Bom, depois de transar com a Ale (mãe do meu amigo), a gente transou de novo, mas foi só uma vez nas férias de inverno. Desde então, não rolou mais nada. Bom, o que vou contar aconteceu hoje de manhã, sim, hoje, e na minha casa...!
Minha mãe acompanhou minha irmã pra resolver uns documentos, e meu avô com meu padrasto foram pescar ontem, então fiquei com a casa só pra mim.
Minha velha e minha irmã saíram cedo, então eu já tinha acordado e tava decidido a ir buscar a Ale. Ela sempre vai no mercadinho chinês comprar bem cedo, então fui no chinês também comprar umas coisas e dei de cara com ela. Falei:
Eu: Aleee, vem cá, tenho que te falar uma coisa.
Ale: Fala, o que foi, neguinho?
Eu: Cê tá mó gostosa pra foder (ela tava de legging bem apertada e uma jaquetinha). Sabe que tô sozinho em casa, né? Cê podia fazer companhia.
Ale: (me olha com cara de putinha) Só companhia ou algo mais?
Eu: Ale, cê me deixa louco, quero te comer na minha cama.
Ale: Beleza, a gente conversa lá fora. Vamos pagar as coisas e a gente fala no caminho.
Eu: Ok, bora.
Pagamos nossas coisas e fomos embora. No caminho, nem um cachorro anda de manhã, então a gente ia tranquilo, conversando devagar, só nós dois.
Ale: Como é essa história de que cê quer me foder na sua caminha, bebê?
Eu: É sim, Ale, cê me tira do sério, já sabe.
Ale: Bom, vou ver se consigo ir.
Eu: Não faz assim, vai, vem comigo.
Ale: Me acompanha até em casa e aí vejo se vou na sua.
Eu: Ok, vamos.
Chegamos na casa da Ale, ela me entrega o notebook e fala: "Vamos."
Eu: E isso pra quê?
Ale: Pra ter uma desculpa pra ir na sua casa. Não vou chegar lá do nada, né? (Ela levou o notebook porque a irmã tava em casa, e ela disse que eu ia arrumar ele.)
Chegamos na minha casa, obviamente entrei primeiro e falei: "Pode entrar." A Ale entra, assim que passa pela porta, eu fecho, encurralo ela e começo a beijar ela, ou melhor, a gente se beija. Aquele beijo de prazer, misturando nossas línguas, saliva, enquanto eu apalpava todo aquele corpo gostoso. Cú e falo pra ela: hoje essa buceta vai ser minha.
Ale: Tem certeza, bebê? Olha que se você fizer a bundinha apertada na mamãe, vai doer.
Eu: O bebê tá com fome de mamãe.
A gente vai pro meu quarto e ela se deita na minha cama, a gente se beija toda, arranca a roupa um do outro, fica pelado e eu começo a chupar a buceta dela, beijava, passava a língua na ponta do clitóris e apertava os peitos dela com uma mão, enquanto com a outra enfiava os dedos na buceta, enquanto a Ale falava:
Ale: Aaaa bebê, continua, continua, mamãe também tá com vontade de comer o bebezinho, continua, meu pequeno. Aaaa
Eu continuei chupando ela, e aí a Ale fala: deita, vamos fazer um 69, meu bebezinho. Ela vira e a gente continua se chupando tudo, os dois. Ela chupava minha pica, enchia de saliva, cuspia e engolia tudo. Eu, por minha vez, mordia, dava tapas na bunda dela enquanto a gente gemia de prazer.
Eu: Olha que raba é essa, mamãe, hoje vou arrebentar ela.
Ale: Não, bebezinho, não, por favor, vai doer a bundinha da mamãe.
Eu: Siiiiiiiiiiim.
Aí a Ale fica de quatro e eu chupava o cu dela, enfiava a língua e com os dedos comecei a abrir e brincar no cu dela.
Ale: Aai, ai, ai, bebezinho, continua, tá doendo, mas continua, meu amor.
