Enquanto tudo isso acontecia, Carlota, a mãe de Brandi e Christian, recebia em casa a visita inesperada da irmã Andrea e dos filhos dela, Marty e Demia. Carlota estava sozinha em casa porque Brandi e Christian tinham saído naquela tarde. Foi uma surpresa agradável, já que Carlota adorava a irmã e fazia alguns anos que não se viam. Andrea tinha se separado do marido há alguns meses e, por isso, tinha fugido da cidade de sempre para buscar novos horizontes.
- Que surpresa boa, Andrea! Como você tá, irmã?
- Bem, Carlota. Sabia que me separei do Tom?
- Sinto muito, Andrea.
- Não precisa sentir, irmã. A vida de casada com meu marido tinha virado um inferno, e a melhor solução foi a separação. Mas, enfim, vim aqui passar uns dias de férias e não falar de problemas. Não vai te incomodar se eu ficar aqui uns dias com os meninos?
- Claro que não, irmã. Tô encantada. O apartamento não é muito grande, mas a gente se vira. Meu marido tá viajando, então posso dividir a cama contigo, irmã, como quando éramos crianças. E no quarto dos meninos, se juntarmos as duas camas, seus filhos e os meus vão ficar bem à vontade.
- Bom, e onde estão seus filhos? Tô morrendo de vontade de vê-los.
- Eles saíram. Acho que foram ao cinema. Bem, imagino que vocês estejam cansados da viagem. Seus filhos podem tomar um banho.
Marty, num primeiro momento, aceitou a sugestão da tia Carlota e foi para o banheiro. Chegando lá, percebeu que não tinha trinco, mas começou a se despir confiante. Abriu o chuveiro e, relaxado, começou a tomar banho numa boa. Não tinha passado nem cinco minutos quando sua tia Carlota apareceu. Marty se assustou e ficou envergonhado com o corpo nu. A tia, percebendo isso e se divertindo, olhou pro sobrinho envergonhado, admirando o corpo gostoso dele e surpresa com o tamanho da a pica do sobrinho dela.
- Desculpa, sobrinho, só queria garantir que tinha uma toalha limpa pra você se secar, Marty.
Carlota, com naturalidade, se moveu pelo banheiro e se aproximou da banheira onde o sobrinho estava. Pegou uma toalha e, depois de confirmar que estava limpa, comentou com Marty.
- Olha, sobrinho, pode pegar essa toalha, tá. Nossa, sobrinho, vejo que você fica envergonhado da sua tia te ver pelado. Não precisa ter vergonha, sobrinho. -
- Bom, titia, é que você me pegou de surpresa. -
- Sabe, sobrinho, que você é bem gostoso. -
- Nossa, obrigado, titia. -
- Fica tranquilo, sobrinho, precisa relaxar. Sou uma mulher madura, sobrinho, mas adoro ver garotos como você completamente pelados, sabe. -
Carlota saiu do banheiro na hora depois de dar uma olhada safada no sobrinho, piscando pra ele com admiração depois de observar atenta a bela pica dele. Depois, Carlota voltou pra sala de estar onde estavam a irmã Andrea e a Demia. Divertida, comentou como Marty tinha ficado paralisado por ser pego nu por ela.
- Peguei seu filho pelado no banheiro e ele ficou todo sem graça. Não esperava, e eu só queria dar uma toalha limpa pra ele. A gente não tem vergonha de se ver pelado. Eu tô super acostumada a ver meu filho Christian completamente nu, e meus filhos, Christian e Brandi, se veem pelados numa boa e tomam banho juntos. Por isso pensei que sua filha Demia fosse tomar banho com o irmão Marty. -
- Ai, titia, não sei. Meu irmão Marty nunca me viu pelada antes. Ia me dar muita vergonha meu próprio irmão me ver totalmente nua. -
- Pois, Demia, passando uns dias aqui em casa, você vai ver como seus primos, Christian e Brandi, não ligam nada pra se verem pelados. Vamos, sobrinha, eu vou com você até o banheiro. Você vai ver a cara que seu irmão vai fazer quando te ver lá olhando pra ele nu. -
- Não sei, titia. Não tenho certeza. Mãe, a titia Carlota é meio doida. -
- Minha irmã Sempre foi meio sem vergonha, filha.
