Não sei por que, mas naquele dia voltei do trabalho de ônibus, normalmente ia de trem, porque é mais rápido, mas acho que foi porque tinha acontecido um acidente, o que me fez decidir mudar de meio de transporte.
No geral, quando precisava viajar desse jeito, pegava o ônibus no ponto de partida, então podia escolher o assento, mas naquele dia, como queria chegar rápido em casa, peguei o que estava prestes a sair, e acabei sentando no quinto banco de dois, do lado do corredor, ao lado de um senhor mais velho que aparentemente dormia. Assim que sentei, tirei o jornal da minha mochila, o que foi bem difícil porque ele tinha ficado no fundo de tudo e a mochila estava bem cheia por ser sexta-feira, eu levava muita roupa de volta pra casa, mas enfim, quando consegui, o ônibus já estava em movimento, então me preparei pra ler as notícias. Nisso, o ônibus começou a lotar, já que em cada parada subia muita gente. Eu estava bem concentrado num artigo esportivo quando, por causa do balanço do ônibus, a mulher que estava em pé ao meu lado se jogou pra cima de mim, mexendo no meu jornal, e ouvi um "ai, desculpa", ao que, levantando a vista, respondi com um "não foi nada", percebendo que quem pedia desculpas era uma moça, que no começo, confesso, só olhei e nada mais, e continuei lendo meu artigo. Mais umas duas vezes aconteceu a mesma coisa, mas não teve pedido de desculpas, e sim um cruzamento de olhares e uma ou outra risadinha. O que rolou nessas vezes foi que, com o dorso da minha mão esquerda, rocei a perna direita dela, mas nada, ficou por isso mesmo. E como eu já estava começando a sentir sono, decidi guardar o jornal na mochila, puxei ela mais pra perto de mim e, numa posição como se estivesse abraçando ela, cruzei os braços por cima, me acomodei e comecei a fechar os olhos, mas não consegui fechar completamente porque foi aí que me dei conta dela ali, em pé do meu lado, e a verdade é que não tinha prestado atenção nela antes. Comecei, bem disfarçadamente, a observá-la. Ela estava vestida com umas Calças pretas bem apertadas, daquelas que parecem meias mais grossas, que marcavam muito bem as pernas dela, botas curtas, um suéter comprido que dava pra cobrir a virilha, e por cima do suéter uma jaqueta longa até quase os joelhos. Na minha imaginação, debaixo do suéter dava pra supor um belo par de peitos, já que ela carregava uma bolsa pendurada pra frente, com as alças cruzando entre os dois peitos, o que marcava bem as formas. O rosto dela era bem atraente, com um toque de traços de algum ancestral oriental. Nas mãos, ela tinha o celular e ficava o tempo todo mandando mensagens. Fechei os olhos tentando tirar um cochilo, mas me atraía muito a possibilidade de ver algo a mais, talvez com algum movimento o suéter levantasse e eu pudesse ver alguma coisa da virilha dela. Então, de vez em quando, com a cabeça baixa, eu entreabria os olhos e, de relance, tentava ver algo, mas nada. Duas ou três vezes, encostei de novo bem casual na perna dela, mas dessa vez com a mão direita, que, por estar cruzada e apoiada na minha mochila, ficava na altura do meio da coxa dela. Essa situação me deixava bem nervoso, porque não era algo que eu costumava fazer. Na minha imaginação, pra que mentir, eu sempre me imaginava numa situação dessas, tocando ou roçando um peito ou uma bunda, e isso mexia com a minha libido, me deixava com tesão, mas eu não tinha coragem de fazer. Mas dessa vez era diferente, eu sentia que ia ser diferente. E, me fazendo de dormido, aproveitava um movimento pra roçar a coxa esquerda dela. E, verdade seja dita, era uma delícia, macia, firme. Depois de fazer isso várias vezes, pensei em começar a subir a mão e talvez tentar tocar por dentro. Mas, quando tentei fazer isso pela primeira vez, aconteceu uma coisa que me fez tirar a mão. Parece que algum cara, aproveitando ou não o movimento do ônibus, estava encostando ou tocando nela, porque a menina, como pôde, virou e disse: "Por favor, sai de trás de mim, senão