Galera, tô passando por uns perrengues que tão me deixando com pouco tempo pra escrever, então deixo aqui um capítulo curtinho, mas pra vocês não perderem o fio da meada da história...
Já tô resolvendo essas paradas e vocês vão ter a história com muito mais frequência... Curtam aí!!!
Capitulos anteriores:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2539227/Adoptado-cap-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2544697/Adoptado-cap-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2555305/Adoptado-Cap-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2575756/Adoptado-cap-4.htmlPedro acordou na manhã seguinte por volta das 10h, vestiu-se com o que estava usando na noite anterior e desceu para tomar café da manhã.
Lá, Liliana havia preparado um bom café.
— Recupera tuas forças… ontem à noite te deixamos molinho, né? — disse ela.
— Você ouviu o que aconteceu? — perguntou o rapaz, surpreso.
— Não preciso — respondeu ela —, conhecendo a dona Vero, consigo imaginar perfeitamente como ela te deixou… haha…
— Te faço uma pergunta… aqui é sempre assim?… você participa dos jogos sexuais dela? — disse Pedro, que estava querendo entender como era a vida naquela casa.
— Olha, aqui é melhor se deixar levar pelos acontecimentos — respondeu a moça —, não tente descobrir muito e viva o que te acontecer da melhor maneira… e no que me diz respeito… olha, eu fiquei com vontade… já vou te pegar de novo!
Os dois riram, e o rapaz terminou o café e foi para o quarto estudar um pouco. Abriu as cortinas e viu que era um dia espetacular, o parque estava exuberante. Mesmo estando no fim de março, estava bem quente; o outono daquele ano tinha sido mais quente que o normal. Olhando o parque, ele percebeu que quase não o conhecia e ficou com vontade de passar o resto da manhã lá. Pegou seu livro e uma toalha, caso resolvesse entrar na piscina, e desceu.
Acomodou-se numa espreguiçadeira e começou a ler. Naquela sexta-feira também não precisava trabalhar; Damián tinha dito para ele voltar na segunda, assim se adaptava à nova vida… e que vida! Tinha tudo o que queria ao seu alcance. Pensou na sua família lá no Chaco, que, mesmo não estando mal financeiramente, não podiam nem sonhar com esses luxos. E ele também não podia contar com detalhes como vivia, porque não queria chocá-los com suas novas experiências… uma situação complicada.
Continuou lendo; estava quente, mas à sombra dava para aguentar. O parque o fascinava; ao redor não havia casas altas, e os grandes muros que cercavam a residência faziam daquele um lugar discreto.
Ele viu que Liliana fazia suas tarefas sem tirar os olhos dele, realmente tinha ficado com vontade e ele teve uma ideia: se despiu e entrou na piscina. Ela não perdeu nenhum detalhe do trajeto dele pelado da espreguiçadeira até a água, ele nadou um pouco e ficou na borda, relaxando na água...
— Você é que tá se divertindo, hein? — disse a moça.
— E você, não tem dez minutos pra parar um pouco? — respondeu Pedro. — Tô com tanta vontade de tomar uns mates...
— Tá bom — respondeu Liliana. — Quinze minutos, e só porque eu já ia fazer mesmo...
A moça se aproximou com tudo necessário para tomar uns mates com Pedro, que saiu da piscina e sentou-se nu na espreguiçadeira. Ela lhe entregou um mate e disse:
— Você vai ficar pelado o dia todo?
— Não!... Só um pouco até eu secar — respondeu Pedro, que não conseguiu segurar a ereção que a situação de estar nu diante da moça lhe causou.
— Nossa, como a gente tá, hein! — disse Liliana ao ver seu pau bem duro. — Olha só, ele teve muita ação ontem à noite... é incansável... Toma o mate que eu cuido disso.
Liliana lhe entregou um mate e depois se ajoelhou diante de seu pau, acariciou-o um pouco e começou a lambê-lo. Pegou a cabeça entre seus dedos e lambeu suas bolas, depois continuou com a língua até o tronco e lambeu em círculos a cabeça... em seguida, envolveu-o com seus lábios e o engoliu... e não o tirou mais da boca... subia e descia, provocando suspiros do rapaz, que se esparramou na espreguiçadeira, fechando os olhos e aproveitando o boquete que estava recebendo.
