Uma Família Peculiar 35

CAPÍTULO XXXVTudo tinha que ser diferente naquela noite, porque diferente tinha sido o caminho percorrido até chegar naquele ponto. Com razão se diz que o que mais custa é o que mais se deseja, e as dificuldades, longe de diminuí-lo, só fazem aumentar o interesse que se tem no que se busca. No meu pequeno mundo, Viki tinha sido a única nota dissonante, a que sempre quebrava as regras estabelecidas e a que, sem querer, fez com que os outros a vissem como algo diferente; algo que nos pertencia sem nos pertencer.

Naquela noite, Viki me abriu algo mais do que o coração e assim eu soube até que ponto ela tinha sido uma completa desconhecida para mim. Ela me recebeu trêmula na cama dela, fazendo esforços vãos para disfarçar o nervosismo que a prendia e, cada vez que minha mão tocava alguma parte do corpo dela, eu sentia como a carne dela se arrepiar, como se nunca antes tivessem existido contatos muito mais íntimos. Algo me fez intuir que, se eu me precipitasse o mínimo que fosse, tudo poderia desabar. Talvez fosse aquilo que chamam de sexto sentido que me fez compreender que Viki precisava, antes de tudo, desabafar. E ainda hoje acredito que aquela foi uma das decisões mais sábias que já tomei, ao favorecer o diálogo sem deixar transparecer maior impaciência.

Foi uma confissão longa e detalhada, quase como uma versão falada do diário dela que já tinha desaparecido. As convicções dela sempre foram muito diferentes das defendidas pelo nosso pai e, embora ela sempre se sentisse como um ser estranho no seio da família, foi especialmente depois que eu completei 18 anos e comecei a transar com a nossa própria mãe e o resto das nossas irmãs que a situação acabou se tornando um verdadeiro inferno para ela. Ela estava convencida de que os princípios que lhe ensinaram na escola eram muito mais válidos do que o exemplo que via diariamente em casa e se agarrou a eles por entender que era o verdadeiramente correto.

Mas chegou Luís, ela se apaixonou por ele e, Quando se sentiu correspondida, depositou nele todas as esperanças de futuro e todas as ambições de mulher. E se foi grande a felicidade de se sentir amada pela pessoa que ela mesma escolheu, maior foi o desencanto ao descobrir que Luís não era nada diferente dos outros e que só queria, como todos, satisfazer seus instintos de macho.

— Eu teria dado tudo a ele — completou sua longa exposição — e estava disposta a entregar minha virgindade; mas queria chegar a isso por amor, e não como se fosse algo obrigatório do qual não se pode abrir mão... Fui uma verdadeira idiota durante todo esse tempo e a experiência me serviu para ver de outra forma e aprender a valorizar o que tenho em casa.

Confissões tão profundas, espontâneas e sinceras alteraram notavelmente meu ânimo e me mantiveram numa atitude de absoluta indecisão. Alma e carne se enroscaram numa disputa atroz, na qual meu intelecto, único árbitro possível no conflito, se via superado e incapaz de tomar qualquer decisão. Seria ético destruir tanta pureza em nome do prazer? Seria lógico renunciar a tanto prazer para preservar uma pureza que, mais cedo ou mais tarde, teria que sucumbir?

Aquilo significou mais um retrocesso do que um avanço em nossas relações. Se meu conhecimento de Viki era agora mais completo no plano da alma, no plano do corpo o processo sofreu uma parada brusca. As barreiras que eu supostamente deveria derrubar agora se erguiam mais fortes e altas, e eu não ousava tentar atravessá-las. Até algumas já vencidas voltaram a se levantar diante de mim, sem que ninguém além de mim mesmo fosse culpado por isso, pois se ela não me dava incentivo para mais, também não me impunha obstáculos para que eu continuasse aproveitando o terreno já conquistado.

Nunca tinha sentido tantas reservas na hora de abordar uma mulher, e suponho que foi de novo aquele sexto sentido que me indicou que já era hora de tentar novas e mais ousadas investidas. Viki parecia muito mais relaxada; pelo menos, o corpo dela reagia diferente às carícias que eu lhe dava.

Enquanto minha mão ia subindo a cortina que formava a parte de baixo da camisola dela, meus lábios avançavam sorrateiros em direção às zonas mais sensíveis que iam ficando expostas, se aproximando aos poucos da tentadora dobra da virilha dela, alcançando-a quando minha mão já descansava gostosa sobre a protuberância venusiana que marcava a meta que minha boca perseguia.