— Que vergonha meu irmão me ver pelada, mãe. Já falei que não, tia. —
Carlota não insistiu mais, dada a recusa firme da sobrinha. Enquanto o irmão dela tomava banho, Demia foi pro quarto da prima Brandi, onde passariam a noite naqueles dias. Tinham duas camas, não muito grandes. Demia se perguntava como iam se virar naquela noite. Fixou o olhar numa foto em cima de um criado-mudo. Se surpreendeu ao ver que era da prima Brandi, completamente pelada e numa pose bem provocante. Fazia uns anos que Demia não via Brandi, mas não lembrava dela ser tão cara de pau e sem vergonha. Na verdade, lembrava da prima Brandi como uma garota medrosa e tímida. Quando o irmão Marty terminou de tomar banho, enrolado numa toalha, foi pro quarto pegar roupas secas. Demia ainda estava arrumando as roupas que ia usar naqueles dias. Demia olhou pro irmão, o torso nu dele, e se sentiu atraída pela masculinidade dele.
— Ah, oi, já vou, irmão. —
— Vim pegar uma roupa limpa. E onde a gente vai dormir, irmã? —
— Supostamente nessas duas camas. Viu essa foto, Marty? —
Demia mostrou a foto da Brandi pro irmão. Marty ficou emocionado e impressionado. A prima Brandi estava completamente pelada. Olhou com tesão pros peitões da prima, maravilhado com a firmeza deles. A figura esbelta dela conseguiu excitá-lo. Olhou pra buceta da prima e se arrepiou. Marty não acreditava que tava vendo o corpo todo nu da prima Brandi.
— Caralho. É a Brandi e ela tá toda pelada. —
Naquele exato momento, Carlota entrou no quarto. Marty tentou esconder a foto, mas foi em vão. A tia Carlota logo entendeu o motivo do nervosismo do sobrinho. Sorriu pra ele com simpatia e carinho.
— Não precisa, sobrinho, esconder a foto da sua prima pelada. Pode olhar à vontade. Naturalidade. É verdade que sua prima é gostosa. Hoje à noite você vai ver como minha filha Brandi é generosa e esplêndida. Ela dorme completamente pelada. Sua irmã Demia me disse que teria muita vergonha se vocês se vissem nus, sobrinho. Meus filhos costumam se ver nus com toda naturalidade, sabe, sobrinho. -
- É verdade, tia. -
- Claro, sobrinho. -
- Sabe, irmão, a tia Carlota queria que eu tomasse banho com você. Eu não acho que sou uma garota careta, mas, sei lá, te mostrar o corpo nu, irmão, me dá um puta constrangimento. Bom, se você já terminou de tomar banho, agora é minha vez. -
Demia saiu do quarto e entrou no banheiro. Enquanto Marty ficou no quarto esperando a tia Carlota sair para se vestir. Surpreendentemente, Marty percebeu que a tia Carlota parecia não ter interesse em sair do quarto. Marty, atrevido e confiante, deixou a toalha cair no chão e mostrou o corpo nu para a tia Carlota, que sorria divertida e também excitada. Carlota pensou que o sobrinho devia adorar mostrar o corpo pelado para a tia e exibir o pau em todo o seu esplendor.
- Nossa, sobrinho, seu pau ficou imenso. Sabe que você tem um pau maravilhoso, sobrinho. Fico feliz em ter um sobrinho tão bem dotado de pau, sabe. Bom, você não se importa de eu falar assim tão na lata, Marty. -
- Bom, tia, me surpreende um pouco e me deixa meio desconcertado, mas acho que vou me acostumar durante esses dias. Suponho que estar pelado na sua frente, tia, faz meu pau ficar duro desse jeito. -
- Não se preocupe, sobrinho, adoro olhar paus em toda a sua magnitude. Você não deve se sentir envergonhado por mostrar seu pau duro para sua tia. Sua reação é completamente natural. -
Carlota saiu do quarto e deixou o sobrinho terminar de se vestir e se acalmar. Marty não conseguiu evitar ficar nervoso com a presença da tia Carlota. Marty se sentiu indecentemente assediado pela própria tia. Exatamente Depois que Marty terminou de se vestir e saiu do quarto, a irmã dele, Demia, tinha acabado de tomar banho e apareceu enrolada numa toalha. Os olhares dos irmãos mostravam sinais de nervosismo e safadeza. Demia se sentia frágil e nua por causa da toalha fina que protegia o corpo dela. A toalha podia cair no chão, e ela se veria completamente pelada na frente do próprio irmão. Demia sabia que o irmão adoraria vê-la totalmente nua, olhar pras tetas grandes dela, pra bunda gostosa dela. A verdade é que Demia queria a mesma coisa: ver como o corpo gostoso e pelado dela despertava os instintos mais obscenos no próprio irmão. Mas Demia queria que fosse algo casual, sem ser provocado. Demia sentia uma sensação dupla de vergonha e desejo ao mesmo tempo. Por um lado, Demia queria provocar o irmão com o corpo nu e sensual dela, mas por outro, sentia um certo pudor. Quando Marty voltou pra sala, percebeu como os sorrisos da tia e da mãe mostravam o nível de cumplicidade entre as duas mulheres. Carlota, com toda a cara de pau, tinha comentado com Andrea como o filho dela era gostoso e o tamanho considerável da pica dele.
