Olá, pessoal! Antes de mais nada, queria pedir desculpas pela minha longa ausência. Quero que saibam que, mesmo sem postar, li cada um dos comentários que vocês deixaram e agradeço por todos os pontinhos!
E então, senti a necessidade de compartilhar novas histórias com vocês.
Neste caso, trago uma que aconteceu comigo há pouco mais de um mês…Meu melhor amigo se chama Fran, conheço ele desde que a gente tinha 12 anos e desde aquela época sempre fomos amigos íntimos. Uns meses atrás, ele me liga um dia e fala: "Cansei de não sair da inércia, quero me matricular na academia, me dá uma força?"… A verdade é que eu nunca curti muito essa parada de academia. Como vocês já sabem, jogo hóquei há muitos anos e amo praticar esporte, mas no geral, o negócio de academia me entedia. Mesmo assim, eu já estava terminando as provas finais, não ia ter muito o que fazer e, conhecendo o Fran, se eu não fosse junto, ele nunca ia começar, então me solidarizei com ele e a gente começou a academia.
O Fran e eu moramos perto, a poucas quadras no mesmo bairro, então fomos numa academia de bairro típica, onde não fossem quebrar nossa cabeça com o preço. Chegamos, preenchemos todas as fichas, entregamos o atestado médico e nos deram o cartão. Como já estávamos lá, decidimos não esperar e já começar a usar as instalações do lugar.
Na hora, um dos 3 ou 4 professores que estavam por ali se aproxima da gente e se apresenta como "Pablo". Ele nos levou para dar uma volta pela academia, mostrando as diferentes máquinas e setores, e depois montou uma rotina baseada no que cada um queria fazer. O Pablo tinha uns 27 anos, mais ou menos, altura média, com um corpo espetacular, nem extremamente trincado nem bombado.
Primeiro, ele mostrou pro Fran como usar um par de máquinas para a rotina dele, e depois de alguns minutos começou a se dedicar a mim. Me levou até o elíptico, me ajudou a subir e explicou como usar. Metade da minha cabeça nem tava ligando no que ele tava explicando sobre como usar a máquina… Eu olhava nos olhos dele, olhava cada centímetro do torso dele, o corpo dele fazendo pressão contra a camiseta vermelha apertada que ele tava vestindo. De repente, senti meu corpo todo ficar hipersensível, senti meus mamilos endurecerem e roçarem contra minha regatinha apertada. Eu me mexia devagar, quase Imperceptivelmente, pra que o tecido da camiseta deslizasse só uns milímetros e roçasse nos meus mamilos, me provocando ondas sucessivas de prazer no corpo inteiro.
Depois de tentar me explicar como usar o elíptico, o Pablo não largou a máquina nem por um segundo. Começamos a conversar, sobre nossas vidas, nossos trampos… Ele não mostrava nenhum interesse por mim, era um cara mais sério, e diferente da maioria dos homens, não tava desesperado babando na minha bunda ou nos meus peitos. Eu amava isso. Ele se fazia de bobo. Agia como se eu quase não existisse. E eu ficava mais e mais excitada. Me esforçava pra provocar ele, chamar a atenção dele, quase num nível absurdo, mas sempre mantendo aquela distância fria que me separa de quem ainda não possuiu meu corpo.
Depois de meia hora de elíptico e mais meia hora de bike, finalmente com a Fran decidimos ir embora e voltar daqui a 2 ou 3 dias.
