Sexta-feira à noite, em casa e sozinho. Minha namorada, que estava em viagem de negócios, tinha me ligado umas horas antes pra dizer que o negócio que iam fechar tinha complicado e que ela precisava ficar mais uns dias.
Tava morrendo de vontade de sair pra jantar com ela, fazia uma semana que não a via e tava louco pra encontrá-la e contar como iam os últimos preparativos do casamento. Fazia um ano que a gente namorava e mantinha um relacionamento bem estável, passávamos os fins de semana na casa dela ou na minha, saíamos com os amigos e durante a semana nos víamos quando dava, mas a gente tinha decidido encerrar essa fase de vai e vem e de ajustes de horário pra começar uma vida nova como casal. E eu, que pra essas coisas sou bem tradicional, tinha pedido ela em casamento.
Depois do susto inicial, ela aceitou e parecia tão empolgada quanto eu com a ideia. Já tava doido pra vê-la vestida de branco! Um casamento pra chuchu, com todos os nossos amigos e familiares. Se íamos ser um casal, que fosse tudo completo: casamento e lua de mel.
Eu tinha me focado tanto no casamento e na viagem pro Caribe que tudo o mais tava sofrendo. Se eu não me ligasse no trabalho, iam me mandar embora, sorte que tinha uma boa relação com meus superiores. Enfim! Faltava uma semana pro casamento e aquele fim de semana sem a namorada ia cair como uma luva pra descansar, me atualizar e me recuperar do estresse do último mês.
Lá pelas nove da noite, a campainha do interfone tocou. Achei que fosse engano, que iam perguntar por algum vizinho, já que não esperava ninguém, mas tenho boa relação com a vizinhança e resolvi atender.
Tava enganado! Era pra mim! Era um motoboy com um puta buquê de rosas e um bilhete. Acho que nunca ninguém me mandou flores por entregador na vida, e muito menos naquela hora! O bilhete, escrito à mão com uma letra muito bonita e caprichada, acho que de mulher, só indicava um endereço, que eu Soava vagamente como sendo dos arredores da cidade, e uma hora.
O bilhete misterioso me marcava para uma hora e meia depois. Fiquei chocado, era a primeira vez que me via numa situação dessas. Dada a hora, decidi ligar pra Marisa, minha namorada, pra ver se ela tinha algo a ver com o bilhete... O celular dela tava desligado ou fora de área, típico dela! Pra que caralhos ela tinha celular se nunca tava disponível? Fiz mais umas duas ligações pra ver se alguém sabia de algo, mas todo mundo tava fora de área. Comecei a matutar e, a uma semana do casamento, passou pela minha cabeça que talvez fosse uma despedida de solteiro surpresa, mas não tinha falado disso com ninguém, nem com o grupo nem com a Marisa, então achava que não ia rolar nada. O pessoal com quem a gente saía não era muito chegado nesse tipo de festa e, como eu nunca tinha casado nem ninguém do nosso círculo também, nem tinha pensado nisso. Mas, pensando bem, tinha toda a cara de ser uma boa explicação pras rosas e o bilhete.
Me armei de coragem e, com um pouco de espírito aventureiro herdado do meu pai, com um certo medo, claro!, decidi ir ao encontro, até porque não tinha outros planos praquela noite. Me arrumei um pouco e chamei um táxi, se acontecesse algo comigo, pelo menos alguém poderia rastrear meus passos pelo táxi. Paranoia minha... anos e anos da minha mãe me pedindo pra ter cuidado com onde eu ia!
Quando cheguei, parecia um prédio de escritórios ou salas comerciais, mas o andar em questão não tinha nenhuma placa ou eu não vi. Tava com os nervos à flor da pele e já nem sabia mais quem eu era. Com o coração disparado de angústia por não saber que porra tava fazendo, bati na porta e, sem mais, ouvi um clique e a porta se abriu do nada. Não era um bom começo, se queriam me assustar, conseguiram.
Ao entrar, um corredor comprido bem escuro e, no fundo, uma luz fraca. Atravessei o corredor, mas não sem antes verificar se a porta abria bem, caso eu precisasse sair correndo dali. Ao chegar no final, tinha um quarto de dimensões bem difíceis de adivinhar de tão escuro que estava. Não havia janela nenhuma, ou estavam bem fechadas e não entrava nenhuma luz de fora.
No centro do quarto, suavemente iluminada, algo parecido com uma cama redonda, de pelo menos três metros de diâmetro, e ao redor quatro garotas sentadas, cobertas com umas túnicas de cetim vaporoso e com um véu semitransparente no rosto. Era a imagem viva de um sonho erótico se tornando realidade. Naquela distância e com aquela luz, era muito difícil distinguir os rostos delas. Fui me aproximando, com o coração batendo a mil, e quando fiquei a alguns metros, comecei a reconhecer os rostos... Maria, Susana, Alicia e Beatriz... Minhas melhores amigas e todas seminuas! De perto, as túnicas só cobriam o mínimo, deixando bem pouco para a imaginação. Quando eu ia soltar uma das minhas grosserias, nossa, que nervoso que elas me fizeram passar! Alicia, que era a mais próxima, com um sorrisão, me fez calar a boca colocando o dedo indicador nos meus lábios, ao mesmo tempo que me indicava para sentar na cama redonda.
Com aquelas túnicas e o clima, as intenções delas eram mais que claras, parecia que minhas amigas tinham preparado minha despedida de solteiro particular. Aquelas quatro preciosidades seminuas pareciam meu harém particular, exceto pela Beatriz, que conheci quando já estava saindo com a Marisa. Com todas elas eu já tinha tido algum tipo de relação, mas tê-las assim, de repente e todas juntas, dava um tesão danado na situação.
