Franco era um colega novo no trabalho. Ele se adaptou rápido ao nosso jeito de trabalhar, era gente boa, legal, engraçado. O que se pode chamar de um bom cara. Ele se sentiu confortável logo que começou a trabalhar e ficou relaxado. Era um cara bonitão sem ser nada excepcional. Alto, corpulento, másculo, cabelo curto, barba, meio hipster. Tinha namorada, morava com ela, mas dava pra ver que ele curtia uma farra. E eu achava que ele era bissexual. Não sei o que me fazia pensar isso, já que nunca tinha adivinhado a sexualidade de ninguém.
Tenho que admitir que fantasiei com ele várias vezes. Mas eu nunca tinha dado em cima de um cara e não estava nos meus planos. Sempre que fiquei com caras, conheci pela internet ou algo assim, nunca foi no pegação. Então nem pensei que podia rolar alguma coisa.
Passou o tempo, e a gente ficou bem próximo. Como a gente morava perto, sempre voltávamos juntos no meu carro pra economizar e de quebra fumar um baseado. De vez em quando a gente fazia um after office, que era tomar uma cerveja e depois ir pra casa. Eu deixava ele na 197 e Panamericana e seguia meu caminho.
Uma tarde de sexta-feira, no escritório, nos liberaram bem mais cedo. Fomos tomar uma cerveja, com o baseado correspondente. Tomamos algumas brejas e começamos a voltar. Ficamos conversando besteira, a gente estava meio alegre. Alguns comentários mais ousados sobre essa ou aquela gostosa. Nada. Conversa típica de homens que estão meio alegres. "Que bom que te façam isso, ou aquilo" blá blá. Mas tudo muito hétero. Na minha cabeça, eu morria de vontade de dar alguma sugestão pra ver o que acontecia, mas sabia que não ia fazer isso.
Descemos na 197 e Panamericana, onde eu sempre deixava ele. Parei no posto de gasolina, onde ele sempre descia e eu seguia meu caminho pela Panamericana. Quando ele vai descer, se aproxima de mim, como sempre, pra me dar uma palmadinha nas costas e um beijo, como sempre, como amigos. Mas dessa vez o beijo foi na minha boca. Eu travei. Não reagi. E ele percebeu, se afastou e me disse "Desculpa". Sem dizer nada, puxei ele pra perto e dei um beijo nele. Começamos a transar loucamente. Realmente não esperava por aquilo. Eu estava um pouco bêbado, um pouco chapado, um pouco com tesão, e aquilo foi a gota d'água.
Na hora de estar com um homem, sempre fui direto. Nada sutil, nada romântico. E isso não ia mudar. Enquanto transávamos, à vista de todo carro e pedestre que passasse por ali, coloquei minha mão esquerda no volume dele, que não hesitei em amassar, e que por sinal, já estava pegajoso.
Franco: "Não podemos parar por aqui, não me deixa assim!"
Eu: "Eu não pensava em parar... e você?"
Franco: "Eu também não."
Eu: "Vamos pra um motel."
Enquanto eu dirigia, ele ia tocando meu pau, e eu o dele. Conversávamos. Estávamos desinibidos. Eu morria de vontade de ver o pau dele. Parecia promissor.
Eu: "Tira ele pra fora, quero ver."
Franco: "Aaaa... você é tarado, hein..." enquanto desabotoava o jeans.
Ele tirou um pau muito bonito. Sem pelos. Uns 17 cm, mas grosso, uns 6cm de circunferência. Me deu água na boca. Pouco prepúcio, quase toda a cabeça pra fora. Linda.
Eu: "Aaaaah, nossa, que pau lindo."
Franco: "Hahahaha, não é a primeira vez que me dizem isso."
Eu: "Imagino que não. É ideal pra tudo."
Franco: "Tudo?"
Eu: "Boca e cu! Hahahaha."
Franco: "Hahahahaha. Você é passivo, pelo que vejo. Ou estou errado?"
Eu: "Prefiro ser. Nunca fui ativo, mas a ideia me agrada. Depende."
Franco: "Não te imaginei passivo, me dá muito tesão você ser tão másculo e passivo."
Eu: "E você?"
Franco: "Eu diria versátil, mais puxado pra ativo, mas adoro um boquete. Embora nunca tenham me comido."
Não tínhamos muito caminho até algum motel, já que na Panamericana tem vários, mas eu estava enrolando pra conversar e esquentar o clima ainda mais.
