Minha história continua e, nesta terceira parte, as coisas com meu irmão e meu namorado não vão parar...
Na manhã seguinte, eu me sentia estranha, não queria levantar porque tinha vergonha de olhar na cara do meu irmão... com certeza não conseguia evitar me arrepender do que aconteceu, não sabia o que dizer pro Pedro e muito menos como parar com isso.
Levantei umas dez horas e desci pra tomar café, me vesti de um jeito recatado (jeans e blusa sem decote) e tentei agir normal. Quando cheguei na cozinha, minha mãe estava sentada tomando o café dela. Cumprimentei meio hesitante, com medo de que ela tivesse ouvido algo da noite passada, mas a resposta dela me tranquilizou.
— Ontem dormi que nem uma pedra — ela disse.
— Aaaaahhhh, que bom — falei.
Depois disso, um silêncio longo se formou enquanto eu preparava meu café. Não ousava dizer nada, estava tipo em estado de choque... De repente, minha mãe quebrou o silêncio:
— E você, como dormiu?... parece que não muito bem, porque tá muito quietinha.
— Sim... é que... tive pesadelos...
— Bom, acho que você precisa tomar um café da manhã bem reforçado e sair pra dar uma arejada... lembra que semana que vem você já tem que voltar pras aulas — disse mamãe.
— Não me lembra disso — falei, com cara de poucos amigos.
— Bom, agora vou nessa... tenho um monte de coisas pra resolver... seu pai foi pro trabalho cedo e seu irmão acho que foi na casa de uns amigos, então, por favor, lava a louça antes de sair.
— Ok — falei.
Minha mãe se despediu e foi embora... eu fiquei ali sentada, sem vontade nenhuma, não queria sair, mas também não queria ficar ali... o que fazer?... essa era minha grande dúvida. Já tinham se passado 30 minutos ali sentada, olhando pro teto, quando de repente a campainha tocou. Levantei como um elástico e, sem pensar duas vezes, fui até a porta... abri... era o Sérgio, meu namorado.
— Oi — ele disse.
— Oi — respondi de volta.
— Como cê tá, Les?
— Tô bem... e você? — perguntei, porque não sabia mais o que falar.
— Tudo bem... Saudades de você... vim te ver porque como você não me ligou... pensei que talvez...
– Entra – falei, sem deixar ele terminar.
Fiz ele ir pra sala e indiquei pra sentar, depois ofereci algo pra beber, mas ele não quis.
– Bom, vamos conversar – falei.
– Les... eu te amo – ele disse e se levantou, vindo na minha direção.
– Por favor, Sérgio, não faz isso consigo mesmo...
– Fazer o quê, meu amor, se eu tô apaixonado por você desde o primeiro dia... Por favor, Les, sê clara comigo, se você não quer casar agora, eu posso esperar... eu tô disposto a te dar o tempo que você precisar... mas me diz o que você quer, o que você sente por mim. – Ele pegou minhas mãos.
– Bom... eu... – não conseguia falar – eu não posso casar com você agora, não tá nos meus planos um casamento tão cedo, Sérgio, eu te quero... mas não tô preparada pra aceitar teu pedido.
– Les... eu posso esperar por você...
– Não é sobre isso, Sérgio, não quero que você me espere... quero que você entenda que não tá nos meus planos casar com você.
– Então... você tá terminando comigo? É isso?
– Eu quero continuar sendo sua namorada... mas sem essa de casamento... não sei se você topa isso...
– Ele olhou nos meus olhos e disse – Les... eu quero ficar com você e com mais ninguém... entendo o que você diz e aceito... talvez eu tenha me adiantado, mas acredita em mim quando eu digo que por você eu topo tudo. Hoje você me quer e isso por enquanto me basta... mas vou fazer você se apaixonar por mim...
– Eu só abracei ele, precisava de um abraço e me deixei levar, naquele momento pedia a Deus que fosse assim... que eu me apaixonasse pelo Sérgio e pudesse ser feliz com ele. Não dava mais pra continuar me apaixonando pelo meu irmão...
De repente, a porta se abriu e o Pedro entrou em casa, olhou a cena (eu e o Sérgio abraçados) e tossiu pra avisar que tava ali.