Cheguei em casa, tirei a roupa e entrei no chuveiro. Não conseguia tirar da cabeça a imagem mental que tinha criado do Pablo. Sentia cada jato fino de água batendo na minha pele, arrepiando ela, me dando calafrios, tremores, a água escorrendo entre meus peitos, deslizando pela minha barriga até minha buceta macia. Sentia a água fluindo entre meus lábios vaginais, quase como num labirinto, como se procurasse descobrir novos cantinhos pra me dar prazer. Imaginei o Pablo atrás de mim, me segurando firme. Com minhas mãos, comecei a acariciar meus peitos, arranhando suavemente toda a superfície, pra depois focar nos meus mamilos, que estavam duros como diamantes. Cada centímetro que meus dedos deslizavam gerava uma sequência de impulsos involuntários no meu corpo todo. Imaginava o Pablo enfiando a pica até o fundo, batendo minha bunda contra a barriga dele, me agarrando pelos peitos… Meus dedos foram descendo e chegaram no meu clitóris. Comecei a brincar com ele, devagar, sentindo toda a superfície, rodeando ele, pressionando ele. Suavemente entre dois dedos. Minhas pernas tremiam, sentia como se um enxame violento de vespas estivesse dentro de mim e quisesse sair do meu corpo de algum jeito. Comecei a esfregar meu clitóris cada vez mais rápido, enfiei um dedo na minha pussy, depois dois. Metia e tirava cada vez com mais velocidade enquanto o resto da minha mão esfregava violentamente meu clitóris. Senti que ia desmaiar, me agarrei com a outra mão na barra da banheira e me deitei. A chuva de água batia forte no meu corpo, mas eu quase não sentia mais. Todos os meus sentidos estavam no Pablo. Meu corpo começou a tremer, involuntariamente, senti que aquele enxame pedia pra sair aos gritos do meu corpo, senti que o prazer ia rasgar minha carne e minha pele. Um último espasmo foi o prelúdio do mais maravilhoso orgasmo que tive me masturbando. Meus sucos se misturaram com a água cristalina, num rio de prazer e luxúria. Minha cabeça girava, enquanto meu corpo tentava aguentar sem desmaiar os tremores sucessivos que o prazer estava me causando.
Claro, não pude deixar de pensar nos dias, nas horas, nos minutos que faltavam pra voltar à academia, mas não queria ir sem o Fran pra não ficar tão na cara.
Dois dias depois, finalmente voltamos. De novo, o Pablo primeiro se dedicou a orientar o Fran e depois foi meu por uma hora. Como da primeira vez, conversamos, demos umas risadas, mas dessa vez tinha algo diferente. O olhar do Pablo era outro. Quase como se ele soubesse que tinha sido o objeto imaginário na minha auto-satisfação naquele banho. Quase como se realmente tivesse estado lá. Tinha uma certa cumplicidade.
Depois de uns 40 minutos, o Pablo me disse: “Meli, seria bom você aprender a alongar pra não se lesionar ou ter uma contratura depois de vir à academia…” e me levou pro andar de cima, onde tinha várias salas pra fazer stretching, kick boxing, e todas essas coisas.
Ele me fez entrar numa sala de Alongamento cheio de colchonetes no chão, bolas infláveis (daquelas grandonas), cordas, elásticos…
Ele me mandou deitar em um dos colchonetes e falou: “Beleza, vou te ajudar a alongar, você me avisa quando começar a puxar pra eu não te machucar”. Cada palavra que saía da boca dele aumentava ainda mais meu tesão. Naquela altura, sem nada ter acontecido, eu já me sentia completamente excitada e molhada. E o melhor ainda estava por vir…
Ele começou a levantar uma das minhas pernas, flexionando e trazendo ela em direção ao meu corpo, empurrando com o peso do corpo dele. As mãos dele se agarravam com firmeza nas minhas coxas. Depois esticou minha perna e passou os dedos fortes com firmeza pelas minhas panturrilhas e depois pelas minhas coxas. Eu não aguentava mais, tinha medo de molhar toda a minha legging e ele perceber. Fechava os olhos e respirava fundo, como ele mandava, quase com a sensação de que ia gozar ali mesmo. Devagar, a situação ia esquentando, mas ninguém se animava a fazer nada. O ar era pura tensão.
Depois de me alongar de barriga pra cima, ele mandou eu virar e ficar de bruços sobre os joelhos pra esticar as costas. Enquanto eu virava, sem querer, minha mão roçou de leve no moletom dele, e senti o pau dele duro dentro da calça. Olhei pra ele, e na hora ele falou: “Nossa, me desculpa, Meli, que vergonha, é que você é uma gostosa muito linda, e infelizmente não consigo controlar. Mil perdões, juro que não vai acontecer de novo, se você quiser posso chamar outro instrutor pra te aju…” eu calei ele com um beijo. Não sei se me excitava mais a perfeição do corpo dele, ou a inocência com que ele tinha incendiado meu corpo inteiro.
