Trio com amigo e a namorada puta

Trouxe de novo uma fantasia que não cheguei a realizar, embora sempre fique com vontade. Se não rolou e eu não insisti pra que acontecesse, foi em parte porque se tratava de dividir a namorada de um amigo, e, embora ela parecesse querer (isso e mais coisas), o cara claramente não gostava da ideia. Às vezes, só dela começar a brincar com o assunto pra provocá-lo, ele já fazia uma cara de que aquilo partiria o coração dele e o destruiria viver algo assim. Pra manter o anonimato, vou trocar os nomes dos personagens. Vou chamá-los de Antônio e Marga.

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Como todo dia, a gente se encontrava no caminho pra biblioteca da universidade. Antônio e Marga eram colegas e amigos meus desde quase o começo da faculdade. Antônio começou comigo na mesma turma, e a Marga a gente conheceu uns dois anos depois, quando os três se trombaram em outra matéria. Desde o primeiro dia, Marga e eu nos entendemos muito bem, sempre teve uma tensão não resolvida, mas cada um tinha seu relacionamento e aquilo ficava só nisso, em brincadeiras e flertes. Às vezes, Antônio e eu, conversando quando estávamos sozinhos pela universidade, falávamos de um monte de coisas, mas sempre tinha um assunto que voltava: as mulheres. Mais de uma vez ele me disse que a Marga o deixava louco, e que quando eu brincava com ela e a gente se mandava mil coisas que íamos fazer um com o outro, ele se imaginava fazendo aquilo tudo com ela. Daí, às vezes, a gente dizia que íamos ter que comer ela juntos, que com certeza ela ia adorar o que a gente ia dar pra ela.

O tempo passou e a Marga terminou com o cara que tava pegando, e o Antônio não perdeu a chance, então logo tavam juntos como casal. Embora o Antônio fosse meu amigo, a Marga continuava com as mesmas brincadeiras de sempre: "Você e eu vamos fugir um dia pra você me dar uma boa trepada, embora não saiba se você aguenta me aguentar!!!" e eu respondia: "Cuidado, que pode ser que da trepada que eu te der, você não queira voltar de onde eu te levar e eu tenha que te dar mais. prazer todos os dias" e a partir daí as conversas iam para outros desafios mútuos de coisas mais explícitas.

Dessa vez, o namorado da Marga não era um desconhecido pra mim, mas sim exatamente meu amigo. E como sempre, as conversas entre a gente costumavam ser as mesmas. Pouco tempo depois, eu fiquei solteiro, tinha terminado com minha parceira e tava com uma vontade louca de transar. Foi assim que um dia, numa dessas conversas, não hesitei em puxar o assunto que às vezes a gente chegava a tocar antes do Antonio e da Marga estarem juntos: o de fazer um menage com a Marga.

Eu: Antonio, cara, você sabe que eu tó prestes a explodir, tô com uma puta vontade de comer alguém. E a Marga não para de me mandar esses desafios do que vai fazer comigo e do que quer que eu faça com ela. Qualquer dia desses eu perco a linha e vou pra cima dela.

Antonio: Porra, isso me deixaria de pau duro dar uma boa surra de dois nela, a Marga é uma verdadeira fera e uma puta do caralho. Então, se um dia eu tiver que dividir ela com outro, prefiro que seja com você do que com um desconhecido.

Eu: Não acredito que você realmente disse que dividiria ela comigo. Tudo bem que ela fala muito, mas não acho que a Marga seja capaz de ter essas fantasias.

Antonio: Sim, essas e outras. Você não faz ideia das coisas que ela às vezes me diz que adoraria que fizessem com ela.

Eu: Então, se é assim, a gente tem que dar um jeito pra que um dia, sem ela esperar, a gente tenha tudo preparado e ela tenha com a gente o menage que sempre fantasiou.

E com isso começamos a planejar tudo. A ideia era clara: puxar a conversa de sempre com ela, me desafiando como de costume, mas dessa vez ir mais longe e convencê-la a fugir comigo pra ter aquela viagem que ela sempre dizia que eu tinha que dar a ela. Eu a levaria pra uma casinha que tenho perto da costa, junto à praia. Mas antes, eu teria dado as chaves pro Antonio e ele estaria nos esperando na casa.

Então, com tudo planejado, os dias foram passando. E quando chegou o No dia combinado, Antônio foi pra casa pra esperar a gente lá. Como sempre quando tava com a Marga, ela soltou aquela frase de sempre.