– O que tá rolando aqui? – ele disse.
– Eeeehhhmm... Pedro... o Sérgio veio falar comigo – falei nervosa.
– Sim, vim falar com a Les porque eu amo ela e não Quero perder" —disse Sergio com voz segura— "mas já tava indo..."
Ele me abraçou de novo e me deu um beijo, depois virou pro Pedro e apertou a mão dele.
"Até logo..." —disse—
Sergio saiu tranquilamente pela porta e eu fiquei paralisada no meio da sala, sem saber o que dizer, com Pedro me encarando sério.
"O que aconteceu aqui, Les?" —perguntou com tom irritado—.
"Eu voltei pro Sergio" —falei sem pensar—
"QUÊ? POR QUÊ?"
"Porque eu amo ele, e não tô disposta a perdê-lo" —falei— caminhei em direção à escada pra sair dali, mas meu irmão me segurou, apertando meu braço com força.
"Você ama ele, é?" —perguntou com um tom ainda mais ameaçador, me olhando nos olhos—.
"Me solta, Pedro, não quero mais conversar, já falei tudo que tinha pra te dizer, me solta." —tentei me soltar, mas ele apertou meu braço ainda mais forte, e dessa vez a voz dele soou aterrorizantemente furiosa.
"E O QUE FOI AQUELA PORRA ONTEM À NOITE? POR ACASO VOCÊ NÃO LEMBRA QUE ONTEM À NOITE VOCÊ PEDIA AOS GRITOS PRA EU TE FAZER MINHA? COMO É QUE VOCÊ TEM CORAGEM DE ME DIZER QUE AMA AQUELE BABACA QUE VOCÊ CHAMA DE NAMORADO?"
"Pedro, pelo amor de Deus... você sabe muito bem que o de ontem foi um erro, a gente é irmão, não pode ter nada..."
"LES, EU TE AMO, E ESSE AMOR NÃO É DE IRMÃO, EU NÃO POSSO ESCONDER O QUE SINTO, NÃO POSSO REPRIMIR ESSE AMOR... VOCÊ NÃO PODE SIMPLESMENTE DIZER QUE TUDO FOI UM ERRO E PRONTO." —O rosto e a voz dele mostravam dor, e eu não aguentava vê-lo assim... eu também amava ele como algo mais que um irmão... mas não queria que esse amor crescesse porque sabia que só ia nos trazer sofrimento—.
"Pedro, não faz isso comigo, pelo amor de Deus... você sabe que eu te amo, que a última coisa que eu quero é te ver sofrer, ainda mais por minha culpa, mas tô tentando racionalizar o que aconteceu e sei que não pode se repetir, que é errado."
Nessa altura, Pedro já tinha me soltado e tava sentado no sofá, de lá ele me olhava como se não me conhecesse, e o rosto dele mostrava sofrimento. Caminhei até ele e sentei do lado.
"Pedro... —Me olha —falei, levantando o queixo dela pra que me olhasse nos olhos—.
—Não quero que você fique assim... —falei—.
—Pedro me olhou e simplesmente me roubou um beijo, depois me disse: —Não me fala pra não ficar assim, Les, porque não consigo, simplesmente não consigo—. Ele se levantou e foi pro quarto dele; eu não consegui segui-lo.
Depois da conversa com Pedro e Sergio, saí pra caminhar e me encontrei com algumas amigas da faculdade. A verdade é que o dia passou devagar, muito devagar, e eu não conseguia pensar em nada que não fosse meu irmão e tudo que tava rolando entre a gente.
Cheguei em casa lá pelas 21h. Meus pais estavam jantando e Pedro tinha saído com os amigos, então sentei pra comer sem trocar uma palavra. Muita coisa passava pela minha cabeça, entre elas que meu irmão tinha saído pra evitar me encontrar, que ele tava puto ou que simplesmente tinha decidido não continuar com isso... mas no fim eu descartava minhas hipóteses porque as palavras dele ainda ecoavam: "te amo", ele tinha me dito de novo hoje, e isso só podia significar uma coisa... que ele ia lutar por mim. Conhecia bem esse lado do meu irmão e tinha certeza que ele não desistiria tão fácil... sem querer, esbocei um sorriso ao pensar nisso.
