Meus pais eram um daqueles casamentos onde o marido é um machista de merda que só vive na farra e gastando dinheiro sem o menor respeito pela família e pela mulher. No caso dos meus, a parada era ainda mais pesada, porque meu pai não tinha ofício nem benefício nenhum até casar com minha mãe.
Meu pai, caixeiro-viajante, conheceu minha mãe numa das visitas dele ao povoado, e hoje eu penso que ele descobriu que ela era filha única e que os pais dela tinham bons terrenos de lavoura. Começou o cerco, e minha mãe, uma pobre coitada que nunca tinha tido namorado até então, caiu que nem uma patinha. Não demorou nem um ano pra casarem, e pelos costumes da época, que já davam como certo que se a mulher não engravidasse rápido era porque o cara não prestava, um ano depois do casamento eu vim ao mundo.
Meu pai não demorou a mostrar sua verdadeira cara: machista, bruto, agressivo, intolerante, farrista. Quando voltava bêbado pra casa, descontava a agressividade na minha mãe, dando umas surras do caralho. A vida da minha mãe era um inferno, mas naquela época essas coisas não eram denunciadas. Eu, que via cenas terríveis, tinha um medo danado dele.
Era comum ele sumir por dias e dias, se justificando dizendo que tava cuidando dos negócios, quando na verdade a casa se mantinha graças às terras da minha mãe.
Minha pobre mãe era uma senhora criada à moda antiga, naquela ideia de que a gente tem que aguentar o que o senhor manda e que, acima de tudo, o marido sempre tem razão, mesmo que te dê uma surra.
Nos muitos dias que meu pai passava fora do povoado, minha mãe e eu dormíamos juntos. Ela me disse que tinha medo de dormir sozinha, e eu, que dormia no outro canto do casarão, embora não falasse por medo da reação do meu pai, mais que medo, tinha pânico do escuro e dos barulhos da casa à noite. Sonhava com meu pai, tinha medo dele até dormindo.
Eu tinha dez anos. Quando meu pai um dia fez a mala e nunca mais vimos ele, uns dizem que foi embora com uma artista do circo que tinha visitado a cidade durante as festas, outros que ele tinha uma amante na capital, e alguns que tinham visto ele dirigindo um ônibus no aeroporto de Barcelona.
No mesmo dia em que meu pai bateu a porta, eu me mudei como se fosse a coisa mais natural do mundo para a cama da minha mãe.
Ainda lembro daqueles dias em que eu e minha mãe dormíamos abraçados, sentindo o calor um do outro e, acima de tudo, sentindo que dormíamos protegidos, que nada nem ninguém podia nos machucar. Pouca defesa um podia fazer pelo outro, mas estar juntos nos dava confiança.
Para mim, um menino tímido, sem amigos, medroso (acho agora que por causa da brutalidade do meu pai), dormir abraçado na minha mãe me dava toda a segurança que me faltava.
A noite virou o melhor momento do dia. Com aquela idade, e dada minha inocência natural, o que me fazia feliz, abraçado na minha mãe, era a segurança de que ela me protegia. Quanto a mim, eu achava que seria capaz de matar quem tentasse fazer mal a ela, e isso incluía meu pai.
Me acostumei a dormir abraçado naquelas carnes generosas, no calor dela, no seu amparo, e na minha inocência, tanto dormia agarrado nos peitos dela quanto encostado na bunda dela. A bunda dela me encantava. Ela toda me encantava.
E assim, com toda a ingenuidade, os anos passaram, fui pra escola, terminei o Ensino Médio e minha mãe sugeriu que eu fosse pra capital continuar os estudos.
Minha resposta foi categórica: Eu fico aqui com você, não quero ir pra capital.
A verdade é que só de pensar em ir sozinho pra capital, onde não conhecia ninguém e que eu imaginava cheia de perigos, me dava um medo danado. Tudo que estivesse fora dos muros de casa e dos braços da minha mãe me assustava.
Ela aceitou, com a condição de que a partir daquele momento eu ajudasse ela na administração das nossas terras.
No meio de La Mancha, os verões costumam ser quentes, e de vez em quando, quentíssimos. O que caiu no meu aniversário de 16 anos quebrou todos os recordes: o termômetro durante o dia chegava a 43 graus, e à noite mal refrescava.
Foi nesse verão que minha mãe, no meio da noite, se levantou e tirou a camisola. Eu, que tenho o sono leve, vi tudo, mas fingi que estava dormindo. Naquela noite, curti acariciar a carne nua da minha mãe e gostei pra caralho.
Na manhã seguinte, enquanto preparava meu café da manhã, minha mãe disse:
— Que calor que passei essa noite, não conseguia dormir e no fim tirei a camisola. Hoje mesmo compramos um ventilador.
— Eu também dormi muito mal, acordava encharcado de suor, mas se pra você adiantou tirar a camisola, essa noite durmo sem pijama.
E desse jeito tão simples, nós dois passamos a dormir pelados e nunca mais, nem no inverno, voltamos a dormir com roupa.
Com 16 anos, os hormônios começam a ferver, e dormir abraçado na carne nua da minha mãe me dava uma excitação do caralho, algo novo pra mim, que eu não sabia como aliviar.
Uma manhã, nós dois ainda na cama, notei que tinha os ovos como dois damascos, e duros como duas pedras, doíam pra cacete e tinham doído a noite inteira. Contei pra minha mãe.
— Deixa eu ver.
Mostrei minha inflamação e, depois de superar a surpresa, ela disse:
— O que você tem é um tesão danado. Não sabe como se livrar disso?
— Não, mãe, se soubesse já teria resolvido. Tá doendo muito.
— Mamãe vai tirar isso de você, relaxa e deixa eu fazer.
E minha mãe, com a maior naturalidade do mundo, e eu acho que naquele momento por razões terapêuticas, pegou na minha piroca e fez uma punheta, a primeira punheta da minha vida. No meio das ondas de prazer que iam e vinham, e que eu achava que iam acabar comigo, enquanto ela se esforçava com meu pau, eu na tranquilidade de que era algo que fazia todo dia, acariciei os peitos dela. Notei algo novo: os mamilos dela ficaram duros como duas pedras. Ela não disse nada, me deixou fazer.
Quando minha excitação já estava no máximo, a melhor explicação que me ocorreu foi dizer: você vai me matar de gosto. Ela entendeu o que estava rolando comigo, colocou a mão que estava livre tampando minha cabecinha e assim evitou que meu gozo espirrasse pelo quarto todo. Como era a primeira vez que eu gozava, aquela experiência foi para mim como se tivesse levado um choque, fiquei morto e completamente saciado de prazer.
- Já vai ver como agora a dor passa.
E foi assim, em pouco tempo minhas bolas tinham voltado ao tamanho normal e não doíam mais.
- Mãe, isso que você fez comigo me deu muito prazer, achei que ia morrer de gosto. Só pode fazer quando eu estiver com dor ou dá pra fazer sem precisar sentir dor?
- Olha, filho, pode fazer sem precisar sentir dor, mas você não pode ficar o dia inteiro batendo punheta. Se quiser, a gente faz um trato: quando sentir que tá com muita vontade, me fala que eu te ajudo, mas com a condição de que você não se toque sozinho.
- Tá bom, mãe, quando sentir vontade eu falo e você me ajuda.
Tentei fazer sozinho, mas a experiência não foi tão boa quanto quando minha mãe me tocou, então decidi obedecer e pedir pra ela me tocar.
A partir dessa decisão, eu precisava da ajuda da minha mãe umas duas vezes por dia e ela me ajudava. Em algumas ocasiões, pedia pra ela me masturbar (eu nem sabia que tinha esse nome) quando já estávamos na cama pra dormir. Uma noite ela fez uma masturbação deliciosa que me deixou destruído, mas ao contrário do que sempre acontecia, dessa vez, em vez de dormir na hora, o sono não veio, mas não falei nada pra minha mãe, achando que ia pegar no sono em pouco tempo.
Completamente Acordo e, como sempre, abraçado na minha mãe, notei que ela abria as pernas porque a que estava apoiada em mim passou por cima da minha e senti que, com a mão dela, ela estava fazendo algo que eu não sabia o quê.
Notei que a respiração dela ficava ofegante, que com a outra mão ela acariciava os peitos e que, aos poucos, os movimentos dela foram ficando mais violentos e de respirar forte passou a gemer. A primeira coisa que pensei foi que ela estava passando mal e quase a interrompi, mas ouvi-la dizer bem baixinho:
- Ai que gostoso, que tesão me dá fazer punheta pro meu filho, que prazer, que prazer tão grande, vou gozar, vou gozar, to gozando, to goooozando.
De uma atividade frenética, ela passou a se desmoronar, embora a respiração ainda estivesse ofegante. Essa foi a primeira vez que vi minha mãe se masturbando.
A partir daquele dia, me segurei para poder pedir que ela me tocasse quando já estávamos na cama, e então eu ficava acordado até ouvir minha mãe se dando prazer. Ouvir ela me deixava tão excitado que, mais de uma vez, fiquei tentado a, depois que ela terminava, pedir que ela me batesse de novo, mas não fiz. Já que ela me deu tanto prazer me tocando, eu estava louco para retribuir tocando nela, mas não tinha coragem.
Uma noite em que nós dois parecíamos especialmente excitados, e a prova foi que minha descarga foi enorme e que minha mãe, depois de me limpar, me deu um beijo na cabeça do meu pau e disse:
- Com 17 anos você já é um homem, tem uma peça que vai fazer feliz a mulher que estiver com você. Boa noite, filho.
