São uns fenômenos!!!!!!
Depois de comer a Gaby umas duas vezes pelas costas da Lud, internada, fui atrás da avó da Lud...
Fui visitar a Lud algumas vezes, coitada, uma infecção hospitalar acabou deixando ela mais dias internada. Eu ia direto visitar e comecei a pegar mais intimidade com a família (mãe e avó). Um dia, a gente tava na sala de espera com a Norma (a avó), e cada um contou sua história de vida. Ela me disse que tinha 47 anos, que teve a Gaby muito nova (gente, vocês fazem as contas de quantos anos ela tinha), que foi uma relação não consentida, é isso!!! O padrasto meteu o pé e deixou ela grávida. Disse que perdeu muita coisa, mas que tinha orgulho das filhas e dos netos, que se sentia muito desejável e que adorava curtir o sexo pra caralho. Eu olhei pra ela e pensei: não precisava me contar tudo isso. Como elogio, falei que ela era uma mulher muito linda, jovem, que qualquer homem ia querer ter uma mulher como ela do lado e que eu adoraria curtir o sexo com ela (me joguei na piscina, foda-se!!!). Ela me olhou surpresa e disse: "Não gosto de confundir as coisas, você é o cara da Lud e não seria tão puta igual a Gaby, que não tem código." Falando isso, eu pensei comigo: (aqui acabou qualquer chance de comer ela). A gente conversou mais um pouco e eu falei que precisava ir. Foi quando ela me perguntou pra onde eu ia e como (estranhei, já que ela tinha sido tão grossa antes). Eu disse que ia pra casa, que pegaria o ônibus ou, senão, um táxi. Ela perguntou se eu não me importaria com a companhia dela e, já que tava ali, me deixava perto de casa. Claro que sim, respondi com todo prazer. Fui dar tchau pra Lud e a gente foi embora. Pegamos o ônibus e continuamos a conversa.
Eu: — Olha, Norma, fiquei meio com o que você disse lá dentro?
Norma: — Vi sua cara, como se algo não tivesse batendo.
Eu: — Quem te disse que eu sou propriedade da Ludmila?
Norma: — Desculpa, você não tá comendo ela, por acaso?
Eu: — E o que isso tem a ver? Não quer dizer que... que seja propriedade de...-.
Norma:.-Não te entendo, o que cê quer dizer?-.
Eu:.-Olha, Norma, se eu tô comendo a Gaby, não é que ela seja uma traidora como você fala, é que ela entendeu como é que é-.
Norma:.-Cê tá me dizendo que tá comendo a Gaby com o consentimento da Lud?-.
Eu:.-Descobre e tira suas próprias conclusões, além disso, não esquece que sua neta é casada, amigada ou sei lá o quê com aquele pivete e mesmo assim dá pra mim, pensa nisso-.
Norma:.-Olha, não sei, pra mim isso tá errado, ponto final-.
Eu:.-Ok. O que você achar, pra mim tá de boa, mas a vontade de te comer ninguém vai tirar de mim, bom, aqui eu desço-.
Não deixei ela falar nada e desci do ônibus rápido, mastigando raiva e muito tesão. Um dia tava fazendo compras no supermercado com a minha mulher e com quem eu me encontro... siiiim, a mãe e a avó da Lud. Olho e vejo elas vindo direto na minha direção. Minha mulher me olha e pergunta:.-Essas putas oferecidas aí, cê conhece?-. Olho pra ela com cara de cala a boca, besta.-Sim, não fala nada-.
Elas:.-Mas olha só quem anda por aqui!!!-.
Eu:.-Oi, meninas!!! Como vocês tão? E a Lud?...-.
Elas:.-Ah, mas não vai nos apresentar sua bela companhia?-.
Eu:.-Claro, como não, ela é tão gostosa que por isso escolhi ela como "minha mulher"-.
Elas:.-Ahhh!!! Que casal lindo vocês formam-.(cumprimentam minha mulher com um beijo)
Eu:.-Te apresento a Gabriela e a Norma, mãe e avó da Ludmila-.
Minha:.-Ahhh!!! Prazer, a menina puxou a família-.
Elas:.-Ah, obrigada, a Lud tá um pouco melhor, mas cê sabe como é, quem ia imaginar que ia dar nisso que deu-.
Eu:.-Pois é, certeza!!! Bom, meninas, vamos deixar vocês, que a gente tá atrasado-.
Elas:.-Sim, a gente também tem que ir pro hospital, cê vai visitar ela?-.
Eu:.-Sim, com certeza vamos, né, meu amor?-.