Eu: "Sempre achei que você curtia caras... não sei por quê. Sempre me pareceu bi."
Franco: "E por que não deu em cima de mim?"
Eu: "Nunca dei em cima de um cara."
Franco: "Mas percebo que você tem experiência..."
Eu: "Sim... muito internet, hahahaha. Conheci eles por lá."
Franco: "Entendi. Eu comecei assim, mas era cara, e depois eu vazei. E com você, eu tinha que tentar, no pior dos casos eu tomava um fora, mas eu tinha a sensação de que não seria assim”
Eu: “Você vai tomar um fora… em outro lugar”
Chegamos no hotel. Entramos como se nada. Parecia bem vazio. Estacionamos o carro, entramos no quarto e nos comemos de beijos. Começamos a tirar a roupa e eu parei.
Eu: “Eu gosto de ver um cara se despir sozinho, então, cada um por sua conta”
Cada um se despiu do seu jeito. Eu fiquei olhando o tempo todo. Ele tinha uma barriguinha, e isso me deixa louco. Mais magro que eu. Poucos pelos no corpo, o que também me agrada. E quando ele baixou a cueca, ficou pendurada a linda pica dele. Meio mole, meio borrachuda. Linda, balançando e se mexendo, junto com 2 bolas consideravelmente grandes. Sem pelos, tudo depilado.
Ficamos os dois pelados, um de frente pro outro. Eu me aproximei, peguei a pica dele e comecei a amassar. Ele me beijou. A pica dele ficou dura quase instantaneamente. A minha começou a ficar borrachuda. Empurrei ele na cama e ele caiu sentado na beirada. Me ajoelhei no chão, peguei a pica dele, comecei a masturbar enquanto olhava pra ela. Era mais bonita do que eu tinha notado no carro. Daquelas picas que você quer tirar foto e ficar olhando o dia todo. Cuspi nela e continuei com a masturbação, enquanto alternava o olhar da pica pros olhos dele. Ele só sorria.
Não aguentei mais e comecei a chupar. Devagar no começo, pra babar bem. E conforme o boquete avançava, fui comendo ela toda, até enfiar inteira na boca. Dava ânsia e eu adorava. Ele gemida, e acariciava meu cabelo. Eu me afogava, meus olhos enchiam de lágrimas, e quando ele tirava a pica da minha boca, tinha fios longos de baba. Minha bunda se preparava. Eu estava ansioso.
Franco se levantou, ficou em pé enquanto eu continuava chupando. Ele me levantou pelo cabelo, me empurrou na cama, e eu caí de costas. Ele pegou um travesseiro, colocou na minha barriga, e minha bunda ficou entregue.
Franco: “Vejo que não sou o único” que se depila todo"
Eu: "Não. Nem pensar em entregar um cu peludo hahahaha"
Franco mergulhou direto pra chupar meu cu. Ele enfiava a língua, lambia tudo, e minha bunda não fazia nada além de dilatar e desejar ainda mais aquela pica. A baba dele escorria do meu cu até minhas bolas. Eu estava extasiado. Franco começou a enfiar um dedo. Entrou rápido.
Franco: "Dilata na hora, puto"
Eu: "Prova"
Foi como ligar o botão. Ele se sentiu desafiado. Parou de chupar meu cu, se levantou, pegou camisinhas e se aproximou, com a pica duríssima, do lado da cama.
Franco: "Chupa" ele disse enquanto abria a camisinha com os dentes.
Chupei um pouco, tocando nas bolas dele e um pouco no rabo dele. Ele abriu as pernas. Eu cuspi nos meus dedos e comecei a passá-los no cuzinho dele. Ele ficou curtindo, com a camisinha na mão, a pica duríssima. Continuei com o boquete e a mão na bunda, deitado na cama, com o cu pronto e esperando aquela pica. Tirei ela da boca toda babada, ele pegou e colocou a camisinha. Abriu o lubrificante, e meus dedos não saíam do cu dele, mas nunca enfiei. Ele passou um pouco de lubrificante na pica, massageou, e subiu na cama. Se posicionou atrás de mim, e começou a derramar lubrificante no meu cuzinho. Espalhou com os dedos e posicionou a cabeça da pica na entrada. Começou a passar ela no meu buraco. Eu instintivamente levantei a bunda, e ele começou a empurrar bem devagar. Começou a entrar muito lentamente. Sabia o que estava fazendo, mas comentou "que buraco bom, como dilata na hora". Dava pra ver que já tinha feito alguns cuzinhos de caras.