Fingi que estava dormindo e minha mãe começou a se tocar. Continuei fingindo que estava dormindo, mas como que por acaso, minha mão foi parar em cima da dela, em cima da mão com que ela estava se masturbando. Senti os movimentos que ela fazia e hesitei em desistir. Quando estava prestes a fazer isso, minha mãe tirou a mão da buceta dela e, no lugar... coloquei a minha. Comecei a acariciar aquela mata de cabelo e o que sentia por baixo quando ouvi minha mãe me dizer:
- Devagar meu amor, devagar, acaricia devagar a sua mãe, me toca na rachinha, aí, onde sentir umidade, suavinho, agora sobe um pouquinho mais pra cima, aí nesse grelinho, me dá suave no meu grelinho, meu amor, que você tá me matando de prazer. Então você quer fazer com a sua mãe o que ela faz com você, e dar prazer pra ela. Você quer fazer uma punheta pra mim, meu amor?
- Sim, mãe, quero te tocar e te dar prazer. Quero que você sinta o que eu sinto quando você me toca.
Seguindo, entendendo eu, conhecimentos ancestrais, continuei acariciando a buceta cada vez com mais habilidade, animado pelo que minha mãe continuava me dizendo:
- Assim, meu amor, assim, continua que você me dá muito prazer, continua.
E eu continuei, teria continuado a vida inteira, mas minha mãe disse que estava chegando (eu não sabia aonde) que estava chegando, que ia gozar. E com um grito longo que mostrava o prazer dela, me pediu pra parar, que já tinha gozado.
Naquela noite, depois que fiz uma punheta na minha mãe pela primeira vez, também experimentei uma coisa nova:
Minha mãe me abraçou e juntou a língua dela com a minha. A sensação foi tão excitante pra mim que fiquei duro de novo. Minha mãe percebeu:
- Meu menino ficou grosso de novo, mas por hoje já deu, uma coisa é sentir prazer, outra é virar vício. Vamos dormir, minha vida. Você me fez muito feliz e me deu muito prazer.
Dos 16 aos 18 anos, minha mãe e eu continuamos fazendo punheta um no outro todo dia, já não precisava de desculpas, tanto eu quanto ela, sem precisar de mais explicações, a gente dizia:
- Tô com vontade.
E o outro já partia pra ação.
Nos primeiros dias depois que eu masturbava minha mãe, era eu quem pedia pra ela, mas com o tempo minha mãe foi perdendo a vergonha e passou a pedir sexo com a mesma naturalidade que eu. Isso sim, muito feminina ela me preparava armadilhas.
- Filho, vem aqui me ajudar um pouco, ela me chamava do quarto dela.
E quando eu chegava, encontrava ela deitada na cama, com as saias levantadas e a buceta no ar.
- Olha aqui o que eu tenho, que tá me coçando muito, meu amor.
Também gostava de me chamar quando estava limpando as prateleiras mais altas da cozinha, subida numa escada. Pedia pra eu segurar ela pra não cair. Ela já cuidava de eu ver que tava sem calcinha e, quando percebia que eu tava besta olhando, me dizia:
- Tô com muita vontade, meu amor, você tá afim de dar prazer pra sua mãe?
Como eu disse, minha mãe foi perdendo toda a vergonha e adorava me provocar.
Descobrimos que o que mais dava gosto era nos tocar ao mesmo tempo, ou seja, toda vez que minha mãe me dizia que tava com vontade, antes mesmo de começar a tocar nela, eu já tinha baixado as calças. Não tinha um dia em que a gente não fizesse pelo menos duas punhetas, embora tivesse dias de quatro e até cinco. Éramos como dois macacos punheteiros, dedicados à masturbação dia e noite.
Minha mãe, que em tudo mandava, uma noite me disse:
- Você tomou banho?
- Sim, mãe, tomei banho de manhã.
- Então vai e toma de novo, acabei de tomar. Olha como eu cheiro bem.
Sem muita vontade, fiz o que ela queria e voltei pra cama mais limpo que um pires.
- Vou ficar de barriga pra cima como estou, e você vai ficar virado pros pés da cama, em cima de mim. Quero que você me lamba com a língua na minha buceta (minha mãe era clara no falar, pra ela uma buceta era uma buceta e um pau era um pau). Faz o mesmo que você faz com a mão, mas com a língua. Eu vou fazer algo parecido, vou fazer você gozar, mas com a minha boca.
Assim que tive a buceta da minha mãe ao alcance, ataquei, passei minha língua de cima pra baixo enquanto sentia ela chupando meu pau. A buceta da minha mãe tinha gosto de sabonete primeiro, de Feno de Pravia, mas conforme continuei lambendo, novos sabores apareceram, sabor de mulher, sabor de tesão. Só de sentir aqueles aromas que eu desconhecia já me excitava pra caralho. Continuei passando a língua sem saber se tava agradando ela, já que a boca dela tava ocupada com meu pau e não dava pra conversar.
Devo ter feito direito, porque ela gozou. Percebi quando soltou um suspiro longo, largou o serviço por um instante e falou:
— Tô gozando, meu amor, tô gozando.
Na mesma hora voltou ao que tava fazendo e não parou até meu leite jorrar, enchendo a boca e a garganta dela.
— Gostou, meu amor?
— Me deu muito prazer, mais do que quando eu me toco. Foi muito gostoso. Temos que repetir.
Essa nova experiência trouxe uma novidade pros nossos jogos. Agora, quando minha mãe me chamava lá de cima da escada, em vez de fazer ela descer, eu subia pra chupar a buceta dela, enfiar a cara entre as nádegas e dar prazer com minha língua.
Quem ler isso pode pensar que eu vivia atormentado pelo que a gente fazia todo dia. Nada disso. Eu era feliz dando prazer pra ela sempre que precisava, e ela, três quartos do mesmo. Pra mim, o fato dela ser minha mãe era só mais um motivo pro nosso prazer ser completo. Eu amava ela, era meu porto seguro, minha proteção, quem tinha se dedicado a mim desde que nasci e a pessoa que eu mais queria fazer feliz nesse mundo. Aliás, como eu não tinha amigos que me contassem as coisas, achava que todo filho e toda mãe faziam exatamente o que a gente fazia.
O treino constante fez com que nós dois virássemos uns virtuoses no uso das línguas. Minha mãe adorava que, nas minhas investidas, eu desse atenção pro cu dela. Sentir minha língua no cu dela a enlouquecia, mesmo que às vezes fingisse raiva:
— Tive um filho porco que adora meter a língua no meu cu. Você é um viciado e um pervertido, mas me deixa louca. Continua me dando. língua nesse rabão todo que é seu, continua, porco, que você é um porco.
Não falei até agora que minha mãe é uma mulher absolutamente normal, nem tem pernas de infarto nem coxas de mármore. Ela é mais baixinha, os peitos caídos porque eu mamei até os três anos (minha mãe sabia que enquanto estivesse me amamentando não podia engravidar), mas lindos no tamanho, barriguinha, uma boa moita de pelos na virilha e umas coxas robustas e firmes. De rosto, eu achava ela linda, mas sabia que não era. Me teve com apenas 19 anos e agora, com só 36, a carne dela ainda conservava a consistência. Se algo tivesse que ser destacado, e eu na época não conseguia valorizar, era que o que ela mais gostava no mundo era foder e pra isso estava sempre disposta.
O 69 passou a ser nossa rotina diária. Chegar à noite, ir pro nosso quarto e eu subir em cima dela ou ela em cima de mim, era obrigatório.
E chegou um dia, pra mim como qualquer outro, em que eu completei 18 anos, minha mãe quis que a gente comemorasse e me convidou pra jantar na capital. Pegamos a van no início da tarde. Nessa hora ela ia quase vazia, o pessoal costumava pegá-la de manhã cedo. Sentamos no fundão, pelo menos uma dúzia de fileiras vazias na nossa frente. O trajeto era curto, mas como a estrada era uma merda, demorava quase uma hora. Assim que a viagem começou, minha mãe pegou minha mão e colocou por baixo da saia dela.
Subi ao longo das coxas dela até alcançar a calcinha, mas pra minha surpresa ela tinha deixado em casa. Mas não só isso, minha mãe tinha depilado a buceta.
- Viu que macio, queria te dar uma surpresa, dizem que isso só as putas fazem, mas hoje eu quero ser a maior vagabunda do Brasil com você. Quero que você seja o homem mais feliz do mundo.
E enquanto falava já tinha pegado no meu pau. Não enro lou, desabotoou minha calça, Agachou e, enquanto o ônibus sacudia, me fez um boquete que não parou até eu jorrar todo meu leite nela. Ela me pediu pra continuar tocando ela, que ela também queria gozar.
— Quero gozar igual uma puta, como te falei, hoje sou sua puta.
Continuei acariciando ela até que ela chegou a boca no meu ouvido e falou:
— Acabei de gozar, meu amor, gozei muito gostoso, você me deixa louca de prazer.
Seguimos conversando:
— Hoje é um dia muito importante pra nós dois. Hoje você faz 18 anos e já sabe que quem faz 18 na cidade, os pais levam pra puta naquela noite. Você não vai passar por essa experiência horrível. Você vai passar essa noite comigo e eu vou fazer você não sentir falta de nada. Quero te dar tudo. Até hoje não quis porque você ainda era um menino. Hoje você já é um homem. Hoje, se você quiser, começa uma nova vida pra nós.
A promessa que minha mãe acabara de me fazer me deixou a mil. Imaginei que naquela noite, finalmente, minha mãe e eu íamos foder, algo que eu desejava há meses, mas nunca tive coragem de pedir.
Jantamos num restaurante dos mais famosos da cidade. Tomamos uma garrafinha de vinho entre nós dois e, pra finalizar, um shot por conta da casa.
Durante o jantar, eu pensava se teríamos que pegar um táxi ou se o ônibus tinha viagem noturna. Minha mãe tirou minhas dúvidas:
— Reservei um quarto num hotel. Fica aqui perto.
