Poringa Girl: 4ª Parte - Estreia

Olá Poringuer#s.

Essa confissão poderia se chamar "Minha Vingança: O passivo e A ativa".
Os Preparativos da Vingança:Nos preparávamos pra dormir pra poder acordar o mais cedo possível no domingo, assim passando um domingo inteiro dedicado a transar.

Ofereci roupa de cama do meu namorado, mas ele não aceitou, não por evitar abusar das coisas do meu namorado, mas porque ele gosta de dormir só de cueca.

Deixou as roupas do meu amor de lado e se deitou. Dei um beijinho nele e falei "descansa, gato". Fui no banheiro e voltei. Aí tirei o vestido branco, o sutiã e, claro, a calcinha fio dental que tava com esperma seco e aquele cheirinho gostoso. Lavei a bunda e a buceta com um sabonete cheiroso que deixa um cheirinho suave e passei um pouquinho de óleo saborizado. Troquei a maquiagem por algo bem leve. Coloquei outra calcinha fio dental preta, mas não tão pequena; na frente parece maior, mas atrás é pequenininha, mas não tanto. Em cima? Nos mamilos, outro óleo saborizado de outro sabor, sem sutiã. Tudo coberto por uma rede (quadradinhos bem pequenos) com decote em V, com saia que vai até bem acima dos joelhos — tudo novinho!, nunca tinha me visto assim. Esperava que ele estivesse meio cochilando com o tempo que demorei, escovei o cabelo e coloquei uns sapatos pretos brilhantes de puta; e saí do banheiro em direção à cama pra realizar minha vingança.

Parei na porta feito uma puta. Parada, apoiada num pé e o outro na frente, com um braço bem alto no batente da porta, e o outro na cintura, mas mais pra trás escondendo uma surpresa. Assim que ele abriu os olhinhos sonolentos, falou "cê tá uma puta, gostosa, vem chupar aqui, puta" ele disse. Entrei no jogo dele de submissa virgem e falei "se fechar os olhinhos, tiro sua cueca com a boca", e ele fechou na hora. Fui pra cima dele, descobri ele e me joguei por cima, esfregando, e beijei a boca dele com paixão, metendo a língua e lambendo o rosto inteiro enquanto tocava a rigidez dele por cima da cueca do meu namorado. Ele pediu, feito puta, pra eu chupar ele. Pedi pra ele fechar os olhos. Ele fechou, peguei Peguei as mãos dele, juntei e tirei um dos brinquedinhos e algemei ele. Ele se surpreendeu e disse "o que você vai fazer, gata". "Nervoso?!" falei, e comecei a beijar ele, o rosto, o pescoço, os peitos e enfiei minha mão por baixo da roupa íntima. "Não tô nervoso" ele conseguiu dizer e eu calei ele com um beijo e ele fechou os olhos. Na hora, peguei o outro par de algemas e prendi um aro nos elos da correntinha curta das algemas que ele já estava usando; e a outra argola fechei num ferro que meu namorado colocou no meu apê na cabeceira da cama pra essas brincadeiras. Aqui começa a vingança da submissa que agora tem na cama dela um ativo em condições submissas; e falei: "agora você é minha putinha e vai fazer o que eu mandar, porque se não fizer e eu não gozar, não te solto; ah! e não goza até eu mandar, porque a porra hoje vai pra um lugar especial".

Noite longa pro meu amante que adora me masturbar e passar meus próprios sucos de buceta pela minha boca até limpar os dedos dele.

Comecei com uma dança hot, suave, e olhando pra ele com cara de puta, chupando meus dedos, apalpando meus peitos; subi na cama e me virei, mostrando a raba pra ele ver minha buceta coberta pela tanga. Olhei a virilha dele e vi como a cueca do meu namorado molhava com o líquido do pau do meu amante. Ver aquilo e pensar nisso me excitou ainda mais.
A Vingança:A vingança começou tirando a calcinha dele com a boca e falei "que linda rola peluda que você tem, puta" e ele disse "epa", e eu falei "epa que puta, chupa meus peitos" e abaixei as alças da minha rede e coloquei na boca dele e com uma mão eu tocava o escroto dele.

Tirei a rede e fiquei só de fio dental, e joguei ela de lado.

Comecei a beijar as coxas dele na frente e nas laterais, passei a língua subindo e subindo desviando dos testículos e do pau que dava pra ver pulsando sozinho, passei por perto, beijei e lambi toda a barriga, peitos, pescoço e boca; ficando boca a boca, língua a língua e sexo a sexo interrompidos pelo fio dental preto, e começamos a nos esfregar sexo contra sexo. Dava pra sentir meu fio dental molhado, e ele também percebeu porque me disse "você tá molhada, puta, hein?, enfia até o fundo, puta" ordenou o ativo submisso. Isso me deu a dica de que ele queria estar dentro de mim, e eu fiz ele desejar, e pra ser sincera, também tava muito tesuda e queria a mesma coisa.

Peguei uma caixa de sapatos no armário e coloquei do lado da cama, ele perguntou o que tinha ali mas não respondi sobre isso, só consegui dizer "chupa minha buceta, puta". Sentei em cima da cabeça dele, separei meus lábios com uma mão e falei "enfia a língua na buceta e não esquece do clitóris, porque senão não te solto"; e o escravo chupou e chupou, e virei a cabeça pra ver como ele tava e vi que ele tinha a glande suculenta, e tive pena, então falei "melhor você não gozar" e fizemos um glorioso 69.

