Isso aconteceu há uns anos, quando fui estudar no exterior. Mais do que um relato, é uma anedota, como tudo que escrevo e escreverei no Poringa.
Quando cheguei no país, morei com uma família de acolhimento pra me acostumar com o idioma, as tradições e os costumes. Minha família adotiva, por assim dizer, era um casal muito agradável, deviam ter uns 55 anos, agora não lembro exatamente a idade. Com eles estávamos eu e outro aluno de intercâmbio.
Eles organizavam jantares de vez em quando com os parentes e amigos, a gente tomava vinho e eles nos apresentavam, o que era bom porque ajudava a praticar o idioma que a gente ainda não dominava completamente.
Uma das convidadas da família, Marion, era cardiologista, da mesma idade que minha família de acolhimento. Era ruiva, olhos verdes, tinha uns 1,60m e uns peitões enormes. Mas, pela idade dela, não prestei muita atenção porque eu tinha minha namorada no México.
Essa amiga ia visitar muito frequentemente e, como era verão e a casa tinha piscina, imaginei que fosse por isso. Elas passavam um tempão na piscina juntas. Quando eu chegava das aulas, me convidavam pra entrar com elas, mas como não sei nadar, sempre recusava, além de que a ideia de ficar com duas mulheres tão milf não me atraía. Mas eu notava que elas me observavam muito, e a Marion sempre me perguntava coisas sobre meu país, como tava a namorada, etc.
Um dia, depois do jantar, fiquei conversando com minha mãe "adotiva", como ela dizia, já que tinha criado um carinho por mim no pouco tempo que morei lá. Ela me contou que a amiga dela estava se divorciando, o que talvez explicasse tantas visitas à casa e o interesse dela em mim, já que o outro aluno de intercâmbio nunca foi convidado pra entrar na piscina com elas e não recebia tanta atenção.
Um dia, decidi entrar na piscina. Coloquei uma sunga daquelas que grudam no corpo, e marcava bem a rola. Não tinha ninguém naquela hora. Tentei lembrar das poucas aulas de natação que tive... um tempo e quando cansei, deitei perto da piscina. Não demorou pra chegarem a dona da casa e a amiga dela, me cumprimentaram e ficaram surpresas que eu tinha entrado na água, falei que era por causa do calor que tava fazendo, a gente conversou um pouco e fui pro meu quarto, já que quase todo dia eu falava por skype com minha namorada, e já tava na hora de a gente se conectar pra conversar e bater uma juntos.
Naquele dia, minha namorada e eu discutimos, não lembro por qual motivo, uma besteira com certeza, mas eu fiquei puto com ela e ainda por cima tarado, já que não tivemos nossa dose diária de cibersexo. Pouco depois me chamaram pra comer: Só estávamos eu, minha mãe adotiva e a amiga.
Terminando a comida, a amiga começou a me perguntar se tava acontecendo alguma coisa, porque eu tava diferente. Contei sobre a briga que tive com minha namorada, e a Marion me convidou pro cinema, se eu não tivesse nada pra fazer. Falei que não tinha grana, mas ela insistiu que pagava e me trazia de volta pra casa depois, então aceitei. No caminho pro cinema, ela me contou sobre o divórcio dela, que se sentia mal, e eu pra animar ela falei que logo ela ia encontrar outro homem, disse que se eu tivesse 30 anos a mais tentaria pegar ela, e bom, já no cinema não tinha nada interessante, o que me pareceu menos chato foi o Premonição 5, ela pagou os ingressos e a gente entrou na sala.
Como era quarta-feira, não tinha tanta gente no cinema, então tinha muitos lugares vazios, só estávamos eu e a Marion, e umas 7 ou 8 pessoas na sala, que era bem grande.
Uns 45 minutos depois, a Marion coloca a mão dela na minha perna, perto da minha virilha, e me pergunta se meu comentário de que se eu fosse mais velho tentaria pegar ela era sério, aí eu falei que sim, que ela tinha uns olhos verdes que me encantaram. Ela sorriu e colocou a mão na minha entreperna, e me disse que tinha gostado do meu pau quando viu ele marcado na minha sunga de banho de tarde.
Meu pau, ao sentir a mão dela, ficou duro, e ela abaixou meu zíper, Me virei pra garantir que ninguém tava olhando e ela começou a me dar um boquete dos bons. Enfiou tudo até a garganta, cuspindo e enchendo meu pau de saliva, chupava com desespero, e sinceramente, aquela foi a melhor mamada que já recebi na vida. A madura sabia muito bem o que tava fazendo, e com a putaria que tava, em 5 minutos enchi a boca dela de porra. Ela engoliu tudo e falou que a gente já tinha que vazar.
