Fala, galera! Hoje vou contar pra vocês o que rolou quando eu tinha acabado de fazer 18 anos.
Naquela época, eu estudava durante o inverno e, quando chegava o verão, nas férias, eu ia pra praia trabalhar. Durante esses períodos de trampo, eu morava na casa da minha irmã, que era mais velha que eu — temos uma diferença de idade de 10 anos. Ela era casada e o marido dela trabalhava na região.
Como eu falei, eu trabalhava como garçom e não faltavam oportunidades de ir pra cama com alguma turista. Eu era um cara jovem, bonitão, e as estrangeiras, principalmente, não perdiam a chance de arrumar um rolo.
Minha irmã tinha um relacionamento normal com o parceiro — não era algo de explodir de paixão, mas acho que se davam bem. O negócio é que ele passava o tempo todo trabalhando, e eu também, embora meu horário fosse mais da tarde até de madrugada.
Numa dessas voltas pra casa depois do trampo, quando entrei no apartamento, como era tarde, entrei na silenciosa. Ao passar pela porta do quarto da minha irmã, ouvi um barulho. Não pude deixar de dar uma espiadinha lá dentro, e o que vi me excitou pra caralho.
Vi minha irmã de joelhos em cima do marido, sentando na pica dele, de costas pra ele, enquanto se acariciava os peitos. Ela tava de olhos fechados e uma carinha de quem tava aproveitando ao máximo. Subia e descia na pica do marido, e de vez em quando se tocava no clitóris. Os gemidos iam aumentando. Eu, vendo aquilo, fiquei com o pau duro como uma rocha. Então, sem pensar duas vezes, tirei ele da calça e comecei a me masturbar. Quanto mais altos os gemidos, mais rápido eu batia uma. Assim, eu e minha irmã gozamos juntos. Quando me dei conta e olhei pro rosto dela, vi que ela tava me encarando nos olhos.
Fiquei pálido, não sabia o que fazer. Ela, por outro lado, tava com um sorriso de orelha a orelha. Fechei a porta e, sem fazer barulho, fui pro meu quarto. Depois de me limpar da gozada... Me meti na cama, mas a imagem da minha irmã nua fodendo daquele jeito me excitou e não pude evitar me masturbar de novo. Quando gozei, acabei dormindo.
Quando acordei, a primeira coisa que veio na minha mente foram as imagens da noite anterior. Depois, fiquei pensando em como encararia minha irmã naquela manhã. A dúvida se desfez na mesma hora, porque minha irmã bateu na porta:
— Luis, posso entrar? — perguntou.
— Sim, só um momento (me cobri com o lençol, já que dormia pelado). Já pode, entra.
Meu pau endureceu de novo, virou uma pedra. O lençol quase não conseguia disfarçar minha ereção quando ela entrou no meu quarto com um robe que deixava entrever os peitos e o corpo bem definido. Ela não estava de calcinha, então, sem ver tudo claramente, dava pra adivinhar o corpo perfeitamente.
Ela se aproximou da cama e, sem tirar os olhos do volume que meu pau fazia debaixo do lençol, sentou nela:
— Luis, queria falar com você sobre o que aconteceu ontem à noite.
— Me perdoa (interrompi). Não vai se repetir. Não sei o que deu, mas quando cheguei em casa, ouvi uns barulhos e, quando olhei, não consegui evitar ficar excitado e me masturbar vendo você.
— Agradeço sua sinceridade. Na verdade, a culpa foi minha por não ter fechado a porta. Então, tá esquecido, aqui não aconteceu nada.
— Por mim, de acordo. Já vou levantar.
— Beleza, te espero na cozinha pra tomar um café.
Ela se levantou, me deu um beijo — ou melhor, um selinho — nos lábios enquanto passava a mão no meu pau e, virando-se, foi saindo do quarto. Já na porta, virou, me olhou e disse:
— De qualquer forma, espero que você tenha gostado do que viu.
E saiu, fechando a porta atrás de si.
Isso me deixou desnorteado. O que significava tudo aquilo? Que ela tinha feito de propósito? Que queria algo mais comigo? Já veríamos mais tarde. Naquele momento, com a tesão que eu tava, só pensava em bater uma boa punheta em homenagem a ela. Quando terminei, tomei um banho frio e, depois de me vestir, fui. Para a cozinha.
