Ao me olhar no espelho, ele me devolveu uma imagem que eu gostei. Tava pronta pra ele, fÃsica e mentalmente. O banho de imersão tinha me relaxado, me soltado; no meu rosto dava pra ver a excitação e, ao mesmo tempo, a incerteza. Peguei a bolsa e saà do quarto do hotel.
Tinha tido que mudar de cidade pra ir ao encontro dele, mas não me importou nada, nem o frio desse inverno tão brutalmente gelado. Aluguei um quarto pra poder tomar banho e me arrumar direito. Um táxi me esperava na porta; passei o endereço pro motorista e em menos de 10 minutos a gente tava onde eu tinha que descer pra seguir as instruções dele. Andei umas poucas ruas seguindo os dados, até chegar no lugar. O frio do inverno batia na minha cara e me fazia sentir viva.
A frente da mansão era cercada por uma grade de metal maravilhosa, com um portão trabalhado com uns relevos deliciosos. Empurrei ele com um certo medo e ele cedeu sem problemas. Passei pra um jardim muito bem cuidado, com flores e plantas que sobreviviam ao clima gelado, deixando no meio um caminho de lajotas enormes de pátio que levavam até a entrada principal.
O lugar era incrÃvel, parecia um castelo com torres. Quando me aproximei da porta de entrada, notei que era de nogueira, trabalhada por algum marceneiro de outra época. A aldraba chamou minha atenção: era uma obra original de bronze que representava a parte da frente do torso de uma mulher nua, e o que batia contra o pedaço de metal apoiado na madeira eram as nádegas redondas e firmes dela. Sorri com essa sacada quando percebi que a porta se mexia: ela tinha deixado aberta pra mim.
Apesar de levar o papel com as instruções comigo e de consultar ele a cada dois passos, tinha tudo na memória e sabia exatamente o que fazer. Ao cruzar a entrada, fui recebida por um salão enorme, na penumbra. As velas, colocadas estrategicamente em diferentes pontos do cômodo, espalhavam luzes que refletiam sombras. movediças e trêmulas. A lenha crepitava na lareira, e as chamas se uniam às luzes das velas criando figuras fantasmagóricas, tão etéreas quanto efêmeras. Tudo isso criava um ambiente espectral e mágico.
Fechei a porta atrás de mim, dando os primeiros passos naquele lugar. Umas cortinas pesadas impediam que a luz do sol se infiltrasse sem permissão. Até a luz tinha que obedecer aos desejos do Mestre Amadeus. Entre os poucos móveis do quarto, havia um cabideiro; lá pendurei minha bolsa e lentamente fui tirando a roupa. Era estranho. Lá fora fazia um frio danado, mas naquele quarto com a lareira acesa, o clima era quente e gostoso. Ao tirar a roupa, senti um arrepio estranho e tive a sensação de que alguém me observava, mas estava tudo na penumbra e eu nervosa demais pra enxergar alguém.
Dobrei o vestido grosso com cuidado e pendurei no cabideiro junto com a bolsa. Do lado, vi o sofá onde estava a venda para os olhos. Levei as mãos às costas e desabotoei o sutiã. Como se ele estivesse me olhando, cruzei os braços na frente do peito, levando as mãos aos ombros; com o dedo médio, enganchei as alças e comecei a deslizá-las suavemente pelos braços, depois peguei com as mãos as taças do sutiã, deixando meus peitos livres, aqueles que os homens olham quando uso os decotes ousados que tanto gosto. Sabia que estava sendo observada, mas não sabia de onde, então fiz um giro suave, como quem não quer nada, pra que pudesse me olhar por completo.
Com as mãos apoiadas na cintura, deslizei devagar as palmas fazendo com que entrassem dentro da calcinha de renda, deixando o polegar de fora. A peça foi descendo suavemente pela cintura enquanto eu virava de costas pra parede, mostrando descaradamente minha bunda enquanto a calcinha continuava descendo pelas minhas coxas. Podia ter dobrado os joelhos, mas preferi ficar reta, abrir suavemente as pernas e, assim que a calcinha chegou no chão, tirei um pé de cada vez. Com os dois pés e tão devagar quanto tinha me abaixado, fui me levantando. Me virei e dobrei a peça de roupa, enquanto deixava ele ver o monte de Vênus, perfeitamente depilado, exatamente como ele tinha me mandado. As botas de salto foram parar debaixo do sofá. Só faltavam as meias e a cinta-liga. Todo um ritual ir desabotoando um por um os ganchos; as meias foram enrolando até chegar na ponta do pé; tirei elas e coloquei dentro das botas.
Totalmente nua e com a venda na mão, fui até o meio do cômodo e coloquei ela. Não via nada, absolutamente nada, mas quis me imaginar ali: uma garota que tinha acabado de fazer dezoito anos, peitos lindos e uma bunda descaradamente empinada, o corpo com curvas bem marcadas e o cabelo longo, liso, quase batendo na cintura. Mantive meus lábios separados, assim como minhas pernas, ainda ajoelhada como estava, com os braços ao lado do corpo e a cabeça inclinada, me preparei para esperar meu Senhor.
Eu estava acostumada a esperar por ele, mas não daquele jeito e muito menos naquelas circunstâncias. Pra mim, o relógio tinha parado e meus joelhos começavam a doer. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas quando estava quase desmaiando, ouvi uma porta se abrir.
Meus ouvidos se aguçaram e consegui perceber aqueles passos, que seriam quase imperceptÃveis em outro momento. Não podia ver, mas senti na hora que ele se colocou entre a fogueira da lareira e eu, porque cortou o calor do fogo. Depois de dar umas voltas ao meu redor, senti ele sentar numa poltrona, enquanto me observava em silêncio, exatamente igual quando me via pela webcam. Quase um ano mantendo uma relação exclusivamente virtual, mas finalmente tinha chegado a hora de nos vermos pessoalmente, ficarmos juntos e ter a nossa primeira sessão.