Minha:.-Sim, Ricky, com certeza durante a semana a gente aparece por lá-.
A gente se despediu e foi pra casa. Cês não imaginam o sermão que eu tive que aguentar da minha mulher, que são duas vadias que com certeza eu tô comendo e um monte de outras coisas. Mas, na hora de falar pra ela "vamos visitar a Ludmila", ela me disse que eu fosse sozinho, que nem louca ia ver aquelas duas de novo. Isso me deu abertura pra ir pro hospital, e fui.
Entrei no quarto, só vi a Lud e a gente conversou um pouco.
Lud: — Oi, meu amor, como cê tá?
Eu: — Bem, gostosa, a gente ficou preocupado com você.
Lud: — Quero saber se te preocupei?
Eu: — Sim, boba, me preocupou sim, por que a pergunta?
Lud: — Tive medo de não te ver mais...
Eu: — Ah, não seja boba, olha o que cê pensa. Cê tem que pensar nos seus filhos, eles que são importantes. Os caras vêm e vão, seus filhos sempre vão ser seus filhos...
Lud: — Cê tem razão, Ricky... Tô com fome, Ricky (e passou a mão na minha calça, pegando na minha pica).
Eu: — Cê tá louca, Lud, cê tá de repouso.
Lud: — Vai, Ricky, uma chupadinha só, faz mais de um mês que não faço nada, por favor (fez aquela carinha de boazinha, e eu não sou de pau mole...).
Eu: — Tá bom, vai, mas só uma chupada... imagina se alguém aparece...
Afrouxei o cinto, abaixei o zíper, e ela meteu a mão, tirando a pica da prisão (a cueca). A filha da puta se agarrou na pica como se fosse a última vez que fosse ter uma. Começou a bater uma forte e chupando, me dizia: — Quero leitinho quente do meu macho, cê é só meu macho, né? — enquanto me olhava com cara de poucos amigos. — Sim, gostosa, sou só seu — respondi. Ela continuou batendo uma até que: — Amor, vou gozar, para, para, amor, para, sim, sim, sim, uff, vai, puta, toma, toma, todo o leite, agghhhhhhhh!!!!! — Gozei nela, e a safada engoliu tudo sem reclamar e sem deixar cair uma gota. — Quero voltar logo pra casa pra você me comer, não aguento mais — ela disse. Eu, bem diplomático, falei: — Calma, amor, já vamos estar juntos de novo, fodendo como coelhos, vai!!! — Fomos interrompidos pela Gaby e pela Norma. Eu cumprimentei elas e falei que ia ficar um tempo fora do quarto. Tava entretido mandando mensagem quando a Gaby saiu.
Gaby: — Te perguntei se cê tava traindo ela?
Eu: — Quê?!
Gaby: — Sim, Ricky, falei que você e eu... Cogíamos.
Eu: — E o que ela te disse?
Gaby: — Ela disse que prefere que a gente esteja aqui curtindo e não você com a professora, pelo menos ficava na família.
Eu: — Do que a Lud tá falando?
Gaby: — Ela sabe da sua parada com a professora e tá tudo bem.
Eu: — Olha, maluca, isso fica claro pra você, pra Lud e pra quem quiser se achar no direito: eu não sou propriedade de ninguém, ok?!!! Diz pra Lud que me desculpe, um beijo.
Levantei e fui pra puta que pariu, mas quando cheguei na porta pra pegar um táxi (essa era minha intenção), a Norma me grita e me para: — Ricky, Ricky, espera, por favor...
Viro, olho pra ela e falo: — O que você quer? Tô indo embora.
Ela responde: — Vai pegar um táxi? Me dá uma carona?
Olhei pra ela com vontade de mandar tomar no cu. — Você vai demorar muito? Eu já tô indo.
Ela olha pra trás. — Não, vamos.
Subimos no táxi, conversamos um pouco e ela puxou o assunto.
Norma: — O outro dia você me deixou pensando...
Eu: — Sei lá, do que cê tá falando?
Norma: — Sobre você não ser propriedade de ninguém...
Eu: — Uff, você também!!!
Norma: — Não, acho que você tem razão...
Eu: — Ok. Pronto!!! Motorista, dobra na esquina e depois à direita.
Ela me olhou, o motorista me olhou e sacou, com um sorriso estampado na cara. Chegamos e eu falei: — Entra aí. E ela foi. Ela disse: — Acho que você se enganou.
Eu respondi: — Não me enganei, sei muito bem o que você quer...
Continua...
