Antes de contar pra vocês os preparativos que fiz até agora pra conseguir comer o pau do meu filho Marcel e ter ele duro entre minhas pernas pra cavalgar com todo meu amor e toda minha alma, queria esclarecer algumas coisas:
Primeiro: Meu objetivo não é tirar a Andrea da vida do Marcel nem substituir ela; meu desejo é que eles continuem a vida deles como até agora e façam o que eles mesmos decidirem. Só que a cena sexual que rolou entre eles, da qual fui testemunha por acaso, me marcou fundo, e desde então minha única obsessão é comer meu Marcel.
Segundo: Minha atração pelo pau do Marcel e todo o corpo lindo dele não é só física, mas principalmente mental, e eu preciso liberar a adrenalina que se acumula em mim por causa dos meus desejos sexuais com meu filho, de ficar pensando nisso quase todo tempo livre que tenho e às vezes no trabalho. Por isso que preciso seduzir ele muito bem, não é só me mostrar como mulher porque vão ter muitas outras mais novas e sem compromissos morais ou sociais, mas se eu conseguir fazer com que ele realmente possua na mente e no corpo a necessidade mórbida de foder a própria mãe, aí não vai ter problema de competição nos lugares públicos onde planejo levar ele. Tô realmente precisando desesperadamente transar com meu filho e fazer isso de um jeito que não seja na correria, mas bem devagar pra acumular o máximo de porra nos ovos dele e poder beber tudo nos momentos dos orgasmos dele.
Terceiro: Não preciso de paus pra saciar minhas entranhas, isso só o obelisco do meu Marcel vai conseguir. E se um dia precisar, tenho meus admiradores e amigos de vários anos, embora não tenha dado mais desde que me separei do meu marido. De qualquer forma, agradeço a quem gentilmente ofereceu o pau pelo meu e-mail, a gente nunca sabe o que o futuro reserva. Talvez a única possibilidade O que seria é que viessem ao teatro pornô de Bogotá, onde poderiam me servir de treino pra quando eu for chupar a docinha verguinha do Marcel.
Quarto: Sim, o primeiro relato é meio longo, mas sempre pensei que o importante são os detalhes, mais do que a pressa de chegar logo e dizer que chupei o pau dele e montei nele sem parar até altas horas da madrugada. Por isso, pensando em cada ação completa, às vezes fica um pouco denso. Tenho quase certeza de que não tem erros ortográficos (escrita correta das palavras), talvez algumas incorreções gramaticais (pontuação, concatenação, etc.); mas esses são problemas menores que todo mundo saberá perdoar numa novata nessas paradas.
PREPARATIVOS
Primeiro de tudo, sou uma mulher de 34 anos, 1,72 m de altura (93 cm na altura dos peitos, 61 na cintura e 96 em volta da minha bunda), morena, nariz empinado, maçãs do rosto meio fundas e lábios carnudos, cabelo castanho que mantenho até um quarto das costas. Meço 1 m do ombro até os joelhos e 60 centímetros até minha bucetinha do prazer; dos joelhos até a xereca meço 38 cm; e minhas pernas têm 91 cm de comprimento. Essas medidas eu dou pra quem quiser me imaginar vestida com as compras que já fiz.
Das ações propostas no meu primeiro relato, até agora fiz o seguinte:
1) Comprei dois pares de salto alto: um cinza de 12 cm e outro vermelho de 15 cm; dois pares de meia-calça fina, uma preta-invisível e uma cor natural, ambos com silicone na parte de cima pra não escorregar (stay-up); duas cintas-liga, uma preta e outra vermelha; cinco vestidinhos que ficam bem justinhos e apertadinhos no corpo: um preto de alças largas (80 cm de comprimento), um bege (com alcinhas finas de 10 cm e 68 cm de comprimento total), um preto-strapless com suporte interno (58 cm de comprimento), um roxo com costas totalmente decotado e com a frente em formato de triângulo, finalizando num colar que se ajusta elasticamente a qualquer pescoço (30 cm da parte triangular e 67 cm de comprimento total); e um bem pequenininho marrom (63 cm com uma fita na parte inferior de 7 cm de largura que ajusta muito bem contra as pernas).