Pra fazer o check-in, pediram documentos que comprovassem que éramos mãe e filho. As capitais de estado, naquela época, eram muito rígidas.
O quarto era grande, daqueles de hotel antigo, com uma cama enorme. Pra mim, que nunca tinha dormido num hotel, parecia a suíte do Ritz.
Antes de começar com outras tarefas, abracei minha mãe, levantei a saia dela até conseguir pegar as nádegas nuas com minhas mãos e falei:
— Você é a mulher mais maravilhosa do mundo. Nunca na minha vida teria sonhado... pra que ninguém me desse tanto prazer e me fizesse tão feliz. Hoje vou fazer de tudo pra que você sinta, pelo menos, o prazer e a felicidade que eu sinto com você. Tô morrendo de amor por você.
- Você também me faz muito feliz e me deixa louca de amor e de desejo. Vou te falar uma coisa que nunca mais vou repetir: um dia comigo me deu todo o prazer que não senti em 12 anos casada com seu pai. Eu, depois daquela experiência, achava que ficar com um homem na cama significava sofrer igual seu pai me fazia sofrer. Os homens me davam pânico. Os outros homens ainda me dão, mas com você o medo desapareceu. Agora aprendi que foder com você é a coisa mais gostosa do mundo.
A gente se beijou com toda a doçura do mundo.
Seguindo nosso costume desde que começamos a praticar o 69, fui pro chuveiro e, sabendo o que me esperava, lavei bem fundo meus genitais.
Quando voltei pro quarto, minha mãe foi tomar banho.
Quando ela saiu, vi que tinha preparado outra surpresa pra mim. Ela tava usando um conjunto de sutiã e calcinha fio dental preto, uma cinta-liga, meia-calça de cristal também preta e salto alto. Desde pequenininho, eu sempre amei lingerie, e meia fina preta me deixava de pau duro.
- Comprei pra você. Como te falei, hoje quero ser sua putinha, quero te conquistar, quero que você precise de mim todo dia, quero que não consiga viver sem mim nem um minuto. Quero ser a única mulher na sua vida.
Minha mãe pediu pra eu tirar o sutiã dela e depois a calcinha, e só de cinta-liga e meia ela se meteu na cama comigo.
A gente se abraçou e a sessão começou com beijos e carícias, sem pressa nenhuma, os dois aproveitando porque sabíamos o que vinha depois.
- Hoje, filho, é um dia muito importante pra nós dois. Hoje você faz 18 anos, e isso quer dizer que você não depende mais do que eu falo. Agora você é livre pra fazer o que quiser. Amanhã, se É isso que você quer, pode deixar nossa casa e eu não poderia impedir. Você me mataria de tristeza, mas eu não poderia impedir. Você já é um homem. E como homem que é, quero te fazer uma pergunta:
Você quer que eu seja sua mulher? E quando digo mulher, digo sua esposa, a mulher da sua vida, sua gostosa, sua puta, sua buceta, com quem você quer viver como se fôssemos casados, pelo resto da sua vida, sem nunca estar com outra mulher que não seja eu?
- Sim, mãe, eu quero que você seja minha mulher, minha esposa, não quero nenhuma outra mulher no mundo. Eu quero você.
- Eu sei que você me quer, eu também te quero, mas já não te quero como meu filho, te quero como meu homem e quero saber se você sente o mesmo.
- Eu já faz tempo que te quero como mulher, o fato de você ser minha mãe não tem a menor importância, quero viver com você como marido e mulher. Quero dormir na sua cama pelo resto da minha vida e preciso gozar do seu corpo todo dia.
- Eu também quero passar a vida dormindo na sua cama toda noite e sendo sua gostosa. Nunca mais me chame de mãe, me chame pelo meu nome, Maria. Eu também não vou mais te chamar de filho. E agora quero que você vá fazendo o que eu pedir. Vamos foder, meu amor (minha mãe sempre falava na lata). Vou te entregar meu corpo e você vai me dar o seu, e é muito importante que essa primeira experiência seja preciosa. Esta noite você vai pegar uma mulher por quem está apaixonado. Vai me fazer sua. Já notei que você está com o pau bem grosso, agora você precisa verificar que eu estou molhada, melhor se estiver bem molhada. Passa sua mão na minha buceta.
- Sua xota está ensopada, meu amor, muito mais do que outras vezes.
- Isso é sinal de que você me deixou com muito tesão, fiquei molhada o dia inteiro pensando que esta noite, finalmente, você ia me foder. Os sinais que o corpo dá não dá pra fingir, estou louca pra você meter seu pau, quero ter você dentro de mim. Agora você vai se ajoelhar entre minhas pernas e você vai enfiar seu pau na minha buceta, eu vou te ajudar abrindo ela. Quando sentir que tá na entrada, vai metendo devagarzinho.
Comecei minha manobra e no momento em que senti que estava na entrada, dei um pequeno empurrão.
- Aí não, meu amor, isso é meu cu, ele é virgem, ninguém nunca meteu lá, você tem que meter na minha buceta, um pouquinho mais pra cima.
Segui as instruções dela e entrei devagar até sentir que tinha encostado no fundo.
- Já meteu tudo, meu rei, sinto ele muito grosso e muito quente, você encheu minha xereca e isso me dá muito prazer. Agora começa a entrar e sair de mim, no começo devagar, quero que sinta como minha buceta abraça seu pau. Devagar, meu amor, mas empurrando até o fundo. Me agarra pelas nádegas e dá um dedinho no meu cu. Isso, aí, bem onde você queria meter antes. Bate de leve. Chupa meus peitos, meu amor.
Se tem uma coisa que a gente carrega no DNA, ou na memória coletiva, ou no cantinho mais escondido do cérebro, é como foder. Eu soube o que fazer desde o momento em que penetrei ela.
É verdade que começamos devagar, curtindo cada estocada, mas essa fase durou pouco e minha mãe, ao ver como eu ia tomando o controle da situação, parou de me dar instruções.
- Me fode, meu amor, me mata de prazer e de gosto, que há anos eu sonho com esse momento. Bate mais forte, fode sua mãe, safado, arrebenta minha buceta com esse pau divino que me deixa louca. Faz eu gozar como uma puta. Me estraçalha de prazer.
Enquanto isso, eu, como se tivesse sido possuído por um alien que tomou conta da minha vontade, comecei a bombar como um animal, dava pra dizer que queria partir ela ao meio na base da porrada de pau. Naquele momento, tudo que passava pela minha cabeça era dar prazer pra minha mulher, deixar ela louca de tesão.
- Você vai gozar dentro de mim, meu amor, vai me encher com seu leite.
- Sim, minha vida, vou te dar tudo, mas antes quero ver como tu se goza, como você morre de prazer com meu pau te fodendo.
- Você está me matando de prazer, tô muito tesuda e com muita vontade de gozar, mas queria esperar você.
- Não espera, se solta, e goza, e quando gozar, me fala.
- Ai meu amor, já tô gozando, gozo muito forte, muito forte, vêm ondas de prazer, tô gozando viva. Tô indo, minha vida, tô indo.
Ouvir minha mãe gozando aumentou, se é que era possível, minha excitação, a ideia de que a tinha feito minha explodiu na minha cabeça.
Continuei fodendo como se o orgasmo da minha mãe não me importasse, em busca do meu, pra minha surpresa quando tava nessa tarefa minha mãe me disse:
- Você tá me subindo de novo, me sobe de novo e vai me fazer gozar, vai me fazer gozar de novo, e agora mais forte, continua minha vida, continua.
Quando minha mãe me disse que tava gozando, que eu tava matando ela de prazer, senti que eu também queria morrer, uma corrente de prazer inundou todo meu corpo e senti como me descarregava nela. A dose deve ter sido grande porque minha mãe reagiu:
Te sinto, sinto que você tá me dando seu leite e ainda tô gozando, você me deixou muito no alto e sentindo seu leite entrando na minha buceta vai me fazer gozar de novo, minha vida, tô gozando de novo, você é um viciado e um sátiro que só quer me matar de tanto foder.
Descansamos um pouco.
Minha mãe me disse:
- Nunca na minha vida senti tanto prazer, gozei três vezes, e cada vez mais forte. Você gostou, meu amor? Eu fico louca quando você me fode, gozo como uma puta mais de uma vez e adoro sentir você me dando seu leite.
Minha resposta foi: Daqui pra frente não quero mais que a gente se toque nem se chupe, daqui pra frente vamos passar a vida fodendo. Me deu tanto prazer que não sei explicar. Jorrar meu leite dentro da sua buceta me deixa louco de prazer.
Ficamos deitados em na cama, recuperando o fôlego. Minha mãe me pediu pra trazer uma garrafa d'água do frigobar. Depois que nós dois demos uns bons goles, levei minha mão até a buceta da minha mulher e encontrei ela encharcada. Sem dizer uma palavra, me meti entre as pernas dela e a penetrei de novo.
— Saí com um amante tarado, não terminamos de foder e você já quer começar de novo. Teu pau ficou duro outra vez, bendita juventude.
— Quer que eu espere?
— Não, meu amor, sempre que você tiver vontade de me foder, não precisa me perguntar nada, me monta e me fode, que nunca vou te dizer não. Se eu tiver na cozinha fazendo o jantar e você ficar com vontade, levanta minha saia e me fode, se a gente tiver vendo TV e você ficar excitado, me deita no sofá e me fode. Daqui pra frente, pra facilitar as coisas pra você, nunca mais vou usar calcinha em casa e assim você vai ter sempre minha xota à disposição.
— E quando a vontade for sua?
— Aí eu vou abrir as pernas, vou colocar minha buceta à sua disposição e vou pedir pra você me foder.
