primeira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2606397/Soportando-los-cuernos-que-mi-esposa-me-pone.htmlOntem encontrei uma amiga antiga (Ana, uma morena que eu sempre elogiava pelo corpo exuberante dela, quadril largo, cintura fina e peitões). A gente era muito amigo antes dela se tornar amiga da minha esposa, e por isso nos afastamos pra evitar ter uma espiã perto de mim.
— Oi Ana, como você tá? Tantos anos sem te ver, senti muita falta, amiga.
— Oi, pussy, senti muito a sua falta também. Foi você quem se afastou de mim, sabia que você era meu confidente. E pra ser sincera, não falo com sua esposa desde uma briga que tivemos há um ano e meio.
— Vamos tomar uma garrafinha pra relembrar os velhos tempos da faculdade e da nossa amizade. Além disso, tô triste com um monte de coisa e isso vai me ajudar.
Aí fomos beber e ela me contou um monte de coisas pessoais, que terminou com o namorado de anos por ele ser muito possessivo, e agora tinha o caminho livre pra sair com quem quisesse. Já tinha tido várias aventuras, me contou tudo nos detalhes, mas não me chamou pra sair porque sempre me viu como a amiga que nunca teve, já que todas as mulheres que conhecia eram umas invejosas que no final falavam mal dela, e também não queria arrumar problema com a minha mulher.
Já com uns drinks na cabeça, foi minha vez de contar, sem muitos detalhes, como me sinto triste ao lado da minha esposa e que descobri que ela me trai e com quem, mas tô preso nessa relação.
— Mas, Alejandro, como você não percebeu? Quando ela era minha amiga, sempre me contava que zombava de você na sua cara, saindo com até dois caras ao mesmo tempo. hahahahaha
— Nunca soube disso, Ana. Por que você nunca me contou? Não éramos amigos?
A gente já tava muito bêbado e tinha perdido a conta das garrafas. Fomos pra casa dos pais dela (onde ela ainda mora com eles), já que tinham viajado por um mês.
Na casa dela, os efeitos do álcool começaram a aparecer e ela me confessou:
— Alejandro, a verdade é... Que tu eras tão carinhoso e educado que eu e a maioria dos caras na universidade achávamos que você era um gay enrustido, e por isso te tratava praticamente como uma amiga. Aí, quando conheci sua esposa, descobri que ela também desconfiava de você, e virei cúmplice dela pra sair com outros homens. Pra ser sincera, todo mundo zoava porque um dos namorados que ela teve arrumava hormônios femininos pra você, só pra ver como você reagia, e a gente ria porque ela contava que mal te subia. Me desculpa, amigo, por favor. Naquela época a gente bebia muito e só queria se divertir.
Eu não sabia o que pensar com aquilo que a Ana me contava. Fiquei um tempão refletindo até que desabei em lágrimas e contei como me sentia desprezado, e que estava começando a gostar do jeito que minha mulher me trata, que me traía e que eu queria estar no lugar dela, vestida igual ela, e os caras me mimarem como mimam ela. Por isso já comecei a usar as roupas dela quando ela não está, mas não quero que ela descubra.
— Alejandro, não se preocupa, não chora. Você é meu amigo e não tem porquê se sentir mal. Pelo contrário, se é isso que você gosta, eu vou te ajudar. E agora que não sou mais amiga daquela bruxa, vou ser sua cúmplice. Vem, vamos pro meu quarto, vou te dar um presente pra você se sentir melhor.
Então ela abriu o armário e tirou um baby doll, umas tangas e uns acessórios de maquiagem:
— Toma, "amiga", te dou com carinho pra gente começar sua nova vida...
Terceira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2613689/Soportando-los-cuernos-que-mi-esposa-me-pone-III.html
— Oi Ana, como você tá? Tantos anos sem te ver, senti muita falta, amiga.
— Oi, pussy, senti muito a sua falta também. Foi você quem se afastou de mim, sabia que você era meu confidente. E pra ser sincera, não falo com sua esposa desde uma briga que tivemos há um ano e meio.
— Vamos tomar uma garrafinha pra relembrar os velhos tempos da faculdade e da nossa amizade. Além disso, tô triste com um monte de coisa e isso vai me ajudar.
Aí fomos beber e ela me contou um monte de coisas pessoais, que terminou com o namorado de anos por ele ser muito possessivo, e agora tinha o caminho livre pra sair com quem quisesse. Já tinha tido várias aventuras, me contou tudo nos detalhes, mas não me chamou pra sair porque sempre me viu como a amiga que nunca teve, já que todas as mulheres que conhecia eram umas invejosas que no final falavam mal dela, e também não queria arrumar problema com a minha mulher.
Já com uns drinks na cabeça, foi minha vez de contar, sem muitos detalhes, como me sinto triste ao lado da minha esposa e que descobri que ela me trai e com quem, mas tô preso nessa relação.
— Mas, Alejandro, como você não percebeu? Quando ela era minha amiga, sempre me contava que zombava de você na sua cara, saindo com até dois caras ao mesmo tempo. hahahahaha
— Nunca soube disso, Ana. Por que você nunca me contou? Não éramos amigos?
A gente já tava muito bêbado e tinha perdido a conta das garrafas. Fomos pra casa dos pais dela (onde ela ainda mora com eles), já que tinham viajado por um mês.
Na casa dela, os efeitos do álcool começaram a aparecer e ela me confessou:
— Alejandro, a verdade é... Que tu eras tão carinhoso e educado que eu e a maioria dos caras na universidade achávamos que você era um gay enrustido, e por isso te tratava praticamente como uma amiga. Aí, quando conheci sua esposa, descobri que ela também desconfiava de você, e virei cúmplice dela pra sair com outros homens. Pra ser sincera, todo mundo zoava porque um dos namorados que ela teve arrumava hormônios femininos pra você, só pra ver como você reagia, e a gente ria porque ela contava que mal te subia. Me desculpa, amigo, por favor. Naquela época a gente bebia muito e só queria se divertir.
Eu não sabia o que pensar com aquilo que a Ana me contava. Fiquei um tempão refletindo até que desabei em lágrimas e contei como me sentia desprezado, e que estava começando a gostar do jeito que minha mulher me trata, que me traía e que eu queria estar no lugar dela, vestida igual ela, e os caras me mimarem como mimam ela. Por isso já comecei a usar as roupas dela quando ela não está, mas não quero que ela descubra.
— Alejandro, não se preocupa, não chora. Você é meu amigo e não tem porquê se sentir mal. Pelo contrário, se é isso que você gosta, eu vou te ajudar. E agora que não sou mais amiga daquela bruxa, vou ser sua cúmplice. Vem, vamos pro meu quarto, vou te dar um presente pra você se sentir melhor.
Então ela abriu o armário e tirou um baby doll, umas tangas e uns acessórios de maquiagem:
— Toma, "amiga", te dou com carinho pra gente começar sua nova vida...
Terceira parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2613689/Soportando-los-cuernos-que-mi-esposa-me-pone-III.html
2 comentários - Aceitando a galhada da minha esposa II
y tal vez me anime a poner unas foticas mías