Eu queria ter ficado quieta, mas não consegui me segurar.
— Fale comigo, Senhor…
Mais silêncio… Mal dava pra ouvir os movimentos dele enquanto se acomodava na poltrona. sofá e a respiração quase imperceptÃvel.
— Oi, "porquinha".
Meu Deus, como eu adorava quando ele me chamava assim! Virei a cabeça na direção de onde a voz vinha. Silêncio de novo.
— Você já está aqui — disse no meu ouvido, me fazendo pular de susto — Levanta...
Agora sim eu sentia ele andando ao meu redor. De repente, senti as mãos dele no meu corpo pela primeira vez, sobre meus peitos, tentando realizar a difÃcil tarefa de agarrá-los por completo, mas eram grandes demais, até para as mãos enormes dele. Ficou acariciando eles por um tempo, beliscando, testando a textura, o tamanho. Quis acreditar que ele tinha desejado eles por muito tempo e que agora que podia sentir, queria aproveitar sem pressa.
Dos peitos subiu para os ombros, puxando meu cabelo para trás. Desceu pelas costas até chegar na bunda e eu pude sentir o perfume dele, o hálito quente no meu pescoço e as mãos percorrendo meus buracos, mas sem penetrar. Ele se colocou atrás de mim e jogou meu cabelo para frente. De novo as mãos nos ombros deslizando, dessa vez para frente, passando pelo peito, pelos seios, pela barriga e... pensei que ia parar na minha buceta, mas continuou pelas pernas até os pés.
— Abre as pernas, foxy. Elas têm que estar sempre abertas pra mim.
Quando senti a mão no meu monte de Vênus, me assustei, porque não esperava ela ali, e muito menos o dedo maior dele fuçando sem piedade entre meus lábios inferiores. Achei que ia morrer de vergonha quando nós dois percebemos minha umidade. Baixei a cabeça, mas ele a levantou pelo queixo e me beijou. Senti a boca dele, a lÃngua procurando a minha sem rodeios, sem vergonha, sem medo. Só existia a paixão contida por um ano e que começava a jorrar por todos os nossos poros.
Senti a necessidade de envolvê-lo com meus braços, enquanto ele ocupava uma mão na minha buceta, molhando ela com meus fluidos, e com a outra brincava com um mamilo.
— Quieta. Quem te deu permissão pra se mexer? — disse com uma voz especialmente dura — Estou reconhecendo O que é meu, e seus sucos me dizem que você gosta… porquinha.
Reconhecer que ele tinha razão me fez corar. Só de tê-lo perto de mim, sentir a voz dele ao vivo, sentir o toque, o hálito, a proximidade… já era o suficiente para me sentir feliz, viva e completa como submissa.
De repente, ele parou de me tocar. Silêncio. Algo envolveu meus tornozelos, primeiro um, depois o outro: ele estava colocando as tornozeleiras.
— Estica seus braços para frente — Obedeci, enquanto ele, com uma firmeza não isenta de cuidado, colocava as algemas de pulso. — Ajoelhe-se e se prepare para receber sua coleira.
Por que significaria tanto que meu Amo colocasse aquele pedaço de couro no meu pescoço? Talvez porque fosse mais que um pedaço de couro, talvez porque era ele quem colocava, talvez por sentir as mãos dele rodeando meu pescoço, ou as emoções que envolviam entrega, humilhação, sentir-se possuÃda.
— Agora sim você é uma slutty: "minha" slutty. — As palavras dele percorreram minha espinha. — De pé. Me dê suas mãos, vou amarrá-las assim, juntas. Agora levante-as…
Eu estava privada da visão, mas o espelho da minha mente me permitia imaginar em pé ao lado dele, com os braços para cima, totalmente nua, as pernas ligeiramente abertas e quase na ponta dos pés. Senti ele andando ao meu redor; eu estava atenta a ele, aos movimentos, aos ruÃdos, ao contato constante que ele tinha comigo. As mãos dele no meu corpo se multiplicavam ao me acariciar…
A ponta da lÃngua dele, os lábios e toda a boca se concentraram nos meus mamilos: chupou, beijou e mordeu, esticando-os primeiro com os dentes e depois com os dedos. Algo duro, frio e metálico apertou-os sem piedade. A dor era aguda e eu me queixei pela primeira vez. Senti a boca dele colada no meu ouvido:
— Shhhhhh… O que foi? Dói, slut? — É um sussurro que me perfura, é uma frase humilhante por ser real e sentida, mas não respondi. Meu silêncio fez ele repetir a frase, mas para que ficasse claro, agarrou meu cabelo na nuca e, puxando minha cabeça para trás, falou num tom… Tom mais forte - Não ouviu? Agora você não pode mais se esconder atrás do PC, te tenho aqui para mim. Tá doendo, putinha?
A pressão que ele fez no broche enquanto me interrogava me fez responder na hora:
- Sim, Senhor...
- Assim que eu gosto - respondeu, colocando o outro broche. Senti um puxão nos dois mamilos, o que me fez saber que estavam ligados por uma corrente.
Ele ficou brincando um tempo com aquilo: puxava a corrente em direções diferentes, fazendo eu morder o lábio, mas não falei nada. Senti ele se afastar e depois um silêncio profundo. Abaixei a cabeça buscando um momento de relaxamento, mas...