2) Estando completamente nua, coloquei o par de meia-calça cor da pele, o par de sapatos cinza, a cinta-liga preta e o vestidinho roxo. Meu Deus! Que delícia ficar de pé e andar sensualmente com essa roupa cheirando a novo. Depois tirei os sapatos para vestir uma calça jeans e enfiei uma jaqueta preta de couro. Entrei num ônibus daqueles que sobem pela Avenida El Dorado em direção ao centro, pra fazer minha primeira incursão no teatro pornô (Esmeralda Pussycat). Ao passar pelo setor da rua 22, entre as carreiras 16 e Caracas, vi algo que só tinha visto em algumas notícias na TV: a zona de prostituição de rua de Bogotá. Aí percebi que a roupa que eu tava usando por baixo da calça jeans e da jaqueta era quase igual à que eu via naquelas mulheres da rua; mas, principalmente, fiquei pasma ao ver uma mulher muito gostosa e de corpo lindo com um vestidinho totalmente transparente e sem absolutamente nada por baixo, montada nuns saltos bem altos e se exibindo descaradamente pros transeuntes que passavam por ali. Será que eu era realmente como uma delas? Será que um dia eu poderia sair assim na rua junto com meu Marcel? O ônibus seguiu e, em menos de três minutos, desci na carreira 10ª pra começar minha curta caminhada até a carreira 7 com rua 24, onde fica o teatro pornô.
Entrei e paguei os R$ 5.000 do ingresso, passei pelo hall onde vendem produtos eróticos, vídeos e revistas pornográficas. Fui direto pro banheiro e, totalmente decidida e impulsionada por um prazer nervoso, tirei a jaqueta e a calça jeans, que guardei na minha bolsa de mão. Ajeitei o vestidinho, me Arrumei o cabelo e, me olhando no espelho, me vi como uma daquelas putas que tinha acabado de ver na rua na minha viagem até aqui. Saí do banheiro e fui pra dentro do teatro, e de relance já percebi que a atendente me olhou com cara de espanto ao ver minha transformação. Segui sem dar muita bola pra isso, mas quando entrei na sala de projeção, um suor frio começou a escorrer pela minha testa, que eu limpei e segui decidida pelo corredor da esquerda até a frente da tela, virei à direita e fui até o corredor da direita, que subi bem devagar e agora, finalmente livre dos meus medos, mostrava claramente quem eu era e como estava vestida. Não sei quantos repararam no show que acho que acabei de dar pros espectadores que conseguiam se distrair das cenas da tela. Sentia meu corpo flutuando e queria continuar dando voltas e mais voltas pelos corredores, o corredor da entrada e o corredor na frente da tela. Finalmente me sentei numa fileira atrás de uma luzinha vermelha que tem o aviso de não fumar. Ao me sentar, senti um prazer imenso no contato do meu corpo com o couro frio da cadeira. Senti um aconchego especial em todo o meu corpo, mesmo sabendo que tava realmente fazendo frio naquele recinto do sexo.
Mal uns instantes depois de me sentar e esticar um pouco o vestidinho até a metade das minhas pernas, cruzá-las e observar meu corpo iluminado pela penumbra do reflexo mutante dos raios da projeção na tela, uns três espectadores se aproximaram e sentaram na fileira de trás do lugar que eu tinha escolhido. Claramente estavam de olho nas minhas pernas iluminadas pelo reflexo da luz e pela cor avermelhada do letreiro de não fumar. Uns 5 minutos depois, um quarto homem sentou na fileira da frente e, descaradamente, se virou pra me olhar dos meus pés até a minha cabeça, e daí não passou, não sei por quê. Me concentrei no filme que tava passando, como se ninguém estivesse ali. Me olhando ou sem se importar se estavam fazendo isso ou não. Comecei a me molhar vendo as cenas de sexo explícito que eu via e ia começar a fazer uma esfregada disfarçada na minha entreperna, quando um garoto de boné branco e mochila no ombro sentou na fila da frente, na cadeira que encosta na parede, embaixo da placa de não fumar. Não me olhou, como ainda fazia o cara sentado no extremo oposto da fila de cadeiras, mas qual não foi minha surpresa quando vi que ele se deitou numa segunda cadeira (depois percebi que tinham tirado o descanso de braço que normalmente separa elas), tirou a rola pra fora e começou a se masturbar. Ele levantava a bunda claramente pra que eu pudesse ver ele batendo punheta, mas dava pra ver muito pouco por causa da escuridão, só via o movimento da mão direita dele enfiando aquela rola. Senti uma sensação gostosa ao pensar se eu falava pra ele que se ele quisesse, eu passava pro lugar do lado onde ele estava e dava uma chupada bem gostosa, pra depois subir e enfiar aquela rola e começar o sobe e desce até ele gozar dentro de mim. Mas quando eu estava prestes a fazer essa proposta, ele se levantou, pegou a mochila e foi embora. Depois de um tempo ele voltou e fez quase o mesmo ato, mas pela minha cabeça não passou de novo a ideia de fazer o pedido que eu quase tinha feito antes.