Assim que me sentaram, foram passando uma por uma, me beijando apaixonadamente, caso eu tivesse alguma dúvida sobre as intenções delas. Primeiro a Alicia, depois a Maria e a Susana, e por fim a Beatriz. Os beijos, as carícias sensuais e os sorrisos safados fizeram desaparecer de mim qualquer vestígio de nervosismo. que me fizeram passar.
Depois daquela rodada de beijos, me deitaram no meio da cama, e enquanto Beatriz continuava me beijando na boca, Alicia e Susana beijavam suavemente meus ombros por cima da blusa e Maria tirava meus sapatos.
Alicia e Susana passaram dos ombros para uns beijos bem leves por cima dos meus peitos, e Maria, depois de me deixar descalça, começou a acariciar minha barriga, descendo de vez em quando pra onde já não era mais barriga. Com tanta atenção, eu não sabia exatamente o que fazer, então resolvi deixar rolar e aproveitar aquelas quatro gostosas, afinal era minha despedida de solteira. Vamos ver o que tinham preparado pra mim.
Maria foi descendo da barriga de um jeito sem vergonha e começou a acariciar minha cintura, enquanto com a outra mão pegava na parte interna das minhas coxas, roçando de vez em quando meu púbis por cima da calça. Sem parar, foi abrindo o cinto, a calça e o zíper, e enfiou a mão por baixo pra me acariciar por cima da calcinha, que já tava bem molhadinha. Sem perceber, fui abrindo as pernas, deixando ela ter acesso livre à minha virilha, e Maria, sem mais pudor, começou a acariciar minha buceta, primeiro devagar e depois com mais força, e eu não consegui evitar um gemido alto. Beatriz aproveitou e se afastou um pouco de mim, foi tirando a túnica e deixando à mostra os peitos magníficos dela, grandes e muito apetitosos. Quando a túnica caiu no chão, pude admirar aquela garota espetacular; verdade seja dita, até então não tinha reparado muito nela, mas era linda pra caralho. Enquanto isso, Alicia e Susana já tinham minha blusa completamente aberta e o sutiã desabotoado, e cada uma chupava um dos meus mamilos com toda a paixão do mundo.
Sem aguentar mais, me sentei; com tanto ataque de todos os lados, eu precisava me mexer pra respirar um pouco ou ia acabar gozando e perdendo o controle. Mundo de vista de seguida. Ficamos todas sentadas, eu acabei tirando a blusa, o sutiã e as calças, ficando só com minha calcinha encharcada. Elas, por sua vez, uma a uma, numa espécie de strip-tease sensual, também tiraram as túnicas, ficando completamente peladas. Eu olhava pra todas besta, estavam lindas demais todas nuas e à minha disposição. Fixei o olhar na Beatriz, que era a única com quem nunca tinha transado, aquela noite ela me deixava louca. Me aproximei dela e demos um beijo quente, ficamos grudadas pela boca de novo por uns segundos, nossas línguas se roçavam e se entrelaçavam. Senti o cheiro de sexo e excitação dela, aproximamos nossos corpos ainda mais até ficar colados e nossos peitos se apertavam uns nos outros, no final me joguei na teta direita e comecei a chupar o mamilo dela. Mesmo ela tendo os peitos maiores que os meus, eles eram muito firmes e macios, uma verdadeira delícia. Enquanto isso, ela já tinha a mão debaixo da minha calcinha e enfiava a ponta do dedo no meu buraquinho, enquanto com a palma da mão massageava suavemente meu clitóris.
Enquanto isso, Maria e Alicia estavam se beijando de lado, com as mãos ocupadas na buceta uma da outra, parecia que estavam se divertindo pra caralho. Susana também, de lado, observava tudo, ora a gente, ora elas, e enquanto isso se masturbava com as duas mãos, enfiando os dedos de vez em quando.
A situação tava quentíssima, Beatriz percebeu que eu olhava de esguelha pra Susana, e depois de um olhar cúmplice fomos pra cima dela. Me aproximei e me ajoelhei entre as pernas dela, tava precisando da umidade da buceta dela e sem pensar duas vezes dei uma lambida naquela buceta gostosa. Na hora, Beatriz se colocou do meu lado, abriu um pouco mais as pernas dela e me acompanhou na comida que eu tava dando. As duas deitadas de frente pra entreperna rosada da Susana, demos um verdadeiro banquete naquela rachinha saborosa, nos dedicamos a lamber Todos os cantinhos, metíamos a língua no buraquinho da buceta, chupávamos o clitóris, passávamos a língua por toda a frestinha enquanto nossas línguas se roçavam de vez em quando, misturando todos os sabores do mundo. Em pouquíssimo tempo, o orgasmo veio e recebemos os sucos dela na cara toda. Assim, ainda deitadas de frente pra buceta da Susana, beijei de novo a Beatriz, que agora tinha gosto e cheiro de buceta. Tava uma delícia.