Quando meus dedos começaram a afastar a borda da calcinha dela pra deixar o caminho livre pra minha língua até a buceta dela, senti uma certa tensão nos músculos das coxas divinas dela; mas isso não atrapalhou meu avanço já decidido. A buceta linda dela, quase sem pelos, só com um triângulo de pelinhos dourados no topo, que a umidade que começava a aparecer deixava com brilhos iridescentes, pulsava na minha frente como se quisesse me dizer alguma coisa. E eu me preparei pra dar a resposta mais completa possível, lambendo e chupando cada cantinho dela, até coroar a obra com aquele lindo grelinho que foi florescendo aos poucos com o molho das minhas carícias. E nele coloquei a alma, buscando pra minha Viki o que ela nunca tinha encontrado, mais entregue ao prazer dela do que ao meu, sentindo como o peso na minha cabeça ia aliviando na mesma medida em que a excitação dela crescia. E mergulhei sem parar naquele mar de delícias, absorvendo as ondas que surgiam dele e provocando quantas fossem necessárias pra que minhas maiores expectativas se realizassem.

Perceber os tremores que me avisaram que a Viki finalmente experimentava com toda a intensidade o maior prazer que foi dado ao ser humano, é algo que não ouso nem esboçar, porque me faltariam palavras pra isso. Só posso dizer que a expressão no rosto dela e o brilho que se insinuava entre as pálpebras semi-cerradas me satisfizeram mais do que todos os orgasmos que eu já tinha tido até então. E me abracei a ela e beijei os lábios dela com aquela ternura que Só os sentimentos mais nobres e sinceros podem despertar. Senti ela mais minha do que nunca e essa certeza me trouxe tanta felicidade que uma espécie de embriaguez perturbou e embotou todos os meus sentidos, me jogando num torpor que, mais que torpor, era o abandono total a um momento e a umas circunstâncias que julguei irrepetíveis desde o instante em que aconteceram.

Já, bem sabia apesar do meu aturdimento, tudo seria diferente. Me disseram isso os beijos dela e me disse o corpo inteiro dela. Aquela dura briga interna que ela vinha mantendo entre seus princípios e seus desejos lógicos de mulher, dos quais agora acabava de descobrir a melhor essência, começava a ter um dominador claro, a favor de quem a balança começou a pender de forma definitiva.

Finalmente Viki se decidiu a tirar a camisola e, pra deixar tudo igual, porque eu de pau duro e na hora só estava de cueca, ela também tirou o sutiã num gesto solidário tão digno de agradecer quanto de admirar eram seus peitos maravilhosos, cuja firmeza mal se alterou com a falta da peça.

Apertei ela nos meus braços e juntei meus lábios aos dela com fervor; era a primeira vez que beijava ela em condições tão íntimas e excepcionais, pois nunca antes tive chance de sentir tão vividamente no meu peito o contato quente e macio dos dela e nunca minhas mãos tiveram tanta liberdade pra percorrer a pele dela por toda a largura e comprimento das costas, pela estreiteza da cintura e, se infiltrando por baixo da seda macia da calcinha, nas curvas da bunda e na fenda no meio.

Nossos corpos colados, minha protuberância natural, mais evidente que nunca pela maior elasticidade da cueca, se encaixava no púbis dela numa simbiose quase perfeita. Enquanto isso, a língua safada dela parecia querer desafiar a minha e as mãozinhas dela percorriam também minhas costas, minha cintura e meus glúteos.

Agora foram os peitos nus dela os primeiros a receber as atenções da minha boca ansiosa. Minha língua voava de um lado pro outro igual borboleta, pousando ora no mamilo esquerdo, ora no direito, até que os dois ficaram igualmente durinhos, pra depois mordiscá-los e chupá-los com um tesão crescente conforme eu sentia a pele dela se arrepiar ao redor dos meus lábios e o corpo dela se mexer debaixo do meu peso.

Minha buceta, já num ponto mais que avançado do meu desejo, se apertava forte contra a dela, desesperada por não achar o contato completo que eu queria. Eu não tinha pressa nenhuma de chegar ao final e resolvi liberar meu pau daquela opressão delirante. Enquanto minhas mãos percorriam à vontade todas as delícias ao alcance, minha boca começou uma descida imparável até alcançar de novo o império do território sagrado. Ela mesma tirou a única peça de roupa que restava, pra me deixar livre o acesso à flor rosada dela, e de lá aspirei o doce néctar, enquanto minha língua gulosa percorria uma e mil vezes as deliciosas pétalas que se abriam na minha frente, ardentes e trêmulas, como se agitadas pelos golpes de ventania em que tinha se transformado minha respiração cada vez mais ofegante.

