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Compêndio IA convenção tinha 20 expositores (incluindo o chefe do Kevin), sobre diferentes aspectos da mineração, cobrindo projetos de administração, manutenção, reaproveitamento de material, entre outros.
A gente compareceu umas 200 pessoas, dos vários escritórios da empresa, tanto na Austrália quanto no Canadá, Estados Unidos, China e outros países, incluindo minha terra natal.
As apresentações eram divididas em 2 blocos. De manhã, 3 pessoas palestravam até 1 da tarde, quando a gente tinha 2 horas pra almoçar, e depois voltava pra ouvir os outros 2 expositores.
Mesmo sem muita vontade de ir, tava morrendo de vontade de ver minha velha amiga Sonia.
Acho que é a segunda mulher, depois da Marisol, com quem tenho mais intimidade.
A gente se conhece há uns 3 anos. Quando comecei a trabalhar como administrativo na mineradora, foi ela quem me ensinou o serviço.
Naquela época, ter algo com ela era impossível, porque ela tava namorando um cara enorme chamado Fernando, que era bombeiro e personal trainer. Além disso, ela me via como amigo e colega de trabalho.
Quando comecei meu relacionamento com a Marisol, ela me deu conselhos e a gente foi ficando mais próximo, trocando segredos e preocupações.
Mas pouco depois que o Fernando se assumiu gay, fui transferido pra trabalhar na operação, procurando um defeito nos equipamentos.
Aproveitando que ela tava sozinha, meu ex-chefe passou dos limites com ela, mas a Sonia tem muita dignidade e preferiu ser mandada embora a virar amante do meu chefe.
Eu conhecia ela bem, assim como os talentos dela, e propus várias vezes o nome dela pra me ajudar na minha pesquisa. Finalmente, aceitaram meu pedido e foi aí que a gente teve um caso…
Mas a situação mudou: ela virou Administradora Assistente Regional, enquanto eu virei Supervisor de Operação de Extração numa mina australiana.
Pouco depois, casei com a Marisol e desde então a gente não se viu mais. Nós trocamos mensagens por e-mail, mas quando chegaram nossos convites para essa conferência, combinamos de nos encontrar.
Na verdade, o convite era para Hannah, a Chefe de Manutenção e Operações, e para mim, mas a gerência não queria mandar nós dois, e ela já tinha ido antes, então me cedeu a oportunidade.
Embarquei no domingo à tarde para Melbourne. Poderia ter usado a caminhonete da empresa para ir, mas prefiro deixá-la para quando vou para o serviço pesado. Além disso, as passagens eram de primeira classe.
Embora Marisol fosse ficar esses 4 dias com Diana e Megan, ainda assim me preocupava com a múmia e seus comparsas, mas meu rouxinol me garantiu que nada aconteceria.
O voo durou 2 horas. Nos hospedaram num hotel 4 estrelas.
Fiz o check-in por volta das 10 no hotel. Subi pro meu quarto no 3º andar, desfiz as malas e fui dormir. No dia seguinte, acordei às 8 e fui pra conferência.
Como eu esperava, foi muito chata, porque não falaram nada de novo. No entanto, sabia que naquele salão enorme com umas 200 pessoas ela devia estar.
No intervalo do meio-dia, avistei ela. Tava divina…
Vestia uma saia preta de couro, que destacava a bunda sedutora e as pernas longas. Também usava uma camisa branca, que transparentava um pouco e dava pra ver as sombras do sutiã branco, além dos peitos redondos e empinados.
Mas o que me fez babar foi que ela cortou o cabelo na altura do pescoço e usava um rabo de cavalo, que, junto com os óculos de armação quadrada que nunca faltam, a fazia parecer extremamente sensual.
Fiquei feliz ao vê-la, mas percebi que ela tinha mudado.
Sônia já não era mais a secretária meiga que parecia uma tigresa na cama. Agora era a chefe sensual que te obrigava a trabalhar até tarde… e bem pesado.
Ela estava rodeada por caras. Pensei que era por causa de como ela tava gostosa. Mas quando avistei a Elena, entendi por que tinha tantos homens em volta dela.
Elena não tinha mudado. Vestia uma saia branca curtíssima, que com sorte mal cobria as coxas dela, uma camisa verde, fininha, bem decotada e, pra provocar ainda mais os homens, com um zíper no meio. Nem preciso dizer que pelos dois pontos escuros e pelos movimentos dela, o mais certo é que não tava usando sutiã, mas conseguiam manter os peitos no lugar.
Elena era a "putinha do meu escritório", mas quando eu e a Sonia fomos promovidos, a Sonia pegou ela como assistente.
Ia ser impossível conversar com a Sonia se eu tava cercado de tanto babão, então resolvi comer alguma coisa, dar uma volta e voltar pra conferência.
Lá pelas 5, as palestras do dia acabaram. Saí correndo e encontrei as duas lá fora.
A Sonia ficou toda feliz ao me ver e me deu um abraço bem apertado. A Elena, por outro lado, mal me cumprimentou.
Como eu era meio que o dono da casa, convidei elas pra conhecer a cidade. A Elena disse que tava cansada e queria dormir, mas a Sonia tava super animada.
Fomos pro mercado da Rainha Vitória e acabamos comendo comida chinesa. Ela queria provar comida australiana, mas eu não curto muito. Ela acabou pedindo a mesma coisa que eu e a gente começou a conversar.