Depois do jantar, conversei um tempão com meus pais, sobre a faculdade, minhas amigas e, claro, sobre minha volta com Sergio. Meus pais gostavam muito dele e ficaram felizes em saber que a gente tava junto de novo. Finalmente, lá pelas 00h, fomos dormir. Eu me sentia melhor, a conversa tinha me feito bem, e fui deitar com aquela pequena satisfação dentro de mim.
A verdade é que não senti meu irmão chegar, e não queria nem imaginar se ele tinha passado ou não pelo meu quarto quando voltou... eu tinha deixado a porta trancada, não queria correr riscos...
Na manhã seguinte, quando acordei, meus pais ainda estavam dormindo, porque era bem cedo. Levantei de pijama e fui na cozinha pegar um copo de suco. Desci as escadas o mais devagar que pude e Fui até a geladeira pegar a caixa, depois fui no armário pegar um copo e comecei a derramar o conteúdo. De repente, dei um pulo e um pequeno grito foi abafado por uma mão na minha boca. Pedro me segurou pela cintura por trás e disse no meu ouvido:
— Lindo pijama, gata... você tá linda.
— Pedro... o que você tá fazendo acordado tão cedo? — falei, me virando pra ficar de frente pra ele.
— Tô de ressaca, vim pegar um copo d'água... mas... encontrei algo melhor...
— Não fala besteira, Pedro, nossos pais tão lá em cima e podem descer a qualquer momento. Pega seu copo d'água e volta pra cama que eu vou pegar meu copo de porra e voltar a dormir...
— Por que você deixou seu quarto trancado ontem à noite? — ele perguntou de repente, ficando sério.
— Acho que você já sabe a resposta pra essa pergunta. — falei, e virei as costas pra pegar meu copo de porra.
Dessa vez ele envolveu minha cintura com força e falou de novo no meu ouvido:
— Gata, não tenta evitar o inevitável, você sabe muito bem que quer isso tanto quanto eu. — disse, acariciando minha bunda e encostando ela no pau dele.
— Pedro... a gente não pode... — tentei me soltar, mas ele me segurou firme e começou a baixar meu pijama. — Pedro... para... por favor... — falei, sem forças e com a voz pouco convincente, porque já tava excitada.
— Gata... gata... acho que isso soa bem pouco convincente, e pelo jeito que sua buceta tá, dá pra ver que a única coisa que você quer é que eu te coma aqui e agora... não é mesmo, meu amor?...
— Por favor... a gente não pode ficar assim, ainda mais aqui, Pedro... isso não dá certo... me solta... — Nessa altura, meu irmão já tinha baixado meu pijama e tava acariciando meus peitos enquanto beijava meu pescoço. Eu tava à beira de um orgasmo. A situação era perigosa porque meus pais podiam descer e nos ver assim, mas, por outro lado, isso me excitava ainda mais.
— Você gosta, Les?... Mmmmm... que gostosa você tá, mana... quero lamber sua buceta bem devagar e suave... você quer, amor? Quer que seu irmãozinho lamba sua bucetinha rosada? Éééé? — Ele desceu pelas minhas costas, me beijando. cada centímetro enquanto as mãos dele percorriam minhas pernas, ele me mandou virar e aí minha buceta ficou na altura da boca dele, eu sem pensar abri as pernas e ofereci o que ele queria e eu morria pra ele provar.
— Me pede — ele disse — Fala que você quer isso tanto quanto eu e juro que vai ter... Me pede, Les...
— Eu... eu... te quero dentro de mim, Pedro — falei, com a voz trêmula de tesão.
— Isso é exatamente o que eu queria ouvir, love... — ele disse — e afundou a boca na minha buceta, começou lambendo de leve pra depois aumentar a intensidade, eu não aguentava mais, minhas pernas fraquejavam de excitação e meu corpo já não obedecia, sentir a língua do Pedro no lugar mais molhado dos meus desejos tava me matando, era delicioso demais.
— Você me mata, Pedro... — falei, quando consegui formar palavras.
