De table dance y moteles

Essa é minha primeira contribuição nessa seção. Espero que vocês gostem da minha história. Isso aconteceu comigo há alguns anos. Se curtirem, depois posto mais relatos. Um abraço.

Há alguns anos, meus amigos e eu pegamos a rotina de visitar as boates de strip todo fim de semana. Principalmente nas sextas à noite, saindo da escola ou do escritório.

Naquela época, só dois dos meus amigos não tinham namorada, então eles organizavam tudo e só avisavam a gente onde e a que horas era o encontro. A rotina era muito boa, e lembro que minha namorada da época chegou a acreditar que toda sexta à noite eu estava muito cansado e ia dormir cedo… Pois na noite em questão, só chegamos quatro (contando comigo), porque os outros estavam no final do semestre e ficaram estudando ou fazendo trabalhos finais, o que nos deixou um pouco desanimados. No fim, decidimos ir mesmo sendo poucos.

Chegamos na boate e era quinzena, então o lugar estava lotado. Pedimos uma mesa perto da pista, e o garçom disse que não tinha, só tinha uns sofás a uns três metros da pista.

Pedimos uma garrafa, e ele disse que assim que uma mesa da pista ficasse livre, nos daria… Quando ele nos levou até a mesa, vi na minha frente uma mulher que me encantou. Ela tinha cerca de 1,70m (sem salto), então com os sapatos que usava parecia enorme; eu tenho 1,87m e, quando a vi, ela ficava mais ou menos na minha altura. Olhos enormes, nariz pequeno, boca grande e carnuda, magra com abdômen definido, uma bunda redonda e empinada. A única coisa que não era tão boa eram os peitos, que eram pequenos, mas bonitos, com bico rosinha.

Ela vestia uma microsaia (afinal, era boate) branca que deixava ver o triângulo da sua calcinha fio dental branca com renda, e na parte de cima um top colado e transparente que mostrava completamente o que ela tinha. Quando nos olhamos de frente, senti aquele clique, como se tivesse levado uma martelada na cabeça. Ela fixou o olhar em mim. Olhou nos meus olhos e foi andando sem tirar o olho de mim. Um dos meus amigos percebeu a cena e falou: “caralho, a mina é gostosa pra caralho, você é foda, parece que você pegou ela de jeito”… Eu pensei a mesma coisa, mas resolvi levar na boa.

Geralmente, quando a gente chegava nesses lugares, a rotina era ver o que tinha de melhor, deixar os caras de outras mesas comprarem bebida ou pagarem privê pra elas, e lá pela madrugada a gente começava a puxar elas sem gastar nada ou quase nada. Quase todos meus amigos e eu jogávamos futebol americano, então os caras que tentavam encher o saco nunca falavam nada, olhavam pra gente e viravam as costas.

Voltando pra noite que tô contando, a gente seguiu a rotina e começou a beber, e eu via de longe a mulher que tinha me marcado. Umas meia hora depois que a gente chegou, um amigo sentou uma mina na mesa e começou a zoar com ela. Perguntei sobre a magrinha que eu tinha gostado, e ela disse: “ahhh, você não tá perdido não, mas tem um probleminha: essa mina tem como cliente um comandante da polícia judiciária, e ele não demora a chegar. Então é melhor nem olhar pra ela, porque o filho da puta é muito ciumento e fala que ela é a bonequinha dele”… “Fodeu a missão”, pensei, só vou poder olhar mesmo. A mina que sentou com meu amigo tinha razão. Umas 10 minutos depois, chegaram uns 7 caras de cara feia, tudo com pinta de polícia, e deram uma mesa pra eles num tal de VIP que o lugar tem. Não passou nem um minuto e os garçons começaram a levar as melhores putas do lugar pra esses caras.

Essa noite não era pra eu ganhar com ela, então a gente começou a beber e terminou o primeiro vidro, pedimos outro e já era tarde, o pessoal começou a ir embora e as minas foram chegando aos poucos. Os policiais não davam sinal de ir. A mina que eu tinha gostado nem tinha se levantado pra dançar, o “comandante” deixava ela bem grudada nele.

