Eva e o filho estão na mesma sintonia, os dois fantasiando, se desejando, só falta quem dê o primeiro passo.....
Finalmente chegou a segunda-feira. Ela ficaria sozinha e poderia ler. Estava ansiosa pra isso. Assim que eles saíram, foi correndo pra cama do Pedro, pegando o querido diário dele. Foi direto pro final.
"Hoje domingo não saí. Fiquei em casa estudando. E pra poder admirar ela.
Achei que com o tempo meu desejo por ela diminuiria, mas só aumenta. Dia após dia. E o jeito que ela me olha ultimamente tá me deixando louco. Não paro de pensar que ela me deseja."
Eva estremeceu. Ele tava percebendo. E se...? Não. Tirou a ideia da cabeça. Era loucura. Tudo isso não passava de fantasia. Não podia se tornar real.
"Meu pai passou quase a manhã toda arrumando um armário. E eu tava com ela na sala. Cada vez que olhava pra ela, ela tava me olhando.
Comecei a ficar excitado.
- Por que você me olha tanto? - ela pergunta.
- E você pra mim?
- Eu...mãe...
- Vai. Fala logo. Você me deseja?
- Sim. De toda a minha alma.
- Ummm, e eu você.
- Mas... você é minha mãe.
- E você meu filho. Só tem duas coisas que você pode fazer.
- Que coisas?
- A primeira, parar de me olhar. De me desejar. Esquecer tudo isso pra sempre.
- E a segunda?
- A segunda... vir aqui, me despir e me foder bem fodida.
- O que você quer?
- O que eu quero é que meu tesouro enfie o pau na minha buceta de uma maldita vez.
Nessa hora meu pai chegou procurando uma chave de fenda. Aproveitei pra levantar e fui pro meu quarto. Em menos de dois minutos eu tava gozando. Na minha cabeça, eu tava fodendo ela no sofá."
- Sabia. Sabia que ele tinha ido se masturbar - sussurrou Eva à beira do orgasmo.
"Ao meio-dia fomos comer fora. Sentei na frente dela.
Mexi meu pé. Bati no dela e os dois puxaram. Continuei comendo, mas minha mente pensava em outras coisas. Pensei que ela não tiraria o pé. Que me olhava e sorria. Eu tirava o sapato e acariciava o pé dela com meus dedos. Ela comia, me olhava e não parava de sorrir pra mim.
Devagar, eu subia meu pé pela perna dela, até chegar nos joelhos. Ela estava com eles juntos. Mas abriu. Tava me convidando pra continuar.
A pele das coxas dela era quente e macia. Quando meus dedos chegaram na calcinha dela, encontrei ela molhada. Com a ponta do dedão, percorri a fenda da bucetinha dela.
Vi como ela semicerrava os olhos, como apertava os dedos das mãos. Me olhava e mordia o lábio inferior.
De repente, fechou as pernas, prendendo meu pé entre elas. Senti como ela tremia, como tinha espasmos. Os nós dos dedos dela estavam brancos. Minha desejada mãe estava gozando. E meu pai, na dele, engolindo o bife.
Eva gozou. Era exatamente o que ela tinha imaginado. Os dois tinham tido a mesma fantasia.
"Continuamos comendo. Seguiram os olhares, os sorrisos. Mas agora o olhar dela estava cheio de luxúria.
Depois de comer, voltamos pra casa. Meu pai foi tirar um cochilo. Ela se aproximou de mim, levou a mão no meu pau e me beijou, enfiando a língua na minha boca.
— Você é um depravado. Olha só, fazer uma punheta pra sua mãe no restaurante.
Ela abaixou meu zíper e tirou meu pau pra fora.
— Ummm, acho que a mamãe te deve uma.
Devagar, me olhando nos olhos e passando a língua nos lábios, ela se ajoelhou aos meus pés. Lambeu meu pau, beijou ele. Passou no rosto dela. Tudo sem usar as mãos. Só a boca dela.
E me fez o melhor boquete da minha vida. Sem nenhuma pressa. Sem me tocar com as mãos. Só a língua dela, os lábios. Os olhos dela fixos nos meus enquanto mexia a cabeça pra frente e pra trás.
Só tirou ele da boca uma vez. Pra me dizer:
— Dá toda a sua porra pra mamãe. Não comi sobremesa no almoço.
E continuou com aquele boquete foda. Até me fazer explodir. Meu pau começou a tremer e eu Gozei forte dentro da boca dela. Ela engolia cada jato da minha porra. Eu ouvia ela fazendo isso.
Terminei de gozar. Minhas pernas estavam bambas de tanto prazer. E ela continuava com meu pau na boca. Tirou ele e lambeu inteiro.
– Hummm, foi a melhor sobremesa. Porra quentinha.
Ela se levantou e me beijou. A boca dela tinha gosto de sal.
Depois de ler o que Pedro tinha escrito sobre o domingo, ela procurou as entradas anteriores. Confirmou com tristeza que era a última que faltava ler. Já tinha lido todas as anteriores e posteriores.
Disse a si mesma que não importava. Que nunca se cansaria de reler aquele diário maravilhoso.
Só esperava que naquela noite ele escrevesse algo novo. Algo que ela leria no dia seguinte.
