FAZENDO MARISOL MULHER
Marisol - como a gente começa?
Ana - vamos tirar a roupa dele
As duas me jogaram na cama e começaram a me despir juntas.
Ana - agora, filha, deixa o pau dele duro
Marisol - com a mão?
Ana - se fosse com a mão, eles já teriam levantado
Marisol - então vou fazer com a boca
Ana - exato, filha
Marisol - mas me dá nojo chupar um pau, porque minhas amigas falam que é salgado e eu não gosto de coisa salgada
Ana - então tem que ser doce
Ana saiu do quarto e voltou em poucos minutos com um pote de doce de leite.
Ana - beleza, filha, masturba ele
Marisol - ok
Marisol começou a me masturbar devagar e suave. Demorou um pouco, mas deixou meu pau duro.
Ana - fecha os olhos - Marisol tapou os olhos e Ana começou a cobrir meu pau com doce de leite - agora abre e come
Marisol abriu os olhos e começou a lamber meu pau. Ana deixou Marisol continuar lambendo e se sentou na minha cara, e eu comecei a masturbar a Ana. Ana já tinha gozado três vezes quando Marisol parou de lamber meu pau.
Ana - agora engole ele, filha
Marisol - tá bom
Marisol começou a engolir meu pau. Ela conseguiu enfiar até a metade e depois tirou.
Ana - boa, filha, pra primeira vez foi bem - ela se levantou da minha cara
Marisol - e agora, o que a gente faz?
Ana - agora você vai se lubrificar
Marisol - como?
Ana - vem cá - pegou Marisol pela mão e levou até minha cabeça - agora senta na cara do Enzo e aproveita
Marisol sentou devagar na minha cara. Quando já estava sentada, comecei a lamber a buceta virgem de Marisol.
Marisol - aahh - Marisol gemia a cada lambida que eu dava - aaahhh
Fiquei dando prazer pra Marisol até ela gozar.
Marisol - aaaaaaahhhhhh
Marisol demorou uns minutos pra se recuperar. Quando se recuperou, saiu de cima da minha cara.
Ana - filha, você tá pronta?
Marisol - tô
Ana - beleza - deu uma chupada na cabeça do meu pau - senta no pau e desce no seu ritmo
Marisol - ok
Marisol sentou sobre meu quadril, Ana pegou meu pau e colocou na buceta de Marisol.
Ana - quando quiser, começa, filha marisol - obrigada, mãe
marisol começou a se mover lentamente pra frente e pra trás. quando se sentiu segura, marisol sentou e enfiou a cabeça do meu pau
marisol - aaaahhhh
marisol continuou mexendo os quadris e meu pau entrava centímetro por centímetro, enquanto marisol gritava de prazer
marisol - aaahhhh
ana - continua, filha, você tá indo bem
marisol teve o orgasmo dela quando meu pau entrou todo
marisol - aaaaaaahhhhhhh
ana - isso mesmo, filhota - acariciando as costas dela - agora pensa que você tá montada num cavalo e galopa, galopa com tudo
marisol começou a se mover pra cima e pra baixo devagar. foi aumentando a intensidade dos movimentos. no segundo orgasmo de marisol
ana - agora, marisol, você vai ser comida como uma puta
marisol - ok aaahhh
ana - enzo, come minha filha como uma puta
sem dizer uma palavra, agarrei marisol pelos quadris e encostei ela na cabeceira da cama, começando a meter com força. também comecei a chupar os peitos de marisol, e ela tava gemendo aos berros. no sétimo orgasmo de marisol
eu - vou gozar - tentei tirar meu pau
marisol - não - me prendeu com as pernas e eu gozei dentro da buceta dela - aaaaaahhhhh
quando marisol se recuperou do orgasmo, a gente se separou e ana abraçou marisol.
ana - muito bem, filha, agora você é mulher
quando eu já tava saindo do quarto, meu celular tocou, atendi
eu - alô
jesica - oi, meu amor
eu - aconteceu alguma coisa?
