Post anterior
Próximo post
Compêndio IDepois que as duas compartilharam minha ereção matinal, me pediram mais uma última vez. Mais uma, para cada uma.
Elena disse que queria se sentir como minha esposa se sente, nem que fosse uma vez. Sonia, para relembrar os velhos tempos...
Mas aí estava o problema que sempre me incomodou: duas mulheres, com vontade, ao mesmo tempo.
Pode ser que eu esteja exagerando, mas não é uma decisão simples.
Se eu pegasse a Sonia primeiro, a Elena podia se sentir rejeitada. Sonia é minha melhor amiga, conheço ela há mais tempo e fizemos mais coisas juntos.
Se eu pegasse a Elena, a Sonia podia achar que minha decisão foi fútil. Elena tem um corpo mais gostoso pro meu gosto e a gente tava começando algo mais sério, o que daria a entender que minhas ações são motivadas por luxúria.
Tive que dizer pra elas que não dava. Eu queria as duas e não queria machucar nenhuma com minha escolha.
Elas me entenderam e também sabiam que a amiga sentia o mesmo, mas era frustrante pra todo mundo.
Pedi pra elas deitarem e fecharem os olhos. Talvez pensassem que isso ia facilitar minha decisão, mas eu tinha planejado outra coisa.
As duas se surpreenderam ao sentir minha mão na barriga delas. Expliquei que não podia satisfazê-las do jeito que queriam, mas podia compensá-las com minhas mãos.
As duas já estavam molhadinhas quando enfiei meus dedos e respiravam ofegantes, enquanto eu começava a masturbá-las.
Falei pra Sonia que tava orgulhoso dela. Ela tinha virado uma chefe foda e o que fez no dia anterior me deixou sem palavras. Dei um beijinho carinhoso nos lábios dela.
Pra Elena, falei que ela tava muito fofa. Que, embora eu achasse ela muito gostosa, gostava mais dela assim e que tomara que ela se esforçasse um pouco mais. E também dei um beijinho carinhoso nos lábios dela.
Meus dedos se mexiam com mais intensidade. Elas também batiam uma pra mim com as mãos. Era uma sensação deliciosa, porque os três gemíamos de tão bom que tava.
Falei que não ia aguentar muito, que iam me fazer gozar, e eu jorrei que nem um gêiser. Elas também gozaram, e foram a limpar meus restos.
Nos despedimos, pra que fossem arrumar a bagagem, enquanto eu montava a minha e a gente se encontraria na conferência.
Sonia vestia um macacão verde, com os ombros de fora. Elena, por outro lado, com sua saia branca e a camisa verde, justa, de zíper, que tinha usado no primeiro dia.
O clima não era dos melhores, porque depois da participação da Sonia no dia anterior, várias pessoas olhavam pra nossa mesa.
Mas olhavam pra elas. Ninguém percebeu quando eu me escondi debaixo da mesa…
Queria provar as bucetinhas delas, mais umas duas vezes. Comecei pela Elena, que era mais fácil de acessar, enquanto meus dedos cutucavam a Sonia.
Coloquei os joelhos dela sobre meus ombros, enquanto ela se sentava na beirada da cadeira, pra eu poder lamber fundo o rosinha dela, molhadinho e quentinho por dentro.
Ela acariciava minha cabeça quando gozava e esperava que eu parasse, mas era tão gostoso e irresistível que não consegui parar.
Só parei na rodada de perguntas, pra elas poderem se ajeitar e passar meio tranquilas.
Embora pela respiração da Elena, fosse óbvio que muita coisa tinha rolado naqueles minutos de escuridão.
Sonia, por sua vez, tinha a calcinha molhada e mantinha as pernas fechadas, pra impedir que meus dedos avançassem mais na fenda dela.
Mas eu sabia convencê-la. Comecei a beijar os joelhos dela e deslizar minha língua por cima. Avançava devagar, lambendo as coxas dela. A respiração dela ficava ofegante e as pernas aos poucos começavam a ceder.
De novo, a escuridão tomou conta do salão e eu forcei a saia grossa da Elena, pra provar as delícias gostosas dela.
Diferente da Elena, que usava uma fio dental fininha, Sonia usava uma calcinha de renda mais normal, que deixava ver a silhueta do tesouro dela, mas não deixava acessar ele.
