Pra começar, vou me apresentar: meu nome é Maurício, tenho 18 anos, 1,80 m de altura, peso 62 kg, meu corpo é meio definido por causa do esporte e minha pele é morena. Não vim aqui mentir que meu pau tem 20 cm nem nada do tipo, tenho um membro normal, por volta de 17 cm. Partindo pro que realmente importa, vou contar essa história, metade real e metade ficção. Tudo começou há uns 2 anos, quando o pessoal que morava na casa da frente foi embora. Pouco tempo depois, chegou uma família nova, formada por uma mulher e seus 3 filhos: a irmã mais velha, com uns 25 anos, e os dois irmãos mais novos, um de 22 e outro de 19. Desde que chegaram, o mais novo dos três irmãos me chamou a atenção. Um cara alegre, muito sociável e gente boa. A pele dele é morena, tem uns 1,75 m, uma barriguinha de cerveja, mas ao mesmo tempo o resto do corpo é meio atlético, porque ele é apaixonado por futebol. Não é o tipo de pessoa que dá pra considerar muito bonito, mas tem algo que o torna irresistível pra mim. 3 meses depois da chegada deles, finalmente trocamos uma ideia. Foi numa manhã que eu saí de casa pra dar uma volta pelo bairro. Tava andando quando vejo ele se aproximar de mim. Me cumprimentou e se apresentou:
- E: Bom dia, vizinho, como cê tá?
- M: Bom dia, bem, obrigado, e o senhor?
- E: Tô bem também. Me chamo Edward, acho que nunca tínhamos conversado. Tô morando na frente da sua casa há um tempinho.
- M: Hahaha, é verdade, nunca falamos mesmo. A real é que vivo ocupado e quase não fico em casa.
- E: Ahhh, entendi. Bom, nunca é tarde pra socializar com os vizinhos, hehehe.
A gente conversou por um bom tempo até ele ter que ir trabalhar. Assim foram passando os meses, a gente conversava de vez em quando. Acho que nós dois curtíamos essas conversas, e fomos ficando realmente bons amigos. Ele me contava sobre as namoradas dele, como conquistava e depois levava pra cama, ou como em algumas das... Noites de festa, ele brigava na porrada com outros caras. Eu só escutava e fazia uma piada ou outra. Assim se passaram 2 anos nos conhecendo, conversando e rindo. Da minha parte, eu começava a sentir algo mais do que simples empatia por ele, mas sempre soube que nunca ia passar de um bom amigo. Até que um dia, há pouco tempo, aconteceu algo inesperado.
Um sábado, Edward ficou sozinho em casa, a família dele viajou pra outra cidade pra visitar uns parentes, então naquela tarde ele me chamou pra ir na casa dele. Fui normal, sem esperar que nada estranho rolasse. Quando cheguei, bati na porta, ele espiou pela janela do segundo andar e jogou as chaves pra eu entrar, porque tava tomando banho. Abri a porta e entrei, sentei no sofá pra esperar ele descer. Em 5 minutos ele desceu de toalha, reclamando que a água tava fria. Eu fiquei olhando pra ele por um momento antes de perceber que meu olhar tava muito na cara. Ele agiu como se nada, continuou falando e me chamou pra subir pro quarto dele.
Lá em cima, vi que na cama dele tinha vários filmes pornô, com umas minas bem gostosas nas capas. Ele falou pra eu escolher qualquer um, que tava com vontade de ver um e bater uma punheta. Eu não questionei essa decisão nem um pouco, então coloquei um desses filmes no DVD e deitamos na cama, um do lado do outro. Edward tirou a toalha, ficando completamente pelado do meu lado, me olhou e perguntou:
- E: Cê não vai bater uma também? Tá com vergonha de mim?
- M: Não é vergonha, só que isso é meio estranho pra mim.
- E: Agora vai me dizer que nunca bateu uma com um amigo?
- M: Na real, não.
- E: Bom, pra tudo tem uma primeira vez, e depois de hoje você vai ficar viciado.
