Depois de perder uma aposta, tive que ir num evento de Anime, Manga e Videogame vestido de Louise de La Vallière, personagem de um anime chamado Zero no Tsukaima. Possivelmente o melhor crossplay, já que minha pele era clara e meus olhos verdes, e sem hesitar, tingi meu cabelo, que era liso-ondulado igual o da protagonista, de rosa em vez de usar uma peruca — era mais confortável, além de ter quase o mesmo comprimento. Como a protagonista é peituda, não precisei usar enchimento, mas absolutamente toda a roupa era de mulher: camisa, saia curta, meias acima do joelho, maquiagem, calcinha listrada (comum nessas séries), e até um corpete com a estampa da personagem.
O vento que entrava por baixo da saia me fazia sentir estranho — até então, a coisa mais curta que eu tinha usado eram shorts. O fato de me parecer fisicamente com uma garota no cosplay me deu uma certa graça. Vários caras se aproximaram pedindo fotos, e eu tinha que aceitar como parte da aposta. Posava, deixava me abraçar pela cintura, e até teve quem me deu um tapão na bunda aproveitando a multidão. No começo fiquei puto, mas foi uma sensação gostosa — tinha gostado de ser tocado. Procurei com o olhar quem tinha feito aquilo, mas não encontrei. Conforme o dia avançava, os pedidos aumentavam, e até me pediam pra levantar um pouco a saia.
Enquanto me refrescava num espaço aberto pequeno, já meio vazio naquela hora, um grupo de jovens me pediu uma "sessão especial" que incluía fotos da minha calcinha. O pedido me excitou, e esconder a ereção nem passou pela minha cabeça. A saia subiu, e alguns ficaram de boca aberta, mas não aconteceu o que eu esperava quando percebi o que tinha rolado. Na verdade, um deles pediu pra ver, pra saber se era "real". Com vergonha, ainda achando que iam me bater ou vaiar ao descobrir que era bem real, levantei a saia. Meu pau pálido, de cabeça rosada, aparecia ereto por cima da calcinha listrada. Aí os flashes dispararam. No começo, me deixou... Confuso, mas começaram a me pedir poses, eu as fazia com muito orgulho. Aí uma mão me puxou pra trás, e outra fez sinal pros fotógrafos pararem, mas depois uma voz disse algo que não consegui ouvir por causa do grito incessante de reclamação que depois virou empolgação.
Era minha amiga com quem eu tinha feito a aposta. A gente tava no banheiro feminino, ela tava de costas pra mim, procurando alguma coisa na mochila. Aí ela se virou e falou: — Beleza, sabia que algo assim podia rolar, então trouxe estas. Ela tirou um colírio, igual à calcinha, listrado, e um peitoral combinando com a tanga.
Saí do banheiro com uma gabardina, e minha amiga me levou até uma sala que, até aquele momento, tava vazia. Ela me fez esperar na entrada um pouco, depois entrei. Tava escuro, tive que subir uns degraus no escuro. Uma voz, aumentada de leve por um alto-falante, anunciou: — Senhores, aqui o prometido! As luzes acenderam e bateram na minha cara, me impedindo de ver o que tinha no fundo escuro da sala. — Aqui, uma bela travesti que nos presenteia com um crossplay da Louise! Uma série de vozes me elogiando e me bajulando começou. — Vai, Louise, mostra teu corpo pros teus fãs! Não dava pra pensar, tirei a gabardina pra mostrar minha nova roupa. Era uma versão micro do meu traje anterior: uma micro-saia que não cobria meu pau, que tava enrolado, quase torto, dentro do colírio, e uma mini-blusa que mal cobria acima da minha barriga. As fotos não demoraram: um atrás do outro, os presentes disparavam suas câmeras. — Vai, Louise, mostra a bunda pros teus fãs! Segui a ordem e mostrei uma bunda coberta só por uma tira de pano, que nem dava pra tampar meu cu. — Tira o que sobra! — ordenou minha amiga pelo alto-falante. E fiquei só com o peitoral, o colírio, as meias e os sapatos. Meu pau tava duro, a ponto de doer, puxando o tecido que se enfiava mais entre minha bunda, o que me deixava mais louco. Alguém jogou uma nota... Cenário: um dildo verde que brilhava no escuro, o que me deu uma puta graça. Comecei a posar lambendo ele e passando pelo meu corpo, o que fez o lugar explodir em gritos. Alguém gritou: — Méhotel! — Os outros imploravam a mesma coisa, então, usando minha própria saliva, comecei a lubrificar minha buceta, isso mesmo, exibindo ela pra meus fãs. Quando já tava bem dilatada, levantei o pau de borracha bem alto e enfiei de uma vez, o que doeu pra caralho, mas não me parou. Comecei a meter uma e outra vez, mais rápido, mais devagar, até que gozei sem conseguir segurar.
Quando recuperei um pouco de energia, me virei e fiquei sentada com aquela delícia dentro do meu cu. Tava toda melada e o jato tinha acertado minha cara. Todo mundo se calou pra dar lugar a um puta grito de vitória. As fotos continuavam, e a última ordem do dia foi: — Vai, fode a puta no palco! — Uma avalanche de gente fez o chão tremer, e um por um usaram meu cu, minha boca e minhas mãos. Alguns até só se esfregavam. No final, meu cu tava uma sopa de porra escorrendo, minha boca tinha engolido até a última gota, mas sinceramente, no meu corpo não sobrou um único milímetro que não tivesse sido salvo por aquela chuva magnífica.