Marga: Você me deixa louca, quando é que você vai se dignar a me levar pra sua casinha que eu sei que você tem e fazer lá tudo o que você diz que faria comigo? Você teria o dia inteiro pra fazer o que quisesse comigo.
Eu: Bah, você fala isso sempre, mas se eu fizer, depois você vai se apaixonar pela minha pica e não vai me deixar sair de casa nunca mais na vida. Além disso, se eu falar pra irmos agora mesmo, aposto que você vai recuar, que só fala, fala e não faz nada.
Marga: Mas o que você pensa? Acha que eu não sou capaz de ir com você e passar um dia de sexo sem limites?
Eu: É exatamente isso que eu digo, e entendo que quando o Antônio tá na frente, se eu falar pra você vir comigo agora, você não vai. Mas olha, agora ele não tá aqui, então... dessa vez você não escapa. Tanto que você fala, agora mesmo eu te levo pra casa e você vai realizar umas fantasias que ainda não realizou. Vamos, mas já.

Marga fica tentada com cara de safada, olhando em volta como se procurasse alguém indiscreto que pudesse ver a gente saindo junto, e quando se sente segura, começa a andar em direção ao estacionamento da universidade.

Marga: Vamos, antes que alguém conhecido apareça e nos veja, vamos, que você vai me dar mais do que imagina se quiser realizar alguma fantasia.

Eu sigo ela e rio por dentro, sabendo o que a espera. No carro, enquanto a gente vai pra casa, ela não consegue segurar a excitação de estar indo embora com outro que não é o namorado dela, sem ele saber. Ela leva a mão até minha virilha e começa a me acariciar por cima da calça.

Eu: Então parece que você é mais puta do que eu pensava, hein. Você realmente se atreve a ir com outro sem o namorado saber, e ainda por cima esse outro vai fazer coisas que você fantasia.
Marga: Se você soubesse todas as fantasias que eu tenho, ia se assustar. Ir com um homem escondido é bem pouco. E sim, isso me excita e eu não vejo a hora de chegar. Quero começar a realizar minhas fantasias já.
Dizendo isso, ela desabotoa minha calça e puxa meu pau pra fora, coloca a cabeça dele na boca, se ajeitando do melhor jeito pra não atrapalhar minha direção, e começa a me chupar enquanto vamos pra casa. Primeiro ela brinca com a cabeça, e quando já tô de pau duro, ela lambe da base até a cabeça e, sem parar, desce de novo, engolindo até a garganta. Segura lá por uns segundos e tira.

Eu: Aaaaah, dá pra ver que você tá com fome e hoje ainda não recebeu sua dose de porra. Então continua, continua, que ela tá te esperando.

E ela começa a mamar com vontade, uma mão nas minhas bolas e a cabeça subindo e descendo pra engolir tudo. Como o caminho até casa não é muito longo, parece que ela tá com pressa de tomar leite, porque quer me fazer gozar antes de chegarmos. Então ela dá o melhor de si até que, sem aviso, recebe toda minha porra na boca. Só solta um gemidinho/grunhido de surpresa, engole tudo e lambe o que sobrou. Ela guarda meu pau, abotoa minha calça de novo, se apruma e me diz.

Marga: Pronto, já realizei pelo menos uma fantasia. Agora espero que venham mais, porque eu não saio com um cara só pra chupar o pau dele.

Eu: Calma, calma. Algo me diz que a gente ainda vai realizar mais umas fantasias.

Nisso, a gente tá chegando em casa. Paro o carro do lado e a gente desce. Quando vamos nos aproximando e chegamos na porta, como se eu quisesse garantir que o Antonio ouvisse que a gente chegou, agarro a bunda da Marga, esmago ela contra a porta, apertando ela entre meu corpo e o meu, e começo a beijar ela com força e apalpar a bunda dela. Com a força de esmagar ela contra a porta, o barulho foi bem alto — sem dúvida o Antonio tinha ouvido. Então a gente se separa, eu abro a porta e entramos. Ela vem pra cima de mim de novo e começa a me beijar com gosto, a língua dela procurando a minha, e começa a tirar minha roupa. Tira minha camiseta e deixa minha calça cair no chão. Rapidamente fico só de cueca. enquanto ela ainda está totalmente vestida.
Marga: Achava que você seria mais ousado, já te despi quase por completo e você ainda nem me tocou.
Eu: Bom, é que você tá muito acelerada, e eu quero aproveitar bem na cama. Então vamos pro quarto, que lá você vai saber o que é bom.

Levo ela pro quarto e faço ela entrar primeiro. Quando entra, por trás e de surpresa, Antonio agarra ela pela cintura e começa a beijar o pescoço dela. Eu entro, então me coloco na frente dela e começo a beijar a boca dela. Agora sou eu quem tá indo com tudo, enquanto ela ainda não entende muito a situação, mas continua curtindo. Me agacho e começo a desabotoar a calça dela, que tá bem justa, enquanto Antonio, quase num puxão, tira a camiseta dela e depois o sutiã, deixando uns peitos generosos à mostra, que ele começa a percorrer com as mãos, brincando com os mamilos. Enquanto isso, ela vira a cabeça pra trás pra beijar ele. Eu tiro a calça dela e puxo a calcinha fio dental que ela tá usando, e ali encontro uma pussy bem depilada e já bem molhada. Ela abre as pernas pra me deixar trabalhar melhor, e eu começo a lamber, procurando o clitóris e lambendo ele. Em seguida, penetro ela com dois dedos, arrancando os primeiros gemidos.