Lá estava ela me esperando pra tomar o café prometido:
– Você demorou muito, o que aconteceu?
– Preciso ser sincero: entre o que rolou ontem à noite e como você tá vestida agora, precisei “aliviar a pressão”, como você deve entender, ninguém é de pedra. E mesmo sendo minha irmã, a verdade é que você é muito gostosa, e não sei o que eu teria feito.
– Fico feliz que você seja tão sincero. E, falando em sinceridade, meu relacionamento com meu marido, embora seja bom, tá faltando um pouco de “pimenta”, não sei se você me entende.
– Acho que sim. Me parece que você precisa de mais sexo na sua vida.
– É, podemos dizer que sim. E a verdade é que não quero procurar isso fora de casa; acho que meu marido não merece.
– Bom, a verdade é que, se não fôssemos irmãos, eu te daria, mas essa barreira eu não consigo pular.
Houve um longo silêncio, tempo suficiente pra eu me arrepender do que tinha dito, mas era algo que eu tentaria consertar com um pouco de tempo. E comecei naquele mesmo momento:
– Bom, tenho que ir trabalhar. Adorei falar tão abertamente com você. E fica claro que, da minha parte, sempre achei que barreiras existem pra serem derrubadas.
Levantei e dei um beijo nos lábios dela, mais longo que o dela, e deixei minha língua tocar os lábios dela. Quando ela ia abrir a boca pra me devolver o beijo, me afastei, olhei pra ela, acariciei um peito dela e fui embora.
Naquele dia no trabalho, tive a “sorte” de pegar uma francesinha loira de olhos azuis que tava de férias e que conseguiu tirar minha irmã da minha cabeça por uns dois dias. O sexo com ela não era espetacular, mas foi muito bom. Naquele fim de semana, juraria que vi minha irmã e o marido dela numa varanda de uma cafeteria perto, vigiando meus passos, ou pelo menos foi o que pareceu. O caso é que parecia que tudo voltava ao normal, mas que longe da realidade.
Quando a francesinha foi embora na manhã seguinte, na cozinha, falei de novo com minha irmã:
– E aí, Luis? Parece que você tá muito ocupado ultimamente.
– A verdade é que sim. Hoje eu tô de folga e, se você quiser, a gente podia ir pra praia.
– Acho ótimo, a gente se prepara e vai.
– Então bora, não vamos perder mais tempo.
Fomos pra uma praiazinha de nudismo que ela conhecia e já tinha ido várias vezes. Como a gente ia só por um tempinho, levamos só as toalhas e cada um com seu sungão. Quando a gente deitou na areia, ela tirou o sutiã, mostrando aqueles peitos deliciosos, e, como não queria se queimar no sol, começou a passar protetor.
– Se quiser, passo o protetor em você.
– Você só quer é meter a mão em mim.
– Claro, cê duvida? Você é a mina mais gostosa da praia, não vou perder essa chance.
– Ah, puxa-saco, passa o protetor e me dá logo.
Peguei o frasco e comecei pelas costas dela, fui descendo devagar até a raba, parei seco e falei:
– Já que a gente tá numa praia de nudismo, por que não tira a parte de baixo e eu continuo passando o protetor?
– Sabe que não é má ideia.
Deitada como tava, ela tirou a calcinha do biquíni e, de bruços, falou:
– Agora continua passando o protetor.
Sem perder tempo, joguei creme na bunda dela e fui espalhando com os dedos, de vez em quando acariciando o cuzinho dela e chegando até os lábios da buceta, deixando meus dedos passarem por ali. De repente, ela virou:
– Agora na frente.
Ali estava ela, de barriga pra cima, em todo o esplendor. Podia ver ela completamente pelada, com minhas mãos tremendo de tesão. Comecei a passar o protetor nos ombros, fui descendo devagar pros peitos, onde fiquei um tempão. Os biquinhos dela ficaram duros, igual meu pau, que já tava soltando líquido pré-seminal e deixando o sungão molhado. Continuei com o creme pela barriga e fui descendo devagar até a xereca dela, que tava toda depilada. Com os dedos, voltei a acariciar os lábios da buceta, que dessa vez encontrei completamente melados do tesão dela. Terminei com as pernas e falei:
– Pronto, vou dar um mergulho.
– Mas tira o sungão, é uma praia de nudismo.