Entrei na brincadeira e me despi. Ele disse:
- E: Sabe, tô afim de algo diferente. Bate uma pra mim e eu bato uma pra você.
Sem precisar pedir duas vezes, peguei na rola dele e comecei a subir e descer minha mão, acariciando cada pedaço. Desses 18 cm, isso me deixou muito excitado. Enquanto isso, ele tocava minhas bolas e me observava. Ficamos alguns minutos curtindo aquela punheta mútua quando, de repente, ele quebrou o silêncio e disse:
- E: é a primeira vez que me proponho a isso, mas tô com vontade e ponto final
- M: o quê?
Ele pegou na minha cabeça e me puxou até o pau molhado dele. No começo, tentei recusar, mas o tesão falou mais alto. Abri a boca e comecei a devorar aquele pedaço de carne que estava entre as pernas dele. Ele gemia de prazer cada vez que minha língua passava pela cabeça do pau dele. Ele se virou pra me dar um boquete também. Ficamos num 69 que os dois estavam curtindo pra caralho, chupando nossas rolas e bolas, acariciando nossas bundas e eu passando meus dedos pelo cu dele. Deixei o pau dele de lado e comecei a lamber o cu dele, isso deixou ele tão louco que aumentou a velocidade com que chupava meu pau. Eu passava minha língua pelo buraquinho dele, tentando penetrar com ela, e depois comecei a usar meus dedos. Mas naquele momento ele parou e disse que não queria que eu penetrasse ele, mas eu insisti e chegamos num acordo: ele deixaria eu fazer isso só se eu deixasse ele meter o pau dele em mim primeiro. Eu aceitei na hora e me preparei pra entregar minha bunda pra ele. Ele, por sua vez, lambia cada canto do meu cu. Dava pra sentir como os dois estavam curtindo aquela situação. Ele me colocou de quatro e começou a fazer círculos com o pau no meu cu, aumentando devagar a pressão naquele buraco que relutava em ceder.
Assim que o pau dele entrou, ele começou um vai e vem ritmado que soltava uma descarga de prazer indescritível a cada estocada. Estocadas que, com o tempo, ficavam mais fortes e rápidas até virar um frenesi de luxúria que nos envolvia. Os dois gemíamos sem controle de tanto prazer, mas, por causa do cansaço, diminuímos aquele ritmo de paixão. Mudei de posição, agora olhava na cara dele enquanto ele entrava em mim de novo. Assim que ele entrou novamente, ele se... agachou pra se fundir num beijo profundo enquanto acelerava o vai e vem, ficamos assim uns 20 minutos até eu gozar me masturbando, as contrações do meu cu fizeram ele gozar dentro de mim. Exausto, caiu em cima de mim, me beijou de novo e disse:
-E: valeu, foi a melhor trepada que já tive na vida
E eu respondi:
-M: e ainda não acabou, porque falta a melhor parte, mas por agora descansa um pouco.
A gente dormiu e umas hora depois acordamos, nos beijamos e voltamos ao trabalho. Agora finalmente eu ia meter naquele cu que já queria há tanto tempo. Coloquei ele de bruços e com as mãos abri as nádegas dele, eu brincava com meu pau em volta do buraquinho, ele só gemia de prazer, me agachei e com a língua comecei a dilatar de novo, passando por tudo, fazendo ele sentir o maior prazer da vida, enfiei primeiro um dedo, depois dois e depois três. Chegou a ter quatro dos meus dedos lá dentro, e já tava me implorando pra meter o pau, então aceitei e sem a menor resistência do esfíncter dele, meu pau entrou no cu dele, ele parecia possuído, mexia a bunda fazendo eu penetrar mais.
Comecei a me mexer alternando entre movimentos lentos e rápidos, suaves e fortes, o que deixava meu amante louco, só pedia pra eu continuar sem parar. Tirava o pau todo e metia de novo de uma vez só, virei o corpo dele pra ver a cara dele sendo penetrado, isso me esquentou muito mais a ponto de perder o controle das estocadas e voltar a um ritmo selvagem. Chegamos num êxtase tão grande que gozamos ao mesmo tempo, agora eu dentro dele e ele na barriga, sem nem tirar o pau de dentro dele, me deitei em cima. Beijei ele e dormimos de novo, passamos o resto do dia e a noite juntos. Conversando e nos beijando.