Já meio bêbado, levantei pra ir no banheiro que fica no fundo do lugar, do lado esquerdo. de homens e do direito o das mulheres, tipo a um metro e meio à direita do das mulheres fica a porta dos vestiários das velhas e tem um filho da puta que parece um gorila cuidando da entrada. Entrei no banheiro e quando saí vi de frente a minha gostosa, ela pegou na minha mão e me puxou pro banheiro feminino.

Naquela hora não pensei em nada e deixei ela me puxar... entramos no banheiro (que por sinal não tem portas) e eu me encostei na parede. Ela disse "meu amor, você me encantou e sei que eu também te encantei... agora tô trabalhando e os caras com quem eu tô são perigosos (naquela hora caiu a ficha e eu pensei... "já era") domingo eu folgo, foda-se, pega meu telefone, me liga e a gente se vê" eu falei "não tenho onde anotar (o celular não deixavam passar por causa das câmeras, então deixávamos no carro) como a gente faz, e além disso, se a gente se ver, qual é a ideia... pra quê?" e ela começou a rir.

Ela disse "pra isso" e começou a me beijar (quando comecei a beijar ela, percebi que tinha um piercing na língua, super safado) "daqui a pouco mando o telefone com uma das minas. Mas me liga depois do meio-dia, hein, antes disso tô dormindo". Foi a última coisa que ela disse e saiu quase correndo.

Fiquei parado no banheiro e saí feito um zumbi, encontrei um dos meus amigos de frente e ele falou "uhhh, desconfiava que você sentava pra mijar, mas agora confirmei kkkkk" e eu respondi "não fode, acabei de passar por uma parada muito louca" Contei pra ele e ele disse "então se liga, filho da puta, se ela tá com esses caras na mesa dela, pode ser um golpe e querem te foder" Não tinha pensado nisso.

Voltamos pra mesa e continuamos bebendo, na hora só contei pro amigo que me viu saindo do banheiro pra que os outros não agissem de forma estranha. Sentei de um jeito que não dava pra ver a minha gostosa (pra não ficar me tentando) e aos poucos várias mulheres chegavam e iam embora; eu tava ansioso pra que uma chegasse e dissesse "toma"; passou quase uma hora e chegou a hora. Uma se aproximou As minas que tavam com ela na mesa dos oficiais. Ela sentou no meu colo e falou no meu ouvido: “vou te passar o número no bolso da jaqueta, papi, mas vai te custar um drink”. Falei “foda-se”, “o que cê bebe?” “Torres”, ela respondeu, e foi assim, pedi a dose dela e ela ficou um tempão comigo na mesa. Tinha um corpo até que bom, mas francamente, o que eu queria era o número e essa mina tanto faz. Demorou uns 10 minutos, terminou a dose, levantou e vazou.

Levantei na pressa pro banheiro, entrei e olhei o papel que ela tinha enfiado no bolso da jaqueta. Tava escrito: “domingo não me escapa”, o número e um beijo marcado de batom. Umas meia hora depois, a gente saiu do lugar e no caminho pra casa contei pros meus amigos. Dois falaram pra não entrar nessa, e um (que é o que eu mais me dou bem) falou pra ir fundo, mas com cuidado.

Tava nessa quando lembrei que naquele dia tinha compromisso na casa da minha mina. “Porra, de algum jeito tenho que me livrar”, pensei. Cheguei em casa e guardei o papel bem escondido.

No dia seguinte, minha mina chegou em casa e a gente ficou no meu quarto. Na hora, nem me deu vontade de comer ela, porque já tava de olho na carne nova. Ficamos vendo filme e o dia foi um saco. Lá pras 11 da noite, ela falou que queria ir embora, que eu levasse ela pra casa, e foi o que fiz. Já no carro, na frente da casa dela, falei: “óia, gorda, o Rubén (um dos meus melhores amigos) me pediu pra dar uma força amanhã pra vender o carro dele. Eu sei que já tinha compromisso na sua casa, mas esse mano nunca me pede nada e acho sacanagem negar, o que cê acha?” “Hmm, na real, melhor falar logo que você odeia minha família.” “Qual é, sua família é mó legal, juro que não é isso.” “Então faz o que quiser, como sempre.” Ela saiu do carro, bateu a porta e entrou na casa na raiva. Pronto, pensei.