o teu... a mina não vai ter que agarrar ninguém hoje à noite" — aí os caras ao redor caíram na risada e alguém ainda gritou alguma coisa. O cara se mandou pro fundo e ela voltou pra posição original. A gente se olhou, e eu, com o olhar e um movimento de cabeça, tipo "que absurdo". Aí me acomodei no banco e pensei: "bom, até aqui chegamos", e me preparei pra dormir. Quando fechei os olhos, senti as pernas dela apoiando nas minhas. Abro os olhos e, de fato, ela tava apoiando os joelhos nas minhas coxas. Não sabia o que fazer, dada a situação anterior com o outro cara. Tava com medo de fazer alguma coisa e acabar pagando o pato, e ainda ser apontado por todo mundo como se quisesse passar a mão na mina. Mas, mesmo assim, criei coragem e comecei a roçar de novo na coxa dela. E dessa vez fui um pouco mais longe. Com a palma da mão direita aberta, comecei a passar pela parte de fora da coxa esquerda dela, bem de leve, achando que ela não ia notar. Mas num certo momento, ela mexeu a perna e eu tirei a mão na hora. Meu coração tava batendo a mil. Eu, sempre de cabeça baixa, nem queria olhar pra ela. Com um movimento, ela mexeu a jaqueta e ela ficou aberta, apoiada nas minhas pernas. Não sabia o que fazer. Quando percebo que ela se inclina pra frente, como se estivesse olhando pela janela, tentando ver onde a gente tava. Mas não. Quando levanto a vista, nossos olhares se cruzaram e ela fez um sinal pra eu olhar o celular dela, que ela tinha colocado na frente dos meus olhos. Não podia acreditar no que meus olhos estavam lendo. Fiquei completamente pasmo. Tive que ler mais de uma vez. No celular tava escrito: "VAI, CONTINUA ME TOCANDO, NÃO PARA". Ela se endireitou, tirou o celular da minha vista. Levantei os olhos, olhei pra ela e ela sorriu, levantou as sobrancelhas. Aí eu me preparei pra satisfazer ela. Coloquei de novo a mão direita na coxa esquerda dela e desci a mão direita, comecei a tocar a panturrilha direita dela. Fiquei assim uns minutos. Minha mão direita começou a tocar a parte interna da coxa direita dela. Ela apertava as... coxas e fiz um movimento com elas como se quisesse sentir minha mão. Quando tentei ir mais pra cima, percebi que não conseguia porque minha mão esbarrava na bolsa dela. Ela também percebeu isso e imediatamente tirou a bolsa e deixou no chão entre os pés dela, o que fez com que ela abrisse um pouco as pernas. Antes que eu tentasse fazer alguma coisa, ela colocou a mão esquerda debaixo do suéter, levantando-o e deixando à minha vista a linda entreperna dela, a buceta bem marcada, a legging enfiada na racha, o que a deixava partida ao meio. Olhei pra todos os lados pra garantir que ninguém estava olhando e comecei a observar com mais detalhe. Dava pra ver que ela estava usando uma mini tanga, as tirinhas e o triângulo marcavam tanto que parecia que ela não estava usando a legging. Enquanto eu olhava, ela mexia a mão, acariciando a barriga, mostrando o umbigo e as tirinhas da tanga. Nessa altura, eu já estava no limite, tive que colocar a mão e ajustar o meu amigo, que estava duríssimo e já começava a soltar os primeiros líquidos. Coloquei a mão de novo entre as pernas dela, cheguei a tocar a buceta dela e, com o polegar, comecei a masturbá-la com certa dificuldade, porque minha mão não alcançava direito. Então peguei a perna direita dela e coloquei em cima da bolsa, o que deixou as pernas dela mais abertas, e aí sim enfiei a mão e toquei os lábios dela e apertei. Com o polegar, fui procurando o lugar mais precioso dela e comecei a mexer, enquanto com os dedos segurava a bunda dela. Quando olhei pra ela, estava com os olhos fechados, tinha guardado o celular e se segurava com as mãos nos apoios dos bancos da frente e de trás. Subi a mão esquerda e agarrei o rabo dela, apertando com as duas mãos, enquanto meu polegar não parava de masturbá-la. Já não aguentava mais, queria enfiar meus dedos na caverna dela e comecei a pressionar com o dedo médio a legging dela, queria furar. Notei