No dia seguinte, antes de eu Quando voltei pra casa, ele disse que a gente só podia continuar sendo amigos, porque ele tinha namorada e tava realmente apaixonado por ela. Mas isso não ia impedir a gente de se deixar levar de novo pela luxúria e pela paixão.
Bom, essa foi a história toda. Espero que vocês tenham gostado e, dependendo dos comentários que eu receber, vejo se posto outra história nova. 🙂
- E: Bom dia, vizinho, como cê tá?
- M: Bom dia, bem, obrigado, e o senhor?
- E: Tô bem também. Me chamo Edward, acho que nunca tínhamos conversado. Tô morando na frente da sua casa há um tempinho.
- M: Hahaha, é verdade, nunca falamos mesmo. A real é que vivo ocupado e quase não fico em casa.
- E: Ahhh, entendi. Bom, nunca é tarde pra socializar com os vizinhos, hehehe.
A gente conversou por um bom tempo até ele ter que ir trabalhar. Assim foram passando os meses, a gente conversava de vez em quando. Acho que nós dois curtíamos essas conversas, e fomos ficando realmente bons amigos. Ele me contava sobre as namoradas dele, como conquistava e depois levava pra cama, ou como em algumas das... Noites de festa, ele brigava na porrada com outros caras. Eu só escutava e fazia uma piada ou outra. Assim se passaram 2 anos nos conhecendo, conversando e rindo. Da minha parte, eu começava a sentir algo mais do que simples empatia por ele, mas sempre soube que nunca ia passar de um bom amigo. Até que um dia, há pouco tempo, aconteceu algo inesperado.
Um sábado, Edward ficou sozinho em casa, a família dele viajou pra outra cidade pra visitar uns parentes, então naquela tarde ele me chamou pra ir na casa dele. Fui normal, sem esperar que nada estranho rolasse. Quando cheguei, bati na porta, ele espiou pela janela do segundo andar e jogou as chaves pra eu entrar, porque tava tomando banho. Abri a porta e entrei, sentei no sofá pra esperar ele descer. Em 5 minutos ele desceu de toalha, reclamando que a água tava fria. Eu fiquei olhando pra ele por um momento antes de perceber que meu olhar tava muito na cara. Ele agiu como se nada, continuou falando e me chamou pra subir pro quarto dele.
Lá em cima, vi que na cama dele tinha vários filmes pornô, com umas minas bem gostosas nas capas. Ele falou pra eu escolher qualquer um, que tava com vontade de ver um e bater uma punheta. Eu não questionei essa decisão nem um pouco, então coloquei um desses filmes no DVD e deitamos na cama, um do lado do outro. Edward tirou a toalha, ficando completamente pelado do meu lado, me olhou e perguntou:
- E: Cê não vai bater uma também? Tá com vergonha de mim?
- M: Não é vergonha, só que isso é meio estranho pra mim.
- E: Agora vai me dizer que nunca bateu uma com um amigo?
- M: Na real, não.
- E: Bom, pra tudo tem uma primeira vez, e depois de hoje você vai ficar viciado.
Entrei na brincadeira e me despi. Ele disse:
- E: Sabe, tô afim de algo diferente. Bate uma pra mim e eu bato uma pra você.
Sem precisar pedir duas vezes, peguei na rola dele e comecei a subir e descer minha mão, acariciando cada pedaço. Desses 18 cm, isso me deixou muito excitado. Enquanto isso, ele tocava minhas bolas e me observava. Ficamos alguns minutos curtindo aquela punheta mútua quando, de repente, ele quebrou o silêncio e disse:
- E: é a primeira vez que me proponho a isso, mas tô com vontade e ponto final
- M: o quê?
