A situação era a seguinte: ela estava ajoelhada no chão, completamente nua, cheia de porra nos peitos e no pescoço. A luz da lua fazia ela parecer ainda mais gostosa do que já era. Eu estava exausto, tinha gozado de um jeito absurdo, realmente tinha desejado ela a semana inteira. Eu ia continuar curtindo o momento, até que o celular dela tocou… Era o Guillermo, procurando por ela. Ela disse que ele estava lá fora, que falasse onde ela estava pra eles se encontrarem. Me decepcionei, queria continuar com ela… mas não ia dar. Ela ficou nervosa e rapidamente pegou a calcinha fio dental e o vestido. Ajudei ela a se trocar, ofereci um lenço pra ela se limpar. A cara dela era de raiva, mas não dava pra fazer nada.
- Que que houve?? O que o Guillermo queria? Não dava pra mandar ele pastar? Falar que tava com amigas ou algo assim??
- Ele tá muito bêbado, não dava pra entender nada. Acho que a gente já vai pra casa.
Frustração total! Ela foi pra casa onde a festa tava só começando e encontrou o Guille num estado deplorável, ele realmente tinha bebido pra caralho. Pouco depois, eu fui. Estávamos nós três: a Vale, a Caro e ele. Eles tinham que ir embora. O problema é que a Caro não sabe dirigir, então eu e a Vale decidimos levar eles em casa. Eu tive que dirigir. Todo mundo tava puto, ele tinha cagado a festa, mas fazer o quê… não tinha outro jeito senão levar eles.
Era a primeira vez que eu dirigia um carro daqueles, era foda. Isso me tirou um pouco da raiva, encarei como uma brincadeira. Primeiro deixei a Vale em casa, e depois levei o casal pra casa deles. Eu falei que depois de deixar eles, pegaria um busão e iria pra minha. Então, depois de largar minha mina em casa, fomos nós três no carro. O Guillermo tava no banco de trás, tinha dormido, e do lado dele, a Caro não parava de me olhar pelo retrovisor do carro. Chegamos. Entrei com o carro na garagem e ela pediu pra eu ajudar a levar o Guille pra dentro de casa, na real, deixar ele na cama. Foi o que fiz. Tive que levantar ele, ele mal conseguia ficar em pé. Foi… Bem chato ter que levar ele pro quarto. A casa era puro luxo, embaixo uma sala de estar enorme, com uma sala de jantar chique, um banheiro e uma cozinha bem pitoresca. No primeiro andar tinha um banheiro e 3 quartos. Quando a gente tava descendo as escadas e eu ia saindo pela porta, a Caro me pegou pela mão e me levou pra cozinha.
- Vamos aproveitar que o Guillermo tá apagadão, não acorda mais.
- É perigoso... e se ele acordar?
Ela fingiu que não me ouviu e começou a me beijar enquanto mexia no meu cinto, abrindo minha calça e puxando minha cueca pra baixo. Enquanto beijava ela, apertava os peitos dela, tava muito tesuda. Enfiei ela contra a bancada e sentei ela ali. Na hora ela puxou a calcinha fio dental pro lado e com a mão dela me ajudou a meter. Tava meio sequinha, mas não demorou pra lubrificar. A gente começou a trepar de um jeito bem bruto, ela tinha se inclinado um pouco pra trás, então enquanto eu metia nela, acariciava a barriga dela e apertava bem forte os peitos. Ficamos um tempão nessa posição, adorava comer ela assim, ainda mais na casa dela com o marido lá. Ela resolveu mudar de lugar, então se afastou devagar, me pegou pela rola e me levou como se eu fosse prisioneiro dela pra sala. Era perigoso ficar ali, se o Guillermo saísse do quarto e olhasse, podia ver a gente, mas ela não tava nem aí. Me sentou num sofá branco, enorme que tinha lá, e tirou o vestido e a calcinha fio dental. A excitação e o nervosismo me deixavam mais tarado, comecei a bater uma enquanto olhava ela.
- Hummm, bate uma assim que eu adoro, me olha toda, sou sua (enquanto rebolava sensual).
Cuspi na minha rola e comecei a me masturbar mais rápido. Ela começou a brincar com os peitos, apertava os bicos, que começaram a vazar leite e isso deixava ela muito tesuda. Na hora ela chegou perto, se ajoelhou, chupou bem minha rola e virou de costas. Delicadamente, abriu as pernas, se inclinou e devagar enfiou minha rola na buceta dela. Começou a Me movi muito rápido, ela gemia, adorava aquela posição, eu acariciava as costas dela enquanto ela subia e descia. Não aguentei muito e comecei a encher ela de porra, ela sentiu meu pau pulsar e se deitou pra trás, em cima de mim. Agarrei bem forte os peitos dela enquanto gozava toda a buceta dela, ela se contorcia muito e também gozou. Não conseguiu segurar os gemidos e soltou tudo com muita força. Ficamos um tempinho naquela posição enquanto eu beijava o pescoço dela e acariciava a barriga... aquele momento era perfeito até ouvirmos um grito:
- Carolina!! Cadê você??
Rapidamente nos levantamos...
- Já vou, love, vim pegar um copo d'água (gritando).