- Vem, sobrinho, senta aqui do meu lado. Tava comentando com sua mãe a pica grande que você tem. Claro, sua mãe me disse que não te vê pelado desde que você era pequeno e que não fazia ideia de que o filho dela era tão bem dotado de pica.
- Bom, filho, você vai ver que sua tia é uma sem-vergonha. Sua tia Carlota sempre foi assim, filho. Desde novinha, sempre se sentiu atraída pelos caras. Já viu, minha irmã tem dois anos a menos que eu, mas foi a primeira a ter namorado e a ser comida.
- Bom, mãe, tenho que admitir que ficar pelado na frente da titia me deixou nervoso. Embora ela diga que os primos e ela agem com toda a naturalidade e que se verem nus não tem importância nenhuma.
Naquele instante, Demia entrou na sala, vestida com uma minissaia e uma blusa leve. Ela sentou do lado Irmão Marty.
- Agora estou mais fresquinha. Precisava tomar um bom banho. -
- Bom, sobrinha, sabia que você tem um irmão que tem um pauzão? -
- Ai, titia, você é uma sem-vergonha. -
- Bom, sobrinho, então o que vou fazer é me despir. Quero mostrar ao meu querido sobrinho como sua tia Carlota é gostosa, tá. Irmã, você não se importa que eu me despe na frente do seu filho, né?
- Não, claro que não. De qualquer jeito você vai se despir. Filho meu, tenho uma irmã que nunca vai mudar.
Carlota, sem vergonha e indecente, começou a tirar a roupa que vestia. Marty ficou impressionado com a ousadia da tia. Carlota começou tirando a saia e logo se livrou da calcinha, que escorregou pelas pernas. Queria que o sobrinho logo se molhasse vendo a buceta dela. Marty olhou fixamente para a buceta da tia, cheia de muito pelo pubiano. Enquanto Carlota continuava se despindo, sua irmã Andrea prestava atenção no comportamento do filho, no jeito que ele olhava o corpo da mulher. Andrea ficou excitada e por uns instantes desejou que fosse ela quem se despisse para o filho. Carlota finalmente se despiu por completo. Seus peitos grandes e desafiadores foram logo capturados pelo olhar do sobrinho Marty.
- Bom, sobrinho, não me diz nada. Acho que você gostou do meu corpo. -
- Titia, você é uma gostosa. Tem uns peitos e um corpo maravilhoso. Você se conserva muito bem, titia. -
- Puxa, obrigada. Bom, sua mãe Andrea também é muito gostosa. Irmã, por que você não se despe também e mostra ao seu filho seu corpo serrano pelado? -
- Ai, Carlota, como vou me despir na frente do meu filho! -
- Vai ser divertido, irmã. Seu filho vai adorar ver a mãe pelada. Vamos nos divertir. Não precisa dar importância à nudez. É só um corpo. E você também, sobrinha. Vamos, Demia, vamos nos despir todas na frente do seu irmão. Marty vai ficar feliz. -
- Tá bom, titia, vou me despir. na frente do meu irmão. Bom, irmão, espero não morrer de vergonha quando me vir pelada. -
Demia, ousada, abaixou a saia e deixou ela cair no chão. O irmão dela, Marty, sorriu e acompanhou os movimentos da irmã com atenção. Em seguida, Demia desabotoou a blusa enquanto olhava pro irmão. No rosto de Demia se desenhava um sorriso engraçado ao perceber o interesse incomum que despertava no irmão o fato de ela se despir. O próprio irmão dela tinha um puta interesse em vê-la pelada, e isso era muito chocante pra ela.
- Ai, não consigo continuar, me dá muita vergonha meu irmão me ver pelada, tia. -
- Vamos, sobrinha, não seja envergonhada. Só falta a roupa íntima, Demia. Olha, Marty, vira de costas. Talvez se você não olhar diretamente pra sua irmã, ela não fique tão sem graça. Sua irmã Demia é tão envergonhada, Marty. -
Marty obedeceu a sugestão da tia e virou de frente pra parede. Demia, pressionada pela tia e já que o irmão não tava olhando, se atreveu a tirar a calcinha e deixar no chão. Tava excitada. O irmão dela podia se virar e ter a chance de admirar a buceta dela e os pelos pubianos grossos. Tirou o sutiã e finalmente ficou pelada.