Quando o filme acabou e as luzes do cinema acenderam, senti mais uma vez aquela sensação fria na testa e nas costas, não sabia se estavam me olhando ou o que os caras sentados atrás estavam fazendo. Os da frente de vez em quando viravam o olhar pra mim e depois de novo pra frente. O intervalo durou uns cinco minutos que pareceram, no começo, uma eternidade, e quando apagaram as luzes de novo pra dar lugar à próxima projeção, eu queria que aquilo nunca tivesse acabado, queria que continuassem me observando, que vissem que ali tinha uma mulher no cio, que precisava de alguém que deixasse ele falar alguma coisa, ou de uma rola pra aproveitar a escuridão e dar um boquete bem gostoso (como se fosse no meu Marcel, o motivo dessa minha loucura). Não tinham passado nem 15 minutos do novo filme, quando um par de homens sentou nas duas cadeiras debaixo da placa de não fumar, um deles começou a passar a mão na virilha do outro e rapidamente abriu o zíper da calça dele, baixou, tirou a rola pra fora e começou a chupar. Na mesma hora, ele mesmo baixou a própria calça e pediu pro outro acariciar a bunda dele enquanto continuava chupando a rola, não durou nem três minutos e deu pra ouvir aquele gemido típico de quem tá gozando. Quando a gozada acabou, quem gozou levantou, subiu a calça, fechou o zíper e foi embora. Quem tinha feito o boquete começou a cuspir o leite que ficou na boca e que não conseguiu engolir. Subiu a calça, arrumou o terno que tava vestindo, se acomodou na cadeira e virou pra me olhar, era um homem de uns 50 anos, gordo e careca no topo da cabeça. Depois de uns cinco minutos, ele levantou e foi embora.
Depois disso, vendo que ninguém chegava perto de mim, só me olhavam e nada mais, me concentrei no filme, comecei a levantar um pouco mais o vestidinho e iniciei minha própria punheta sem tirar os olhos das cenas que passavam na tela, me imaginava sendo uma daquelas atrizes e quando uma delas começou a chupar gostoso a rola do parceiro de cena, comecei a enfiar e tirar meus dedos na minha bucetinha quente, esqueci se tavam me olhando ou não e quando aquela mulher gostosa montou no homem e começou a cavalgar, acelerei meus movimentos manuais, levantei o máximo que pude minha bunda da cadeira. Me apoiei nas costas e nos saltos que tava usando e enfiei os dedos freneticamente na minha caverninha do prazer, gemei disfarçadamente até conseguir o orgasmo. Assim que acabou, começou aquele Maldito sentimento de culpa, as promessas mentais de que não traria meu Marcel pra esse lugar, etc. Me vesti como pude com o jeans e a jaqueta, peguei minha bolsa e saí de lá rumo ao meu apartamento. Pelo menos eu tinha certeza de que, quando levasse o Marcel, se um dia chegasse nessa fase, não teria problema maior. A maioria dos frequentadores era gay e só se interessava pelo que já tinham programado, então isso seria bom pros meus planos — no máximo, iam aproveitar o show que eu daria comendo meu Marcel e, com isso, bateriam umas punhetas ou fariam uns boquetes entre eles mesmos.
3) Na semana seguinte à minha ida ao teatro pornô, minha mente e, principalmente, minha bucetinha molhada já pediam aos gritos pra eu seguir em frente, que eu precisava ter a pica do Marcel dentro da minha boca, que eu tinha que seduzi-lo e excitá-lo ao máximo. Então decidi preparar as meias-calças, a cinta-liga, uma calcinha fio dental e os sapatos de salto de 15 cm pra levar comigo no trabalho dentro da bolsa. Me vesti com o uniforme normal: saia na altura do joelho, sapato de salto baixo, camisa de botão e jaqueta. Falei pro Marcel que ele precisava pegar a conta de luz e ir pagar, mas, pra não pegar fila enorme, fosse até o escritório onde eu trabalho depois do meio-dia e passasse no caixa onde eu atendia pra facilitar a vida dele. Depois do almoço, fui ao banheiro do banco, tirei a calcinha e os sapatos do uniforme, coloquei as meias-calças, a cinta-liga, o fio dental e os sapatos de salto alto. Saí assim sem chamar a atenção dos meus colegas e fui pro meu posto de trabalho.