Continua...
Finalmente chegou a segunda-feira. Ela ficaria sozinha e poderia ler. Estava ansiosa pra isso. Assim que eles saíram, foi correndo pra cama do Pedro, pegando o querido diário dele. Foi direto pro final.
"Hoje domingo não saí. Fiquei em casa estudando. E pra poder admirar ela.
Achei que com o tempo meu desejo por ela diminuiria, mas só aumenta. Dia após dia. E o jeito que ela me olha ultimamente tá me deixando louco. Não paro de pensar que ela me deseja."
Eva estremeceu. Ele tava percebendo. E se...? Não. Tirou a ideia da cabeça. Era loucura. Tudo isso não passava de fantasia. Não podia se tornar real.
"Meu pai passou quase a manhã toda arrumando um armário. E eu tava com ela na sala. Cada vez que olhava pra ela, ela tava me olhando.
Comecei a ficar excitado.
- Por que você me olha tanto? - ela pergunta.
- E você pra mim?
- Eu...mãe...
- Vai. Fala logo. Você me deseja?
- Sim. De toda a minha alma.
- Ummm, e eu você.
- Mas... você é minha mãe.
- E você meu filho. Só tem duas coisas que você pode fazer.
- Que coisas?
- A primeira, parar de me olhar. De me desejar. Esquecer tudo isso pra sempre.
- E a segunda?
- A segunda... vir aqui, me despir e me foder bem fodida.
- O que você quer?
- O que eu quero é que meu tesouro enfie o pau na minha buceta de uma maldita vez.
Nessa hora meu pai chegou procurando uma chave de fenda. Aproveitei pra levantar e fui pro meu quarto. Em menos de dois minutos eu tava gozando. Na minha cabeça, eu tava fodendo ela no sofá."
- Sabia. Sabia que ele tinha ido se masturbar - sussurrou Eva à beira do orgasmo.
"Ao meio-dia fomos comer fora. Sentei na frente dela.
Mexi meu pé. Bati no dela e os dois puxaram. Continuei comendo, mas minha mente pensava em outras coisas. Pensei que ela não tiraria o pé. Que me olhava e sorria. Eu tirava o sapato e acariciava o pé dela com meus dedos. Ela comia, me olhava e não parava de sorrir pra mim.
Devagar, eu subia meu pé pela perna dela, até chegar nos joelhos. Ela estava com eles juntos. Mas abriu. Tava me convidando pra continuar.
A pele das coxas dela era quente e macia. Quando meus dedos chegaram na calcinha dela, encontrei ela molhada. Com a ponta do dedão, percorri a fenda da bucetinha dela.
Vi como ela semicerrava os olhos, como apertava os dedos das mãos. Me olhava e mordia o lábio inferior.
De repente, fechou as pernas, prendendo meu pé entre elas. Senti como ela tremia, como tinha espasmos. Os nós dos dedos dela estavam brancos. Minha desejada mãe estava gozando. E meu pai, na dele, engolindo o bife.
Eva gozou. Era exatamente o que ela tinha imaginado. Os dois tinham tido a mesma fantasia.
"Continuamos comendo. Seguiram os olhares, os sorrisos. Mas agora o olhar dela estava cheio de luxúria.
Depois de comer, voltamos pra casa. Meu pai foi tirar um cochilo. Ela se aproximou de mim, levou a mão no meu pau e me beijou, enfiando a língua na minha boca.
— Você é um depravado. Olha só, fazer uma punheta pra sua mãe no restaurante.
Ela abaixou meu zíper e tirou meu pau pra fora.
— Ummm, acho que a mamãe te deve uma.
Devagar, me olhando nos olhos e passando a língua nos lábios, ela se ajoelhou aos meus pés. Lambeu meu pau, beijou ele. Passou no rosto dela. Tudo sem usar as mãos. Só a boca dela.
E me fez o melhor boquete da minha vida. Sem nenhuma pressa. Sem me tocar com as mãos. Só a língua dela, os lábios. Os olhos dela fixos nos meus enquanto mexia a cabeça pra frente e pra trás.
Só tirou ele da boca uma vez. Pra me dizer:
— Dá toda a sua porra pra mamãe. Não comi sobremesa no almoço.
E continuou com aquele boquete foda. Até me fazer explodir. Meu pau começou a tremer e eu Gozei forte dentro da boca dela. Ela engolia cada jato da minha porra. Eu ouvia ela fazendo isso.
Terminei de gozar. Minhas pernas estavam bambas de tanto prazer. E ela continuava com meu pau na boca. Tirou ele e lambeu inteiro.
– Hummm, foi a melhor sobremesa. Porra quentinha.
Ela se levantou e me beijou. A boca dela tinha gosto de sal.
Depois de ler o que Pedro tinha escrito sobre o domingo, ela procurou as entradas anteriores. Confirmou com tristeza que era a última que faltava ler. Já tinha lido todas as anteriores e posteriores.
Disse a si mesma que não importava. Que nunca se cansaria de reler aquele diário maravilhoso.
Só esperava que naquela noite ele escrevesse algo novo. Algo que ela leria no dia seguinte.
Continua...
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