Viki se revirava, às vezes relaxada, às vezes tensa; da garganta dela não paravam de sair sons, às vezes murmúrios, às vezes gemidos; e as mãos dela se agarravam nervosas na minha cabeça, às vezes empurrando ela ainda mais contra o tesouro molhado dela num gesto suplicante, às vezes enrolando os dedos no meu cabelo num gesto carinhoso.

Nunca tinha me dedicado tanto e nunca tinha sentido um interesse maior em satisfazer uma mulher; porque, no caso da Viki, a razão que me motivava era dupla: a condição dela de virgem e a força dos meus sentimentos por ela, nunca antes experimentados. Queria preencher a Viki na mesma medida que ela me preenchia, e meu maior esforço era conseguir fazer ela gozar até que esse gozo se tornasse impossível.

Enquanto meus dedos começavam uma penetração tímida, minha língua vibrava incansável e insaciável no botão túmido que cada vez emergia com mais consistência, animada por uma Viki que já não conseguia disfarçar seus gritos e que irremediavelmente ia afundando no poço sem fundo do prazer, gozando e se desfazendo nas turbulências de um orgasmo que se prolongou até deixá-la só com o fôlego preciso para clamar:

—Chega, por favor, chega!

Eu a abracei até que os últimos espasmos do corpo dela se extinguissem. Quando parecia mais indefesa, quando já imaginava esgotadas todas as forças dela de sentir, ela escapou dos meus braços e, abaixando minha cueca até deixar meus genitais à mostra, enquanto a mão dela massageava minhas bolas, a boca dela se moldou ao meu pau e começou um boquete lento que aos poucos foi ficando mais rápido e intenso.

À minha surpresa inicial logo seguiu um monte de sensações maravilhosas, e agora fui eu quem murmurou, gemeu e quase gritou, arrasado pelo imenso prazer que me invadia. Os movimentos dela eram desajeitados, inexperientes, mas me satisfaziam como se fosse uma profissional. Custava acreditar que aquilo estava realmente acontecendo.

Guiada pelas minhas reações inevitáveis, Viki parecia aprender rápido. Os movimentos da língua dela foram ficando mais envolventes, rodeando meu pau em ondas calmas que me levavam a regiões de êxtase nunca antes alcançadas, enquanto os lábios carnudos dela se ajustavam ao contorno que acariciavam, deslizando com uma suavidade que transformava cada passada num carrossel de vibrações loucas.

Prestes a ultrapassar o limite da minha resistência, tentei pará-la.

—Tô fazendo errado? — ela perguntou, surpresa.

—Tá fazendo bem demais. Não quero gozar na sua boca.

—O que você quer, então?

Dessa vez não consegui interpretar o olhar dela. Já achava que a situação tinha chegado a um ponto em que só cabia um desfecho e acreditava, francamente, que ela também devia saber disso. A pergunta dela Bom, parecia que eu estava sobrando, a menos que ela achasse que as duas coisas eram compatíveis.

— Eu quero você — respondi.

— Isso eu já sei.

— Quero que você seja minha.

— Já sou, e você sabe disso.

— Quero que você seja completamente minha.

— Sou completamente sua.

O diálogo começou a me deixar confuso. Parecia óbvio que os conceitos que cada um tinha de "minha" e "sua" eram diferentes, mas eu não tinha tanta certeza disso. No olhar dela, onde antes eu conseguia ler, agora era meio complicado decifrar o verdadeiro significado. Eu achava ver uma inocência infinita, e isso me fazia sentir mal, quase como um sem-vergonha tentando tirar vantagem dela.

— Quero fazer amor com você — sussurrei com a voz rouca, quase com medo de uma reação que eu não queria da parte dela.

— Eu também.

Não era alucinação minha. Ela tinha aceitado se entregar pra mim e, pra não deixar dúvida, já assumiu a posição mais adequada na hora. Me apressei a colocar a camisinha de praxe.

— Você sabe dos problemas que a primeira vez traz?

— Não ligo pra esses problemas.

