Brandi 17 parte 1

Enquanto tudo isso acontecia, Carlota, a mãe de Brandi e Christian, recebia em casa a visita inesperada da irmã Andrea e dos filhos dela, Marty e Demia. Carlota estava sozinha em casa porque Brandi e Christian tinham saído naquela tarde. Foi uma surpresa agradável, já que Carlota adorava a irmã e fazia alguns anos que não se viam. Andrea tinha se separado do marido há alguns meses e, por isso, tinha fugido da cidade onde morava para buscar novos horizontes.

- Que surpresa boa, Andrea! Como você está, irmã?

- Bem, Carlota. Sabia que me separei do Tom?

- Sinto muito, Andrea.

- Não precisa sentir, irmã. A vida de casada com meu marido tinha virado um inferno, e a melhor solução foi a separação. Mas, enfim, vim aqui passar uns dias de férias e não falar de problemas. Não vai te incomodar se eu ficar aqui uns dias com os meninos?

- Claro que não, irmã. Tô encantada. O apartamento não é muito grande, mas a gente se vira. Meu marido tá viajando, então posso dividir a cama contigo, irmã, como quando éramos crianças. E no quarto dos meninos, se juntarmos as duas camas, teus filhos e os meus vão ficar bem à vontade.

- Bom, e onde estão teus filhos? Tô morrendo de vontade de vê-los.

- Eles saíram. Acho que foram ao cinema. Bem, imagino que vocês estejam cansados da viagem. Teus filhos podem tomar um banho.

Marty, a princípio, aceitou a sugestão da tia Carlota e foi para o banheiro. Chegando lá, percebeu que não tinha trinco, mas começou a se despir confiante. Abriu o chuveiro e, relaxado, começou a tomar banho normalmente. Não tinha passado nem cinco minutos quando sua tia Carlota apareceu. Marty se assustou e ficou envergonhado com o próprio corpo nu. A tia, percebendo isso e se divertindo, olhou para o sobrinho envergonhado, admirando o corpo gostoso dele e surpresa com o tamanho a pica do sobrinho dela.
- Desculpa, sobrinho, só queria garantir que tinha uma toalha limpa pra você se secar, Marty.

Carlota, com naturalidade, se moveu pelo banheiro e se aproximou da banheira onde o sobrinho estava. Pegou uma toalha e, depois de confirmar que estava limpa, comentou com Marty.

- Olha, sobrinho, pode pegar essa toalha, tá. Puxa, sobrinho, vejo que você fica envergonhado com sua tia te vendo pelado. Não precisa ter vergonha, sobrinho. -

- Bom, tita, é que você me pegou de surpresa. -

- Sabe, sobrinho, que você é bem gostoso. -

- Puxa, valeu, tita. -

- Fica tranquilo, sobrinho, você precisa relaxar. Sou uma mulher madura, sobrinho, mas adoro ver caras como você completamente pelados, sabia. -

Carlota saiu do banheiro na hora, depois de olhar de forma safada pro sobrinho, dando uma piscada de admiração após observar atentamente a bela pica dele. Depois, Carlota voltou pra sala de estar, onde estavam a irmã Andrea e a Demia. Divertida, comentou como Marty tinha ficado paralisado por ser pego pelado por ela.

- Peguei seu filho pelado no banheiro e ele ficou todo sem graça. Não esperava, e eu só queria dar uma toalha limpa pra ele. A gente não tem vergonha de se ver pelado. Eu tô muito acostumada a ver meu filho Christian completamente pelado, e meus filhos, Christian e Brandi, se veem pelados numa boa e tomam banho juntos. Por isso pensei que sua filha Demia fosse tomar banho com o irmão Marty. -

- Ai, tita, sei não. Meu irmão Marty nunca me viu pelada antes. Ia ficar muito sem graça meu próprio irmão me ver toda nua. -

- Pois, Demia, ficando uns dias aqui em casa, você vai ver como seus primos, Christian e Brandi, não ligam nenhum pra se ver pelados. Vem, sobrinha, eu vou com você até o banheiro. Vai ver a surpresa que seu irmão vai ter quando te ver lá olhando pra ele pelado. -

- Sei não, tita. Não tenho certeza. Mãe, a tita Carlota é meio doida. -

- Minha irmã Sempre foi meio sem-vergonha, filha.
— Fico com muita vergonha do meu irmão me ver pelada, mãe. Já falei que não, tia. —

Carlota não insistiu mais, dada a recusa firme da sobrinha. Enquanto o irmão dela tomava banho, a Demia foi pro quarto da prima Brandi, onde iam passar a noite naqueles dias. Tinha duas camas, não muito grandes. Demia se perguntava como iam se virar naquela noite. Ela reparou numa foto em cima de um criado-mudo. Se surpreendeu ao ver que era da prima Brandi, completamente pelada e numa pose bem provocante. Fazia uns anos que Demia não via a Brandi, mas não lembrava dela ser tão soltinha e sem-vergonha. Na verdade, lembrava da prima Brandi como uma menina medrosa e tímida. Quando o irmão Marty terminou de tomar banho, enrolado numa toalha, foi pro quarto pegar roupas secas. Demia ainda estava arrumando as roupas que ia usar naqueles dias. Demia olhou pro irmão, o torso nu dele, e se sentiu atraída pela masculinidade dele.

