A amiga gostosa da minha mãe dormiu aqui

Sou um cara de 22 anos, magro, mas malho, moro com minha mãe, que é mãe solteira de 38 anos, a gente se dá bem. De vez em quando ela convida as amigas dela pra casa, veem um filme, tomam café, jogam cartas, essas coisas. Outro dia, uma das amigas dela, que tem idade parecida, não sei exatamente, veio aqui e estava com a minha mãe. Parece que as duas exageraram na bebida, então minha mãe não deixou ela ir embora dirigindo daquele jeito, e ofereceu pra ela dormir aqui. Ela é solteira, então não teria problema nenhum.

No começo, pensaram em ela ficar no meu quarto, mas ela recusou, não queria causar mais incomodo: "Como vou tirar a cama do Alex? E onde ele vai dormir?" Minha mãe disse pra eu não me preocupar, que eu podia ficar no sofá ou na cama com ela. Olga, quando ouviu isso, soltou uma gargalhada e falou: "Como vai ficar com você se ele já não é mais criança?" Minha mãe só riu, não quis entrar nesse assunto porque pareceu ficar bem sem graça.

Então ela ficou dormindo na cama da minha mãe (é de casal), e eu consegui dormir na minha cama.

Não sei que horas eram, só sei que acordei sentindo alguém subir na minha cama. Ainda meio dormindo, vi que era Olga engatinhando da borda da cama até mim. Ela só estava de calcinha. Quando viu que eu acordei, levou o dedo à boca e fez "shhhh" pra eu não falar nada. Abriu minhas cobertas e entrou. Eu só estava de cueca. Imediatamente ela começou a me beijar, e eu correspondi. A mão dela foi direto pra minha cueca, meu pau respondeu na hora, ficando totalmente duro. Ela tirou ele da cueca e começou a acariciar pra cima e pra baixo como toda uma expert. Eu acariciava os peitos dela, estava muito nervoso porque minha mãe estava em casa, mas não fiz nada pra impedir. O que mais me preocupava é que ela deixou a porta aberta quando entrou. A boca dela desceu e ela começou a chupar meu pau. Nunca tinha recebido um boquete antes, então tava morrendo de vontade. De gozar, eu gozei rápido. Tentei tirar a cabeça dela pra não gozar, pelo menos não dentro da boca dela, mas ela não deixava eu tirar, então tive que falar: "vou gozar". Parece que isso só fez ela chupar mais forte, e eu gozei. Ela, como se nada fosse, deixou eu gozar na boca dela. A maior parte do meu sêmen ela engoliu, e um pouco escorreu pela boca dela.

Assim que eu terminei de gozar, ela montou em mim. Ela mesma pegou meu pau e colocou na buceta dela e começou a cavalgar. Eu peguei os peitos dela com as mãos e apertava. Ela se mexia como ninguém. Pra ser sincero, não tenho muita experiência em sexo, mas ela era fenomenal. Ela se mexia em círculos, depois pra cima e pra baixo, às vezes devagar, às vezes se jogava com força no meu pau. Ela começou a ofegar e gemer até que nós dois tivemos um orgasmo delicioso. Ela caiu em cima de mim, eu abracei ela. Ficamos assim por uns minutos até ela se recuperar. Ela me deu um beijo na bochecha e foi embora, deixando a calcinha dela na minha cama. Eu não podia acreditar no que tinha acabado de acontecer! Mas logo caí no sono, tranquilão.

No dia seguinte, sábado, acordei e minha mãe e a Olga estavam terminando de tomar café. Dei bom dia pra elas, e daqui a pouco a Olga pegou o carro dela e foi pra casa. Minha mãe estava meio séria, distante, não sabia por quê.