Quando não aguentou mais, entregou seu néctar na boca da moça... vários jatos fortes de esperma quente que foram engolidos por ela sem desperdício, deixando o pau de Pedro limpo e sem vestígios do acontecido.
Ele ficou esparramado na espreguiçadeira, e Liliana foi para a cozinha — precisava preparar o almoço porque, à uma hora, Vero chegaria. Depois, vestiu-se e foi vê-lo:
— Te devo uma chupada na buceta — ele disse – e prometo te deixar toda espalhada e sem forças, como você me deixou agora há pouco…
– Tô te cobrando essa promessa! – ela disse, dando um beijinho nele.
Os dois começaram a rir.
Por volta de uma hora, Vero chegou e eles almoçaram. Conversaram sobre banalidades e sobre como ela estava se adaptando à casa nova, à vida nova.
– Se alimenta bem e descansa, porque hoje à noite tem festa de boas-vindas – Vero disse a ela – …mas não do jeito que você tá imaginando… hoje tem joguinho novo, a gente já combinou com o Damián.
– E você não adianta nada pra mim?
– Não… surpresa até hoje à noite…
A tarde passou tranquila, Pedro aproveitou para estudar um pouco, já que na segunda-feira teria que voltar ao trabalho e à faculdade, mas hoje só o aguardava a festa de boas-vindas… o que será que esses dois estavam aprontando?
Damián chegou por volta das sete da noite, o jantar seria por volta das nove. Pedro tomou um banho e se vestiu um pouco mais formalmente – notou que os jantares na casa eram assim, o momento em que todos estavam juntos e aproveitavam para se ver e contar como tinha sido o dia.
Jantaram e conversaram, depois foram para a sala tomar café e ouvir música. Isso eles sempre faziam quando tinha festa à noite, era uma maneira de fazer a prévia: conversa, boa música e carícias. Pedro já tinha vivido isso e assim estava acontecendo de novo… As carícias foram ficando mais intensas e os três seguiram para o quarto do casal.
Trocaram beijos, carícias e lambidas até ficarem os três pelados. Foi aí que Vero explicou o joguinho daquela noite.
Os homens fariam sexo entre eles enquanto ela assistia e se masturbava.
Ela se sentou na poltrona confortável do quarto enquanto os homens começavam a se acariciar. Não demorou para Damián se colocar entre as pernas do garoto e lamber seu pau duro. Ficou assim um bom tempo, até se aproximar do ouvido dele e sussurrar algo.
Vero estava recostada na poltrona, com as pernas abertas, uma de cada lado dos apoios de braço, e seus dedos começando a brincar em sua buceta molhada.
Damián se posicionou em… quatro, com a cabeça entre os travesseiros e Pedro começou a lamber seu cu, com muita saliva como seu amigo Willy lhe ensinara.
Damián gemía, curtindo aquela lambida, e Vero também, muito excitada com a situação e pela masturbação que estava fazendo.
Com a cabeça de seu pau apoiada no cu de Damián, Pedro olhou para Vero que, sem parar de se masturbar, observava tudo, e com uma investida de quadril, enfiou tudo de uma vez, provocando um grito de dor e prazer em Damián e uma gozada forte de Vero, suada, entre espasmos e sem parar de se tocar.
Começou a cavalgada, Pedro curtia o cu apertado de Damián, sentia um prazer enorme, Damián gemida a cada investida do garoto e Vero chegou ao orgasmo várias vezes ao ver seus dois machos brincando de não sê-lo.
Em um momento, Pedro saiu do cu de Damián, num movimento planejado pelos dois antes, deitou-se ao lado dele e começou a chupar seu pau. Damián fez o mesmo com o de Pedro e começou um luxurioso 69, cheio de lambidas, chupadas, saliva, carícias e gemidos que se misturavam com os de Vero e suas punhetas furiosas... Quantas vezes ela tinha gozado?... Sua transpiração e seu rosto perdido diziam que eram muitas.
O 69 continuava a todo vapor, assim como a masturbação de Vero. Em um momento, Pedro entrou em espasmos, gozando na boca de Damián, que não demorou muito para encher a boca do garoto de porra.
Damián se aproximou da boca de sua mulher e entregou a porra do garoto, e Pedro fez o mesmo com a de seu marido. Assim, Vero bebeu até a última gota das duas gozadas, limpando com sua língua as duas bocas...