A María e a Alicia se aproximaram por trás, e enquanto a gente ainda se beijava com a Beatriz, começaram a acariciar nossas costas e depois passaram pras bundas. Eu ainda tava de calcinha, mas num passe de mágica ela foi parar no chão num instante. Elas seguraram nossos quadris e nos forçaram a levantá-los, deixando a gente toda exposta, rabetinhas e bucetas à disposição delas. A Alicia começou a acariciar suavemente minha bunda e foi se concentrando até chegar no buraquinho do cu, beijou ele de leve, lambeu com delicadeza, dando lambidas ao redor e de vez em quando enfiava a pontinha da língua no centro do buraquinho, depois, mais ousada, enfiava também a pontinha do dedo. Daí a pouco foi descendo pelo períneo até chegar no buraquinho da minha buceta, que nessa altura já tava escorrendo líquido pra todo lado, chegando a escorrer pelas coxas. Eu já não lembrava como a Alicia adorava chupar cu, e como ela fazia bem, a danada. Ela intercalava enfiar um dedo no buraquinho da buceta, enfiar a língua e roçar suavemente o nariz no buraquinho do cu. Fazia tudo devagar e sensual, me deixando louca — eu tava quase lá! Do meu lado, a Beatriz tava recebendo da María o mesmo tratamento, e a cara dela era a cara do prazer. No momento em que a Alicia desceu um pouco mais o foco e chupou meu clitóris com os lábios e pressionou ele com a língua, não aguentei mais e um orgasmo avassalador brotou lá do fundo. Deixei a Alicia toda banhada nos meus fluxos do meu orgasmo. Enquanto me recuperava dos espasmos do orgasmo, ouvi o gemido longo que indicava o orgasmo imenso da Beatriz. A cara dela era um poema de beleza.
Fiquei meio sonolenta depois do orgasmo intenso, enquanto, do nosso lado, a Alicia e a Maria estavam vidradas num 69 selvagem e frenético. Ouvia os gemidos delas vagamente, mas o orgasmo estrondoso da Maria me trouxe de volta à realidade. Nós cinco nos olhamos, meio dormentes, e começamos a rir que nem loucas.
Sem eu perceber, a Beatriz, que parecia não ter saciado ainda, se colocou atrás de mim, acariciando meu cabelo e lambendo a minha orelha, enquanto passava a mão suavemente nos meus peitos. Aquela mina era insaciável. As outras amigas se beijavam umas às outras, o conjunto era espetacular — aqueles corpos magníficos entrelaçados num abraço longo. Num instante, vi a Alicia cochichando algo no ouvido da Susana, e as duas, depois de uns sorrisos cúmplices, se aproximaram de mim. O que será que essas três estavam tramando? Com certeza a noite não ia acabar ali.
As quatro me deitaram de barriga pra cima, abriram minhas pernas o máximo que puderam, e a Susana e a Alicia sentaram em cima das minhas coxas, na altura dos tornozelos, imobilizando elas. Eu sentia a umidade das bucetas delas na minha pele. A Maria segurou meus braços, levantando eles acima da minha cabeça, e a Beatriz aproveitou pra abrir as pernas e se posicionar de frente pra mim, montada em cima, deixando a buceta dela bem na frente da minha boca. Que visão! Aquela entreperna magnífica à minha disposição, que eu ainda não tinha tido tempo de saborear. Eu tava à mercê dela, completamente imobilizada pelas outras três. E não ia resistir. Assim que pude, aproximei minha língua e dei uma lambida rápida bem entre os lábios dela, mas era ela quem mandava, e deixou bem claro se afastando um pouco de mim e dizendo que eu era uma menina muito safada. Depois de um instante, ela deixou cair a buceta na minha boca, ficando presa ali. Comecei a chupar e lamber, mas no ritmo que a Beatriz marcava. Enquanto isso, ela, num Com um gesto de verdadeira contorcionista, ela ficava beliscando meus pezões duríssimos. A situação de impotência e vulnerabilidade, os beliscões nos peitos e o gosto e cheiro da bucetinha depilada da Beatriz estavam me fazendo destilar sucos vaginais em quantidades industriais de novo.
De repente, um barulho vindo de fora da cama me fez perceber que tinha mais alguém no quarto. A buceta da Beatriz não me deixava ver nada e eu não conseguia me mexer, porque estava presa. Passei do prazer puro ao pânico irracional em questão de instantes. Beatriz se levantou um pouco pra me deixar respirar e comentou baixinho.— Agora vem o teu presente, gostosa.Não entendia nada. Me afastei completamente e a vi parada ali. Marisa, minha namorada!!!!!
O pânico foi estratosférico, uma coisa é estar numa despedida de solteira meio pesada, outra bem diferente é sua mina te pegar no flagra, comendo como uma louca as nossas amigas. Mesmo assim, um sorrisinho safado de orelha a orelha denunciava ela. E ali eu vi tudo claro, ela tinha armado tudo, a danada! Sim, sim… atraso na viagem de negócios!
Ela tava vestida com um vestido branco delicado, não era o vestido de noiva típico, mas tinha um certo ar. Chegou perto de mim, e sem nem dar um oi, me deu um beijão na boca e falou.- Sua cara tem cheiro de buceta, meu bem! –As quatro deram risada e eu, sem saber o que fazer ou dizer, e sem tempo pra reagir, ela levantou o vestido branco e vi que não tava de calcinha, só um cinto com a maior pica que já vi na vida. Meu Deus do céu! Uma pica preta, de uns trinta ou quarenta centímetros, com a ponta mais fina e alargando, tipo um cone comprido, enorme, com uma espiral suave gravada por inteiro.- Buceta ou falo?A pergunta que ele me fez me deixou ainda mais confusa, e a resposta saiu do fundo do coração.- Buceta, eu sempre chamo de bucetinha, amor!Nisso, Beatriz montou de novo em cima de mim, me dando de comer a buceta dela de novo. O calor macio, a umidade e o cheiro acolhedor me acalmaram na hora, e comecei a chupar e lamber os lábios dela e o clitóris como uma boa menina. Maria tinha deixado minhas mãos livres, então eu podia acariciar a barriga e a bunda linda da Beatriz. As outras duas também soltaram minhas pernas, e senti minha namorada se aproximar da minha pererequinha e começar a chupar. Ela fazia maravilhosamente, sugando todas as dobras, lambendo devagar a fenda. Conforme o tempo passava, ela começou a beliscar meu clitóris, primeiro com os lábios e depois bem de leve com os dentes. Eu tava ficando louca. Ela enfiou primeiro um dedo só, primeiro a pontinha, bem devagar, e depois enfiou de uma vez, e eu soltei um gemido enorme que ficou abafado pelos lábios da buceta da Beatriz, que eu continuava chupando com toda devoção. Ela começou a meter e tirar o dedo, minha excitação só subia, sem parar. Depois, começou a fazer círculos com o dedo sem nenhum esforço, mostrando o quanto eu tava molhada. Enfiou outro dedo e a sequência foi a mesma: primeiro entrando e saindo, depois fazendo círculos, até que eu tinha o terceiro dedo dentro, girando, entrando e saindo sem dificuldade nenhuma. Eu tava completamente aberta... pra tudo.- Já tá preparada, gostosa?! -Marisa me soltou.
