Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.https://www.youtube.com/watch?v=94yrmMe_MhE

Cara
Gloria está divorciada. Depois de dez anos e um filho de 8, percebeu que nada a ligava ao ex. Pegou o touro pelos chifres e resolveu ser a vilã da história. Tem 35 anos, é agora ou nunca… Um ano depois, está sozinha na cozinha do apartamento dela (bem menor que o que tinham quando casados), fumando e pensando. Nahuel (o filho dela) foi dormir pela primeira vez na casa de um colega da escola, e a ansiedade tá pegando. Já falou com ele e com a mãe do colega, tá tudo certo, mas mesmo assim não para de se preocupar. Pensa que cairia bem um gole pra relaxar… Não tem mais nada, nem coca, nem fernet. Na mesma quadra tem uma birosca que vende bebida a noite inteira; conhece um dos caras que trabalha lá, descobriu que é amigo de uma sobrinha e se encontraram numa festa de 15 da família. Sergio (o nome dele) chegou perto e cumprimentou, ela demorou pra reconhecer quem era…
– É que de terno você parece mais velho! – falou, meio se desculpando.
– Já você parece bem mais nova com esse vestido – respondeu o atrevido, olhando descaradamente pro decote dela. Gloria se sentiu mais lisonjeada do que ofendida.
Avaliou se valia a pena se trocar e tentar comprar fernet às duas da manhã, passando por bêbada na frente do amigo da sobrinha. Deu de ombros, vestiu uma camiseta e saiu.
A birosca tá cheia de caras comprando cerveja, gritando e ouvindo música de um carro. Quando Sergio viu ela, fez sinal pra chegar perto.
– Deixa a moça passar, mal-educados – falou pros que estavam amontoados.
Gloria vai passando no meio de uma fila de caras, bem desconfortável, sentindo eles olhando pra bunda dela.
– Oi, gato, me vende um fernet e uma coca? – Nessa hora, dois que estavam bem bêbados gritam:
– Gostosa, vem beber com a gente! – Sergio responde:
– São uns babacas. Vai que daqui a pouco eu levo aí. Pb A, né?
– Valeu, Sergio! – E saiu o mais rápido que pôde. Os dois sem noção gritaram mais alguma besteira, e ela sentiu um alívio quando fechou a porta.
A situação ela tinha deixado nervosa, calculo que se tomasse um banho rápido daria tempo de atender o cara. debaixo d'água, reconheceu que estava excitada e que o banho não era tão inocente assim… a campainha tocou, ela se secou às pressas e atendeu o porteiro
— o ferneteiro!
— já vou, Sérgio — vestiu a camiseta e um short sem nada por baixo (total, nem dá pra ver, pensou)
— desculpa, os caras são uns sem-noção! O que houve? Tem uma reunião e ficaram sem gasolina?
— não, não, é que o Nagu foi na casa de um amigo e eu tô com dificuldade pra dormir…
— vai beber sozinha?
— e daí? Sou muito patética? — Sérgio sorriu
— de patética nada, só que não é de cavalheiro deixar uma mulher bebendo sozinha — de novo provocando ela, Glória olhou agradecida…
— sabe a sopa que você tem que tomar pra ser um cavalheiro!
— particularmente, prefiro o fernet com esse calor — ela riu e sentiu que o cara era de confiança.
— mesmo assim, você tem que cuidar do quiosque e da sua clientela exclusiva
— mandei todo mundo pra puta que pariu, eles me enchem o saco, a essa hora começam a brigar, então eu ia dormir, mas beleza, se quiser eu te acompanho uns tragos e depois vou embora — ele olhou desafiador
— olha só que atrevido você é! — e ela se afastou pra deixar ele entrar, pensando sorte que tô no térreo e não cruzo com ninguém…
— só um fernet — saiu num tom de mãe que não deixa o filho comer doce, Sérgio concordou
— que apartamento bonito — jogando a carta da cortesia
— é, não é muito grande, mas beleza, é o que consigo pagar sozinha
— faz tempo que se separou? — ele olhou de canto enquanto preparava os drinques.
— um ano e meio
— e desde então, nada? — perguntou enquanto entregava o copo
— nada o quê? — respondeu entre divertida e irritada
— nada no love, um relacionamento… desculpa, soou mal, tô perguntando se tem alguém — Glória ri
— pareceu que tava perguntando se mediram meu óleo — ela briga entre risadas
— ou desentupiram o cano!! — retruca Sérgio
— você é burro, né? — e dá um peteleco nele enquanto por dentro começa a considerar seriamente foder o cara Nada, Sérgio, a essa altura acho que voltei a ser virgem!!