jesica - não, só quero falar com as meninas que dividem meu namorado comigo
eu - ok
fiquei me perguntando do que ela queria falar
eu - ana
ana - o que foi, enzo?
eu - minha namorada quer falar com vocês
ana - pra quê será?
eu - sei lá
ana - bom, me dá aqui que a gente conversa
passei o celular pra ana, elas começaram a bater papo até
ana - enzo, você podia chamar as meninas e continuar com seu trabalho, depois foda-se seu celular
eu - ok
me vesti e saí do quarto. fui pra cozinha e quando cheguei, silvia e lucia estavam lá.
silvia - oi, enzo
lucia - oi, enzo - ela tava usando um conjunto de lingerie preta
eu - oi, a ana disse pra vocês subirem todas pro quarto dela lucia - ok
fui limpar a piscina. terminei de limpar e a silvia me chamou
silvia - enzo, vem comer
fui pra cozinha e não tinha ninguém. vi a bancada e lá estava minha comida e meu celular. comi e continuei trabalhando. tinha que cortar uma árvore que tava velha e quase caindo. comecei a cortar os galhos dela.
às 3 da tarde entrou um carro e eu tava em cima da árvore. era a jesica e a jazmin no carro. perguntei o que vieram fazer e o que queriam, não quis encher a cabeça e continuei cortando a árvore. as minas foram embora uma hora depois e eu tava prestes a derrubar a árvore, quando a ana saiu de roupão e veio andando na minha direção.
eu - aconteceu alguma coisa?
ana - sim - me beijou de boca aberta - adorei o clube privado que você montou com suas minas
ana me jogou no chão, puxou meu pau pra fora, tirou o roupão dela e começou a cavalgar em mim. ana parecia possuída, porque cavalgava e gemia sem parar. eu gozei no quinto orgasmo da ana.
ana - aaaaahhhhhh
quando ela se recuperou, perguntei
eu - que clube privado você tava falando?
ana - sua parceira não te contou?
eu - não
ana - bom, ela com certeza vai te contar
eu - não vai me dizer?
ana - não - ela se levantou, vestiu o roupão e foi pra casa
deixei a derrubada da árvore pra amanhã e fui pra minha casa. quando cheguei e estacionei, dava pra ouvir gritos de discussão. entrei e a akemi tava louca. todas as minas estavam de vestidos soltos.
akemi - o irmão dela é um degenerado, como esse idiota ousa me apalpar
camila - calma, ele deve ter se confundido
akemi - confusão nada, confusão nada, aquele idiota quase me estuprou
eu - o que houve? - a maria veio até mim e respondeu
maria - o vizinho apalpou a akemi
eu - querem que eu bata nele?
maria - não, ainda não, porque não temos provas disso. e se você tiver uma ideia de como descobrir, nos conta - fiquei pensando uns minutos
eu - vamos fazer ele cair de novo
maria - como?
eu - tenho uma ideia pra resolver o problema - gritei
jazmin - como?
eu - deixar ele ousar apalpar a akemi de novo e a gente grava
jesica - boa ideia Akemi — Se ele me apalpar de novo, você, Enzo, tem que quebrar a mandíbula dele.
Eu — Ok.
Planejamos o plano e executamos.
Akemi passou na frente da casa vizinha e Emanuel saiu de casa.
Emanuel — Oi, vizinha.
Akemi — Sai daqui, otário.
Emanuel — Tá brava comigo?
Ele agarrou o braço dela e puxou pra perto. Eu estava com a Jasmim vendo a cena.
Eu — Aposto que eu deixo ele nocauteado com no máximo três golpes.
Jasmim — Quer apostar?
Eu — Sim, quem perder paga a ceia de Natal.
Jasmim — Fechado.
Olhamos de novo a cena, e Emanuel estava descendo a mão pra parte de baixo da Akemi.