- Bom, já posso me virar? -
- Não, ainda não. Sei lá, ainda não tô convencida. Que vergonha! Ai, mãe, não sei como me deixei enrolar pela tia Carlota. -
- Olha, minha filha, sabe que eu também vou ficar pelada. Filho, ainda não se vira, que a mãe também vai se despir. -
Andrea, divertida e espontânea, começou a se despir com vivacidade. Não demorou muito pra ficar completamente nua. Tava ardendo e exaltada. O corpo dela ainda tava em boa forma e os encantos ainda eram desejáveis. Sem dúvida nenhuma, era uma mulher gostosa. Quando Marty ouviu a permissão tão esperada pra se virar, o coração dele começou a bater mais forte. Ao se virar, o rosto dele mostrou uma confusão evidente e o olhar perdido. Ofegante, ele buscou com desejo os corpos nus da mãe e da irmã. Primeiro, Marty olhou para a mãe, completamente nua, seus peitos espetaculares, seu corpo volumoso, sua carne firme. E olhou para a buceta da mãe e suspirou por ela. Andrea parecia se divertir com o interesse vivo do filho no corpo nu dela. Sentiu-se rejuvenescida e orgulhosa. Era muito chocante ver o corpo dela sendo contemplado pelo filho. Depois, Marty olhou para a irmã, nua e desejada. Olhou para os peitos redondos e túrgidos dela, firmes e desafiadores, seu corpo magro e esbelto, sua barriga lisa e seu umbigo delicado e, finalmente, seu olhar obcecado mirou a buceta dela e ele se sentiu emocionado e comovido. Demia se sentiu perturbada e envergonhada pelo jeito tão insolente com que o irmão olhava o corpo nu dela, mas também se sentiu excitada e ardente.
— Bem, sobrinho, não diz nada. Ficou mudo.
— Ai, tia, estou tão surpreso. Minha própria mãe e irmã completamente nuas.
— Bem, meu filho, espero que você ache que sua mãe ainda se mantém bem gostosa.
— Sim, mãe, você ainda está muito bem. Tenho que dizer que tenho uma mãe estupenda. Pode crer que sim.
— Ai, filho, me dá muita graça estar completamente nua na sua frente. Não tem importância, mas claro, em casa também não estamos acostumados com isso.
— Irmão, eu também me divirto estando nua na sua frente. E, olha, não sinto vergonha. É surpreendente.
Demia, linda e radiante, sentou-se no sofá ao lado do irmão, totalmente despreocupada com a nudez e com o jeito que o irmão a olhava.
— Você gosta dos meus peitos, irmão? São um belo par de peitos, irmão. A partir de agora, vou te mostrar os peitos mais vezes. Afinal, não tem problema te mostrar os peitos.
— Nossa, sobrinha, de ter vergonha de ficar nua na frente do seu irmão, agora parece que você adora isso.
— Ai, sim, tia. Estou empolgada. Meu irmão deve estar muito feliz. por poder nos vermos peladas.
-
- Bom, a verdade é que estou tonto agora. É tão estranho estar aqui, sentado no sofá, com minha irmã completamente pelada, e bom, também com minha tia e minha mãe igualmente peladas. Não sei, mãe, tô olhando pras suas tetas, pra sua buceta, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
-
- E então, irmão, você tem que me mostrar a pica. A tia Carlota jura que você tem uma pica bem grande. Além disso, se eu deixo você me ver pelada e olhar minhas tetas e minha buceta, irmão, acho justo que você também tire a roupa e me mostre sua pica. Tô morrendo de vontade de ver sua pica, irmão.
-
Marty cedeu aos desejos obscenos da irmã Demia e ficou completamente pelado. A pica do Marty mostrava toda a excitação que ele tava acumulando. Demia olhou pra pica do irmão e ficou emocionada, comovida. Demia, feliz, se deliciou olhando a pica do irmão por uns instantes, surpresa com o tamanhão e com aquela descoberta maravilhosa. Era tão chocante poder contemplar a pica do próprio irmão.
- Caralho, irmão, você tem uma pica enorme e linda. Mãe, olha só que pica que o Marty tem.
-
- Já tô olhando, filha. A verdade, meu filho, é que você tem uma pica imensa.