— Que néctar gostoso você me dá, love. — ele disse — Agora vira de costas.
Obedeci e fiquei de costas pro Pedro, ele se levantou e sem cerimônia puxou o pauzão dele pra meter de uma vez, pude sentir aquele pedaço de carne entrando na minha buceta apertada e aí começou uma metida e tirada bem devagar enquanto acariciava meus peitos e ofegava bem perto do meu ouvido.
— Você não sabe quanto tempo eu queria te ter assim de novo, Les, te desejo tanto... — ele falava entre suspiros.
— Não para, irmãozinho, não para... mmmmm... que pau gostoso você tem, love... mmmmmmm... isso, isso... oooooohhhh... issooo... me come assim... continua... continua...
A cada instante o Pedro aumentava a força das estocadas e eu já não aguentava mais...
— Vou gozar, Pedro... mmmmmm... goza comigo, amor... mmmmm... isso, isso... assim... oooooooohhhhhhh..... mmmmmmmmmmmmmmmmm... — não aguentei mais, gozei selvagemente e caí exausta em cima da mesa. O Pedro continuou bombando até não aguentar mais e com um suspiro profundo gozou dentro de mim.
— Mmmmmm... love... aí tem a porra que você tanto queria — ele disse e tirou o pau de dentro de mim.
Rapidamente me limpei e coloquei a roupa de novo. pijama, depois peguei meu copo de porra e, antes de sair da cozinha, olhei pro Pedro e falei:
— Essa noite vem no meu quarto... — Me abaixei e dei um beijo no pau dele — depois pisquei o olho e saí de lá.
Pedro me olhou extasiado e, com o pau na mão, me disse:
— Meu amiguinho e eu vamos estar prontos pra você essa noite...
Esse foi o começo da nossa relação, que eu já tinha decidido que seria de puro prazer. O que eu não podia prever é que meu namorado ia dificultar um pouco as coisas e que, por isso, os problemas de casal viriam dos dois lados. O ciúme traria consequências violentas pros dois homens que agora já faziam parte da minha vida sentimental...
Na manhã seguinte, eu me sentia estranha, não queria levantar porque tinha vergonha de olhar na cara do meu irmão... com certeza não conseguia evitar me arrepender do que aconteceu, não sabia o que dizer pro Pedro e muito menos como parar com isso.
Levantei umas dez horas e desci pra tomar café, me vesti de um jeito recatado (jeans e blusa sem decote) e tentei agir normal. Quando cheguei na cozinha, minha mãe estava sentada tomando o café dela. Cumprimentei meio hesitante, com medo de que ela tivesse ouvido algo da noite passada, mas a resposta dela me tranquilizou.
— Ontem dormi que nem uma pedra — ela disse.
— Aaaaahhhh, que bom — falei.
Depois disso, um silêncio longo se formou enquanto eu preparava meu café. Não ousava dizer nada, estava tipo em estado de choque... De repente, minha mãe quebrou o silêncio:
— E você, como dormiu?... parece que não muito bem, porque tá muito quietinha.
— Sim... é que... tive pesadelos...
— Bom, acho que você precisa tomar um café da manhã bem reforçado e sair pra dar uma arejada... lembra que semana que vem você já tem que voltar pras aulas — disse mamãe.
— Não me lembra disso — falei, com cara de poucos amigos.
— Bom, agora vou nessa... tenho um monte de coisas pra resolver... seu pai foi pro trabalho cedo e seu irmão acho que foi na casa de uns amigos, então, por favor, lava a louça antes de sair.
— Ok — falei.
Minha mãe se despediu e foi embora... eu fiquei ali sentada, sem vontade nenhuma, não queria sair, mas também não queria ficar ali... o que fazer?... essa era minha grande dúvida. Já tinham se passado 30 minutos ali sentada, olhando pro teto, quando de repente a campainha tocou. Levantei como um elástico e, sem pensar duas vezes, fui até a porta... abri... era o Sérgio, meu namorado.
— Oi — ele disse.
— Oi — respondi de volta.
— Como cê tá, Les?
— Tô bem... e você? — perguntei, porque não sabia mais o que falar.
