Meu nome é Pablo, tenho 25 anos, sou magro, altura 1,72, cabelo curto castanho escuro, olhos bem verdes, vestido de escriturário.
Pra ser sincero, não sou muito de escrever, mas o que aconteceu comigo hoje merecia ser registrado. Não é grande coisa, mas acontece que hoje (1º de agosto de 2014) saí do trabalho às 18:00 de muito mau humor, já que não tive um bom dia, e como sempre pego o metrô linha C na "General San Martin" sentido Constitución. Quando chega em "Lavalle", o metrô para uns 8 minutos. Pra piorar, cada vez mais gente chega querendo entrar, e a verdade é que ficou meio caótico até que chegou uma morena gostosa, muito linda, que estava do lado de fora enquanto o metrô continuava parado. De repente, cruzamos olhares e, antes que as portas fechassem, ela se jogou junto com a multidão. Pra não deixar ela escapar, com toda delicadeza, segurei ela pela cintura (momento em que meu pau ficou durasso) e coloquei ela na minha frente. Tudo isso, junto com os empurrões, fez com que eu conseguisse deixar meu pau bem duro encostado na bundinha dela. (A real é que meu pau não é muito grande, tem 15x5, e com calça social de tecido bem fininho dá pra sentir). Nisso, a garota se virou, olhou nos meus olhos bem verdes e não disse nada, sinal de que tinha caminho livre. Segurei ela pela cintura enquanto continuava encostando cada vez mais forte, e ela, de vez em quando, se virava e olhava (não dava pra fazer mais, já que tinha muita gente mais velha ao redor). Finalmente, cheguei na estação onde tinha que descer, "Avenida de Mayo", e quando saí, cruzamos olhares, acariciei a bunda dela e apertei um pouquinho, pra ela levar uma lembrança gostosa de mim.
Mas esse joguinho não termina aqui. Faço baldeação para o metrô linha A na estação "Lima" sentido Primera Junta, chego e olho as telas. E o que dizia? "Serviço A com atraso". Com tudo isso, minha cabecinha tarada pensa: por que não continuar o jogo que vinha da linha C? Nisso, me transformo em... um tigre caçando a próxima presa, e me aproximo de uma, mas quando o metrô chega não consigo entrar "OLE". Tento uma segunda chance com outra presa, de novo não consigo entrar por causa da multidão "OLE". Mas de repente, esperando o próximo metrô, vejo descendo as escadas que ligam com a linha "C" uma morena gostosa com uma bolsa estilo "Adidas" daquelas de ir pra academia, com uma jaquetinha cinza colada no corpo e uma legging preta que marcava tudo. Olho de canto e nisso ela se aproxima e pergunta:
ELA: Com licença, você sabe se esse metrô me deixa na Rivadavia e Junín? (acho que era essa a pergunta)
Obviamente, o que menos fiz foi prestar atenção na pergunta. Olhei ela de cima a baixo e respondi:
EU: Pra ser sincero, nem ideia, não sei.
ELA: Ah, te matei, bom, não importa.
Mas ela falou isso com uma cara de putinha que me convenceu de que ela tinha que ser minha próxima presa. Era incrivelmente linda, morena de trinta e poucos anos, muito bem conservados, com um corpo incrível e ainda por cima olhos claros.
Começo a seguir ela com o olhar discretamente e de repente vejo que ela se posiciona num lugar pra entrar. Lentamente me aproximo, fico atrás dela a uma distância curta, mas o suficiente pra não demonstrar o que minha cabecinha pensou e tinha vontade de fazer (a cabecinha de baixo, porque a de cima já tava de enfeite a essa altura). Começo a olhar aquele corpo de cima pra baixo, apreciando cada centímetro, mas foi na bunda dela, empinada e muito bem trabalhada, que parei um bom tempo. Minha pica endureceu e dava pra ver na calça social, mas tive que voltar à dura realidade: tinha muitos machos atrás da mesma presa, machos mais robustos, corpulentos, cascudos e com certeza com picas maiores e mais leitosas. Mas me convenci de que aquela putinha que me disse "te matei" com carinha de safada tinha que pagar e eu tinha que aproveitar.