Passaram alguns dias e a Olga ligou. Sabendo dos horários de trabalho da minha mãe, sabia que eu atenderia. Então a gente conversou, e foi aí que ela soltou a bomba! Minha mãe sabia o que tinha rolado entre a gente. Perguntei como ela sabia, se era só suspeita, mas ela disse que minha mãe tinha se levantado naquela noite e nos viu transando. Meu coração tava batendo forte, muito assustado. Perguntei se ela tava brava, se tinham brigado. Ela disse que não, que no começo minha mãe falou uns palavrões, mas depois passou, e que na verdade minha mãe tinha perguntado detalhes do nosso encontro. "Imagina!", falei, "ela perguntou isso mesmo?" Ela respondeu: "Sim, sua mãe é bem curiosa." Eu fiquei tipo... um pouco aliviado porque ela não tava brava, mas ao mesmo tempo incrédulo com o que a Olga tava me falando.

– E o que você disse pra ela?
– Ué, só falei que foi muito gostoso, mas ela continuava insistindo nos detalhes
– E você contou?
– Sim, acabei contando tudo
– Mmmmm e o que ela disse?
– Acho que ela tava orgulhosa do filhão dela, e não parava de me chamar de maníaca sexual
– Mas brava?
– Não, é assim que a gente se trata
– Nossa, não sei o que dizer, que vergonha
– Pra você ver, ela até perguntou se você era bem dotado
– Não acredito
– Sim, mesmo ela já tendo visto tuas ereções matinais por baixo da roupa, não é a mesma coisa que ver ao vivo…
– Ela realmente te falou que eu acordo com ereções?
– Sim, um dia não sei como surgiu isso na conversa, não se preocupa, acontece com muitos caras
– Que vergonha, é que eu tenho que sair do quarto pra ir tomar banho e é difícil esconder
– Tô te falando que é normal, não fica envergonhado, lembra que ela lava sua roupa íntima e seus lençóis, cê acha que ela não sabe que você se masturba?
– É, imagino que sim
– Já falei pra ela como ela é sortuda por acordar com um homem que acorda de pau duro kkkk
– Bom, não quero mais falar disso! É muito constrangedor
– Aliás, deixei minha calcinha no seu quarto
– Sim, tá aqui, eu escondi
– Então fica com ela, ou joga fora
– Não, vou guardar de lembrança!
– Kkkkkkkkkkkk
– Kkkkkkkkkkkk
– Só lava ela
– Não… quero ela assim
– Kkkkkk porco

Ela me passou o telefone e a gente se despediu, mesmo sempre tendo simpatizado com ela, nunca pensei que a gente se daria tão bem numa conversa de telefone, a primeira que a gente teve. Não sabia se minha mãe tava de acordo com a gente continuar, bom, ainda não sei se a Olga queria repetir, mas eu tava na dúvida se minha mãe aceitaria ou se só perdoou por ter sido uma vez só, e sabendo que a Olga tava bêbada. O dia inteiro fiquei pensando por que minha mãe tinha tanta curiosidade nos detalhes, será que ela achava que eu era gay? Ou que… Ela tinha algum problema físico? Isso não saía da minha cabeça.

Dias depois, à noite, decidi ligar pra ela. Começamos a conversar, tudo normal até começarmos a provocar um ao outro. Já estávamos cada um na sua cama e as coisas foram rolando. Eu falei: “Adivinha o que eu tenho na minha mão?” Ela riu e respondeu: “Seu pau, com certeza.” Nós dois rimos, e eu disse: “Não, é sua calcinha.” “Tô lembrando do que aconteceu.” Ela perguntou: “Ah, é? O que você lembra?” E assim começamos a relembrar como ela me chupou, como gozei na cara dela, e partimos pro sexo por telefone. Pedi pra ela se despir, ela pediu o mesmo pra mim. Me pediu pra me masturbar com a calcinha dela, e eu fiz com gosto. Perguntei se ela tinha algum brinquedo sexual, ela disse que sim, um dildo. Então pedi pra ela pegar ele e começar a chupar, depois enfiar dentro dela... E lá estávamos nós dois, nos masturbando no telefone, soltando gemidos e respirando ofegante até termos um delicioso orgasmo. Depois, ouvi um barulho estranho, como se alguém tivesse desligado um telefone. Então falei pra Olga que precisava desligar, que tinha ouvido algo. Desligamos, e eu estava morrendo de medo. Será que minha mãe nos ouviu?