— Tudo bem... Saudades de você... vim te ver porque como você não me ligou... pensei que talvez...
– Entra – falei, sem deixar ele terminar.
Fiz ele ir pra sala e indiquei pra sentar, depois ofereci algo pra beber, mas ele não quis.
– Bom, vamos conversar – falei.
– Les... eu te amo – ele disse e se levantou, vindo na minha direção.
– Por favor, Sérgio, não faz isso consigo mesmo...
– Fazer o quê, meu amor, se eu tô apaixonado por você desde o primeiro dia... Por favor, Les, sê clara comigo, se você não quer casar agora, eu posso esperar... eu tô disposto a te dar o tempo que você precisar... mas me diz o que você quer, o que você sente por mim. – Ele pegou minhas mãos.
– Bom... eu... – não conseguia falar – eu não posso casar com você agora, não tá nos meus planos um casamento tão cedo, Sérgio, eu te quero... mas não tô preparada pra aceitar teu pedido.
– Les... eu posso esperar por você...
– Não é sobre isso, Sérgio, não quero que você me espere... quero que você entenda que não tá nos meus planos casar com você.
– Então... você tá terminando comigo? É isso?
– Eu quero continuar sendo sua namorada... mas sem essa de casamento... não sei se você topa isso...
– Ele olhou nos meus olhos e disse – Les... eu quero ficar com você e com mais ninguém... entendo o que você diz e aceito... talvez eu tenha me adiantado, mas acredita em mim quando eu digo que por você eu topo tudo. Hoje você me quer e isso por enquanto me basta... mas vou fazer você se apaixonar por mim...
– Eu só abracei ele, precisava de um abraço e me deixei levar, naquele momento pedia a Deus que fosse assim... que eu me apaixonasse pelo Sérgio e pudesse ser feliz com ele. Não dava mais pra continuar me apaixonando pelo meu irmão...
De repente, a porta se abriu e o Pedro entrou em casa, olhou a cena (eu e o Sérgio abraçados) e tossiu pra avisar que tava ali.
– O que tá rolando aqui? – ele disse.
– Eeeehhhmm... Pedro... o Sérgio veio falar comigo – falei nervosa.
– Sim, vim falar com a Les porque eu amo ela e não Quero perder" —disse Sergio com voz segura— "mas já tava indo..."
Ele me abraçou de novo e me deu um beijo, depois virou pro Pedro e apertou a mão dele.
"Até logo..." —disse—
Sergio saiu tranquilamente pela porta e eu fiquei paralisada no meio da sala, sem saber o que dizer, com Pedro me encarando sério.
"O que aconteceu aqui, Les?" —perguntou com tom irritado—.
"Eu voltei pro Sergio" —falei sem pensar—
"QUÊ? POR QUÊ?"
"Porque eu amo ele, e não tô disposta a perdê-lo" —falei— caminhei em direção à escada pra sair dali, mas meu irmão me segurou, apertando meu braço com força.
"Você ama ele, é?" —perguntou com um tom ainda mais ameaçador, me olhando nos olhos—.
"Me solta, Pedro, não quero mais conversar, já falei tudo que tinha pra te dizer, me solta." —tentei me soltar, mas ele apertou meu braço ainda mais forte, e dessa vez a voz dele soou aterrorizantemente furiosa.
"E O QUE FOI AQUELA PORRA ONTEM À NOITE? POR ACASO VOCÊ NÃO LEMBRA QUE ONTEM À NOITE VOCÊ PEDIA AOS GRITOS PRA EU TE FAZER MINHA? COMO É QUE VOCÊ TEM CORAGEM DE ME DIZER QUE AMA AQUELE BABACA QUE VOCÊ CHAMA DE NAMORADO?"
"Pedro, pelo amor de Deus... você sabe muito bem que o de ontem foi um erro, a gente é irmão, não pode ter nada..."