Emanuel — Se me der um beijinho, eu solto.
Akemi — Nunca.
Emanuel — Você pediu — enfiou a mão.
Akemi — Me solta!
Saí do meu esconderijo e fui até onde eles estavam.
Eu — Solta ela.
Emanuel — Sai daqui, Enzo, essa mina é minha — tirei a Akemi das mãos dele e dei um soco na região do pulmão — Aaaiii — e quando ele abaixou a cabeça, acertei um soco na têmpora, e ele caiu no chão.
Jasmim — Nunca mais vou apostar com você, Enzo! — gritava.
Eu — Tá bem, Akemi?
Akemi — Tô — deu um chute nas costelas do Emanuel — Tchau, idiota.
Quando chegamos em casa, vi a caixa de correio e tinha uma carta. Fui ver o que era.
Jasmim — O que é isso?
Eu — Uma carta — arregalei os olhos quando vi quem mandou.
Jasmim — Quem mandou?
Eu — A Ur...ba.
Akemi — O quê?
Jasmim — A Urba? E o que diz? — abri a carta e li.
Eu — Me convidaram pra jogar um amistoso.
Jasmim — Mas você não se aposentou?
Eu — Sim, mas eles convocam os melhores jogadores do ano, de 18 anos.
Jasmim — Vamos pra dentro e você explica direito.
Eu — Ok.
Entramos em casa e todas estavam nos esperando.
Camila — E aí, o que aconteceu? — eu estava concentrado na carta.
Jasmim — O Enzo deu uma lição no seu irmão.
Jéssica — E o que você tá lendo, Enzo?
Eu — É uma carta da Urba — ainda estava impressionado com a carta.
Jéssica — E o que diz?
Sentei e expliquei tudo sobre a carta.
Eu — A Urba me convocou pra um amistoso contra o time de Brasil, esse jogo é no domingo que vem e é pra fazer o rugby ficar mais popular. Tenho que ir na sede da URBA confirmar minha participação.
Maria – E você vai jogar?
Eu – É o sonho de todo jogador de rugby, e é só um jogo.
Jéssica – Beleza, vai se trocar e vai confirmar.
Eu – Valeu.
Fui pegar minha roupa, mas parei na cozinha.
Eu – Que história é essa de clube privado, meninas?
Jasmim – É o clube das suas minas – ela disse enquanto olhava uma revista.
Eu – Como assim?
Maria – Simples – ela procurou alguma coisa na bolsa – São as minas que podem transar com você. E as do grupo ganham um colar, uma calcinha vibratória e – ela tirou da bolsa – o consolo com as iniciais do clube.
Jéssica – Enzo, vai tomar banho senão vai ficar tarde.
Eu – Ok.
Tomei banho e vesti uma calça jeans preta e uma camisa azul. Me despedi das minas e subi na caminhonete.
Maria – Vou com você – ela subiu na caminhonete.
Eu – Beleza.
Dirigi até a sede da URBA. Conversamos sobre minha carreira no rugby. Chegamos e entramos na sede, fomos direto na secretária.
Eu – Oi, vim confirmar minha participação no jogo amistoso da URBA.
Secretária – Ok, seu nome? – Ela usava uma camisa branca e uma saia justa preta curta. Era loira, devia ter uns 25 anos, pele clara, olhos pretos, medidas 73-62-75 e uns 1,69m de altura.
Eu – Enzo Gonzales.
Secretária – Certo, senhor. A partir de amanhã, tem que vir das 9h às 10h30 pra treinar até o dia do jogo.
Eu – Ok.
Saímos da URBA.
Maria – Dava pra comer aquela secretária.
Eu – Hahaha.
Fomos pra casa. No caminho, não rolou nada demais. Quando abrimos a porta, a Marta e o Emanuel estavam no sofá.
Marta – Oi, Enzo.
CONTINUA...
Marisol - como a gente começa?