Beatriz se afastou, me deixando sem seu refúgio molhadinho, e fiquei cara a cara com Marisa e seu falo imenso. Ela se aproximou de mim com um beijo quente na boca, tinha gosto da minha buceta e de batom, com tanta excitação eu precisava sentir ela dentro de mim e que ela metesse aquela pica enorme. Muitas vezes em casa a gente brincava com dildos, mas nunca com um tão grande, então eu tinha um certo medo de que aquilo não entrasse. Marisa tinha abaixado um pouco seu vestido branco, deixando suas tetinhas à mostra, e ao se deitar sobre mim, senti a maciez do vestido e da pele dela. Eu estava com as pernas bem abertas, com o grande falo roçando meu púbis.
A situação era totalmente erótica, eu estava muito excitada por me sentir observada pelas nossas amigas e prestes a ser fodida pela Marisa.
Senti que com uma das mãos ela movia a grande pica preta ao redor da minha buceta, roçava o clitóris e dava batidinhas nos meus lábios vaginais inchados. Aos poucos, ela se aproximava do meu buraquinho, meus lábios vaginais iam lubrificando o pau de silicone, e ele fazia pressão e ia abrindo meu buraquinho, que se dilatava ainda mais para dar conta daquela imensidão. Assim que Marisa percebeu que já tinha toda a ponta do dildo dentro da minha buceta, ela deu uma estocada, enfiando tudo até chegar no útero, fazendo brotar do meu interior um longo gemido.- Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
- Você gosta que eu te coma bem fundo, gostosa
- Por favor, cala a boca e continua metendo em mim.Começou a me meter devagarzinho, enfiando tudo bem fundo a cada vez e aumentando o ritmo aos poucos, pensei que a qualquer momento ia me partir ao meio, a fodida era num ritmo alucinante. Quando eu tava quase gozando, ele parou a cavalgada, chegou mais perto do meu rosto e sussurrou no meu ouvido.- Agora vocês vão ver como você gosta que eu te coma como minha putinha. Vira e fica de joelhos!Dito e feito, quando ele tirou de dentro de mim, senti um vazio enorme por dentro, ele tinha acabado de sair e eu já estava sentindo falta. Fiquei de joelhos, exatamente como ele pediu. Beatriz e Susana seguravam meus braços, e Alicia ficou na minha frente, me beijando e acariciando meu rosto e meus peitos. Sem nenhum preâmbulo, ele enfiou tudo por trás. Eu já estava bem lubrificada, mas a sensação foi sublime. Ele começou a me montar sem piedade, era impossível que coubesse tudo aquilo, mas ele conseguia enfiar até o fundo de mim.- Mais forte, me dá mais forte!Me surpreendi pedindo mais, muito mais.
Me ver assim, com a putaria de estar montada sem pena da minha namorada, ajudada pelas nossas amigas e aquela imensidão entrando e saindo da minha buceta a toda velocidade, fez brotar do fundo do meu útero o segundo orgasmo imenso da noite.
Depois das convulsões do orgasmo, todas juntas me deixaram cair suavemente na cama. Aí, a Marisa se aninhou atrás de mim e, enquanto eu me recompunha, ficava beijando minha nuca e minhas costas, acariciando de leve minha bunda, minha barriga, e eu fui relaxando por completo.
Mesmo assim, ela ainda estava muito quente. Enquanto a Alicia e a Maria se dedicavam a me beijar e acariciar suavemente, a Beatriz e a Susana, depois de tirarem o arnês com o falo, focaram toda a atenção no cofrinho molhado dela. Poucos minutos depois, ouvi um rugido orgásmico de verdade: a Marisa tinha gozado selvagemente. Ver minha namorada com aquela carinha doce completamente satisfeita era um verdadeiro presente de casamento.
A noite se esticou até depois do nascer do sol, com todas as brincadeiras e variações que a gente inventou — uma autêntica orgia lésbica. Depois de tanto sexo, acabamos todas exaustas e dormindo em qualquer canto. Quando acordei, estava abraçada com a Marisa, que já tinha acordado também.- Te amo, meu amor. Espero que você tenha gostado da despedida de solteira que preparei pra você.
-Adorei, mas não tenho certeza se, depois de descobrir isso, vou querer ficar sem daqui pra frente.
- Estamos começando uma nova vida de casal, e não um confinamento monástico, não precisamos abrir mão de nada.Depois da encenação espetacular, ficou claro que eu tinha me enganado na minha primeira impressão: aquela despedida de solteira não tinha sido meu harém particular, mas sim que naquela noite eu tinha feito parte do harém da Marisa.