"LES, EU TE AMO, E ESSE AMOR NÃO É DE IRMÃO, EU NÃO POSSO ESCONDER O QUE SINTO, NÃO POSSO REPRIMIR ESSE AMOR... VOCÊ NÃO PODE SIMPLESMENTE DIZER QUE TUDO FOI UM ERRO E PRONTO." —O rosto e a voz dele mostravam dor, e eu não aguentava vê-lo assim... eu também amava ele como algo mais que um irmão... mas não queria que esse amor crescesse porque sabia que só ia nos trazer sofrimento—.
"Pedro, não faz isso comigo, pelo amor de Deus... você sabe que eu te amo, que a última coisa que eu quero é te ver sofrer, ainda mais por minha culpa, mas tô tentando racionalizar o que aconteceu e sei que não pode se repetir, que é errado."
Nessa altura, Pedro já tinha me soltado e tava sentado no sofá, de lá ele me olhava como se não me conhecesse, e o rosto dele mostrava sofrimento. Caminhei até ele e sentei do lado.
"Pedro... —Me olha —falei, levantando o queixo dela pra que me olhasse nos olhos—.
—Não quero que você fique assim... —falei—.
—Pedro me olhou e simplesmente me roubou um beijo, depois me disse: —Não me fala pra não ficar assim, Les, porque não consigo, simplesmente não consigo—. Ele se levantou e foi pro quarto dele; eu não consegui segui-lo.
Depois da conversa com Pedro e Sergio, saí pra caminhar e me encontrei com algumas amigas da faculdade. A verdade é que o dia passou devagar, muito devagar, e eu não conseguia pensar em nada que não fosse meu irmão e tudo que tava rolando entre a gente.
Cheguei em casa lá pelas 21h. Meus pais estavam jantando e Pedro tinha saído com os amigos, então sentei pra comer sem trocar uma palavra. Muita coisa passava pela minha cabeça, entre elas que meu irmão tinha saído pra evitar me encontrar, que ele tava puto ou que simplesmente tinha decidido não continuar com isso... mas no fim eu descartava minhas hipóteses porque as palavras dele ainda ecoavam: "te amo", ele tinha me dito de novo hoje, e isso só podia significar uma coisa... que ele ia lutar por mim. Conhecia bem esse lado do meu irmão e tinha certeza que ele não desistiria tão fácil... sem querer, esbocei um sorriso ao pensar nisso.
Depois do jantar, conversei um tempão com meus pais, sobre a faculdade, minhas amigas e, claro, sobre minha volta com Sergio. Meus pais gostavam muito dele e ficaram felizes em saber que a gente tava junto de novo. Finalmente, lá pelas 00h, fomos dormir. Eu me sentia melhor, a conversa tinha me feito bem, e fui deitar com aquela pequena satisfação dentro de mim.
A verdade é que não senti meu irmão chegar, e não queria nem imaginar se ele tinha passado ou não pelo meu quarto quando voltou... eu tinha deixado a porta trancada, não queria correr riscos...
Na manhã seguinte, quando acordei, meus pais ainda estavam dormindo, porque era bem cedo. Levantei de pijama e fui na cozinha pegar um copo de suco. Desci as escadas o mais devagar que pude e Fui até a geladeira pegar a caixa, depois fui no armário pegar um copo e comecei a derramar o conteúdo. De repente, dei um pulo e um pequeno grito foi abafado por uma mão na minha boca. Pedro me segurou pela cintura por trás e disse no meu ouvido:
— Lindo pijama, gata... você tá linda.
— Pedro... o que você tá fazendo acordado tão cedo? — falei, me virando pra ficar de frente pra ele.
— Tô de ressaca, vim pegar um copo d'água... mas... encontrei algo melhor...
— Não fala besteira, Pedro, nossos pais tão lá em cima e podem descer a qualquer momento. Pega seu copo d'água e volta pra cama que eu vou pegar meu copo de porra e voltar a dormir...
— Por que você deixou seu quarto trancado ontem à noite? — ele perguntou de repente, ficando sério.
— Acho que você já sabe a resposta pra essa pergunta. — falei, e virei as costas pra pegar meu copo de porra.
Dessa vez ele envolveu minha cintura com força e falou de novo no meu ouvido:
— Gata, não tenta evitar o inevitável, você sabe muito bem que quer isso tanto quanto eu. — disse, acariciando minha bunda e encostando ela no pau dele.