Depois de comer a Gaby umas duas vezes pelas costas da Lud, internada, fui atrás da avó da Lud...
Fui visitar a Lud algumas vezes, coitada, uma infecção hospitalar acabou deixando ela mais dias internada. Eu ia direto visitar e comecei a pegar mais intimidade com a família (mãe e avó). Um dia, a gente tava na sala de espera com a Norma (a avó), e cada um contou sua história de vida. Ela me disse que tinha 47 anos, que teve a Gaby muito nova (gente, vocês fazem as contas de quantos anos ela tinha), que foi uma relação não consentida, é isso!!! O padrasto meteu o pé e deixou ela grávida. Disse que perdeu muita coisa, mas que tinha orgulho das filhas e dos netos, que se sentia muito desejável e que adorava curtir o sexo pra caralho. Eu olhei pra ela e pensei: não precisava me contar tudo isso. Como elogio, falei que ela era uma mulher muito linda, jovem, que qualquer homem ia querer ter uma mulher como ela do lado e que eu adoraria curtir o sexo com ela (me joguei na piscina, foda-se!!!). Ela me olhou surpresa e disse: "Não gosto de confundir as coisas, você é o cara da Lud e não seria tão puta igual a Gaby, que não tem código." Falando isso, eu pensei comigo: (aqui acabou qualquer chance de comer ela). A gente conversou mais um pouco e eu falei que precisava ir. Foi quando ela me perguntou pra onde eu ia e como (estranhei, já que ela tinha sido tão grossa antes). Eu disse que ia pra casa, que pegaria o ônibus ou, senão, um táxi. Ela perguntou se eu não me importaria com a companhia dela e, já que tava ali, me deixava perto de casa. Claro que sim, respondi com todo prazer. Fui dar tchau pra Lud e a gente foi embora. Pegamos o ônibus e continuamos a conversa.
Eu: — Olha, Norma, fiquei meio com o que você disse lá dentro?
Norma: — Vi sua cara, como se algo não tivesse batendo.
Eu: — Quem te disse que eu sou propriedade da Ludmila?
Norma: — Desculpa, você não tá comendo ela, por acaso?
Eu: — E o que isso tem a ver? Não quer dizer que... que seja propriedade de...-.
Norma:.-Não te entendo, o que cê quer dizer?-.
Eu:.-Olha, Norma, se eu tô comendo a Gaby, não é que ela seja uma traidora como você fala, é que ela entendeu como é que é-.
Norma:.-Cê tá me dizendo que tá comendo a Gaby com o consentimento da Lud?-.
Eu:.-Descobre e tira suas próprias conclusões, além disso, não esquece que sua neta é casada, amigada ou sei lá o quê com aquele pivete e mesmo assim dá pra mim, pensa nisso-.
Norma:.-Olha, não sei, pra mim isso tá errado, ponto final-.
Eu:.-Ok. O que você achar, pra mim tá de boa, mas a vontade de te comer ninguém vai tirar de mim, bom, aqui eu desço-.
Não deixei ela falar nada e desci do ônibus rápido, mastigando raiva e muito tesão. Um dia tava fazendo compras no supermercado com a minha mulher e com quem eu me encontro... siiiim, a mãe e a avó da Lud. Olho e vejo elas vindo direto na minha direção. Minha mulher me olha e pergunta:.-Essas putas oferecidas aí, cê conhece?-. Olho pra ela com cara de cala a boca, besta.-Sim, não fala nada-.
Elas:.-Mas olha só quem anda por aqui!!!-.
Eu:.-Oi, meninas!!! Como vocês tão? E a Lud?...-.
Elas:.-Ah, mas não vai nos apresentar sua bela companhia?-.
Eu:.-Claro, como não, ela é tão gostosa que por isso escolhi ela como "minha mulher"-.
Elas:.-Ahhh!!! Que casal lindo vocês formam-.(cumprimentam minha mulher com um beijo)
Eu:.-Te apresento a Gabriela e a Norma, mãe e avó da Ludmila-.
Minha:.-Ahhh!!! Prazer, a menina puxou a família-.
Elas:.-Ah, obrigada, a Lud tá um pouco melhor, mas cê sabe como é, quem ia imaginar que ia dar nisso que deu-.
Eu:.-Pois é, certeza!!! Bom, meninas, vamos deixar vocês, que a gente tá atrasado-.
Elas:.-Sim, a gente também tem que ir pro hospital, cê vai visitar ela?-.
Eu:.-Sim, com certeza vamos, né, meu amor?-.