Eu: Tá gostando? Tá gostando, putinha?
Ale: Siiiiim, vai, cara, enfia, arrebenta meu cu, vai.
Aí eu peguei e coloquei devagar, bem devagar, pra entrar tudo. Enquanto a Ale gemia e falava: siiiiiim, assim, assim, assim, cara de merda, come a sua putinha, como uma putinha, me come, bebê, me come, mmmmm, aiaiaiaiai.
Eu enfiava e metia forte, tira e põe, tira e põe, alternava com a buceta, metia dos dois lados. Aí senti que a Ale começou a acelerar e falava: sim, bebezinho, me come, me come mais rápido, mais forte, que eu vou gozar, vou gozaaaaar, cara de merda, e vi ela gozar como uma explosão, ficou largada na minha cama, e aí eu falei:
Eu: Gozou, putinha? Agora é minha vez.
Ale: (com a respiração ofegante) falou: sim, meu amor, vai. acaba dentro de mim, bebê, no meu cu, não demorei muito pra gozar, gozei, explodi no cu dela quando tirei meu pau, saiu todo leitoso e ela passava ele todinho na buceta dela,
Ficamos deitados um tempinho e a Ale me dizia, "guy, sabia a vontade que eu tava de você?", e eu respondia "Ale, toda vez que te vejo fico louco, sabia a vontade que eu tava de te comer pelo cu?" e ela falava "sim, bebê, percebi". A gente se recuperou e transou a manhã inteira no meu quarto, e depois, quando ela foi embora, vi que ela trocou de roupa e colocou a calcinha fio-dental enfiada na buceta e me disse "toma, bebê, esse é meu presentinho pra você, quando ficar com tesão, bate uma com minha calcinha, é sua". Puf, falei "então sabe como vou tocar uma pensando em você?" "Espero que sim", ela respondeu, enquanto dizia "olha como meu cuzinho ficou, agora tenho que ir" e foi embora. Eu fiquei deitado na minha cama pensando em tudo que tinha acontecido.
Bom, gente, desculpa não alongar mais, mas isso é o importante, o resto é história---!
Minha mãe acompanhou minha irmã pra resolver uns documentos, e meu avô com meu padrasto foram pescar ontem, então fiquei com a casa só pra mim.
Minha velha e minha irmã saíram cedo, então eu já tinha acordado e tava decidido a ir buscar a Ale. Ela sempre vai no mercadinho chinês comprar bem cedo, então fui no chinês também comprar umas coisas e dei de cara com ela. Falei:
Eu: Aleee, vem cá, tenho que te falar uma coisa.
Ale: Fala, o que foi, neguinho?
Eu: Cê tá mó gostosa pra foder (ela tava de legging bem apertada e uma jaquetinha). Sabe que tô sozinho em casa, né? Cê podia fazer companhia.
Ale: (me olha com cara de putinha) Só companhia ou algo mais?
Eu: Ale, cê me deixa louco, quero te comer na minha cama.
Ale: Beleza, a gente conversa lá fora. Vamos pagar as coisas e a gente fala no caminho.
Eu: Ok, bora.
Pagamos nossas coisas e fomos embora. No caminho, nem um cachorro anda de manhã, então a gente ia tranquilo, conversando devagar, só nós dois.
Ale: Como é essa história de que cê quer me foder na sua caminha, bebê?
Eu: É sim, Ale, cê me tira do sério, já sabe.
Ale: Bom, vou ver se consigo ir.
Eu: Não faz assim, vai, vem comigo.
Ale: Me acompanha até em casa e aí vejo se vou na sua.
Eu: Ok, vamos.
Chegamos na casa da Ale, ela me entrega o notebook e fala: "Vamos."
Eu: E isso pra quê?
Ale: Pra ter uma desculpa pra ir na sua casa. Não vou chegar lá do nada, né? (Ela levou o notebook porque a irmã tava em casa, e ela disse que eu ia arrumar ele.)
