Vocês sabem que contar minha vida é um vício e faço quase ao vivo, então vou contar. Bom, ontem depois de ter ficado com a Pili (http://www.poringa.net/posts/relatos/2611308/Les-cuento-mi-vida-hoy-me-levante-lesbica.html), a gente tinha combinado com minhas amigas de se encontrar na casa da Agos (a irmã do Mati, o amorzinho da minha vida, hehe). Eu não sabia se o Mati ia estar lá, e muito menos se a namorada dele também ia, mas por via das dúvidas fui com aquelas saias curtas que eu sei que ele gosta, sem meia (mesmo tendo passado um pouco de frio, hehe), botinhas curtas, e o resto, que não importa muito.
Cheguei lá, éramos poucos, o Mati estava sozinho, a namorada tinha viajado com os pais para o feriado prolongado (hehe, tenho ele hoje também). A noite foi tranquila, com uns olhares cúmplices com o Mati, uns beijinhos que ele me roubou escondido e umas apalpadas no pau que eu dei nele. Chegou a hora de ir embora, e o Mati se ofereceu para levar a Pili, o ficante dela e eu. Deixamos eles primeiro, porque estavam mais perto, e aí a coisa começou...
Antes de continuar, vou contar que o Mati no sexo é muito ousado, igual a mim. Juntos realizamos fantasias (menage, ele me ver transar com os amigos dele, transar escondido e outras coisas), coisas que ele nunca fez com a namorada, nem booty ele deu pra essa otária, hehe.
Bom, a questão é que ele não pegou o caminho de casa. Perguntei: "Onde a gente vai?" E ele respondeu: "Você topa fazer uma parada? Mas tem que confiar em mim!" Óbvio, falei, "sempre confiei em você, amorzinho, mas me adianta alguma coisa?" E nada, ele não me falava nada, só dizia que eu ia gostar do que a gente ia fazer. Óbvio, falei, "com certeza você vai me levar pra transar, e sabe que eu adoro ser comida por você, mas o que tem de diferente? A gente já transou mil vezes juntos." Chegamos na Avenida Las Heras e ele estacionou o carro. Mandou eu descer. A verdade é que eu não entendia nada, mas com ele eu faço qualquer coisa. Ele me abraçou e começamos a andar pela República de la India (pra quem não conhece, nessa rua fica o zoológico e tem um paredão com grades de 5 quadras e passam poucos carros naquela hora)
A gente caminha um pouco, ele para, atrás de uma árvore grande, se apoia no paredão, me abraça, eu abraço ele, ele começa a me beijar, nossas línguas já eram uma só, eu vou junto, ele passa a mão nas minhas costas por baixo da blusa, adoro sentir ele me acariciando, desce a mão, apoia na minha bunda, por cima da saia, e me apertando fazia eu sentir o quanto a pica dele tava dura, ele mete a mão por baixo da saia, e já tava pegando na minha bunda!!!, eu falo "não mati, cê é louco, aqui não!!!!", sim, ele fala sim love, é minha fantasia quero te comer aqui na rua, algo rápido", com a outra mão ele começa a tocar minha buceta, que já tava toda molhadinha, eu sentia algum carro passando, mas já não ligava mais.
Desabotoo a calça dele, tiro aquela pica linda que ele tem, me abaixo, coloco na boca, mas quase nada, só uma chupadinha mesmo, além disso ele não tinha abaixado a calça, só a pica pra fora, que já não era uma pica pequena. Num movimento quase mágico (pela rapidez), tiro minha calcinha, ele senta numa saliência do paredão, viro de costas, e sento na pica dele, ele mete, eu me segurava onde dava, tava voando de tesão, que sensação indescritível, EU TAVA SENDO COMIDA NA RUA, e na frente tem um monte de prédio, passa um carro com uns caras idiotas e gritam VÃO TRANSAR NUM MOTEL, isso me deu mais tesão ainda, tavam me vendo transar uns desconhecidos, foi tanto tesão que a gente gozou os dois na hora, com um lenço eu sequei a porra que escorria da minha buceta.