– Já. Mas tô com uma ereção de cavalo e assim não sei o que o povo ia pensar.
— Anda, não seja véio.
Tirei a sunga e ela não tirava os olhos de mim:
— Puta merda, Luis, cê cresceu mesmo, que cock mais linda você tem, até me dá água na boca de ver, entre o que cê me mostra e a massagem que cê me deu, não sei como me seguro e não te chupo aqui mesmo.
— Anda, vamos pra água ver se esse fogo baixa.
Fomos até a água e, quando já estávamos nela, ela se colocou atrás de mim, se agarrou e cruzou as pernas em volta de mim, me fazendo um "aguadilla". Consegui me soltar, peguei ela pela frente e ela cruzou as pernas de novo em mim, agora minha cock tava cutucando a buceta dela. Ficamos assim um tempo, e, olhando nos olhos dela, dei um beijo na boca onde, pela primeira vez, nossas línguas se tocaram, nossas salivas se trocando de boca em boca. Quando nos separamos, falei:
— Que tal a gente ir pra casa e terminar o que começamos aqui?
— Pois eu queria que você metesse essa cock agora que minha buceta tá bem em cima.
— É tentador, mas tenho mais coisas na mente pra fazer com seu corpo, anda, vamos.
— Tá bom, vamos.
Juntamos tudo rápido e fomos pra casa. Quando chegamos, ela disse:
— Vou tomar um banho rápido.
— Beleza.
Quando ela tava no chuveiro, entrei, tirei a sunga e, entrando no banho com ela, abracei ela e nos fundimos num beijo eterno. Minha cock tava explodindo, ela sentiu, levantou a perna e, pegando minha cock, levou até a entrada da buceta dela e, assim mesmo, meti de uma vez. Ela gemeu e nós dois começamos um movimento de mete e tira feroz. O tesão que a gente tava era muito forte e, quando eu falei:
— Vou gozar, não consigo evitar.
— Eu também quero, os dois juntos. Goza dentro, quero sentir o calor do seu cum aaghhhhh……yaaaaaa.
— Isso, toma todo meu leiteeee aaaghhhhhhh……
Nós dois gozamos. O tesão era tão forte que não deu pra aguentar muito. Terminamos de nos ducharmos entre carícias e beijos, depois de nos secarmos fomos pro quarto dela e deitamos na cama, lá percorremos nossos corpos com as mãos:
- Adorei foder com você, queria isso há muito tempo.
- Então é só o começo, porque eu quero mais de você.
Beijei ela na boca e devagar fui descendo com minha língua até os peitos dela, coloquei o mamilo na minha boca e chupei com vontade, ele ficou bem duro, depois fiz o mesmo com o outro e segui descendo pela barriga até chegar nos lábios da buceta dela, onde comecei a brincar com minha língua, procurei o clitóris dela e comecei a brincar com ele.
Ela se derretia em gemidos e pegando no meu pau começou a chupar com uma maestria digna de uma amante tão gostosa, enquanto eu na buceta dela estava quase fazendo ela gozar na minha boca:
- Luis, quem te ensinou a fazer isso com a língua? Vou gozar aaaaggghhhh……
- Isso, goza, quero beber seus sucos.
No momento em que ela gozou, enfiei um dedo no cu dela, o que acabou de deixar ela louca, mas ela não soltou meu pau e continuou chupando até eu não aguentar mais e gozar, ela não deixou escapar nem uma gota e se deitou em cima de mim, me deu um beijo na boca, nossos líquidos se misturaram nas nossas bocas, isso e a juventude fizeram meu pau continuar durinho.
- Que maravilha, Luis, você é um amante esplêndido, sabia que não ia me decepcionar, o que vou aproveitar com essa joia.
Ela pegava no meu pau e dava uns tapinhas.
- Você tem todo o mérito, além disso, o fato de sermos irmãos me deixa doidão.
- Sim, mas você sabe que tem que ser segredo, ninguém, e repito, ninguém pode saber disso nunca.
- Sim, isso eu tenho bem claro, mas agora eu queria que você montasse em mim.
- Você é um safado charmoso, sabe o que quer.
- Sim, quero que você seja minha putinha pessoal, que não me diga "não" pra nada do que eu pedir.
- Tá bom, o que você quiser, se eu vou ser sua putinha, quero que você seja meu "gostoso".