Pedro se retirou para seu quarto, foi tomar banho e deitou-se. Estava sem sono, a experiência tinha sido muito intensa e ele não conseguia dormir.
Dava voltas na cama, lembrou-se de Doris, sentiu sua falta, tinha ficado com vontade de uma buceta bem suculenta e, embora não tenha desgostado de transar com Damián, ainda queria uma buceta... e sabia onde encontrar uma bem disposta.
Levantou-se sorrateiramente, no quarto da... o casal havia apenas silêncio... Ele desceu as escadas sem fazer barulho e foi direto para o quarto de Liliana.
A garota dormia de bruços, destapada, estava calor. Ela usava uma camiseta como camisola, que deixava sua bunda generosa à mostra, e foi para lá que Pedro se dirigiu. Subindo na cama muito lentamente, ele afundou a língua nela e começou a dar um beijo negro apaixonado.
Liliana acordou de repente e se virou, deixando o rapaz com a boca sobre a buceta. Ele a lambeu e disse: "Vim cumprir minha promessa".
Ela não resistiu e, em pouco tempo, gemeu de prazer diante da chupada intensa que estava recebendo.
A buceta de Liliana começou a liberar seus fluidos em abundância, e ele os bebia, juntando-os com a língua, absorvendo-os com a boca. Seu clitóris vermelho e inchado era um brinquedo entre seus lábios, e a garota logo presenteou-o com seu primeiro orgasmo.
Ele continuou, lambendo sua buceta com desespero. O segundo orgasmo de Liliana foi mais forte, mas Pedro não parou. O terceiro veio com muitas contrações.
Pedro estava com o rosto encharcado, mas seguiu com seu trabalho... No quarto orgasmo, Liliana teve que morder o travesseiro para não gritar. Quando se recuperou, agarrou o rapaz pelos cabelos e pediu que ele a metesse. Pedro não fez cerimônia, enfiou até o fundo e, segurando-a pela nuca, começou a cavalgá-la com tanta força que toda a foda foi entre espasmos e gritos de Liliana.
Quando Pedro acabou e se retirou de dentro de Liliana, a garota não conseguia reagir. Ficaram abraçados por um tempo, e depois o rapaz foi para seu quarto, tomou o terceiro banho da noite e caiu desmaiado na cama.
Já tô resolvendo essas paradas e vocês vão ter a história com muito mais frequência... Curtam aí!!!
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http://www.poringa.net/posts/relatos/2555305/Adoptado-Cap-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2575756/Adoptado-cap-4.htmlPedro acordou na manhã seguinte por volta das 10h, vestiu-se com o que estava usando na noite anterior e desceu para tomar café da manhã.
Lá, Liliana havia preparado um bom café.
— Recupera tuas forças… ontem à noite te deixamos molinho, né? — disse ela.
— Você ouviu o que aconteceu? — perguntou o rapaz, surpreso.
— Não preciso — respondeu ela —, conhecendo a dona Vero, consigo imaginar perfeitamente como ela te deixou… haha…
— Te faço uma pergunta… aqui é sempre assim?… você participa dos jogos sexuais dela? — disse Pedro, que estava querendo entender como era a vida naquela casa.
— Olha, aqui é melhor se deixar levar pelos acontecimentos — respondeu a moça —, não tente descobrir muito e viva o que te acontecer da melhor maneira… e no que me diz respeito… olha, eu fiquei com vontade… já vou te pegar de novo!
Os dois riram, e o rapaz terminou o café e foi para o quarto estudar um pouco. Abriu as cortinas e viu que era um dia espetacular, o parque estava exuberante. Mesmo estando no fim de março, estava bem quente; o outono daquele ano tinha sido mais quente que o normal. Olhando o parque, ele percebeu que quase não o conhecia e ficou com vontade de passar o resto da manhã lá. Pegou seu livro e uma toalha, caso resolvesse entrar na piscina, e desceu.
Acomodou-se numa espreguiçadeira e começou a ler. Naquela sexta-feira também não precisava trabalhar; Damián tinha dito para ele voltar na segunda, assim se adaptava à nova vida… e que vida! Tinha tudo o que queria ao seu alcance. Pensou na sua família lá no Chaco, que, mesmo não estando mal financeiramente, não podiam nem sonhar com esses luxos. E ele também não podia contar com detalhes como vivia, porque não queria chocá-los com suas novas experiências… uma situação complicada.
