Para o Ano Novo, então, chamamos gente pra casa de novo, e claro, meu irmão também. Com minha mina, passamos os dias anteriores imaginando situações perversas pra dar um choque de tesão. Não tínhamos certeza até onde íamos, mas sim umas paradas que íamos fazer. A festa começou ao meio-dia, igual da outra vez. Recebemos ele normal, não tocamos muito no assunto do que rolou no Natal (mas perguntamos se ele trouxe a outra metade do saquinho, isso foi um sinal). Minha mina cumprimentou ele com um beijo, o mais normal possível, trocaram umas trivialidades e só. Lá pelas 4 da tarde, quando todo mundo já tava bêbado, fui buscar meu irmão e falei: "vem cá, que eu e minha mina queremos te pedir um favor". A casa era grande. Levei ele pro quarto dos meus pais, no andar de cima. Não falei mais nada, no caminho fomos os dois calados, com a respiração meio pesada, já saboreando o perverso da situação. Os dois sabiam que algo ia rolar (embora eu soubesse um pouco mais que ele). Tranquei a porta, coloquei a chave. Minha mina tava sentada na cama, com uma saia curta que ficava bem acima dos joelhos. "Ela precisa trocar a calcinha, você pode ajudar", falei. "Fala sério", ele disse com a voz trêmula. Minha mina levantou, se apoiou na parede, de costas pro meu irmão, mostrando a raba. "Aqui tá a que você tem que colocar em mim", ela falou, e esticou o braço com uma fio dental rosa. Ele se ajoelhou, enfiou os braços por baixo da minissaia, subiu pelas coxas até pegar o elástico, segurou bem de leve e puxou pra baixo. Quando chegou nos tornozelos, ela levantou delicadamente os pés pra ele tirar. Era uma calcinha branca, de algodão, com uns desenhinhos coloridos meio infantis. Ele pegou a fio dental rosa, passou por um pé, pelo outro, e devagar foi subindo desde os tornozelos, até encaixar direitinho, a parte de trás bem enfiada na bunda. "Quero ver vocês cheirarem a que tiraram de mim", disse minha namorada. Meu irmão cheirou, depois passou pra mim. Tinha um cheiro de buceta bem suave, estava só úmida. "Dá pro teu irmão", ela me disse. "Quero que ele chupe um pouquinho, e depois fique com ela. É um presentinho". Meu irmão lambeu devagar e guardou no bolso. Ela desceu pra festa. Meu irmão e eu ficamos mais um minuto e depois descemos. "Ela é uma gostosa", ele me disse.
A festa seguiu normal. Eu já tava com a barriga doendo de tesão, mas não queria apressar as coisas. Deixei passar umas duas horas. Perto das 6 da tarde fui buscar ele de novo. "Preciso te pedir outro favor", falei. Ele me olhou, com cara de bêbado e excitado. Caminhamos de novo até o andar de cima e entramos no quarto. Tranquei a porta. "Preciso que você leve ela pra fazer xixi", falei, e apontei pro banheiro do quarto. "Beleza", ele disse, "vou levar". Pegou ela pela mão e levou até lá. Entraram. Minha namorada fechou a porta. Eu fiquei do lado de fora, olhando pelo buraco da fechadura e me masturbando. De lá vi ele fazer ela sentar no vaso. "Vai, faz", ele disse. "Mas assim vou mijar toda a calcinha", ela disse. "Beleza, vou abaixar", ele disse. De novo, enfiou as mãos por baixo da minissaia dela e puxou a calcinha, a fio-dental rosa que ele tinha colocado um tempo antes, e deixou nos tornozelos dela. Ouvi ela começar a mijar, o som do jatinho e um gemidinho de alívio. Ele olhava pra ela, parado na frente. "Terminei", ela disse com voz de bêbada. "Me seca?" Vi meu irmão, tremendo de tesão, cortar um pedaço de papel higiênico e dobrar. Se abaixou, e passou com cuidado a mão entre as pernas dela, que ainda tava sentada no vaso. Mal fez contato com a buceta, com o papel no meio, ela soltou outro jatinho de xixi. "Ai, escapou", ela disse. "Me perdoa?" Meu irmão tava louco de tesão. Eu me segurava pra não gozar. "Chama teu Irmão, manda ela trazer o prato", ele disse. Meu irmão abriu a porta e me falou. Eu preparei umas carreiras. Ela continuava sentada no vaso com a calcinha nos tornozelos. Quando entrei, ela disse: "Me seca agora, te prometo que não vai escapar mais xixi". Meu irmão secou a buceta dela com muito cuidado. Ela tava com uma cara de quem tava adorando, me olhou e mordeu o lábio inferior com um sorriso safado. Eu tava louco, adorava ver meu irmão tocando a buceta da minha namorada, através do papel. Enquanto isso, entreguei pra ela o prato e uma nota enrolada, e ela cheirou duas carreiras. "Peguem vocês também", ela disse, "que quero pedir uma coisa pra ver se vocês topam". Cheiramos duas carreiras cada um. O nervosismo, a euforia e a excitação