Me levou direto pra casa dela, aproveitando que o filho só chegava mais tarde, a casa era só nossa. Como eu já tinha curtido um boquete gostoso, era minha vez de retribuir o favor. A gente se beijou na entrada, levei ela pro sofá e comecei a beijar o pescoço dela, enquanto enfiava a mão por baixo da saia e metia um dedo. Quando ela já não aguentava mais, desci e comecei a chupar a buceta dela. Não tava totalmente depilada, mas tava aparada, e pude ver que ela era ruiva natural mesmo. Passei a língua por toda a buceta dela, devagar, saboreando os sucos, tinha um gosto diferente de todas que já tinha chupado antes, mas eu gostava. Ela gemia que nem uma puta, me puxava forte pelo cabelo e apertava minha cabeça contra a xota dela.
Sempre me falaram que sexo oral é minha especialidade, e provei isso de novo em poucos minutos, quando comecei a meter um dedo na buceta e outro no cu dela. Ela gozou, encheu minha boca toda com os suquinhos dela num squirt, o que só me deixou mais tesudo, e sem mais delongas comecei a foder ela bem forte e sem camisinha, queria sentir aquela buceta quente e molhada recebendo meu pau inteiro. Ela falava que não, que tava muito sensível, mas não liguei e metia com força, senti as unhas dela cravando nas minhas costas, ela gemia que nem uma puta e em poucos minutos teve outro orgasmo.
Mandei ela ficar de quatro e comecei a comer o cu dela. Enfiei devagar, pra não machucar muito, ela só deu um gritinho e falou que era virgem de cu. Esse buraco. Deixei ele lá dentro por um tempo e comecei a me mexer devagar, Marion começou a sentir prazer e me pediu para bombar mais rápido, o que eu fiz, enquanto ela se masturbava. A cara de puta que a Marion tinha naquele momento não tinha preço, uma mulher madura que gritava de prazer, o cheiro de sexo e suor pela casa toda e meu pau entrando na bunda virgem dela, e eu sendo infiel à minha namorada. Toda a situação fez com que eu não aguentasse mais e esvaziei todo o meu leite dentro da Marion.
Exaustos, nos vestimos de novo, a Marion limpou o chão que ela tinha sujado com o squirt dela minutos antes, e logo depois o filho dela chegou em casa. A Marion nos apresentou, disse que eu era um estudante de intercâmbio que morava na casa de uma amiga dela, e que tínhamos ido ver um filme. Fiquei para jantar com eles e tomamos uma cerveja.
A Marion me levou de volta para casa, nos despedimos com um beijo, e ela disse que esperava que a gente repetisse logo uma noite como a que tínhamos acabado de passar.
Depois dessa experiência, peguei gosto por mulheres mais velhas, embora nunca mais tenha repetido com uma com tanta diferença de idade.
Assim começou minha estadia como estudante estrangeiro naquele país lindo, e que melhor maneira do que com uma boa fodida.
Quando cheguei no país, morei com uma família de acolhimento pra me acostumar com o idioma, as tradições e os costumes. Minha família adotiva, por assim dizer, era um casal muito agradável, deviam ter uns 55 anos, agora não lembro exatamente a idade. Com eles estávamos eu e outro aluno de intercâmbio.
Eles organizavam jantares de vez em quando com os parentes e amigos, a gente tomava vinho e eles nos apresentavam, o que era bom porque ajudava a praticar o idioma que a gente ainda não dominava completamente.
Uma das convidadas da família, Marion, era cardiologista, da mesma idade que minha família de acolhimento. Era ruiva, olhos verdes, tinha uns 1,60m e uns peitões enormes. Mas, pela idade dela, não prestei muita atenção porque eu tinha minha namorada no México.
Essa amiga ia visitar muito frequentemente e, como era verão e a casa tinha piscina, imaginei que fosse por isso. Elas passavam um tempão na piscina juntas. Quando eu chegava das aulas, me convidavam pra entrar com elas, mas como não sei nadar, sempre recusava, além de que a ideia de ficar com duas mulheres tão milf não me atraía. Mas eu notava que elas me observavam muito, e a Marion sempre me perguntava coisas sobre meu país, como tava a namorada, etc.
Um dia, depois do jantar, fiquei conversando com minha mãe "adotiva", como ela dizia, já que tinha criado um carinho por mim no pouco tempo que morei lá. Ela me contou que a amiga dela estava se divorciando, o que talvez explicasse tantas visitas à casa e o interesse dela em mim, já que o outro aluno de intercâmbio nunca foi convidado pra entrar na piscina com elas e não recebia tanta atenção.
Um dia, decidi entrar na piscina. Coloquei uma sunga daquelas que grudam no corpo, e marcava bem a rola. Não tinha ninguém naquela hora. Tentei lembrar das poucas aulas de natação que tive... um tempo e quando cansei, deitei perto da piscina. Não demorou pra chegarem a dona da casa e a amiga dela, me cumprimentaram e ficaram surpresas que eu tinha entrado na água, falei que era por causa do calor que tava fazendo, a gente conversou um pouco e fui pro meu quarto, já que quase todo dia eu falava por skype com minha namorada, e já tava na hora de a gente se conectar pra conversar e bater uma juntos.