Uma palmada forte me fez contorcer, jogando o corpo para frente. A surpresa, a dor, o ardor, o medo, o prazer, a mistura de sensações, mais prazer... me fez soltar um gemido forte, mistura de tudo que eu estava sentindo. De forma rÃtmica, forte, sonora, prazerosa, as palmadas foram caindo uma a uma, distribuÃdas uniformemente nas duas nádegas. Ele dava uma série de tapas, parava, me acariciava e recomeçava o castigo. Os primeiros golpes foram extremamente prazerosos, mas conforme os minutos passavam, ficavam mais fortes, dolorosos, doÃam mais. Tentei não reclamar, mas foi inevitável.
Ele parou de repente toda ação, mas deixou a mão apoiada na minha nádega e fez uma massagem suave. A mão se movia em cÃrculos cada vez maiores, até que ficou instalada na minha entreperna. O instinto me fez fechá-las, mas...
- Quieta! Abre as pernas - A ordem não precisou ser repetida. Foi delicioso sentir os dedos dele me explorando, me fazendo desfalecer de prazer. - Você tá molhada, porquinha. Tá gostando?
Ele já tinha me pegado no ponto e sabia como mexer os dedos para me deixar na beira do abismo do prazer máximo, prestes a cair nele... Mas não foi possÃvel, porque naquele exato instante, ele parou. Meu primeiro sentimento foi de raiva dele, por me deixar nesse estado de excitação. Ele ficou brincando com a minha vontade um Bom tempo, levando e trazendo minha luxúria ao bel-prazer dele: ora chicotadas, ora carÃcias, ora masturbação sem limites. Até que chegou um momento em que não aguentei mais e me descarreguei num orgasmo grandioso. Ele não disse nada, só me segurou até que o cansaço posterior chegasse. Foi então que me envolveu com seus braços maravilhosos e disse:
— Mal, muito mal, porquinha. Eu não te autorizei a fazer isso. Você é uma slutty gostosa e vou ter que te castigar por isso.
Me desamarrou e, colocando uma corrente na coleira, ordenou:
— No chão, de joelhos, de quatro. Vamos ver… O que falta agora pra você ser uma putinha? Vamos dar um passeio, vamos…
Senti um chicote na minha bunda, com um instrumento longo e pesado, tipo… uma vara. A cena se formou na minha cabeça: ele puxando a corrente, eu andando de quatro como uma putinha, obedecendo às ordens dele. Me senti humilhada e no poder dele; assim percorremos a sala até que ele mandou eu parar. O puxão da corrente foi pra cima, então entendi que devia ficar de pé, andar uns passos até minha barriga esbarrar no que imaginei ser uma mesa.
— Deita na mesa e estica as mãos pra frente.
Obedeci, deixando minha barriga e meus peitos colados na madeira. Senti a corda passando pelas pulseiras e amarrando elas na mesa. Fez o mesmo com as tornozeleiras e minhas pernas, que ficaram abertas, com a bunda empinada e mostrando toda minha intimidade.
Percebi a presença dele atrás de mim. As mãos dele exploraram meus buracos mais uma vez. Enfiava, tirava, fuçava por todo lado e eu não consegui evitar gemer de prazer. Isso pareceu incentivá-lo a atacar com mais vontade os toques. Quando senti que ele começou a enfiar um dildo no meu cu, entendi que ele queria me excitar pra facilitar a penetração. Não fiz de propósito, mas, instintiva e irracionalmente, tentei evitar a penetração. Uma sonora palmada na bunda me fez ficar parada, até que o dildo Foi introduzido por completo.
Apoiei a cabeça na madeira enquanto a ardência no meu cu começava a ficar cada vez mais gostosa. Um assobio agudo me fez levantar de repente, mesmo sem conseguir por causa das amarras. Conhecia aquele som, apesar de nunca ter levado vara. Não queria levar vara, mesmo nunca tendo experimentado. Meu primeiro pensamento foi: "Não, a vara não. Ele sabe que eu nunca provei." Tentei me mexer, mas foi em vão, e também tentar olhar. Senti medo, medo da dor. A primeira varada me fez tremer.
—Não, Senhor, por favor... — supliquei com um suspiro. Ele se aproximou do meu ouvido e eu me assustei ainda mais.
—Disse algo, foxy?
—Por favor, Senhor
—Por favor... o quê?
Não conseguia dizer nada. O que eu ia dizer? Tinha medo da dor, mas também sabia que ele não ia me machucar, confiava nele. Com esse pensamento e o da minha entrega, completei:
—Nada, Senhor...
—Bem
As varadas doÃam mais do que qualquer chicotada. A dor era aguda, penetrante, e depois de sentir na pele, parecia aumentar com o passar dos segundos. Ele não deu importância à s minhas lágrimas nem aos meus gemidos, mas me fazia sentir sua presença e cuidado, acariciando-me a cada poucas varadas. Não que fossem muitas, mas me fizeram derramar lágrimas que serviram para limpar meus últimos medos.
Senti o barulho da vara ao ser apoiada na mesa, e senti sua dureza quando ele se apoiou em mim para percorrer da nuca até os quadris com as duas mãos, desceu por uma das pernas até a tornozeleira, desamarrou-a e fez o mesmo com a outra. Enquanto isso, não parava de me beijar, de me percorrer com a lÃngua e com a boca. Achei que ia explodir de prazer e teria explodido se ele não tivesse parado para desamarrar minhas mãos.
Pensei que fosse me soltar, mas me enganei. Ele simplesmente me virou e me colocou de barriga para cima na mesma mesa, amarrando minhas mãos e pernas como numa cruz. Foi nesse momento que tirou os clipes dos meus mamilos. Eu precisava que ele os tocasse. que os acariciasse, os beijasse, mas… não fez nada.