Ele pegou na minha cabeça e me puxou até o pau molhado dele. No começo, tentei recusar, mas o tesão falou mais alto. Abri a boca e comecei a devorar aquele pedaço de carne que estava entre as pernas dele. Ele gemia de prazer cada vez que minha língua passava pela cabeça do pau dele. Ele se virou pra me dar um boquete também. Ficamos num 69 que os dois estavam curtindo pra caralho, chupando nossas rolas e bolas, acariciando nossas bundas e eu passando meus dedos pelo cu dele. Deixei o pau dele de lado e comecei a lamber o cu dele, isso deixou ele tão louco que aumentou a velocidade com que chupava meu pau. Eu passava minha língua pelo buraquinho dele, tentando penetrar com ela, e depois comecei a usar meus dedos. Mas naquele momento ele parou e disse que não queria que eu penetrasse ele, mas eu insisti e chegamos num acordo: ele deixaria eu fazer isso só se eu deixasse ele meter o pau dele em mim primeiro. Eu aceitei na hora e me preparei pra entregar minha bunda pra ele. Ele, por sua vez, lambia cada canto do meu cu. Dava pra sentir como os dois estavam curtindo aquela situação. Ele me colocou de quatro e começou a fazer círculos com o pau no meu cu, aumentando devagar a pressão naquele buraco que relutava em ceder.
Assim que o pau dele entrou, ele começou um vai e vem ritmado que soltava uma descarga de prazer indescritível a cada estocada. Estocadas que, com o tempo, ficavam mais fortes e rápidas até virar um frenesi de luxúria que nos envolvia. Os dois gemíamos sem controle de tanto prazer, mas, por causa do cansaço, diminuímos aquele ritmo de paixão. Mudei de posição, agora olhava na cara dele enquanto ele entrava em mim de novo. Assim que ele entrou novamente, ele se... agachou pra se fundir num beijo profundo enquanto acelerava o vai e vem, ficamos assim uns 20 minutos até eu gozar me masturbando, as contrações do meu cu fizeram ele gozar dentro de mim. Exausto, caiu em cima de mim, me beijou de novo e disse:
-E: valeu, foi a melhor trepada que já tive na vida
E eu respondi:
-M: e ainda não acabou, porque falta a melhor parte, mas por agora descansa um pouco.
A gente dormiu e umas hora depois acordamos, nos beijamos e voltamos ao trabalho. Agora finalmente eu ia meter naquele cu que já queria há tanto tempo. Coloquei ele de bruços e com as mãos abri as nádegas dele, eu brincava com meu pau em volta do buraquinho, ele só gemia de prazer, me agachei e com a língua comecei a dilatar de novo, passando por tudo, fazendo ele sentir o maior prazer da vida, enfiei primeiro um dedo, depois dois e depois três. Chegou a ter quatro dos meus dedos lá dentro, e já tava me implorando pra meter o pau, então aceitei e sem a menor resistência do esfíncter dele, meu pau entrou no cu dele, ele parecia possuído, mexia a bunda fazendo eu penetrar mais.
Comecei a me mexer alternando entre movimentos lentos e rápidos, suaves e fortes, o que deixava meu amante louco, só pedia pra eu continuar sem parar. Tirava o pau todo e metia de novo de uma vez só, virei o corpo dele pra ver a cara dele sendo penetrado, isso me esquentou muito mais a ponto de perder o controle das estocadas e voltar a um ritmo selvagem. Chegamos num êxtase tão grande que gozamos ao mesmo tempo, agora eu dentro dele e ele na barriga, sem nem tirar o pau de dentro dele, me deitei em cima. Beijei ele e dormimos de novo, passamos o resto do dia e a noite juntos. Conversando e nos beijando.
No dia seguinte, antes de eu Quando voltei pra casa, ele disse que a gente só podia continuar sendo amigos, porque ele tinha namorada e tava realmente apaixonado por ela. Mas isso não ia impedir a gente de se deixar levar de novo pela luxúria e pela paixão.
Bom, essa foi a história toda. Espero que vocês tenham gostado e, dependendo dos comentários que eu receber, vejo se posto outra história nova. 🙂
3 comentários - Minha primeira vez (gay)