— Ah, oi, já vou, irmão. —
— Vim pegar uma roupa limpa pra vestir. E onde é que a gente vai dormir, irmã? —
— É pra ser nessas duas camas. Você viu essa foto, Marty? —

Demia mostrou a foto da Brandi pro irmão. Marty ficou emocionado e impressionado. A prima Brandi tava totalmente pelada. Ele olhou com desejo pras tetonas da prima, maravilhado com a firmeza delas. A silhueta magrinha dela conseguiu excitar ele. Ele olhou pra buceta da prima e se arrepiou. Marty não acreditava que tava vendo o corpo todo nu da prima Brandi.

— Puta merda. É a Brandi e ela tá toda pelada. —

Naquele exato momento, Carlota entrou no quarto. Marty tentou esconder a foto, mas foi em vão. A tia Carlota logo sacou o motivo do nervosismo do sobrinho. Sorriu pra ele com carinho e ternura.

— Não precisa esconder a foto da sua prima pelada, sobrinho. Pode olhar à vontade. Naturalidade. É verdade que sua prima é gostosa. Hoje à noite você vai ver como minha filha Brandi é generosa e esplêndida. Ela dorme completamente pelada. Sua irmã Demia me disse que teria muita vergonha se vocês se vissem nus, sobrinho. Meus filhos costumam se ver nus com toda naturalidade, sabe, sobrinho. -
- É verdade, tia. -
- Claro, sobrinho. -
- Sabe, irmão, a tia Carlota queria que eu tomasse banho com você. Eu não acho que sou uma garota careta, mas, sei lá, mostrar meu corpo pelado pra você, irmão, me dá um puta constrangimento. Bom, se você já terminou de tomar banho, agora é minha vez. -

Demia saiu do quarto e entrou no banheiro. Enquanto Marty ficou no quarto esperando a tia Carlota sair para se vestir. Surpreendentemente, Marty percebeu que a tia Carlota parecia não ter interesse em sair do quarto. Marty, ousado e confiante, deixou a toalha cair no chão e mostrou seu corpo nu para a tia Carlota, que sorria divertida e também excitada. Carlota pensou que seu sobrinho devia adorar mostrar o corpo nu pra tia e exibir o pau dele em todo o seu esplendor.

- Nossa, sobrinho, seu pau ficou enorme. Sabe que você tem um pau estupendo, sobrinho. Fico feliz em ter um sobrinho tão bem dotado de pau, sabe. Bom, você não se importa que eu fale assim tão na lata, Marty. -
- Bom, tia, me surpreende um pouco e me deixa meio desconcertado, mas acho que vou me acostumar durante esses dias. Acho que ficar pelado na sua frente, titia, faz meu pau endurecer desse jeito. -
- Não se preocupe, sobrinho, adoro olhar paus em toda a sua magnitude. Você não deve sentir vergonha de mostrar seu pau duro pra sua tia. Sua reação é completamente natural. -

Carlota saiu do quarto e deixou o sobrinho terminar de se vestir e se acalmar. Marty não conseguiu evitar ficar nervoso com a presença da tia Carlota. Marty se sentiu indecentemente assediado pela própria tia. Exatamente Depois que Marty terminou de se vestir e saiu do quarto, a irmã dele, Demia, tinha acabado de tomar banho e apareceu enrolada numa toalha. Os olhares dos irmãos mostravam sinais de nervosismo e safadeza. Demia se sentia frágil e nua por causa da toalha fina que protegia o corpo dela. A toalha podia cair no chão, e ela se veria completamente pelada na frente do próprio irmão. Demia sabia que o irmão adoraria vê-la totalmente nua, olhar pras tetas grandes dela, pra bunda gostosa dela. A verdade é que Demia queria a mesma coisa: ver como o corpo gostoso e pelado dela despertava os instintos mais obscenos no próprio irmão. Mas Demia queria que fosse um acaso, algo não provocado. Demia sentia uma sensação dupla de vergonha e desejo ao mesmo tempo. Por um lado, Demia queria provocar o irmão com o corpo nu e sugestivo dela, mas por outro, sentia um certo pudor. Quando Marty voltou pra sala, percebeu como os sorrisos da tia e da mãe mostravam o nível de cumplicidade entre as duas mulheres. Carlota, com toda a cara de pau, tinha comentado com Andrea como o filho dela era gostoso e o tamanho considerável da pica dele.