Continuou lendo; estava quente, mas à sombra dava para aguentar. O parque o fascinava; ao redor não havia casas altas, e os grandes muros que cercavam a residência faziam daquele um lugar discreto.
Ele viu que Liliana fazia suas tarefas sem tirar os olhos dele, realmente tinha ficado com vontade e ele teve uma ideia: se despiu e entrou na piscina. Ela não perdeu nenhum detalhe do trajeto dele pelado da espreguiçadeira até a água, ele nadou um pouco e ficou na borda, relaxando na água...
— Você é que tá se divertindo, hein? — disse a moça.
— E você, não tem dez minutos pra parar um pouco? — respondeu Pedro. — Tô com tanta vontade de tomar uns mates...
— Tá bom — respondeu Liliana. — Quinze minutos, e só porque eu já ia fazer mesmo...
A moça se aproximou com tudo necessário para tomar uns mates com Pedro, que saiu da piscina e sentou-se nu na espreguiçadeira. Ela lhe entregou um mate e disse:
— Você vai ficar pelado o dia todo?
— Não!... Só um pouco até eu secar — respondeu Pedro, que não conseguiu segurar a ereção que a situação de estar nu diante da moça lhe causou.
— Nossa, como a gente tá, hein! — disse Liliana ao ver seu pau bem duro. — Olha só, ele teve muita ação ontem à noite... é incansável... Toma o mate que eu cuido disso.
Liliana lhe entregou um mate e depois se ajoelhou diante de seu pau, acariciou-o um pouco e começou a lambê-lo. Pegou a cabeça entre seus dedos e lambeu suas bolas, depois continuou com a língua até o tronco e lambeu em círculos a cabeça... em seguida, envolveu-o com seus lábios e o engoliu... e não o tirou mais da boca... subia e descia, provocando suspiros do rapaz, que se esparramou na espreguiçadeira, fechando os olhos e aproveitando o boquete que estava recebendo.
Quando não aguentou mais, entregou seu néctar na boca da moça... vários jatos fortes de esperma quente que foram engolidos por ela sem desperdício, deixando o pau de Pedro limpo e sem vestígios do acontecido.
Ele ficou esparramado na espreguiçadeira, e Liliana foi para a cozinha — precisava preparar o almoço porque, à uma hora, Vero chegaria. Depois, vestiu-se e foi vê-lo:
— Te devo uma chupada na buceta — ele disse – e prometo te deixar toda espalhada e sem forças, como você me deixou agora há pouco…
– Tô te cobrando essa promessa! – ela disse, dando um beijinho nele.
Os dois começaram a rir.
Por volta de uma hora, Vero chegou e eles almoçaram. Conversaram sobre banalidades e sobre como ela estava se adaptando à casa nova, à vida nova.
– Se alimenta bem e descansa, porque hoje à noite tem festa de boas-vindas – Vero disse a ela – …mas não do jeito que você tá imaginando… hoje tem joguinho novo, a gente já combinou com o Damián.
– E você não adianta nada pra mim?
– Não… surpresa até hoje à noite…
A tarde passou tranquila, Pedro aproveitou para estudar um pouco, já que na segunda-feira teria que voltar ao trabalho e à faculdade, mas hoje só o aguardava a festa de boas-vindas… o que será que esses dois estavam aprontando?
Damián chegou por volta das sete da noite, o jantar seria por volta das nove. Pedro tomou um banho e se vestiu um pouco mais formalmente – notou que os jantares na casa eram assim, o momento em que todos estavam juntos e aproveitavam para se ver e contar como tinha sido o dia.
Jantaram e conversaram, depois foram para a sala tomar café e ouvir música. Isso eles sempre faziam quando tinha festa à noite, era uma maneira de fazer a prévia: conversa, boa música e carícias. Pedro já tinha vivido isso e assim estava acontecendo de novo… As carícias foram ficando mais intensas e os três seguiram para o quarto do casal.
Trocaram beijos, carícias e lambidas até ficarem os três pelados. Foi aí que Vero explicou o joguinho daquela noite.
Os homens fariam sexo entre eles enquanto ela assistia e se masturbava.