Liguei pro meu amigo e falei: “me dá uma força, irmão”. Contei o plano e ele disse: “amanhã vou sumir o dia inteiro em Pachuca com o celular desligado.” Se for sua mãe me ligar." Na manhã de domingo fui fazer compras. Camisinhas, cigarros, uma garrafinha de gim com seus sucos (pra embebedar mulher não tem nada melhor que gim) e um de conhaque Torres X, caso a magrinha curta um brandy; tudo no porta-malas do carro. Liguei pra ela às 12:15 e ela atendeu no segundo toque: "alô". "Oi, esperei passar do meio-dia pra te ligar, mas não aguentei a vontade de te ver", falei. "Quem fala?" "Não fode", pensei. "Kkkk, já tava esperando sua ligação, achei que não ia rolar", ela disse, e me passou o endereço da casa dela.

Cheguei e eram uns apartamentos, apertei a campainha e ela saiu em uns 5 minutos. Quando vi ela, fiquei de boca aberta: ela tava com uma calça jeans na altura do quadril que fazia a bunda dela parecer uma redondeza imponente, uma blusa preta justinha de alcinha e uma jaqueta na mão, o cabelo preso num coque e óculos escuros. Trancou a porta com chave, virou e me beijou como poucas vezes fui beijado. Ela se soltou, eu falei "o que a gente faz, meu amor?" e ela respondeu "o que você quiser, gato". Peguei ela pela mão e levei correndo pro carro. Abri a porta pra ela e dei uma olhada pra ver se ninguém tava olhando. Entrei e saí dirigindo que nem taxista com pressa, ficando de olho nos retrovisores torcendo pra ninguém nos seguir, porque a putaria tava grande, mas ainda assim tava com medo de ser assaltado ou levar um sequestro relâmpago, sei lá. O caminho inteiro a gente ficou em silêncio.

Cheguei no motel onde levo as bucetas não oficiais (de graça) e onde já me conhecem. Me falaram em qual vaga entrar e fechei o portão. Veio um cara de bicicleta cobrar e bateu na porta: "E aí, jovem, o que vamos trazer?" "Uns gelinhos e uns copos." "Fechou, já volto." Ele voltou com o pedido e eu paguei. "O senhor já sabe, jovem, pra você o tempo é livre, mas não esquece de se reportar pro pessoal." "Sem problema, você já sabe como eu sou." Dei uma nota de 100 pra ele e ele foi embora feliz. Nisso, virei pro carro e a magrinha já tinha descido. Fui no porta-malas e peguei o que tinha comprado. junto com meu kit de sobrevivência pra qualquer motel (uma mala com sabonete, chinelos, gel, loção, cuecas e umas outras paradas).

Quando entrei no quarto, ela tava sentada na cama com as pernas cruzadas e me perguntou: "que isso tudo aí?" "umas coisinhas pra gente se divertir" "ah é? cê não precisa me embebedar não, meu amor, eu vou fazer tudo que você quiser, essa tarde eu sou sua" Na hora meu pau subiu a mil e eu falei "ah é?" abri o zíper da calça e tirei ele pra fora, ela tava sentada na beira da cama, eu me aproximei e coloquei na boca dela. Ela esticou a língua e deu uma lambida das bolas até a ponta e começou a chupar, enquanto com uma das mãos ia batendo uma de vez em quando. Depois de um tempo chupando, ela falou: "quando você for gozar, me avisa". Senti que ia gozar, falei "já foi, meu amor" ela começou a bater uma rápida com a mão enquanto com a boca rodeava a cabeça do meu pau e sugava. Quando gozei, ela apertou super forte o tronco com as mãos e engoliu toda a porra que saiu.