— Pedro... a gente não pode... — tentei me soltar, mas ele me segurou firme e começou a baixar meu pijama. — Pedro... para... por favor... — falei, sem forças e com a voz pouco convincente, porque já tava excitada.
— Gata... gata... acho que isso soa bem pouco convincente, e pelo jeito que sua buceta tá, dá pra ver que a única coisa que você quer é que eu te coma aqui e agora... não é mesmo, meu amor?...
— Por favor... a gente não pode ficar assim, ainda mais aqui, Pedro... isso não dá certo... me solta... — Nessa altura, meu irmão já tinha baixado meu pijama e tava acariciando meus peitos enquanto beijava meu pescoço. Eu tava à beira de um orgasmo. A situação era perigosa porque meus pais podiam descer e nos ver assim, mas, por outro lado, isso me excitava ainda mais.
— Você gosta, Les?... Mmmmm... que gostosa você tá, mana... quero lamber sua buceta bem devagar e suave... você quer, amor? Quer que seu irmãozinho lamba sua bucetinha rosada? Éééé? — Ele desceu pelas minhas costas, me beijando. cada centímetro enquanto as mãos dele percorriam minhas pernas, ele me mandou virar e aí minha buceta ficou na altura da boca dele, eu sem pensar abri as pernas e ofereci o que ele queria e eu morria pra ele provar.
— Me pede — ele disse — Fala que você quer isso tanto quanto eu e juro que vai ter... Me pede, Les...
— Eu... eu... te quero dentro de mim, Pedro — falei, com a voz trêmula de tesão.
— Isso é exatamente o que eu queria ouvir, love... — ele disse — e afundou a boca na minha buceta, começou lambendo de leve pra depois aumentar a intensidade, eu não aguentava mais, minhas pernas fraquejavam de excitação e meu corpo já não obedecia, sentir a língua do Pedro no lugar mais molhado dos meus desejos tava me matando, era delicioso demais.
— Você me mata, Pedro... — falei, quando consegui formar palavras.
— Que néctar gostoso você me dá, love. — ele disse — Agora vira de costas.
Obedeci e fiquei de costas pro Pedro, ele se levantou e sem cerimônia puxou o pauzão dele pra meter de uma vez, pude sentir aquele pedaço de carne entrando na minha buceta apertada e aí começou uma metida e tirada bem devagar enquanto acariciava meus peitos e ofegava bem perto do meu ouvido.
— Você não sabe quanto tempo eu queria te ter assim de novo, Les, te desejo tanto... — ele falava entre suspiros.
— Não para, irmãozinho, não para... mmmmm... que pau gostoso você tem, love... mmmmmmm... isso, isso... oooooohhhh... issooo... me come assim... continua... continua...
A cada instante o Pedro aumentava a força das estocadas e eu já não aguentava mais...
— Vou gozar, Pedro... mmmmmm... goza comigo, amor... mmmmm... isso, isso... assim... oooooooohhhhhhh..... mmmmmmmmmmmmmmmmm... — não aguentei mais, gozei selvagemente e caí exausta em cima da mesa. O Pedro continuou bombando até não aguentar mais e com um suspiro profundo gozou dentro de mim.
— Mmmmmm... love... aí tem a porra que você tanto queria — ele disse e tirou o pau de dentro de mim.
Rapidamente me limpei e coloquei a roupa de novo. pijama, depois peguei meu copo de porra e, antes de sair da cozinha, olhei pro Pedro e falei:
— Essa noite vem no meu quarto... — Me abaixei e dei um beijo no pau dele — depois pisquei o olho e saí de lá.
Pedro me olhou extasiado e, com o pau na mão, me disse:
— Meu amiguinho e eu vamos estar prontos pra você essa noite...
Esse foi o começo da nossa relação, que eu já tinha decidido que seria de puro prazer. O que eu não podia prever é que meu namorado ia dificultar um pouco as coisas e que, por isso, os problemas de casal viriam dos dois lados. O ciúme traria consequências violentas pros dois homens que agora já faziam parte da minha vida sentimental...
1 comentários - Perdendo o Controle (Parte 3) Final?