Felizmente, a peça era porosa o suficiente pra deixar passar os sucos dela e sentir parte do calor.
Sonia descobriu, com um gemido nada discreto. Pude ver como elas se seguravam pelas mãos debaixo da mesa, compartilhando o prazer que sentiam, enquanto as pernas delas relaxavam sobre meus ombros, me dando acesso completo.
Mas eu ainda queria sentir na boca aquela fonte de sabores, então usei minha mão livre pra afastar um pouco da entrada e, finalmente, enfiar minha língua lá dentro.
Bem agitada, ela apertou levemente minha cabeça e gemeu baixinho "não", enquanto os sucos dela molhavam meu rosto.
Embora no começo a mão dela tentasse me afastar, no fim ela acabou se rendendo e me puxando pra mais perto do corpo dela.
Continuei lambendo até a luz voltar. A calcinha dela tava simplesmente encharcada e a respiração dela tão ofegante quanto a da Elena.
Saí de baixo da mesa quando a terceira apresentação começou. A cara delas… acho que vocês podem imaginar como tava.
Mas eu queria pagar (ou talvez, me vingar) pelo que fizeram no dia anterior, então, voltando pro meu lugar no meio, deslizei minhas mãos de novo pelas coxas delas. Elas imploraram pra não, mas os corpos disseram outra coisa.
Em troca, elas abriram minha calça e pegaram ele, repetindo assim o que fizemos de manhã. Me fizeram gozar dentro da calça, mas as duas lamberam as mãos no final.
Nós três saímos ansiosos do primeiro bloco. Mas umas pessoas se aproximaram pra conversar com a Sonia sobre o que ela tinha dito na exposição e perguntaram se podiam roubar uns minutos do tempo dela.
Ela sorriu pra mim e pra Elena. Perguntei se a gente se encontrava daqui a uma hora. Ela disse que sem problemas, mas que eu fosse vê-la no quarto dela e, claro, pediu um tempinho pra elas, porque precisava ir ao banheiro lavar as mãos.
Nos despedimos com um sorrisão, porque o acaso tinha resolvido nosso problema.
A Elena perguntou se eu tava com fome quando passamos na frente da cafeteria. Eu beijei ela e disse que tava com fome dela. Que dava pra ficar umas horas sem comer…
A gente tava contra o tempo. Ela Queria ir pro meu quarto, mas quando passei na frente dos banheiros, pedi pra ela me esperar.
“O de homens tá vazio…” falei.
Ela tava interessada, mas ainda com um pé atrás. Falei que a gente ia ter que ser silencioso, pra ninguém perceber.
Além disso, se ela gemesse muito, os caras podiam pegar ela pelada.
Por último, seria a única chance dela experimentar o que a Sonia vivia, nas segundas quando a gente ia visitar o escritório…
Falando isso, ela mesma me agarrou e me puxou.
Entramos numa cabine, óbvio, e ela me encarou.
Mesmo que no passado ela fosse bem experiente, naquelas quatro paredes ela era uma novata.
O mais provável é que já tivesse pegado outros caras num banheiro…
Mas não fazia ideia do que eu fazia com a Sonia no banheiro do escritório que deixava ela tão louca de prazer.
Fiquei calado e comecei a abrir a calça. Ela sentou no vaso, doida pra chupar…
Mas segurei o queixo dela com os dedos e falei que não. Que pra momentos especiais, a gente tem que estar junto…
Ela tava nervosa. Sabia o que ia rolar… mas ia ser de um jeito diferente… e ela queria experimentar.
Abri o zíper dela e mostrei os peitos dela, sem sutiã nenhum.
Cada ação minha deixava ela confusa, porque mesmo eu olhando pra eles, focava em beijar a boca dela.
Desabotoava a saia dela e passava a mão de novo entre as pernas dela. Nunca deixou de estar molhada e, enquanto beijava o pescoço dela, falava que ela era minha.
Ela suspirava e me abraçava. Se deixava amar.
Falei a verdade: que naquela hora, não tinha ninguém mais com quem eu queria estar dentro daquele banheiro.
Ela suspirava e já entendia porque a Sonia vivia aquilo tão intensamente…
Sentei ela na pia. Falei como ela era gostosa.