Ela subiu em cima de mim, abriu as pernas, Olhando nos meus olhos, ela pegou meu pau e foi enfiando na buceta dela até desaparecer inteiro dentro dela, enquanto eu acariciava os peitos dela, ela começou um movimento pra frente e pra trás com meu pau dentro dela. Eu me levantei e comecei a chupar os peitos dela, de vez em quando agarrava a bunda dela e empurrava contra mim, fazendo a penetração ficar mais funda. Ficamos assim por um tempo, os gemidos dela cada vez mais fortes.
— Você vai rasgar minha buceta, não consigo gozar uma vez que já vem outra, você é um monstro, não para, continua, faz minha buceta virar água.
— Vou partir essa buceta deliciosa que você tem, agora fica de quatro que vou te comer por trás.
— O que você quiser, meu amor, sou sua putinha, faz o que quiser comigo.
Ela ficou de quatro e eu meti meu pau por trás de uma só vez, isso fez ela gozar. Eu, com a proximidade da gozada anterior, conseguia aguentar um pouco mais. Enquanto comia ela por trás, massageava o cu dela, e ele se dilatou na hora:
— Vejo que seu cu já foi penetrado várias vezes.
— Sim, adoro quando enfiam no meu cu.
— Então se prepara que vou meter meu pau até minhas bolas baterem na sua buceta.
— Sim, por favor, enfia no meu cu, quero que você seja dono de todos os meus buracos.
Dito e feito, tirei da buceta dela e coloquei no cu dela. Comecei a empurrar devagar, e minha cabeça desapareceu num piscar de olhos. Continuei empurrando até minhas bolas baterem na buceta dela. Comecei um vai e vem devagar pra aproveitar mais o cu dela, mas não demorei pra acelerar.
— Sim, meu amor, continua furando meu cu assim, você tá me deixando louca de prazer.
— Vou inundar seu cu com meu leite, vai sair meu leite pela sua boca.
Nesse momento, com uma mão agarrei um peito dela e com a outra massageava o clitóris.
— Aaahhh... isso, filho da puta, que orgasmo foda você tá me fazendo ter, não para.
— Isso, putinha, eu também tô chegando lá, toma meu Porra, que delícia... aaaghhhh...
Nós dois gozamos juntos num orgasmo divino, a bunda apertadinha dela foi o estopim pra uma gozada foda, caímos os dois exaustos na cama e nos perdemos num abraço e num beijo de cinema.
— Luis, não sabia que você era tão bom amante, acho que esse verão vai ser inesquecível, pelo menos pra mim.
— Acho que você tem razão, esse verão vai ser inesquecível pros dois, com esse corpaço que você tem e a putaria de poder comer minha irmã mais velha, não vou dar sossego pra sua buceta, acho que você não vai passar mais fome de pau.
— Isso é certo, com meu irmãozinho vou dar o dia todo e com meu marido à noite, vou ficar bem satisfeita. Além disso, pode gozar dentro de mim à vontade, porque decidimos ter filhos, e se eu engravidar ninguém vai estranhar, e não me importo de quem é o pai, amo vocês dois.
— Eu também te amo e tô pronto pra saborear cada cantinho do seu corpo.
— Tá, mas agora vamos tomar banho e arrumar tudo isso, porque meu marido não demora e não quero que ele descubra.
— Combinado. Aliás, espero que não tenha se incomodado com a linguagem que usei com você, é que saiu por causa da excitação do momento.
— Eu sei, se você percebeu, comigo acontece a mesma coisa, no auge da excitação, falar essas palavras me deixa com muito tesão.
Entre beijos e carícias, arrumamos tudo e fomos tomar banho juntos, onde metemos mais uma vez de cinema. Quando o marido dela chegou, parecia que não tinha acontecido nada. Naquela mesma noite, ouvi eles transando no quarto.
Minha irmã tinha razão, foi um verão inesquecível, em que não precisei mais pegar nenhuma turista. Aliás, com o tempo, eles tiveram uma filha, e até hoje não sei se pode ser minha ou não. Pra falar a verdade, não me importo, porque também acabei tendo relações com ela, mas isso é outra história.
Se vocês gostaram dessa história, vou contar outras aventuras com minha irmã e o que rolou com a filha dela. Até logo. Compartilho porque gostei da história, valeu.