Tava morrendo de vontade de sair pra jantar com ela, fazia uma semana que não a via e tava louco pra encontrá-la e contar como iam os últimos preparativos do casamento. Fazia um ano que a gente namorava e mantinha um relacionamento bem estável, passávamos os fins de semana na casa dela ou na minha, saíamos com os amigos e durante a semana nos víamos quando dava, mas a gente tinha decidido encerrar essa fase de vai e vem e de ajustes de horário pra começar uma vida nova como casal. E eu, que pra essas coisas sou bem tradicional, tinha pedido ela em casamento.
Depois do susto inicial, ela aceitou e parecia tão empolgada quanto eu com a ideia. Já tava doido pra vê-la vestida de branco! Um casamento pra chuchu, com todos os nossos amigos e familiares. Se íamos ser um casal, que fosse tudo completo: casamento e lua de mel.
Eu tinha me focado tanto no casamento e na viagem pro Caribe que tudo o mais tava sofrendo. Se eu não me ligasse no trabalho, iam me mandar embora, sorte que tinha uma boa relação com meus superiores. Enfim! Faltava uma semana pro casamento e aquele fim de semana sem a namorada ia cair como uma luva pra descansar, me atualizar e me recuperar do estresse do último mês.
Lá pelas nove da noite, a campainha do interfone tocou. Achei que fosse engano, que iam perguntar por algum vizinho, já que não esperava ninguém, mas tenho boa relação com a vizinhança e resolvi atender.
Tava enganado! Era pra mim! Era um motoboy com um puta buquê de rosas e um bilhete. Acho que nunca ninguém me mandou flores por entregador na vida, e muito menos naquela hora! O bilhete, escrito à mão com uma letra muito bonita e caprichada, acho que de mulher, só indicava um endereço, que eu Soava vagamente como sendo dos arredores da cidade, e uma hora.
O bilhete misterioso me marcava para uma hora e meia depois. Fiquei chocado, era a primeira vez que me via numa situação dessas. Dada a hora, decidi ligar pra Marisa, minha namorada, pra ver se ela tinha algo a ver com o bilhete... O celular dela tava desligado ou fora de área, típico dela! Pra que caralhos ela tinha celular se nunca tava disponível? Fiz mais umas duas ligações pra ver se alguém sabia de algo, mas todo mundo tava fora de área. Comecei a matutar e, a uma semana do casamento, passou pela minha cabeça que talvez fosse uma despedida de solteiro surpresa, mas não tinha falado disso com ninguém, nem com o grupo nem com a Marisa, então achava que não ia rolar nada. O pessoal com quem a gente saía não era muito chegado nesse tipo de festa e, como eu nunca tinha casado nem ninguém do nosso círculo também, nem tinha pensado nisso. Mas, pensando bem, tinha toda a cara de ser uma boa explicação pras rosas e o bilhete.
Me armei de coragem e, com um pouco de espírito aventureiro herdado do meu pai, com um certo medo, claro!, decidi ir ao encontro, até porque não tinha outros planos praquela noite. Me arrumei um pouco e chamei um táxi, se acontecesse algo comigo, pelo menos alguém poderia rastrear meus passos pelo táxi. Paranoia minha... anos e anos da minha mãe me pedindo pra ter cuidado com onde eu ia!
Quando cheguei, parecia um prédio de escritórios ou salas comerciais, mas o andar em questão não tinha nenhuma placa ou eu não vi. Tava com os nervos à flor da pele e já nem sabia mais quem eu era. Com o coração disparado de angústia por não saber que porra tava fazendo, bati na porta e, sem mais, ouvi um clique e a porta se abriu do nada. Não era um bom começo, se queriam me assustar, conseguiram.
Ao entrar, um corredor comprido bem escuro e, no fundo, uma luz fraca. Atravessei o corredor, mas não sem antes verificar se a porta abria bem, caso eu precisasse sair correndo dali. Ao chegar no final, tinha um quarto de dimensões bem difíceis de adivinhar de tão escuro que estava. Não havia janela nenhuma, ou estavam bem fechadas e não entrava nenhuma luz de fora.
No centro do quarto, suavemente iluminada, algo parecido com uma cama redonda, de pelo menos três metros de diâmetro, e ao redor quatro garotas sentadas, cobertas com umas túnicas de cetim vaporoso e com um véu semitransparente no rosto. Era a imagem viva de um sonho erótico se tornando realidade. Naquela distância e com aquela luz, era muito difícil distinguir os rostos delas. Fui me aproximando, com o coração batendo a mil, e quando fiquei a alguns metros, comecei a reconhecer os rostos... Maria, Susana, Alicia e Beatriz... Minhas melhores amigas e todas seminuas! De perto, as túnicas só cobriam o mínimo, deixando bem pouco para a imaginação. Quando eu ia soltar uma das minhas grosserias, nossa, que nervoso que elas me fizeram passar! Alicia, que era a mais próxima, com um sorrisão, me fez calar a boca colocando o dedo indicador nos meus lábios, ao mesmo tempo que me indicava para sentar na cama redonda.
Com aquelas túnicas e o clima, as intenções delas eram mais que claras, parecia que minhas amigas tinham preparado minha despedida de solteiro particular. Aquelas quatro preciosidades seminuas pareciam meu harém particular, exceto pela Beatriz, que conheci quando já estava saindo com a Marisa. Com todas elas eu já tinha tido algum tipo de relação, mas tê-las assim, de repente e todas juntas, dava um tesão danado na situação.