Percebi que ela tava tímida. Contei da minha vida de casado, das minhas filhas, do meu trabalho e de como a Marisol tinha voltado pra faculdade.
Aí ela soltou a dúvida dela: se a Marisol tinha mudado depois do casamento e do nascimento das meninas.
Contei que não, que ela ainda continuava me dividindo com outras.
Ela ficou mais nervosa ainda, me perguntando o que eu achava daquilo, já que eu era pai e casado.
Expliquei que já tinha feito as pazes com essa ideia. A Marisol sempre arrumava uma desculpa pra se justificar, como agora, que diz que as meninas são muito pequenas pra perceber, mas que eu ainda tinha esperança de que tudo ficasse mais normal.
Isso alegrou ela um pouco e, ficando meio corada, perguntou se eu tinha sentido falta dela.
Bastou um beijo longo pra responder...
Os lábios dela eram doces e a língua dela derretia gostoso na minha. Minha boca. Minhas mãos seguravam a cintura dela e ela queria que eu a pegasse. Então paguei a conta e voltamos pro hotel.
Decidimos ir pro meu quarto, já que ela dividia o dela com a Elena. Mal fechei a porta, comecei a tirar a roupa dela.
Eu desabotoava a camisa dela, enquanto as mãos dela tiravam meu cinto. A gente se beijava feito loucos e, de repente, senti as mãos mornas dela dentro da cueca.
Ela me deu um sorriso safado e começou a chupar, mas, mesmo ela sendo foda nisso, pedi pra parar. Queria ela nos meus braços…
A gente continuou se beijando, enquanto eu desabotoava a saia dela e tirava aquela calcinha fininha. Dava pra ver que ela tava me esperando…
Na véspera do grande momento, ela implorou pra gente transar sem camisinha, que eu não me preocupasse se engravidasse ela, porque tomava pílula.
Eu ri um pouco, falei que não usava camisinha desde que casei.
Ela achou muita graça e sentiu prazer quando me sentiu dentro dela.
Ela me abraçou bem forte quando eu meti. Nós dois suspiramos, porque a gente queria aquilo há muito tempo. Ela se agarrou com as pernas na minha cintura e começou o vai e vem.
Virei ela por cima de mim, pra controlar os movimentos e pegar melhor aquela bunda. Ela sorria que nem uma menininha.
Ela ainda era bem apertada. Perguntei se ela tinha namorado ou algo assim…
Ela respondeu que não. Disse que o último namorado dela tinha casado e ido trabalhar no exterior e era pai de duas menininhas…
Senti falta dela. Acariciei o rosto dela e beijei. Ela era minha amiga.
Os mamilos dela estavam duros e muito quentes no meu peito. Enfiei meus dedos na bunda dela e os olhos dela viraram.
Perguntei se ela ainda usava os brinquedos dela à noite. Arrebatada pelo prazer, confessou que sim, que não tinha noite que não usasse.
Eu tava gozando de novo bem no fundo dela. Sentia de novo minha cabeça deformando os lábios do útero dela. Ela tava no céu…
Ela pedia pra eu gozar, enquanto me beijava que nem uma colegial.
Eu não precisava que ela pedisse disse…
Nosso orgasmo foi lindo. Ficamos congelados no tempo. O sorriso dela era tão gostoso, enquanto esperava a gente se desgrudar.
Mas eu não queria sair…
Falei que tinha sentido muita falta dela, que ela era minha melhor amiga e que ainda fazia falta. Ela chorava, porque sentia o mesmo.
Comecei a provar os peitos dela, como aprendi com a Marisol. Ela ria, porque sabe que eu adoro peitos…
Mas ela não contava que eu tinha aprendido coisas novas nesses meses de casado. Não dava mais pra continuar brincando, quando sentia as auréolas dela sendo sugadas com tudo, buscando gozo.
A respiração dela começou a acelerar de novo e ela mordia os lábios.
Ela adorava.
Também mexia a cintura…
Senti ela gozar de novo. Sussurrei no ouvido dela que aquela noite seria minha, que eu não ia me preocupar nem com a Marisol nem com minhas filhas. Que ela tinha me dado permissão…
Acho que aquele sorriso e aquelas lágrimas eram fruto da relação estranha que minha esposa permite.
Gozei dentro dela de novo, enquanto a gente se beijava. Mas queria continuar dando pra ela.
Pedi permissão pra usar o cuzinho dela. Ela tava cansada, por causa da conferência e dos orgasmos, mas também não queria que parasse.
Enquanto enfiava no buraquinho dela, sussurrei no ouvido que gostava do corte de cabelo dela. Que deixava ela mais sensual…
Não foi difícil enfiar tudo, até o fundo. Perguntei o que ela já tinha enfiado ali, já que dava pra meter sem problema, indo até o talo.
Ela não quis contar e me deixou mais excitado.
Comecei a beliscar os peitos dela, os bicos e a bunda, não pra arrancar uma confissão, mas pra dar mais prazer e quando não aguentei mais, gozei de novo.
Aquela noite, a gente meio que dormiu. Ficamos enroscados, mas com uma das minhas mãos enterrada na bucetinha dela, enquanto a outra segurava os peitos dela e de vez em quando, eu enfiava meu pau no cuzinho gostoso dela ou na buceta molhada.
De manhã, comecei um novo dia com um boquete delicioso da minha melhor amiga…Próximo post
0 comentários - Sete por Sete (05): A Primeira Noite