A gente se beijou com uma intensidade incrível. Nossas línguas se roçavam, dançavam, se enroscavam, se percorriam. Nossas mãos eram como seres independentes, alheios aos nossos corpos. Tentavam tocar e acariciar o máximo possível do corpo um do outro. Em poucos segundos, minha camiseta já estava Feito um tesão num canto daquele salão, igualzinho ao dela. Quase no tapa, fomos tirando a roupa enquanto nossos corpos se esfregavam, se acariciavam, se afogavam no prazer. Levantou minhas pernas devagar e as abriu, enroscando elas no corpo dele. Senti toda a carne dura, tensa, potente, contra minha buceta macia e delicada. Não queria outra coisa senão ter aquele pau maravilhoso percorrendo cada centímetro do meu interior.
Os beijos dele foram descendo, primeiro no meu pescoço e depois nos meus peitos. A língua dele deslizava com graça, subindo e descendo, encontrando meus bicos durinhos, endurecendo eles, molhando, lubrificando, pra depois descer pro meu umbigo e beliscar eles com os dedos. O caminho até minha xota parecia eterno. Finalmente, a língua dele e meu clitóris tiveram o encontro tão esperado. Sentia a língua macia dele, a saliva quentinha, envolvendo meu clitóris, afundando ele num mar de sensações indescritíveis. Meu corpo tremia, quase não conseguia controlar. Aí ele se levantou, e eu fiz o mesmo. Arranquei a calça de moletão e a cueca dele, e o maior dos meus desejos naquele momento se materializou na minha frente. Um pau lindo, perfeito, robusto, que pedia pra me penetrar. Comecei a chupar ele devagar, molhando, enquanto minhas mãos envolviam as bolas dele. Ele se abaixou e sussurrou no meu ouvido: "Não temos muito tempo até alguém estranhar...". Então, sem pensar duas vezes, empurrei ele nos colchonetes e me posicionei por cima. Peguei o pau dele, apontei pro céu e apoiei ele suavemente nos meus lábios vaginais molhados. A gravidade fez o resto. Deixei meu corpo cair devagar, fazendo minha buceta absorver toda a extensão do pau dele até ele sumir. Comecei a cavalgar naquele pau lindo, balançando minha bunda pra cima e pra baixo. De vez em quando, um tapinha suave na bunda me acendia ainda mais de tesão. O pau dele me preenchia, me invadia, me destruía de prazer. Minha buceta apertada a envolvia, percorria, molhava. Minha respiração ficava cada vez mais ofegante. Descia até o fundo, pra depois subir e deixar o pau quase completamente exposto, pra depois descer de novo, cada vez com mais violência. As mãos dele se agarravam nos meus peitos, acariciando, apertando, massageando meus mamilos que explodiam de prazer.
Aí o Pablo me tirou de cima dele, me levantou no colo e me levou até um canto, onde tinha uma dessas bolas infláveis gigantes. Me virou, apoiei meus peitos na bola, e levantei a bunda. Ele segurou minha cintura com força e me penetrou de novo, mas dessa vez, ele quem mandava. Eu me submetia, submetia meu corpo, submetia minha buceta, submetia minha vontade ao que ele quisesse. Ele começou a meter o pau cada vez mais fundo, entrava e saía do meu corpo com uma velocidade e firmeza que poucas vezes eu fui comida. Meus peitos se apertavam contra a bola de borracha, e meu corpo quicava suavemente no ritmo da puta foda que o Pablito tava me dando.
De repente, sinto que o Pablo junta meus pulsos nas minhas costas. Ele tinha pegado uma corda e começou a amarrar meus pulsos. Eu tava indefesa, à mercê do que o pau dele quisesse fazer comigo. Adorei. Me excitou ainda mais. Comecei a falar "Me faz tua. Faz o que quiser comigo. Só te peço que me coma gostoso e não pare nunca.". Ele pirou. Com uma mão segurava minha bunda, e com a outra se agarrava no meu cabelo. Puxava minha cabeça suavemente pra trás enquanto atacava uma e outra vez com o pau veiudo no meu corpo.