que ela começava a ficar molhada e umedecia minha mão. Não resisti e levei a mão à boca e depois ao nariz pra sentir o cheiro dela. O sabor e o cheiro, delicioso, as duas coisas deliciosas. Voltei com a mão pra buceta dela, continuei masturbando e decidi rasgar a legging dela até conseguir. Aí toquei a calcinha fio dental e os lábios dela — tava toda molhada. Enfiei primeiro o dedo indicador e depois o dedo médio, sentindo tudo por dentro, e notei que as contrações começaram a ficar mais seguidas, o que me indicava que ela tava perto de gozar. Movi a mão e os dedos mais rápido, os fluidos escorriam na minha mão. Num instante, as coxas dela se contraíram tanto que me apertaram com força, doendo até minhas mãos. Olhei pra ela: tava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Ela baixou a perna direita do apoio da bolsa e cruzou com a outra. Deixei a mão parada — bom, com aquele aperto todo, nem dava pra mexer. Ela tinha gozado. Ficou assim por uns instantes. Quando consegui tirar minhas mãos, vi que estavam cheias de todos os sucos dela, e a tentação foi grande de novo: levei à boca. Tava nessa quando vejo que ela se inclina, me olha, me dá um selinho e diz: "Valeu, foi maravilhoso, e você me deve uma legging." Pegou a bolsa e saiu correndo pra frente. Fiquei mudo, sem reação, com a mão saboreando os fluidos dela. Quando me toquei, percebi que tava chegando no ponto onde tinha que descer. Levantei, coloquei a mochila na frente pra esconder a tesão, e fui pra trás. Virava e olhava pra frente pra localizar ela, mas não consegui ver. Desci, olhei pra dentro do ônibus, mas sem sorte. Fiquei ali parado até o ônibus ir embora. "Que porra foi essa?", me perguntei. Não entendia nada. "Foi um sonho", pensei. Sim, tava sonhando — um sonho tão bom que parecia real. Atravessei e fui esperar o outro ônibus que me deixa em casa. Quando peguei o cartão pra pagar, percebi que a mão tava molhada. Levei ao nariz e à boca. Não, não tinha sido um sonho.
Bom, espero que não tenha sido muito longo. Conto que já tô preparando a segunda parte. parte
No geral, quando precisava viajar desse jeito, pegava o ônibus no ponto de partida, então podia escolher o assento, mas naquele dia, como queria chegar rápido em casa, peguei o que estava prestes a sair, e acabei sentando no quinto banco de dois, do lado do corredor, ao lado de um senhor mais velho que aparentemente dormia. Assim que sentei, tirei o jornal da minha mochila, o que foi bem difícil porque ele tinha ficado no fundo de tudo e a mochila estava bem cheia por ser sexta-feira, eu levava muita roupa de volta pra casa, mas enfim, quando consegui, o ônibus já estava em movimento, então me preparei pra ler as notícias. Nisso, o ônibus começou a lotar, já que em cada parada subia muita gente. Eu estava bem concentrado num artigo esportivo quando, por causa do balanço do ônibus, a mulher que estava em pé ao meu lado se jogou pra cima de mim, mexendo no meu jornal, e ouvi um "ai, desculpa", ao que, levantando a vista, respondi com um "não foi nada", percebendo que quem pedia desculpas era uma moça, que no começo, confesso, só olhei e nada mais, e continuei lendo meu artigo. Mais umas duas vezes aconteceu a mesma coisa, mas não teve pedido de desculpas, e sim um cruzamento de olhares e uma ou outra risadinha. O que rolou nessas vezes foi que, com o dorso da minha mão esquerda, rocei a perna direita dela, mas nada, ficou por isso mesmo. E como eu já estava começando a sentir sono, decidi guardar o jornal na mochila, puxei ela mais pra perto de mim e, numa posição como se estivesse abraçando ela, cruzei os braços por cima, me acomodei e comecei a fechar os olhos, mas não consegui fechar completamente porque foi aí que me dei conta dela ali, em pé do meu lado, e a verdade é que não tinha prestado atenção nela antes. Comecei, bem disfarçadamente, a observá-la. Ela estava vestida com umas Calças pretas bem apertadas, daquelas que parecem meias mais grossas, que marcavam muito