Assim que me sentaram, foram passando uma por uma, me beijando apaixonadamente, caso eu tivesse alguma dúvida sobre as intenções delas. Primeiro a Alicia, depois a Maria e a Susana, e por fim a Beatriz. Os beijos, as carícias sensuais e os sorrisos safados fizeram desaparecer de mim qualquer vestígio de nervosismo. que me fizeram passar.
Depois daquela rodada de beijos, me deitaram no meio da cama, e enquanto Beatriz continuava me beijando na boca, Alicia e Susana beijavam suavemente meus ombros por cima da blusa e Maria tirava meus sapatos.
Alicia e Susana passaram dos ombros para uns beijos bem leves por cima dos meus peitos, e Maria, depois de me deixar descalça, começou a acariciar minha barriga, descendo de vez em quando pra onde já não era mais barriga. Com tanta atenção, eu não sabia exatamente o que fazer, então resolvi deixar rolar e aproveitar aquelas quatro gostosas, afinal era minha despedida de solteira. Vamos ver o que tinham preparado pra mim.
Maria foi descendo da barriga de um jeito sem vergonha e começou a acariciar minha cintura, enquanto com a outra mão pegava na parte interna das minhas coxas, roçando de vez em quando meu púbis por cima da calça. Sem parar, foi abrindo o cinto, a calça e o zíper, e enfiou a mão por baixo pra me acariciar por cima da calcinha, que já tava bem molhadinha. Sem perceber, fui abrindo as pernas, deixando ela ter acesso livre à minha virilha, e Maria, sem mais pudor, começou a acariciar minha buceta, primeiro devagar e depois com mais força, e eu não consegui evitar um gemido alto. Beatriz aproveitou e se afastou um pouco de mim, foi tirando a túnica e deixando à mostra os peitos magníficos dela, grandes e muito apetitosos. Quando a túnica caiu no chão, pude admirar aquela garota espetacular; verdade seja dita, até então não tinha reparado muito nela, mas era linda pra caralho. Enquanto isso, Alicia e Susana já tinham minha blusa completamente aberta e o sutiã desabotoado, e cada uma chupava um dos meus mamilos com toda a paixão do mundo.
Sem aguentar mais, me sentei; com tanto ataque de todos os lados, eu precisava me mexer pra respirar um pouco ou ia acabar gozando e perdendo o controle. Mundo de vista de seguida. Ficamos todas sentadas, eu acabei tirando a blusa, o sutiã e as calças, ficando só com minha calcinha encharcada. Elas, por sua vez, uma a uma, numa espécie de strip-tease sensual, também tiraram as túnicas, ficando completamente peladas. Eu olhava pra todas besta, estavam lindas demais todas nuas e à minha disposição. Fixei o olhar na Beatriz, que era a única com quem nunca tinha transado, aquela noite ela me deixava louca. Me aproximei dela e demos um beijo quente, ficamos grudadas pela boca de novo por uns segundos, nossas línguas se roçavam e se entrelaçavam. Senti o cheiro de sexo e excitação dela, aproximamos nossos corpos ainda mais até ficar colados e nossos peitos se apertavam uns nos outros, no final me joguei na teta direita e comecei a chupar o mamilo dela. Mesmo ela tendo os peitos maiores que os meus, eles eram muito firmes e macios, uma verdadeira delícia. Enquanto isso, ela já tinha a mão debaixo da minha calcinha e enfiava a ponta do dedo no meu buraquinho, enquanto com a palma da mão massageava suavemente meu clitóris.
Enquanto isso, Maria e Alicia estavam se beijando de lado, com as mãos ocupadas na buceta uma da outra, parecia que estavam se divertindo pra caralho. Susana também, de lado, observava tudo, ora a gente, ora elas, e enquanto isso se masturbava com as duas mãos, enfiando os dedos de vez em quando.
A situação tava quentíssima, Beatriz percebeu que eu olhava de esguelha pra Susana, e depois de um olhar cúmplice fomos pra cima dela. Me aproximei e me ajoelhei entre as pernas dela, tava precisando da umidade da buceta dela e sem pensar duas vezes dei uma lambida naquela buceta gostosa. Na hora, Beatriz se colocou do meu lado, abriu um pouco mais as pernas dela e me acompanhou na comida que eu tava dando. As duas deitadas de frente pra entreperna rosada da Susana, demos um verdadeiro banquete naquela rachinha saborosa, nos dedicamos a lamber Todos os cantinhos, metíamos a língua no buraquinho da buceta, chupávamos o clitóris, passávamos a língua por toda a frestinha enquanto nossas línguas se roçavam de vez em quando, misturando todos os sabores do mundo. Em pouquíssimo tempo, o orgasmo veio e recebemos os sucos dela na cara toda. Assim, ainda deitadas de frente pra buceta da Susana, beijei de novo a Beatriz, que agora tinha gosto e cheiro de buceta. Tava uma delícia.