Lágrimas de prazer escorriam, incrivelmente o pau dele parecia crescer cada vez mais, e ficar cada vez mais duro. Aí eu falei "não aguento mais, você vai me fazer explodir". Então, ele se agarrou com as duas mãos na minha cintura como se fosse a última coisa que pudesse segurar pra salvar a vida dele. Me levantou um pouco da bola de borracha, deixando meus peitos ainda pressionados contra ela, mas minha bunda ainda mais Levantado. Enfiou um dos dedos suavemente no meu cu, o que me surpreendeu e me deixou absolutamente louca, e começou a me foder com a força de uma besta. Dava pra ouvir o barulho do meu cu batendo no corpo dele ecoando pela sala. Eu tentava calar meus gemidos, mas era impossível. Cada estocada do pau dele me fazia soltar todo o ar que eu tinha. E então, fechei os olhos com força e me entreguei ao que vinha. Uma cachoeira de sensações percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Uma mistura de tensão, prazer, desespero, descontrole, frio e calor. Tudo junto se agitava dentro de mim, e então, o pau dele entrou tão fundo que meus olhos se abriram e depois se fecharam ainda mais forte, deixando todos os meus fluidos escorrerem sobre o pau dele. Meu corpo sacudia, tremia, se contorcia. Minhas mãos ainda estavam amarradas, o que tornava tudo ainda mais intenso. O pau dele ainda entrava e saía, cada vez mais rápido, cada vez mais firme. E então, quando os últimos resquícios de prazer líquido deixavam meu corpo, senti minha buceta se encher de novo, mas agora com o sêmen dele. Um suspiro forte, senti o corpo dele se tensar, os dedos dele se cravarem na minha cintura e o pau dele ficar absolutamente dentro de mim, soltando jatos de luxúria. Senti o pau dele pulsando dentro de mim. Nenhum dos dois queria se desgrudar do outro.
Então, ele puxou o pau molhado e banhado em porra de dentro de mim. Desamarrou minhas mãos e me levantou. Me beijou. E sem dizer mais nada, vestiu o moletom, a camiseta e me ajudou a me vestir. Quando nos viramos e encaramos a porta do salão, o que vi me deixou sem fôlego. O Fran estava parado, encostado no vidro, observando a situação toda. Fiquei cheia de vergonha, queria que a terra me engolisse naquele instante. Pablo olhou pra mim e eu falei “vai, não se preocupa”. Pablo saiu primeiro e depois eu saí. Não conseguia olhar nos olhos do Fran. Não sabia quanto tempo ele tinha visto, mas não precisava ser gênio pra saber o que tinha rolado. Me aproximei e falei “Fran! Desculpa! Não queria que “Viu isso?”. “Cala a boca”, ele me disse. “Sempre quis fazer um menage. Acho que já encontrei o lugar…”. Fiquei gelada. Nunca tinha pensado em dar pra cima do meu melhor amigo, mas ao mesmo tempo, pensar em dar pro Pablo de novo e adicionar o prazer extra de outra pica cuidando de mim me deixava louca.
Em breve conto o que aconteceu 2 semanas depois…
Parte II -->http://www.poringa.net/posts/relatos/2585662/Elongacion-Profunda-II.htmlDeixo para meus novos leitores meus relatos anteriores para que possam curtir!
Minha primeira vez com 2 paus! --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480704/Mi-primera-vez-con-2-pijas-y-mi-primer-post.html
Consolando a Lara (Minha primeira experiência lésbica) --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480910/Consolando-a-Lara-Mi-primera-experiencia-lesbica.html
Comida por uma besta nas serras cordobesas...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481239/Cogida-por-una-bestia-en-las-sierras-cordobesas.html
Nada como uma boa trepada nas dunas...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481533/Nada-como-un-buen-polvo-en-los-medanos.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo I.--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2483522/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-I.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo II. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2484193/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-II.html
A voragem de uma aventura passageira. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2491852/La-voragine-de-una-aventura-pasajera.html
Descobrindo meu vício... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2493825/Descubriendo-mi-adiccion.html
Professora sexual por uma noite... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2494512/Profesora-sexual-por-una-noche.html
E um dia, convidaram minha Booty pra brincar... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2495019/Y-un-dia-a-mi-Booty-la-invitaron-a-jugar.html
E então, senti a necessidade de compartilhar novas histórias com vocês.