No 69 ele se vingou um pouco porque assim que eu chupei até o fundo ele fez um movimento de pelve que me deu ânsia. Nem lerda nem preguiçosa, ordenei que largasse a xota e começasse a chupar meu cu, que ele sugou, lambeu e enfiou a língua com prazer. Enquanto isso, eu tocava as bolas dele, acariciava o tronco com a mão fechada pra cima e pra baixo e chupava a glande dele que quando eu enfiava até o fundo infelizmente tinha que soltar um pouco o tronco. E ele ficou muito muito duro e começou a arquear a pelve, o macho. Assim que decidi dar uma descansada nele.
Subi em cima do peito dele pra ele ver o show.
Abri a caixa que deixei do lado e peguei um vibrador, comecei a chupar ele, e enfiei até o fundo da buceta, tirei ele cheio dos meus sucos e fiz ele lamber pra secar, e enfiei de novo. Quando ele se acalmou um pouco, fiquei de quatro, mostrando minha virilha e meus glúteos na frente da vara dele, e minha boca envolveu o pau dele. E comecei a meter devagar, bem devagarinho o vibrador por trás, devagarinho porque doía, e tirei, deixei de lado e enfiei três dedos na buceta e quando estava mais dilatada, enfiei um quarto, tudo gemendo sem falar palavras porque minha boca tava ocupada fazendo um boquete glorioso sem usar as mãos. Quando não aguentei mais, ameacei ele pra não gozar; foi cruel da minha parte porque sei como ele fica louco me vendo gozar, tanto que eles têm que se segurar pra não terminar antes.
Depois montei nele de costas e enfiei toda aquela piroca grossa e veiuda que dilatou minha buceta. Eu me tocava nos peitos, na barriguinha, no clitóris; ele me acompanhava com as investidas e dizia “monta, puta, monta, mexe mais” e, como a submissa que fui, eu fiz, fiz e aproximei os joelhos dele das minhas mãos, usei eles como apoio e montei meu potro indomável e tive um orgasmo terrível onde gritei de prazer, tanto que os lençóis ficaram molhados onde eu gozei.
Ele disse “me solta que eu quero te encher, rechear, puta”. Mas não falei nada nem liguei. Só deitei do lado dele e beijei ele e falei “descansa um pouquinho, campeão, que agora vem o final”.
Minha Vingança com prêmio para meu submissoQuando vi ele mais calmo, fui pro pau dele e chupei, de cima a baixo; agarrei, deixei ele durinho e joguei meus óleos grossos saborizados, deixando limpo com a língua; quando ele tava quase gozando, montei.

Ele falou “enfia que você gosta, sua puta”. Falei que sim, peguei o tronco dele e apontei a cabeça pro meu buraco traseiro e ele exclamou:

- Que puta merda que você é, deixou o doce pro final!
- Sim, mas não goza até eu gozar, senão não te solto – ameacei.

E foi assim que meu putinho fez.

Peguei o tronco e apontei pro meu cu. É mais difícil assim porque quando faço isso, ele abre minhas nádegas da bunda, e se for ao contrário, eu abro e ele aponta o míssil de carne pro cu do mundo.

Demorei pra fazer sozinha, mas quando a cabeça entrou, entre gemidos mútuos e gritos de dor e prazer meu, com muito esforço entrou tudo. Quando a dor passou e só ficou o prazer, terminei de usar esse homem como meu objeto de carne e brinquedo sexual (tipo aqueles consolos com ventosa que a gente coloca na cadeira), enfiando por trás enquanto com uma mão livre me masturbava e tocava meus peitos. Satisfeita eu (por enquanto), dei ordem pro meu putinho gozar, e ele fez isso rapidinho, e terminei de usar ele com um beijo carinhoso; enquanto sentia o esperma escorrendo de onde saía pra minha buceta, onde juntei com a mão o que caía e gozei chupando meus dedos; ué, não vou jogar fora, né? Depois do trabalho que tive pra ordenhar esse homem.

Soltei ele e falei “tenha uma boa noite, seu putinho”.

E assim nos preparamos e fomos dormir. E assim ficar prontos pra um domingo e segunda cheios de sexo pra tentar saciar a luxúria.

Daqui a algumas horas ele volta pra casa matrimonial e eu vou ficar sozinha até meu amor chegar. Mas por sorte ainda tenho ele por mais algumas horas.

Se acontecer algo interessante, volto com mais uma parte, senão volto com uma nova experiência e com histórias passadas.

Beijos.

9 comentários - Poringa Girl: 4ª Parte - Estreia

jajajjja no pense q andabas por ahi... q verguenza jajajj 😬
ahora que el laburo está tranca, miro a ver que comentan.
Vergüenza deberia darme a mí por exponer lo que hago y lo que me hace ¿verdad?
no lo se realmente ... pero eso de tus relatos me ponen. y entretienen jajajj ojala no te de verguenza!! jajjaj
Un poco sí que me da vergüenza. Pero también me excitan mucho que debo conformarme sola. 😞
@Lunablhanca sola? como es eso?
tremendo final... me dejo duro... estuvo buenisimo el finde que se pegaron ehhh
En realidad mi hombre-trola no hizo nada. Todo lo hice yo solita jijiji. El solo tenia la orden de acabar cuando mamy le ordenara y gozar, que es para lo que vino a casa.

Beso.