Antonio tá aproveitando pra tirar a roupa, e quando já tá pronto, levamos a Marga pra cama, deitamos ela, e eu continuo com a pussy dela enquanto ele apresenta o cock na frente do rosto dela pra ela chupar. Marga geme como pode com o cock do namorado na boca enquanto eu como a pussy dela. Ela tá curtindo a situação e não consegue disfarçar, porque não demora muito pra ela gozar. É aí que vou dar o que ela tanto me pediu, uma viagem que ela nunca vai esquecer. Colocamos ela de quatro, e eu penetro ela de uma vez com violência. Antonio e eu batemos palma e sincronizamos os movimentos; quando ele tira o cock da boca dela, eu tô metendo, e com esse O mesmo impulso a empurrou contra o pau do Antonio e, quando eu tava tirando, ele aproveitou e enfiou até a garganta na namorada dele.

Eu: Que puta, não esperava que a gente também fosse realizar essa fantasia, hein? Antonio, sua namorada é uma vagabunda como você tinha me falado, olha como ela tá curtindo o que a gente tá dando, nem reclamou.

Antonio: É mano, essa putinha sempre quis ter dois paus dentro. Fico feliz que seja você quem tá dividindo ela comigo.

Marga tentava falar alguma coisa, mas a gente não deixava, bombava sem pena até fazer ela gozar de novo. Aí eu e Antonio trocamos de posição, ele foi mais carinhoso com a Marga, o que pareceu não agradar muito ela, porque antes que eu pudesse tampar a boca dela, ela disse.

Marga: Pelo amor de Deus, Antonio, me fode com força ou não me fode, não me enche o saco.

Pra calar ela, enfiei o pau de um até a garganta, fazendo ela engasgar um pouco, e mantive lá dentro até ela se acalmar mais. Antonio mesmo assim reagiu e começou a fazer o que ela pedia. A gente não trocava mais palavras, os três respiravamos acelerado, bufávamos ou soltávamos gemidos e pequenos grunhidos. Qualquer um diria que ali tinham três animais. Era tanto tesão que a gente sempre teve por fazer isso e ver que tava acontecendo que fez sair nossos instintos mais baixos.

Pela terceira vez, Marga goza gemendo como podia e como uma louca. Aí a gente trocou, Antonio, mais forte que eu, se deitou na cama e fez a Marga montar nele. Eu cheguei por trás, empurrei ela sem piedade pra frente pra ela deitar no peito do Antonio, dei uns tapas nela.

Eu: Antonio, já comeu o cu da Marga alguma vez?
Antonio: Nunca, ela nunca deixou, por mais que eu saiba que ela quer que arrebentem ele.
Eu: Então acho que tá na hora de alguém arrebentar.
Marga: Faz, meu anjo, faz, você ganhou o direito de ser o primeiro depois de Preparar tudo isso e realizar minhas fantasias.
Eu: Antonio, desculpa, mas você não vai ser o primeiro, ela me deu permissão pra ser.
Antonio: Vai fundo, sem preocupação, eu vou aproveitar ela outras vezes.

Então, com a ajuda de todos os fluidos que ela já tinha depois de gozar três vezes, comecei a preparar ela com meus dedos. Demorei um pouco, porque ainda tomada pelo tesão do momento e pela excitação, ela sentia dor e pedia pra eu ir com calma. Mas no final, apoiei a cabeça da piroca no cu dela e, aos poucos, fui enterrando tudo pelo rabo. Quando já estava inteiro dentro, esperei ela se acostumar. E então, nós três, como se estivéssemos sincronizados, começamos a nos mover. Ela gemia, gritava, grunhia, estava fora de si. A mistura de prazer, dor, tesão e excitação a dominava, e, embora ela tenha aguentado tudo que pôde, não foi por muito tempo. Nós também já estávamos perto do limite e fomos gozando quase ao mesmo tempo, levados pelos gemidos da Marga. Enchemos ela de porra, e ela se deixou cair em cima do namorado. Eu fiquei dentro dela até tirar a piroca mole. Depois, me deitei junto com eles.

Durante o dia, soltamos a imaginação e aproveitamos nós três, repetindo a cena mais umas duas vezes. Depois, tomamos um banho juntos e fomos embora. Já no carro, a Marga confessou:

— Hoje realizei mais três desejos da minha lista: um, chupar um cara enquanto ele dirige; outro, fazer um menage; e outro, ter o cu arrombado.

Essas foram as coisas que fizemos naquele dia, mas não seria a última vez que a Marga participaria de outras brincadeiras. Mas isso já é outra história.

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