Nisso o metrô chega, alguns descem, eu me posiciono. atrás dela e com a enxurrada de gente, subimos todos, alguns tentaram me tirar o lugar e não conseguiram, quando ficamos lá dentro todo mundo bem apertado, eu já estava atrás dela com a pica bem dura encostada na bunda minúscula dela, as mãos pra baixo porque eu tava com uma mochila que ficava trocando de mão de propósito pra passar a mão na rabeta dela na discrição. No meio daquela encostada fenomenal com as mãos pra baixo, eu passava a mão na bunda dela bem de leve, agora sim na discrição com uma mão livre e com a outra eu pendurei a mochila no pulso pra disfarçar e ficava acariciando a bundinha minúscula, mais a encostada da minha pica, tava adorando (a gatinha virava, olhava nos meus olhos verdes que eu tenho e não falava nada) até que num momento sinto um punho roçando na minha pica, vejo e é outro macho querendo a minha presa, e olhei pra ele com cara de "cara, a putinha é minha", e o cara se afastou um pouco, então pra marcar território peguei ela na cinturinha e com o movimento do metrô, encaixei a bunda toda pra mim. Nisso do tesão, olho ao redor e uns caras estavam olhando, não falavam nada, o metrô vai chegando em Pasco (por sorte tava atrasado e parava um pouco mais nas estações), a gatinha pergunta pro da frente: Ela: você desce aqui? O outro macho: não, não desço. Na hora, todo mundo que podia admirar a bunda dela admirava, mas ninguém tocava, eu aproximei a mão, coloquei delicadamente na bunda dela, e quando ela desceu, dei uma bela passada de mão e uma palmadinha bem leve, bem suave, ela se virou, me olhou e sorriu (como quem agradece). Naquele momento me senti muito bem, porque dá pra dizer que tive o consentimento dela e ainda os outros caras me respeitaram e não estragaram meu momento, como sempre aconteceu na minha vida toda. Pra mim, o verdadeiro macho não é o que tem a pica maior, ou o que aperta mais forte a bunda da mulher, ou o que passa mais a mão. Pra mim, é aquele que com o pouco ou muito que tem consegue. fazer uma mulher se soltar e passar um momento muito gostoso em cima de um lugar tão inóspito quanto o metrô, e os outros caras respeitarem seu espaço, o lugar que a mulher te dá com aquele olhar de satisfação.
A escrita não é lá essas coisas, mas acho que expressa o que rolou naquele dia.
Se alguma mulher tiver interesse em passar um momento gostoso no metrô, me manda uma mensagem privada (e a gente combina um encontro pra você curtir uns carinhos bem gostosos no metrô).
Abraços.
Pra ser sincero, não sou muito de escrever, mas o que aconteceu comigo hoje merecia ser registrado. Não é grande coisa, mas acontece que hoje (1º de agosto de 2014) saí do trabalho às 18:00 de muito mau humor, já que não tive um bom dia, e como sempre pego o metrô linha C na "General San Martin" sentido Constitución. Quando chega em "Lavalle", o metrô para uns 8 minutos. Pra piorar, cada vez mais gente chega querendo entrar, e a verdade é que ficou meio caótico até que chegou uma morena gostosa, muito linda, que estava do lado de fora enquanto o metrô continuava parado. De repente, cruzamos olhares e, antes que as portas fechassem, ela se jogou junto com a multidão. Pra não deixar ela escapar, com toda delicadeza, segurei ela pela cintura (momento em que meu pau ficou durasso) e coloquei ela na minha frente. Tudo isso, junto com os empurrões, fez com que eu conseguisse deixar meu pau bem duro encostado na bundinha dela. (A real é que meu pau não é muito grande, tem 15x5, e com calça social de tecido bem fininho dá pra sentir). Nisso, a garota se virou, olhou nos meus olhos bem verdes e não disse nada, sinal de que tinha caminho livre. Segurei ela pela cintura enquanto continuava encostando cada vez mais forte, e ela, de vez em quando, se virava e olhava (não dava pra fazer mais, já que tinha muita gente mais velha ao redor). Finalmente, cheguei na estação onde tinha que descer, "Avenida de Mayo", e quando saí, cruzamos olhares, acariciei a bunda dela e apertei um pouquinho, pra ela levar uma lembrança gostosa de mim.
Mas esse joguinho não termina aqui. Faço baldeação para o metrô linha A na estação "Lima" sentido Primera Junta, chego e olho as telas. E o que dizia? "Serviço A com atraso". Com tudo isso, minha cabecinha tarada pensa: por que não continuar o jogo que vinha da linha C? Nisso, me transformo em... um tigre caçando a próxima presa, e me aproximo de uma, mas quando o metrô chega não consigo entrar "OLE". Tento uma segunda chance com outra presa, de novo não consigo entrar por causa da multidão "OLE". Mas de repente, esperando o próximo metrô, vejo descendo as escadas que ligam com a linha "C" uma morena gostosa com uma bolsa estilo "Adidas" daquelas de ir pra academia, com uma jaquetinha cinza colada no corpo e uma legging preta que marcava tudo. Olho de canto e nisso ela se aproxima e pergunta:
ELA: Com licença, você sabe se esse metrô me deixa na Rivadavia e Junín? (acho que era essa a pergunta)
Obviamente, o que menos fiz foi prestar atenção na pergunta. Olhei ela de cima a baixo e respondi:
EU: Pra ser sincero, nem ideia, não sei.