Fodemos essa segunda vez como dois energúmenos, minha mãe dava pulos na cama no ritmo das minhas estocadas e um par de vezes ela disse que tava ficando tonta de prazer, que a cabeça tava indo embora. Ela ainda devia estar quente da foda anterior, porque não demorou pra dizer que tava gozando.
Eu, que não sou uma máquina e tinha acabado de descarregar minhas reservas, demorei mais que da outra vez pra gozar, e minha mãe descobriu que comigo por cima ela era capaz de encadear um orgasmo no outro. Ela subiu pro céu do prazer e ficou lá em cima o tempo todo que eu a estocava. Dessa vez não gozou várias vezes, teve um orgasmo que durou o tempo que eu aguentei sem gozar e, sem exagerar, foram pelo menos uns quinze minutos, mais de dez com certeza.
Tudo que ela disse foi:
— Você me fez gozar muito mais gostoso que da primeira vez, tive um orgasmo que durou o tempo todo que você Tive dentro de você. Se me foder assim toda vez, vai me viciar em sexo — bom, já sou. Que prazer tão gostoso, meu amor, não sei se vou aguentar gozar tão forte.
Minha mãe, nessa segunda transa, descobriu para o prazer dela e o meu que não era só multiorgásmica, mas que tinha a bênção de seus orgasmos durarem o quanto durasse sua excitação.
Dormi como uma pedra. Depois das minhas duas primeiras gozadas, minha mente apagou e meu cérebro desligou. Na manhã seguinte, acordei com uma luz entrando pela janela, levantei os cobertores e contemplei minha mãe semidespida, dormindo, vulnerável. Ela ainda não tinha tirado nem as ligas nem as meias. Como não podia ser diferente, fiquei de pau duro, lembrei da experiência do dia anterior e senti uma ereção tremenda. Devagar, tentando não acordá-la, comecei a acariciar a virilha dela. A maciez da carne dela, agora sem um pelo, só aumentava meu tesão. A bucetinha da minha mãe estava como era natural, mas não como eu queria: estava seca, e eu queria ela molhada. Acariciei com delicadeza e, do jeito mais natural, a boceta dela começou a fluir sem precisar da vontade dela. O corpo dela respondeu ao estímulo.
Assim que senti a umidade, afastei as coxas dela, me meti no meio e apontei minha vara para o lugar dela. Enfiei meu cacete na bainha dela e fiquei um momento só curtindo a penetração. Quando ia começar a meter e tirar, ouvi minha mãe dizer:
— Meu filho acordou com vontade de guerra. Traiçoeiro, sem avisar, meteu na mãe. Você é um doente, meu amor, mas que doença bendita. Que grossa eu sinto, e que dura. Você acordou muito excitado. Dá o pau pra sua mamãe, meu amor, não espera mais, porque já me deixou com tesão.
Tinha acontecido um fenômeno que durou para sempre, apesar de termos combinado o contrário. Pelo contrário, a verdade é que quando estávamos na cama, ou pra ser mais exato, quando estávamos fodendo, ela gostava de me chamar de meu menino, meu filho, filhinho, e eu adorava chamar ela de: mamãe, mamãezinha. Ser mãe e filho era, e ainda é, uma parada que aumentava ainda mais a nossa excitação.
Naquela manhã, descansados e excitados que nem uns macacos, a gente deu uma foda deliciosa. Em cada nova experiência, a gente descobria mais prazer. Naquela foda matinal, minha mãe inovou: quando eu falei que ia gozar, ela pediu pra eu tirar e esporrar nos peitos dela. Depois que eu jorrei tudo, ela juntou as gotas com a mão e, olhando nos meus olhos, levou à boca e comeu.
Totalmente inexperiente, eu, guiado por uma mulher que também não tinha lá muita experiência, a gente tinha tudo pra dar merda no nosso encontro sexual. Mas pra nós dois foi o Big Bang, a explosão do universo, a bomba de hidrogênio, o Krakatoa em erupção total. O mundo, durante o tempo que a gente tava fodendo, girava ao nosso redor. Eu senti minha mente sair do corpo e subir até o teto, me vi empurrando contra minha mãe como se o mundo fosse acabar. Senti que cada vez que enfiava meu pau nela, eu mergulhava numa profundidade sem fim, pra depois subir e chegar ao paraíso. Nosso prazer naquele hotel foi total, mil vezes melhor do que a melhor das nossas expectativas, e marcou pra sempre nossas vidas.
Foi minha mãe quem quebrou o silêncio.
— Quanto prazer você me dá e que tesuda você me deixa. Hoje à noite, depois que você me comeu que nem um bicho ontem, pensei que ainda tenho um presente pra te dar, quando você quiser receber.
— Como assim? Eu não preciso de mais nada, já tenho tudo, meu amor.
— Não, meu amor, tenho uma coisa que quero te dar e tenho certeza que vai te fazer muito feliz, quando você quiser. Vou entregar minha bunda pra você estrear, pra que seja seu pau que a profane e tome posse dela.
- Não preciso disso, mamãe.
- Você não precisa agora porque tá cheio de prazer, meu amor, mas um dia vai sentir vontade de me colocar de quatro e meter no meu cu, de me dominar inteira, de tomar posse completa da sua mulher. Filhinho, quero que você saiba que quando sentir essa necessidade de se apossar de todos os meus buracos, minha bunda vai estar à sua disposição. Nunca experimentei e não sei se vou gostar, mas quero te dar tudo.
Voltamos pra casa, e dessa vez o ônibus estava bem mais cheio, então só conseguimos nos tocar de leve. Mas deu pra perceber rapidinho que minha mãe, cumprindo a palavra, tinha ido sem calcinha.
A febre que nos sacudiu continuou, a gente transou todo santo dia por anos e, minha mãe tava certa, uma noite senti a necessidade de me apossar do último refúgio dela. E, de fato, sem avisar do que ia rolar (ela pensava que eu ia pegar ela por trás, como já tinha feito várias vezes), mas dessa vez meu plano era outro. Fui safado e enganei ela, meti como nos outros dias, mas fui preparando a bunda dela (já tinha feito isso antes e ela gostava). Quando achei que tava bem dilatada, tirei da buceta e apontei meu pau pro cu dela. Na hora ela percebeu minha manobra:
- Meu menino quer tomar posse do cu da mãe, safado, demorou hein, eu já tava doida pra sentir você profanando meu buraco. Vai devagar, meu amor, vai devagar até eu mandar.
Empurrei devagar até meu corpo bater nas nádegas dela.
- Já meti tudo, você tá muito gostosa assim de quatro com essa bunda empinada. Te machuquei, mamãe?
- Não, filhinho, não machucou nada, me deu prazer porque eu tava morrendo de vontade de te dar meu cu, senti você entrar muito gostoso. e me deixa muito excitado com todo esse seu pau enfiado no meu cu. Enquanto você me come com força, vou me tocar, me dá vontade de bater uma punheta enquanto você arrebenta meu rabo com esse pauzão que você tem hoje.
Foi uma experiência que a gente precisava ter, mas depois da emoção das primeiras enrabadas, agora que o tempo passou, a verdade é que eu só como o cu da minha mãe de vez em quando, e quase sempre por iniciativa dela. A explicação dela não é que ela goste mais de foder, o que ela gosta é de se sentir dominada, submissa, usada, escravizada pelo homem dela. É a submissão voluntária dela que a excita.
O tempo passou e, como é natural entre duas pessoas que se amavam tanto, pensamos muito seriamente em ter um filho. Nada eu desejava mais do que fazer uma barriga na mulher que amava, sonhava em me agarrar nos peitos dela e viver só do leite dela, assim como adorava a ideia de ver a barriga dela crescer. Nos informamos e chegamos à conclusão de que os riscos eram enormes e que seria um egoísmo enorme ter um filho dos dois.
Encontramos a solução na inseminação artificial com doador anônimo. Foi um sucesso total, porque Maria engravidou de primeira. Eu gozei vendo a barriga dela crescer e os peitos dela encherem. Ela deu à luz uma linda menina, que chamamos de Vitória. Quando ela se tornou mãe, tinha 38 anos, e eu tinha acabado de fazer 20.
Dezoito anos se passaram, dezoito anos em que nossa doença, nossa febre, nossa necessidade de foder todo dia não diminuiu nem um pouco. Nunca nesses anos aconteceu algo contra o que minha mãe me prometeu: toda vez que um de nós sentiu necessidade de sexo, de foder, o outro estava disponível. Tanto minha mãe quanto eu sentimos essa necessidade nos momentos mais inoportunos e nos lugares mais inusitados.
Com o tempo, compramos um carro pequeno e saímos de férias como qualquer casal, e isso nos permitiu aproveitar o anonimato e satisfazer nossos desejos nos lugares mais estranhos.
Nossa filha, loira, alta, olhos claros (não se parece com nenhum de nós dois), acabou de fazer 17 anos e é uma mulherzinha feliz. Às vezes me vem à cabeça o que devo fazer quando ela fizer 18, ela me adora, tanto que quando a mãe dela vai visitar os primos em Madri, ela adora vir para a cama comigo. O tempo dirá.
Conclusão: com o tempo, soube que o que rola entre minha mãe e eu se chama incesto e é muito malvisto pela sociedade. Na verdade, minha mãe e eu mantemos isso em segredo, mas ainda não entendemos com que autoridade alguém decide que duas pessoas que se amam não podem compartilhar seus corpos. Tirando o cuidado de não ter filhos, não dá pra entender a postura das autoridades. Casais homossexuais também não podem ter filhos e se casam. Se o mundo pudesse ver a felicidade que minha mãe e eu nos demos por anos, com certeza mudariam de opinião. Mães, não tenham o menor problema em foder com seus filhos, vocês vão sentir um prazer que desconhecem e que vai encher vocês de alegria.
