Reencontro com minha cunhada - A festa - Parte 3

A situação era a seguinte: ela estava ajoelhada no chão, completamente nua, cheia de porra nos peitos e no pescoço. A luz da lua fazia ela parecer ainda mais gostosa do que já era. Eu estava exausto, tinha gozado de um jeito descomunal, realmente tinha desejado ela a semana inteira. Ia continuar aproveitando o momento, até que o celular dela tocou… Era o Guillermo, procurando por ela. Ela disse que ele estava lá fora, que falasse onde ela estava pra se encontrarem. Fiquei desiludido, queria continuar com ela… mas não ia dar. Ela ficou nervosa e rapidamente pegou a tanga e o vestido. Ajudei ela a se trocar, ofereci um lenço pra ela se limpar. A cara dela era de raiva, mas não dava pra fazer nada.
- Que que houve?? O que o Guillermo queria? Não dava pra mandar ele pastar? Falar que tava com amigas ou algo assim??
- Ele tá muito bêbado, não dava pra entender nada. Acho que a gente já vai pra casa.
Frustração total! Ela foi pra casa onde a festa tava começando e encontrou o Guille num estado deplorável, ele tinha bebido demais. Pouco depois, eu fui. Estávamos os três: Vale, Caro e ele. Eles tinham que ir embora. O problema é que a Caro não sabe dirigir, então eu e a Vale decidimos levar eles em casa. Tive que dirigir. Todo mundo tava puto, ele tinha estragado a festa, mas fazer o quê… não tinha outro jeito senão levar eles.
Foi a primeira vez que dirigi um carro daqueles, era incrível. Isso me tirou um pouco da raiva, encarei como uma brincadeira. Primeiro deixei a Vale em casa, depois levei o casal pra casa deles. Eu falei que, depois de deixar eles, pegava um busão e ia pra minha. Então, depois de largar minha mina em casa, fomos nós três no carro. O Guillermo tava no banco de trás, tinha dormido, e do lado dele, a Caro não parava de me olhar pelo retrovisor do carro. Chegamos. Entrei com o carro na garagem e ela pediu pra eu ajudar a levar o Guille pra dentro de casa, na real, colocar ele na cama. Foi o que fiz. Tive que levantar ele, ele quase não conseguia ficar em pé. Foi… Bem chato ter que levar ele pro quarto. A casa era puro luxo, embaixo uma sala de estar enorme, com uma sala de jantar chique, um banheiro e uma cozinha bem pitoresca. No primeiro andar tinha um banheiro e 3 quartos. Quando a gente tava descendo as escadas e eu ia saindo pela porta, a Caro me pegou pela mão e me puxou pra cozinha:
- Vamos aproveitar que o Guillermo tá apagadão, não acorda mais.
- É perigoso... e se ele acordar?
Ela fingiu que não me ouviu e começou a me beijar enquanto mexia rápido no meu cinto, baixando minha calça e a cueca. Enquanto beijava ela, apertava os peitos dela, tava muito tesuda. Enfiei ela contra a bancada e sentei ela ali. Na hora ela puxou a calcinha fio dental pro lado e com a mão ajudou a meter. Tava meio sequinha, mas não demorou pra lubrificar. Começamos a foder de um jeito bem bruto, ela tinha se inclinado um pouco pra trás, então enquanto eu metia, acariciava a barriga dela e apertava os peitos com força. Ficamos um tempão nessa posição, adorava comer ela assim, ainda mais na casa dela com o marido. Ela resolveu mudar de lugar, se afastou devagar, me pegou pela piroca e me levou como se fosse meu prisioneiro pra sala. Era perigoso ficar ali, se o Guillermo saísse do quarto e desse uma olhada, podia nos ver, mas ela não tava nem aí. Me sentou num sofá branco, enorme que tinha lá, e tirou o vestido e a calcinha fio dental. A excitação e o nervosismo me deixavam mais tarado, comecei a bater uma enquanto olhava ela:
- Hummm, bate uma assim que eu adoro, me olha toda, sou sua (enquanto rebolava sensual).
Cuspi na piroca e comecei a me masturbar mais rápido, ela começou a brincar com os peitos, apertava os bicos, começou a sair leite e isso deixava ela com mais tesão. Na hora ela chegou perto, se ajoelhou, chupou bem minha piroca e virou de costas. Delicadamente abriu as pernas, se inclinou e devagar enfiou minha piroca na buceta dela, começou a Mexendo bem rápido, ela gemia, aquela posição era a favorita dela. Eu acariciava as costas dela enquanto ela subia e descia. Não aguentei muito e comecei a encher ela de porra. Ela sentiu meu pau pulsar e se deitou pra trás, em cima de mim. Agarrei bem forte os peitos dela enquanto gozava toda a buceta dela. Ela se contorcia pra caralho e também gozou. Não conseguiu segurar os gemidos e soltou tudo bem alto. Ficamos um tempinho naquela posição enquanto eu beijava o pescoço dela e acariciava a barriga… aquele momento era perfeito até a gente ouvir um grito:
- Carolina!! Cadê você?
Rapidamente levantamos…
- Já vou, amor, vim pegar um copo d'água (gritando).
Fomos até a cozinha, me troquei rápido, demos um beijo de despedida e saí pela porta lateral. Enquanto ela abria o portão, me olhou e conseguiu sussurrar:
- Tchau, gostoso, espero que se repita. Agora vou ter que cuidar do Guille…
Enquanto me mandava um beijinho, eu, super satisfeito, fui até a esquina esperar o busão pra voltar tranquilo e feliz pra casa.

Bom, espero que tenham gostado. Muito obrigado pelos pontos e comentários nos posts anteriores!

4 comentários - Reencontro com minha cunhada - A festa - Parte 3

Toda la adrenalina la final!! Muy buen relato! 👍