já não cabiam naquele banheiro pequeno. Ela me olhou e disse: "Quer que a gente faça um presente pro seu irmão, nós dois?". "Claro", eu respondi. "Pra ele, o que for." — "Quer que seu irmão goze na minha cara e nos meus peitos?" Eu amei quando ela disse isso. Não podia ser mais puta e gostosa. "Sim", falei. Ela olhou pro meu irmão. "Você quer gozar na carinha e nos peitos da namorada do seu irmão?" "Sim, claro que quero, se ele deixar", ele respondeu. "Beleza", ela disse, me olhando. "Não quero que seu irmão me toque (ainda), nem eu tocar nele. Então quero que você faça a punheta pra ele, pra ele gozar tudo em mim." O que ela disse, junto com a bebedeira e o efeito da coca, me deixou confuso: por um lado, ofegante de nervosismo e tesão, por outro, desconfortável, não sabia o que pensar de tocar no pau do meu irmão. Até a parte do xixi tinha sido planejada por mim e pela minha namorada, mas isso foi improviso dela. Uma vez, naquelas bronhas dos 14 anos, a gente tinha combinado de fazer uma punheta um pro outro, sem tocar no pau diretamente, mas segurando com um lenço. Era a última noite antes dos nossos pais voltarem, a despedida em grande estilo daquelas bronhas que nunca mais rolaram. fazer. Naquela noite, sentimos uma puta excitação por fazer algo proibido. Jogamos uma moeda pra ver quem ia primeiro, e coube ao meu irmão fazer em mim. Ele me comeu por uns minutos dentro de casa até eu falar que já tava pronto. Saímos pro quintal, nos colocamos num lugar escuro. Era umas 3 da manhã. Ele pegou na minha rola e me fez gozar contra a parede do muro. Ficou a mancha de porra. Depois era a vez dele, mas eu já tinha gozado, tinha perdido a vontade, e comecei a ficar com vergonha. Falei que não tava com coragem, pedi desculpa mil vezes (sentia que tinha ferrado ele). Ele falou pra eu não me preocupar. Na hora, na minha frente, ele tirou a rola e gozou no mesmo lugar que eu tinha gozado. E agora, anos depois, surgiu a chance de eu pagar a dívida. Minha namorada apontou pra um uísque e três copos que estavam do lado da banheira. Falou pra gente tomar um copo cada um, até o fundo, e depois duas carreiras, e só aí decidir se a gente tinha coragem. A gente fez isso. O uísque me deixou tonto, imediatamente mais bêbado. Minha namorada também, dava pra ver pelo jeito que ela falava. Tomei as carreiras, e subi pro espaço. Agora tava completamente sem inibição e pronto pra pagar minha dívida antiga. "Mano, vamos dar o gosto pra minha namorada?" perguntei. "Claro, porra!" ele falou rindo. Minha namorada começou a dar as instruções. Ela continuava sentada no vaso, com a calcinha fio dental nos tornozelos. Fez meu irmão ficar de pé na frente dela. Eu, atrás do meu irmão. Ela pediu pra eu desabotoar a calça dele devagar e tirar a rola da cueca. Ficou apontando bem na cara da minha namorada. Eu não tocava, mas tenho certeza que ela podia sentir o cheiro. Ela tirou a camiseta e ficou só de peitos de fora e saia. Enfiou a mão por baixo da minissaia, e enquanto se tocava, falou "vai, bate uma pra ele". Foi estranho pegar na rola do meu irmão, nunca tinha pegado numa que não fosse a minha. Tava dura e quente. Me dava um pouco de estranheza, mas eu via a cara dele Os dois estavam curtindo toda aquela perversão, e eu amava. Ela começou a gemer e a falar "vai, vai, forte". Meu irmão respirava pesado. Minha namorada disse pra ele: "Pede pro teu irmão gozar em você. Fala 'quero que você goze na puta da sua namorada'". Meu irmão repetiu isso pra mim. Eu meti mais forte. Senti o pau do meu irmão tremer um pouco na minha mão, e o sêmen começando a sair. Começou a chover porra. No rosto, na boca entreaberta, nos peitos. Sobrou um pouco na minha mão. Meu irmão terminou de gozar e sentou no chão. "Não, vem cá, me dá um beijo", ela disse. Ele levantou e beijou ela na boca. Um beijo lento, de língua. Na sequência, minha namorada me agarrou pela cintura da calça, puxou meu pau pra fora e começou a chupar. De repente, percebi que enquanto chupava, ela começou a fazer xixi de novo. Ela levantou a tampa do vaso e disse: "Me come assim, toda mijada, na frente do teu irmão". Apoiou as mãos na pia. Eu meti nela, sentindo um pouco de xixi escorrendo pelas pernas dela. Gozamos os dois. Ela tirou a tanga e usou pra limpar o rosto e a buceta. "Vão pra festa", ela disse. "Eu vou tomar banho, e quando todo mundo for embora, a gente continua mais um pouco". Descemos de novo pra festa com as pernas bambas, já querendo que todo mundo fosse embora.