Meu pai, caixeiro-viajante, conheceu minha mãe numa das visitas dele ao povoado, e hoje eu penso que ele descobriu que ela era filha única e que os pais dela tinham bons terrenos de lavoura. Começou o cerco, e minha mãe, uma pobre coitada que nunca tinha tido namorado até então, caiu que nem uma patinha. Não demorou nem um ano pra casarem, e pelos costumes da época, que já davam como certo que se a mulher não engravidasse rápido era porque o cara não prestava, um ano depois do casamento eu vim ao mundo.
Meu pai não demorou a mostrar sua verdadeira cara: machista, bruto, agressivo, intolerante, farrista. Quando voltava bêbado pra casa, descontava a agressividade na minha mãe, dando umas surras do caralho. A vida da minha mãe era um inferno, mas naquela época essas coisas não eram denunciadas. Eu, que via cenas terríveis, tinha um medo danado dele.
Era comum ele sumir por dias e dias, se justificando dizendo que tava cuidando dos negócios, quando na verdade a casa se mantinha graças às terras da minha mãe.
Minha pobre mãe era uma senhora criada à moda antiga, naquela ideia de que a gente tem que aguentar o que o senhor manda e que, acima de tudo, o marido sempre tem razão, mesmo que te dê uma surra.
Nos muitos dias que meu pai passava fora do povoado, minha mãe e eu dormíamos juntos. Ela me disse que tinha medo de dormir sozinha, e eu, que dormia no outro canto do casarão, embora não falasse por medo da reação do meu pai, mais que medo, tinha pânico do escuro e dos barulhos da casa à noite. Sonhava com meu pai, tinha medo dele até dormindo.
Eu tinha dez anos. Quando meu pai um dia fez a mala e nunca mais vimos ele, uns dizem que foi embora com uma artista do circo que tinha visitado a cidade durante as festas, outros que ele tinha uma amante na capital, e alguns que tinham visto ele dirigindo um ônibus no aeroporto de Barcelona.
No mesmo dia em que meu pai bateu a porta, eu me mudei como se fosse a coisa mais natural do mundo para a cama da minha mãe.
Ainda lembro daqueles dias em que eu e minha mãe dormíamos abraçados, sentindo o calor um do outro e, acima de tudo, sentindo que dormíamos protegidos, que nada nem ninguém podia nos machucar. Pouca defesa um podia fazer pelo outro, mas estar juntos nos dava confiança.
Para mim, um menino tímido, sem amigos, medroso (acho agora que por causa da brutalidade do meu pai), dormir abraçado na minha mãe me dava toda a segurança que me faltava.
A noite virou o melhor momento do dia. Com aquela idade, e dada minha inocência natural, o que me fazia feliz, abraçado na minha mãe, era a segurança de que ela me protegia. Quanto a mim, eu achava que seria capaz de matar quem tentasse fazer mal a ela, e isso incluía meu pai.
Me acostumei a dormir abraçado naquelas carnes generosas, no calor dela, no seu amparo, e na minha inocência, tanto dormia agarrado nos peitos dela quanto encostado na bunda dela. A bunda dela me encantava. Ela toda me encantava.
E assim, com toda a ingenuidade, os anos passaram, fui pra escola, terminei o Ensino Médio e minha mãe sugeriu que eu fosse pra capital continuar os estudos.
Minha resposta foi categórica: Eu fico aqui com você, não quero ir pra capital.
A verdade é que só de pensar em ir sozinho pra capital, onde não conhecia ninguém e que eu imaginava cheia de perigos, me dava um medo danado. Tudo que estivesse fora dos muros de casa e dos braços da minha mãe me assustava.
Ela aceitou, com a condição de que a partir daquele momento eu ajudasse ela na administração das nossas terras.
No meio de La Mancha, os verões costumam ser quentes, e de vez em quando, quentíssimos. O que caiu no meu aniversário de 16 anos quebrou todos os recordes: o termômetro durante o dia chegava a 43 graus, e à noite mal refrescava.
Foi nesse verão que minha mãe, no meio da noite, se levantou e tirou a camisola. Eu, que tenho o sono leve, vi tudo, mas fingi que estava dormindo. Naquela noite, curti acariciar a carne nua da minha mãe e gostei pra caralho.
Na manhã seguinte, enquanto preparava meu café da manhã, minha mãe disse:
— Que calor que passei essa noite, não conseguia dormir e no fim tirei a camisola. Hoje mesmo compramos um ventilador.
— Eu também dormi muito mal, acordava encharcado de suor, mas se pra você adiantou tirar a camisola, essa noite durmo sem pijama.
E desse jeito tão simples, nós dois passamos a dormir pelados e nunca mais, nem no inverno, voltamos a dormir com roupa.
Com 16 anos, os hormônios começam a ferver, e dormir abraçado na carne nua da minha mãe me dava uma excitação do caralho, algo novo pra mim, que eu não sabia como aliviar.
Uma manhã, nós dois ainda na cama, notei que tinha os ovos como dois damascos, e duros como duas pedras, doíam pra cacete e tinham doído a noite inteira. Contei pra minha mãe.
— Deixa eu ver.
Mostrei minha inflamação e, depois de superar a surpresa, ela disse:
— O que você tem é um tesão danado. Não sabe como se livrar disso?
— Não, mãe, se soubesse já teria resolvido. Tá doendo muito.
— Mamãe vai tirar isso de você, relaxa e deixa eu fazer.
E minha mãe, com a maior naturalidade do mundo, e eu acho que naquele momento por razões terapêuticas, pegou na minha piroca e fez uma punheta, a primeira punheta da minha vida. No meio das ondas de prazer que iam e vinham, e que eu achava que iam acabar comigo, enquanto ela se esforçava com meu pau, eu na tranquilidade de que era algo que fazia todo dia, acariciei os peitos dela. Notei algo novo: os mamilos dela ficaram duros como duas pedras. Ela não disse nada, me deixou fazer.
Quando minha excitação já estava no máximo, a melhor explicação que me ocorreu foi dizer: você vai me matar de gosto. Ela entendeu o que estava rolando comigo, colocou a mão que estava livre tampando minha cabecinha e assim evitou que meu gozo espirrasse pelo quarto todo. Como era a primeira vez que eu gozava, aquela experiência foi para mim como se tivesse levado um choque, fiquei morto e completamente saciado de prazer.
- Já vai ver como agora a dor passa.
E foi assim, em pouco tempo minhas bolas tinham voltado ao tamanho normal e não doíam mais.
- Mãe, isso que você fez comigo me deu muito prazer, achei que ia morrer de gosto. Só pode fazer quando eu estiver com dor ou dá pra fazer sem precisar sentir dor?
- Olha, filho, pode fazer sem precisar sentir dor, mas você não pode ficar o dia inteiro batendo punheta. Se quiser, a gente faz um trato: quando sentir que tá com muita vontade, me fala que eu te ajudo, mas com a condição de que você não se toque sozinho.
- Tá bom, mãe, quando sentir vontade eu falo e você me ajuda.
Tentei fazer sozinho, mas a experiência não foi tão boa quanto quando minha mãe me tocou, então decidi obedecer e pedir pra ela me tocar.
A partir dessa decisão, eu precisava da ajuda da minha mãe umas duas vezes por dia e ela me ajudava. Em algumas ocasiões, pedia pra ela me masturbar (eu nem sabia que tinha esse nome) quando já estávamos na cama pra dormir. Uma noite ela fez uma masturbação deliciosa que me deixou destruído, mas ao contrário do que sempre acontecia, dessa vez, em vez de dormir na hora, o sono não veio, mas não falei nada pra minha mãe, achando que ia pegar no sono em pouco tempo.
Completamente Acordo e, como sempre, abraçado na minha mãe, notei que ela abria as pernas porque a que estava apoiada em mim passou por cima da minha e senti que, com a mão dela, ela estava fazendo algo que eu não sabia o quê.
Notei que a respiração dela ficava ofegante, que com a outra mão ela acariciava os peitos e que, aos poucos, os movimentos dela foram ficando mais violentos e de respirar forte passou a gemer. A primeira coisa que pensei foi que ela estava passando mal e quase a interrompi, mas ouvi-la dizer bem baixinho:
- Ai que gostoso, que tesão me dá fazer punheta pro meu filho, que prazer, que prazer tão grande, vou gozar, vou gozar, to gozando, to goooozando.
De uma atividade frenética, ela passou a se desmoronar, embora a respiração ainda estivesse ofegante. Essa foi a primeira vez que vi minha mãe se masturbando.
A partir daquele dia, me segurei para poder pedir que ela me tocasse quando já estávamos na cama, e então eu ficava acordado até ouvir minha mãe se dando prazer. Ouvir ela me deixava tão excitado que, mais de uma vez, fiquei tentado a, depois que ela terminava, pedir que ela me batesse de novo, mas não fiz. Já que ela me deu tanto prazer me tocando, eu estava louco para retribuir tocando nela, mas não tinha coragem.
Uma noite em que nós dois parecíamos especialmente excitados, e a prova foi que minha descarga foi enorme e que minha mãe, depois de me limpar, me deu um beijo na cabeça do meu pau e disse:
- Com 17 anos você já é um homem, tem uma peça que vai fazer feliz a mulher que estiver com você. Boa noite, filho.