Lá pelas 3 da tarde, finalmente vi o Marcel entrar no escritório. Minha respiração acelerou, mas na hora levantei a saia até um pouco acima da metade das pernas, chamei o Marcel e, quando ele se acomodou no balcão do caixa, deixei cair um carimbo "sem querer", puxei a cadeira giratória pra trás e me abri um pouco. pernas e me abaixei pra pegar o que tinha caído. Depois voltei devagar pra posição normal e olhei pra cara dele, ele tava vermelho, o que me mostrou que ele tinha mesmo olhado pra minha entreperna e pra lingerie que cobria um pouco, consegui meu objetivo. Terminei de atendê-lo como se nada tivesse acontecido e falei que a gente se veria mais tarde no apartamento, que eu chegaria um pouco atrasada porque precisava fechar o caixa e acertar as contas do mês. De noite, quando cheguei no apartamento, o Marcel tava na sala vendo TV e, quando entrei, me inclinei pra dar um beijo nele e notei que ele olhava de novo pras minhas pernas e vi uma leve reação por baixo da bermuda que cobria o troféu que eu esperava poder fazer meu um dia. Me virei e fui pro meu quarto deixar a bolsa, andei devagar e sensual e, de canto de olho, vi que ele tava olhando pro meu corpo disfarçadamente.
Agora tô vendo um filme pornô no computador (tube8.com, Stepsister moves in: é sobre como uma meia-irmã vai morar com o irmão e a esposa dele, e as duas se viram pra levar ele pra cama lá em cima, pra chupar ele e montar nele gostoso pra caralho; as duas tão com umas minissaias pretas e jaquetinhas por cima das tetas, a esposa já deitou ele de costas na cama, começou a chupar ele e a irmã tá se masturbando gostoso e lambendo os lábios, a esposa tirou a roupinha que tava usando e tá lambendo ele devagar por cima, olha de canto pro irmão do marido e mostra ele todo duro, aí a irmã para de se masturbar e vai de quatro em direção à pica do próprio irmão, a esposa só deixa ela olhar a chupada que ela mesma tá dando, coloca bem perto da boca da irmã e deixa ela dar umas lambidas... deixa a irmã chupar a cabeça daquela delícia de pica... agora tão chupando alternadamente... até o fundo... a esposa tira a minissaia na irmã… enquanto ela chupa até os colhões, as duas gemem de prazer, já se levantam as duas pra se esfregar os corpos voluptuosos totalmente nus, a irmã senta de costas na barriga do irmão e a esposa esfrega a pica entre os lábios da buceta, depois a irmã sai e coloca a xerequinha na cara do irmão e a esposa fode essa pica gostosa e coloca debaixo da sua bocetinha gostosa, cruza a perna direita sobre o corpo do marido enquanto ele chupa a buceta da própria irmã, com a mão direita por trás do corpo a esposa guia a pica do marido pra entrada da xerequinha totalmente depilada e senta nessa pica dura, deixa entrar devagar e começa a cavalgada… a irmã não resiste à tentação e pede pra esposa se afastar pro chão do quarto enquanto ela direciona a boquinha pra pica do irmão que não para de dar prazer chupando a xerequinha dela… chupa gostoso deixando o líquido pré-seminal que sai daquela pica escorrer pelo canto dos lábios, a esposa tira esse objeto da boca dela e começa a chupar de novo, a irmã tira a xerequinha da boca do irmão e de quatro direciona a virilha pra pica do irmão, a esposa a levanta com a mão direita batendo uma lentamente e olhando com cara de safada pra cunhada… até que consegue sentar na pica do próprio irmão, a esposa tira e chupa e depois coloca de novo na entrada da xota da irmã que deixa entrar rápido e começa uma cavalgada rápida e dá gritos de prazer… tem uma cara de possessa, os olhos reviram e a cara tá totalmente perdida, gozando aquela pica nas entranhas… finalmente a esposa se afasta e diz que já que são irmão e irmã se beijem de língua e ao terminar isso o irmão coloca a pica na boca da irmã de novo… até que derrama no rosto dela). Infelizmente não posso fazer a respectiva punheta porque estou num cibercafé, acho que vou chegar no meu apartamento pra olhar o volume na virilha do meu Marcel e depois bater uma em nome desse mastro que preciso com tanta urgência... tô completamente encharcada (mas ainda tô de calcinha, então não vai ter problema nenhum).
No próximo relato vou contar sobre o desenvolvimento do que eu fizer pra conseguir montar no meu Marcel. Tô pensando em começar a sedução do meu filho vestindo o vestido preto de 80 cm e com o tempo ir colocando os mais curtinhos até ter certeza de que vou conseguir vestir o vestidinho marrom com o qual vou finalmente me jogar pra chupar a pica do meu Marcel... não sei como essa segunda etapa vai terminar, mas vou contar assim que acabar, esse relato vai ser dedicado a tudo que eu fizer e conseguir com meu filho, seja lá se eu alcançar meu objetivo ou não.