Eu sentia aquela pica grossa abrindo caminho devagar pelo meu cu. Passou aquele ponto que dói, bem devagar, e quando a cabeça já tinha passado completamente, quase sem esforço entrou o resto da pica. Nós dois soltamos um gemido longo. Ele deixou enfiada um pouco, se movia devagar em círculos, deitado em cima de mim. Devagar começou a bombear, eu sentia quando saía, as veias daquela pica grossa eram perceptíveis. Sentia... como aquilo mexia comigo, a cabeça enterrando, e se movendo bem devagar.
Seus movimentos foram acelerando aos poucos, junto com a facilidade de entrar e sair.
Os gemidos de ambos aumentavam junto com o ritmo. Num movimento, ele quase tirou o pau todo, deixou só a cabeça dentro, parou, e enfiou de uma vez. Vi estrelas de prazer, soltei um gemido. Franco entendeu a mensagem e aumentou o ritmo. Cada vez mais violento. Metendo e tirando quase por completo. Até que tirou totalmente. Eu sabia o que vinha e adorava. Ele apoiou e enfiou de uma vez. E começou o vai-e-vem com o pirocão por inteiro. Tirava todo e metia todo. Minha bunda já não oferecia resistência.
Franco: “Fica de quatro”
Não hesitei. Me entreguei. Fiquei de quatro, levantei bem a bunda. Meu buraco à disposição, minhas bolas e o pau balançando. Meu pau estava babando, mas mole. Me recusei a tocar, porque ia gozar e não queria.
Ele apoiou o pau e enfiou de uma vez. Começou a me foder com força. Me arrombava. Eu me sentia cada vez mais entregue. Sentia minhas bolas batendo nas dele e adorava. Me vi refletido no espelho, de quatro e Franco me comendo, e me senti a putinha dele. Meu corpo foi invadido pelo prazer, e não sabia quanto mais aguentaria sem gozar. Tirei ele da minha bunda.
Eu: “Não quero gozar ainda. Vem. Me come”, disse enquanto deitava de costas e abria as pernas.
Ele colocou minhas pernas nos ombros. Ajeitou o pau na entrada e enfiou devagar. Nessa posição, sentia ainda mais. Ele começou a gemer muito.
Franco: “Que apertado que tá”
Eu: “Me fode com força”
Franco agarrou minhas mãos e, com minhas pernas nos ombros, como uma mola, começou a meter com tudo. Sentia ele entrando fundo. Doía um pouco, mas eu adorava. Ambos gemíamos. De novo a onda de prazer antes de gozar, mas logo antes de pedir pra parar, ele freou. Tirou de uma vez, vi estrelas e ele caiu rendido ao meu lado.
Franco: “Não aguento mais… Se continuar, acabo”
Eu: “Somos dois”
O pau dele ainda estava duro como uma pedra. E os dois a… ponto de gozar.
Me levantei, passei minhas pernas por cima do corpo dele e me sentei em cima do pau dele. Peguei ele, apontei pro meu cu e sentei devagar. Fui sentindo ele entrar até o fundo. Fiquei sentado uns segundos sem fazer nada, e comecei a me mover em círculos. Depois pra trás e pra frente. Devagar fui aumentando o ritmo. O pau entrava e saía devagar. Fiquei de cócoras e comecei um vai e vem, que fez meu pau ficar duríssimo. Franco pegou nele e começou a me masturbar.
Eu: "Vou gozar"
Franco: "Vai, me banha de porra"
Foi automático, quando ele disse isso, comecei a jorrar porra, espirrando tudo no Franco. Eu gemendo. Meu cu pulsava, o pau do Franco parecia mais grosso. Quando me levantei e ele saiu, vi estrelas. Senti o cu arrombado, mas feliz. Mesmo depois de ter acabado ainda estava com tesão. E o Franco, nem se fala. Tirei a camisinha dele, joguei fora e comecei a chupar ele como um louco. Queria ver ele gozar. E ele não se fez de rogado. Em 2 minutos de boquete, senti o pau dele inchando. Continuei chupando, e recebi os primeiros jatos na boca. Engoli. E o resto pra fora. Queria ver aquele pau cuspindo porra. Foi incrível.
Ficamos os dois, pelados, acabados, e dando risada. Pedimos umas cervejas e conversamos sobre outras experiências com caras.