Ana - vamos tirar a roupa dele
As duas me jogaram na cama e começaram a me despir juntas.
Ana - agora, filha, deixa o pau dele duro
Marisol - com a mão?
Ana - se fosse com a mão, eles já teriam levantado
Marisol - então vou fazer com a boca
Ana - exato, filha
Marisol - mas me dá nojo chupar um pau, porque minhas amigas falam que é salgado e eu não gosto de coisa salgada
Ana - então tem que ser doce
Ana saiu do quarto e voltou em poucos minutos com um pote de doce de leite.
Ana - beleza, filha, masturba ele
Marisol - ok
Marisol começou a me masturbar devagar e suave. Demorou um pouco, mas deixou meu pau duro.
Ana - fecha os olhos - Marisol tapou os olhos e Ana começou a cobrir meu pau com doce de leite - agora abre e come
Marisol abriu os olhos e começou a lamber meu pau. Ana deixou Marisol continuar lambendo e se sentou na minha cara, e eu comecei a masturbar a Ana. Ana já tinha gozado três vezes quando Marisol parou de lamber meu pau.
Ana - agora engole ele, filha
Marisol - tá bom
Marisol começou a engolir meu pau. Ela conseguiu enfiar até a metade e depois tirou.
Ana - boa, filha, pra primeira vez foi bem - ela se levantou da minha cara
Marisol - e agora, o que a gente faz?
Ana - agora você vai se lubrificar
Marisol - como?
Ana - vem cá - pegou Marisol pela mão e levou até minha cabeça - agora senta na cara do Enzo e aproveita
Marisol sentou devagar na minha cara. Quando já estava sentada, comecei a lamber a buceta virgem de Marisol.
Marisol - aahh - Marisol gemia a cada lambida que eu dava - aaahhh
Fiquei dando prazer pra Marisol até ela gozar.
Marisol - aaaaaaahhhhhh
Marisol demorou uns minutos pra se recuperar. Quando se recuperou, saiu de cima da minha cara.
Ana - filha, você tá pronta?
Marisol - tô
Ana - beleza - deu uma chupada na cabeça do meu pau - senta no pau e desce no seu ritmo
Marisol - ok
Marisol sentou sobre meu quadril, Ana pegou meu pau e colocou na buceta de Marisol.
Ana - quando quiser, começa, filha marisol - obrigada, mãe
marisol começou a se mover lentamente pra frente e pra trás. quando se sentiu segura, marisol sentou e enfiou a cabeça do meu pau
marisol - aaaahhhh
marisol continuou mexendo os quadris e meu pau entrava centímetro por centímetro, enquanto marisol gritava de prazer
marisol - aaahhhh
ana - continua, filha, você tá indo bem
marisol teve o orgasmo dela quando meu pau entrou todo
marisol - aaaaaaahhhhhhh
ana - isso mesmo, filhota - acariciando as costas dela - agora pensa que você tá montada num cavalo e galopa, galopa com tudo
marisol começou a se mover pra cima e pra baixo devagar. foi aumentando a intensidade dos movimentos. no segundo orgasmo de marisol
ana - agora, marisol, você vai ser comida como uma puta
marisol - ok aaahhh
ana - enzo, come minha filha como uma puta
sem dizer uma palavra, agarrei marisol pelos quadris e encostei ela na cabeceira da cama, começando a meter com força. também comecei a chupar os peitos de marisol, e ela tava gemendo aos berros. no sétimo orgasmo de marisol
eu - vou gozar - tentei tirar meu pau
marisol - não - me prendeu com as pernas e eu gozei dentro da buceta dela - aaaaaahhhhh
quando marisol se recuperou do orgasmo, a gente se separou e ana abraçou marisol.
ana - muito bem, filha, agora você é mulher
quando eu já tava saindo do quarto, meu celular tocou, atendi
eu - alô
jesica - oi, meu amor
eu - aconteceu alguma coisa?