Pedi permissão pra meter, mas não dei tempo dela responder, porque os lábios dela tavam muito ocupados pra falar…
Acariciava os peitos dela e falava que amava ela, que queria fazer amor.
Ela chorava. Ninguém nunca tinha feito isso com ela. Eu tinha dito antes…
Falei que a gente ia se tornar um só naquele momento.
Ela me beijava, se agarrando na minha cintura…
Eu metia nela com mais força.
De repente, a porta do banheiro abriu e a gente ficou paralisado. A gente tinha trancado a cabine e os passos iam na direção do mictório.
Tampei a boca dela, pra não deixar escapar a voz dela, e sussurrei no ouvido que tava morrendo de tesão, que me desculpasse por não parar de meter.
Sentia os gemidos dela se acumulando na minha palma e resolvi beijá-la. Ela se entregava e suspirava fundo.
O cara devia estar a uns 3 metros da gente, do outro lado da porta. A gente nem ligava…
Eu tava dentro dela…
A pessoa saiu e a Elena soltou um gemido. Ela disse que me amava, que eu enlouquecia ela.
Me beijava. Dizia que nunca tinha sentido algo tão gostoso… e continuava chorando.
Ela me perguntou se eu realmente queria ela. Falei que sim, senão a gente não tava fazendo aquilo.
E eu gozei dentro dela, bem na hora que ela me queria no fundo da alma…
Foi lindo, porque ela ainda tava chorando. Perguntei por quê.
Ela não sabia o que responder. Só ficava dizendo que se sentia muito bem.
A gente se vestiu e eu pedi desculpas. Ela já sabia pra onde devia ir…
Ela me beijou e agradeceu, porque ninguém nunca tinha feito ela se sentir assim.
Falei que não precisava agradecer, porque eu queria fazer aquilo, e ela literalmente me expulsou, porque senão ela ia pular em cima de mim de novo.
Lavei no meu quarto e fui ver a Sônia.
Ela tava bem contente. Perguntei por quê e ela respondeu que era porque tava com o cara que ela gostava.
Ela me perguntou se eu pensava em voltar pra nossa terra depois. Respondi que achava difícil. A empresa tinha me arrumado uma casa bem grande, ideal pra começar uma família grande.
A gente deitou na cama e, me abraçando, ela perguntou se eu não queria voltar a trabalhar com ela. Mesmo eu já estando de um pé na diretoria, ela dizia que sem mim era mais chato.
Sentia falta das minhas piadas e das nossas conversas. Assim como momentos daqueles, em que parecíamos um casal.
Eu disse que também sentia o mesmo, mas minha situação tinha mudado. Apesar das facilidades que a Marisol me dava, eu ainda era pai e marido dela, e era minha responsabilidade cuidar delas.
Ela confessou que não queria ir embora. Que queria ficar mais tempo comigo.
Beijei ela devagar. Falei que também adoraria que ela ficasse.
Entre brincadeiras, ela reclamava que não era justo. Antes eu passava o fim de semana inteiro com ela, e agora só podia dar uma mísera hora.
Sorri, lembrando da vez que ela não acreditou que eu aguentava mais de 2 horas...
A gente se perdeu nas lembranças. Ela perguntava por que a vida não era justa. Por que eu tinha casado com a Marisol…
Como é que você diz não pra uma princesa como ela?
Não queria que ela continuasse falando. Também me deixava triste. Não que eu duvidasse da minha decisão, porque ainda amo a Marisol.
Mas a Sonia é minha melhor amiga.
Falei que a gente tinha que se contentar. Que a vida era assim.
Fui tirando a roupa dela, lambendo o contorno do corpo.
Ela passava a mão no meu rosto, dizendo o quanto me amava.
Beijei ela, pra calar a boca. Também não era fácil pra mim deixar ela ir.
Ela esticou as pernas, sentindo quando eu entrava. Os olhinhos dela estavam fechados. Se apoiava no meu peito, me abraçando.
Eu cheirava o cabelo dela e gravava o cheiro da pele. Acariciava os peitos dela, lambendo de vez em quando, mas sempre voltava pros lábios e pros olhos dela.