Minha:.-Sim, Ricky, com certeza durante a semana a gente aparece por lá-.
A gente se despediu e foi pra casa. Cês não imaginam o sermão que eu tive que aguentar da minha mulher, que são duas vadias que com certeza eu tô comendo e um monte de outras coisas. Mas, na hora de falar pra ela "vamos visitar a Ludmila", ela me disse que eu fosse sozinho, que nem louca ia ver aquelas duas de novo. Isso me deu abertura pra ir pro hospital, e fui.
Entrei no quarto, só vi a Lud e a gente conversou um pouco.
Lud: — Oi, meu amor, como cê tá?
Eu: — Bem, gostosa, a gente ficou preocupado com você.
Lud: — Quero saber se te preocupei?
Eu: — Sim, boba, me preocupou sim, por que a pergunta?
Lud: — Tive medo de não te ver mais...
Eu: — Ah, não seja boba, olha o que cê pensa. Cê tem que pensar nos seus filhos, eles que são importantes. Os caras vêm e vão, seus filhos sempre vão ser seus filhos...
Lud: — Cê tem razão, Ricky... Tô com fome, Ricky (e passou a mão na minha calça, pegando na minha pica).
Eu: — Cê tá louca, Lud, cê tá de repouso.
Lud: — Vai, Ricky, uma chupadinha só, faz mais de um mês que não faço nada, por favor (fez aquela carinha de boazinha, e eu não sou de pau mole...).
Eu: — Tá bom, vai, mas só uma chupada... imagina se alguém aparece...
Afrouxei o cinto, abaixei o zíper, e ela meteu a mão, tirando a pica da prisão (a cueca). A filha da puta se agarrou na pica como se fosse a última vez que fosse ter uma. Começou a bater uma forte e chupando, me dizia: — Quero leitinho quente do meu macho, cê é só meu macho, né? — enquanto me olhava com cara de poucos amigos. — Sim, gostosa, sou só seu — respondi. Ela continuou batendo uma até que: — Amor, vou gozar, para, para, amor, para, sim, sim, sim, uff, vai, puta, toma, toma, todo o leite, agghhhhhhhh!!!!! — Gozei nela, e a safada engoliu tudo sem reclamar e sem deixar cair uma gota. — Quero voltar logo pra casa pra você me comer, não aguento mais — ela disse. Eu, bem diplomático, falei: — Calma, amor, já vamos estar juntos de novo, fodendo como coelhos, vai!!! — Fomos interrompidos pela Gaby e pela Norma. Eu cumprimentei elas e falei que ia ficar um tempo fora do quarto. Tava entretido mandando mensagem quando a Gaby saiu.
Gaby: — Te perguntei se cê tava traindo ela?
Eu: — Quê?!
Gaby: — Sim, Ricky, falei que você e eu... Cogíamos.
Eu: — E o que ela te disse?
Gaby: — Ela disse que prefere que a gente esteja aqui curtindo e não você com a professora, pelo menos ficava na família.
Eu: — Do que a Lud tá falando?
Gaby: — Ela sabe da sua parada com a professora e tá tudo bem.
Eu: — Olha, maluca, isso fica claro pra você, pra Lud e pra quem quiser se achar no direito: eu não sou propriedade de ninguém, ok?!!! Diz pra Lud que me desculpe, um beijo.
Levantei e fui pra puta que pariu, mas quando cheguei na porta pra pegar um táxi (essa era minha intenção), a Norma me grita e me para: — Ricky, Ricky, espera, por favor...
Viro, olho pra ela e falo: — O que você quer? Tô indo embora.
Ela responde: — Vai pegar um táxi? Me dá uma carona?
Olhei pra ela com vontade de mandar tomar no cu. — Você vai demorar muito? Eu já tô indo.
Ela olha pra trás. — Não, vamos.
Subimos no táxi, conversamos um pouco e ela puxou o assunto.
Norma: — O outro dia você me deixou pensando...
Eu: — Sei lá, do que cê tá falando?
Norma: — Sobre você não ser propriedade de ninguém...
Eu: — Uff, você também!!!
Norma: — Não, acho que você tem razão...
Eu: — Ok. Pronto!!! Motorista, dobra na esquina e depois à direita.
Ela me olhou, o motorista me olhou e sacou, com um sorriso estampado na cara. Chegamos e eu falei: — Entra aí. E ela foi. Ela disse: — Acho que você se enganou.
Eu respondi: — Não me enganei, sei muito bem o que você quer...
Continua...
6 comentários - Masiih!! Nessa gostosa também meto!!!!