A festa seguiu normal. Eu já tava com a barriga doendo de tesão, mas não queria apressar as coisas. Deixei passar umas duas horas. Perto das 6 da tarde fui buscar ele de novo. "Preciso te pedir outro favor", falei. Ele me olhou, com cara de bêbado e excitado. Caminhamos de novo até o andar de cima e entramos no quarto. Tranquei a porta. "Preciso que você leve ela pra fazer xixi", falei, e apontei pro banheiro do quarto. "Beleza", ele disse, "vou levar". Pegou ela pela mão e levou até lá. Entraram. Minha namorada fechou a porta. Eu fiquei do lado de fora, olhando pelo buraco da fechadura e me masturbando. De lá vi ele fazer ela sentar no vaso. "Vai, faz", ele disse. "Mas assim vou mijar toda a calcinha", ela disse. "Beleza, vou abaixar", ele disse. De novo, enfiou as mãos por baixo da minissaia dela e puxou a calcinha, a fio-dental rosa que ele tinha colocado um tempo antes, e deixou nos tornozelos dela. Ouvi ela começar a mijar, o som do jatinho e um gemidinho de alívio. Ele olhava pra ela, parado na frente. "Terminei", ela disse com voz de bêbada. "Me seca?" Vi meu irmão, tremendo de tesão, cortar um pedaço de papel higiênico e dobrar. Se abaixou, e passou com cuidado a mão entre as pernas dela, que ainda tava sentada no vaso. Mal fez contato com a buceta, com o papel no meio, ela soltou outro jatinho de xixi. "Ai, escapou", ela disse. "Me perdoa?" Meu irmão tava louco de tesão. Eu me segurava pra não gozar. "Chama teu Irmão, manda ela trazer o prato", ele disse. Meu irmão abriu a porta e me falou. Eu preparei umas carreiras. Ela continuava sentada no vaso com a calcinha nos tornozelos. Quando entrei, ela disse: "Me seca agora, te prometo que não vai escapar mais xixi". Meu irmão secou a buceta dela com muito cuidado. Ela tava com uma cara de quem tava adorando, me olhou e mordeu o lábio inferior com um sorriso safado. Eu tava louco, adorava ver meu irmão tocando a buceta da minha namorada, através do papel. Enquanto isso, entreguei pra ela o prato e uma nota enrolada, e ela cheirou duas carreiras. "Peguem vocês também", ela disse, "que quero pedir uma coisa pra ver se vocês topam". Cheiramos duas carreiras cada um. O nervosismo, a euforia e a excitação já não cabiam naquele banheiro pequeno. Ela me olhou e disse: "Quer que a gente faça um presente pro seu irmão, nós dois?". "Claro", eu respondi. "Pra ele, o que for." — "Quer que seu irmão goze na minha cara e nos meus peitos?" Eu amei quando ela disse isso. Não podia ser mais puta e gostosa. "Sim", falei. Ela olhou pro meu irmão. "Você quer gozar na carinha e nos peitos da namorada do seu irmão?" "Sim, claro que quero, se ele deixar", ele respondeu. "Beleza", ela disse, me olhando. "Não quero que seu irmão me toque (ainda), nem eu tocar nele. Então quero que você faça a punheta pra ele, pra ele gozar tudo em mim." O que ela disse, junto com a bebedeira e o efeito da coca, me deixou confuso: por um lado, ofegante de nervosismo e tesão, por outro, desconfortável, não sabia o que pensar de tocar no pau do meu irmão. Até a parte do xixi tinha sido planejada por mim e pela minha namorada, mas isso foi improviso dela. Uma vez, naquelas bronhas dos 14 anos, a gente tinha combinado de fazer uma punheta um pro outro, sem tocar no pau diretamente, mas segurando com um lenço. Era a última noite antes dos nossos pais voltarem, a despedida em grande estilo daquelas bronhas que nunca mais rolaram. fazer. Naquela noite, sentimos