— Pelo que eu sei, pode doer.

— Sei que você vai fazer o mínimo de dor possível.

Já meu pau roçava a entrada do canal virgem dela quando fiz um último aviso.

— Quero que você tome o controle. Me avisa se estiver doendo demais.

Como resposta, ela sorriu, pegou meu membro com as mãos e deixou pronto pra começar a penetração.

Comecei a enterrar minha carne na dela sem pressa, ligado no menor sinal negativo no rosto dela. Ela continuava me olhando sem parar de sorrir, como se quisesse me dar força pra levar adiante aquela conquista final.

Com o polegar da mão direita, pronto pra aliviar o sofrimento inevitável que ia chegar, fui acariciando o clitóris dela enquanto a penetração continuava devagar, em busca da última barreira que ainda ficava entre nós. O efeito do meu dedo não demorou a se fazer notar e logo Viki se viu mergulhada em umas convulsões pré-orgásmicas, que eu tentei manter enquanto meu pau continuava avançando centímetro por centímetro.

Chegou um momento em que o rosto de Viki se crispou e foi aí que acelerei o movimento do meu dedo até levá-la ao êxtase, ao mesmo tempo que, ajudado pelo próprio impulso ascendente dos quadris dela, terminava de me enterrar nela. Tudo aconteceu tão rápido que mal pude perceber o leve obstáculo da entrada da virgindade dela e só pelo jeito que ela apertou os dentes, quase rangendo, é que entendi a força com que ela encarou aquele momento difícil.

— Tá doendo? — perguntei.

— Não foi nada — respondeu, se esforçando pra disfarçar com um sorriso.

Tanta ternura me derrubou e beijei a testa dela, os olhos, o nariz, os lábios... O calor da buceta dela envolvendo completamente o meu pau, atravessando a fina camisinha que isolava os fluidos que saíam de nós dois, me dava uns arrepios estranhos de prazer. E quando, com a lentidão que ela pedia, comecei a mover o pau que tinha virado uma vara, o roçar suave me fez viver as sensações mais doces.

O movimento de bombear dos meus quadris foi aumentando aos poucos e, só quando via alguma careta de dor no rosto dela, eu diminuía de novo.

— Não para não. A dor quase passou.

Sentia todo o meu ser fervendo, buscando um alívio iminente. Minha penetração era total e meus movimentos limitados, porque eu tentava que o atrito do meu púbis contra o clitóris dela fosse completo. Minhas mãos se agarravam nos peitos cheios e gostosos dela e meus lábios e língua não paravam de brincar com os bicos duros.

— Finalmente você é minha! — não consegui evitar de exclamar ao sentir a avalanche chegando.

— Nunca vou deixar de ser — respondeu ela, se abraçando forte em mim.

Aumentei o ritmo e o vai e vem do meu pau e os gemidos dela viraram quase gritos, enquanto ela me apertava. Selvagemente contra ela pra me sentir ainda mais dentro.

— Tô gozando de novo — ela disse quase num sussurro.

E a pélvis dela começou a acompanhar minhas estocadas, buscando o estímulo exato que a levasse a um novo clímax, o que só fez apressar o meu.

— Deus! — a exclamação escapou da minha garganta tão incontrolável quanto a onda de prazer que percorria meu corpo.

O vai e vem dos quadris dela ficou enlouquecedor e a buceta dela se contraía ritmicamente como se quisesse sugar até a última gota de porra que já jorrava de mim. E de novo o corpo inteiro dela se convulsionou e o gozo dela foi meu gozo e o meu foi o dela no estado mais doce de conexão que pode existir.

Os movimentos foram se acalmando, mas nossos corpos continuavam intimamente ligados, sem querer se separar.

— Você tá chorando? — perguntei ao ver o brilho inconfundível das lágrimas nos olhos dela.

— Choro de emoção... De emoção e de felicidade... Nunca pensei que pudesse ser algo tão lindo... Agora você já sabe.

— O que é que eu sei?

— Que eu te amo.

— Eu também te amo. Agora mais do que nunca.

— Imagino que seu amor seja o mesmo que você sente pela Dori, pela Barbi ou pela Cati. Mas não me importa. O difícil era dar o primeiro passo, e já foi dado. Sempre sonhei em ter um homem só pra mim. De agora em diante, vou me contentar em ser mais uma da lista...