Primeiro: Meu objetivo não é tirar a Andrea da vida do Marcel nem substituir ela; meu desejo é que eles continuem a vida deles como até agora e façam o que eles mesmos decidirem. Só que a cena sexual que rolou entre eles, da qual fui testemunha por acaso, me marcou fundo, e desde então minha única obsessão é comer meu Marcel.
Segundo: Minha atração pelo pau do Marcel e todo o corpo lindo dele não é só física, mas principalmente mental, e eu preciso liberar a adrenalina que se acumula em mim por causa dos meus desejos sexuais com meu filho, de ficar pensando nisso quase todo tempo livre que tenho e às vezes no trabalho. Por isso que preciso seduzir ele muito bem, não é só me mostrar como mulher porque vão ter muitas outras mais novas e sem compromissos morais ou sociais, mas se eu conseguir fazer com que ele realmente possua na mente e no corpo a necessidade mórbida de foder a própria mãe, aí não vai ter problema de competição nos lugares públicos onde planejo levar ele. Tô realmente precisando desesperadamente transar com meu filho e fazer isso de um jeito que não seja na correria, mas bem devagar pra acumular o máximo de porra nos ovos dele e poder beber tudo nos momentos dos orgasmos dele.
Terceiro: Não preciso de paus pra saciar minhas entranhas, isso só o obelisco do meu Marcel vai conseguir. E se um dia precisar, tenho meus admiradores e amigos de vários anos, embora não tenha dado mais desde que me separei do meu marido. De qualquer forma, agradeço a quem gentilmente ofereceu o pau pelo meu e-mail, a gente nunca sabe o que o futuro reserva. Talvez a única possibilidade O que seria é que viessem ao teatro pornô de Bogotá, onde poderiam me servir de treino pra quando eu for chupar a docinha verguinha do Marcel.
Quarto: Sim, o primeiro relato é meio longo, mas sempre pensei que o importante são os detalhes, mais do que a pressa de chegar logo e dizer que chupei o pau dele e montei nele sem parar até altas horas da madrugada. Por isso, pensando em cada ação completa, às vezes fica um pouco denso. Tenho quase certeza de que não tem erros ortográficos (escrita correta das palavras), talvez algumas incorreções gramaticais (pontuação, concatenação, etc.); mas esses são problemas menores que todo mundo saberá perdoar numa novata nessas paradas.
PREPARATIVOS
Primeiro de tudo, sou uma mulher de 34 anos, 1,72 m de altura (93 cm na altura dos peitos, 61 na cintura e 96 em volta da minha bunda), morena, nariz empinado, maçãs do rosto meio fundas e lábios carnudos, cabelo castanho que mantenho até um quarto das costas. Meço 1 m do ombro até os joelhos e 60 centímetros até minha bucetinha do prazer; dos joelhos até a xereca meço 38 cm; e minhas pernas têm 91 cm de comprimento. Essas medidas eu dou pra quem quiser me imaginar vestida com as compras que já fiz.
Das ações propostas no meu primeiro relato, até agora fiz o seguinte:
1) Comprei dois pares de salto alto: um cinza de 12 cm e outro vermelho de 15 cm; dois pares de meia-calça fina, uma preta-invisível e uma cor natural, ambos com silicone na parte de cima pra não escorregar (stay-up); duas cintas-liga, uma preta e outra vermelha; cinco vestidinhos que ficam bem justinhos e apertadinhos no corpo: um preto de alças largas (80 cm de comprimento), um bege (com alcinhas finas de 10 cm e 68 cm de comprimento total), um preto-strapless com suporte interno (58 cm de comprimento), um roxo com costas totalmente decotado e com a frente em formato de triângulo, finalizando num colar que se ajusta elasticamente a qualquer pescoço (30 cm da parte triangular e 67 cm de comprimento total); e um bem pequenininho marrom (63 cm com uma fita na parte inferior de 7 cm de largura que ajusta muito bem contra as pernas).