- Vem, sobrinho, senta aqui do meu lado. Tava comentando com sua mãe a pica grande que você tem. Claro, sua mãe me disse que não te vê pelado desde que você era pequeno e que não fazia ideia de que o filho dela era tão bem dotado de pica.
- Bom, filho, você vai ver que sua tia é sem vergonha. Sua tia Carlota sempre foi assim, filho. Desde novinha, ela sempre se sentiu atraída pelos caras. Já viu, minha irmã tem dois anos a menos que eu, mas foi a primeira a ter namorado e a dar.
- Bom, mãe, tenho que admitir que ficar pelado na frente da titia me deixou nervoso. Embora ela diga que os primos e ela agem com toda naturalidade e que se verem pelados não tem importância nenhuma.

Naquele instante, Demia entrou na sala, vestida com uma minissaia e uma blusa leve. Ela sentou do lado de Irmão Marty.
- Agora estou mais fresquinha. Precisava tomar um bom banho. -

- Bom, sobrinha, sabia que você tem um irmão que tem um pauzão? -

- Ai, tia, você é uma sem-vergonha -

- Bom, sobrinho, então o que vou fazer é me despir. Quero mostrar ao meu querido sobrinho como sua tia Carlota é gostosa, tá. Irmã, você não se importa que eu me despir na frente do seu filho, né?

- Não, claro que não. De qualquer jeito você vai se despir. Meu filho, tenho uma irmã que nunca vai mudar.

Carlota, sem vergonha e indecente, começou a tirar a roupa que estava vestindo. Marty ficou impressionado com a ousadia da tia. Carlota começou tirando a saia e logo se livrou da calcinha, que escorregou pelas pernas. Queria que o sobrinho logo ficasse de pau duro vendo a buceta dela. Marty olhou fixamente para a buceta da tia, cheia de pelos pubianos. Enquanto Carlota continuava se despindo, sua irmã Andrea prestava atenção no comportamento do filho, no jeito que ele olhava o corpo da mulher. Andrea se sentiu excitada e por uns instantes desejou que fosse ela quem estivesse se despindo para o filho. Carlota finalmente ficou completamente nua. Os peitos grandes e desafiadores foram logo capturados pelo olhar do sobrinho Marty.

- Bom, sobrinho, não me diz nada. Acho que você gostou do meu corpo. -

- Tia, você é uma gostosa. Tem uns peitos e um corpo maravilhosos. Você se conserva muito bem, tia. -

- Puxa, obrigada. Bom, sua mãe Andrea também é muito gostosa. Irmã, por que você não se despe também e mostra ao seu filho seu corpo sarado pelado? -

- Ai, Carlota, como vou me despir na frente do meu filho! -

- Vai ser divertido, irmã. Seu filho vai adorar ver a mãe pelada. Vamos nos divertir. Não precisa dar importância para a nudez. É só um corpo. E você também, sobrinha. Vamos, Demia, vamos nos despir todas na frente do seu irmão. Marty vai ficar feliz. -

- Tá bom, tia, vou me despir. Na frente do meu irmão. Bom, irmão, espero não morrer de vergonha quando me ver nua. -

Demia, ousada, abaixou a saia e deixou cair no chão. O irmão dela, Marty, sorriu e acompanhou os movimentos da irmã com atenção. Em seguida, Demia desabotoou a blusa enquanto olhava para o irmão. No rosto de Demia se desenhava um sorriso engraçado ao perceber o interesse incomum que despertava no irmão o fato de ela se despir. O próprio irmão dela tinha um vivo interesse em vê-la nua, e isso era muito chocante para ela.

- Ai, não consigo continuar, me dá muita vergonha que meu irmão possa me ver nua, tia. -

- Vamos, sobrinha, não seja envergonhada. Só falta a roupa íntima, Demia. Olha, Marty, vire-se. Talvez se você não olhasse diretamente para sua irmã, ela não ficasse tão sem graça. Sua irmã Demia é tão envergonhada, Marty. -

Marty obedeceu à sugestão da tia e se virou de frente para a parede. Demia, pressionada pela tia e já que o irmão não estava olhando, se atreveu a abaixar a calcinha e deixá-la no chão. Estava excitada. Seu irmão poderia se virar e teria a oportunidade de contemplar a buceta dela e seus pelos pubianos densos. Tirou o sutiã e finalmente ficou nua.

