Magui e a professora parte 2 (Conto)

Este relato continua da parte um, aqui vai o link:http://www.poringa.net/posts/relatos/2574800/Magui-y-su-profe-Relato.htmlEstávamos saindo da faculdade, quando vemos o professor Claudio vindo correndo atrás da Magui.

Claudio: - Magali, vem cá, temos que falar com o reitor.

Magui (Surpresa): - Mas professor, o que aconteceu? Tem a ver com a prova?

Meu tesão estava a mil, por dentro eu pensava "e agora o que esse quer? acabou de comer ela e já quer mais?", enquanto minha cabeça viajava em mil maneiras de como isso podia terminar, o voo erótico foi cortado pela voz do professor.

C: - Ele tá com você? Vai ter que esperar, cara. (Isso ele falou com o tom mais pervertido que já ouvi, ou eu tava muito na pilha do tesão)

M: - Tenho que ir, professor, a gente tá atrasando.

Quando ouvi ela falar isso, imediatamente e sem pensar, eu disse:

Eu: - Não esquenta, amor, resolve isso aí que eu te espero. (Quê? O que eu tava pensando? Tava entregando ela de novo pro pauzão do professor, mas algo em mim, o tesão, me fez responder isso)

M: - Ah, gordo, você é um anjo, faço o mais rápido possível, tá?

Eu: - Vai, vai, gordinha, te espero aqui fora.

Magui começou a se afastar com o professor e eles falavam baixinho, aí, nem lento nem preguiçoso, eu segui eles pra ver onde iam, obviamente sem me verem. Vi que chegaram no setor de manutenção, onde tava sentado na porta o encarregado da manutenção do prédio, um cara moreno, alto e com um macacão azul, típico desse trampo.

Me escondi atrás de uma coluna quando ouvi o Claudio falar pro homem:

C: - Olha, José, olha que pedaço de buceta gostosa, é uma deusa e é pra nós, mas temos que meter porque tão esperando ela.

J: - Nossa, parece que ganhei na loteria hoje.

Quê?! Magui não falava nada, só sorria pro "José" e pro querido professor dela, não dava pra acreditar que minha namorada tava se entregando pra dois coroas de quarenta anos assim do nada.

Quando entraram na sala de manutenção, ficou mais difícil seguir a conversa. Mas vi que tinha um depósito que parecia abandonado há tempos, onde dava uma janela pra sala. Sem ninguém me ver, me escondi e espiei pela janela. Não podia acreditar no que tava vendo.

A Magali tava ajoelhada, sem camisa nem sutiã, com uma pica em cada mão, revezando qual chupava. A pica do José era quase do mesmo tamanho que a do Cláudio, mas menos grossa. Pra Magui isso não incomodava nada, porque ela metia na boca com a mesma paixão.

Eu já confuso entre a surpresa e o tesão, notei como minha pica tava dura, a ponto de explodir enquanto via dois velhos submetendo minha namorada a chupar aquelas piconas. Peguei minha pica e comecei devagar a bater uma punheta enquanto via esse espetáculo lindo.

Enquanto a Magui comia a pica do Cláudio olhando nos olhos dele como uma profissional, o José cuidava de chupar todos os peitos dela e roçar aqueles bigodes peludos que ele tinha pela barriga toda, até desabotoar o jeans e tirar tudo, deixando ela completamente pelada. Eu via minha mina delirando de prazer comendo a pica do Cláudio e sendo chupada e apalpada pelo velho que consertava os aquecedores. Não sabia o que fazer. O José já tava metendo a pica nela enquanto a Magui continuava satisfazendo o professor oralmente. O velho não durou muito. Depois de 6 minutos começando a foder minha namorada gostosa, deu uma gozada enorme nas nádegas da Magui. Ela passou a mão em todo o esperma e levou à boca, olhando pro velho que parecia no melhor momento da vida dele. Delirando de êxtase, a Magui fala:

M: — Bom, agora vou chupar você, véinho. Senta aí. E você, professor, arrebenta tudo com essa pica, mas mete fundo que meu namorado tá lá fora.