2) Estando completamente nua, coloquei o par de meia-calça cor da pele, o par de sapatos cinza, a cinta-liga preta e o vestidinho roxo. Meu Deus! Que delícia ficar de pé e andar sensualmente com essa roupa cheirando a novo. Depois tirei os sapatos para vestir uma calça jeans e enfiei uma jaqueta preta de couro. Entrei num ônibus daqueles que sobem pela Avenida El Dorado em direção ao centro, pra fazer minha primeira incursão no teatro pornô (Esmeralda Pussycat). Ao passar pelo setor da rua 22, entre as carreiras 16 e Caracas, vi algo que só tinha visto em algumas notícias na TV: a zona de prostituição de rua de Bogotá. Aí percebi que a roupa que eu tava usando por baixo da calça jeans e da jaqueta era quase igual à que eu via naquelas mulheres da rua; mas, principalmente, fiquei pasma ao ver uma mulher muito gostosa e de corpo lindo com um vestidinho totalmente transparente e sem absolutamente nada por baixo, montada nuns saltos bem altos e se exibindo descaradamente pros transeuntes que passavam por ali. Será que eu era realmente como uma delas? Será que um dia eu poderia sair assim na rua junto com meu Marcel? O ônibus seguiu e, em menos de três minutos, desci na carreira 10ª pra começar minha curta caminhada até a carreira 7 com rua 24, onde fica o teatro pornô.
Entrei e paguei os R$ 5.000 do ingresso, passei pelo hall onde vendem produtos eróticos, vídeos e revistas pornográficas. Fui direto pro banheiro e, totalmente decidida e impulsionada por um prazer nervoso, tirei a jaqueta e a calça jeans, que guardei na minha bolsa de mão. Ajeitei o vestidinho, me Arrumei o cabelo e, me olhando no espelho, me vi como uma daquelas putas que tinha acabado de ver na rua na minha viagem até aqui. Saí do banheiro e fui pra dentro do teatro, e de relance já percebi que a atendente me olhou com cara de espanto ao ver minha transformação. Segui sem dar muita bola pra isso, mas quando entrei na sala de projeção, um suor frio começou a escorrer pela minha testa, que eu limpei e segui decidida pelo corredor da esquerda até a frente da tela, virei à direita e fui até o corredor da direita, que subi bem devagar e agora, finalmente livre dos meus medos, mostrava claramente quem eu era e como estava vestida. Não sei quantos repararam no show que acho que acabei de dar pros espectadores que conseguiam se distrair das cenas da tela. Sentia meu corpo flutuando e queria continuar dando voltas e mais voltas pelos corredores, o corredor da entrada e o corredor na frente da tela. Finalmente me sentei numa fileira atrás de uma luzinha vermelha que tem o aviso de não fumar. Ao me sentar, senti um prazer imenso no contato do meu corpo com o couro frio da cadeira. Senti um aconchego especial em todo o meu corpo, mesmo sabendo que tava realmente fazendo frio naquele recinto do sexo.
Mal uns instantes depois de me sentar e esticar um pouco o vestidinho até a metade das minhas pernas, cruzá-las e observar meu corpo iluminado pela penumbra do reflexo mutante dos raios da projeção na tela, uns três espectadores se aproximaram e sentaram na fileira de trás do lugar que eu tinha escolhido. Claramente estavam de olho nas minhas pernas iluminadas pelo reflexo da luz e pela cor avermelhada do letreiro de não fumar. Uns 5 minutos depois, um quarto homem sentou na fileira da frente e, descaradamente, se virou pra me olhar dos meus pés até a minha cabeça, e daí não passou, não sei por quê. Me concentrei no filme que tava passando, como se ninguém estivesse ali. Me olhando ou sem se importar se estavam fazendo isso ou não. Comecei a me molhar vendo as cenas de sexo explícito que eu via e ia começar a fazer uma esfregada disfarçada na minha entreperna, quando um garoto de boné branco e mochila no ombro sentou na fila da frente, na cadeira que encosta na parede, embaixo da placa de não fumar. Não me olhou, como ainda fazia o cara sentado no extremo oposto da fila de cadeiras, mas qual não foi minha surpresa quando vi que ele se deitou numa segunda cadeira (depois percebi que tinham tirado o descanso de braço que normalmente separa elas), tirou a rola pra fora e começou a se masturbar. Ele levantava a bunda claramente pra que eu pudesse ver ele batendo punheta, mas dava pra ver muito pouco por causa da escuridão, só via o movimento da mão direita dele enfiando aquela rola. Senti uma sensação gostosa ao pensar se eu falava pra ele que se ele quisesse, eu passava pro lugar do lado onde ele estava e dava uma chupada bem gostosa, pra depois subir e enfiar aquela rola e começar o sobe e desce até ele gozar dentro de mim. Mas quando eu estava prestes a fazer essa proposta, ele se levantou, pegou a mochila e foi embora. Depois de um tempo ele voltou e fez quase o mesmo ato, mas pela minha cabeça não passou de novo a ideia de fazer o pedido que eu quase tinha feito antes.