Ambos tínhamos relativamente poucas experiências. Poucos homens e em geral repetimos com eles, mais ou menos vezes. Eu sempre passivo, e ele sempre ativo.
Eu: "Não entendo porque alguns são só ativos. Tipo, se você transa com um cara, que pelo menos seja diferente de uma mina… não entendo muito. Eu quando tô com um cara quero fazer o que não posso com uma mina"
Franco: "Hahahaha. Eu sempre fui ativo. Não sei. É diferente, é como transar com um amigo. O sexo é mais safado e isso me agrada. Além disso, ver um cara de quatro com o pau e as bolas balançando, eu amo"
Eu: "Zoeira!!! Amo isso. É um show lindo. Mais ainda se estiver depilado"
Franco se virou na cama, ficou de quatro e se... Ele abriu o cu. Não tinha um único pelo. As bolas dele balançavam e o pau mais atrás se mexia.
Eu: "Que buraquinho lindo você tem... e essas bolas"
Franco: "Chupa ele pra mim"
Me aproximei. Franco deixou o cu empinado mas com o peito apoiado na cama. Passei minha língua pelas bolas dele, e subi até o cu repetidamente. Cada lambida, Franco se entregava mais. Meu pau começou a ficar duro. Comecei a esfregar no cu dele. De vez em quando lambia o caminho entre as bolas e o buraco. Ele se contorcia, e eu comecei a me masturbar devagar.
Franco: "Você topa meter? Gostaria?"
Não respondi. Cuspi no cu dele e continuei com o que estava fazendo. Ele entendeu minha resposta. E como estava perto da mesa de cabeceira, pegou as camisinhas e o lubrificante e me passou. O pau dele nunca ficou ereto. O cu se abriu um pouco. Era virgem e dava pra notar. Coloquei lubrificante e enfiei dedos para continuar dilatando. A tesão dele era enorme, porque o cu pedia. Coloquei uma camisinha, lubrifiquei e coloquei um travesseiro na barriga dele. Franco se entregou. Eu não conseguia acreditar que estava prestes a comer um cara. Meu pau estava explodindo. Olhava as bolas dele, que eu adorava, com aquele buraquinho fechado e faminto.
Apoiei o pau no meio das nádegas, e comecei a esfregar. Ele mexia o cu, de vez em quando empinava. E gostava. Então, comecei a enfiar devagar, bem devagar. O cu estava cheio de lubrificante, e meu pau também. Entrou devagar, e chegou no ponto em que precisa fazer força para passar. Apertei, devagar mas firme, ele gemeu, e meu pau entrou. Enfiei quase tudo, e fiquei parado. Dava pra ver que doía ou que ardia. Mas ele não disse nada. Comecei a comer ele bem devagar, quase nem tirava, a ideia era dilatar, e estava funcionando. Aos poucos foi mais fácil tirar e enfiar. Até que pegamos ritmo. Coloquei ele de quatro, e toquei no pau dele. Estava mole, e isso me deixou louco. O pau e as bolas dele se mexiam a cada investida minha. Ele começou a gemer de prazer.
Eu: "Você gosta?"
Franco: "Eu adoro! Me come, vai..."
Continuei comendo ele, um pouco. Tirei, e dei volta. Coloquei ela de quatro e enfiei. Ver o pau dela mole, as bolas, e meu pau entrando no cu dela me deixava louco. O pau dela balançava pra todo lado. Era uma imagem linda. Fiquei muito excitado e comecei a meter forte. E isso fez o pau dela ficar duro.
Franco: “Tira que não quero gozar”
Tirei, e ele se sentou de frente pra mim. Me deu um beijo na boca. Nossos paus se esfregavam, e eu comecei uma masturbação mútua. Os dois paus na minha mão, nós dois olhando pros paus. Era uma imagem linda. Dois paus bonitos, sem pelos, duros, se esfregando. Não demorou muito pra estarmos prestes a gozar os dois, até que explodimos num leitada quase ao mesmo tempo. Nos encharcou de porra os dois.
Eu: “Cabe a gente se limpar com um 69”
A resposta dele foi se ajeitar pra começar a me chupar. E foi o que fizemos. Lambermos toda a porra que tínhamos pelo corpo. Chupamos as bundas, as bolas e os paus. E ficamos deitados, mortos.
Tomamos banho juntos, uns beijos, outros momentos que era como estar na academia conversando com um conhecido. Era um amigo, um colega de trabalho e um foda. Era ideal.