Tinha a buceta totalmente exposta pra ele. Ele soube aproveitar, separando os lábios e colocando prendedores dos dois lados até dar oito; enquanto fazia isso, enfiava os dedos na buceta e mexia sem dó o dildo do meu cu. Minha excitação crescia sem jeito.
Silêncio total. Senti o olhar dele sobre mim primeiro, depois ouvi os passos se afastando e voltando. Ele parou do meu lado. Talvez tenha sido a surpresa, talvez por ser a primeira vez, mas a cera quente caiu nos meus peitos com a sensação de que perfurava a pele e deixava um buraco no mesmo lugar que caÃa. Comecei a me mexer compulsivamente, nervosa. Meus gemidos e súplicas fizeram ele parar… no peito. Mas a viagem continuou pra minha buceta, que, medrosa, se contraÃa mais que o normal. Conforme ele tirava os prendedores, fazia a cera derretida cair na zona mais sensÃvel do meu corpo. De novo silêncio, e depois a mão dele tirando o dildo.
— Mmm… que delÃcia! Aqui tenho uma putinha de cu bem aberto… — disse ele, enquanto com a mão ia tirando a cera que tinha caÃdo na buceta.
Sem parar de me acariciar, soltou minhas mãos e pernas. Parecia que os dedos dele tinham se multiplicado, eu sentia eles por todo lado e não queria que aquela sensação parasse.
— Senhor…
— O que você precisa?
— Você…
— Mas o que foi, putinha? Tá com tesão, excitada? Mmm… já vi, tá molhada. Muito molhada — e recomeça a me alisar por todo lado. De repente para sem mais.
— Não…! — gritei pra ele com uma voz que não dava pra saber se era súplica ou ordem.
Senti o sorriso dele enquanto me ajudava a descer da mesa. Ele me guiou até outro canto da sala. Foi lá que ele mandou:
— De joelhos, agora… — pegou minhas mãos e amarrou elas juntas nas costas. — A testa no chão.
Obedeci sem perguntar e senti ele parar na minha frente e colocar os pés dos lados da minha cabeça. A voz dele, vindo de cima, me pareceu mais dominante e Linda que nunca:
- Vamos, sua putinha… Quero ver o quanto você é boa no que tanto deseja fazer, o quanto de empenho você coloca.
A ordem não precisou ser repetida. Quantas noites eu tinha sonhado em fazer aquilo? Beijei seus pés e os adorei. Minha boca e minha lÃngua foram subindo por suas pernas até chegar ao seu pau, que bateu no meu rosto pedindo atenção. Minha boca foi o mais doce que pôde, o tempo parou e minha lÃngua começou a percorrer o objeto do meu desejo. Beijei, chupei, suguei, percorri e quis aprender de cor cada milÃmetro daquela bela e desejada vara. Meu Amo segurou minha cabeça com as duas mãos, guiando o ritmo e a cadência com que queria ser satisfeito. Perdi a noção do tempo, só queria a satisfação dele e chegar ao fim. Mas ele não me permitiu. Me parou e me fez ficar de pé.
A mão direita dele segurou meu queixo para levantar meu rosto e me beijar com paixão. Minha excitação fez com que eu retribuÃsse o beijo com toda a vontade acumulada durante aqueles meses. O vulcão da minha efusão e volúpia estava prestes a explodir. A espera tinha sido longa demais e eu não podia mais aguentar. Ele me virou com energia e desamarrou minhas mãos com certa pressa.
O sofá nos recebeu com algum rangido por causa do impulso. Ele se sentou e me colocou por cima, montada nele. Minha cavalgada foi comparável à da mais experiente amazona, mas eu carregava internamente o suporte da virilidade dele, que me impedia de cair e me deixava gozar sem pudores. A boca dele nos meus mamilos, as mãos dele batendo na minha bunda e marcando o ritmo da minha cavalgada, fizeram com que uma chuva de orgasmos contidos se desatassem sem mais.
Ele me mandou parar e me levantar para me inclinar sobre o assento do sofá, com as pernas bem abertas e a buceta exposta. Senti o rosto dele se enterrar em mim, enquanto os dedos dele percorriam meu cu. Não pude evitar sentir um orgasmo maior que um tsunami que invadiu meu corpo inteiro. Sem que eu pudesse me recuperar, a vara dele se enfiou no meu cu até o fundo. As investidas começaram devagar, de um jeito suave e ritmado, até que o compasso foi aumentando, cada vez mais forte. O pau dele entrava e saÃa sem parar, me deixando louca de tesão. Enquanto com uma mão beliscava meus mamilos, ele cutucava minha buceta atrás do clitóris, ou me dava tapas na bunda pra me levar a um estado onde tempo e espaço perdem o sentido, dando todo o lugar ao prazer. Pressionando o corpo dele contra meus quadris, senti minhas entranhas serem banhadas pelo esperma dele. Senti ele tão meu, me senti tão dele, percebi ele tão dentro de mim que não consegui evitar mais um orgasmo.
Quando ele se separou do meu corpo, me senti como se tivesse sido abandonada. Ele se aproximou, parou ao meu lado e perguntou:
— Tá feliz, sua putinha? Gostou?
Olhei nos olhos dele e pude ver um sorriso no olhar.
— Sim, Amo Amadeus, muito feliz. Adorei. E o senhor, está satisfeito? Tá feliz?
Ele sorriu mais uma vez e, piscando um olho, respondeu:
— Sim, muito. Mas agora, Irene, levanta. Você precisa tomar banho, se trocar e voltar. Já é tarde.