Fingi que estava dormindo e minha mãe começou a se tocar. Continuei fingindo que estava dormindo, mas como que por acaso, minha mão foi parar em cima da dela, em cima da mão com que ela estava se masturbando. Senti os movimentos que ela fazia e hesitei em desistir. Quando estava prestes a fazer isso, minha mãe tirou a mão da buceta dela e, no lugar... coloquei a minha. Comecei a acariciar aquela mata de cabelo e o que sentia por baixo quando ouvi minha mãe me dizer:
- Devagar meu amor, devagar, acaricia devagar a sua mãe, me toca na rachinha, aí, onde sentir umidade, suavinho, agora sobe um pouquinho mais pra cima, aí nesse grelinho, me dá suave no meu grelinho, meu amor, que você tá me matando de prazer. Então você quer fazer com a sua mãe o que ela faz com você, e dar prazer pra ela. Você quer fazer uma punheta pra mim, meu amor?
- Sim, mãe, quero te tocar e te dar prazer. Quero que você sinta o que eu sinto quando você me toca.
Seguindo, entendendo eu, conhecimentos ancestrais, continuei acariciando a buceta cada vez com mais habilidade, animado pelo que minha mãe continuava me dizendo:
- Assim, meu amor, assim, continua que você me dá muito prazer, continua.
E eu continuei, teria continuado a vida inteira, mas minha mãe disse que estava chegando (eu não sabia aonde) que estava chegando, que ia gozar. E com um grito longo que mostrava o prazer dela, me pediu pra parar, que já tinha gozado.
Naquela noite, depois que fiz uma punheta na minha mãe pela primeira vez, também experimentei uma coisa nova:
Minha mãe me abraçou e juntou a língua dela com a minha. A sensação foi tão excitante pra mim que fiquei duro de novo. Minha mãe percebeu:
- Meu menino ficou grosso de novo, mas por hoje já deu, uma coisa é sentir prazer, outra é virar vício. Vamos dormir, minha vida. Você me fez muito feliz e me deu muito prazer.
Dos 16 aos 18 anos, minha mãe e eu continuamos fazendo punheta um no outro todo dia, já não precisava de desculpas, tanto eu quanto ela, sem precisar de mais explicações, a gente dizia:
- Tô com vontade.
E o outro já partia pra ação.
Nos primeiros dias depois que eu masturbava minha mãe, era eu quem pedia pra ela, mas com o tempo minha mãe foi perdendo a vergonha e passou a pedir sexo com a mesma naturalidade que eu. Isso sim, muito feminina ela me preparava armadilhas.
- Filho, vem aqui me ajudar um pouco, ela me chamava do quarto dela.
E quando eu chegava, encontrava ela deitada na cama, com as saias levantadas e a buceta no ar.
- Olha aqui o que eu tenho, que tá me coçando muito, meu amor.
Também gostava de me chamar quando estava limpando as prateleiras mais altas da cozinha, subida numa escada. Pedia pra eu segurar ela pra não cair. Ela já cuidava de eu ver que tava sem calcinha e, quando percebia que eu tava besta olhando, me dizia:
- Tô com muita vontade, meu amor, você tá afim de dar prazer pra sua mãe?
Como eu disse, minha mãe foi perdendo toda a vergonha e adorava me provocar.
Descobrimos que o que mais dava gosto era nos tocar ao mesmo tempo, ou seja, toda vez que minha mãe me dizia que tava com vontade, antes mesmo de começar a tocar nela, eu já tinha baixado as calças. Não tinha um dia em que a gente não fizesse pelo menos duas punhetas, embora tivesse dias de quatro e até cinco. Éramos como dois macacos punheteiros, dedicados à masturbação dia e noite.
Minha mãe, que em tudo mandava, uma noite me disse:
- Você tomou banho?
- Sim, mãe, tomei banho de manhã.
- Então vai e toma de novo, acabei de tomar. Olha como eu cheiro bem.
Sem muita vontade, fiz o que ela queria e voltei pra cama mais limpo que um pires.
- Vou ficar de barriga pra cima como estou, e você vai ficar virado pros pés da cama, em cima de mim. Quero que você me lamba com a língua na minha buceta (minha mãe era clara no falar, pra ela uma buceta era uma buceta e um pau era um pau). Faz o mesmo que você faz com a mão, mas com a língua. Eu vou fazer algo parecido, vou fazer você gozar, mas com a minha boca.
Assim que tive a buceta da minha mãe ao alcance, ataquei, passei minha língua de cima pra baixo enquanto sentia ela chupando meu pau. A buceta da minha mãe tinha gosto de sabonete primeiro, de Feno de Pravia, mas conforme continuei lambendo, novos sabores apareceram, sabor de mulher, sabor de tesão. Só de sentir aqueles aromas que eu desconhecia já me excitava pra caralho. Continuei passando a língua sem saber se tava agradando ela, já que a boca dela tava ocupada com meu pau e não dava pra conversar.
Devo ter feito direito, porque ela gozou. Percebi quando soltou um suspiro longo, largou o serviço por um instante e falou:
— Tô gozando, meu amor, tô gozando.
Na mesma hora voltou ao que tava fazendo e não parou até meu leite jorrar, enchendo a boca e a garganta dela.
— Gostou, meu amor?
— Me deu muito prazer, mais do que quando eu me toco. Foi muito gostoso. Temos que repetir.
Essa nova experiência trouxe uma novidade pros nossos jogos. Agora, quando minha mãe me chamava lá de cima da escada, em vez de fazer ela descer, eu subia pra chupar a buceta dela, enfiar a cara entre as nádegas e dar prazer com minha língua.
Quem ler isso pode pensar que eu vivia atormentado pelo que a gente fazia todo dia. Nada disso. Eu era feliz dando prazer pra ela sempre que precisava, e ela, três quartos do mesmo. Pra mim, o fato dela ser minha mãe era só mais um motivo pro nosso prazer ser completo. Eu amava ela, era meu porto seguro, minha proteção, quem tinha se dedicado a mim desde que nasci e a pessoa que eu mais queria fazer feliz nesse mundo. Aliás, como eu não tinha amigos que me contassem as coisas, achava que todo filho e toda mãe faziam exatamente o que a gente fazia.
O treino constante fez com que nós dois virássemos uns virtuoses no uso das línguas. Minha mãe adorava que, nas minhas investidas, eu desse atenção pro cu dela. Sentir minha língua no cu dela a enlouquecia, mesmo que às vezes fingisse raiva:
— Tive um filho porco que adora meter a língua no meu cu. Você é um viciado e um pervertido, mas me deixa louca. Continua me dando. língua nesse rabão todo que é seu, continua, porco, que você é um porco.
Não falei até agora que minha mãe é uma mulher absolutamente normal, nem tem pernas de infarto nem coxas de mármore. Ela é mais baixinha, os peitos caídos porque eu mamei até os três anos (minha mãe sabia que enquanto estivesse me amamentando não podia engravidar), mas lindos no tamanho, barriguinha, uma boa moita de pelos na virilha e umas coxas robustas e firmes. De rosto, eu achava ela linda, mas sabia que não era. Me teve com apenas 19 anos e agora, com só 36, a carne dela ainda conservava a consistência. Se algo tivesse que ser destacado, e eu na época não conseguia valorizar, era que o que ela mais gostava no mundo era foder e pra isso estava sempre disposta.
O 69 passou a ser nossa rotina diária. Chegar à noite, ir pro nosso quarto e eu subir em cima dela ou ela em cima de mim, era obrigatório.
E chegou um dia, pra mim como qualquer outro, em que eu completei 18 anos, minha mãe quis que a gente comemorasse e me convidou pra jantar na capital. Pegamos a van no início da tarde. Nessa hora ela ia quase vazia, o pessoal costumava pegá-la de manhã cedo. Sentamos no fundão, pelo menos uma dúzia de fileiras vazias na nossa frente. O trajeto era curto, mas como a estrada era uma merda, demorava quase uma hora. Assim que a viagem começou, minha mãe pegou minha mão e colocou por baixo da saia dela.
Subi ao longo das coxas dela até alcançar a calcinha, mas pra minha surpresa ela tinha deixado em casa. Mas não só isso, minha mãe tinha depilado a buceta.
- Viu que macio, queria te dar uma surpresa, dizem que isso só as putas fazem, mas hoje eu quero ser a maior vagabunda do Brasil com você. Quero que você seja o homem mais feliz do mundo.
E enquanto falava já tinha pegado no meu pau. Não enro lou, desabotoou minha calça, Agachou e, enquanto o ônibus sacudia, me fez um boquete que não parou até eu jorrar todo meu leite nela. Ela me pediu pra continuar tocando ela, que ela também queria gozar.
— Quero gozar igual uma puta, como te falei, hoje sou sua puta.
Continuei acariciando ela até que ela chegou a boca no meu ouvido e falou:
— Acabei de gozar, meu amor, gozei muito gostoso, você me deixa louca de prazer.
Seguimos conversando:
— Hoje é um dia muito importante pra nós dois. Hoje você faz 18 anos e já sabe que quem faz 18 na cidade, os pais levam pra puta naquela noite. Você não vai passar por essa experiência horrível. Você vai passar essa noite comigo e eu vou fazer você não sentir falta de nada. Quero te dar tudo. Até hoje não quis porque você ainda era um menino. Hoje você já é um homem. Hoje, se você quiser, começa uma nova vida pra nós.
A promessa que minha mãe acabara de me fazer me deixou a mil. Imaginei que naquela noite, finalmente, minha mãe e eu íamos foder, algo que eu desejava há meses, mas nunca tive coragem de pedir.
Jantamos num restaurante dos mais famosos da cidade. Tomamos uma garrafinha de vinho entre nós dois e, pra finalizar, um shot por conta da casa.
Durante o jantar, eu pensava se teríamos que pegar um táxi ou se o ônibus tinha viagem noturna. Minha mãe tirou minhas dúvidas:
— Reservei um quarto num hotel. Fica aqui perto.
