Minha amiga, a motorista de aplicativo. (Com fotos)
Tudo começou no Twitter, quando a Laura me seguiu por causa da quantidade de seguidores que a gente tinha em comum. Eu tinha a impressão de que conhecia essa mulher de 37 anos de algum lugar. Numa segunda-feira à noite, eu estava entediado de estudar e vi que a Lau tinha twittado "Saindo com minhas amigas depois de muito tempo". Por costume, favoritei e mandei um DM num tom de brincadeira: "Vem me pegar e a gente sai junto!!". A gostosa respondeu, e conversa vai, conversa vem, ela me passou o telefone e disse: "Vamos falar no WhatsApp que é mais confortável".
Umas 2 da manhã, eu já estava indo dormir quando o celular vibrou e era ela. Voltamos a conversar, e ela me contou que estava entediada, mas não queria desperdiçar a folga dela e blá-blá-blá. Nem lerdo nem preguiçoso, falei: "Vem pra cá e passa o tempo aqui até poder ir embora tranquila". Em 20 minutos, ela já estava tocando a campainha.
A Lau é uma gostosa que, para seus 37 anos, tem uma carne bem bonita. Me contou sobre a vida dela, que fazia surfe, que tinha duas filhas e que trabalhava como motorista de aplicativo porque se sentia confortável e era uma das poucas coisas que conseguia arranjar. Ela tem uns peitos lindos que se contornavam por baixo da camiseta. Continuamos falando sobre a vida, enquanto ela brincava com meu cachorro. Num movimento estranho, ficamos cara a cara e eu me arrisquei: agarrei ela pela cintura e beijei ela de boca aberta. Nossas línguas fizeram todos os desenhos possíveis entre si e, num arroubo de paixão, fomos para o quarto, nos despindo pelo caminho.
Nua e na minha cama, pude observar uma boa quantidade de tatuagens de diferentes tipos e umas pernas e uma bunda muito bem conservadas para os 37 anos dela e as duas filhas (que são lindas, mas muito novinhas). Mergulhei entre as pernas dela, chupando aquela buceta linda que parecia virgem de tão pequena e apertada que era (os partos foram cesárea). A gostosa, como uma boa puta que aparentava ser, gozou uma, duas, três vezes enquanto eu estava lá embaixo, e aí ela me virou, e eu... Puxei ela pelo cabelo e ela disse "agora é minha vez, gato".
Eu tava muito tesudo, sabia que no momento em que ela encostasse os lábios na minha pica, ia detonar a boca dela de porra. Começou um boquete lindo, babando tudo e chupando cada centímetro da minha pica. Avisei que não ia aguentar mais e que queria gozar na boca dela.
Ela rebateu:
— Quero que você me coma antes.
— Não aguento, tô muito tesudo, mas fica tranquila que eu gozo e te como toda.
— Posso confiar? Você aguenta?
Mal terminou de falar isso, eu explodi na boca dela. Ela não deixou escapar nem uma gota, mas também não engoliu. Depois de gozar, correu pro banheiro e cuspiu tudo. Mas não vou reclamar, porque foi um boquete maravilhoso.
Ela voltou e disse:
— Agora quero ver você me macetar toda.
Virei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar aquela buceta linda que ela tem. A pica não demorou nem dois minutos pra ficar dura (tenho essa vantagem: quando tô excitado, consigo dar duas ou três gozadas seguidas). Coloquei a camisinha e penetrei com força, comi ela como se fosse um bicho e como se o mundo fosse acabar. Ela gritava "mais devagar", mas eu metia mais forte. A filha da puta gozou de novo. Tirei a pica e encostei no cu dela, mas ela disse que na primeira noite não. Isso me deu a entender que ela tava gostando e queria me ver de novo.
Voltei a penetrar com força, dessa vez por cima, aproveitando bem o corpo dela, olhando cada detalhe. Ela tinha uma tatuagem num peito, e eu pensei: "Como ficaria bem uma porrada de porra aqui".
Transamos por um bom tempo. Ela começou a me montar, gritando: "Vou tirar toda a porra de você, gato". A véia tava me destruindo, e eu tava me segurando pra não gozar. Ela desceu e fez outro boquete lindo, dessa vez enfiando um dedinho no meu cu (coisa que, quando tô excitado, eu curto muito). Falei que ia gozar, e ela chupou minha pica mais rápido e enfiou mais o dedo no meu cu.
Me masturbei com força e gozei. Gozei uma quantidade impressionante: nos peitos dela, no rosto e em mim. Ela ficou brincar de gozar e deitou do meu lado me dizendo:
—É melhor você me comer assim umas 3 ou 4 vezes por mês, no mínimo.
Ainda não nos reencontramos de novo, a gente se esquenta pelo zap e twitter, mas não rolou.
Lau, uma gostosa de cama, aqui deixo umas fotos pra vocês.