Ela suspirava, derretendo com meus beijos e investidas. Dava pra perceber pela língua dela, cheia de vontade e safadeza.
De novo, eu entrava no fundo do ser dela. Me sentia sortudo. Ela é tão gostosa.
Ver ela de olhos fechados, como se tentasse congelar o momento, cheia de prazer e satisfação, deixava ela linda demais.
Eu me agarrava na cintura dela, com vontade de apertar mais o útero dela, e ela voava pelos ares.
Os gemidos dela eram meigos, como se resistisse ao tesão que eu tava dando. Ela não queria que eu fosse embora de novo, e eu não dava descanso. Esses lábios.
Ele gozava pra caralho. Dava pra sentir pelo meu pau. As pernas dela se enroscavam nas minhas, pra não me deixar sair. Eu acariciava as pernas dela e o contorno da bunda, pensando em como eu era sortudo, depois de tantos chefes que queriam estar no meu lugar.
Ela era tão gostosa e eu já não aguentava mais…
O corpo dela se ergueu ao sentir minha porra. Foi um orgasmo simultâneo. Enchi ela com meus fluidos e ficamos ali, de novo presos, um dentro do outro.
Falei pra ela que pelo menos a gente continuava junto. Mas ela reclamou, confessando a inveja que tem da Marisol.
Enquanto eu abraçava ela e deixava desabafar as frustrações, ela disse que se fosse minha esposa, não me dividiria com ninguém.
Perguntei se isso valeria também pra Elena. Ela ficou em silêncio…
Tava vermelha. Perguntei se por acaso ela gostava dela. Os olhos dela desviavam, porque não sabia o que me responder…
De novo, ela disse que não era sapatão e que não reparava em outras mulheres. Mas elas tinham tanta coisa em comum com a Elena… e o corpo dela é tão lindo.
Era uma conversa estranha, pros momentos em que meu pau tava preso dentro dela…
Era algo que a confundia. Mas pra aliviar a consciência dela, dei minha opinião.
Falei que não achava que ela gostasse de todas as mulheres. Mas pelas experiências anteriores dela e pelo gosto por consolos e brinquedos eróticos, ela tinha encontrado na Elena alguém pra compartilhar esse fetiche.
Ela perguntou se eu tava com ciúmes. Falei que não, porque também gostava da Elena. Além disso, sou casado com a Marisol e seria muito egoísta da minha parte sentir ciúmes.
A gente se lavou e se vestiu de novo. Quando eu fechava a porta do quarto dela, ela disse que me amava muito e que queria ficar do meu lado. Beijei ela e respondi que eu também e que já sabia disso.
Na conferência, a gente encontrou a Elena. A gente tinha se atrasado um pouco, mas ela sabia o motivo. Durante as últimas apresentações, a gente aproveitou pra se beijar de vez em quando no escuro, pra não complicar mais nossa… Despedida.
Quando tudo acabou, saímos pro lobby e nos despedimos.
Foi uma despedida estranha. Tava cheio de desconhecidos em volta e nossos voos saíam em 2 horas, do mesmo aeroporto, mas terminais diferentes.
Eu tava triste, porque ia sentir falta delas. Mas a Sonia me animou.
Ela disse que agora era mais fácil a gente se ver de novo. Pelo cargo dela, tinha mais facilidade pra viajar e, como não tinha largado o escritório, até podia tirar férias em fevereiro junto com a Elena.
“Além disso, não sou só eu que senti muito a sua falta”, ela completou, com um toque de malícia. “Sua cunhada e sua sogra tão ansiosas pra chegar dezembro, e a Pamela vai poder mentir pra mim à vontade, falando que você não interessa mais pra ela. Mas mesmo assim, quando a gente se vê, sempre acabamos falando de você.”
A Elena me agradeceu por ter recebido ela, convidado pra sair e, de novo, pediu desculpas por tudo. Pedi pra ela cuidar da chefe, que ela gostava dela mais do que conseguia admitir, o que deixou a Sonia vermelha.
E falando isso, beijei as bochechas delas e deixei elas irem.
Enquanto pegava o táxi pro aeroporto, ficava preocupado com o que ia acontecer com a minha Marisol…Post seguinte
0 comentários - Sete por Sete (08): O Último Dia