Naquela época, eu estudava durante o inverno e, quando chegava o verão, nas férias, eu ia pra praia trabalhar. Durante esses períodos de trampo, eu morava na casa da minha irmã, que era mais velha que eu — temos uma diferença de idade de 10 anos. Ela era casada e o marido dela trabalhava na região.
Como eu falei, eu trabalhava como garçom e não faltavam oportunidades de ir pra cama com alguma turista. Eu era um cara jovem, bonitão, e as estrangeiras, principalmente, não perdiam a chance de arrumar um rolo.
Minha irmã tinha um relacionamento normal com o parceiro — não era algo de explodir de paixão, mas acho que se davam bem. O negócio é que ele passava o tempo todo trabalhando, e eu também, embora meu horário fosse mais da tarde até de madrugada.
Numa dessas voltas pra casa depois do trampo, quando entrei no apartamento, como era tarde, entrei na silenciosa. Ao passar pela porta do quarto da minha irmã, ouvi um barulho. Não pude deixar de dar uma espiadinha lá dentro, e o que vi me excitou pra caralho.
Vi minha irmã de joelhos em cima do marido, sentando na pica dele, de costas pra ele, enquanto se acariciava os peitos. Ela tava de olhos fechados e uma carinha de quem tava aproveitando ao máximo. Subia e descia na pica do marido, e de vez em quando se tocava no clitóris. Os gemidos iam aumentando. Eu, vendo aquilo, fiquei com o pau duro como uma rocha. Então, sem pensar duas vezes, tirei ele da calça e comecei a me masturbar. Quanto mais altos os gemidos, mais rápido eu batia uma. Assim, eu e minha irmã gozamos juntos. Quando me dei conta e olhei pro rosto dela, vi que ela tava me encarando nos olhos.
Fiquei pálido, não sabia o que fazer. Ela, por outro lado, tava com um sorriso de orelha a orelha. Fechei a porta e, sem fazer barulho, fui pro meu quarto. Depois de me limpar da gozada... Me meti na cama, mas a imagem da minha irmã nua fodendo daquele jeito me excitou e não pude evitar me masturbar de novo. Quando gozei, acabei dormindo.
Quando acordei, a primeira coisa que veio na minha mente foram as imagens da noite anterior. Depois, fiquei pensando em como encararia minha irmã naquela manhã. A dúvida se desfez na mesma hora, porque minha irmã bateu na porta:
— Luis, posso entrar? — perguntou.
— Sim, só um momento (me cobri com o lençol, já que dormia pelado). Já pode, entra.
Meu pau endureceu de novo, virou uma pedra. O lençol quase não conseguia disfarçar minha ereção quando ela entrou no meu quarto com um robe que deixava entrever os peitos e o corpo bem definido. Ela não estava de calcinha, então, sem ver tudo claramente, dava pra adivinhar o corpo perfeitamente.
Ela se aproximou da cama e, sem tirar os olhos do volume que meu pau fazia debaixo do lençol, sentou nela:
— Luis, queria falar com você sobre o que aconteceu ontem à noite.
— Me perdoa (interrompi). Não vai se repetir. Não sei o que deu, mas quando cheguei em casa, ouvi uns barulhos e, quando olhei, não consegui evitar ficar excitado e me masturbar vendo você.
— Agradeço sua sinceridade. Na verdade, a culpa foi minha por não ter fechado a porta. Então, tá esquecido, aqui não aconteceu nada.
— Por mim, de acordo. Já vou levantar.
— Beleza, te espero na cozinha pra tomar um café.
Ela se levantou, me deu um beijo — ou melhor, um selinho — nos lábios enquanto passava a mão no meu pau e, virando-se, foi saindo do quarto. Já na porta, virou, me olhou e disse:
— De qualquer forma, espero que você tenha gostado do que viu.
E saiu, fechando a porta atrás de si.
Isso me deixou desnorteado. O que significava tudo aquilo? Que ela tinha feito de propósito? Que queria algo mais comigo? Já veríamos mais tarde. Naquele momento, com a tesão que eu tava, só pensava em bater uma boa punheta em homenagem a ela. Quando terminei, tomei um banho frio e, depois de me vestir, fui. Para a cozinha.
Lá estava ela me esperando pra tomar o café prometido:
– Você demorou muito, o que aconteceu?