Pra fazer o check-in, pediram documentos que comprovassem que éramos mãe e filho. As capitais de estado, naquela época, eram muito rígidas.
O quarto era grande, daqueles de hotel antigo, com uma cama enorme. Pra mim, que nunca tinha dormido num hotel, parecia a suíte do Ritz.
Antes de começar com outras tarefas, abracei minha mãe, levantei a saia dela até conseguir pegar as nádegas nuas com minhas mãos e falei:
— Você é a mulher mais maravilhosa do mundo. Nunca na minha vida teria sonhado... pra que ninguém me desse tanto prazer e me fizesse tão feliz. Hoje vou fazer de tudo pra que você sinta, pelo menos, o prazer e a felicidade que eu sinto com você. Tô morrendo de amor por você.
- Você também me faz muito feliz e me deixa louca de amor e de desejo. Vou te falar uma coisa que nunca mais vou repetir: um dia comigo me deu todo o prazer que não senti em 12 anos casada com seu pai. Eu, depois daquela experiência, achava que ficar com um homem na cama significava sofrer igual seu pai me fazia sofrer. Os homens me davam pânico. Os outros homens ainda me dão, mas com você o medo desapareceu. Agora aprendi que foder com você é a coisa mais gostosa do mundo.
A gente se beijou com toda a doçura do mundo.
Seguindo nosso costume desde que começamos a praticar o 69, fui pro chuveiro e, sabendo o que me esperava, lavei bem fundo meus genitais.
Quando voltei pro quarto, minha mãe foi tomar banho.
Quando ela saiu, vi que tinha preparado outra surpresa pra mim. Ela tava usando um conjunto de sutiã e calcinha fio dental preto, uma cinta-liga, meia-calça de cristal também preta e salto alto. Desde pequenininho, eu sempre amei lingerie, e meia fina preta me deixava de pau duro.
- Comprei pra você. Como te falei, hoje quero ser sua putinha, quero te conquistar, quero que você precise de mim todo dia, quero que não consiga viver sem mim nem um minuto. Quero ser a única mulher na sua vida.
Minha mãe pediu pra eu tirar o sutiã dela e depois a calcinha, e só de cinta-liga e meia ela se meteu na cama comigo.
A gente se abraçou e a sessão começou com beijos e carícias, sem pressa nenhuma, os dois aproveitando porque sabíamos o que vinha depois.
- Hoje, filho, é um dia muito importante pra nós dois. Hoje você faz 18 anos, e isso quer dizer que você não depende mais do que eu falo. Agora você é livre pra fazer o que quiser. Amanhã, se É isso que você quer, pode deixar nossa casa e eu não poderia impedir. Você me mataria de tristeza, mas eu não poderia impedir. Você já é um homem. E como homem que é, quero te fazer uma pergunta:
Você quer que eu seja sua mulher? E quando digo mulher, digo sua esposa, a mulher da sua vida, sua gostosa, sua puta, sua buceta, com quem você quer viver como se fôssemos casados, pelo resto da sua vida, sem nunca estar com outra mulher que não seja eu?
- Sim, mãe, eu quero que você seja minha mulher, minha esposa, não quero nenhuma outra mulher no mundo. Eu quero você.
- Eu sei que você me quer, eu também te quero, mas já não te quero como meu filho, te quero como meu homem e quero saber se você sente o mesmo.
- Eu já faz tempo que te quero como mulher, o fato de você ser minha mãe não tem a menor importância, quero viver com você como marido e mulher. Quero dormir na sua cama pelo resto da minha vida e preciso gozar do seu corpo todo dia.
- Eu também quero passar a vida dormindo na sua cama toda noite e sendo sua gostosa. Nunca mais me chame de mãe, me chame pelo meu nome, Maria. Eu também não vou mais te chamar de filho. E agora quero que você vá fazendo o que eu pedir. Vamos foder, meu amor (minha mãe sempre falava na lata). Vou te entregar meu corpo e você vai me dar o seu, e é muito importante que essa primeira experiência seja preciosa. Esta noite você vai pegar uma mulher por quem está apaixonado. Vai me fazer sua. Já notei que você está com o pau bem grosso, agora você precisa verificar que eu estou molhada, melhor se estiver bem molhada. Passa sua mão na minha buceta.
- Sua xota está ensopada, meu amor, muito mais do que outras vezes.
- Isso é sinal de que você me deixou com muito tesão, fiquei molhada o dia inteiro pensando que esta noite, finalmente, você ia me foder. Os sinais que o corpo dá não dá pra fingir, estou louca pra você meter seu pau, quero ter você dentro de mim. Agora você vai se ajoelhar entre minhas pernas e você vai enfiar seu pau na minha buceta, eu vou te ajudar abrindo ela. Quando sentir que tá na entrada, vai metendo devagarzinho.
Comecei minha manobra e no momento em que senti que estava na entrada, dei um pequeno empurrão.
- Aí não, meu amor, isso é meu cu, ele é virgem, ninguém nunca meteu lá, você tem que meter na minha buceta, um pouquinho mais pra cima.
Segui as instruções dela e entrei devagar até sentir que tinha encostado no fundo.
- Já meteu tudo, meu rei, sinto ele muito grosso e muito quente, você encheu minha xereca e isso me dá muito prazer. Agora começa a entrar e sair de mim, no começo devagar, quero que sinta como minha buceta abraça seu pau. Devagar, meu amor, mas empurrando até o fundo. Me agarra pelas nádegas e dá um dedinho no meu cu. Isso, aí, bem onde você queria meter antes. Bate de leve. Chupa meus peitos, meu amor.
Se tem uma coisa que a gente carrega no DNA, ou na memória coletiva, ou no cantinho mais escondido do cérebro, é como foder. Eu soube o que fazer desde o momento em que penetrei ela.
É verdade que começamos devagar, curtindo cada estocada, mas essa fase durou pouco e minha mãe, ao ver como eu ia tomando o controle da situação, parou de me dar instruções.
- Me fode, meu amor, me mata de prazer e de gosto, que há anos eu sonho com esse momento. Bate mais forte, fode sua mãe, safado, arrebenta minha buceta com esse pau divino que me deixa louca. Faz eu gozar como uma puta. Me estraçalha de prazer.
Enquanto isso, eu, como se tivesse sido possuído por um alien que tomou conta da minha vontade, comecei a bombar como um animal, dava pra dizer que queria partir ela ao meio na base da porrada de pau. Naquele momento, tudo que passava pela minha cabeça era dar prazer pra minha mulher, deixar ela louca de tesão.
- Você vai gozar dentro de mim, meu amor, vai me encher com seu leite.
- Sim, minha vida, vou te dar tudo, mas antes quero ver como tu se goza, como você morre de prazer com meu pau te fodendo.
- Você está me matando de prazer, tô muito tesuda e com muita vontade de gozar, mas queria esperar você.
- Não espera, se solta, e goza, e quando gozar, me fala.
- Ai meu amor, já tô gozando, gozo muito forte, muito forte, vêm ondas de prazer, tô gozando viva. Tô indo, minha vida, tô indo.
Ouvir minha mãe gozando aumentou, se é que era possível, minha excitação, a ideia de que a tinha feito minha explodiu na minha cabeça.
Continuei fodendo como se o orgasmo da minha mãe não me importasse, em busca do meu, pra minha surpresa quando tava nessa tarefa minha mãe me disse:
- Você tá me subindo de novo, me sobe de novo e vai me fazer gozar, vai me fazer gozar de novo, e agora mais forte, continua minha vida, continua.
Quando minha mãe me disse que tava gozando, que eu tava matando ela de prazer, senti que eu também queria morrer, uma corrente de prazer inundou todo meu corpo e senti como me descarregava nela. A dose deve ter sido grande porque minha mãe reagiu:
Te sinto, sinto que você tá me dando seu leite e ainda tô gozando, você me deixou muito no alto e sentindo seu leite entrando na minha buceta vai me fazer gozar de novo, minha vida, tô gozando de novo, você é um viciado e um sátiro que só quer me matar de tanto foder.
Descansamos um pouco.
Minha mãe me disse:
- Nunca na minha vida senti tanto prazer, gozei três vezes, e cada vez mais forte. Você gostou, meu amor? Eu fico louca quando você me fode, gozo como uma puta mais de uma vez e adoro sentir você me dando seu leite.
Minha resposta foi: Daqui pra frente não quero mais que a gente se toque nem se chupe, daqui pra frente vamos passar a vida fodendo. Me deu tanto prazer que não sei explicar. Jorrar meu leite dentro da sua buceta me deixa louco de prazer.
Ficamos deitados em na cama, recuperando o fôlego. Minha mãe me pediu pra trazer uma garrafa d'água do frigobar. Depois que nós dois demos uns bons goles, levei minha mão até a buceta da minha mulher e encontrei ela encharcada. Sem dizer uma palavra, me meti entre as pernas dela e a penetrei de novo.
— Saí com um amante tarado, não terminamos de foder e você já quer começar de novo. Teu pau ficou duro outra vez, bendita juventude.
— Quer que eu espere?
— Não, meu amor, sempre que você tiver vontade de me foder, não precisa me perguntar nada, me monta e me fode, que nunca vou te dizer não. Se eu tiver na cozinha fazendo o jantar e você ficar com vontade, levanta minha saia e me fode, se a gente tiver vendo TV e você ficar excitado, me deita no sofá e me fode. Daqui pra frente, pra facilitar as coisas pra você, nunca mais vou usar calcinha em casa e assim você vai ter sempre minha xota à disposição.
— E quando a vontade for sua?
— Aí eu vou abrir as pernas, vou colocar minha buceta à sua disposição e vou pedir pra você me foder.