ELA: Ah, te matei, bom, não importa.
Mas ela falou isso com uma cara de putinha que me convenceu de que ela tinha que ser minha próxima presa. Era incrivelmente linda, morena de trinta e poucos anos, muito bem conservados, com um corpo incrível e ainda por cima olhos claros.
Começo a seguir ela com o olhar discretamente e de repente vejo que ela se posiciona num lugar pra entrar. Lentamente me aproximo, fico atrás dela a uma distância curta, mas o suficiente pra não demonstrar o que minha cabecinha pensou e tinha vontade de fazer (a cabecinha de baixo, porque a de cima já tava de enfeite a essa altura). Começo a olhar aquele corpo de cima pra baixo, apreciando cada centímetro, mas foi na bunda dela, empinada e muito bem trabalhada, que parei um bom tempo. Minha pica endureceu e dava pra ver na calça social, mas tive que voltar à dura realidade: tinha muitos machos atrás da mesma presa, machos mais robustos, corpulentos, cascudos e com certeza com picas maiores e mais leitosas. Mas me convenci de que aquela putinha que me disse "te matei" com carinha de safada tinha que pagar e eu tinha que aproveitar.
Nisso o metrô chega, alguns descem, eu me posiciono. atrás dela e com a enxurrada de gente, subimos todos, alguns tentaram me tirar o lugar e não conseguiram, quando ficamos lá dentro todo mundo bem apertado, eu já estava atrás dela com a pica bem dura encostada na bunda minúscula dela, as mãos pra baixo porque eu tava com uma mochila que ficava trocando de mão de propósito pra passar a mão na rabeta dela na discrição. No meio daquela encostada fenomenal com as mãos pra baixo, eu passava a mão na bunda dela bem de leve, agora sim na discrição com uma mão livre e com a outra eu pendurei a mochila no pulso pra disfarçar e ficava acariciando a bundinha minúscula, mais a encostada da minha pica, tava adorando (a gatinha virava, olhava nos meus olhos verdes que eu tenho e não falava nada) até que num momento sinto um punho roçando na minha pica, vejo e é outro macho querendo a minha presa, e olhei pra ele com cara de "cara, a putinha é minha", e o cara se afastou um pouco, então pra marcar território peguei ela na cinturinha e com o movimento do metrô, encaixei a bunda toda pra mim. Nisso do tesão, olho ao redor e uns caras estavam olhando, não falavam nada, o metrô vai chegando em Pasco (por sorte tava atrasado e parava um pouco mais nas estações), a gatinha pergunta pro da frente: Ela: você desce aqui? O outro macho: não, não desço. Na hora, todo mundo que podia admirar a bunda dela admirava, mas ninguém tocava, eu aproximei a mão, coloquei delicadamente na bunda dela, e quando ela desceu, dei uma bela passada de mão e uma palmadinha bem leve, bem suave, ela se virou, me olhou e sorriu (como quem agradece). Naquele momento me senti muito bem, porque dá pra dizer que tive o consentimento dela e ainda os outros caras me respeitaram e não estragaram meu momento, como sempre aconteceu na minha vida toda. Pra mim, o verdadeiro macho não é o que tem a pica maior, ou o que aperta mais forte a bunda da mulher, ou o que passa mais a mão. Pra mim, é aquele que com o pouco ou muito que tem consegue. fazer uma mulher se soltar e passar um momento muito gostoso em cima de um lugar tão inóspito quanto o metrô, e os outros caras respeitarem seu espaço, o lugar que a mulher te dá com aquele olhar de satisfação.
A escrita não é lá essas coisas, mas acho que expressa o que rolou naquele dia.
Se alguma mulher tiver interesse em passar um momento gostoso no metrô, me manda uma mensagem privada (e a gente combina um encontro pra você curtir uns carinhos bem gostosos no metrô).
Abraços.
6 comentários - Apoiada no metrô x 2 (tchau)
Actualmente está lleno de policiías de la metropolitana , mucho no dá para tocar, y las mujeres mucho más recatadas, de hecho está lleno de viejas chusmas que no se pierden una, hace poco a un viejo que estaba apoyando de forma alevosa una vieja le gritó en voz alta lo hice quedar re mal el viejo se puso re nervioso y se tuvo que bajar, apoyaba a una chica de unos 20 años que ni se inmutó porque estaba concentrada en escuchar su música con sus auriculares.