Não queria ir embora, nem queria que aquela tarde acabasse, mas obedeci. Depois que me arrumei, ele me acompanhou até a porta, onde um carro me esperava, me beijou e se despediu com uma frase curta:
— Se cuida, sua putinha. Até mais…
Tinha tido que mudar de cidade pra ir ao encontro dele, mas não me importou nada, nem o frio desse inverno tão brutalmente gelado. Aluguei um quarto pra poder tomar banho e me arrumar direito. Um táxi me esperava na porta; passei o endereço pro motorista e em menos de 10 minutos a gente tava onde eu tinha que descer pra seguir as instruções dele. Andei umas poucas ruas seguindo os dados, até chegar no lugar. O frio do inverno batia na minha cara e me fazia sentir viva.
A frente da mansão era cercada por uma grade de metal maravilhosa, com um portão trabalhado com uns relevos deliciosos. Empurrei ele com um certo medo e ele cedeu sem problemas. Passei pra um jardim muito bem cuidado, com flores e plantas que sobreviviam ao clima gelado, deixando no meio um caminho de lajotas enormes de pátio que levavam até a entrada principal.
O lugar era incrÃvel, parecia um castelo com torres. Quando me aproximei da porta de entrada, notei que era de nogueira, trabalhada por algum marceneiro de outra época. A aldraba chamou minha atenção: era uma obra original de bronze que representava a parte da frente do torso de uma mulher nua, e o que batia contra o pedaço de metal apoiado na madeira eram as nádegas redondas e firmes dela. Sorri com essa sacada quando percebi que a porta se mexia: ela tinha deixado aberta pra mim.
Apesar de levar o papel com as instruções comigo e de consultar ele a cada dois passos, tinha tudo na memória e sabia exatamente o que fazer. Ao cruzar a entrada, fui recebida por um salão enorme, na penumbra. As velas, colocadas estrategicamente em diferentes pontos do cômodo, espalhavam luzes que refletiam sombras. movediças e trêmulas. A lenha crepitava na lareira, e as chamas se uniam às luzes das velas criando figuras fantasmagóricas, tão etéreas quanto efêmeras. Tudo isso criava um ambiente espectral e mágico.
Fechei a porta atrás de mim, dando os primeiros passos naquele lugar. Umas cortinas pesadas impediam que a luz do sol se infiltrasse sem permissão. Até a luz tinha que obedecer aos desejos do Mestre Amadeus. Entre os poucos móveis do quarto, havia um cabideiro; lá pendurei minha bolsa e lentamente fui tirando a roupa. Era estranho. Lá fora fazia um frio danado, mas naquele quarto com a lareira acesa, o clima era quente e gostoso. Ao tirar a roupa, senti um arrepio estranho e tive a sensação de que alguém me observava, mas estava tudo na penumbra e eu nervosa demais pra enxergar alguém.
Dobrei o vestido grosso com cuidado e pendurei no cabideiro junto com a bolsa. Do lado, vi o sofá onde estava a venda para os olhos. Levei as mãos às costas e desabotoei o sutiã. Como se ele estivesse me olhando, cruzei os braços na frente do peito, levando as mãos aos ombros; com o dedo médio, enganchei as alças e comecei a deslizá-las suavemente pelos braços, depois peguei com as mãos as taças do sutiã, deixando meus peitos livres, aqueles que os homens olham quando uso os decotes ousados que tanto gosto. Sabia que estava sendo observada, mas não sabia de onde, então fiz um giro suave, como quem não quer nada, pra que pudesse me olhar por completo.
Com as mãos apoiadas na cintura, deslizei devagar as palmas fazendo com que entrassem dentro da calcinha de renda, deixando o polegar de fora. A peça foi descendo suavemente pela cintura enquanto eu virava de costas pra parede, mostrando descaradamente minha bunda enquanto a calcinha continuava descendo pelas minhas coxas. Podia ter dobrado os joelhos, mas preferi ficar reta, abrir suavemente as pernas e, assim que a calcinha chegou no chão, tirei um pé de cada vez. Com os dois pés e tão devagar quanto tinha me abaixado, fui me levantando. Me virei e dobrei a peça de roupa, enquanto deixava ele ver o monte de Vênus, perfeitamente depilado, exatamente como ele tinha me mandado. As botas de salto foram parar debaixo do sofá. Só faltavam as meias e a cinta-liga. Todo um ritual ir desabotoando um por um os ganchos; as meias foram enrolando até chegar na ponta do pé; tirei elas e coloquei dentro das botas.
Totalmente nua e com a venda na mão, fui até o meio do cômodo e coloquei ela. Não via nada, absolutamente nada, mas quis me imaginar ali: uma garota que tinha acabado de fazer dezoito anos, peitos lindos e uma bunda descaradamente empinada, o corpo com curvas bem marcadas e o cabelo longo, liso, quase batendo na cintura. Mantive meus lábios separados, assim como minhas pernas, ainda ajoelhada como estava, com os braços ao lado do corpo e a cabeça inclinada, me preparei para esperar meu Senhor.
Eu estava acostumada a esperar por ele, mas não daquele jeito e muito menos naquelas circunstâncias. Pra mim, o relógio tinha parado e meus joelhos começavam a doer. Não sei quanto tempo fiquei assim, mas quando estava quase desmaiando, ouvi uma porta se abrir.
Meus ouvidos se aguçaram e consegui perceber aqueles passos, que seriam quase imperceptÃveis em outro momento. Não podia ver, mas senti na hora que ele se colocou entre a fogueira da lareira e eu, porque cortou o calor do fogo. Depois de dar umas voltas ao meu redor, senti ele sentar numa poltrona, enquanto me observava em silêncio, exatamente igual quando me via pela webcam. Quase um ano mantendo uma relação exclusivamente virtual, mas finalmente tinha chegado a hora de nos vermos pessoalmente, ficarmos juntos e ter a nossa primeira sessão.