Neste caso, trago uma que aconteceu comigo há pouco mais de um mês…Meu melhor amigo se chama Fran, conheço ele desde que a gente tinha 12 anos e desde aquela época sempre fomos amigos íntimos. Uns meses atrás, ele me liga um dia e fala: "Cansei de não sair da inércia, quero me matricular na academia, me dá uma força?"… A verdade é que eu nunca curti muito essa parada de academia. Como vocês já sabem, jogo hóquei há muitos anos e amo praticar esporte, mas no geral, o negócio de academia me entedia. Mesmo assim, eu já estava terminando as provas finais, não ia ter muito o que fazer e, conhecendo o Fran, se eu não fosse junto, ele nunca ia começar, então me solidarizei com ele e a gente começou a academia.
O Fran e eu moramos perto, a poucas quadras no mesmo bairro, então fomos numa academia de bairro típica, onde não fossem quebrar nossa cabeça com o preço. Chegamos, preenchemos todas as fichas, entregamos o atestado médico e nos deram o cartão. Como já estávamos lá, decidimos não esperar e já começar a usar as instalações do lugar.
Na hora, um dos 3 ou 4 professores que estavam por ali se aproxima da gente e se apresenta como "Pablo". Ele nos levou para dar uma volta pela academia, mostrando as diferentes máquinas e setores, e depois montou uma rotina baseada no que cada um queria fazer. O Pablo tinha uns 27 anos, mais ou menos, altura média, com um corpo espetacular, nem extremamente trincado nem bombado.
Primeiro, ele mostrou pro Fran como usar um par de máquinas para a rotina dele, e depois de alguns minutos começou a se dedicar a mim. Me levou até o elíptico, me ajudou a subir e explicou como usar. Metade da minha cabeça nem tava ligando no que ele tava explicando sobre como usar a máquina… Eu olhava nos olhos dele, olhava cada centímetro do torso dele, o corpo dele fazendo pressão contra a camiseta vermelha apertada que ele tava vestindo. De repente, senti meu corpo todo ficar hipersensível, senti meus mamilos endurecerem e roçarem contra minha regatinha apertada. Eu me mexia devagar, quase Imperceptivelmente, pra que o tecido da camiseta deslizasse só uns milímetros e roçasse nos meus mamilos, me provocando ondas sucessivas de prazer no corpo inteiro.
Depois de tentar me explicar como usar o elíptico, o Pablo não largou a máquina nem por um segundo. Começamos a conversar, sobre nossas vidas, nossos trampos… Ele não mostrava nenhum interesse por mim, era um cara mais sério, e diferente da maioria dos homens, não tava desesperado babando na minha bunda ou nos meus peitos. Eu amava isso. Ele se fazia de bobo. Agia como se eu quase não existisse. E eu ficava mais e mais excitada. Me esforçava pra provocar ele, chamar a atenção dele, quase num nível absurdo, mas sempre mantendo aquela distância fria que me separa de quem ainda não possuiu meu corpo.
Depois de meia hora de elíptico e mais meia hora de bike, finalmente com a Fran decidimos ir embora e voltar daqui a 2 ou 3 dias.
Cheguei em casa, tirei a roupa e entrei no chuveiro. Não conseguia tirar da cabeça a imagem mental que tinha criado do Pablo. Sentia cada jato fino de água batendo na minha pele, arrepiando ela, me dando calafrios, tremores, a água escorrendo entre meus peitos, deslizando pela minha barriga até minha buceta macia. Sentia a água fluindo entre meus lábios vaginais, quase como num labirinto, como se procurasse descobrir novos cantinhos pra me dar prazer. Imaginei o Pablo atrás de mim, me segurando firme. Com minhas mãos, comecei a acariciar meus peitos, arranhando suavemente toda a superfície, pra depois focar nos meus mamilos, que estavam duros como diamantes. Cada centímetro que meus dedos deslizavam gerava uma sequência de impulsos involuntários no meu corpo todo. Imaginava o Pablo enfiando a pica até o fundo, batendo minha bunda contra a barriga dele, me agarrando pelos peitos… Meus dedos foram descendo e chegaram no meu clitóris. Comecei a brincar com ele, devagar, sentindo toda a superfície, rodeando ele, pressionando ele. Suavemente entre dois dedos. Minhas pernas tremiam, sentia como se um enxame violento de vespas estivesse dentro de mim e quisesse sair do meu corpo de algum jeito. Comecei a esfregar meu clitóris cada vez mais rápido, enfiei um dedo na minha pussy, depois dois. Metia e tirava cada vez com mais velocidade enquanto o resto da minha mão esfregava violentamente meu clitóris. Senti que ia desmaiar, me agarrei com a outra mão na barra da banheira e me deitei. A chuva de água batia forte no meu corpo, mas eu quase não sentia mais. Todos os meus sentidos estavam no Pablo. Meu corpo começou a tremer, involuntariamente, senti que aquele enxame pedia pra sair aos gritos do meu corpo, senti que o prazer ia rasgar minha carne e minha pele. Um último espasmo foi o prelúdio do mais maravilhoso orgasmo que tive me masturbando. Meus sucos se misturaram com a água cristalina, num rio de prazer e luxúria. Minha cabeça girava, enquanto meu corpo tentava aguentar sem desmaiar os tremores sucessivos que o prazer estava me causando.