- Bom, já posso me virar? -

- Não, ainda não. Não sei, ainda não estou convencida. Que vergonha! Ai, mãe, não sei como me deixei enrolar pela tia Carlota. -

- Olha, minha filha, sabe que eu também vou me despir. Filho, ainda não se vire, que a mãe também vai se despir. -

Andrea, divertida e espontânea, começou a se despir com vivacidade. Não demorou muito para completar sua nudez. Estava ardente e exaltada. Seu corpo ainda se mantinha em boa forma e seus encantos ainda eram desejáveis. Sem dúvida alguma, era uma mulher gostosa. Quando Marty ouviu a permissão tão esperada para se virar, seu coração começou a bater mais forte. Ao se virar, seu rosto expressou sua evidente perturbação e seu olhar perdido. Ofegante, buscou com desejo os corpos nus da mãe e da irmã. Primeiro, Marty olhou para a mãe, completamente nua, seus peitos espetaculares, seu corpo volumoso, suas carnes firmes. E olhou para a buceta da mãe e suspirou por ela. Andrea parecia se divertir com o vivo interesse do filho em seu corpo nu. Sentiu-se rejuvenescida e orgulhosa. Era muito chocante ver seu corpo sendo contemplado pelo filho. Depois, Marty olhou para a irmã, nua e desejada. Olhou seus peitos redondos e túrgidos, firmes e desafiadores, seu corpo magro e esbelto, sua barriga lisa e seu umbigo delicado e, finalmente, seu olhar obcecado mirou a buceta dela e ele se sentiu emocionado e comovido. Demia se sentiu perturbada e envergonhada pelo jeito tão insolente com que o irmão olhava seu corpo nu, mas também se sentiu excitada e ardente.

— Bem, sobrinho, não diz nada. Ficou mudo.

— Ai, tia, estou tão surpreso. Minha própria mãe e irmã completamente nuas.

— Bem, meu filho, espero que você ache que sua mãe ainda se mantém bem gostosa.

— Sim, mãe, você ainda está muito bem. Tenho que dizer que tenho uma mãe estupenda. Pode crer.

— Ai, filho, me dá muita graça estar completamente nua na sua frente. Não tem importância, mas claro, em casa também não estamos acostumados com isso.

— Irmão, eu também me divirto estando nua na sua frente. E, viu, não tenho vergonha. É surpreendente.

Demia, linda e radiante, sentou-se no sofá ao lado do irmão, totalmente despreocupada com a nudez e com o jeito que o irmão a olhava.

— Você gosta dos meus peitos, irmão? São um belo par de peitos, irmão. A partir de agora, vou te mostrar os peitos mais vezes. Afinal, não tem problema te mostrar os peitos.

— Nossa, sobrinha, de ter vergonha de ficar nua na frente do seu irmão, agora parece que você adora isso.

— Ai, sim, tia. Tô empolgada. Meu irmão deve estar muito feliz. por poder nos contemplar nuas.
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- Bom, a verdade é que estou me sentindo tonto agora. É tão estranho estar aqui, sentado no sofá, ao lado da minha irmã completamente nua, e bom, também junto com minha tia e minha mãe, igualmente nuas. Não sei, mãe, estou olhando pra suas tetas, pra sua buceta, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
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- E então, irmão, você tem que me mostrar a pica. A tia Carlota garante que você tem uma pica bem grande. Além disso, se eu deixo você me ver nua e olhar minhas tetas e minha buceta, irmão, acho justo que você também se despe e me mostre sua pica. Estou muito animada pra poder ver sua pica, irmão.
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Marty cedeu aos desejos obscenos da irmã Demia e se despiu completamente. A pica de Marty mostrava a excitação que ele vinha acumulando. Demia olhou pra pica do irmão e ficou emocionada e comovida. Demia, alegre, se deleitou olhando a pica do irmão por alguns instantes, surpresa com o tamanho grande e com aquela descoberta maravilhosa. Era tão chocante poder contemplar a pica do próprio irmão.
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- Nossa, irmão, você tem uma pica muito grande e linda. Mãe, olha só que pica que o Marty tem.
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- Já estou olhando, filha. A verdade, meu filho, é que você tem uma pica imensa.
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Naquele momento, Carlota lembrou que precisava sair pra fazer umas compras e Andrea se ofereceu pra acompanhá-la. Depois poderiam tomar algo num bar e conversar sobre muitas coisas desde a última vez que se viram. As duas mulheres se vestiram e, depois de se arrumarem no banheiro, saíram de casa. Os dois irmãos ficaram na sala de estar, assistindo ao filme que começava a passar na televisão. Os dois irmãos ainda estavam completamente nus....... CONTINUA......

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