bem as pernas dela, botas curtas, um suéter comprido que dava pra cobrir a virilha, e por cima do suéter uma jaqueta longa até quase os joelhos. Na minha imaginação, debaixo do suéter dava pra supor um belo par de peitos, já que ela carregava uma bolsa pendurada pra frente, com as alças cruzando entre os dois peitos, o que marcava bem as formas. O rosto dela era bem atraente, com um toque de traços de algum ancestral oriental. Nas mãos, ela tinha o celular e ficava o tempo todo mandando mensagens. Fechei os olhos tentando tirar um cochilo, mas me atraía muito a possibilidade de ver algo a mais, talvez com algum movimento o suéter levantasse e eu pudesse ver alguma coisa da virilha dela. Então, de vez em quando, com a cabeça baixa, eu entreabria os olhos e, de relance, tentava ver algo, mas nada. Duas ou três vezes, encostei de novo bem casual na perna dela, mas dessa vez com a mão direita, que, por estar cruzada e apoiada na minha mochila, ficava na altura do meio da coxa dela. Essa situação me deixava bem nervoso, porque não era algo que eu costumava fazer. Na minha imaginação, pra que mentir, eu sempre me imaginava numa situação dessas, tocando ou roçando um peito ou uma bunda, e isso mexia com a minha libido, me deixava com tesão, mas eu não tinha coragem de fazer. Mas dessa vez era diferente, eu sentia que ia ser diferente. E, me fazendo de dormido, aproveitava um movimento pra roçar a coxa esquerda dela. E, verdade seja dita, era uma delícia, macia, firme. Depois de fazer isso várias vezes, pensei em começar a subir a mão e talvez tentar tocar por dentro. Mas, quando tentei fazer isso pela primeira vez, aconteceu uma coisa que me fez tirar a mão. Parece que algum cara, aproveitando ou não o movimento do ônibus, estava encostando ou tocando nela, porque a menina, como pôde, virou e disse: "Por favor, sai de trás de mim, senão o teu... a mina não vai ter que agarrar ninguém hoje à noite" — aí os caras ao redor caíram na risada e alguém ainda gritou alguma coisa. O cara se mandou pro fundo e ela voltou pra posição original. A gente se olhou, e eu, com o olhar e um movimento de cabeça, tipo "que absurdo". Aí me acomodei no banco e pensei: "bom, até aqui chegamos", e me preparei pra dormir. Quando fechei os olhos, senti as pernas dela apoiando nas minhas. Abro os olhos e, de fato, ela tava apoiando os joelhos nas minhas coxas. Não sabia o que fazer, dada a situação anterior com o outro cara. Tava com medo de fazer alguma coisa e acabar pagando o pato, e ainda ser apontado por todo mundo como se quisesse passar a mão na mina. Mas, mesmo assim, criei coragem e comecei a roçar de novo na coxa dela. E dessa vez fui um pouco mais longe. Com a palma da mão direita aberta, comecei a passar pela parte de fora da coxa esquerda dela, bem de leve, achando que ela não ia notar. Mas num certo momento, ela mexeu a perna e eu tirei a mão na hora. Meu coração tava batendo a mil. Eu, sempre de cabeça baixa, nem queria olhar pra ela. Com um movimento, ela mexeu a jaqueta e ela ficou aberta, apoiada nas minhas pernas. Não sabia o que fazer. Quando percebo que ela se inclina pra frente, como se estivesse olhando pela janela, tentando ver onde a gente tava. Mas não. Quando levanto a vista, nossos olhares se cruzaram e ela fez um sinal pra eu olhar o celular dela, que ela tinha colocado na frente dos meus olhos. Não podia acreditar no que meus olhos estavam lendo. Fiquei completamente pasmo. Tive que ler mais de uma vez. No celular tava escrito: "VAI, CONTINUA ME TOCANDO, NÃO PARA". Ela se endireitou, tirou o celular da minha vista. Levantei os olhos, olhei pra ela e ela sorriu, levantou as sobrancelhas. Aí eu me preparei pra satisfazer ela. Coloquei de novo a mão direita na coxa esquerda dela e desci a mão direita, comecei a tocar a panturrilha direita dela. Fiquei assim uns minutos. Minha mão direita começou a tocar a parte interna da coxa direita dela. Ela apertava as... coxas e fiz um movimento com elas como se quisesse