Nos vestimos, prometemos que aquilo não terminava ali e eu deixei ele pegar o ônibus pra casa. Eu fui embora feliz, esperando o próximo encontro.
TODO O RELATADO É FANTASIA
Tenho que admitir que fantasiei com ele várias vezes. Mas eu nunca tinha dado em cima de um cara e não estava nos meus planos. Sempre que fiquei com caras, conheci pela internet ou algo assim, nunca foi no pegação. Então nem pensei que podia rolar alguma coisa.
Passou o tempo, e a gente ficou bem próximo. Como a gente morava perto, sempre voltávamos juntos no meu carro pra economizar e de quebra fumar um baseado. De vez em quando a gente fazia um after office, que era tomar uma cerveja e depois ir pra casa. Eu deixava ele na 197 e Panamericana e seguia meu caminho.
Uma tarde de sexta-feira, no escritório, nos liberaram bem mais cedo. Fomos tomar uma cerveja, com o baseado correspondente. Tomamos algumas brejas e começamos a voltar. Ficamos conversando besteira, a gente estava meio alegre. Alguns comentários mais ousados sobre essa ou aquela gostosa. Nada. Conversa típica de homens que estão meio alegres. "Que bom que te façam isso, ou aquilo" blá blá. Mas tudo muito hétero. Na minha cabeça, eu morria de vontade de dar alguma sugestão pra ver o que acontecia, mas sabia que não ia fazer isso.
Descemos na 197 e Panamericana, onde eu sempre deixava ele. Parei no posto de gasolina, onde ele sempre descia e eu seguia meu caminho pela Panamericana. Quando ele vai descer, se aproxima de mim, como sempre, pra me dar uma palmadinha nas costas e um beijo, como sempre, como amigos. Mas dessa vez o beijo foi na minha boca. Eu travei. Não reagi. E ele percebeu, se afastou e me disse "Desculpa". Sem dizer nada, puxei ele pra perto e dei um beijo nele. Começamos a transar loucamente. Realmente não esperava por aquilo. Eu estava um pouco bêbado, um pouco chapado, um pouco com tesão, e aquilo foi a gota d'água.
Na hora de estar com um homem, sempre fui direto. Nada sutil, nada romântico. E isso não ia mudar. Enquanto transávamos, à vista de todo carro e pedestre que passasse por ali, coloquei minha mão esquerda no volume dele, que não hesitei em amassar, e que por sinal, já estava pegajoso.
Franco: "Não podemos parar por aqui, não me deixa assim!"
Eu: "Eu não pensava em parar... e você?"
Franco: "Eu também não."
Eu: "Vamos pra um motel."
Enquanto eu dirigia, ele ia tocando meu pau, e eu o dele. Conversávamos. Estávamos desinibidos. Eu morria de vontade de ver o pau dele. Parecia promissor.
Eu: "Tira ele pra fora, quero ver."
Franco: "Aaaa... você é tarado, hein..." enquanto desabotoava o jeans.
Ele tirou um pau muito bonito. Sem pelos. Uns 17 cm, mas grosso, uns 6cm de circunferência. Me deu água na boca. Pouco prepúcio, quase toda a cabeça pra fora. Linda.
Eu: "Aaaaah, nossa, que pau lindo."
Franco: "Hahahaha, não é a primeira vez que me dizem isso."
Eu: "Imagino que não. É ideal pra tudo."
Franco: "Tudo?"
Eu: "Boca e cu! Hahahaha."
Franco: "Hahahahaha. Você é passivo, pelo que vejo. Ou estou errado?"
Eu: "Prefiro ser. Nunca fui ativo, mas a ideia me agrada. Depende."
Franco: "Não te imaginei passivo, me dá muito tesão você ser tão másculo e passivo."
Eu: "E você?"
Franco: "Eu diria versátil, mais puxado pra ativo, mas adoro um boquete. Embora nunca tenham me comido."
Não tínhamos muito caminho até algum motel, já que na Panamericana tem vários, mas eu estava enrolando pra conversar e esquentar o clima ainda mais.
Eu: "Sempre achei que você curtia caras... não sei por quê. Sempre me pareceu bi."
Franco: "E por que não deu em cima de mim?"
Eu: "Nunca dei em cima de um cara."
Franco: "Mas percebo que você tem experiência..."
Eu: "Sim... muito internet, hahahaha. Conheci eles por lá."