-
Naquele momento, Carlota lembrou que precisava sair pra fazer umas compras e Andrea se ofereceu pra acompanhá-la. Depois poderiam tomar algo num bar e conversar sobre muitas coisas desde a última vez que se viram. As duas mulheres se vestiram e, depois de se arrumarem no banheiro, saíram de casa. Os dois irmãos ficaram na sala, vendo o filme que começava a passar na televisão. Os dois irmãos ainda estavam completamente pelados....... CONTINUA......
- Que surpresa boa, Andrea! Como você tá, irmã?
- Bem, Carlota. Sabia que me separei do Tom?
- Sinto muito, Andrea.
- Não precisa sentir, irmã. A vida de casada com meu marido tinha virado um inferno, e a melhor solução foi a separação. Mas, enfim, vim aqui passar uns dias de férias e não falar de problemas. Não vai te incomodar se eu ficar aqui uns dias com os meninos?
- Claro que não, irmã. Tô encantada. O apartamento não é muito grande, mas a gente se vira. Meu marido tá viajando, então posso dividir a cama contigo, irmã, como quando éramos crianças. E no quarto dos meninos, se juntarmos as duas camas, seus filhos e os meus vão ficar bem à vontade.
- Bom, e onde estão seus filhos? Tô morrendo de vontade de vê-los.
- Eles saíram. Acho que foram ao cinema. Bem, imagino que vocês estejam cansados da viagem. Seus filhos podem tomar um banho.
Marty, num primeiro momento, aceitou a sugestão da tia Carlota e foi para o banheiro. Chegando lá, percebeu que não tinha trinco, mas começou a se despir confiante. Abriu o chuveiro e, relaxado, começou a tomar banho numa boa. Não tinha passado nem cinco minutos quando sua tia Carlota apareceu. Marty se assustou e ficou envergonhado com o corpo nu. A tia, percebendo isso e se divertindo, olhou pro sobrinho envergonhado, admirando o corpo gostoso dele e surpresa com o tamanho da a pica do sobrinho dela.
- Desculpa, sobrinho, só queria garantir que tinha uma toalha limpa pra você se secar, Marty.
Carlota, com naturalidade, se moveu pelo banheiro e se aproximou da banheira onde o sobrinho estava. Pegou uma toalha e, depois de confirmar que estava limpa, comentou com Marty.
- Olha, sobrinho, pode pegar essa toalha, tá. Nossa, sobrinho, vejo que você fica envergonhado da sua tia te ver pelado. Não precisa ter vergonha, sobrinho. -
- Bom, titia, é que você me pegou de surpresa. -
- Sabe, sobrinho, que você é bem gostoso. -
- Nossa, obrigado, titia. -
- Fica tranquilo, sobrinho, precisa relaxar. Sou uma mulher madura, sobrinho, mas adoro ver garotos como você completamente pelados, sabe. -
Carlota saiu do banheiro na hora depois de dar uma olhada safada no sobrinho, piscando pra ele com admiração depois de observar atenta a bela pica dele. Depois, Carlota voltou pra sala de estar onde estavam a irmã Andrea e a Demia. Divertida, comentou como Marty tinha ficado paralisado por ser pego nu por ela.
- Peguei seu filho pelado no banheiro e ele ficou todo sem graça. Não esperava, e eu só queria dar uma toalha limpa pra ele. A gente não tem vergonha de se ver pelado. Eu tô super acostumada a ver meu filho Christian completamente nu, e meus filhos, Christian e Brandi, se veem pelados numa boa e tomam banho juntos. Por isso pensei que sua filha Demia fosse tomar banho com o irmão Marty. -
- Ai, titia, não sei. Meu irmão Marty nunca me viu pelada antes. Ia me dar muita vergonha meu próprio irmão me ver totalmente nua. -
- Pois, Demia, passando uns dias aqui em casa, você vai ver como seus primos, Christian e Brandi, não ligam nada pra se verem pelados. Vamos, sobrinha, eu vou com você até o banheiro. Você vai ver a cara que seu irmão vai fazer quando te ver lá olhando pra ele nu. -
- Não sei, titia. Não tenho certeza. Mãe, a titia Carlota é meio doida. -
- Minha irmã Sempre foi meio sem vergonha, filha.
— Que vergonha meu irmão me ver pelada, mãe. Já falei que não, tia. —
Carlota não insistiu mais, dada a recusa firme da sobrinha. Enquanto o irmão dela tomava banho, Demia foi pro quarto da prima Brandi, onde passariam a noite naqueles dias. Tinham duas camas, não muito grandes. Demia se perguntava como iam se virar naquela noite. Fixou o olhar numa foto em cima de um criado-mudo. Se surpreendeu ao ver que era da prima Brandi, completamente pelada e numa pose bem provocante. Fazia uns anos que Demia não via Brandi, mas não lembrava dela ser tão cara de pau e sem vergonha. Na verdade, lembrava da prima Brandi como uma garota medrosa e tímida. Quando o irmão Marty terminou de tomar banho, enrolado numa toalha, foi pro quarto pegar roupas secas. Demia ainda estava arrumando as roupas que ia usar naqueles dias. Demia olhou pro irmão, o torso nu dele, e se sentiu atraída pela masculinidade dele.