Não lembro como cheguei em casa, mas sei que tinha um envelope enorme em cima da mesa. Dentro, um pacotão de fotos, impressas no computador, mostrando meu show e o gang-bang que veio depois, onde fui a estrela. Na última foto, tinha um endereço de site. Quando entrei, fiquei surpresa: uma página dedicada ao meu ato, muitas, centenas de fotos, comentários de quem participou, e perguntas sobre o próximo show. Do lado do meu laptop, um maço grosso de dinheiro junto com um bilhete que dizia: "Se prepara pra próxima.
O vento que entrava por baixo da saia me fazia sentir estranho — até então, a coisa mais curta que eu tinha usado eram shorts. O fato de me parecer fisicamente com uma garota no cosplay me deu uma certa graça. Vários caras se aproximaram pedindo fotos, e eu tinha que aceitar como parte da aposta. Posava, deixava me abraçar pela cintura, e até teve quem me deu um tapão na bunda aproveitando a multidão. No começo fiquei puto, mas foi uma sensação gostosa — tinha gostado de ser tocado. Procurei com o olhar quem tinha feito aquilo, mas não encontrei. Conforme o dia avançava, os pedidos aumentavam, e até me pediam pra levantar um pouco a saia.
Enquanto me refrescava num espaço aberto pequeno, já meio vazio naquela hora, um grupo de jovens me pediu uma "sessão especial" que incluía fotos da minha calcinha. O pedido me excitou, e esconder a ereção nem passou pela minha cabeça. A saia subiu, e alguns ficaram de boca aberta, mas não aconteceu o que eu esperava quando percebi o que tinha rolado. Na verdade, um deles pediu pra ver, pra saber se era "real". Com vergonha, ainda achando que iam me bater ou vaiar ao descobrir que era bem real, levantei a saia. Meu pau pálido, de cabeça rosada, aparecia ereto por cima da calcinha listrada. Aí os flashes dispararam. No começo, me deixou... Confuso, mas começaram a me pedir poses, eu as fazia com muito orgulho. Aí uma mão me puxou pra trás, e outra fez sinal pros fotógrafos pararem, mas depois uma voz disse algo que não consegui ouvir por causa do grito incessante de reclamação que depois virou empolgação.
Era minha amiga com quem eu tinha feito a aposta. A gente tava no banheiro feminino, ela tava de costas pra mim, procurando alguma coisa na mochila. Aí ela se virou e falou: — Beleza, sabia que algo assim podia rolar, então trouxe estas. Ela tirou um colírio, igual à calcinha, listrado, e um peitoral combinando com a tanga.
Saí do banheiro com uma gabardina, e minha amiga me levou até uma sala que, até aquele momento, tava vazia. Ela me fez esperar na entrada um pouco, depois entrei. Tava escuro, tive que subir uns degraus no escuro. Uma voz, aumentada de leve por um alto-falante, anunciou: — Senhores, aqui o prometido! As luzes acenderam e bateram na minha cara, me impedindo de ver o que tinha no fundo escuro da sala. — Aqui, uma bela travesti que nos presenteia com um crossplay da Louise! Uma série de vozes me elogiando e me bajulando começou. — Vai, Louise, mostra teu corpo pros teus fãs! Não dava pra pensar, tirei a gabardina pra mostrar minha nova roupa. Era uma versão micro do meu traje anterior: uma micro-saia que não cobria meu pau, que tava enrolado, quase torto, dentro do colírio, e uma mini-blusa que mal cobria acima da minha barriga. As fotos não demoraram: um atrás do outro, os presentes disparavam suas câmeras. — Vai, Louise, mostra a bunda pros teus fãs! Segui a ordem e mostrei uma bunda coberta só por uma tira de pano, que nem dava pra tampar meu cu. — Tira o que sobra! — ordenou minha amiga pelo alto-falante. E fiquei só com o peitoral, o colírio, as meias e os sapatos. Meu pau tava duro, a ponto de doer, puxando o tecido que se enfiava mais entre minha bunda, o que me deixava mais louco. Alguém jogou uma nota... Cenário: um dildo verde que brilhava no escuro, o que me deu uma puta graça. Comecei a posar lambendo ele e passando pelo meu corpo, o que fez o lugar explodir em gritos. Alguém gritou: — Méhotel! — Os outros imploravam a mesma coisa, então, usando minha própria saliva, comecei a lubrificar minha buceta, isso mesmo, exibindo ela pra meus fãs. Quando já tava bem dilatada, levantei o pau de borracha bem alto e enfiei de uma vez, o que doeu pra caralho, mas não me parou. Comecei a meter uma e outra vez, mais rápido, mais devagar, até que gozei sem conseguir segurar.
Quando recuperei um pouco de energia, me virei e fiquei sentada com aquela delícia dentro do meu cu. Tava toda melada e o jato tinha acertado minha cara. Todo mundo se calou pra dar lugar a um puta grito de vitória. As fotos continuavam, e a última ordem do dia foi: — Vai, fode a puta no palco! — Uma avalanche de gente fez o chão tremer, e um por um usaram meu cu, minha boca e minhas mãos. Alguns até só se esfregavam. No final, meu cu tava uma sopa de porra escorrendo, minha boca tinha engolido até a última gota, mas sinceramente, no meu corpo não sobrou um único milímetro que não tivesse sido salvo por aquela chuva magnífica.
Não lembro como cheguei em casa, mas sei que tinha um envelope enorme em cima da mesa. Dentro, um pacotão de fotos, impressas no computador, mostrando meu show e o gang-bang que veio depois, onde fui a estrela. Na última foto, tinha um endereço de site. Quando entrei, fiquei surpresa: uma página dedicada ao meu ato, muitas, centenas de fotos, comentários de quem participou, e perguntas sobre o próximo show. Do lado do meu laptop, um maço grosso de dinheiro junto com um bilhete que dizia: "Se prepara pra próxima.
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