— Hum, a gente podia resolver esse probleminha, né? — o cara se adianta e come a boca dela, beija e ela para de pensar e se perde naquela boca fresca e sorridente… Sérgio sobe ela na bancada da cozinha e beija o pescoço dela, isso acaba com ela e automaticamente ela abre as pernas e se deixa apoiar, por baixo da calça dá pra adivinhar a dureza… ele desliza uma mão por baixo da camiseta e aperta aqueles peitos que tanto o excitam, ela já tá a mil, respira ofegante de tesão, levanta a camiseta e deixa as amiguinhas saírem pra brincar, ele, feliz, chupa, lambe e mordisca e atrapalhadamente puxa o short dela pra baixo, depois começa a descer beijando o umbigo, desvia para os quadris e volta a subir pros peitos, deixando ela na vontade, repete a brincadeira umas duas vezes até que Glória agarra ele pelo cabelo e esfrega a pussy na cara dele.
—Chupa meu pau, gostoso, me come toda assim — ela grita com voz de possessa, se arqueia com as pernas nos ombros dele e jorra pra caralho, sujando a cara dele. Goza cada contração, os músculos da pélvis dela como há muito tempo não sentia... Ficou toda trêmula e uma lágrima escorreu.
— Tudo bem?
— Sim, sim, me desculpa — Sergio a carrega no colo até o quarto, deita ela na cama e tira a roupa.
— Que gostosa que você é — ele olha ela nua e entregue, e sem pedir permissão, se aproxima e mete o pau na boca dela. Gloria tira pra poder ver: é linda, grossa, cheia de veias e um pouco inclinada pra esquerda. Ela lambe da base até a cabeça, pinta os lábios com essa porra de pau enérgico e vivo, engole tudo, feliz por sentir ele empurrando contra a garganta dela... Tem que parar porque se engasga. Ele empurra, e os olhos dela se enchem de lágrimas. Ela sente ele tremer e enche a boca dela de porra quente (isso não tava nos planos dela, mas ela engole tudo de tão puta que tá).
- Não dava pra avisar, não? — ela repreende
- Você me avisou? — eles riem e ficam deitados, ela calcula o tempo que passou sem foder e se sente incrivelmente relaxada, Sergio procura no bolso e tira um baseado:
- Fuma?
- Uff, faz tempo que não, mas já que tô na brisa, vou fundo
- Hum, fundo? E o que isso inclui, senhora?
- Nada do que sua cabecinha depravada tá pensando! — ela responde enquanto passa o baseado e começa a beijar os mamilos dele, o pescoço, os ombros, o quadril, quando chega na região, a pica já tá dura, suspira, enche de saliva e usa os peitos pra dar um boobs fuck de filme pornô
- Tem camisinha? — ela pergunta de boca cheia, ele alcança um pacote
- Você já tinha planejado, né? Sou tão fácil assim?
- Fácil nada, carente talvez! — ela, que tá colocando a camisinha com a boca, morde ela — Além disso, você tava sem calcinha!
- Que filha da puta! — Glória sobe por cima e devagar enfia a pica até o saco, comprovando que não era virgem de novo
— Siiii, precisava disso, meu Deus! — Ele agarra o cabelo dela com uma mão e com a outra aperta a bunda dela, começa a meter fundo, bem fundo. Ela aguenta a porrada se segurando nos peitos e mordendo o lábio inferior.
— Tô me partindo, tô me partindo, gatinho — abrindo as pernas o máximo que pode, ela tem um orgasmo gigante que a parte igual um raio. Sergio continua socando ela por um tempo e para bem antes de gozar, tira ela de cima e a coloca de bruços.
— Abre essa bunda — ele falou, e soou como uma ordem. Gloria nunca tinha tido boas experiências com sexo anal, mas tava tão molhada que obedeceu a ordem do cara.
— Devagar, Sergio, não me machuca... — Ele lambe o cu dela, ela fica molhada... se encharca toda enquanto aquela língua a enlouquece. Ela abre bem a bunda — Mete agora.
— Vou te partir, puta — e enfia sem piedade. Ela sente ele empalando ela, o cu dela estica até quase rasgar. Ela se masturba freneticamente pra aguentar a dor, e consegue outro orgasmo enquanto sente o Sergio gozar bem fundo dentro dela.
— Me destruiu, cara, que foda que você me deu — ela fala enquanto se aninha do lado dele.
— Uff, é que você me excita demais, você é mais gostosa e fode muito melhor que sua sobrinha! — Ela se senta e crava um olhar furioso nele.
— Você come a Ana?
— É minha namorada, não sabia? — Gloria tapa a boca com a mão, feito idiota.
— Você é um merda, vai embora... — De repente, tudo de bom tinha ido embora e o mundo voltava a ser complicado.
— Não fica brava, mas tenho que cobrar o fernet.