Quando o filme acabou e as luzes do cinema acenderam, senti mais uma vez aquela sensação fria na testa e nas costas, não sabia se estavam me olhando ou o que os caras sentados atrás estavam fazendo. Os da frente de vez em quando viravam o olhar pra mim e depois de novo pra frente. O intervalo durou uns cinco minutos que pareceram, no começo, uma eternidade, e quando apagaram as luzes de novo pra dar lugar à próxima projeção, eu queria que aquilo nunca tivesse acabado, queria que continuassem me observando, que vissem que ali tinha uma mulher no cio, que precisava de alguém que deixasse ele falar alguma coisa, ou de uma rola pra aproveitar a escuridão e dar um boquete bem gostoso (como se fosse no meu Marcel, o motivo dessa minha loucura). Não tinham passado nem 15 minutos do novo filme, quando um par de homens sentou nas duas cadeiras debaixo da placa de não fumar, um deles começou a passar a mão na virilha do outro e rapidamente abriu o zíper da calça dele, baixou, tirou a rola pra fora e começou a chupar. Na mesma hora, ele mesmo baixou a própria calça e pediu pro outro acariciar a bunda dele enquanto continuava chupando a rola, não durou nem três minutos e deu pra ouvir aquele gemido típico de quem tá gozando. Quando a gozada acabou, quem gozou levantou, subiu a calça, fechou o zíper e foi embora. Quem tinha feito o boquete começou a cuspir o leite que ficou na boca e que não conseguiu engolir. Subiu a calça, arrumou o terno que tava vestindo, se acomodou na cadeira e virou pra me olhar, era um homem de uns 50 anos, gordo e careca no topo da cabeça. Depois de uns cinco minutos, ele levantou e foi embora.
Depois disso, vendo que ninguém chegava perto de mim, só me olhavam e nada mais, me concentrei no filme, comecei a levantar um pouco mais o vestidinho e iniciei minha própria punheta sem tirar os olhos das cenas que passavam na tela, me imaginava sendo uma daquelas atrizes e quando uma delas começou a chupar gostoso a rola do parceiro de cena, comecei a enfiar e tirar meus dedos na minha bucetinha quente, esqueci se tavam me olhando ou não e quando aquela mulher gostosa montou no homem e começou a cavalgar, acelerei meus movimentos manuais, levantei o máximo que pude minha bunda da cadeira. Me apoiei nas costas e nos saltos que tava usando e enfiei os dedos freneticamente na minha caverninha do prazer, gemei disfarçadamente até conseguir o orgasmo. Assim que acabou, começou aquele Maldito sentimento de culpa, as promessas mentais de que não traria meu Marcel pra esse lugar, etc. Me vesti como pude com o jeans e a jaqueta, peguei minha bolsa e saí de lá rumo ao meu apartamento. Pelo menos eu tinha certeza de que, quando levasse o Marcel, se um dia chegasse nessa fase, não teria problema maior. A maioria dos frequentadores era gay e só se interessava pelo que já tinham programado, então isso seria bom pros meus planos — no máximo, iam aproveitar o show que eu daria comendo meu Marcel e, com isso, bateriam umas punhetas ou fariam uns boquetes entre eles mesmos.
3) Na semana seguinte à minha ida ao teatro pornô, minha mente e, principalmente, minha bucetinha molhada já pediam aos gritos pra eu seguir em frente, que eu precisava ter a pica do Marcel dentro da minha boca, que eu tinha que seduzi-lo e excitá-lo ao máximo. Então decidi preparar as meias-calças, a cinta-liga, uma calcinha fio dental e os sapatos de salto de 15 cm pra levar comigo no trabalho dentro da bolsa. Me vesti com o uniforme normal: saia na altura do joelho, sapato de salto baixo, camisa de botão e jaqueta. Falei pro Marcel que ele precisava pegar a conta de luz e ir pagar, mas, pra não pegar fila enorme, fosse até o escritório onde eu trabalho depois do meio-dia e passasse no caixa onde eu atendia pra facilitar a vida dele. Depois do almoço, fui ao banheiro do banco, tirei a calcinha e os sapatos do uniforme, coloquei as meias-calças, a cinta-liga, o fio dental e os sapatos de salto alto. Saí assim sem chamar a atenção dos meus colegas e fui pro meu posto de trabalho.
