Era uma noite fria, o vestido que ele tinha prometido colava em cada pedaço da pele dela. Ela sabia que, se decidisse levar o plano adiante, seria bom que ele deixasse o aquecimento ligado.
Também tinha prometido ir sem calcinha. A cabeça dela ainda tava a mil, ela não entendia por que tinha aceitado, nem conhecia o cara direito, só tinha visto ele bêbado uma vez num bar. E nem era bonito, mas era atraente o suficiente pra que as conversas por telefone tivessem ficado cada vez mais quentes.
Precisava de um cigarro. Sabia que teria que pegar uma estrada comum pra chegar no estúdio dele, então se seguisse reto sem parar, ia passar a noite inteira sem fumo. Parou num daqueles bares irlandeses que abrem todo dia em Madri, mas a ideia de que tava usando um vestido curto de verão, justo, sem meia e sem calcinha no meio do inverno a fez congelar na hora.
Mas a vontade, como sempre no caso dela, foi mais forte. Enquanto comprava o cigarro, percebeu que todos os olhares estavam nela. Só essa ideia já fez os bicos dos peitos dela ficarem duros, então decidiu sair dali o mais rápido possível. Uma mistura de vergonha e tesão garantia que a noite ia ser intensa.
Acendeu um cigarro e olhou o relógio do carro. Era uma hora menos dez e ela tava atrasada. Mas tava pouco se fodendo, ia pra casa de um desconhecido e não precisava seguir nenhuma ideia pré-definida, podia fazer o que quisesse.
Ela queria estar à altura das conversas que tinham tido. Tinha decidido ir pro estúdio dele num momento de tesão extremo e agora a determinação dela tava vacilando. Mas só de olhar pra barriga dela, completamente livre, emoldurada pelo vestido branco lindo, já a convencia. Soltou uma mão do volante e cutucou o cantinho do púbis, descobrindo que tava completamente molhada.
Também tinha prometido ir sem calcinha. A cabeça dela ainda tava a mil, ela não entendia por que tinha aceitado, nem conhecia o cara direito, só tinha visto ele bêbado uma vez num bar. E nem era bonito, mas era atraente o suficiente pra que as conversas por telefone tivessem ficado cada vez mais quentes.
Precisava de um cigarro. Sabia que teria que pegar uma estrada comum pra chegar no estúdio dele, então se seguisse reto sem parar, ia passar a noite inteira sem fumo. Parou num daqueles bares irlandeses que abrem todo dia em Madri, mas a ideia de que tava usando um vestido curto de verão, justo, sem meia e sem calcinha no meio do inverno a fez congelar na hora.
Mas a vontade, como sempre no caso dela, foi mais forte. Enquanto comprava o cigarro, percebeu que todos os olhares estavam nela. Só essa ideia já fez os bicos dos peitos dela ficarem duros, então decidiu sair dali o mais rápido possível. Uma mistura de vergonha e tesão garantia que a noite ia ser intensa.
Acendeu um cigarro e olhou o relógio do carro. Era uma hora menos dez e ela tava atrasada. Mas tava pouco se fodendo, ia pra casa de um desconhecido e não precisava seguir nenhuma ideia pré-definida, podia fazer o que quisesse.
Ela queria estar à altura das conversas que tinham tido. Tinha decidido ir pro estúdio dele num momento de tesão extremo e agora a determinação dela tava vacilando. Mas só de olhar pra barriga dela, completamente livre, emoldurada pelo vestido branco lindo, já a convencia. Soltou uma mão do volante e cutucou o cantinho do púbis, descobrindo que tava completamente molhada.

Quando finalmente chegou, ele a esperava na rua, porque precisava da ajuda dela pra chegar até o estúdio. Ele estava bem melhor do que ela lembrava; sabia que era pintor, ele tinha contado no único dia que se encontraram no bar de Malasaña, e além disso, ela tinha fuçado na internet e descoberto que ele era alguém bem importante no mundo da pintura. Quando subiram, ela quis ir ao banheiro; ele até pareceu bonito pra ela, os olhos castanhos e felinos que a receberam encantaram ela, e ela queria arrumar o vestido pra ver como a felinidade daqueles olhos ganhava vida.
Uma coisa a excitava pra caralho: conforme tinha visto antes no portão, ele perguntou quantos anos ela tinha; ela tinha 24, e o querido e desconhecido pintor tinha 42.
Quando ela se aproximou dele, uma taça de gin tônica a esperava (ele tinha prometido por telefone), e ele esperava recostado no tatame que ficava no meio do estúdio. O sorriso malicioso e o aceno do pintor fizeram ela tremer e desejar possuir ele com toda a fúria que a dominava naquele momento. Ela sabia que ele queria. Mas antes, queria conhecê-lo, conversar um pouco, se excitar mais. Enquanto ele percorria descaradamente o corpo dela com o olhar, beberam e contaram coisas um pro outro. Ele falava das pinturas dele, embora várias vezes perdesse o foco olhando pra ela, e ela tentava conhecê-lo, perguntando sempre de forma provocante, com aquele bater de cílios que sempre funcionava.
A excitação aumentava, os bicos dos peitos rasgavam o tecido do vestido, e ela aproveitou pra arregaçar ele um pouco. Ele partiu pra boca dela, e ela o segurou. O pintor fez uma cara estranha, então ela começou a brincar com ele; o vestido justo era tudo que os separava, e ela decidiu levantar ele mais, até onde começa o quadril. Assim ficou ao lado dele, recostada no tatame, mostrando o triângulo branco e imaculado, onde tudo termina.
Uma coisa a excitava pra caralho: conforme tinha visto antes no portão, ele perguntou quantos anos ela tinha; ela tinha 24, e o querido e desconhecido pintor tinha 42.
Quando ela se aproximou dele, uma taça de gin tônica a esperava (ele tinha prometido por telefone), e ele esperava recostado no tatame que ficava no meio do estúdio. O sorriso malicioso e o aceno do pintor fizeram ela tremer e desejar possuir ele com toda a fúria que a dominava naquele momento. Ela sabia que ele queria. Mas antes, queria conhecê-lo, conversar um pouco, se excitar mais. Enquanto ele percorria descaradamente o corpo dela com o olhar, beberam e contaram coisas um pro outro. Ele falava das pinturas dele, embora várias vezes perdesse o foco olhando pra ela, e ela tentava conhecê-lo, perguntando sempre de forma provocante, com aquele bater de cílios que sempre funcionava.
A excitação aumentava, os bicos dos peitos rasgavam o tecido do vestido, e ela aproveitou pra arregaçar ele um pouco. Ele partiu pra boca dela, e ela o segurou. O pintor fez uma cara estranha, então ela começou a brincar com ele; o vestido justo era tudo que os separava, e ela decidiu levantar ele mais, até onde começa o quadril. Assim ficou ao lado dele, recostada no tatame, mostrando o triângulo branco e imaculado, onde tudo termina.