Cara
Gloria está divorciada. Depois de dez anos e um filho de 8, percebeu que nada a ligava ao ex. Pegou o touro pelos chifres e resolveu ser a vilã da história. Tem 35 anos, é agora ou nunca… Um ano depois, está sozinha na cozinha do apartamento dela (bem menor que o que tinham quando casados), fumando e pensando. Nahuel (o filho dela) foi dormir pela primeira vez na casa de um colega da escola, e a ansiedade tá pegando. Já falou com ele e com a mãe do colega, tá tudo certo, mas mesmo assim não para de se preocupar. Pensa que cairia bem um gole pra relaxar… Não tem mais nada, nem coca, nem fernet. Na mesma quadra tem uma birosca que vende bebida a noite inteira; conhece um dos caras que trabalha lá, descobriu que é amigo de uma sobrinha e se encontraram numa festa de 15 da família. Sergio (o nome dele) chegou perto e cumprimentou, ela demorou pra reconhecer quem era…
– É que de terno você parece mais velho! – falou, meio se desculpando.
– Já você parece bem mais nova com esse vestido – respondeu o atrevido, olhando descaradamente pro decote dela. Gloria se sentiu mais lisonjeada do que ofendida.
Avaliou se valia a pena se trocar e tentar comprar fernet às duas da manhã, passando por bêbada na frente do amigo da sobrinha. Deu de ombros, vestiu uma camiseta e saiu.
A birosca tá cheia de caras comprando cerveja, gritando e ouvindo música de um carro. Quando Sergio viu ela, fez sinal pra chegar perto.
– Deixa a moça passar, mal-educados – falou pros que estavam amontoados.
Gloria vai passando no meio de uma fila de caras, bem desconfortável, sentindo eles olhando pra bunda dela.
– Oi, gato, me vende um fernet e uma coca? – Nessa hora, dois que estavam bem bêbados gritam:
– Gostosa, vem beber com a gente! – Sergio responde:
– São uns babacas. Vai que daqui a pouco eu levo aí. Pb A, né?
– Valeu, Sergio! – E saiu o mais rápido que pôde. Os dois sem noção gritaram mais alguma besteira, e ela sentiu um alívio quando fechou a porta.
A situação ela tinha deixado nervosa, calculo que se tomasse um banho rápido daria tempo de atender o cara. debaixo d'água, reconheceu que estava excitada e que o banho não era tão inocente assim… a campainha tocou, ela se secou às pressas e atendeu o porteiro
— o ferneteiro!
— já vou, Sérgio — vestiu a camiseta e um short sem nada por baixo (total, nem dá pra ver, pensou)
— desculpa, os caras são uns sem-noção! O que houve? Tem uma reunião e ficaram sem gasolina?
— não, não, é que o Nagu foi na casa de um amigo e eu tô com dificuldade pra dormir…
— vai beber sozinha?
— e daí? Sou muito patética? — Sérgio sorriu
— de patética nada, só que não é de cavalheiro deixar uma mulher bebendo sozinha — de novo provocando ela, Glória olhou agradecida…
— sabe a sopa que você tem que tomar pra ser um cavalheiro!
— particularmente, prefiro o fernet com esse calor — ela riu e sentiu que o cara era de confiança.
— mesmo assim, você tem que cuidar do quiosque e da sua clientela exclusiva
— mandei todo mundo pra puta que pariu, eles me enchem o saco, a essa hora começam a brigar, então eu ia dormir, mas beleza, se quiser eu te acompanho uns tragos e depois vou embora — ele olhou desafiador
— olha só que atrevido você é! — e ela se afastou pra deixar ele entrar, pensando sorte que tô no térreo e não cruzo com ninguém…
— só um fernet — saiu num tom de mãe que não deixa o filho comer doce, Sérgio concordou
— que apartamento bonito — jogando a carta da cortesia
— é, não é muito grande, mas beleza, é o que consigo pagar sozinha
— faz tempo que se separou? — ele olhou de canto enquanto preparava os drinques.
— um ano e meio
— e desde então, nada? — perguntou enquanto entregava o copo
— nada o quê? — respondeu entre divertida e irritada
— nada no love, um relacionamento… desculpa, soou mal, tô perguntando se tem alguém — Glória ri
— pareceu que tava perguntando se mediram meu óleo — ela briga entre risadas
— ou desentupiram o cano!! — retruca Sérgio
— você é burro, né? — e dá um peteleco nele enquanto por dentro começa a considerar seriamente foder o cara Nada, Sérgio, a essa altura acho que voltei a ser virgem!!