Tudo começou no Twitter, quando a Laura me seguiu por causa da quantidade de seguidores que a gente tinha em comum. Eu tinha a impressão de que conhecia essa mulher de 37 anos de algum lugar. Numa segunda-feira à noite, eu estava entediado de estudar e vi que a Lau tinha twittado "Saindo com minhas amigas depois de muito tempo". Por costume, favoritei e mandei um DM num tom de brincadeira: "Vem me pegar e a gente sai junto!!". A gostosa respondeu, e conversa vai, conversa vem, ela me passou o telefone e disse: "Vamos falar no WhatsApp que é mais confortável".
Umas 2 da manhã, eu já estava indo dormir quando o celular vibrou e era ela. Voltamos a conversar, e ela me contou que estava entediada, mas não queria desperdiçar a folga dela e blá-blá-blá. Nem lerdo nem preguiçoso, falei: "Vem pra cá e passa o tempo aqui até poder ir embora tranquila". Em 20 minutos, ela já estava tocando a campainha.
A Lau é uma gostosa que, para seus 37 anos, tem uma carne bem bonita. Me contou sobre a vida dela, que fazia surfe, que tinha duas filhas e que trabalhava como motorista de aplicativo porque se sentia confortável e era uma das poucas coisas que conseguia arranjar. Ela tem uns peitos lindos que se contornavam por baixo da camiseta. Continuamos falando sobre a vida, enquanto ela brincava com meu cachorro. Num movimento estranho, ficamos cara a cara e eu me arrisquei: agarrei ela pela cintura e beijei ela de boca aberta. Nossas línguas fizeram todos os desenhos possíveis entre si e, num arroubo de paixão, fomos para o quarto, nos despindo pelo caminho.
Nua e na minha cama, pude observar uma boa quantidade de tatuagens de diferentes tipos e umas pernas e uma bunda muito bem conservadas para os 37 anos dela e as duas filhas (que são lindas, mas muito novinhas). Mergulhei entre as pernas dela, chupando aquela buceta linda que parecia virgem de tão pequena e apertada que era (os partos foram cesárea). A gostosa, como uma boa puta que aparentava ser, gozou uma, duas, três vezes enquanto eu estava lá embaixo, e aí ela me virou, e eu... Puxei ela pelo cabelo e ela disse "agora é minha vez, gato".
Eu tava muito tesudo, sabia que no momento em que ela encostasse os lábios na minha pica, ia detonar a boca dela de porra. Começou um boquete lindo, babando tudo e chupando cada centímetro da minha pica. Avisei que não ia aguentar mais e que queria gozar na boca dela.
Ela rebateu:
— Quero que você me coma antes.
— Não aguento, tô muito tesudo, mas fica tranquila que eu gozo e te como toda.
— Posso confiar? Você aguenta?
Mal terminou de falar isso, eu explodi na boca dela. Ela não deixou escapar nem uma gota, mas também não engoliu. Depois de gozar, correu pro banheiro e cuspiu tudo. Mas não vou reclamar, porque foi um boquete maravilhoso.
Ela voltou e disse:
— Agora quero ver você me macetar toda.
Virei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar aquela buceta linda que ela tem. A pica não demorou nem dois minutos pra ficar dura (tenho essa vantagem: quando tô excitado, consigo dar duas ou três gozadas seguidas). Coloquei a camisinha e penetrei com força, comi ela como se fosse um bicho e como se o mundo fosse acabar. Ela gritava "mais devagar", mas eu metia mais forte. A filha da puta gozou de novo. Tirei a pica e encostei no cu dela, mas ela disse que na primeira noite não. Isso me deu a entender que ela tava gostando e queria me ver de novo.
Voltei a penetrar com força, dessa vez por cima, aproveitando bem o corpo dela, olhando cada detalhe. Ela tinha uma tatuagem num peito, e eu pensei: "Como ficaria bem uma porrada de porra aqui".
Transamos por um bom tempo. Ela começou a me montar, gritando: "Vou tirar toda a porra de você, gato". A véia tava me destruindo, e eu tava me segurando pra não gozar. Ela desceu e fez outro boquete lindo, dessa vez enfiando um dedinho no meu cu (coisa que, quando tô excitado, eu curto muito). Falei que ia gozar, e ela chupou minha pica mais rápido e enfiou mais o dedo no meu cu.
Me masturbei com força e gozei. Gozei uma quantidade impressionante: nos peitos dela, no rosto e em mim. Ela ficou brincar de gozar e deitou do meu lado me dizendo:
—É melhor você me comer assim umas 3 ou 4 vezes por mês, no mínimo.
Ainda não nos reencontramos de novo, a gente se esquenta pelo zap e twitter, mas não rolou.
Lau, uma gostosa de cama, aqui deixo umas fotos pra vocês.

5 comentários - Lau, a remisera gostosa
muy buen relato capo
Saludos!