C: — Sim, gata, fica tranquila. Com o que você fez antes, já esvaziou metade do tanque. Agora vou esvaziar o resto nessa bunda linda.

O Cláudio disse "agora você é toda minha", pegou a Magui pela mão e indicou como se posicionar: ajoelhada, inclinada pra frente, se segurando com as mãos. As mãos dela segurando uma barra de madeira. Assim ela ficava, oferecendo generosamente sua bundinha minúscula. Claudio começou a beijar e lamber o cu de Magui, a cobrir o ânus dela com saliva. José apareceu na frente e enfiou o pau na boca dela. E ela se dedicou a chupar e sentir como, lá atrás, Claudio ia dilatando o buraquinho dela e lubrificando com uma substância viscosa e fria. E então ela sentiu algo imenso abrindo o cu dela, causando uma dor perto do prazer. Magui parou de chupar, com a boca semiaberta, restos de saliva e os olhos bem abertos numa expressão de estupefação, se dedicou a sentir aquilo que a perfurava sem piedade. José colocou o pau de novo na boca dela e começou um novo êxtase. De relance, ela se olhou num espelho que tinha na sala e a excitação dela foi infinita ao ver aqueles dois velhos tarados fodendo ela à vontade, o pau de Claudio indo e vindo no cu dela e o de José enfiado na boca dela. Ela teve mais dois orgasmos que pareciam levá-la ao limite dos sentidos.

Eu tava com o pau duro, quase gozando de tesão, enquanto via Magui chupando o pau do zelador, que tocava com aqueles dedos grossos e ásperos toda a buceta e o clitóris dela, enquanto Claudio enfiava aquele pedaço venoso de carne na bundinha minúscula dela. Eu tinha que implorar pra ela me dar a bunda, e pro professor ela tava entregando do nada!

M:- Ai sim, professor, enche minha bunda, vagabundo, mmmmm, e você me toca toda, velho, vai, faz eu gozar mmmmm.

Eu não podia acreditar que minha namorada tava falando assim. Quando ela terminou de falar, Claudio suspirou bem fundo e encheu a bunda dela de porra sem hesitar, depois tirou devagar o pau da bunda de Magui pra dar na boca dela, enquanto Magui chupava os dedos de José, que já não aguentava mais nada.

Claudio guardou o pau, beijou a bunda de Magui e disse:

C:- Que gostosa você é, garota. Espero que isso continue, né?

M:- Com esse pedaço, sou sua quando quiser, professor, e você, velhinho, transou gostoso também, hein.

C:- Mmmmm, assim que eu gosto, linda. Me Vou indo enquanto você se troca, assim ninguém desconfia.

M: – Fala, professor, tenta não deixar meu namorado te ver.

Enquanto a Magui começava a se trocar, eu tinha que sair dali e disfarçar o pedaço de pau duro que eu tava. Corri pro pátio que dava na sala de manutenção, enquanto via o Claudio indo embora tranquilo, com uma cara de felicidade do caralho. Fiquei esperando ela sentado, ainda com a pica dura, quando vejo a Magui chegando com uma cara de felicidade enorme e me fala:

M: – Vamos, gordo, no final era uma bobagem.

Eu ainda tava com o problema da ereção, então fui sincero por tesão e falei:

Eu: – Gorda, nem me pergunta por quê, mas tô duro, me dá um tempinho pra baixar.

Magui: – Kkkkk, seu porco!

É, ela me chamar de porco foi meio estranho depois de ver ela no ato com aqueles dois coroas, mas entrei na onda por causa do tesão que tava, até que ela disse:

M: – Agora tô muito cansada, mas já que você veio me buscar, vamos pra casa que eu te recompenso.

Fomos pra casa, transamos pra caralho e dormimos. Ela, morta de cansaço depois da buceta dela ter levado a pancada de 3 picas diferentes, não aguentava mais. Eu, enquanto começava a pegar no sono, ficava pensando em tudo que tinha visto e em tudo que com certeza ainda ia ver.

Continua...

Valeu por ler!

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