A María e a Alicia se aproximaram por trás, e enquanto a gente ainda se beijava com a Beatriz, começaram a acariciar nossas costas e depois passaram pras bundas. Eu ainda tava de calcinha, mas num passe de mágica ela foi parar no chão num instante. Elas seguraram nossos quadris e nos forçaram a levantá-los, deixando a gente toda exposta, rabetinhas e bucetas à disposição delas. A Alicia começou a acariciar suavemente minha bunda e foi se concentrando até chegar no buraquinho do cu, beijou ele de leve, lambeu com delicadeza, dando lambidas ao redor e de vez em quando enfiava a pontinha da língua no centro do buraquinho, depois, mais ousada, enfiava também a pontinha do dedo. Daí a pouco foi descendo pelo períneo até chegar no buraquinho da minha buceta, que nessa altura já tava escorrendo líquido pra todo lado, chegando a escorrer pelas coxas. Eu já não lembrava como a Alicia adorava chupar cu, e como ela fazia bem, a danada. Ela intercalava enfiar um dedo no buraquinho da buceta, enfiar a língua e roçar suavemente o nariz no buraquinho do cu. Fazia tudo devagar e sensual, me deixando louca — eu tava quase lá! Do meu lado, a Beatriz tava recebendo da María o mesmo tratamento, e a cara dela era a cara do prazer. No momento em que a Alicia desceu um pouco mais o foco e chupou meu clitóris com os lábios e pressionou ele com a língua, não aguentei mais e um orgasmo avassalador brotou lá do fundo. Deixei a Alicia toda banhada nos meus fluxos do meu orgasmo. Enquanto me recuperava dos espasmos do orgasmo, ouvi o gemido longo que indicava o orgasmo imenso da Beatriz. A cara dela era um poema de beleza.
Fiquei meio sonolenta depois do orgasmo intenso, enquanto, do nosso lado, a Alicia e a Maria estavam vidradas num 69 selvagem e frenético. Ouvia os gemidos delas vagamente, mas o orgasmo estrondoso da Maria me trouxe de volta à realidade. Nós cinco nos olhamos, meio dormentes, e começamos a rir que nem loucas.
Sem eu perceber, a Beatriz, que parecia não ter saciado ainda, se colocou atrás de mim, acariciando meu cabelo e lambendo a minha orelha, enquanto passava a mão suavemente nos meus peitos. Aquela mina era insaciável. As outras amigas se beijavam umas às outras, o conjunto era espetacular — aqueles corpos magníficos entrelaçados num abraço longo. Num instante, vi a Alicia cochichando algo no ouvido da Susana, e as duas, depois de uns sorrisos cúmplices, se aproximaram de mim. O que será que essas três estavam tramando? Com certeza a noite não ia acabar ali.
As quatro me deitaram de barriga pra cima, abriram minhas pernas o máximo que puderam, e a Susana e a Alicia sentaram em cima das minhas coxas, na altura dos tornozelos, imobilizando elas. Eu sentia a umidade das bucetas delas na minha pele. A Maria segurou meus braços, levantando eles acima da minha cabeça, e a Beatriz aproveitou pra abrir as pernas e se posicionar de frente pra mim, montada em cima, deixando a buceta dela bem na frente da minha boca. Que visão! Aquela entreperna magnífica à minha disposição, que eu ainda não tinha tido tempo de saborear. Eu tava à mercê dela, completamente imobilizada pelas outras três. E não ia resistir. Assim que pude, aproximei minha língua e dei uma lambida rápida bem entre os lábios dela, mas era ela quem mandava, e deixou bem claro se afastando um pouco de mim e dizendo que eu era uma menina muito safada. Depois de um instante, ela deixou cair a buceta na minha boca, ficando presa ali. Comecei a chupar e lamber, mas no ritmo que a Beatriz marcava. Enquanto isso, ela, num Com um gesto de verdadeira contorcionista, ela ficava beliscando meus pezões duríssimos. A situação de impotência e vulnerabilidade, os beliscões nos peitos e o gosto e cheiro da bucetinha depilada da Beatriz estavam me fazendo destilar sucos vaginais em quantidades industriais de novo.
De repente, um barulho vindo de fora da cama me fez perceber que tinha mais alguém no quarto. A buceta da Beatriz não me deixava ver nada e eu não conseguia me mexer, porque estava presa. Passei do prazer puro ao pânico irracional em questão de instantes. Beatriz se levantou um pouco pra me deixar respirar e comentou baixinho.— Agora vem o teu presente, gostosa.Não entendia nada. Me afastei completamente e a vi parada ali. Marisa, minha namorada!!!!!
O pânico foi estratosférico, uma coisa é estar numa despedida de solteira meio pesada, outra bem diferente é sua mina te pegar no flagra, comendo como uma louca as nossas amigas. Mesmo assim, um sorrisinho safado de orelha a orelha denunciava ela. E ali eu vi tudo claro, ela tinha armado tudo, a danada! Sim, sim… atraso na viagem de negócios!
Ela tava vestida com um vestido branco delicado, não era o vestido de noiva típico, mas tinha um certo ar. Chegou perto de mim, e sem nem dar um oi, me deu um beijão na boca e falou.- Sua cara tem cheiro de buceta, meu bem! –As quatro deram risada e eu, sem saber o que fazer ou dizer, e sem tempo pra reagir, ela levantou o vestido branco e vi que não tava de calcinha, só um cinto com a maior pica que já vi na vida. Meu Deus do céu! Uma pica preta, de uns trinta ou quarenta centímetros, com a ponta mais fina e alargando, tipo um cone comprido, enorme, com uma espiral suave gravada por inteiro.- Buceta ou falo?A pergunta que ele me fez me deixou ainda mais confusa, e a resposta saiu do fundo do coração.- Buceta, eu sempre chamo de bucetinha, amor!Nisso, Beatriz montou de novo em cima de mim, me dando de comer a buceta dela de novo. O calor macio, a umidade e o cheiro acolhedor me acalmaram na hora, e comecei a chupar e lamber os lábios dela e o clitóris como uma boa menina. Maria tinha deixado minhas mãos livres, então eu podia acariciar a barriga e a bunda linda da Beatriz. As outras duas também soltaram minhas pernas, e senti minha namorada se aproximar da minha pererequinha e começar a chupar. Ela fazia maravilhosamente, sugando todas as dobras, lambendo devagar a fenda. Conforme o tempo passava, ela começou a beliscar meu clitóris, primeiro com os lábios e depois bem de leve com os dentes. Eu tava ficando louca. Ela enfiou primeiro um dedo só, primeiro a pontinha, bem devagar, e depois enfiou de uma vez, e eu soltei um gemido enorme que ficou abafado pelos lábios da buceta da Beatriz, que eu continuava chupando com toda devoção. Ela começou a meter e tirar o dedo, minha excitação só subia, sem parar. Depois, começou a fazer círculos com o dedo sem nenhum esforço, mostrando o quanto eu tava molhada. Enfiou outro dedo e a sequência foi a mesma: primeiro entrando e saindo, depois fazendo círculos, até que eu tinha o terceiro dedo dentro, girando, entrando e saindo sem dificuldade nenhuma. Eu tava completamente aberta... pra tudo.- Já tá preparada, gostosa?! -Marisa me soltou.
