Família Incestuosa (1)

TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE

- Você tem que entender ela, por ser a mais velha, tem que ser a responsável! Papai conta com isso.

Ele fica mais tranquilo quando sai por aí, e você sabe que o Alberto é um cabeça quente. Então... que tal dar uma segurada nessa arrogância?

Puxa, você acreditou mesmo, disse ela olhando admirada pras duas tetonas enormes da peste da casa.

Você conhece ele, se fosse um pouco mais madura e fizesse o que mandam, entenderia. Mas não... você sempre na sua! Sempre arrumando confusão por onde passa. Nem sempre vou poder te proteger. Você tá se metendo numa baita enrascada... tá avisada.

E dizendo isso, pegou a roupa suja do cesto do banheiro.

- Já terminou com a toalha? Vamos, vou colocar na máquina de lavar e sai logo, senão vai pegar um resfriado pelada, não quer faltar na aula amanhã, né? Vaaaai! Hoje você dorme com a gente, a Maria tá num daqueles dias ruins de novo, e não vai deixar você dormir essa noite, outra vez...

E era verdade, os ataques violentos de asma da Maria cansavam qualquer um. Quando aconteciam, era melhor deixar ela no quarto com todos os apetrechos que ajudavam a passar melhor as crises. Pra quem já tava acostumado a lidar com vários episódios por ano, era algo normal que toda família já tinha se habituado.

- Se eu ouvir isso mais uma vez... rosnou. Tô de saco cheeeeeio. É foda, que merda!

- Se não se apressar, vai se arrepender. Nem vai conseguir pegar seu pijama. Você não tem um pingo de coração, não? Ela ainda tá bem dodói e esse frio é a pior coisa pra ela. Então, vai com calma e se acostuma.

- Acho que você tem razão. Porra, mas ela não aguenta nadaaa! Um pouquinho de frio e puff, cai como uma mosca.

Meninaaaas, pelo amor de Deus, já é muito tarde! disse o Pai aparecendo na entrada do banheiro, mal durou um momento.

- Vamos, é verdade! Ela se virou e deu de cara com a cara pasma do Pai, que olhava disfarçadamente os melões enormes que apontavam. Renacuaja. Porra, que susto, pai! Pegou a toalha de mão e tentou se cobrir, meio sem graça. Já vamos, tudo seu.

O pobre homem branco, assustado, largou a toalha que tinha no ombro no toalheiro vazio, murmurando ainda de costas. – Vou tomar uma duchinha pra relaxar.

– Tá bom, a gente vai dormir… cuidado com isso de sentir tontura. Ainda não faz nem uma semana que você saiu do hospital, me promete? – disse a filha mais velha.

– Claro, não se preocupem e vão logo!

Ouviu a porta fechar e finalmente pôde se virar de novo pra porta. Era impossível disfarçar de outro jeito: a ereção enorme parecia furar a calça do pijama. Suspirou aliviado, não tinham descoberto. Mas, uma e outra vez, na cabeça dele aparecia a imagem da sua pequenininha olhando assustada, enquanto as tetonas enormes pareciam implorar pra serem lambidas e chupadas até sair todo o leite.

Pensou na monstruosidade, sentindo como adoraria deslizar o pau naquela fresta apertada e gozar na boquinha aberta da sua pequena. Não, disse pra si mesmo, era algo antinatural. Mas ali estava, escondido no cérebro doentio dele.

Acho minhas filhas gostosas – confessou, apavorado. Desde o acidente, não era o mesmo, pensou, segurando firme na porcelana da pia.

– Boa noite, pai! Ouviu atrás da porta!

– Boa noite, filha, descanse!

Lá fora, no quarto das mais velhas. As irmãs continuavam conversando mais baixo.

– Viu a cara dele? Parecia um daqueles velhos tarados do parque… que nojo! Sabe, daqueles que te olham com a mão na braguilha…

– Não fala isso, é normal. Essa casa é muito pequena, você sabe tão bem quanto eu. Se não tromba na entrada, tromba na saída. O resto é coisa da sua cabeça! Vai dormir. – Respondeu, irritada.

– Tá, tá… se faz de sonsa… mas você viu como os olhos dele quase saltaram quando viu minhas tetas!

– Isso é culpa sua. Sempre pelada por aí, hein! Faz o favor de tomar mais cuidado da próxima vez!

- Ahhh, vai se foder, agora a culpa é minha! Não é mesmo? Coitadinho...! Com certeza queria ver as filhinhas dele peladas. Seu porco!

- Eva, por que você diz isso? — respondeu furiosa — Se você não ficasse gritando pelada daquele jeito, isso não teria acontecido. Que jeito de falar, você é maluca? Mantenha o respeito com o papai, tô falando sério.

