falei, do nada.
Matei toda a paixão. Fui o primeiro homem que a beijou. O que tirou a virgindade dela em Ulundi e o que acabou desflorando a bunda dela…
Mas ela não é minha e quero que encontre alguém que a ame.
Ela ficou com vergonha…
“Você não se sente… mal?” perguntou, com a timidez de sempre.
“Claro que não.” fingi. “É natural. Vocês têm a mesma idade e são quase igualmente tímidos.”
Reconheço que foi um mau momento pra mencionar isso. Afinal, o esfíncter dela ainda me mantinha prisioneiro lá dentro.
“É que… foi um presente dele…” confessou, complicada. “Me lembrou um pouco… o que você me contou sobre você e a Marisol.”
“Entendi!”
Ela não queria me machucar. Dava pra perceber pelo tom de voz dela…
Por isso, acho que nunca levei nossa relação tão a sério (pra tristeza da Marisol), porque ela é dessas minas que se apaixonam fácil e, no meu caso, não me sinto bem, porque não é justo a gente não se amar com a mesma intensidade.
Como fiquei em silêncio, ela ficou nervosa e na defensiva, tentando explicar o que simplesmente não precisava ser explicado.
“Não pense que eu ligo pra presentes!” disse, com um tom quase irritado, que me lembrou um pouco os surtos do meu rouxinol. “Eu queria algo pra ouvir minhas músicas… e que alguém que não me conhece me desse…”
Selei os lábios dela com um beijo, enquanto finalmente conseguia me deslizar pra fora do corpo dela.
“Diana, você não precisa me explicar nada!” falei, acariciando ela com carinho. “Conheço seu coração e sei o que você deseja.”
“Obrigada!” ela disse.
Peguei meu macacão e minhas coisas. Era claro que ela tinha muito o que pensar e, se eu ficasse ali, só ia distrair ela.
Então voltei quietinho pro meu quarto e me enfiei devagar debaixo Os lençóis, como se fosse um bandido, pra não acordar meu rouxinol… enquanto provava a Booty que eu mais gosto.
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