Franco: "Entendi. Eu comecei assim, mas era cara, e depois eu vazei. E com você, eu tinha que tentar, no pior dos casos eu tomava um fora, mas eu tinha a sensação de que não seria assim”
Eu: “Você vai tomar um fora… em outro lugar”
Chegamos no hotel. Entramos como se nada. Parecia bem vazio. Estacionamos o carro, entramos no quarto e nos comemos de beijos. Começamos a tirar a roupa e eu parei.
Eu: “Eu gosto de ver um cara se despir sozinho, então, cada um por sua conta”
Cada um se despiu do seu jeito. Eu fiquei olhando o tempo todo. Ele tinha uma barriguinha, e isso me deixa louco. Mais magro que eu. Poucos pelos no corpo, o que também me agrada. E quando ele baixou a cueca, ficou pendurada a linda pica dele. Meio mole, meio borrachuda. Linda, balançando e se mexendo, junto com 2 bolas consideravelmente grandes. Sem pelos, tudo depilado.
Ficamos os dois pelados, um de frente pro outro. Eu me aproximei, peguei a pica dele e comecei a amassar. Ele me beijou. A pica dele ficou dura quase instantaneamente. A minha começou a ficar borrachuda. Empurrei ele na cama e ele caiu sentado na beirada. Me ajoelhei no chão, peguei a pica dele, comecei a masturbar enquanto olhava pra ela. Era mais bonita do que eu tinha notado no carro. Daquelas picas que você quer tirar foto e ficar olhando o dia todo. Cuspi nela e continuei com a masturbação, enquanto alternava o olhar da pica pros olhos dele. Ele só sorria.
Não aguentei mais e comecei a chupar. Devagar no começo, pra babar bem. E conforme o boquete avançava, fui comendo ela toda, até enfiar inteira na boca. Dava ânsia e eu adorava. Ele gemida, e acariciava meu cabelo. Eu me afogava, meus olhos enchiam de lágrimas, e quando ele tirava a pica da minha boca, tinha fios longos de baba. Minha bunda se preparava. Eu estava ansioso.
Franco se levantou, ficou em pé enquanto eu continuava chupando. Ele me levantou pelo cabelo, me empurrou na cama, e eu caí de costas. Ele pegou um travesseiro, colocou na minha barriga, e minha bunda ficou entregue.
Franco: “Vejo que não sou o único” que se depila todo"
Eu: "Não. Nem pensar em entregar um cu peludo hahahaha"
Franco mergulhou direto pra chupar meu cu. Ele enfiava a língua, lambia tudo, e minha bunda não fazia nada além de dilatar e desejar ainda mais aquela pica. A baba dele escorria do meu cu até minhas bolas. Eu estava extasiado. Franco começou a enfiar um dedo. Entrou rápido.
Franco: "Dilata na hora, puto"
Eu: "Prova"
Foi como ligar o botão. Ele se sentiu desafiado. Parou de chupar meu cu, se levantou, pegou camisinhas e se aproximou, com a pica duríssima, do lado da cama.
Franco: "Chupa" ele disse enquanto abria a camisinha com os dentes.
Chupei um pouco, tocando nas bolas dele e um pouco no rabo dele. Ele abriu as pernas. Eu cuspi nos meus dedos e comecei a passá-los no cuzinho dele. Ele ficou curtindo, com a camisinha na mão, a pica duríssima. Continuei com o boquete e a mão na bunda, deitado na cama, com o cu pronto e esperando aquela pica. Tirei ela da boca toda babada, ele pegou e colocou a camisinha. Abriu o lubrificante, e meus dedos não saíam do cu dele, mas nunca enfiei. Ele passou um pouco de lubrificante na pica, massageou, e subiu na cama. Se posicionou atrás de mim, e começou a derramar lubrificante no meu cuzinho. Espalhou com os dedos e posicionou a cabeça da pica na entrada. Começou a passar ela no meu buraco. Eu instintivamente levantei a bunda, e ele começou a empurrar bem devagar. Começou a entrar muito lentamente. Sabia o que estava fazendo, mas comentou "que buraco bom, como dilata na hora". Dava pra ver que já tinha feito alguns cuzinhos de caras.