— Ah, oi, já vou, irmão. —
— Vim pegar uma roupa limpa. E onde a gente vai dormir, irmã? —
— Supostamente nessas duas camas. Viu essa foto, Marty? —
Demia mostrou a foto da Brandi pro irmão. Marty ficou emocionado e impressionado. A prima Brandi estava completamente pelada. Olhou com tesão pros peitões da prima, maravilhado com a firmeza deles. A figura esbelta dela conseguiu excitá-lo. Olhou pra buceta da prima e se arrepiou. Marty não acreditava que tava vendo o corpo todo nu da prima Brandi.
— Caralho. É a Brandi e ela tá toda pelada. —
Naquele exato momento, Carlota entrou no quarto. Marty tentou esconder a foto, mas foi em vão. A tia Carlota logo entendeu o motivo do nervosismo do sobrinho. Sorriu pra ele com simpatia e carinho.
— Não precisa, sobrinho, esconder a foto da sua prima pelada. Pode olhar à vontade. Naturalidade. É verdade que sua prima é gostosa. Hoje à noite você vai ver como minha filha Brandi é generosa e esplêndida. Ela dorme completamente pelada. Sua irmã Demia me disse que teria muita vergonha se vocês se vissem nus, sobrinho. Meus filhos costumam se ver nus com toda naturalidade, sabe, sobrinho. -
- É verdade, tia. -
- Claro, sobrinho. -
- Sabe, irmão, a tia Carlota queria que eu tomasse banho com você. Eu não acho que sou uma garota careta, mas, sei lá, te mostrar o corpo nu, irmão, me dá um puta constrangimento. Bom, se você já terminou de tomar banho, agora é minha vez. -
Demia saiu do quarto e entrou no banheiro. Enquanto Marty ficou no quarto esperando a tia Carlota sair para se vestir. Surpreendentemente, Marty percebeu que a tia Carlota parecia não ter interesse em sair do quarto. Marty, atrevido e confiante, deixou a toalha cair no chão e mostrou o corpo nu para a tia Carlota, que sorria divertida e também excitada. Carlota pensou que o sobrinho devia adorar mostrar o corpo pelado para a tia e exibir o pau em todo o seu esplendor.
- Nossa, sobrinho, seu pau ficou imenso. Sabe que você tem um pau maravilhoso, sobrinho. Fico feliz em ter um sobrinho tão bem dotado de pau, sabe. Bom, você não se importa de eu falar assim tão na lata, Marty. -
- Bom, tia, me surpreende um pouco e me deixa meio desconcertado, mas acho que vou me acostumar durante esses dias. Suponho que estar pelado na sua frente, tia, faz meu pau ficar duro desse jeito. -
- Não se preocupe, sobrinho, adoro olhar paus em toda a sua magnitude. Você não deve se sentir envergonhado por mostrar seu pau duro para sua tia. Sua reação é completamente natural. -
Carlota saiu do quarto e deixou o sobrinho terminar de se vestir e se acalmar. Marty não conseguiu evitar ficar nervoso com a presença da tia Carlota. Marty se sentiu indecentemente assediado pela própria tia. Exatamente Depois que Marty terminou de se vestir e saiu do quarto, a irmã dele, Demia, tinha acabado de tomar banho e apareceu enrolada numa toalha. Os olhares dos irmãos mostravam sinais de nervosismo e safadeza. Demia se sentia frágil e nua por causa da toalha fina que protegia o corpo dela. A toalha podia cair no chão, e ela se veria completamente pelada na frente do próprio irmão. Demia sabia que o irmão adoraria vê-la totalmente nua, olhar pras tetas grandes dela, pra bunda gostosa dela. A verdade é que Demia queria a mesma coisa: ver como o corpo gostoso e pelado dela despertava os instintos mais obscenos no próprio irmão. Mas Demia queria que fosse algo casual, sem ser provocado. Demia sentia uma sensação dupla de vergonha e desejo ao mesmo tempo. Por um lado, Demia queria provocar o irmão com o corpo nu e sensual dela, mas por outro, sentia um certo pudor. Quando Marty voltou pra sala, percebeu como os sorrisos da tia e da mãe mostravam o nível de cumplicidade entre as duas mulheres. Carlota, com toda a cara de pau, tinha comentado com Andrea como o filho dela era gostoso e o tamanho considerável da pica dele.