Ela levantou e falou: "me espera um segundo". Foi pro banheiro, acho que pra lavar a boca, e saiu com um sorriso: "e agora?" Na hora eu parei um segundo pra pensar na putaria toda que eu tava me metendo pra no final comer ela de um jeito qualquer... nem fodendo, pensei. Cheguei perto dela e dei um beijo que só de lembrar me arrepia a pele, peguei ela pela cintura e carreguei, ela me abraçou com as pernas e eu levei ela até a cama. Deitei ela e continuei beijando.

Levantei e tirei a camisa de uma vez, tirei a calça e a cueca enquanto ela na cama me olhava mordendo a unha do dedo indicador. Ela tinha aquele olhar que te deixa duro na hora, entre medo e tesão, entre desafiadora e submissa; cheguei perto da cama, comecei a beijar a barriga dela e a tocar os peitos... eles eram macios e redondinhos, continuei beijando e descendo devagar, abri a calça dela e o zíper pequeno que tinha, e fui baixando ele devagarzinho enquanto ia beijando as pernas dela. Ela tava com uma calcinha fio-dental rosa uma delícia, nada de renda ou coisa assim, era de algodão mas tava dez.

Quando abri as perninhas dela por completo e me aproximei pra beijar, percebi que a calcinha tava toda molhada, afastei ela pro lado e com os dedos toquei nos lábios dela, tavam realmente molhados. Enfiei um pouco o dedo, e ela deu um pulinho e um gemidinho, fui enfiando mais e mais o dedo e me aproximei pra procurar o clitóris dela, com os dedos abri e me deparei com uma buceta toda rosadinha, dei uma chupada e dedada ao mesmo tempo, como nunca tinha dado, a ponto de chegar um momento que ela me agarrou com as duas mãos no cabelo e começou a puxar. Quando chegou esse momento ela falou "não para pelo amor de Deus, não para amor, não para" e de repente ficou quieta, fechou os olhos e relaxou o corpo por completo. Passaram uns 30 segundos e ela disse "enfia até o fundo, me faz gritar minha vida" Aí meu pau respondeu subindo na hora, fui pegar uma camisinha e do jeito que ela tava deitada na beirada da cama, levantei as pernas dela e abri, enfiei e comecei a bombar, juntei as pernas dela de novo e apoiei no meu ombro esquerdo enquanto metia com tudo.

A magrinha molhava como poucas mulheres que já conheci, a ponto de parecer que tava gozando uma atrás da outra. Continuei por um tempo depois, levantei ela um pouco e me deitei junto (tipo colherzinha) pra continuar metendo e comecei a brincar com os peitos dela (mesmo ela ainda com a blusa). Ela se levantou e tirou a blusa e disse "agora sim, vou te mostrar o que é transar" me jogou na cama e montou em mim. Enfiou o pau todo de uma sentada, apoiou as plantas dos pés na cama, e me segurou pelas mãos. Começou a dar umas sentadas (que um dia depois minhas bolas ainda doíam) e numa boa velocidade, enquanto eu respondia levantando o quadril do mesmo jeito. De repente ela se levantou, e ficou igual mas de costas, continuaram os sentões enquanto ela se apoiava nas minhas pernas. Me segurei pra não gozar e falei "agora é minha vez", ela sorriu e disse "é disso que eu preciso, um homem de verdade". Levantei ela e a coloquei de joelhos na beirada da cama, eu de pé por fora comecei a meter forte, de vez em quando dava uns tapas na bunda e ela ficava mais excitada.

Continuamos assim por um tempo, depois me segurei de novo e a deitei de barriga pra baixo, coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela, o que abriu tudo, me ajoelhei na cama e comecei a meter de novo segurando na cintura dela. Tava nessa quando de repente ela começou a gritar "vai, mais meu amor, vai" e de repente vi ela pegar com as duas mãos os lençóis e apertar bem forte, enquanto eu continuava metendo e o corpo todo dela ficou tenso, passou uns minuto e ela ficou mole de novo, saber que ela tinha gozado de novo me deixou a mil e continuei empurrando com tudo até gozar dentro. Tirei depois e tirei a camisinha (primeiro olhei se não tinha rasgado, porque foi muita fricção) e joguei no banheiro. Ela ficou deitada na cama e quando saí ela falou "vem aqui, gato, vamos descansar um pouco". Abracei ela de conchinha e dormimos umas hora.