Beatriz se afastou, me deixando sem seu refúgio molhadinho, e fiquei cara a cara com Marisa e seu falo imenso. Ela se aproximou de mim com um beijo quente na boca, tinha gosto da minha buceta e de batom, com tanta excitação eu precisava sentir ela dentro de mim e que ela metesse aquela pica enorme. Muitas vezes em casa a gente brincava com dildos, mas nunca com um tão grande, então eu tinha um certo medo de que aquilo não entrasse. Marisa tinha abaixado um pouco seu vestido branco, deixando suas tetinhas à mostra, e ao se deitar sobre mim, senti a maciez do vestido e da pele dela. Eu estava com as pernas bem abertas, com o grande falo roçando meu púbis.
A situação era totalmente erótica, eu estava muito excitada por me sentir observada pelas nossas amigas e prestes a ser fodida pela Marisa.
Senti que com uma das mãos ela movia a grande pica preta ao redor da minha buceta, roçava o clitóris e dava batidinhas nos meus lábios vaginais inchados. Aos poucos, ela se aproximava do meu buraquinho, meus lábios vaginais iam lubrificando o pau de silicone, e ele fazia pressão e ia abrindo meu buraquinho, que se dilatava ainda mais para dar conta daquela imensidão. Assim que Marisa percebeu que já tinha toda a ponta do dildo dentro da minha buceta, ela deu uma estocada, enfiando tudo até chegar no útero, fazendo brotar do meu interior um longo gemido.- Ahhhhh! Ahhhhh! Ahhhhh!
- Você gosta que eu te coma bem fundo, gostosa
- Por favor, cala a boca e continua metendo em mim.Começou a me meter devagarzinho, enfiando tudo bem fundo a cada vez e aumentando o ritmo aos poucos, pensei que a qualquer momento ia me partir ao meio, a fodida era num ritmo alucinante. Quando eu tava quase gozando, ele parou a cavalgada, chegou mais perto do meu rosto e sussurrou no meu ouvido.- Agora vocês vão ver como você gosta que eu te coma como minha putinha. Vira e fica de joelhos!Dito e feito, quando ele tirou de dentro de mim, senti um vazio enorme por dentro, ele tinha acabado de sair e eu já estava sentindo falta. Fiquei de joelhos, exatamente como ele pediu. Beatriz e Susana seguravam meus braços, e Alicia ficou na minha frente, me beijando e acariciando meu rosto e meus peitos. Sem nenhum preâmbulo, ele enfiou tudo por trás. Eu já estava bem lubrificada, mas a sensação foi sublime. Ele começou a me montar sem piedade, era impossível que coubesse tudo aquilo, mas ele conseguia enfiar até o fundo de mim.- Mais forte, me dá mais forte!Me surpreendi pedindo mais, muito mais.
Me ver assim, com a putaria de estar montada sem pena da minha namorada, ajudada pelas nossas amigas e aquela imensidão entrando e saindo da minha buceta a toda velocidade, fez brotar do fundo do meu útero o segundo orgasmo imenso da noite.
Depois das convulsões do orgasmo, todas juntas me deixaram cair suavemente na cama. Aí, a Marisa se aninhou atrás de mim e, enquanto eu me recompunha, ficava beijando minha nuca e minhas costas, acariciando de leve minha bunda, minha barriga, e eu fui relaxando por completo.
Mesmo assim, ela ainda estava muito quente. Enquanto a Alicia e a Maria se dedicavam a me beijar e acariciar suavemente, a Beatriz e a Susana, depois de tirarem o arnês com o falo, focaram toda a atenção no cofrinho molhado dela. Poucos minutos depois, ouvi um rugido orgásmico de verdade: a Marisa tinha gozado selvagemente. Ver minha namorada com aquela carinha doce completamente satisfeita era um verdadeiro presente de casamento.
A noite se esticou até depois do nascer do sol, com todas as brincadeiras e variações que a gente inventou — uma autêntica orgia lésbica. Depois de tanto sexo, acabamos todas exaustas e dormindo em qualquer canto. Quando acordei, estava abraçada com a Marisa, que já tinha acordado também.- Te amo, meu amor. Espero que você tenha gostado da despedida de solteira que preparei pra você.
-Adorei, mas não tenho certeza se, depois de descobrir isso, vou querer ficar sem daqui pra frente.
- Estamos começando uma nova vida de casal, e não um confinamento monástico, não precisamos abrir mão de nada.Depois da encenação espetacular, ficou claro que eu tinha me enganado na minha primeira impressão: aquela despedida de solteira não tinha sido meu harém particular, mas sim que naquela noite eu tinha feito parte do harém da Marisa.
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