jesica - não, só quero falar com as meninas que dividem meu namorado comigo
eu - ok
fiquei me perguntando do que ela queria falar
eu - ana
ana - o que foi, enzo?
eu - minha namorada quer falar com vocês
ana - pra quê será?
eu - sei lá
ana - bom, me dá aqui que a gente conversa
passei o celular pra ana, elas começaram a bater papo até
ana - enzo, você podia chamar as meninas e continuar com seu trabalho, depois foda-se seu celular
eu - ok
me vesti e saí do quarto. fui pra cozinha e quando cheguei, silvia e lucia estavam lá.
silvia - oi, enzo
lucia - oi, enzo - ela tava usando um conjunto de lingerie preta
eu - oi, a ana disse pra vocês subirem todas pro quarto dela lucia - ok
fui limpar a piscina. terminei de limpar e a silvia me chamou
silvia - enzo, vem comer
fui pra cozinha e não tinha ninguém. vi a bancada e lá estava minha comida e meu celular. comi e continuei trabalhando. tinha que cortar uma árvore que tava velha e quase caindo. comecei a cortar os galhos dela.
às 3 da tarde entrou um carro e eu tava em cima da árvore. era a jesica e a jazmin no carro. perguntei o que vieram fazer e o que queriam, não quis encher a cabeça e continuei cortando a árvore. as minas foram embora uma hora depois e eu tava prestes a derrubar a árvore, quando a ana saiu de roupão e veio andando na minha direção.
eu - aconteceu alguma coisa?
ana - sim - me beijou de boca aberta - adorei o clube privado que você montou com suas minas
ana me jogou no chão, puxou meu pau pra fora, tirou o roupão dela e começou a cavalgar em mim. ana parecia possuída, porque cavalgava e gemia sem parar. eu gozei no quinto orgasmo da ana.
ana - aaaaahhhhhh
quando ela se recuperou, perguntei
eu - que clube privado você tava falando?
ana - sua parceira não te contou?
eu - não
ana - bom, ela com certeza vai te contar
eu - não vai me dizer?
ana - não - ela se levantou, vestiu o roupão e foi pra casa
deixei a derrubada da árvore pra amanhã e fui pra minha casa. quando cheguei e estacionei, dava pra ouvir gritos de discussão. entrei e a akemi tava louca. todas as minas estavam de vestidos soltos.
akemi - o irmão dela é um degenerado, como esse idiota ousa me apalpar
camila - calma, ele deve ter se confundido
akemi - confusão nada, confusão nada, aquele idiota quase me estuprou
eu - o que houve? - a maria veio até mim e respondeu
maria - o vizinho apalpou a akemi
eu - querem que eu bata nele?
maria - não, ainda não, porque não temos provas disso. e se você tiver uma ideia de como descobrir, nos conta - fiquei pensando uns minutos
eu - vamos fazer ele cair de novo
maria - como?
eu - tenho uma ideia pra resolver o problema - gritei
jazmin - como?
eu - deixar ele ousar apalpar a akemi de novo e a gente grava
jesica - boa ideia Akemi — Se ele me apalpar de novo, você, Enzo, tem que quebrar a mandíbula dele.
Eu — Ok.
Planejamos o plano e executamos.
Akemi passou na frente da casa vizinha e Emanuel saiu de casa.
Emanuel — Oi, vizinha.
Akemi — Sai daqui, otário.
Emanuel — Tá brava comigo?
Ele agarrou o braço dela e puxou pra perto. Eu estava com a Jasmim vendo a cena.
Eu — Aposto que eu deixo ele nocauteado com no máximo três golpes.
Jasmim — Quer apostar?
Eu — Sim, quem perder paga a ceia de Natal.
Jasmim — Fechado.
Olhamos de novo a cena, e Emanuel estava descendo a mão pra parte de baixo da Akemi.
Emanuel — Se me der um beijinho, eu solto.
