Minha tia pedindo perdão a Deus

Eu tava sozinho em casa porque meus pais tinham viajado e eu tava sob os cuidados da minha tia. Naquele dia tava frio, aí minha tia veio ver como eu tava. Ela com um casaco preto, um cachecol no pescoço, uma calça jeans e botas — isso me deixou louco. Cumprimentei ela, a gente ficou conversando, e eu falei: "A senhora assim me mata". Ela respondeu: "O que você vai fazer?" E eu falei: "Estuprar a senhora. A gente tá sozinho, a senhora sabe como é, ainda mais que a senhora não transa com seu marido." Fazer de conta que tô estuprando ela — essa é minha fantasia. Não podia falar isso pra minha tia porque ela não ia querer sexo selvagem, ir um pouco além, sentir como é um estuprador, tudo aquilo na hora. Sei que vocês vão pensar que sou um estuprador, mas tudo que faço é com amor, só que sempre testando coisas novas, posições novas, um pouco de tudo: sexo sem amor, sexo selvagem com um pouco de agressão, mostrar quem manda na cama.

Tirei toda a minha roupa na hora, mandei ela me chupar na mesma hora, eu sem tocar nela, ela fazendo tudo. Depois peguei ela pelo cabelo, peguei o cachecol dela, vendi os olhos dela, tirei o casaco dela de uma vez, a blusa, a calça, e ela tirou a calcinha. Joguei ela na cama, ela deitada, comecei a chupar a buceta dela quase sem tocar. Depois comecei a penetrar ela, ela segurando as próprias pernas, só penetrando sem tocar nela, ela não via nada. Aí joguei as pernas dela pra trás, com uma mão segurei as pernas e as mãos dela, penetrando com um pouco de violência, igual uma fera, sem ela conseguir escapar, e eu falava: "Toma, tia, assim, tia, assim!" E a penetração cada vez mais forte, o gemido com lamento de dor, como se tivesse machucando alguém, e se ela queria falar alguma coisa, eu tapava a boca dela com a outra mão ou dava um beijo na boca dela. Tudo era sem amor, com cara de ódio, estuprando ela, ela não podia ver nada.

Se eu tava com meu primo no computador na casa dele, ele fala: "Preciso ir pra academia", e justo nessa hora minha tia chega do trabalho. Cumprimento ela e a gente começa a conversar. Ela toda gostosa, com uma camisa verde maçã, uma calça jeans e umas botas, e o cabelo liso dela, ela que... Ela diz: "Me espera, vou me trocar". Ela entra no quarto dela, fecha a porta. A porta abre de novo porque ela não tinha fechado direito. Eu fico olhando pra ela. Ela levanta pra fechar a porta e me pergunta: "O que foi?". Eu digo: "Nada, é que a senhora tá muito gostosa". Eu chego perto dela, dou um beijo nela. Ela não falava nada — quando ela não falava nada, era porque queria que eu fizesse o love; senão, me mandava pra merda e me expulsava. Eu jogo ela na cama, me jogo por cima dela, acaricio ela e dou beijos na boca dela. Isso ela adorava. E eu digo: "Não consigo tirar sua roupa, fica muito bem em você, tia Ester, e te faz parecer uma mulher incrível". Ela sorriu e gostou daquilo. Ela começa a desabotoar a camisa, e eu digo: "Não desabotoa não". Ela tira minha camiseta. Eu desabotoo a camisa dela devagar, tiro o sutiã dela, começo a dar beijos no corpo todo dela. Isso me excitava pra caralho. Ela se levanta enquanto eu desabotoo a calça dela. Os peitos dela são uma coisa incrível. Dou um beijo na boca dela, tiro a calça dela, ela fica só com as botas. Ela tira a calcinha fio dental dela. Ela começa a tirar minha calça. Ela sempre pedindo perdão a Deus. Eu pego o cabelo dela. Ela começa a me chupar. Nós dois pelados. Gozo tudo na cara e na boca dela. Ela levanta e me dá um beijo na boca. Começo a chupar a buceta dela. Ela me pega pelo cabelo/cabeça. Jogo ela na cama e continuo chupando a buceta dela. Ela dizendo: "Perdão, Deus". Além disso, ela vai sempre na igreja e pede perdão pelo que a gente faz, já que é errado a gente transar, tia e sobrinho. Além disso, ela tem medo de a família descobrir, especialmente minha mãe/minha irmã e o marido dela/meu tio. Mas nosso amor é mais forte, e contra isso a gente não consegue. A gente até tentou parar de fazer o love, mas é mais forte e a gente não consegue. Depois, começo a meter devagar, cada vez mais rápido, e ela dizia: "Meu Deus, perdão, Deus". Eu penetrava ela. Dava pra ouvir o barulho da cama, o roçar da nossa pele, fazendo o love como qualquer um. casal/namorados/casados/amantes/etc tudo com respeito e falando coisas lindas e cada vez a gente ficava mais excitado fizemos outras posições, depois coloco ela de quatro começo a penetrar ela, ela me diz o lenço está no bolso da calça pego ele e coloco na boca dela com uma mão seguro o lenço e com a outra puxo o cabelo dela e meto como uma fera tiro o lenço dela sempre que usávamos era tipo uma brincadeira colocar na boca dela continuo metendo segurando pelo cabelo pedindo perdão a deus e goza dentro pra acabar com isso e que nunca tivéssemos chegado a esse ponto de transar eu que arrebentava a bunda dela e metia cada vez mais forte ela que dizia mais mais perdoa deus quando tiro ela fica mal e começa a chorar e me diz que tinha medo de alguém descobrir eu abraço ela dou beijos na boca e falo vamos nos vestir ela que me abraçava ficamos um tempo já não dava pra fazer mais nada eu sento na cama de um lado ela que começa a se vestir não vou embora vou ficar mais um tempo com você ela senta do meu lado pega minha mão e diz obrigado por me entender ficamos um tempo conversando e trocando beijos ela me diz já volto vou ao banheiro depois volta liga a tv e senta na cama eu que abraço ela e seguro a mão dela ela que me dá beijos na boca tudo como se fôssemos um casal ela me olha e fica séria e por um tempo não transamos só love sem sexo só beijos e carícias e isso

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