Claro, não pude deixar de pensar nos dias, nas horas, nos minutos que faltavam pra voltar à academia, mas não queria ir sem o Fran pra não ficar tão na cara.
Dois dias depois, finalmente voltamos. De novo, o Pablo primeiro se dedicou a orientar o Fran e depois foi meu por uma hora. Como da primeira vez, conversamos, demos umas risadas, mas dessa vez tinha algo diferente. O olhar do Pablo era outro. Quase como se ele soubesse que tinha sido o objeto imaginário na minha auto-satisfação naquele banho. Quase como se realmente tivesse estado lá. Tinha uma certa cumplicidade.
Depois de uns 40 minutos, o Pablo me disse: “Meli, seria bom você aprender a alongar pra não se lesionar ou ter uma contratura depois de vir à academia…” e me levou pro andar de cima, onde tinha várias salas pra fazer stretching, kick boxing, e todas essas coisas.
Ele me fez entrar numa sala de Alongamento cheio de colchonetes no chão, bolas infláveis (daquelas grandonas), cordas, elásticos…
Ele me mandou deitar em um dos colchonetes e falou: “Beleza, vou te ajudar a alongar, você me avisa quando começar a puxar pra eu não te machucar”. Cada palavra que saía da boca dele aumentava ainda mais meu tesão. Naquela altura, sem nada ter acontecido, eu já me sentia completamente excitada e molhada. E o melhor ainda estava por vir…
Ele começou a levantar uma das minhas pernas, flexionando e trazendo ela em direção ao meu corpo, empurrando com o peso do corpo dele. As mãos dele se agarravam com firmeza nas minhas coxas. Depois esticou minha perna e passou os dedos fortes com firmeza pelas minhas panturrilhas e depois pelas minhas coxas. Eu não aguentava mais, tinha medo de molhar toda a minha legging e ele perceber. Fechava os olhos e respirava fundo, como ele mandava, quase com a sensação de que ia gozar ali mesmo. Devagar, a situação ia esquentando, mas ninguém se animava a fazer nada. O ar era pura tensão.
Depois de me alongar de barriga pra cima, ele mandou eu virar e ficar de bruços sobre os joelhos pra esticar as costas. Enquanto eu virava, sem querer, minha mão roçou de leve no moletom dele, e senti o pau dele duro dentro da calça. Olhei pra ele, e na hora ele falou: “Nossa, me desculpa, Meli, que vergonha, é que você é uma gostosa muito linda, e infelizmente não consigo controlar. Mil perdões, juro que não vai acontecer de novo, se você quiser posso chamar outro instrutor pra te aju…” eu calei ele com um beijo. Não sei se me excitava mais a perfeição do corpo dele, ou a inocência com que ele tinha incendiado meu corpo inteiro.
A gente se beijou com uma intensidade incrível. Nossas línguas se roçavam, dançavam, se enroscavam, se percorriam. Nossas mãos eram como seres independentes, alheios aos nossos corpos. Tentavam tocar e acariciar o máximo possível do corpo um do outro. Em poucos segundos, minha camiseta já estava Feito um tesão num canto daquele salão, igualzinho ao dela. Quase no tapa, fomos tirando a roupa enquanto nossos corpos se esfregavam, se acariciavam, se afogavam no prazer. Levantou minhas pernas devagar e as abriu, enroscando elas no corpo dele. Senti toda a carne dura, tensa, potente, contra minha buceta macia e delicada. Não queria outra coisa senão ter aquele pau maravilhoso percorrendo cada centímetro do meu interior.
