A mãe do meu amigo (2ª parte)

Bom, depois de transar com a Ale (mãe do meu amigo), a gente transou de novo, mas foi só uma vez nas férias de inverno. Desde então, não rolou mais nada. Bom, o que vou contar aconteceu hoje de manhã, sim, hoje, e na minha casa...!

Minha mãe foi acompanhar minha irmã pra resolver uns documentos, e meu avô com meu padrasto foram pescar ontem, então fiquei com a casa só pra mim.

Minha velha e minha irmã saíram cedo, então eu já tinha acordado e tava decidido a ir buscar a Ale. Ela sempre vai no mercadinho chinês comprar bem cedo, então fui no chinês também comprar umas coisas e dei de cara com ela. Falei:

Eu: Aleee, vem cá, preciso te falar uma coisa.

Ale: Fala, o que foi, neguinho?

Eu: Cê tá mó gostosa pra foder (ela tava de legging bem apertada e uma jaquetinha). Sabe que tô sozinho em casa, né? Cê podia fazer companhia pra mim.

Ale: (me olha com cara de puta) Só companhia ou algo mais?

Eu: Ale, cê me deixa louco, quero te comer na minha cama.

Ale: Beleza, a gente fala lá fora. Vamos pagar as coisas e conversamos no caminho.

Eu: Ok, bora.

Pagamos nossas coisas e fomos embora. No caminho, nem um cachorro na rua de manhã, então a gente ia de boa, conversando devagar, só nós dois.

Ale: Como é essa história de que cê quer me foder na sua caminha, bebê?

Eu: É sim, Ale, cê me tira do sério, já sabe.

Ale: Bom, vou ver se consigo ir.

Eu: Não faz assim, vai, vem comigo.

Ale: Me acompanha até em casa e aí vejo se vou na sua.

Eu: Ok, vamos.

Chegamos na casa da Ale, ela me entrega o notebook e fala: "Vamos."

Eu: E isso pra quê?

Ale: Pra ter uma desculpa pra ir na sua casa. Não vou chegar do nada, senão ela vai perguntar. (Ela levou o notebook porque a irmã tava em casa e disse que eu ia arrumar ele.)

Chegamos na minha casa, obviamente entrei primeiro e falei: "Pode entrar." A Ale entra, assim que passa pela porta, eu fecho, encurralo ela e começo a beijar ela, ou melhor, a gente se beija. Aquele beijo de prazer, misturando nossas línguas, saliva, enquanto eu passava a mão naquele corpo todo gostoso. Cú e falo pra ela: hoje essa buceta vai ser minha.

Ale: Tem certeza, bebê? Olha que se você fizer a bundinha apertada da mamãe, vai doer.

Eu: O bebê tá com fome de mamãe.

A gente vai pro meu quarto, ela deita na minha cama, a gente se beija loucamente, arranca a roupa um do outro, ficamos pelados e eu começo a chupar a buceta dela, beijava, passava a língua na ponta do clitóris e apertava os peitos dela com uma mão, enquanto com a outra enfiava os dedos na buceta, enquanto a Ale falava:

Ale: Aaaa bebê, continua, continua, mamãe também tá com vontade de comer o bebezinho, continua, meu pequeno. Aaaa

Eu continuei chupando ela, e aí a Ale fala: deita, vamos fazer um 69, meu bebezinho. Ela vira e a gente continua se chupando tudo, os dois. Ela chupava minha pica, enchia de saliva, cuspia e engolia tudo. Eu, por minha vez, mordia a bunda dela, dava tapas na raba enquanto a gente gemia de prazer.

Eu: Olha que raba é essa, mamãe, hoje eu vou arrebentar ela.

Ale: Não, bebezinho, não, por favor, vai doer a bundinha da mamãe.

Eu: Siiiiim.

Aí a Ale fica de quatro e eu chupava o cu dela, enfiava a língua e com os dedos comecei a abrir e brincar no cu dela.

Ale: Aai, ai, ai, bebezinho, continua, tá doendo, mas continua, meu amor.

Eu: Você gosta? Gosta, sua puta?

Ale: Siiim, vai, cara, enfia, arrebenta meu cu, vai.

Aí eu pego e coloco devagar, bem devagar, pra entrar tudo. Enquanto a Ale gemia e falava: siiiim, assim, assim, assim, seu filho da puta, come a sua puta como uma puta, me come, bebê, me come, mmmmm, aiaiaiaiai.

Eu metia e batia forte, metia e tirava, metia e tirava, alternava com a buceta, comia dos dois lados. Aí eu sinto que a Ale começou a acelerar e falava: sim, bebezinho, me come, me come mais rápido, mais forte, que eu vou gozar, vou gozar, seu filho da puta, e vejo ela gozar como uma explosão, fica estirada na minha cama, e aí eu falo:

Eu: Gozou, sua puta? Agora é minha vez.

Ale: (com a respiração ofegante) falou: sim, meu amor, vai.

Levantei a bundinha dela e comecei a meter forte enquanto a Ale falava: acaba dentro de mim, bebê, bem no meu cu, não demorei muito pra gozar, gozei, explodi dentro do cu dele quando tirei meu pau, saiu todo leitoso e ela passava ele toda na buceta dela.

Ficamos deitados um tempinho e a Ale falava: "Guy, sabia a vontade que eu tava de você?" E eu respondia: "Ale, toda vez que te vejo fico louco, sabia a vontade que eu tinha de te comer pelo cu?" E ela dizia: "Sim, bebê, percebi." A gente se recuperou e transou a manhã toda no meu quarto. Depois, quando ela foi embora, vi ela trocar de roupa e enfiar a tanga na buceta, e falou: "Toma, bebê, esse é meu presentinho. Quando você ficar com tesão, bate uma com minha tanga, é pra você." Puf, falei: "Então sabe como vou tocar uma pensando em você?" "Espero que sim", disse Ale, enquanto falava: "Olha como ficou meu cuzinho. Agora tenho que ir." E foi embora. Eu fiquei deitado na minha cama, pensando em tudo que tinha acontecido.

Bom, gente, desculpa não alongar mais, mas isso é o importante. O resto é história.

4 comentários - A mãe do meu amigo (2ª parte)

Pity
Buen Relato, Master!! Espero Las Proximas Cogidas y Si Podes Sacale Fotos... Te sigo Y Dejo Puntos.