Ela sentiu como a calça de linho cedia espaço pra um volume enorme, o sorriso e os olhos do pintor cravavam intensamente no púbis dela, livre e semi-descoberto pelo vestido. Ele não conseguia levar a mão até lá, porque ela tinha aceitado ficar sem calcinha com a condição de que ele prometesse não tocar nela até ela mandar. Mas ele não resistiu e aproximou a mão trêmula até o púbis dela, mas ela mais uma vez o segurou.
O pintor olhou pra ela com um ardor divertido, e ela aproveitou pra pegar a taça que tinha deixado na beirada da cama, o que a obrigou a ficar de quatro. O pintor a xingou com sarcasmo, morrendo de vontade de possuí-la freneticamente, agarrando a bunda dela contra o quadril, mas lembrou da promessa e, além disso, não queria de jeito nenhum que ela fosse embora.
O pintor olhou pra ela com um ardor divertido, e ela aproveitou pra pegar a taça que tinha deixado na beirada da cama, o que a obrigou a ficar de quatro. O pintor a xingou com sarcasmo, morrendo de vontade de possuí-la freneticamente, agarrando a bunda dela contra o quadril, mas lembrou da promessa e, além disso, não queria de jeito nenhum que ela fosse embora.

Quando ela voltou pra perto dele, viu a cara do pintor toda desfigurada de tesão e o volume, que já começava a marcar levemente a calça fina dele, tremendo. Ele, que já não aguentava mais, segurou as pernas dela e as abriu, enfiando a mão bruscamente dentro da buceta dela, o que fez ela perder a cabeça, porque tava toda molhada. Ele continuou masturbando ela enquanto ela, sem controle, gemia. As mãos dele seguravam a bacia dela, que subia e descia, deixando à mostra a magreza das coxas bem torneadas.
Ela desejou que naquele momento tivesse mais gente no quarto, vendo como ela era livre, como o corpo dela rezava uma oração de sexo e pedia a algum deus eterno que desse a chance e a coragem de fazer, um dia, um ménage ou um quarteto.
Ela desejou que naquele momento tivesse mais gente no quarto, vendo como ela era livre, como o corpo dela rezava uma oração de sexo e pedia a algum deus eterno que desse a chance e a coragem de fazer, um dia, um ménage ou um quarteto.

Completamente perdida nas mãos do pintor e em êxtase, ela afastou as mãos da própria buceta, enfiando os próprios dedos e terminando num gemido de prazer. O pintor, que já segurava o pau dele, sacudindo pra cima e pra baixo, tinha tirado a calça e a cueca. Ela, de uma só passada, montou no pau dele enquanto ele, já quase no auge do êxtase, puxou o vestido dela pra baixo, deixando à mostra dois peitos lindos e redondos, mais firmes e grandes do que ele tinha percebido à primeira vista, e começou a percorrê-los e chupá-los com força com a boca. Ela subia e descia, apertando a buceta contra o pau dele, sem parar. Quando não aguentou mais, ela gemeu tão alto que ele, soltando um gemido poderoso, acabou inundando o corpo dela.

Ela quis agradecer pelos ecstasy e se abaixou devagar, lambendo o sêmen que ainda restava ao redor do pau, colocando ela entre as pernas dele.
Em seguida, ela se sentiu envergonhada, embora se sentisse mais livre do que nunca. Se odiou por ter um namorado há anos e recorrer ao que havia de mais baixo nos seus instintos com alguém que nem gostava. Sabia que não queria vê-lo de novo, que amava o namorado acima de tudo. Mas também sabia que tinha gozado como nunca, e que só de pensar no pintor ou em qualquer outro montando nela, molhava o mais íntimo do seu ser.
Em seguida, ela se sentiu envergonhada, embora se sentisse mais livre do que nunca. Se odiou por ter um namorado há anos e recorrer ao que havia de mais baixo nos seus instintos com alguém que nem gostava. Sabia que não queria vê-lo de novo, que amava o namorado acima de tudo. Mas também sabia que tinha gozado como nunca, e que só de pensar no pintor ou em qualquer outro montando nela, molhava o mais íntimo do seu ser.
1 comentários - Pincelada de iniciación al sexo desenfrenado