Eu queria ter ficado quieta, mas não consegui me segurar.
— Fale comigo, Senhor…
Mais silêncio… Mal dava pra ouvir os movimentos dele enquanto se acomodava na poltrona. sofá e a respiração quase imperceptÃvel.
— Oi, "porquinha".
Meu Deus, como eu adorava quando ele me chamava assim! Virei a cabeça na direção de onde a voz vinha. Silêncio de novo.
— Você já está aqui — disse no meu ouvido, me fazendo pular de susto — Levanta...
Agora sim eu sentia ele andando ao meu redor. De repente, senti as mãos dele no meu corpo pela primeira vez, sobre meus peitos, tentando realizar a difÃcil tarefa de agarrá-los por completo, mas eram grandes demais, até para as mãos enormes dele. Ficou acariciando eles por um tempo, beliscando, testando a textura, o tamanho. Quis acreditar que ele tinha desejado eles por muito tempo e que agora que podia sentir, queria aproveitar sem pressa.
Dos peitos subiu para os ombros, puxando meu cabelo para trás. Desceu pelas costas até chegar na bunda e eu pude sentir o perfume dele, o hálito quente no meu pescoço e as mãos percorrendo meus buracos, mas sem penetrar. Ele se colocou atrás de mim e jogou meu cabelo para frente. De novo as mãos nos ombros deslizando, dessa vez para frente, passando pelo peito, pelos seios, pela barriga e... pensei que ia parar na minha buceta, mas continuou pelas pernas até os pés.
— Abre as pernas, foxy. Elas têm que estar sempre abertas pra mim.
Quando senti a mão no meu monte de Vênus, me assustei, porque não esperava ela ali, e muito menos o dedo maior dele fuçando sem piedade entre meus lábios inferiores. Achei que ia morrer de vergonha quando nós dois percebemos minha umidade. Baixei a cabeça, mas ele a levantou pelo queixo e me beijou. Senti a boca dele, a lÃngua procurando a minha sem rodeios, sem vergonha, sem medo. Só existia a paixão contida por um ano e que começava a jorrar por todos os nossos poros.
Senti a necessidade de envolvê-lo com meus braços, enquanto ele ocupava uma mão na minha buceta, molhando ela com meus fluidos, e com a outra brincava com um mamilo.
— Quieta. Quem te deu permissão pra se mexer? — disse com uma voz especialmente dura — Estou reconhecendo O que é meu, e seus sucos me dizem que você gosta… porquinha.
Reconhecer que ele tinha razão me fez corar. Só de tê-lo perto de mim, sentir a voz dele ao vivo, sentir o toque, o hálito, a proximidade… já era o suficiente para me sentir feliz, viva e completa como submissa.
De repente, ele parou de me tocar. Silêncio. Algo envolveu meus tornozelos, primeiro um, depois o outro: ele estava colocando as tornozeleiras.
— Estica seus braços para frente — Obedeci, enquanto ele, com uma firmeza não isenta de cuidado, colocava as algemas de pulso. — Ajoelhe-se e se prepare para receber sua coleira.
Por que significaria tanto que meu Amo colocasse aquele pedaço de couro no meu pescoço? Talvez porque fosse mais que um pedaço de couro, talvez porque era ele quem colocava, talvez por sentir as mãos dele rodeando meu pescoço, ou as emoções que envolviam entrega, humilhação, sentir-se possuÃda.
— Agora sim você é uma slutty: "minha" slutty. — As palavras dele percorreram minha espinha. — De pé. Me dê suas mãos, vou amarrá-las assim, juntas. Agora levante-as…
Eu estava privada da visão, mas o espelho da minha mente me permitia imaginar em pé ao lado dele, com os braços para cima, totalmente nua, as pernas ligeiramente abertas e quase na ponta dos pés. Senti ele andando ao meu redor; eu estava atenta a ele, aos movimentos, aos ruÃdos, ao contato constante que ele tinha comigo. As mãos dele no meu corpo se multiplicavam ao me acariciar…
A ponta da lÃngua dele, os lábios e toda a boca se concentraram nos meus mamilos: chupou, beijou e mordeu, esticando-os primeiro com os dentes e depois com os dedos. Algo duro, frio e metálico apertou-os sem piedade. A dor era aguda e eu me queixei pela primeira vez. Senti a boca dele colada no meu ouvido:
— Shhhhhh… O que foi? Dói, slut? — É um sussurro que me perfura, é uma frase humilhante por ser real e sentida, mas não respondi. Meu silêncio fez ele repetir a frase, mas para que ficasse claro, agarrou meu cabelo na nuca e, puxando minha cabeça para trás, falou num tom… Tom mais forte - Não ouviu? Agora você não pode mais se esconder atrás do PC, te tenho aqui para mim. Tá doendo, putinha?
A pressão que ele fez no broche enquanto me interrogava me fez responder na hora:
- Sim, Senhor...
- Assim que eu gosto - respondeu, colocando o outro broche. Senti um puxão nos dois mamilos, o que me fez saber que estavam ligados por uma corrente.
Ele ficou brincando um tempo com aquilo: puxava a corrente em direções diferentes, fazendo eu morder o lábio, mas não falei nada. Senti ele se afastar e depois um silêncio profundo. Abaixei a cabeça buscando um momento de relaxamento, mas...