Naquele dia, minha namorada e eu discutimos, não lembro por qual motivo, uma besteira com certeza, mas eu fiquei puto com ela e ainda por cima tarado, já que não tivemos nossa dose diária de cibersexo. Pouco depois me chamaram pra comer: Só estávamos eu, minha mãe adotiva e a amiga.
Terminando a comida, a amiga começou a me perguntar se tava acontecendo alguma coisa, porque eu tava diferente. Contei sobre a briga que tive com minha namorada, e a Marion me convidou pro cinema, se eu não tivesse nada pra fazer. Falei que não tinha grana, mas ela insistiu que pagava e me trazia de volta pra casa depois, então aceitei. No caminho pro cinema, ela me contou sobre o divórcio dela, que se sentia mal, e eu pra animar ela falei que logo ela ia encontrar outro homem, disse que se eu tivesse 30 anos a mais tentaria pegar ela, e bom, já no cinema não tinha nada interessante, o que me pareceu menos chato foi o Premonição 5, ela pagou os ingressos e a gente entrou na sala.
Como era quarta-feira, não tinha tanta gente no cinema, então tinha muitos lugares vazios, só estávamos eu e a Marion, e umas 7 ou 8 pessoas na sala, que era bem grande.
Uns 45 minutos depois, a Marion coloca a mão dela na minha perna, perto da minha virilha, e me pergunta se meu comentário de que se eu fosse mais velho tentaria pegar ela era sério, aí eu falei que sim, que ela tinha uns olhos verdes que me encantaram. Ela sorriu e colocou a mão na minha entreperna, e me disse que tinha gostado do meu pau quando viu ele marcado na minha sunga de banho de tarde.
Meu pau, ao sentir a mão dela, ficou duro, e ela abaixou meu zíper, Me virei pra garantir que ninguém tava olhando e ela começou a me dar um boquete dos bons. Enfiou tudo até a garganta, cuspindo e enchendo meu pau de saliva, chupava com desespero, e sinceramente, aquela foi a melhor mamada que já recebi na vida. A madura sabia muito bem o que tava fazendo, e com a putaria que tava, em 5 minutos enchi a boca dela de porra. Ela engoliu tudo e falou que a gente já tinha que vazar.
Me levou direto pra casa dela, aproveitando que o filho só chegava mais tarde, a casa era só nossa. Como eu já tinha curtido um boquete gostoso, era minha vez de retribuir o favor. A gente se beijou na entrada, levei ela pro sofá e comecei a beijar o pescoço dela, enquanto enfiava a mão por baixo da saia e metia um dedo. Quando ela já não aguentava mais, desci e comecei a chupar a buceta dela. Não tava totalmente depilada, mas tava aparada, e pude ver que ela era ruiva natural mesmo. Passei a língua por toda a buceta dela, devagar, saboreando os sucos, tinha um gosto diferente de todas que já tinha chupado antes, mas eu gostava. Ela gemia que nem uma puta, me puxava forte pelo cabelo e apertava minha cabeça contra a xota dela.
Sempre me falaram que sexo oral é minha especialidade, e provei isso de novo em poucos minutos, quando comecei a meter um dedo na buceta e outro no cu dela. Ela gozou, encheu minha boca toda com os suquinhos dela num squirt, o que só me deixou mais tesudo, e sem mais delongas comecei a foder ela bem forte e sem camisinha, queria sentir aquela buceta quente e molhada recebendo meu pau inteiro. Ela falava que não, que tava muito sensível, mas não liguei e metia com força, senti as unhas dela cravando nas minhas costas, ela gemia que nem uma puta e em poucos minutos teve outro orgasmo.
Mandei ela ficar de quatro e comecei a comer o cu dela. Enfiei devagar, pra não machucar muito, ela só deu um gritinho e falou que era virgem de cu. Esse buraco. Deixei ele lá dentro por um tempo e comecei a me mexer devagar, Marion começou a sentir prazer e me pediu para bombar mais rápido, o que eu fiz, enquanto ela se masturbava. A cara de puta que a Marion tinha naquele momento não tinha preço, uma mulher madura que gritava de prazer, o cheiro de sexo e suor pela casa toda e meu pau entrando na bunda virgem dela, e eu sendo infiel à minha namorada. Toda a situação fez com que eu não aguentasse mais e esvaziei todo o meu leite dentro da Marion.
Exaustos, nos vestimos de novo, a Marion limpou o chão que ela tinha sujado com o squirt dela minutos antes, e logo depois o filho dela chegou em casa. A Marion nos apresentou, disse que eu era um estudante de intercâmbio que morava na casa de uma amiga dela, e que tínhamos ido ver um filme. Fiquei para jantar com eles e tomamos uma cerveja.
A Marion me levou de volta para casa, nos despedimos com um beijo, e ela disse que esperava que a gente repetisse logo uma noite como a que tínhamos acabado de passar.
Depois dessa experiência, peguei gosto por mulheres mais velhas, embora nunca mais tenha repetido com uma com tanta diferença de idade.
Assim começou minha estadia como estudante estrangeiro naquele país lindo, e que melhor maneira do que com uma boa fodida.
2 comentários - Minha primeira coroa gostosa