Os beijos dele foram descendo, primeiro no meu pescoço e depois nos meus peitos. A língua dele deslizava com graça, subindo e descendo, encontrando meus bicos durinhos, endurecendo eles, molhando, lubrificando, pra depois descer pro meu umbigo e beliscar eles com os dedos. O caminho até minha xota parecia eterno. Finalmente, a língua dele e meu clitóris tiveram o encontro tão esperado. Sentia a língua macia dele, a saliva quentinha, envolvendo meu clitóris, afundando ele num mar de sensações indescritíveis. Meu corpo tremia, quase não conseguia controlar. Aí ele se levantou, e eu fiz o mesmo. Arranquei a calça de moletão e a cueca dele, e o maior dos meus desejos naquele momento se materializou na minha frente. Um pau lindo, perfeito, robusto, que pedia pra me penetrar. Comecei a chupar ele devagar, molhando, enquanto minhas mãos envolviam as bolas dele. Ele se abaixou e sussurrou no meu ouvido: "Não temos muito tempo até alguém estranhar...". Então, sem pensar duas vezes, empurrei ele nos colchonetes e me posicionei por cima. Peguei o pau dele, apontei pro céu e apoiei ele suavemente nos meus lábios vaginais molhados. A gravidade fez o resto. Deixei meu corpo cair devagar, fazendo minha buceta absorver toda a extensão do pau dele até ele sumir. Comecei a cavalgar naquele pau lindo, balançando minha bunda pra cima e pra baixo. De vez em quando, um tapinha suave na bunda me acendia ainda mais de tesão. O pau dele me preenchia, me invadia, me destruía de prazer. Minha buceta apertada a envolvia, percorria, molhava. Minha respiração ficava cada vez mais ofegante. Descia até o fundo, pra depois subir e deixar o pau quase completamente exposto, pra depois descer de novo, cada vez com mais violência. As mãos dele se agarravam nos meus peitos, acariciando, apertando, massageando meus mamilos que explodiam de prazer.
Aí o Pablo me tirou de cima dele, me levantou no colo e me levou até um canto, onde tinha uma dessas bolas infláveis gigantes. Me virou, apoiei meus peitos na bola, e levantei a bunda. Ele segurou minha cintura com força e me penetrou de novo, mas dessa vez, ele quem mandava. Eu me submetia, submetia meu corpo, submetia minha buceta, submetia minha vontade ao que ele quisesse. Ele começou a meter o pau cada vez mais fundo, entrava e saía do meu corpo com uma velocidade e firmeza que poucas vezes eu fui comida. Meus peitos se apertavam contra a bola de borracha, e meu corpo quicava suavemente no ritmo da puta foda que o Pablito tava me dando.
De repente, sinto que o Pablo junta meus pulsos nas minhas costas. Ele tinha pegado uma corda e começou a amarrar meus pulsos. Eu tava indefesa, à mercê do que o pau dele quisesse fazer comigo. Adorei. Me excitou ainda mais. Comecei a falar "Me faz tua. Faz o que quiser comigo. Só te peço que me coma gostoso e não pare nunca.". Ele pirou. Com uma mão segurava minha bunda, e com a outra se agarrava no meu cabelo. Puxava minha cabeça suavemente pra trás enquanto atacava uma e outra vez com o pau veiudo no meu corpo.