Fodemos essa segunda vez como dois energúmenos, minha mãe dava pulos na cama no ritmo das minhas estocadas e um par de vezes ela disse que tava ficando tonta de prazer, que a cabeça tava indo embora. Ela ainda devia estar quente da foda anterior, porque não demorou pra dizer que tava gozando.
Eu, que não sou uma máquina e tinha acabado de descarregar minhas reservas, demorei mais que da outra vez pra gozar, e minha mãe descobriu que comigo por cima ela era capaz de encadear um orgasmo no outro. Ela subiu pro céu do prazer e ficou lá em cima o tempo todo que eu a estocava. Dessa vez não gozou várias vezes, teve um orgasmo que durou o tempo que eu aguentei sem gozar e, sem exagerar, foram pelo menos uns quinze minutos, mais de dez com certeza.
Tudo que ela disse foi:
— Você me fez gozar muito mais gostoso que da primeira vez, tive um orgasmo que durou o tempo todo que você Tive dentro de você. Se me foder assim toda vez, vai me viciar em sexo — bom, já sou. Que prazer tão gostoso, meu amor, não sei se vou aguentar gozar tão forte.
Minha mãe, nessa segunda transa, descobriu para o prazer dela e o meu que não era só multiorgásmica, mas que tinha a bênção de seus orgasmos durarem o quanto durasse sua excitação.
Dormi como uma pedra. Depois das minhas duas primeiras gozadas, minha mente apagou e meu cérebro desligou. Na manhã seguinte, acordei com uma luz entrando pela janela, levantei os cobertores e contemplei minha mãe semidespida, dormindo, vulnerável. Ela ainda não tinha tirado nem as ligas nem as meias. Como não podia ser diferente, fiquei de pau duro, lembrei da experiência do dia anterior e senti uma ereção tremenda. Devagar, tentando não acordá-la, comecei a acariciar a virilha dela. A maciez da carne dela, agora sem um pelo, só aumentava meu tesão. A bucetinha da minha mãe estava como era natural, mas não como eu queria: estava seca, e eu queria ela molhada. Acariciei com delicadeza e, do jeito mais natural, a boceta dela começou a fluir sem precisar da vontade dela. O corpo dela respondeu ao estímulo.
Assim que senti a umidade, afastei as coxas dela, me meti no meio e apontei minha vara para o lugar dela. Enfiei meu cacete na bainha dela e fiquei um momento só curtindo a penetração. Quando ia começar a meter e tirar, ouvi minha mãe dizer:
— Meu filho acordou com vontade de guerra. Traiçoeiro, sem avisar, meteu na mãe. Você é um doente, meu amor, mas que doença bendita. Que grossa eu sinto, e que dura. Você acordou muito excitado. Dá o pau pra sua mamãe, meu amor, não espera mais, porque já me deixou com tesão.
Tinha acontecido um fenômeno que durou para sempre, apesar de termos combinado o contrário. Pelo contrário, a verdade é que quando estávamos na cama, ou pra ser mais exato, quando estávamos fodendo, ela gostava de me chamar de meu menino, meu filho, filhinho, e eu adorava chamar ela de: mamãe, mamãezinha. Ser mãe e filho era, e ainda é, uma parada que aumentava ainda mais a nossa excitação.
Naquela manhã, descansados e excitados que nem uns macacos, a gente deu uma foda deliciosa. Em cada nova experiência, a gente descobria mais prazer. Naquela foda matinal, minha mãe inovou: quando eu falei que ia gozar, ela pediu pra eu tirar e esporrar nos peitos dela. Depois que eu jorrei tudo, ela juntou as gotas com a mão e, olhando nos meus olhos, levou à boca e comeu.
Totalmente inexperiente, eu, guiado por uma mulher que também não tinha lá muita experiência, a gente tinha tudo pra dar merda no nosso encontro sexual. Mas pra nós dois foi o Big Bang, a explosão do universo, a bomba de hidrogênio, o Krakatoa em erupção total. O mundo, durante o tempo que a gente tava fodendo, girava ao nosso redor. Eu senti minha mente sair do corpo e subir até o teto, me vi empurrando contra minha mãe como se o mundo fosse acabar. Senti que cada vez que enfiava meu pau nela, eu mergulhava numa profundidade sem fim, pra depois subir e chegar ao paraíso. Nosso prazer naquele hotel foi total, mil vezes melhor do que a melhor das nossas expectativas, e marcou pra sempre nossas vidas.
Foi minha mãe quem quebrou o silêncio.
— Quanto prazer você me dá e que tesuda você me deixa. Hoje à noite, depois que você me comeu que nem um bicho ontem, pensei que ainda tenho um presente pra te dar, quando você quiser receber.
— Como assim? Eu não preciso de mais nada, já tenho tudo, meu amor.
— Não, meu amor, tenho uma coisa que quero te dar e tenho certeza que vai te fazer muito feliz, quando você quiser. Vou entregar minha bunda pra você estrear, pra que seja seu pau que a profane e tome posse dela.
- Não preciso disso, mamãe.
- Você não precisa agora porque tá cheio de prazer, meu amor, mas um dia vai sentir vontade de me colocar de quatro e meter no meu cu, de me dominar inteira, de tomar posse completa da sua mulher. Filhinho, quero que você saiba que quando sentir essa necessidade de se apossar de todos os meus buracos, minha bunda vai estar à sua disposição. Nunca experimentei e não sei se vou gostar, mas quero te dar tudo.
Voltamos pra casa, e dessa vez o ônibus estava bem mais cheio, então só conseguimos nos tocar de leve. Mas deu pra perceber rapidinho que minha mãe, cumprindo a palavra, tinha ido sem calcinha.
A febre que nos sacudiu continuou, a gente transou todo santo dia por anos e, minha mãe tava certa, uma noite senti a necessidade de me apossar do último refúgio dela. E, de fato, sem avisar do que ia rolar (ela pensava que eu ia pegar ela por trás, como já tinha feito várias vezes), mas dessa vez meu plano era outro. Fui safado e enganei ela, meti como nos outros dias, mas fui preparando a bunda dela (já tinha feito isso antes e ela gostava). Quando achei que tava bem dilatada, tirei da buceta e apontei meu pau pro cu dela. Na hora ela percebeu minha manobra:
- Meu menino quer tomar posse do cu da mãe, safado, demorou hein, eu já tava doida pra sentir você profanando meu buraco. Vai devagar, meu amor, vai devagar até eu mandar.
Empurrei devagar até meu corpo bater nas nádegas dela.
- Já meti tudo, você tá muito gostosa assim de quatro com essa bunda empinada. Te machuquei, mamãe?
- Não, filhinho, não machucou nada, me deu prazer porque eu tava morrendo de vontade de te dar meu cu, senti você entrar muito gostoso. e me deixa muito excitado com todo esse seu pau enfiado no meu cu. Enquanto você me come com força, vou me tocar, me dá vontade de bater uma punheta enquanto você arrebenta meu rabo com esse pauzão que você tem hoje.
Foi uma experiência que a gente precisava ter, mas depois da emoção das primeiras enrabadas, agora que o tempo passou, a verdade é que eu só como o cu da minha mãe de vez em quando, e quase sempre por iniciativa dela. A explicação dela não é que ela goste mais de foder, o que ela gosta é de se sentir dominada, submissa, usada, escravizada pelo homem dela. É a submissão voluntária dela que a excita.
O tempo passou e, como é natural entre duas pessoas que se amavam tanto, pensamos muito seriamente em ter um filho. Nada eu desejava mais do que fazer uma barriga na mulher que amava, sonhava em me agarrar nos peitos dela e viver só do leite dela, assim como adorava a ideia de ver a barriga dela crescer. Nos informamos e chegamos à conclusão de que os riscos eram enormes e que seria um egoísmo enorme ter um filho dos dois.
Encontramos a solução na inseminação artificial com doador anônimo. Foi um sucesso total, porque Maria engravidou de primeira. Eu gozei vendo a barriga dela crescer e os peitos dela encherem. Ela deu à luz uma linda menina, que chamamos de Vitória. Quando ela se tornou mãe, tinha 38 anos, e eu tinha acabado de fazer 20.
Dezoito anos se passaram, dezoito anos em que nossa doença, nossa febre, nossa necessidade de foder todo dia não diminuiu nem um pouco. Nunca nesses anos aconteceu algo contra o que minha mãe me prometeu: toda vez que um de nós sentiu necessidade de sexo, de foder, o outro estava disponível. Tanto minha mãe quanto eu sentimos essa necessidade nos momentos mais inoportunos e nos lugares mais inusitados.
Com o tempo, compramos um carro pequeno e saímos de férias como qualquer casal, e isso nos permitiu aproveitar o anonimato e satisfazer nossos desejos nos lugares mais estranhos.
Nossa filha, loira, alta, olhos claros (não se parece com nenhum de nós dois), acabou de fazer 17 anos e é uma mulherzinha feliz. Às vezes me vem à cabeça o que devo fazer quando ela fizer 18, ela me adora, tanto que quando a mãe dela vai visitar os primos em Madri, ela adora vir para a cama comigo. O tempo dirá.
Conclusão: com o tempo, soube que o que rola entre minha mãe e eu se chama incesto e é muito malvisto pela sociedade. Na verdade, minha mãe e eu mantemos isso em segredo, mas ainda não entendemos com que autoridade alguém decide que duas pessoas que se amam não podem compartilhar seus corpos. Tirando o cuidado de não ter filhos, não dá pra entender a postura das autoridades. Casais homossexuais também não podem ter filhos e se casam. Se o mundo pudesse ver a felicidade que minha mãe e eu nos demos por anos, com certeza mudariam de opinião. Mães, não tenham o menor problema em foder com seus filhos, vocês vão sentir um prazer que desconhecem e que vai encher vocês de alegria.
3 comentários - Minha mãe e eu