– Preciso ser sincero: entre o que rolou ontem à noite e como você tá vestida agora, precisei “aliviar a pressão”, como você deve entender, ninguém é de pedra. E mesmo sendo minha irmã, a verdade é que você é muito gostosa, e não sei o que eu teria feito.
– Fico feliz que você seja tão sincero. E, falando em sinceridade, meu relacionamento com meu marido, embora seja bom, tá faltando um pouco de “pimenta”, não sei se você me entende.
– Acho que sim. Me parece que você precisa de mais sexo na sua vida.
– É, podemos dizer que sim. E a verdade é que não quero procurar isso fora de casa; acho que meu marido não merece.
– Bom, a verdade é que, se não fôssemos irmãos, eu te daria, mas essa barreira eu não consigo pular.
Houve um longo silêncio, tempo suficiente pra eu me arrepender do que tinha dito, mas era algo que eu tentaria consertar com um pouco de tempo. E comecei naquele mesmo momento:
– Bom, tenho que ir trabalhar. Adorei falar tão abertamente com você. E fica claro que, da minha parte, sempre achei que barreiras existem pra serem derrubadas.
Levantei e dei um beijo nos lábios dela, mais longo que o dela, e deixei minha língua tocar os lábios dela. Quando ela ia abrir a boca pra me devolver o beijo, me afastei, olhei pra ela, acariciei um peito dela e fui embora.
Naquele dia no trabalho, tive a “sorte” de pegar uma francesinha loira de olhos azuis que tava de férias e que conseguiu tirar minha irmã da minha cabeça por uns dois dias. O sexo com ela não era espetacular, mas foi muito bom. Naquele fim de semana, juraria que vi minha irmã e o marido dela numa varanda de uma cafeteria perto, vigiando meus passos, ou pelo menos foi o que pareceu. O caso é que parecia que tudo voltava ao normal, mas que longe da realidade.
Quando a francesinha foi embora na manhã seguinte, na cozinha, falei de novo com minha irmã:
– E aí, Luis? Parece que você tá muito ocupado ultimamente.
– A verdade é que sim. Hoje eu tô de folga e, se você quiser, a gente podia ir pra praia.
– Acho ótimo, a gente se prepara e vai.
– Então bora, não vamos perder mais tempo.
Fomos pra uma praiazinha de nudismo que ela conhecia e já tinha ido várias vezes. Como a gente ia só por um tempinho, levamos só as toalhas e cada um com seu sungão. Quando a gente deitou na areia, ela tirou o sutiã, mostrando aqueles peitos deliciosos, e, como não queria se queimar no sol, começou a passar protetor.
– Se quiser, passo o protetor em você.
– Você só quer é meter a mão em mim.
– Claro, cê duvida? Você é a mina mais gostosa da praia, não vou perder essa chance.
– Ah, puxa-saco, passa o protetor e me dá logo.
Peguei o frasco e comecei pelas costas dela, fui descendo devagar até a raba, parei seco e falei:
– Já que a gente tá numa praia de nudismo, por que não tira a parte de baixo e eu continuo passando o protetor?
– Sabe que não é má ideia.
Deitada como tava, ela tirou a calcinha do biquíni e, de bruços, falou:
– Agora continua passando o protetor.
Sem perder tempo, joguei creme na bunda dela e fui espalhando com os dedos, de vez em quando acariciando o cuzinho dela e chegando até os lábios da buceta, deixando meus dedos passarem por ali. De repente, ela virou:
– Agora na frente.
Ali estava ela, de barriga pra cima, em todo o esplendor. Podia ver ela completamente pelada, com minhas mãos tremendo de tesão. Comecei a passar o protetor nos ombros, fui descendo devagar pros peitos, onde fiquei um tempão. Os biquinhos dela ficaram duros, igual meu pau, que já tava soltando líquido pré-seminal e deixando o sungão molhado. Continuei com o creme pela barriga e fui descendo devagar até a xereca dela, que tava toda depilada. Com os dedos, voltei a acariciar os lábios da buceta, que dessa vez encontrei completamente melados do tesão dela. Terminei com as pernas e falei:
– Pronto, vou dar um mergulho.
– Mas tira o sungão, é uma praia de nudismo.
– Já. Mas tô com uma ereção de cavalo e assim não sei o que o povo ia pensar.