Coloquei minha cueca e saí do quarto pra ver se via alguma luz acesa. Já era noite, tarde pra minha mãe estar acordada. Não vi luz, mas mesmo assim me aproximei sem fazer barulho do quarto dela. Qual não foi minha surpresa ao vê-la na cama, completamente pelada. Ela tinha jogado as cobertas de lado, as pernas flexionadas e bem abertas, se masturbando. Como a cabeceira dela fica na parede da porta, ela não podia me ver, mas eu via ela. No começo, meu coração disparou como se eu estivesse assustado, mas depois foi se transformando em excitação, e continuei olhando enquanto meu pau ficava duro de novo. Tirei ele da cueca e comecei a me masturbar ali parado, enquanto a observava. Ela começou a gemer enquanto gozava, e eu, por mais que tentasse segurar, comecei a gozar ali fora do quarto dela. Quarto, rapidamente puxei a cueca pra cima pra terminar de gozar ali e fui pro meu quarto. Tava realmente muito confuso, ver minha mãe daquele jeito me excitou, me sentia culpado, me sentia mal.

No dia seguinte, quando acordei, saí do meu quarto e a primeira coisa que vi foi minha mãe de joelhos limpando o corredor, bem onde eu tinha me masturbado, pelo visto ela tinha notado as manchas do meu gozo! Tava realmente enrascado, nem queria imaginar a bronca que minha mãe ia me dar. Voltei pro meu quarto pra pensar no que podia dizer ou fazer.

Felizmente, minha mãe não falou nada, embora claro, tivesse bem distante e séria comigo, nós dois nos sentíamos desconfortáveis com o que aconteceu e quase não nos falávamos. Assim se passaram vários dias, e pra minha surpresa, na sexta à tarde a Olga veio visitar. Eu não saí do meu quarto porque sabia que seria muito constrangedor, não tinha visto ela desde aquela noite que ela entrou na minha cama. Tanto minha mãe quanto ela estavam soltas, nunca tinha visto elas daquele jeito, riam às gargalhadas. Dessa vez, as duas passaram do ponto com as bebidas, minha mãe não ia deixar a amiga dormir lá, então me pediu pra levar ela em casa. Tava tudo decidido, nós dois já no carro dela quando minha mãe nos parou: "não é boa ideia vocês dois ficarem sozinhos". A Olga riu e eu fiquei sem graça, e ela tinha razão, nós dois sozinhos no apartamento dela com certeza ia rolar alguma coisa. Então saímos do carro e outro problema surgiu: onde cada um ia dormir. Minha mãe tava decidida a não deixar repetir o que aconteceu da outra vez, me pediu pra eu dormir com ela, e a Olga no meu quarto, esperando que assim ela não fosse se meter na cama dela de madrugada. Embora existisse a possibilidade de eu escapar de noite, realmente não tinha muitas opções a não ser confiar em mim, e ela disse: "nada de ir pra cama dela ou dessa vez você vai se dar mal". E a verdade é que eu não queria problemas, então não tinha intenção de fazer isso.

Assim, a Olga ficou no meu quarto, e eu fiquei na cama da minha mãe. cama com a minha mãe, e assim a gente dormiu. Não vou dizer que eu adorava a ideia, a situação já era bem desconfortável pra adicionar isso, mas eu esperava que a noite passasse rápido, afinal já eram 2 da manhã.