Lágrimas de prazer escorriam, incrivelmente o pau dele parecia crescer cada vez mais, e ficar cada vez mais duro. Aí eu falei "não aguento mais, você vai me fazer explodir". Então, ele se agarrou com as duas mãos na minha cintura como se fosse a última coisa que pudesse segurar pra salvar a vida dele. Me levantou um pouco da bola de borracha, deixando meus peitos ainda pressionados contra ela, mas minha bunda ainda mais Levantado. Enfiou um dos dedos suavemente no meu cu, o que me surpreendeu e me deixou absolutamente louca, e começou a me foder com a força de uma besta. Dava pra ouvir o barulho do meu cu batendo no corpo dele ecoando pela sala. Eu tentava calar meus gemidos, mas era impossível. Cada estocada do pau dele me fazia soltar todo o ar que eu tinha. E então, fechei os olhos com força e me entreguei ao que vinha. Uma cachoeira de sensações percorreu meu corpo da cabeça aos pés. Uma mistura de tensão, prazer, desespero, descontrole, frio e calor. Tudo junto se agitava dentro de mim, e então, o pau dele entrou tão fundo que meus olhos se abriram e depois se fecharam ainda mais forte, deixando todos os meus fluidos escorrerem sobre o pau dele. Meu corpo sacudia, tremia, se contorcia. Minhas mãos ainda estavam amarradas, o que tornava tudo ainda mais intenso. O pau dele ainda entrava e saía, cada vez mais rápido, cada vez mais firme. E então, quando os últimos resquícios de prazer líquido deixavam meu corpo, senti minha buceta se encher de novo, mas agora com o sêmen dele. Um suspiro forte, senti o corpo dele se tensar, os dedos dele se cravarem na minha cintura e o pau dele ficar absolutamente dentro de mim, soltando jatos de luxúria. Senti o pau dele pulsando dentro de mim. Nenhum dos dois queria se desgrudar do outro.
Então, ele puxou o pau molhado e banhado em porra de dentro de mim. Desamarrou minhas mãos e me levantou. Me beijou. E sem dizer mais nada, vestiu o moletom, a camiseta e me ajudou a me vestir. Quando nos viramos e encaramos a porta do salão, o que vi me deixou sem fôlego. O Fran estava parado, encostado no vidro, observando a situação toda. Fiquei cheia de vergonha, queria que a terra me engolisse naquele instante. Pablo olhou pra mim e eu falei “vai, não se preocupa”. Pablo saiu primeiro e depois eu saí. Não conseguia olhar nos olhos do Fran. Não sabia quanto tempo ele tinha visto, mas não precisava ser gênio pra saber o que tinha rolado. Me aproximei e falei “Fran! Desculpa! Não queria que “Viu isso?”. “Cala a boca”, ele me disse. “Sempre quis fazer um menage. Acho que já encontrei o lugar…”. Fiquei gelada. Nunca tinha pensado em dar pra cima do meu melhor amigo, mas ao mesmo tempo, pensar em dar pro Pablo de novo e adicionar o prazer extra de outra pica cuidando de mim me deixava louca.
Em breve conto o que aconteceu 2 semanas depois…
Parte II -->http://www.poringa.net/posts/relatos/2585662/Elongacion-Profunda-II.htmlDeixo para meus novos leitores meus relatos anteriores para que possam curtir!
Minha primeira vez com 2 paus! --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480704/Mi-primera-vez-con-2-pijas-y-mi-primer-post.html
Consolando a Lara (Minha primeira experiência lésbica) --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2480910/Consolando-a-Lara-Mi-primera-experiencia-lesbica.html
Comida por uma besta nas serras cordobesas...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481239/Cogida-por-una-bestia-en-las-sierras-cordobesas.html
Nada como uma boa trepada nas dunas...--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2481533/Nada-como-un-buen-polvo-en-los-medanos.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo I.--> http://www.poringa.net/posts/relatos/2483522/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-I.html
H.S.A. (Hermoso Sexo Atípico). Capítulo II. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2484193/H-S-A-Hermoso-Sexo-Atipico-Capitulo-II.html
A voragem de uma aventura passageira. --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2491852/La-voragine-de-una-aventura-pasajera.html
Descobrindo meu vício... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2493825/Descubriendo-mi-adiccion.html
Professora sexual por uma noite... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2494512/Profesora-sexual-por-una-noche.html
E um dia, convidaram minha Booty pra brincar... --> http://www.poringa.net/posts/relatos/2495019/Y-un-dia-a-mi-Booty-la-invitaron-a-jugar.html
22 comentários - Alongamento Profundo...
Te invito a pasar x los mios
Esto fue posta?
Van puntos!!
Te FeLiCiTo NeNa !!! MuY RiC0 PoSt.
BiEn CaLeNtITo..CoMo Me GuSTa A Mi..
GrAcIaS PoR CoMpArTiR !!!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad
Muy bueno!!! 🌹 😘
Ya se extrañaban tus relatos, 10 es muy poco, urgente tendrian que poner opciones de hasta 1000 puntos.
El preservativo...............