Acordei e preparei uma gin com suco de cranberry e fumei um cigarro, ela pediu um igual. Começamos a conversar pela primeira vez. Não sei quanto tempo ficamos papeando e bebendo que quando vi já era quase 5 da tarde. Levantei e falei "vou tomar banho, já já é hora da gente ir" e ela disse "eu também quero tomar banho, tô me sentindo melada, faz tempo que não me faziam suar".

Fomos pro banheiro e peguei meu kit de sobrevivência, com sabonete e shampoo e começamos a tomar banho. Debaixo do chuveiro a gente começou a se beijar e se esquentar de novo. Lembro que tava lavando as costas dela quando ela se jogou pra trás e encostou a bunda toda em mim, comecei a apertar os peitos dela enquanto a água escorria Água por toda a pele, de repente desci as mãos até a buceta dela, lavei com sabonete por dentro enquanto ia enfiando o dedo.

Ela se virou, pegou no meu pau e limpou ele com as duas mãos, com uma cara e um sorriso que nunca vou esquecer. Terminamos de tomar banho e fomos pro quarto de novo. Enquanto eu secava ela, ela disse: "quero você dentro de mim de novo". Não terminou a frase e meu melhor amigo já tava pronto pra mais uma função. Fui pegar um camisinha, coloquei e não deixei ela ir pra cama. Beijei ela de pé e levantei ela. Ela se agarrou em mim com pernas e braços, e eu encostei ela na parede. Ela soltou um dos braços e encaixou meu pau na buceta dela. Comecei a meter devagar enquanto ela ficava molhada, e não demorou muito.

Enquanto continuava beijando ela, fui aumentando a velocidade aos poucos. Chegou uma hora que tive que me afastar da parede porque, de tão forte que eu tava metendo, não tava dando jeito. Tenho que admitir que foi a foda mais cansativa que já tive, não sei quanto tempo durou, mas sei que minhas pernas doeram por vários dias. Quando tava no ápice, a mina falou no meu ouvido: "essa é a nossa, meu amor, vamos terminar na cama e, se der, juntos". Sem tirar de dentro, levei ela até a cama e continuamos na posição de papai e mamãe.

Enquanto eu continuava bombando, ela tava arranhando minhas costas e me beijando forte, mordendo meu lábio. Seguimos assim até eu começar a sentir que ia gozar e avisei ela. Ela disse: "espera um pouco". Aí fui mais devagar, ela olhou nos meus olhos e falou: "mete forte, gostoso". Comecei a aumentar a velocidade e gozei, segundos depois ela gozou também. Não conseguimos gozar juntos, mas faltou só um instante.

Virei pra janela e já era noite. Levantei e dei um enxágue no chuveiro. Saí e a mina ainda tava deitada. Coloquei a cueca e acendi um cigarro. Ela, enrolada nos lençóis, me pediu uma tragada. Sentei na beira da cama e ela perguntou: "cê acha que isso se repete?". "Não sei", respondi. Ela entrou no banheiro. chuvei e tomei outro gim. Ela saiu e enquanto se vestia, percebi que se não tivesse conhecido ela num table dance, eu a faria minha namorada. Me vesti e guardei todas as minhas coisas. Coloquei tudo no porta-malas e saímos do motel. Fomos comer uns tacos perto da casa dela. Depois disso, nos vimos mais algumas vezes.
Curiosamente, decidimos nunca contar nossos nomes um pro outro. Pra mim, ela é a minha Magrela, e eu sou o seu Neném. Já faz uns dois anos que não sei nada dela.

Espero que tenham gostado, aguardo comentários.

2 comentários - De table dance y moteles

seckos
Excelente aporte amigo, buena historia!
Esta bueno...!! es medio inaudito que no se sepan los nombres.... Seria como un "cacho de carne"...