- Vem, sobrinho, senta aqui do meu lado. Tava comentando com sua mãe a pica grande que você tem. Claro, sua mãe me disse que não te vê pelado desde que você era pequeno e que não fazia ideia de que o filho dela era tão bem dotado de pica.
- Bom, filho, você vai ver que sua tia é uma sem-vergonha. Sua tia Carlota sempre foi assim, filho. Desde novinha, sempre se sentiu atraída pelos caras. Já viu, minha irmã tem dois anos a menos que eu, mas foi a primeira a ter namorado e a ser comida.
- Bom, mãe, tenho que admitir que ficar pelado na frente da titia me deixou nervoso. Embora ela diga que os primos e ela agem com toda a naturalidade e que se verem nus não tem importância nenhuma.
Naquele instante, Demia entrou na sala, vestida com uma minissaia e uma blusa leve. Ela sentou do lado Irmão Marty.
- Agora estou mais fresquinha. Precisava tomar um bom banho. -
- Bom, sobrinha, sabia que você tem um irmão que tem um pauzão? -
- Ai, titia, você é uma sem-vergonha. -
- Bom, sobrinho, então o que vou fazer é me despir. Quero mostrar ao meu querido sobrinho como sua tia Carlota é gostosa, tá. Irmã, você não se importa que eu me despe na frente do seu filho, né?
- Não, claro que não. De qualquer jeito você vai se despir. Filho meu, tenho uma irmã que nunca vai mudar.
Carlota, sem vergonha e indecente, começou a tirar a roupa que vestia. Marty ficou impressionado com a ousadia da tia. Carlota começou tirando a saia e logo se livrou da calcinha, que escorregou pelas pernas. Queria que o sobrinho logo se molhasse vendo a buceta dela. Marty olhou fixamente para a buceta da tia, cheia de muito pelo pubiano. Enquanto Carlota continuava se despindo, sua irmã Andrea prestava atenção no comportamento do filho, no jeito que ele olhava o corpo da mulher. Andrea ficou excitada e por uns instantes desejou que fosse ela quem se despisse para o filho. Carlota finalmente se despiu por completo. Seus peitos grandes e desafiadores foram logo capturados pelo olhar do sobrinho Marty.
- Bom, sobrinho, não me diz nada. Acho que você gostou do meu corpo. -
- Titia, você é uma gostosa. Tem uns peitos e um corpo maravilhoso. Você se conserva muito bem, titia. -
- Puxa, obrigada. Bom, sua mãe Andrea também é muito gostosa. Irmã, por que você não se despe também e mostra ao seu filho seu corpo serrano pelado? -
- Ai, Carlota, como vou me despir na frente do meu filho! -
- Vai ser divertido, irmã. Seu filho vai adorar ver a mãe pelada. Vamos nos divertir. Não precisa dar importância à nudez. É só um corpo. E você também, sobrinha. Vamos, Demia, vamos nos despir todas na frente do seu irmão. Marty vai ficar feliz. -
- Tá bom, titia, vou me despir. na frente do meu irmão. Bom, irmão, espero não morrer de vergonha quando me vir pelada. -
Demia, ousada, abaixou a saia e deixou ela cair no chão. O irmão dela, Marty, sorriu e acompanhou os movimentos da irmã com atenção. Em seguida, Demia desabotoou a blusa enquanto olhava pro irmão. No rosto de Demia se desenhava um sorriso engraçado ao perceber o interesse incomum que despertava no irmão o fato de ela se despir. O próprio irmão dela tinha um puta interesse em vê-la pelada, e isso era muito chocante pra ela.
- Ai, não consigo continuar, me dá muita vergonha meu irmão me ver pelada, tia. -
- Vamos, sobrinha, não seja envergonhada. Só falta a roupa íntima, Demia. Olha, Marty, vira de costas. Talvez se você não olhar diretamente pra sua irmã, ela não fique tão sem graça. Sua irmã Demia é tão envergonhada, Marty. -
Marty obedeceu a sugestão da tia e virou de frente pra parede. Demia, pressionada pela tia e já que o irmão não tava olhando, se atreveu a tirar a calcinha e deixar no chão. Tava excitada. O irmão dela podia se virar e ter a chance de admirar a buceta dela e os pelos pubianos grossos. Tirou o sutiã e finalmente ficou pelada.