— Anda, não seja véio.
Tirei a sunga e ela não tirava os olhos de mim:
— Puta merda, Luis, cê cresceu mesmo, que cock mais linda você tem, até me dá água na boca de ver, entre o que cê me mostra e a massagem que cê me deu, não sei como me seguro e não te chupo aqui mesmo.
— Anda, vamos pra água ver se esse fogo baixa.
Fomos até a água e, quando já estávamos nela, ela se colocou atrás de mim, se agarrou e cruzou as pernas em volta de mim, me fazendo um "aguadilla". Consegui me soltar, peguei ela pela frente e ela cruzou as pernas de novo em mim, agora minha cock tava cutucando a buceta dela. Ficamos assim um tempo, e, olhando nos olhos dela, dei um beijo na boca onde, pela primeira vez, nossas línguas se tocaram, nossas salivas se trocando de boca em boca. Quando nos separamos, falei:
— Que tal a gente ir pra casa e terminar o que começamos aqui?
— Pois eu queria que você metesse essa cock agora que minha buceta tá bem em cima.
— É tentador, mas tenho mais coisas na mente pra fazer com seu corpo, anda, vamos.
— Tá bom, vamos.
Juntamos tudo rápido e fomos pra casa. Quando chegamos, ela disse:
— Vou tomar um banho rápido.
— Beleza.
Quando ela tava no chuveiro, entrei, tirei a sunga e, entrando no banho com ela, abracei ela e nos fundimos num beijo eterno. Minha cock tava explodindo, ela sentiu, levantou a perna e, pegando minha cock, levou até a entrada da buceta dela e, assim mesmo, meti de uma vez. Ela gemeu e nós dois começamos um movimento de mete e tira feroz. O tesão que a gente tava era muito forte e, quando eu falei:
— Vou gozar, não consigo evitar.
— Eu também quero, os dois juntos. Goza dentro, quero sentir o calor do seu cum aaghhhhh……yaaaaaa.
— Isso, toma todo meu leiteeee aaaghhhhhhh……
Nós dois gozamos. O tesão era tão forte que não deu pra aguentar muito. Terminamos de nos ducharmos entre carícias e beijos, depois de nos secarmos fomos pro quarto dela e deitamos na cama, lá percorremos nossos corpos com as mãos:
- Adorei foder com você, queria isso há muito tempo.
- Então é só o começo, porque eu quero mais de você.
Beijei ela na boca e devagar fui descendo com minha língua até os peitos dela, coloquei o mamilo na minha boca e chupei com vontade, ele ficou bem duro, depois fiz o mesmo com o outro e segui descendo pela barriga até chegar nos lábios da buceta dela, onde comecei a brincar com minha língua, procurei o clitóris dela e comecei a brincar com ele.
Ela se derretia em gemidos e pegando no meu pau começou a chupar com uma maestria digna de uma amante tão gostosa, enquanto eu na buceta dela estava quase fazendo ela gozar na minha boca:
- Luis, quem te ensinou a fazer isso com a língua? Vou gozar aaaaggghhhh……
- Isso, goza, quero beber seus sucos.
No momento em que ela gozou, enfiei um dedo no cu dela, o que acabou de deixar ela louca, mas ela não soltou meu pau e continuou chupando até eu não aguentar mais e gozar, ela não deixou escapar nem uma gota e se deitou em cima de mim, me deu um beijo na boca, nossos líquidos se misturaram nas nossas bocas, isso e a juventude fizeram meu pau continuar durinho.
- Que maravilha, Luis, você é um amante esplêndido, sabia que não ia me decepcionar, o que vou aproveitar com essa joia.
Ela pegava no meu pau e dava uns tapinhas.
- Você tem todo o mérito, além disso, o fato de sermos irmãos me deixa doidão.
- Sim, mas você sabe que tem que ser segredo, ninguém, e repito, ninguém pode saber disso nunca.
- Sim, isso eu tenho bem claro, mas agora eu queria que você montasse em mim.
- Você é um safado charmoso, sabe o que quer.
- Sim, quero que você seja minha putinha pessoal, que não me diga "não" pra nada do que eu pedir.
- Tá bom, o que você quiser, se eu vou ser sua putinha, quero que você seja meu "gostoso".