Uma palmada forte me fez contorcer, jogando o corpo para frente. A surpresa, a dor, o ardor, o medo, o prazer, a mistura de sensações, mais prazer... me fez soltar um gemido forte, mistura de tudo que eu estava sentindo. De forma rÃtmica, forte, sonora, prazerosa, as palmadas foram caindo uma a uma, distribuÃdas uniformemente nas duas nádegas. Ele dava uma série de tapas, parava, me acariciava e recomeçava o castigo. Os primeiros golpes foram extremamente prazerosos, mas conforme os minutos passavam, ficavam mais fortes, dolorosos, doÃam mais. Tentei não reclamar, mas foi inevitável.
Ele parou de repente toda ação, mas deixou a mão apoiada na minha nádega e fez uma massagem suave. A mão se movia em cÃrculos cada vez maiores, até que ficou instalada na minha entreperna. O instinto me fez fechá-las, mas...
- Quieta! Abre as pernas - A ordem não precisou ser repetida. Foi delicioso sentir os dedos dele me explorando, me fazendo desfalecer de prazer. - Você tá molhada, porquinha. Tá gostando?
Ele já tinha me pegado no ponto e sabia como mexer os dedos para me deixar na beira do abismo do prazer máximo, prestes a cair nele... Mas não foi possÃvel, porque naquele exato instante, ele parou. Meu primeiro sentimento foi de raiva dele, por me deixar nesse estado de excitação. Ele ficou brincando com a minha vontade um Bom tempo, levando e trazendo minha luxúria ao bel-prazer dele: ora chicotadas, ora carÃcias, ora masturbação sem limites. Até que chegou um momento em que não aguentei mais e me descarreguei num orgasmo grandioso. Ele não disse nada, só me segurou até que o cansaço posterior chegasse. Foi então que me envolveu com seus braços maravilhosos e disse:
— Mal, muito mal, porquinha. Eu não te autorizei a fazer isso. Você é uma slutty gostosa e vou ter que te castigar por isso.
Me desamarrou e, colocando uma corrente na coleira, ordenou:
— No chão, de joelhos, de quatro. Vamos ver… O que falta agora pra você ser uma putinha? Vamos dar um passeio, vamos…
Senti um chicote na minha bunda, com um instrumento longo e pesado, tipo… uma vara. A cena se formou na minha cabeça: ele puxando a corrente, eu andando de quatro como uma putinha, obedecendo às ordens dele. Me senti humilhada e no poder dele; assim percorremos a sala até que ele mandou eu parar. O puxão da corrente foi pra cima, então entendi que devia ficar de pé, andar uns passos até minha barriga esbarrar no que imaginei ser uma mesa.
— Deita na mesa e estica as mãos pra frente.
Obedeci, deixando minha barriga e meus peitos colados na madeira. Senti a corda passando pelas pulseiras e amarrando elas na mesa. Fez o mesmo com as tornozeleiras e minhas pernas, que ficaram abertas, com a bunda empinada e mostrando toda minha intimidade.
Percebi a presença dele atrás de mim. As mãos dele exploraram meus buracos mais uma vez. Enfiava, tirava, fuçava por todo lado e eu não consegui evitar gemer de prazer. Isso pareceu incentivá-lo a atacar com mais vontade os toques. Quando senti que ele começou a enfiar um dildo no meu cu, entendi que ele queria me excitar pra facilitar a penetração. Não fiz de propósito, mas, instintiva e irracionalmente, tentei evitar a penetração. Uma sonora palmada na bunda me fez ficar parada, até que o dildo Foi introduzido por completo.
Apoiei a cabeça na madeira enquanto a ardência no meu cu começava a ficar cada vez mais gostosa. Um assobio agudo me fez levantar de repente, mesmo sem conseguir por causa das amarras. Conhecia aquele som, apesar de nunca ter levado vara. Não queria levar vara, mesmo nunca tendo experimentado. Meu primeiro pensamento foi: "Não, a vara não. Ele sabe que eu nunca provei." Tentei me mexer, mas foi em vão, e também tentar olhar. Senti medo, medo da dor. A primeira varada me fez tremer.
—Não, Senhor, por favor... — supliquei com um suspiro. Ele se aproximou do meu ouvido e eu me assustei ainda mais.
—Disse algo, foxy?
—Por favor, Senhor
—Por favor... o quê?
Não conseguia dizer nada. O que eu ia dizer? Tinha medo da dor, mas também sabia que ele não ia me machucar, confiava nele. Com esse pensamento e o da minha entrega, completei:
—Nada, Senhor...
—Bem
As varadas doÃam mais do que qualquer chicotada. A dor era aguda, penetrante, e depois de sentir na pele, parecia aumentar com o passar dos segundos. Ele não deu importância à s minhas lágrimas nem aos meus gemidos, mas me fazia sentir sua presença e cuidado, acariciando-me a cada poucas varadas. Não que fossem muitas, mas me fizeram derramar lágrimas que serviram para limpar meus últimos medos.
Senti o barulho da vara ao ser apoiada na mesa, e senti sua dureza quando ele se apoiou em mim para percorrer da nuca até os quadris com as duas mãos, desceu por uma das pernas até a tornozeleira, desamarrou-a e fez o mesmo com a outra. Enquanto isso, não parava de me beijar, de me percorrer com a lÃngua e com a boca. Achei que ia explodir de prazer e teria explodido se ele não tivesse parado para desamarrar minhas mãos.
Pensei que fosse me soltar, mas me enganei. Ele simplesmente me virou e me colocou de barriga para cima na mesma mesa, amarrando minhas mãos e pernas como numa cruz. Foi nesse momento que tirou os clipes dos meus mamilos. Eu precisava que ele os tocasse. que os acariciasse, os beijasse, mas… não fez nada.
Tinha a buceta totalmente exposta pra ele. Ele soube aproveitar, separando os lábios e colocando prendedores dos dois lados até dar oito; enquanto fazia isso, enfiava os dedos na buceta e mexia sem dó o dildo do meu cu. Minha excitação crescia sem jeito.