- Ainda por cima!!! E uma merda! É ele que fica andando pela casa na ponta dos pés, parece um fantasma do caralho, me dá nojo.

- Porra, Eva! Você é mais idiota do que eu pensava. Ele tá se recuperando de um acidente, normal que esteja exausto.

- É, é, fica de sonsa! Depois não reclama se algum imbecil te estuprar! Os caras são só uma pica ambulante, não espere mais deles...

Ela se levantou da cama e foi pra cozinha, estava com sede e um copo d'água serviu pra matar a sede e clarear a cabeça de tudo que tinha ouvido.

Não parava de se surpreender como sua irmãzinha tinha se tornado uma mulher. Que peitões ela tinha, quase tão grandes quanto os dela, e olha que ela era 9 anos mais velha.

Voltou pro quarto, já em silêncio, quase dormindo quando encostou a cabeça no travesseiro.

Quando amanheceu, tudo seguiu a rotina normal de um dia de semana. A cozinha se encheu de cheiros que indicavam o café da manhã de quem começava o dia.

Torradas, café, leite e sucos preparados na mesa iam desaparecendo conforme a cozinha enchia de gente. Quando quase todo mundo já tinha ido embora, chegou Eva carregando uma mochila esportiva enorme nas costas.

- Ufa, acho que vou largar o time! Não aguento mais, — disse sentando e bebendo um copo de suco de uma vez só.

- Então fica pra treinar depois da aula, as outras não fazem isso? Pra mim não teria problema.

- Claro, não tenho nada melhor pra fazer! E ainda fico sendo vigiada o tempo todo. Que legal, né?

- Não tem como lidar com você, Eva! Só te Pede, para de arrumar mais problemas, já temos o suficiente desde sua última expulsão, não sei o que vou inventar pra não contar pro papai.

- Então, não arruma confusão, entendeu? Já são três expulsões, você é foda, e mesmo assim, continua.

- Na escola nem querem te ver, e acho que não vou conseguir ficar calada se você fizer mais uma. Tô cheia de você, pirralha! - gritou furiosa.

- Tem alguma coisa errada contigo, porque conversei com sua tutora pra evitar dor de cabeça pro Papai, e você não imagina o que ela diz de você, sua cabeça não funciona, sério.

- Nããão, é mentiiiira! Ela é uma puta traiçoeira e mentirosaaaaa! - gritei.

- É mentira, não! Claro, e chutar uma cadeira em um professor e jogar suas coisas, isso é verdade, né? Como se não tivessem te tirado da sala na base de chutes e socos.

- É mentira, juro. Essa vaca rancorosa tá exagerando tudo! Resmunguei olhando pro chão. - Só chutei a mesa dela quando ela saiu pro corredor, por causa de uma merda de trabalho!

- E chutar, pra você, é a coisa mais normal! Tipo, em casa, a gente faz isso toda hora!

- Porra, tia, que saco... já entendi... não vou fazer mais...

- Mais te vale! Tô cansada de ficar limpando sua merda, você adora ser uma cuzona, ou o quê?

- Lembra, nem mais uma. Se passar do limite, mesmo que um pouquinho, acabou, Papai vai saber e aí você vai querer se mandar pro inferno.

- Ah, o zumbi tá nem aí pro que a gente faz, a gente não importa nada pra ele! - você não vê? Você acha normal? Ele sempre fica rondando quando a gente troca de roupa, você não vê o tarado que ele é?

- Nem pense em falar uma coisa dessas, você é louca?

- Ha, ha, você é cega, mas não vê os olhares que ele dá quando você não tá olhando.

- Olha, para com isso, você é doente.

- Claro, e temos um pai pervertido e nojento, - disse pegando a bolsa e sumindo pela porta.

Você tá mal, irmãzinha, muito mal, - pensou consigo mesma.

Ele ficou paralisado ouvindo o que suas filhas gritavam da cozinha, se Ele se retirou furioso para o quarto. Sentia o sangue ferver de raiva e de algo desconhecido.

— Então é assim que você se comporta, pequenina? Tá mal, hein? — disse consigo mesmo. — Tentei ser paciente, como sua mãe queria, mas vejo que isso não funciona com você. E ainda me chama de nojento e pervertido.

Agora sim vou te dar um bom motivo pra você gritar bem alto, e vai chorar, ah, vai chorar sim. Vamos ver como você reage.

Soltou um suspiro enquanto se punhetava, gozando por cima da calcinha da sua Pequena, jogando-as na cama da filha.

— Amanhã você vai ver o aguente da minha menina! Vamos ver se reclama depois.

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