Ela se sentou na poltrona confortável do quarto enquanto os homens começavam a se acariciar. Não demorou para Damián se colocar entre as pernas do garoto e lamber seu pau duro. Ficou assim um bom tempo, até se aproximar do ouvido dele e sussurrar algo.
Vero estava recostada na poltrona, com as pernas abertas, uma de cada lado dos apoios de braço, e seus dedos começando a brincar em sua buceta molhada.
Damián se posicionou em… quatro, com a cabeça entre os travesseiros e Pedro começou a lamber seu cu, com muita saliva como seu amigo Willy lhe ensinara.
Damián gemía, curtindo aquela lambida, e Vero também, muito excitada com a situação e pela masturbação que estava fazendo.
Com a cabeça de seu pau apoiada no cu de Damián, Pedro olhou para Vero que, sem parar de se masturbar, observava tudo, e com uma investida de quadril, enfiou tudo de uma vez, provocando um grito de dor e prazer em Damián e uma gozada forte de Vero, suada, entre espasmos e sem parar de se tocar.
Começou a cavalgada, Pedro curtia o cu apertado de Damián, sentia um prazer enorme, Damián gemida a cada investida do garoto e Vero chegou ao orgasmo várias vezes ao ver seus dois machos brincando de não sê-lo.
Em um momento, Pedro saiu do cu de Damián, num movimento planejado pelos dois antes, deitou-se ao lado dele e começou a chupar seu pau. Damián fez o mesmo com o de Pedro e começou um luxurioso 69, cheio de lambidas, chupadas, saliva, carícias e gemidos que se misturavam com os de Vero e suas punhetas furiosas... Quantas vezes ela tinha gozado?... Sua transpiração e seu rosto perdido diziam que eram muitas.
O 69 continuava a todo vapor, assim como a masturbação de Vero. Em um momento, Pedro entrou em espasmos, gozando na boca de Damián, que não demorou muito para encher a boca do garoto de porra.
Damián se aproximou da boca de sua mulher e entregou a porra do garoto, e Pedro fez o mesmo com a de seu marido. Assim, Vero bebeu até a última gota das duas gozadas, limpando com sua língua as duas bocas...
Pedro se retirou para seu quarto, foi tomar banho e deitou-se. Estava sem sono, a experiência tinha sido muito intensa e ele não conseguia dormir.
Dava voltas na cama, lembrou-se de Doris, sentiu sua falta, tinha ficado com vontade de uma buceta bem suculenta e, embora não tenha desgostado de transar com Damián, ainda queria uma buceta... e sabia onde encontrar uma bem disposta.
Levantou-se sorrateiramente, no quarto da... o casal havia apenas silêncio... Ele desceu as escadas sem fazer barulho e foi direto para o quarto de Liliana.
A garota dormia de bruços, destapada, estava calor. Ela usava uma camiseta como camisola, que deixava sua bunda generosa à mostra, e foi para lá que Pedro se dirigiu. Subindo na cama muito lentamente, ele afundou a língua nela e começou a dar um beijo negro apaixonado.
Liliana acordou de repente e se virou, deixando o rapaz com a boca sobre a buceta. Ele a lambeu e disse: "Vim cumprir minha promessa".
Ela não resistiu e, em pouco tempo, gemeu de prazer diante da chupada intensa que estava recebendo.
A buceta de Liliana começou a liberar seus fluidos em abundância, e ele os bebia, juntando-os com a língua, absorvendo-os com a boca. Seu clitóris vermelho e inchado era um brinquedo entre seus lábios, e a garota logo presenteou-o com seu primeiro orgasmo.
Ele continuou, lambendo sua buceta com desespero. O segundo orgasmo de Liliana foi mais forte, mas Pedro não parou. O terceiro veio com muitas contrações.
Pedro estava com o rosto encharcado, mas seguiu com seu trabalho... No quarto orgasmo, Liliana teve que morder o travesseiro para não gritar. Quando se recuperou, agarrou o rapaz pelos cabelos e pediu que ele a metesse. Pedro não fez cerimônia, enfiou até o fundo e, segurando-a pela nuca, começou a cavalgá-la com tanta força que toda a foda foi entre espasmos e gritos de Liliana.
Quando Pedro acabou e se retirou de dentro de Liliana, a garota não conseguia reagir. Ficaram abraçados por um tempo, e depois o rapaz foi para seu quarto, tomou o terceiro banho da noite e caiu desmaiado na cama.
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