sentir minha mão. Quando tentei ir mais pra cima, percebi que não conseguia porque minha mão esbarrava na bolsa dela. Ela também percebeu isso e imediatamente tirou a bolsa e deixou no chão entre os pés dela, o que fez com que ela abrisse um pouco as pernas. Antes que eu tentasse fazer alguma coisa, ela colocou a mão esquerda debaixo do suéter, levantando-o e deixando à minha vista a linda entreperna dela, a buceta bem marcada, a legging enfiada na racha, o que a deixava partida ao meio. Olhei pra todos os lados pra garantir que ninguém estava olhando e comecei a observar com mais detalhe. Dava pra ver que ela estava usando uma mini tanga, as tirinhas e o triângulo marcavam tanto que parecia que ela não estava usando a legging. Enquanto eu olhava, ela mexia a mão, acariciando a barriga, mostrando o umbigo e as tirinhas da tanga. Nessa altura, eu já estava no limite, tive que colocar a mão e ajustar o meu amigo, que estava duríssimo e já começava a soltar os primeiros líquidos. Coloquei a mão de novo entre as pernas dela, cheguei a tocar a buceta dela e, com o polegar, comecei a masturbá-la com certa dificuldade, porque minha mão não alcançava direito. Então peguei a perna direita dela e coloquei em cima da bolsa, o que deixou as pernas dela mais abertas, e aí sim enfiei a mão e toquei os lábios dela e apertei. Com o polegar, fui procurando o lugar mais precioso dela e comecei a mexer, enquanto com os dedos segurava a bunda dela. Quando olhei pra ela, estava com os olhos fechados, tinha guardado o celular e se segurava com as mãos nos apoios dos bancos da frente e de trás. Subi a mão esquerda e agarrei o rabo dela, apertando com as duas mãos, enquanto meu polegar não parava de masturbá-la. Já não aguentava mais, queria enfiar meus dedos na caverna dela e comecei a pressionar com o dedo médio a legging dela, queria furar. Notei que ela começava a ficar molhada e umedecia minha mão. Não resisti e levei a mão à boca e depois ao nariz pra sentir o cheiro dela. O sabor e o cheiro, delicioso, as duas coisas deliciosas. Voltei com a mão pra buceta dela, continuei masturbando e decidi rasgar a legging dela até conseguir. Aí toquei a calcinha fio dental e os lábios dela — tava toda molhada. Enfiei primeiro o dedo indicador e depois o dedo médio, sentindo tudo por dentro, e notei que as contrações começaram a ficar mais seguidas, o que me indicava que ela tava perto de gozar. Movi a mão e os dedos mais rápido, os fluidos escorriam na minha mão. Num instante, as coxas dela se contraíram tanto que me apertaram com força, doendo até minhas mãos. Olhei pra ela: tava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior. Ela baixou a perna direita do apoio da bolsa e cruzou com a outra. Deixei a mão parada — bom, com aquele aperto todo, nem dava pra mexer. Ela tinha gozado. Ficou assim por uns instantes. Quando consegui tirar minhas mãos, vi que estavam cheias de todos os sucos dela, e a tentação foi grande de novo: levei à boca. Tava nessa quando vejo que ela se inclina, me olha, me dá um selinho e diz: "Valeu, foi maravilhoso, e você me deve uma legging." Pegou a bolsa e saiu correndo pra frente. Fiquei mudo, sem reação, com a mão saboreando os fluidos dela. Quando me toquei, percebi que tava chegando no ponto onde tinha que descer. Levantei, coloquei a mochila na frente pra esconder a tesão, e fui pra trás. Virava e olhava pra frente pra localizar ela, mas não consegui ver. Desci, olhei pra dentro do ônibus, mas sem sorte. Fiquei ali parado até o ônibus ir embora. "Que porra foi essa?", me perguntei. Não entendia nada. "Foi um sonho", pensei. Sim, tava sonhando — um sonho tão bom que parecia real. Atravessei e fui esperar o outro ônibus que me deixa em casa. Quando peguei o cartão pra pagar, percebi que a mão tava molhada. Levei ao nariz e à boca. Não, não tinha sido um sonho.
Bom, espero que não tenha sido muito longo. Conto que já tô preparando a segunda parte. parte
3 comentários - No ônibus, foi um sonho?