Silêncio total. Senti o olhar dele sobre mim primeiro, depois ouvi os passos se afastando e voltando. Ele parou do meu lado. Talvez tenha sido a surpresa, talvez por ser a primeira vez, mas a cera quente caiu nos meus peitos com a sensação de que perfurava a pele e deixava um buraco no mesmo lugar que caÃa. Comecei a me mexer compulsivamente, nervosa. Meus gemidos e súplicas fizeram ele parar… no peito. Mas a viagem continuou pra minha buceta, que, medrosa, se contraÃa mais que o normal. Conforme ele tirava os prendedores, fazia a cera derretida cair na zona mais sensÃvel do meu corpo. De novo silêncio, e depois a mão dele tirando o dildo.
— Mmm… que delÃcia! Aqui tenho uma putinha de cu bem aberto… — disse ele, enquanto com a mão ia tirando a cera que tinha caÃdo na buceta.
Sem parar de me acariciar, soltou minhas mãos e pernas. Parecia que os dedos dele tinham se multiplicado, eu sentia eles por todo lado e não queria que aquela sensação parasse.
— Senhor…
— O que você precisa?
— Você…
— Mas o que foi, putinha? Tá com tesão, excitada? Mmm… já vi, tá molhada. Muito molhada — e recomeça a me alisar por todo lado. De repente para sem mais.
— Não…! — gritei pra ele com uma voz que não dava pra saber se era súplica ou ordem.
Senti o sorriso dele enquanto me ajudava a descer da mesa. Ele me guiou até outro canto da sala. Foi lá que ele mandou:
— De joelhos, agora… — pegou minhas mãos e amarrou elas juntas nas costas. — A testa no chão.
Obedeci sem perguntar e senti ele parar na minha frente e colocar os pés dos lados da minha cabeça. A voz dele, vindo de cima, me pareceu mais dominante e Linda que nunca:
- Vamos, sua putinha… Quero ver o quanto você é boa no que tanto deseja fazer, o quanto de empenho você coloca.
A ordem não precisou ser repetida. Quantas noites eu tinha sonhado em fazer aquilo? Beijei seus pés e os adorei. Minha boca e minha lÃngua foram subindo por suas pernas até chegar ao seu pau, que bateu no meu rosto pedindo atenção. Minha boca foi o mais doce que pôde, o tempo parou e minha lÃngua começou a percorrer o objeto do meu desejo. Beijei, chupei, suguei, percorri e quis aprender de cor cada milÃmetro daquela bela e desejada vara. Meu Amo segurou minha cabeça com as duas mãos, guiando o ritmo e a cadência com que queria ser satisfeito. Perdi a noção do tempo, só queria a satisfação dele e chegar ao fim. Mas ele não me permitiu. Me parou e me fez ficar de pé.
A mão direita dele segurou meu queixo para levantar meu rosto e me beijar com paixão. Minha excitação fez com que eu retribuÃsse o beijo com toda a vontade acumulada durante aqueles meses. O vulcão da minha efusão e volúpia estava prestes a explodir. A espera tinha sido longa demais e eu não podia mais aguentar. Ele me virou com energia e desamarrou minhas mãos com certa pressa.
O sofá nos recebeu com algum rangido por causa do impulso. Ele se sentou e me colocou por cima, montada nele. Minha cavalgada foi comparável à da mais experiente amazona, mas eu carregava internamente o suporte da virilidade dele, que me impedia de cair e me deixava gozar sem pudores. A boca dele nos meus mamilos, as mãos dele batendo na minha bunda e marcando o ritmo da minha cavalgada, fizeram com que uma chuva de orgasmos contidos se desatassem sem mais.
Ele me mandou parar e me levantar para me inclinar sobre o assento do sofá, com as pernas bem abertas e a buceta exposta. Senti o rosto dele se enterrar em mim, enquanto os dedos dele percorriam meu cu. Não pude evitar sentir um orgasmo maior que um tsunami que invadiu meu corpo inteiro. Sem que eu pudesse me recuperar, a vara dele se enfiou no meu cu até o fundo. As investidas começaram devagar, de um jeito suave e ritmado, até que o compasso foi aumentando, cada vez mais forte. O pau dele entrava e saÃa sem parar, me deixando louca de tesão. Enquanto com uma mão beliscava meus mamilos, ele cutucava minha buceta atrás do clitóris, ou me dava tapas na bunda pra me levar a um estado onde tempo e espaço perdem o sentido, dando todo o lugar ao prazer. Pressionando o corpo dele contra meus quadris, senti minhas entranhas serem banhadas pelo esperma dele. Senti ele tão meu, me senti tão dele, percebi ele tão dentro de mim que não consegui evitar mais um orgasmo.
Quando ele se separou do meu corpo, me senti como se tivesse sido abandonada. Ele se aproximou, parou ao meu lado e perguntou:
— Tá feliz, sua putinha? Gostou?
Olhei nos olhos dele e pude ver um sorriso no olhar.
— Sim, Amo Amadeus, muito feliz. Adorei. E o senhor, está satisfeito? Tá feliz?
Ele sorriu mais uma vez e, piscando um olho, respondeu:
— Sim, muito. Mas agora, Irene, levanta. Você precisa tomar banho, se trocar e voltar. Já é tarde.
Não queria ir embora, nem queria que aquela tarde acabasse, mas obedeci. Depois que me arrumei, ele me acompanhou até a porta, onde um carro me esperava, me beijou e se despediu com uma frase curta:
— Se cuida, sua putinha. Até mais…
1 comentários - Primeira sessão... By Ireee69