No dia seguinte, bom, na verdade horas depois, bem cedo eu acordei, devia ser pouco antes das 6 e qual foi minha surpresa que eu estava abraçando minha mãe por trás, e eu com uma ereção violenta enfiada entre os glúteos dela, então delicadamente comecei a me afastar pra não acordá-la, embora parecesse que ela já estava acordada, porque só me mexi um pouco e ela disse "já acordou tão cedo?" e eu tive que responder, então timidamente falei "já sim", ela respondeu, "de novo acordou com uma ereção, isso não te deixa dormir direito", eu fiquei calado, ela se virou e deitou de barriga pra cima igual a mim, "imagino que esteja doendo", eu não sabia o que responder, mas acabei falando só um "sim", foi aí que senti a mão dela ir pro meu pau, "com uma massagenzinha a dor passa", eu segurei a mão dela, mas ela insistiu, "vai, eu que trocava suas fraldas e limpava você, não é a primeira vez que toco nele", ela tirou ele da minha cueca e começou a masturbar, eu fiquei imóvel e sem palavras, ela perguntou "melhor?" eu respondi "sim", a mão dela percorria meu pau de cima pra baixo devagar, depois ela puxou as cobertas pra tirar de cima de mim, deitou a cabeça no meu peito olhando pro meu pau, contemplando ele enquanto continuava me masturbando deliciosamente. Ela sem tirar os olhos disse "faz anos que não via ele, nunca pensei que você tivesse desse tamanho", eu continuei imóvel (embora meu púbis começasse a se mover com cada puxada sem querer) e sem dizer nada, meu pau começou a soltar aquela babinha transparente que ela espalhava por todo o comprimento, depois com o dedo pegou a baba da pontinha e levou à boca, chupando o dedo inteiro pra depois levar a boca pro meu pau e começar a chupar, ela lambia e chupava devagar de um jeito delicioso enquanto com os dedos massageava minhas bolas, ela tirou a camisola e a calcinha pra montar em cima de mim.

Começou a cavalgar, primeiro em círculos e depois pra cima e pra baixo, não aguentei muito e gozei dentro dela, não pareceu se importar porque ela continuou na dela, felizmente não perdi a ereção, acariciava com uma das mãos os peitos dela, apertava e espremia, foi aí que resolvi participar mais ativamente e com minhas mãos peguei os seios dela e brinquei com os bicos, até que ela teve o orgasmo dela caindo em cima do meu corpo, e nos abraçamos, até nos recuperarmos, claro que eu já tava no meio do meu próximo orgasmo com vontade de continuar, mas não sabia o que fazer, ela se deitou de barriga pra cima de novo, já tinha se recuperado do orgasmo intenso, olhou pra mim e pro meu pau, "acho que você ainda precisa de mais" e me puxou pra cima dela, me colocou entre as pernas dela, e comecei a penetrar ela de missionário, enquanto ela cravava as unhas nas minhas costas e nas minhas nádegas, "me dá mais, vai" ela falava enquanto eu metia com força, ela enrolou as pernas nas minhas costas, os dois ofegávamos e gemíamos forte, nos beijamos na boca até chegar nosso orgasmo compartilhado, e caímos exaustos pra dormir abraçados.

Acordamos os dois ainda pelados, ainda com cheiro de sexo, já passava das 11, nos vestimos rápido, tínhamos esquecido que tínhamos uma visita, percebemos que ela já tinha ido embora, o que nos aliviou um pouco, mas depois na geladeira encontramos um bilhete da Olga, "seus dois tarados, da próxima vez me chamam, beijos"

Esse fim de semana foi muito erótico, mas disso e do segredo que compartilhamos com Olga vai ser assunto pra outro conto, claro se vocês tiverem interesse.

8 comentários - A amiga gostosa da minha mãe dormiu aqui

Algo anecdótico? Me puse en tu lugar, y me imagine a Mafia Brink como mi madre, y a Lzzy Hale como Olga. (Búsquenlas en Google imágenes si no las conocen)
Siempre son buenos, este tipo de raltos, claro está que es incomodo imaginerm en esta con mi propia madre. ajajjaja.
tremendo amigo que lindo disponer de dos maduritas tan calenturientas jaja saludos