- Bom, já posso me virar? -
- Não, ainda não. Sei lá, ainda não tô convencida. Que vergonha! Ai, mãe, não sei como me deixei enrolar pela tia Carlota. -
- Olha, minha filha, sabe que eu também vou ficar pelada. Filho, ainda não se vira, que a mãe também vai se despir. -
Andrea, divertida e espontânea, começou a se despir com vivacidade. Não demorou muito pra ficar completamente nua. Tava ardendo e exaltada. O corpo dela ainda tava em boa forma e os encantos ainda eram desejáveis. Sem dúvida nenhuma, era uma mulher gostosa. Quando Marty ouviu a permissão tão esperada pra se virar, o coração dele começou a bater mais forte. Ao se virar, o rosto dele mostrou uma confusão evidente e o olhar perdido. Ofegante, ele buscou com desejo os corpos nus da mãe e da irmã. Primeiro, Marty olhou para a mãe, completamente nua, seus peitos espetaculares, seu corpo volumoso, sua carne firme. E olhou para a buceta da mãe e suspirou por ela. Andrea parecia se divertir com o interesse vivo do filho no corpo nu dela. Sentiu-se rejuvenescida e orgulhosa. Era muito chocante ver o corpo dela sendo contemplado pelo filho. Depois, Marty olhou para a irmã, nua e desejada. Olhou para os peitos redondos e túrgidos dela, firmes e desafiadores, seu corpo magro e esbelto, sua barriga lisa e seu umbigo delicado e, finalmente, seu olhar obcecado mirou a buceta dela e ele se sentiu emocionado e comovido. Demia se sentiu perturbada e envergonhada pelo jeito tão insolente com que o irmão olhava o corpo nu dela, mas também se sentiu excitada e ardente.
— Bem, sobrinho, não diz nada. Ficou mudo.
— Ai, tia, estou tão surpreso. Minha própria mãe e irmã completamente nuas.
— Bem, meu filho, espero que você ache que sua mãe ainda se mantém bem gostosa.
— Sim, mãe, você ainda está muito bem. Tenho que dizer que tenho uma mãe estupenda. Pode crer que sim.
— Ai, filho, me dá muita graça estar completamente nua na sua frente. Não tem importância, mas claro, em casa também não estamos acostumados com isso.
— Irmão, eu também me divirto estando nua na sua frente. E, olha, não sinto vergonha. É surpreendente.
Demia, linda e radiante, sentou-se no sofá ao lado do irmão, totalmente despreocupada com a nudez e com o jeito que o irmão a olhava.
— Você gosta dos meus peitos, irmão? São um belo par de peitos, irmão. A partir de agora, vou te mostrar os peitos mais vezes. Afinal, não tem problema te mostrar os peitos.
— Nossa, sobrinha, de ter vergonha de ficar nua na frente do seu irmão, agora parece que você adora isso.
— Ai, sim, tia. Estou empolgada. Meu irmão deve estar muito feliz. por poder nos vermos peladas.
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- Bom, a verdade é que estou tonto agora. É tão estranho estar aqui, sentado no sofá, com minha irmã completamente pelada, e bom, também com minha tia e minha mãe igualmente peladas. Não sei, mãe, tô olhando pras suas tetas, pra sua buceta, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
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- E então, irmão, você tem que me mostrar a pica. A tia Carlota jura que você tem uma pica bem grande. Além disso, se eu deixo você me ver pelada e olhar minhas tetas e minha buceta, irmão, acho justo que você também tire a roupa e me mostre sua pica. Tô morrendo de vontade de ver sua pica, irmão.
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Marty cedeu aos desejos obscenos da irmã Demia e ficou completamente pelado. A pica do Marty mostrava toda a excitação que ele tava acumulando. Demia olhou pra pica do irmão e ficou emocionada, comovida. Demia, feliz, se deliciou olhando a pica do irmão por uns instantes, surpresa com o tamanhão e com aquela descoberta maravilhosa. Era tão chocante poder contemplar a pica do próprio irmão.
- Caralho, irmão, você tem uma pica enorme e linda. Mãe, olha só que pica que o Marty tem.
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- Já tô olhando, filha. A verdade, meu filho, é que você tem uma pica imensa.
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Naquele momento, Carlota lembrou que precisava sair pra fazer umas compras e Andrea se ofereceu pra acompanhá-la. Depois poderiam tomar algo num bar e conversar sobre muitas coisas desde a última vez que se viram. As duas mulheres se vestiram e, depois de se arrumarem no banheiro, saíram de casa. Os dois irmãos ficaram na sala, vendo o filme que começava a passar na televisão. Os dois irmãos ainda estavam completamente pelados....... CONTINUA......
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