Eu sentia aquela pica grossa abrindo caminho devagar pelo meu cu. Passou aquele ponto que dói, bem devagar, e quando a cabeça já tinha passado completamente, quase sem esforço entrou o resto da pica. Nós dois soltamos um gemido longo. Ele deixou enfiada um pouco, se movia devagar em círculos, deitado em cima de mim. Devagar começou a bombear, eu sentia quando saía, as veias daquela pica grossa eram perceptíveis. Sentia... como aquilo mexia comigo, a cabeça enterrando, e se movendo bem devagar.
Seus movimentos foram acelerando aos poucos, junto com a facilidade de entrar e sair.
Os gemidos de ambos aumentavam junto com o ritmo. Num movimento, ele quase tirou o pau todo, deixou só a cabeça dentro, parou, e enfiou de uma vez. Vi estrelas de prazer, soltei um gemido. Franco entendeu a mensagem e aumentou o ritmo. Cada vez mais violento. Metendo e tirando quase por completo. Até que tirou totalmente. Eu sabia o que vinha e adorava. Ele apoiou e enfiou de uma vez. E começou o vai-e-vem com o pirocão por inteiro. Tirava todo e metia todo. Minha bunda já não oferecia resistência.
Franco: “Fica de quatro”
Não hesitei. Me entreguei. Fiquei de quatro, levantei bem a bunda. Meu buraco à disposição, minhas bolas e o pau balançando. Meu pau estava babando, mas mole. Me recusei a tocar, porque ia gozar e não queria.
Ele apoiou o pau e enfiou de uma vez. Começou a me foder com força. Me arrombava. Eu me sentia cada vez mais entregue. Sentia minhas bolas batendo nas dele e adorava. Me vi refletido no espelho, de quatro e Franco me comendo, e me senti a putinha dele. Meu corpo foi invadido pelo prazer, e não sabia quanto mais aguentaria sem gozar. Tirei ele da minha bunda.
Eu: “Não quero gozar ainda. Vem. Me come”, disse enquanto deitava de costas e abria as pernas.
Ele colocou minhas pernas nos ombros. Ajeitou o pau na entrada e enfiou devagar. Nessa posição, sentia ainda mais. Ele começou a gemer muito.
Franco: “Que apertado que tá”
Eu: “Me fode com força”
Franco agarrou minhas mãos e, com minhas pernas nos ombros, como uma mola, começou a meter com tudo. Sentia ele entrando fundo. Doía um pouco, mas eu adorava. Ambos gemíamos. De novo a onda de prazer antes de gozar, mas logo antes de pedir pra parar, ele freou. Tirou de uma vez, vi estrelas e ele caiu rendido ao meu lado.
Franco: “Não aguento mais… Se continuar, acabo”
Eu: “Somos dois”
O pau dele ainda estava duro como uma pedra. E os dois a… ponto de gozar.
Me levantei, passei minhas pernas por cima do corpo dele e me sentei em cima do pau dele. Peguei ele, apontei pro meu cu e sentei devagar. Fui sentindo ele entrar até o fundo. Fiquei sentado uns segundos sem fazer nada, e comecei a me mover em círculos. Depois pra trás e pra frente. Devagar fui aumentando o ritmo. O pau entrava e saía devagar. Fiquei de cócoras e comecei um vai e vem, que fez meu pau ficar duríssimo. Franco pegou nele e começou a me masturbar.
Eu: "Vou gozar"
Franco: "Vai, me banha de porra"
Foi automático, quando ele disse isso, comecei a jorrar porra, espirrando tudo no Franco. Eu gemendo. Meu cu pulsava, o pau do Franco parecia mais grosso. Quando me levantei e ele saiu, vi estrelas. Senti o cu arrombado, mas feliz. Mesmo depois de ter acabado ainda estava com tesão. E o Franco, nem se fala. Tirei a camisinha dele, joguei fora e comecei a chupar ele como um louco. Queria ver ele gozar. E ele não se fez de rogado. Em 2 minutos de boquete, senti o pau dele inchando. Continuei chupando, e recebi os primeiros jatos na boca. Engoli. E o resto pra fora. Queria ver aquele pau cuspindo porra. Foi incrível.
Ficamos os dois, pelados, acabados, e dando risada. Pedimos umas cervejas e conversamos sobre outras experiências com caras.
Ambos tínhamos relativamente poucas experiências. Poucos homens e em geral repetimos com eles, mais ou menos vezes. Eu sempre passivo, e ele sempre ativo.