Não precisou a gente se perguntar nada, daí fomos pra um motel onde a gente se acabou, enquanto a gente ia no carro ele tinha a mãozinha na minha buceta, como eu amo isso!!!, quando a gente parava num semáforo, eu pensava que quem tava do lado não sabia que eu tinha um dedo na minha buceta, e tava toda molhada, mas não vou contar porque não tem nada de diferente do que vocês fazem num motel.
Cheguei lá, éramos poucos, o Mati estava sozinho, a namorada tinha viajado com os pais para o feriado prolongado (hehe, tenho ele hoje também). A noite foi tranquila, com uns olhares cúmplices com o Mati, uns beijinhos que ele me roubou escondido e umas apalpadas no pau que eu dei nele. Chegou a hora de ir embora, e o Mati se ofereceu para levar a Pili, o ficante dela e eu. Deixamos eles primeiro, porque estavam mais perto, e aí a coisa começou...
Antes de continuar, vou contar que o Mati no sexo é muito ousado, igual a mim. Juntos realizamos fantasias (menage, ele me ver transar com os amigos dele, transar escondido e outras coisas), coisas que ele nunca fez com a namorada, nem booty ele deu pra essa otária, hehe.
Bom, a questão é que ele não pegou o caminho de casa. Perguntei: "Onde a gente vai?" E ele respondeu: "Você topa fazer uma parada? Mas tem que confiar em mim!" Óbvio, falei, "sempre confiei em você, amorzinho, mas me adianta alguma coisa?" E nada, ele não me falava nada, só dizia que eu ia gostar do que a gente ia fazer. Óbvio, falei, "com certeza você vai me levar pra transar, e sabe que eu adoro ser comida por você, mas o que tem de diferente? A gente já transou mil vezes juntos." Chegamos na Avenida Las Heras e ele estacionou o carro. Mandou eu descer. A verdade é que eu não entendia nada, mas com ele eu faço qualquer coisa. Ele me abraçou e começamos a andar pela República de la India (pra quem não conhece, nessa rua fica o zoológico e tem um paredão com grades de 5 quadras e passam poucos carros naquela hora)
A gente caminha um pouco, ele para, atrás de uma árvore grande, se apoia no paredão, me abraça, eu abraço ele, ele começa a me beijar, nossas línguas já eram uma só, eu vou junto, ele passa a mão nas minhas costas por baixo da blusa, adoro sentir ele me acariciando, desce a mão, apoia na minha bunda, por cima da saia, e me apertando fazia eu sentir o quanto a pica dele tava dura, ele mete a mão por baixo da saia, e já tava pegando na minha bunda!!!, eu falo "não mati, cê é louco, aqui não!!!!", sim, ele fala sim love, é minha fantasia quero te comer aqui na rua, algo rápido", com a outra mão ele começa a tocar minha buceta, que já tava toda molhadinha, eu sentia algum carro passando, mas já não ligava mais.
Desabotoo a calça dele, tiro aquela pica linda que ele tem, me abaixo, coloco na boca, mas quase nada, só uma chupadinha mesmo, além disso ele não tinha abaixado a calça, só a pica pra fora, que já não era uma pica pequena. Num movimento quase mágico (pela rapidez), tiro minha calcinha, ele senta numa saliência do paredão, viro de costas, e sento na pica dele, ele mete, eu me segurava onde dava, tava voando de tesão, que sensação indescritível, EU TAVA SENDO COMIDA NA RUA, e na frente tem um monte de prédio, passa um carro com uns caras idiotas e gritam VÃO TRANSAR NUM MOTEL, isso me deu mais tesão ainda, tavam me vendo transar uns desconhecidos, foi tanto tesão que a gente gozou os dois na hora, com um lenço eu sequei a porra que escorria da minha buceta.
Não precisou a gente se perguntar nada, daí fomos pra um motel onde a gente se acabou, enquanto a gente ia no carro ele tinha a mãozinha na minha buceta, como eu amo isso!!!, quando a gente parava num semáforo, eu pensava que quem tava do lado não sabia que eu tinha um dedo na minha buceta, e tava toda molhada, mas não vou contar porque não tem nada de diferente do que vocês fazem num motel.
20 comentários - Vou contar minha vida... nunca fiz isso antes
Muy bueno como siempre...
Como me cabe !