Quando eu estava terminando o ensino médio e precisava me inscrever pra fazer alguma coisa, estudar algo, foi que decidi ser enfermeiro, eu tinha uns 29 anos. Minha família é, na maioria, enfermeiros, e bom, mesmo eu tendo demorado bastante pra estudar, já que fiz à noite. Eu tinha curtido meu tempo com outras coisas, era hora de estudar. Foi no dia da minha matrícula na universidade que a conheci, se chamava Nataly, era uma baixinha muito interessante, desinibida, com uma energia. Trocamos poucas palavras, fomos tirar umas cópias e cada um seguiu seu caminho.
Pode parecer estranho, mas a Naty tinha me caído super bem. Passou dezembro, janeiro, e chegou fevereiro e com ele as aulas.
Começava minha faculdade, e foi lá que a encontrei de novo. Ela estava quase igual, nos demos bem na hora, formamos dupla pra quase tudo, mas a baixinha tava me esquentando a cachola cada vez mais. Pequenos roços, abraços, indiretas, mas eu não queria pisar na bola (queria meter outra coisa, sim). Foi assim que começaram também as conversas mais íntimas e, bom, me joguei de cabeça.
Que gostoso que a Naty beijava... Preciso deixar claro que a Naty era uma mina de uns 20 anos que, segundo eu tinha descoberto, gostava de pegar caras mais velhos que ela (eu tinha conhecido um rolo dela). Era uma mina que te devorava com a boca.
Ela tinha uma bocetinha que eu acho que era capaz de te esquentar só de dizer "oi" no seu ouvido. Sentados numa praça, eu chupava a boca dela e minhas mãos foram pra cima dos peitinhos dela, uns que estavam durinhos e com uma vontade de ser chupados... Uma puta tesão que a gente tava, mas não dava pra fazer mais nada, ela tinha que ir pra casa.
Os dias passaram e a gente continuava na mesma rotina, até que um dia, quando a gente tava na aula na faculdade, nos avisaram que tínhamos uma hora livre porque a professora não vinha. Ficamos na sala, que era separada da faculdade, e começamos a nos pegar. Não aguentávamos mais e fomos pro banheiro masculino. Ela pegava no meu pau por cima da calça e eu levantei a blusa dela e chupava os peitos dela. Chupava todas elas.
Baixei a calça dela e comecei a chupar aquela buceta de garota gostosa e gulosa, sem nenhum pelo, totalmente lisinha. Como ela reclamava, dava pra ver que tava gostando. Até que ela pediu pra eu meter.
— Me come, me come de uma vez — ela pedia, e então comecei a meter. Que delícia, como ela apertava meu pau com aquela buceta toda molhadinha. Coloquei ela de quatro e penetrava como se minha vida dependesse daquilo. Podíamos ser descobertos a qualquer momento, mas não tava nem aí, só queria continuar comendo ela. Foi uma foda deliciosa. Quando eu ia gozar, tirei e joguei toda a porra nas costas dela. Ficamos exaustos.
Essa foi a vez que começamos a transar com a Naty. Não importava mais o lugar, só nós dois com vontade de trepar. Até que ela teve que sair da faculdade por causa dos estudos, e eu segui meu caminho.
Pode parecer estranho, mas a Naty tinha me caído super bem. Passou dezembro, janeiro, e chegou fevereiro e com ele as aulas.
Começava minha faculdade, e foi lá que a encontrei de novo. Ela estava quase igual, nos demos bem na hora, formamos dupla pra quase tudo, mas a baixinha tava me esquentando a cachola cada vez mais. Pequenos roços, abraços, indiretas, mas eu não queria pisar na bola (queria meter outra coisa, sim). Foi assim que começaram também as conversas mais íntimas e, bom, me joguei de cabeça.
Que gostoso que a Naty beijava... Preciso deixar claro que a Naty era uma mina de uns 20 anos que, segundo eu tinha descoberto, gostava de pegar caras mais velhos que ela (eu tinha conhecido um rolo dela). Era uma mina que te devorava com a boca.
Ela tinha uma bocetinha que eu acho que era capaz de te esquentar só de dizer "oi" no seu ouvido. Sentados numa praça, eu chupava a boca dela e minhas mãos foram pra cima dos peitinhos dela, uns que estavam durinhos e com uma vontade de ser chupados... Uma puta tesão que a gente tava, mas não dava pra fazer mais nada, ela tinha que ir pra casa.
Os dias passaram e a gente continuava na mesma rotina, até que um dia, quando a gente tava na aula na faculdade, nos avisaram que tínhamos uma hora livre porque a professora não vinha. Ficamos na sala, que era separada da faculdade, e começamos a nos pegar. Não aguentávamos mais e fomos pro banheiro masculino. Ela pegava no meu pau por cima da calça e eu levantei a blusa dela e chupava os peitos dela. Chupava todas elas.
Baixei a calça dela e comecei a chupar aquela buceta de garota gostosa e gulosa, sem nenhum pelo, totalmente lisinha. Como ela reclamava, dava pra ver que tava gostando. Até que ela pediu pra eu meter.
— Me come, me come de uma vez — ela pedia, e então comecei a meter. Que delícia, como ela apertava meu pau com aquela buceta toda molhadinha. Coloquei ela de quatro e penetrava como se minha vida dependesse daquilo. Podíamos ser descobertos a qualquer momento, mas não tava nem aí, só queria continuar comendo ela. Foi uma foda deliciosa. Quando eu ia gozar, tirei e joguei toda a porra nas costas dela. Ficamos exaustos.
Essa foi a vez que começamos a transar com a Naty. Não importava mais o lugar, só nós dois com vontade de trepar. Até que ela teve que sair da faculdade por causa dos estudos, e eu segui meu caminho.
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