— Hum, a gente podia resolver esse probleminha, né? — o cara se adianta e come a boca dela, beija e ela para de pensar e se perde naquela boca fresca e sorridente… Sérgio sobe ela na bancada da cozinha e beija o pescoço dela, isso acaba com ela e automaticamente ela abre as pernas e se deixa apoiar, por baixo da calça dá pra adivinhar a dureza… ele desliza uma mão por baixo da camiseta e aperta aqueles peitos que tanto o excitam, ela já tá a mil, respira ofegante de tesão, levanta a camiseta e deixa as amiguinhas saírem pra brincar, ele, feliz, chupa, lambe e mordisca e atrapalhadamente puxa o short dela pra baixo, depois começa a descer beijando o umbigo, desvia para os quadris e volta a subir pros peitos, deixando ela na vontade, repete a brincadeira umas duas vezes até que Glória agarra ele pelo cabelo e esfrega a pussy na cara dele.
—Chupa meu pau, gostoso, me come toda assim — ela grita com voz de possessa, se arqueia com as pernas nos ombros dele e jorra pra caralho, sujando a cara dele. Goza cada contração, os músculos da pélvis dela como há muito tempo não sentia... Ficou toda trêmula e uma lágrima escorreu.— Tudo bem?
— Sim, sim, me desculpa — Sergio a carrega no colo até o quarto, deita ela na cama e tira a roupa.
— Que gostosa que você é — ele olha ela nua e entregue, e sem pedir permissão, se aproxima e mete o pau na boca dela. Gloria tira pra poder ver: é linda, grossa, cheia de veias e um pouco inclinada pra esquerda. Ela lambe da base até a cabeça, pinta os lábios com essa porra de pau enérgico e vivo, engole tudo, feliz por sentir ele empurrando contra a garganta dela... Tem que parar porque se engasga. Ele empurra, e os olhos dela se enchem de lágrimas. Ela sente ele tremer e enche a boca dela de porra quente (isso não tava nos planos dela, mas ela engole tudo de tão puta que tá).

- Não dava pra avisar, não? — ela repreende - Você me avisou? — eles riem e ficam deitados, ela calcula o tempo que passou sem foder e se sente incrivelmente relaxada, Sergio procura no bolso e tira um baseado:
- Fuma?
- Uff, faz tempo que não, mas já que tô na brisa, vou fundo
- Hum, fundo? E o que isso inclui, senhora?
- Nada do que sua cabecinha depravada tá pensando! — ela responde enquanto passa o baseado e começa a beijar os mamilos dele, o pescoço, os ombros, o quadril, quando chega na região, a pica já tá dura, suspira, enche de saliva e usa os peitos pra dar um boobs fuck de filme pornô
- Tem camisinha? — ela pergunta de boca cheia, ele alcança um pacote
- Você já tinha planejado, né? Sou tão fácil assim?
- Fácil nada, carente talvez! — ela, que tá colocando a camisinha com a boca, morde ela — Além disso, você tava sem calcinha!
- Que filha da puta! — Glória sobe por cima e devagar enfia a pica até o saco, comprovando que não era virgem de novo
— Siiii, precisava disso, meu Deus! — Ele agarra o cabelo dela com uma mão e com a outra aperta a bunda dela, começa a meter fundo, bem fundo. Ela aguenta a porrada se segurando nos peitos e mordendo o lábio inferior. — Tô me partindo, tô me partindo, gatinho — abrindo as pernas o máximo que pode, ela tem um orgasmo gigante que a parte igual um raio. Sergio continua socando ela por um tempo e para bem antes de gozar, tira ela de cima e a coloca de bruços.
— Abre essa bunda — ele falou, e soou como uma ordem. Gloria nunca tinha tido boas experiências com sexo anal, mas tava tão molhada que obedeceu a ordem do cara.
— Devagar, Sergio, não me machuca... — Ele lambe o cu dela, ela fica molhada... se encharca toda enquanto aquela língua a enlouquece. Ela abre bem a bunda — Mete agora.
— Vou te partir, puta — e enfia sem piedade. Ela sente ele empalando ela, o cu dela estica até quase rasgar. Ela se masturba freneticamente pra aguentar a dor, e consegue outro orgasmo enquanto sente o Sergio gozar bem fundo dentro dela.
— Me destruiu, cara, que foda que você me deu — ela fala enquanto se aninha do lado dele.
— Uff, é que você me excita demais, você é mais gostosa e fode muito melhor que sua sobrinha! — Ela se senta e crava um olhar furioso nele.
— Você come a Ana?
— É minha namorada, não sabia? — Gloria tapa a boca com a mão, feito idiota.
— Você é um merda, vai embora... — De repente, tudo de bom tinha ido embora e o mundo voltava a ser complicado.
— Não fica brava, mas tenho que cobrar o fernet.
28 comentários - cara
Me hizo reír mucho el final ! Genial !
Muy buen relato !
A favoritos y volveré !
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamohttp://i.imgbox.com/8pds403os cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
EXCELENTE RELATO!
Excelente , muy hot y contemporáneo 🆒
me gusto el relato y la foto!!! 🤤 🤤