Lá pelas 3 da tarde, finalmente vi o Marcel entrar no escritório. Minha respiração acelerou, mas na hora levantei a saia até um pouco acima da metade das pernas, chamei o Marcel e, quando ele se acomodou no balcão do caixa, deixei cair um carimbo "sem querer", puxei a cadeira giratória pra trás e me abri um pouco. pernas e me abaixei pra pegar o que tinha caído. Depois voltei devagar pra posição normal e olhei pra cara dele, ele tava vermelho, o que me mostrou que ele tinha mesmo olhado pra minha entreperna e pra lingerie que cobria um pouco, consegui meu objetivo. Terminei de atendê-lo como se nada tivesse acontecido e falei que a gente se veria mais tarde no apartamento, que eu chegaria um pouco atrasada porque precisava fechar o caixa e acertar as contas do mês. De noite, quando cheguei no apartamento, o Marcel tava na sala vendo TV e, quando entrei, me inclinei pra dar um beijo nele e notei que ele olhava de novo pras minhas pernas e vi uma leve reação por baixo da bermuda que cobria o troféu que eu esperava poder fazer meu um dia. Me virei e fui pro meu quarto deixar a bolsa, andei devagar e sensual e, de canto de olho, vi que ele tava olhando pro meu corpo disfarçadamente.
Agora tô vendo um filme pornô no computador (tube8.com, Stepsister moves in: é sobre como uma meia-irmã vai morar com o irmão e a esposa dele, e as duas se viram pra levar ele pra cama lá em cima, pra chupar ele e montar nele gostoso pra caralho; as duas tão com umas minissaias pretas e jaquetinhas por cima das tetas, a esposa já deitou ele de costas na cama, começou a chupar ele e a irmã tá se masturbando gostoso e lambendo os lábios, a esposa tirou a roupinha que tava usando e tá lambendo ele devagar por cima, olha de canto pro irmão do marido e mostra ele todo duro, aí a irmã para de se masturbar e vai de quatro em direção à pica do próprio irmão, a esposa só deixa ela olhar a chupada que ela mesma tá dando, coloca bem perto da boca da irmã e deixa ela dar umas lambidas... deixa a irmã chupar a cabeça daquela delícia de pica... agora tão chupando alternadamente... até o fundo... a esposa tira a minissaia na irmã… enquanto ela chupa até os colhões, as duas gemem de prazer, já se levantam as duas pra se esfregar os corpos voluptuosos totalmente nus, a irmã senta de costas na barriga do irmão e a esposa esfrega a pica entre os lábios da buceta, depois a irmã sai e coloca a xerequinha na cara do irmão e a esposa fode essa pica gostosa e coloca debaixo da sua bocetinha gostosa, cruza a perna direita sobre o corpo do marido enquanto ele chupa a buceta da própria irmã, com a mão direita por trás do corpo a esposa guia a pica do marido pra entrada da xerequinha totalmente depilada e senta nessa pica dura, deixa entrar devagar e começa a cavalgada… a irmã não resiste à tentação e pede pra esposa se afastar pro chão do quarto enquanto ela direciona a boquinha pra pica do irmão que não para de dar prazer chupando a xerequinha dela… chupa gostoso deixando o líquido pré-seminal que sai daquela pica escorrer pelo canto dos lábios, a esposa tira esse objeto da boca dela e começa a chupar de novo, a irmã tira a xerequinha da boca do irmão e de quatro direciona a virilha pra pica do irmão, a esposa a levanta com a mão direita batendo uma lentamente e olhando com cara de safada pra cunhada… até que consegue sentar na pica do próprio irmão, a esposa tira e chupa e depois coloca de novo na entrada da xota da irmã que deixa entrar rápido e começa uma cavalgada rápida e dá gritos de prazer… tem uma cara de possessa, os olhos reviram e a cara tá totalmente perdida, gozando aquela pica nas entranhas… finalmente a esposa se afasta e diz que já que são irmão e irmã se beijem de língua e ao terminar isso o irmão coloca a pica na boca da irmã de novo… até que derrama no rosto dela). Infelizmente não posso fazer a respectiva punheta porque estou num cibercafé, acho que vou chegar no meu apartamento pra olhar o volume na virilha do meu Marcel e depois bater uma em nome desse mastro que preciso com tanta urgência... tô completamente encharcada (mas ainda tô de calcinha, então não vai ter problema nenhum).
No próximo relato vou contar sobre o desenvolvimento do que eu fizer pra conseguir montar no meu Marcel. Tô pensando em começar a sedução do meu filho vestindo o vestido preto de 80 cm e com o tempo ir colocando os mais curtinhos até ter certeza de que vou conseguir vestir o vestidinho marrom com o qual vou finalmente me jogar pra chupar a pica do meu Marcel... não sei como essa segunda etapa vai terminar, mas vou contar assim que acabar, esse relato vai ser dedicado a tudo que eu fizer e conseguir com meu filho, seja lá se eu alcançar meu objetivo ou não.
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