Ela subiu em cima de mim, abriu as pernas, Olhando nos meus olhos, ela pegou meu pau e foi enfiando na buceta dela até desaparecer inteiro dentro dela, enquanto eu acariciava os peitos dela, ela começou um movimento pra frente e pra trás com meu pau dentro dela. Eu me levantei e comecei a chupar os peitos dela, de vez em quando agarrava a bunda dela e empurrava contra mim, fazendo a penetração ficar mais funda. Ficamos assim por um tempo, os gemidos dela cada vez mais fortes.
— Você vai rasgar minha buceta, não consigo gozar uma vez que já vem outra, você é um monstro, não para, continua, faz minha buceta virar água.
— Vou partir essa buceta deliciosa que você tem, agora fica de quatro que vou te comer por trás.
— O que você quiser, meu amor, sou sua putinha, faz o que quiser comigo.
Ela ficou de quatro e eu meti meu pau por trás de uma só vez, isso fez ela gozar. Eu, com a proximidade da gozada anterior, conseguia aguentar um pouco mais. Enquanto comia ela por trás, massageava o cu dela, e ele se dilatou na hora:
— Vejo que seu cu já foi penetrado várias vezes.
— Sim, adoro quando enfiam no meu cu.
— Então se prepara que vou meter meu pau até minhas bolas baterem na sua buceta.
— Sim, por favor, enfia no meu cu, quero que você seja dono de todos os meus buracos.
Dito e feito, tirei da buceta dela e coloquei no cu dela. Comecei a empurrar devagar, e minha cabeça desapareceu num piscar de olhos. Continuei empurrando até minhas bolas baterem na buceta dela. Comecei um vai e vem devagar pra aproveitar mais o cu dela, mas não demorei pra acelerar.
— Sim, meu amor, continua furando meu cu assim, você tá me deixando louca de prazer.
— Vou inundar seu cu com meu leite, vai sair meu leite pela sua boca.
Nesse momento, com uma mão agarrei um peito dela e com a outra massageava o clitóris.
— Aaahhh... isso, filho da puta, que orgasmo foda você tá me fazendo ter, não para.
— Isso, putinha, eu também tô chegando lá, toma meu Porra, que delícia... aaaghhhh...
Nós dois gozamos juntos num orgasmo divino, a bunda apertadinha dela foi o estopim pra uma gozada foda, caímos os dois exaustos na cama e nos perdemos num abraço e num beijo de cinema.
— Luis, não sabia que você era tão bom amante, acho que esse verão vai ser inesquecível, pelo menos pra mim.
— Acho que você tem razão, esse verão vai ser inesquecível pros dois, com esse corpaço que você tem e a putaria de poder comer minha irmã mais velha, não vou dar sossego pra sua buceta, acho que você não vai passar mais fome de pau.
— Isso é certo, com meu irmãozinho vou dar o dia todo e com meu marido à noite, vou ficar bem satisfeita. Além disso, pode gozar dentro de mim à vontade, porque decidimos ter filhos, e se eu engravidar ninguém vai estranhar, e não me importo de quem é o pai, amo vocês dois.
— Eu também te amo e tô pronto pra saborear cada cantinho do seu corpo.
— Tá, mas agora vamos tomar banho e arrumar tudo isso, porque meu marido não demora e não quero que ele descubra.
— Combinado. Aliás, espero que não tenha se incomodado com a linguagem que usei com você, é que saiu por causa da excitação do momento.
— Eu sei, se você percebeu, comigo acontece a mesma coisa, no auge da excitação, falar essas palavras me deixa com muito tesão.
Entre beijos e carícias, arrumamos tudo e fomos tomar banho juntos, onde metemos mais uma vez de cinema. Quando o marido dela chegou, parecia que não tinha acontecido nada. Naquela mesma noite, ouvi eles transando no quarto.
Minha irmã tinha razão, foi um verão inesquecível, em que não precisei mais pegar nenhuma turista. Aliás, com o tempo, eles tiveram uma filha, e até hoje não sei se pode ser minha ou não. Pra falar a verdade, não me importo, porque também acabei tendo relações com ela, mas isso é outra história.
Se vocês gostaram dessa história, vou contar outras aventuras com minha irmã e o que rolou com a filha dela. Até logo. Compartilho porque gostei da história, valeu.
3 comentários - Minha irmã e meu melhor verão