Um ex-namorado meu me convidou pra jantar na casa dele, um jantar em família pra conhecer melhor os pais dele, era um evento importante. Usei uma calça social preta justa, uma blusa branca de botão, cabelo solto e me sentia gostosa. Cheguei bem cedo no jantar, umas 19h, e só estava o irmão mais novo dele. Ele foi super educado, me convidou pra entrar na sala, me tratou muito bem, explicou que eles tinham saído pro mercado e que voltariam logo.
A gente conversou um tempão, foi agradável. Ele me contou a vida dele, eu contei a minha, tudo normal. Ele tava de jeans azul apertado e camiseta vermelha, não era feio não. De repente, a conversa ficou estranha, desviou o assunto, ele começou a fazer perguntas difíceis de responder. Aí, do nada, ele disse que tinha visto a gente — eu e o Carlos (meu namorado) — entrando num hotel bem conhecido da cidade no meu carro. Fiquei vermelha de vergonha, porque ele deu todos os detalhes exatos do rolê, falou que ia contar pros pais dele e ainda tinha uma foto do meu carro no local. Não sabia o que responder. O Carlos ia se ferrar. Ele insistiu pra eu não negar, que éramos nós, e era verdade mesmo — um dia que a gente transou naquele hotel. Não tinha pra onde correr. Aí, como todo jovem tarado, ele tentou me chantagear. Minha situação era foda, porque não queria que a gente se estressasse com os pais do Carlos. Perguntei na lata o que ele queria, pra falar sem rodeios. Ele disse que, em troca do silêncio e da foto do meu carro, queria que a gente transasse. Óbvio que falei que ele era maluco, não ia aceitar esse acordo. Quando eu recusei, ele pediu umas fotos minha pelada. Falei que não, que nunca faria isso. Só podia oferecer dinheiro ou bebida, ele não quis. Não chegávamos a um acordo.
Aí fui bem direta: propus, em troca de ele deixar eu apagar a foto e ficar de boca fechada, que ia bater uma punheta pra ele, só uma vez. Ele não recusou, topou na hora. Problemas, mas já nos jeans dele o volume se destacava. Fomos ao banheiro, mandei ele abaixar a calça e a cueca, ele fez na hora. Naquele momento, pedi o celular dele pra apagar a imagem. Ele tava com o pau bem duro, esperando. Me deu o celular e eu apaguei a foto. Ia respeitar o acordo, comecei a acariciar ele, a brincar com o pinto dele. Tava bem duro, ele tava muito tarado e dava pra ver que não tinha muita experiência com mulheres.
Peguei o pau dele e masturbei com a mão direita. Ele tentou pegar no meu peito, mas falei claramente que não, aquilo não tava no acordo. Ele pediu pra eu fazer rápido, porque os outros iam chegar a qualquer momento. Eu fui me dando tempo, adorava acariciar as bolas dele e o pinto também.
Aí fiz uma proposta pra deixar os dois felizes: em troca de ele deixar eu e o Carlos em paz, e nunca mais encher o saco ou tentar algo contra a gente, eu ia mostrar meus peitos e chupar ele. Notei como o pau dele ficou durasso e, como era um jovem muito tarado, ele topou.
Desabotoei minha blusa devagar e tirei. Tirei os peitos do sutiã e mostrei pra ele. Ele me olhou de um jeito muito pervertido, o desejo dele era enorme. Então deixei ele acariciar meus peitos. Tava muito tarado, eu tinha ele onde queria. Sabia que ele não ia durar muito pra gozar. Ele se encostou na parede, eu me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. Chupei bem rápido pra ele gozar logo. Com minha língua, brinquei com o pau e as bolas dele. Meti de novo na boca e, sem mais, ele explodiu na minha boca. Felizmente, não respingou na minha roupa. Limpei o pau dele educadamente, arrumei o sutiã, vesti a blusa e ele me ofereceu enxaguante bucal pra tirar o gosto ruim.