Eu: "Não entendo porque alguns são só ativos. Tipo, se você transa com um cara, que pelo menos seja diferente de uma mina… não entendo muito. Eu quando tô com um cara quero fazer o que não posso com uma mina"
Franco: "Hahahaha. Eu sempre fui ativo. Não sei. É diferente, é como transar com um amigo. O sexo é mais safado e isso me agrada. Além disso, ver um cara de quatro com o pau e as bolas balançando, eu amo"
Eu: "Zoeira!!! Amo isso. É um show lindo. Mais ainda se estiver depilado"
Franco se virou na cama, ficou de quatro e se... Ele abriu o cu. Não tinha um único pelo. As bolas dele balançavam e o pau mais atrás se mexia.
Eu: "Que buraquinho lindo você tem... e essas bolas"
Franco: "Chupa ele pra mim"
Me aproximei. Franco deixou o cu empinado mas com o peito apoiado na cama. Passei minha língua pelas bolas dele, e subi até o cu repetidamente. Cada lambida, Franco se entregava mais. Meu pau começou a ficar duro. Comecei a esfregar no cu dele. De vez em quando lambia o caminho entre as bolas e o buraco. Ele se contorcia, e eu comecei a me masturbar devagar.
Franco: "Você topa meter? Gostaria?"
Não respondi. Cuspi no cu dele e continuei com o que estava fazendo. Ele entendeu minha resposta. E como estava perto da mesa de cabeceira, pegou as camisinhas e o lubrificante e me passou. O pau dele nunca ficou ereto. O cu se abriu um pouco. Era virgem e dava pra notar. Coloquei lubrificante e enfiei dedos para continuar dilatando. A tesão dele era enorme, porque o cu pedia. Coloquei uma camisinha, lubrifiquei e coloquei um travesseiro na barriga dele. Franco se entregou. Eu não conseguia acreditar que estava prestes a comer um cara. Meu pau estava explodindo. Olhava as bolas dele, que eu adorava, com aquele buraquinho fechado e faminto.
Apoiei o pau no meio das nádegas, e comecei a esfregar. Ele mexia o cu, de vez em quando empinava. E gostava. Então, comecei a enfiar devagar, bem devagar. O cu estava cheio de lubrificante, e meu pau também. Entrou devagar, e chegou no ponto em que precisa fazer força para passar. Apertei, devagar mas firme, ele gemeu, e meu pau entrou. Enfiei quase tudo, e fiquei parado. Dava pra ver que doía ou que ardia. Mas ele não disse nada. Comecei a comer ele bem devagar, quase nem tirava, a ideia era dilatar, e estava funcionando. Aos poucos foi mais fácil tirar e enfiar. Até que pegamos ritmo. Coloquei ele de quatro, e toquei no pau dele. Estava mole, e isso me deixou louco. O pau e as bolas dele se mexiam a cada investida minha. Ele começou a gemer de prazer.
Eu: "Você gosta?"
Franco: "Eu adoro! Me come, vai..."
Continuei comendo ele, um pouco. Tirei, e dei volta. Coloquei ela de quatro e enfiei. Ver o pau dela mole, as bolas, e meu pau entrando no cu dela me deixava louco. O pau dela balançava pra todo lado. Era uma imagem linda. Fiquei muito excitado e comecei a meter forte. E isso fez o pau dela ficar duro.
Franco: “Tira que não quero gozar”
Tirei, e ele se sentou de frente pra mim. Me deu um beijo na boca. Nossos paus se esfregavam, e eu comecei uma masturbação mútua. Os dois paus na minha mão, nós dois olhando pros paus. Era uma imagem linda. Dois paus bonitos, sem pelos, duros, se esfregando. Não demorou muito pra estarmos prestes a gozar os dois, até que explodimos num leitada quase ao mesmo tempo. Nos encharcou de porra os dois.
Eu: “Cabe a gente se limpar com um 69”
A resposta dele foi se ajeitar pra começar a me chupar. E foi o que fizemos. Lambermos toda a porra que tínhamos pelo corpo. Chupamos as bundas, as bolas e os paus. E ficamos deitados, mortos.
Tomamos banho juntos, uns beijos, outros momentos que era como estar na academia conversando com um conhecido. Era um amigo, um colega de trabalho e um foda. Era ideal.
Nos vestimos, prometemos que aquilo não terminava ali e eu deixei ele pegar o ônibus pra casa. Eu fui embora feliz, esperando o próximo encontro.
TODO O RELATADO É FANTASIA
7 comentários - Meu Colega Gostoso do Escritório
Quiero un compañero asii
Ojalá me tocaran compañeros así!!!!