Akemi — Nunca.
Emanuel — Você pediu — enfiou a mão.
Akemi — Me solta!
Saí do meu esconderijo e fui até onde eles estavam.
Eu — Solta ela.
Emanuel — Sai daqui, Enzo, essa mina é minha — tirei a Akemi das mãos dele e dei um soco na região do pulmão — Aaaiii — e quando ele abaixou a cabeça, acertei um soco na têmpora, e ele caiu no chão.
Jasmim — Nunca mais vou apostar com você, Enzo! — gritava.
Eu — Tá bem, Akemi?
Akemi — Tô — deu um chute nas costelas do Emanuel — Tchau, idiota.
Quando chegamos em casa, vi a caixa de correio e tinha uma carta. Fui ver o que era.
Jasmim — O que é isso?
Eu — Uma carta — arregalei os olhos quando vi quem mandou.
Jasmim — Quem mandou?
Eu — A Ur...ba.
Akemi — O quê?
Jasmim — A Urba? E o que diz? — abri a carta e li.
Eu — Me convidaram pra jogar um amistoso.
Jasmim — Mas você não se aposentou?
Eu — Sim, mas eles convocam os melhores jogadores do ano, de 18 anos.
Jasmim — Vamos pra dentro e você explica direito.
Eu — Ok.
Entramos em casa e todas estavam nos esperando.
Camila — E aí, o que aconteceu? — eu estava concentrado na carta.
Jasmim — O Enzo deu uma lição no seu irmão.
Jéssica — E o que você tá lendo, Enzo?
Eu — É uma carta da Urba — ainda estava impressionado com a carta.
Jéssica — E o que diz?
Sentei e expliquei tudo sobre a carta.
Eu — A Urba me convocou pra um amistoso contra o time de Brasil, esse jogo é no domingo que vem e é pra fazer o rugby ficar mais popular. Tenho que ir na sede da URBA confirmar minha participação.
Maria – E você vai jogar?
Eu – É o sonho de todo jogador de rugby, e é só um jogo.
Jéssica – Beleza, vai se trocar e vai confirmar.
Eu – Valeu.
Fui pegar minha roupa, mas parei na cozinha.
Eu – Que história é essa de clube privado, meninas?
Jasmim – É o clube das suas minas – ela disse enquanto olhava uma revista.
Eu – Como assim?
Maria – Simples – ela procurou alguma coisa na bolsa – São as minas que podem transar com você. E as do grupo ganham um colar, uma calcinha vibratória e – ela tirou da bolsa – o consolo com as iniciais do clube.
Jéssica – Enzo, vai tomar banho senão vai ficar tarde.
Eu – Ok.
Tomei banho e vesti uma calça jeans preta e uma camisa azul. Me despedi das minas e subi na caminhonete.
Maria – Vou com você – ela subiu na caminhonete.
Eu – Beleza.
Dirigi até a sede da URBA. Conversamos sobre minha carreira no rugby. Chegamos e entramos na sede, fomos direto na secretária.
Eu – Oi, vim confirmar minha participação no jogo amistoso da URBA.
Secretária – Ok, seu nome? – Ela usava uma camisa branca e uma saia justa preta curta. Era loira, devia ter uns 25 anos, pele clara, olhos pretos, medidas 73-62-75 e uns 1,69m de altura.
Eu – Enzo Gonzales.
Secretária – Certo, senhor. A partir de amanhã, tem que vir das 9h às 10h30 pra treinar até o dia do jogo.
Eu – Ok.
Saímos da URBA.
Maria – Dava pra comer aquela secretária.
Eu – Hahaha.
Fomos pra casa. No caminho, não rolou nada demais. Quando abrimos a porta, a Marta e o Emanuel estavam no sofá.
Marta – Oi, Enzo.
CONTINUA...
2 comentários - Minha vida em B.S A.S: 15 (fazendo Marisol virar mulher)