uma puta excitação por fazer algo proibido. Jogamos uma moeda pra ver quem ia primeiro, e coube ao meu irmão fazer em mim. Ele me comeu por uns minutos dentro de casa até eu falar que já tava pronto. Saímos pro quintal, nos colocamos num lugar escuro. Era umas 3 da manhã. Ele pegou na minha rola e me fez gozar contra a parede do muro. Ficou a mancha de porra. Depois era a vez dele, mas eu já tinha gozado, tinha perdido a vontade, e comecei a ficar com vergonha. Falei que não tava com coragem, pedi desculpa mil vezes (sentia que tinha ferrado ele). Ele falou pra eu não me preocupar. Na hora, na minha frente, ele tirou a rola e gozou no mesmo lugar que eu tinha gozado. E agora, anos depois, surgiu a chance de eu pagar a dívida. Minha namorada apontou pra um uísque e três copos que estavam do lado da banheira. Falou pra gente tomar um copo cada um, até o fundo, e depois duas carreiras, e só aí decidir se a gente tinha coragem. A gente fez isso. O uísque me deixou tonto, imediatamente mais bêbado. Minha namorada também, dava pra ver pelo jeito que ela falava. Tomei as carreiras, e subi pro espaço. Agora tava completamente sem inibição e pronto pra pagar minha dívida antiga. "Mano, vamos dar o gosto pra minha namorada?" perguntei. "Claro, porra!" ele falou rindo. Minha namorada começou a dar as instruções. Ela continuava sentada no vaso, com a calcinha fio dental nos tornozelos. Fez meu irmão ficar de pé na frente dela. Eu, atrás do meu irmão. Ela pediu pra eu desabotoar a calça dele devagar e tirar a rola da cueca. Ficou apontando bem na cara da minha namorada. Eu não tocava, mas tenho certeza que ela podia sentir o cheiro. Ela tirou a camiseta e ficou só de peitos de fora e saia. Enfiou a mão por baixo da minissaia, e enquanto se tocava, falou "vai, bate uma pra ele". Foi estranho pegar na rola do meu irmão, nunca tinha pegado numa que não fosse a minha. Tava dura e quente. Me dava um pouco de estranheza, mas eu via a cara dele Os dois estavam curtindo toda aquela perversão, e eu amava. Ela começou a gemer e a falar "vai, vai, forte". Meu irmão respirava pesado. Minha namorada disse pra ele: "Pede pro teu irmão gozar em você. Fala 'quero que você goze na puta da sua namorada'". Meu irmão repetiu isso pra mim. Eu meti mais forte. Senti o pau do meu irmão tremer um pouco na minha mão, e o sêmen começando a sair. Começou a chover porra. No rosto, na boca entreaberta, nos peitos. Sobrou um pouco na minha mão. Meu irmão terminou de gozar e sentou no chão. "Não, vem cá, me dá um beijo", ela disse. Ele levantou e beijou ela na boca. Um beijo lento, de língua. Na sequência, minha namorada me agarrou pela cintura da calça, puxou meu pau pra fora e começou a chupar. De repente, percebi que enquanto chupava, ela começou a fazer xixi de novo. Ela levantou a tampa do vaso e disse: "Me come assim, toda mijada, na frente do teu irmão". Apoiou as mãos na pia. Eu meti nela, sentindo um pouco de xixi escorrendo pelas pernas dela. Gozamos os dois. Ela tirou a tanga e usou pra limpar o rosto e a buceta. "Vão pra festa", ela disse. "Eu vou tomar banho, e quando todo mundo for embora, a gente continua mais um pouco". Descemos de novo pra festa com as pernas bambas, já querendo que todo mundo fosse embora.
5 comentários - Cunhada, irmão e bebida (II): Ano novo
Mortal tu novia amigo @liquid5... esa cabecita es oro puro... las fotos de ese encuentro hubieran hecho explotar el post