Era sábado à noite, e pro aniversário da minha irmã Verônica, que mora lá em S.M.P., me vesti com uma minissaia bem ousada. Não tava preocupada, porque tava bem acompanhada do meu namorado. A gente decidiu ir de micro-ônibus, sabendo que ia beber e depois ficar num hotel da região.
Eu tava sentada no banco atrás do motorista, e meu namorado José em pé do meu lado, conversando sobre o dia difícil que ele teve. De repente, chegando num ponto no ovalo de Huandoy, outro carro da mesma linha fez baldeação e o ônibus lotou, empurrando meu namorado lá pro fundo, e ele sentou. Aí subiu uma senhora com um filho pequeno no colo, e eu cedi meu lugar pra ela, até porque era o banco reservado. Olhei pro meu namorado sentado, cansado, e não dava pra chegar até ele, então falei pra ele aproveitar pra descansar, já que faltava pouco pra descer.
De repente, o ônibus lotou ainda mais, e senti uns tapinhas leves por trás, bem nos meus glúteos. Olhei pra ver o que era, e era a mão de um cara jovem que tava com a mochila nas costas. Não dei importância, afinal todo mundo tava "grudado". Entrando pela avenida Canta Callao, esses tapinhas foram ficando mais fortes e mais seguidos. Aí senti uma coisa quente e dura se posicionando no meio dos meus glúteos. Fiquei meio desconfortável, mas pra não incomodar meu namorado e causar problema, não falei nada.
Mas o cara atrás de mim interpretou isso errado, e cada vez mais confiante, empurrava o pau dele, cada vez maior e mais quente. A verdade é que o calor que esse pau transmitia e a situação em que eu tava me fizeram decidir ousar um pouco e aproveitar o momento, porque assim, do nada, não entro em micro-ônibus. Olhei pra frente: a senhora dormindo com o bebê. Pra direita: o motorista ocupado. Pra esquerda: meu namorado me olhando, mas com uma cara de cansado que até dormia de vez em quando. Senti a respiração do cara no meu pescoço, e aproveitando os movimentos que o ônibus fazia ao passar pela rua esburacada... A pista fazia os movimentos ficarem mais ritmados, guiando meu corpo gostoso. Apoiei minhas duas mãos pra frente, quebrei minha cintura, minha minissaia subia mais. Senti a mão dele segurando minha cintura, dando mais movimento. O carro não podia ir mais rápido por causa do detalhe da pista, já que estavam colocando o esgoto na área do Cerro Candela. Eu, feliz, tremia de nervosismo. Juro que já não me importava mais com nada, só queria SENTIR. Daí notei que ele recuou um pouco, me desesperei, mas logo senti minha saia sendo levantada por trás, senti a mão dele no meu fio dental, e então senti o pau dele, pelado e quente, atravessando minhas pernas até a frente. Senti que ia morrer, nunca tinha acontecido comigo. Obrigada, mãe, por me fazer alta. Levei minha mão pra frente e toquei no pau dele, que saía empurrando minha minissaia pela frente. O cobrador avisou: "Desce, ponto do colégio", onde eu tinha que descer, mas nada, segui em frente. Ele continuou beijando meu pescoço, uma mão tocava meu peito e a outra na minha cintura me movia mais, e de vez em quando parava pra sentir que eu me mexia sozinha.
Vocês não sabem a vergonha que me deu de não ter dado meu número pra esse cara, que graças a ele dei o melhor sexo da vida pro meu namorado naquele dia. Ele me deixou muito, mas muito molhada.
Espero visitar minha avó mais vezes, hehehehe.
Eu tava sentada no banco atrás do motorista, e meu namorado José em pé do meu lado, conversando sobre o dia difícil que ele teve. De repente, chegando num ponto no ovalo de Huandoy, outro carro da mesma linha fez baldeação e o ônibus lotou, empurrando meu namorado lá pro fundo, e ele sentou. Aí subiu uma senhora com um filho pequeno no colo, e eu cedi meu lugar pra ela, até porque era o banco reservado. Olhei pro meu namorado sentado, cansado, e não dava pra chegar até ele, então falei pra ele aproveitar pra descansar, já que faltava pouco pra descer.
De repente, o ônibus lotou ainda mais, e senti uns tapinhas leves por trás, bem nos meus glúteos. Olhei pra ver o que era, e era a mão de um cara jovem que tava com a mochila nas costas. Não dei importância, afinal todo mundo tava "grudado". Entrando pela avenida Canta Callao, esses tapinhas foram ficando mais fortes e mais seguidos. Aí senti uma coisa quente e dura se posicionando no meio dos meus glúteos. Fiquei meio desconfortável, mas pra não incomodar meu namorado e causar problema, não falei nada.
Mas o cara atrás de mim interpretou isso errado, e cada vez mais confiante, empurrava o pau dele, cada vez maior e mais quente. A verdade é que o calor que esse pau transmitia e a situação em que eu tava me fizeram decidir ousar um pouco e aproveitar o momento, porque assim, do nada, não entro em micro-ônibus. Olhei pra frente: a senhora dormindo com o bebê. Pra direita: o motorista ocupado. Pra esquerda: meu namorado me olhando, mas com uma cara de cansado que até dormia de vez em quando. Senti a respiração do cara no meu pescoço, e aproveitando os movimentos que o ônibus fazia ao passar pela rua esburacada... A pista fazia os movimentos ficarem mais ritmados, guiando meu corpo gostoso. Apoiei minhas duas mãos pra frente, quebrei minha cintura, minha minissaia subia mais. Senti a mão dele segurando minha cintura, dando mais movimento. O carro não podia ir mais rápido por causa do detalhe da pista, já que estavam colocando o esgoto na área do Cerro Candela. Eu, feliz, tremia de nervosismo. Juro que já não me importava mais com nada, só queria SENTIR. Daí notei que ele recuou um pouco, me desesperei, mas logo senti minha saia sendo levantada por trás, senti a mão dele no meu fio dental, e então senti o pau dele, pelado e quente, atravessando minhas pernas até a frente. Senti que ia morrer, nunca tinha acontecido comigo. Obrigada, mãe, por me fazer alta. Levei minha mão pra frente e toquei no pau dele, que saía empurrando minha minissaia pela frente. O cobrador avisou: "Desce, ponto do colégio", onde eu tinha que descer, mas nada, segui em frente. Ele continuou beijando meu pescoço, uma mão tocava meu peito e a outra na minha cintura me movia mais, e de vez em quando parava pra sentir que eu me mexia sozinha.
Vocês não sabem a vergonha que me deu de não ter dado meu número pra esse cara, que graças a ele dei o melhor sexo da vida pro meu namorado naquele dia. Ele me deixou muito, mas muito molhada.
Espero visitar minha avó mais vezes, hehehehe.
3 comentários - Fantasias no ônibus - Ireee69