Chegamos na minha casa, obviamente entrei primeiro e falei: "Pode entrar." A Ale entra, assim que passa pela porta, eu fecho, encurralo ela e começo a beijar ela, ou melhor, a gente se beija. Aquele beijo de prazer, misturando nossas línguas, saliva, enquanto eu apalpava todo aquele corpo gostoso. Cú e falo pra ela: hoje essa buceta vai ser minha.
Ale: Tem certeza, bebê? Olha que se você fizer a bundinha apertada na mamãe, vai doer.
Eu: O bebê tá com fome de mamãe.
A gente vai pro meu quarto e ela se deita na minha cama, a gente se beija toda, arranca a roupa um do outro, fica pelado e eu começo a chupar a buceta dela, beijava, passava a língua na ponta do clitóris e apertava os peitos dela com uma mão, enquanto com a outra enfiava os dedos na buceta, enquanto a Ale falava:
Ale: Aaaa bebê, continua, continua, mamãe também tá com vontade de comer o bebezinho, continua, meu pequeno. Aaaa
Eu continuei chupando ela, e aí a Ale fala: deita, vamos fazer um 69, meu bebezinho. Ela vira e a gente continua se chupando tudo, os dois. Ela chupava minha pica, enchia de saliva, cuspia e engolia tudo. Eu, por minha vez, mordia, dava tapas na bunda dela enquanto a gente gemia de prazer.
Eu: Olha que raba é essa, mamãe, hoje vou arrebentar ela.
Ale: Não, bebezinho, não, por favor, vai doer a bundinha da mamãe.
Eu: Siiiiiiiiiiim.
Aí a Ale fica de quatro e eu chupava o cu dela, enfiava a língua e com os dedos comecei a abrir e brincar no cu dela.
Ale: Aai, ai, ai, bebezinho, continua, tá doendo, mas continua, meu amor.
Eu: Tá gostando? Tá gostando, putinha?
Ale: Siiiiim, vai, cara, enfia, arrebenta meu cu, vai.
Aí eu peguei e coloquei devagar, bem devagar, pra entrar tudo. Enquanto a Ale gemia e falava: siiiiiim, assim, assim, assim, cara de merda, come a sua putinha, como uma putinha, me come, bebê, me come, mmmmm, aiaiaiaiai.
Eu enfiava e metia forte, tira e põe, tira e põe, alternava com a buceta, metia dos dois lados. Aí senti que a Ale começou a acelerar e falava: sim, bebezinho, me come, me come mais rápido, mais forte, que eu vou gozar, vou gozaaaaar, cara de merda, e vi ela gozar como uma explosão, ficou largada na minha cama, e aí eu falei:
Eu: Gozou, putinha? Agora é minha vez.
Ale: (com a respiração ofegante) falou: sim, meu amor, vai. acaba dentro de mim, bebê, no meu cu, não demorei muito pra gozar, gozei, explodi no cu dela quando tirei meu pau, saiu todo leitoso e ela passava ele todinho na buceta dela,
Ficamos deitados um tempinho e a Ale me dizia, "guy, sabia a vontade que eu tava de você?", e eu respondia "Ale, toda vez que te vejo fico louco, sabia a vontade que eu tava de te comer pelo cu?" e ela falava "sim, bebê, percebi". A gente se recuperou e transou a manhã inteira no meu quarto, e depois, quando ela foi embora, vi que ela trocou de roupa e colocou a calcinha fio-dental enfiada na buceta e me disse "toma, bebê, esse é meu presentinho pra você, quando ficar com tesão, bate uma com minha calcinha, é sua". Puf, falei "então sabe como vou tocar uma pensando em você?" "Espero que sim", ela respondeu, enquanto dizia "olha como meu cuzinho ficou, agora tenho que ir" e foi embora. Eu fiquei deitado na minha cama pensando em tudo que tinha acontecido.
Bom, gente, desculpa não alongar mais, mas isso é o importante, o resto é história---!
4 comentários - A mãe do meu amigo (2ª parte)