Depois, os outros chegaram. Se desculparam pelo atraso e foi um jantar muito agradável. Sem maiores problemas, a noite passou. Ele nunca mais encheu o saco, respeitou o acordo. Além disso, ficou muito educado e nunca mais tive problemas com meu irmão. incomoda pra caralho.
A gente conversou um tempão, foi agradável. Ele me contou a vida dele, eu contei a minha, tudo normal. Ele tava de jeans azul apertado e camiseta vermelha, não era feio não. De repente, a conversa ficou estranha, desviou o assunto, ele começou a fazer perguntas difíceis de responder. Aí, do nada, ele disse que tinha visto a gente — eu e o Carlos (meu namorado) — entrando num hotel bem conhecido da cidade no meu carro. Fiquei vermelha de vergonha, porque ele deu todos os detalhes exatos do rolê, falou que ia contar pros pais dele e ainda tinha uma foto do meu carro no local. Não sabia o que responder. O Carlos ia se ferrar. Ele insistiu pra eu não negar, que éramos nós, e era verdade mesmo — um dia que a gente transou naquele hotel. Não tinha pra onde correr. Aí, como todo jovem tarado, ele tentou me chantagear. Minha situação era foda, porque não queria que a gente se estressasse com os pais do Carlos. Perguntei na lata o que ele queria, pra falar sem rodeios. Ele disse que, em troca do silêncio e da foto do meu carro, queria que a gente transasse. Óbvio que falei que ele era maluco, não ia aceitar esse acordo. Quando eu recusei, ele pediu umas fotos minha pelada. Falei que não, que nunca faria isso. Só podia oferecer dinheiro ou bebida, ele não quis. Não chegávamos a um acordo.
Aí fui bem direta: propus, em troca de ele deixar eu apagar a foto e ficar de boca fechada, que ia bater uma punheta pra ele, só uma vez. Ele não recusou, topou na hora. Problemas, mas já nos jeans dele o volume se destacava. Fomos ao banheiro, mandei ele abaixar a calça e a cueca, ele fez na hora. Naquele momento, pedi o celular dele pra apagar a imagem. Ele tava com o pau bem duro, esperando. Me deu o celular e eu apaguei a foto. Ia respeitar o acordo, comecei a acariciar ele, a brincar com o pinto dele. Tava bem duro, ele tava muito tarado e dava pra ver que não tinha muita experiência com mulheres.
Peguei o pau dele e masturbei com a mão direita. Ele tentou pegar no meu peito, mas falei claramente que não, aquilo não tava no acordo. Ele pediu pra eu fazer rápido, porque os outros iam chegar a qualquer momento. Eu fui me dando tempo, adorava acariciar as bolas dele e o pinto também.
Aí fiz uma proposta pra deixar os dois felizes: em troca de ele deixar eu e o Carlos em paz, e nunca mais encher o saco ou tentar algo contra a gente, eu ia mostrar meus peitos e chupar ele. Notei como o pau dele ficou durasso e, como era um jovem muito tarado, ele topou.
Desabotoei minha blusa devagar e tirei. Tirei os peitos do sutiã e mostrei pra ele. Ele me olhou de um jeito muito pervertido, o desejo dele era enorme. Então deixei ele acariciar meus peitos. Tava muito tarado, eu tinha ele onde queria. Sabia que ele não ia durar muito pra gozar. Ele se encostou na parede, eu me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. Chupei bem rápido pra ele gozar logo. Com minha língua, brinquei com o pau e as bolas dele. Meti de novo na boca e, sem mais, ele explodiu na minha boca. Felizmente, não respingou na minha roupa. Limpei o pau dele educadamente, arrumei o sutiã, vesti a blusa e ele me ofereceu enxaguante bucal pra tirar o gosto ruim.
Depois, os outros chegaram. Se desculparam pelo atraso e foi um jantar muito agradável. Sem maiores problemas, a noite passou. Ele nunca mais encheu o saco, respeitou o acordo. Além disso, ficou muito educado e nunca mais tive problemas com meu irmão. incomoda pra caralho.
12 comentários - Dando uma força pro meu cunhado
me pusiste la verga bien dura
Genial relato,