Ter contradito ela teria sido enganá-la. Meu destino era pertencer a todas sem pertencer a nenhuma. Eu não queria, nem poderia, abrir mão das outras, porque cada uma delas tinha um pedaço do meu coração.

Esse era meu destino e este é o fim da minha história, porque continuar não faz muito sentido, já que seria repetir as mesmas coisas. Depois que o único elo que faltava se juntou à corrente, a vida seguiu pelos mesmos caminhos com as novas e felizes expectativas criadas após aquela primeira visita geral à Mansão, que já foi, como seria nossa própria casa, um pouco mais de todo mundo
FINN!!!!
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.

29 comentários - Uma Família Peculiar 35

me mantuviste emocionado de principio a fin, muuuuy buen relato, van puntos
impresionante, he de reconocer que soberbiamente impresionante, he leído todos los capítulos , analizado y disfrutado cada silaba de ellos, increíble tu facilidad de escritura y la forma mas que grata de asaltar el tema. Yo no escribo, ni por asomo, tan bien por lo que me gustaría proponerte un reto, me gustaría leer de tus maravillosas letras algún relato de BDSM que seguramente abordarías con maestría

un saludo
GENIO ES DE LO MEJOR QUE HE LEIDO ESPERO QUE CONTINUES CON BRANDI ERES UN PUTO GENIO VAN PUNTOS
leí la serie en dos días, felicidades fue excelente desde el primer capitulo y no decayó en un solo párrafo durante los 35 de ellos!!!!!
Y si; Viki tenia que tener su capítulo en la "novela". Pero de todos los amorios el de Viki era el más esperado por todos los que leimos cada renglon de esta. Saludos.

PD: Pero "alguna" foto de las niñas deberas tener. La de Viki y Dori primero.
Excelente material , muchas emociones nos saca esta historia te doy los puntos que me da la pagina.
Que buen relato !!! Lo leí en 2 dias y medio de tan emocionado ...
Como se puede tener todos los capitulos? Los podes pasar pox mail? Te lo.pase por privado. Graclas.
Excelentísimo me los leí todos en tiempo récord!!! Felicitaciones, muy bien narrado, atrapante desde el primero hasta el último. Dejé puntos!!
Excelente trabajo. Increíblemente atrapante y escrito con maestría. Repito la pregunta de otro usuario: se pueden tener todos los capítulos?
PODES COPIARLOS Y PEGARLOS
Que HDP que sos, cautivante, erotico, salvaje, amoroso, que mas calificativos hay para esta obra EXELENTE.. las palabras y explicaciones justas, sin ser pesadas ni tan explicitas que se tornan aburridas, exitante saga
jos12K
Muy buena la historia. Lo que me quedo en duda es las sigues.viendo(follando)???
Te felicito!!! Muy emocionante. Uno de los mejores relatos.van los puntos.
Es uno de los mejores relatos q jamas he leido sos el mejor y ban los puntos
qmata
no encuentro las palabra par catalogar tan excelente relato no hay mas que decir que felicitaciones al autor
En verdad llevo leidos cientos de relatos, pero este ha sido y será por mucho tiempo lo maximo que he llegado a leer, me saco el sombrero y hago una reverencia ante tan eximio escritor, espero el proximo, salud!!!!!
Excelente relato, muy vivido. Van puntos
que gran relato, desde que lei el primero días atrás los e leído poco a poco y todos son fantásticos, que gran historia muy bien escrita, te felicito amigo y sigue asi con los relatos ya tienes a un fan siguiendo tus publicaciones
jecera
Extraordinario de principio a fin.del 33 al 35me parecio irrelevante pero valio la pena.por supuesto el mejor de todos el ultimo.como dijeron antes el mas esperado que sobre Vicky anhelos.gracias mil y saludoa coediales.
Creo que es impresionante tu forma de relatar, es el mejor relato que he leído leído y me gustaría ponerme en contacto contigo para hablar sobre un proyecto literario que estoy haciendo. Si quieres me escribes por aquí o te facilitó mi correo luislainez15@gmail.com
Felicidades, un gran relato en forma y fondo, te mantiene atento de principio a fin.dejo puntos
Excelente relato me adhiero a los demás comentarios.
De los mejores relatos
Por cierto Dori me encanto de principio a fin 😀
Excelente relato, muy bien escrito y muy ilustrativo, pertenezco a un creciente foro de relatos eroticos en el cual me gustaria publicar tu relato, si me lo permites claro esta, siempre citando las fuentes....