Fomos até a cozinha, me troquei rápido, demos um beijo de despedida, e saí por uma porta lateral. Enquanto ela abria o portão, me olhou e conseguiu sussurrar:
- Tchau, lindo, espero que se repita. Agora vou ter que cuidar do Guille...
Enquanto me mandava um beijinho, eu, super satisfeito, fui até a esquina esperar o ônibus pra voltar tranquilo e feliz pra casa.
Bom, espero que tenham gostado. Muito obrigado pelos pontos e comentários nos posts anteriores!
- Que que houve?? O que o Guillermo queria? Não dava pra mandar ele pastar? Falar que tava com amigas ou algo assim??
- Ele tá muito bêbado, não dava pra entender nada. Acho que a gente já vai pra casa.
Frustração total! Ela foi pra casa onde a festa tava só começando e encontrou o Guille num estado deplorável, ele realmente tinha bebido pra caralho. Pouco depois, eu fui. Estávamos nós três: a Vale, a Caro e ele. Eles tinham que ir embora. O problema é que a Caro não sabe dirigir, então eu e a Vale decidimos levar eles em casa. Eu tive que dirigir. Todo mundo tava puto, ele tinha cagado a festa, mas fazer o quê… não tinha outro jeito senão levar eles.
Era a primeira vez que eu dirigia um carro daqueles, era foda. Isso me tirou um pouco da raiva, encarei como uma brincadeira. Primeiro deixei a Vale em casa, e depois levei o casal pra casa deles. Eu falei que depois de deixar eles, pegaria um busão e iria pra minha. Então, depois de largar minha mina em casa, fomos nós três no carro. O Guillermo tava no banco de trás, tinha dormido, e do lado dele, a Caro não parava de me olhar pelo retrovisor do carro. Chegamos. Entrei com o carro na garagem e ela pediu pra eu ajudar a levar o Guille pra dentro de casa, na real, deixar ele na cama. Foi o que fiz. Tive que levantar ele, ele mal conseguia ficar em pé. Foi… Bem chato ter que levar ele pro quarto. A casa era puro luxo, embaixo uma sala de estar enorme, com uma sala de jantar chique, um banheiro e uma cozinha bem pitoresca. No primeiro andar tinha um banheiro e 3 quartos. Quando a gente tava descendo as escadas e eu ia saindo pela porta, a Caro me pegou pela mão e me levou pra cozinha.
- Vamos aproveitar que o Guillermo tá apagadão, não acorda mais.
- É perigoso... e se ele acordar?
Ela fingiu que não me ouviu e começou a me beijar enquanto mexia no meu cinto, abrindo minha calça e puxando minha cueca pra baixo. Enquanto beijava ela, apertava os peitos dela, tava muito tesuda. Enfiei ela contra a bancada e sentei ela ali. Na hora ela puxou a calcinha fio dental pro lado e com a mão dela me ajudou a meter. Tava meio sequinha, mas não demorou pra lubrificar. A gente começou a trepar de um jeito bem bruto, ela tinha se inclinado um pouco pra trás, então enquanto eu metia nela, acariciava a barriga dela e apertava bem forte os peitos. Ficamos um tempão nessa posição, adorava comer ela assim, ainda mais na casa dela com o marido lá. Ela resolveu mudar de lugar, então se afastou devagar, me pegou pela rola e me levou como se eu fosse prisioneiro dela pra sala. Era perigoso ficar ali, se o Guillermo saísse do quarto e olhasse, podia ver a gente, mas ela não tava nem aí. Me sentou num sofá branco, enorme que tinha lá, e tirou o vestido e a calcinha fio dental. A excitação e o nervosismo me deixavam mais tarado, comecei a bater uma enquanto olhava ela.
- Hummm, bate uma assim que eu adoro, me olha toda, sou sua (enquanto rebolava sensual).
Cuspi na minha rola e comecei a me masturbar mais rápido. Ela começou a brincar com os peitos, apertava os bicos, que começaram a vazar leite e isso deixava ela muito tesuda. Na hora ela chegou perto, se ajoelhou, chupou bem minha rola e virou de costas. Delicadamente, abriu as pernas, se inclinou e devagar enfiou minha rola na buceta dela. Começou a Me movi muito rápido, ela gemia, adorava aquela posição, eu acariciava as costas dela enquanto ela subia e descia. Não aguentei muito e comecei a encher ela de porra, ela sentiu meu pau pulsar e se deitou pra trás, em cima de mim. Agarrei bem forte os peitos dela enquanto gozava toda a buceta dela, ela se contorcia muito e também gozou. Não conseguiu segurar os gemidos e soltou tudo com muita força. Ficamos um tempinho naquela posição enquanto eu beijava o pescoço dela e acariciava a barriga... aquele momento era perfeito até ouvirmos um grito:
- Carolina!! Cadê você??
Rapidamente nos levantamos...
- Já vou, love, vim pegar um copo d'água (gritando).
Fomos até a cozinha, me troquei rápido, demos um beijo de despedida, e saí por uma porta lateral. Enquanto ela abria o portão, me olhou e conseguiu sussurrar:
- Tchau, lindo, espero que se repita. Agora vou ter que cuidar do Guille...
Enquanto me mandava um beijinho, eu, super satisfeito, fui até a esquina esperar o ônibus pra voltar tranquilo e feliz pra casa.
Bom, espero que tenham gostado. Muito obrigado pelos pontos e comentários nos posts anteriores!
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