Minha tia morava em Ezpeleta, numa casinha bem típica da região. Ela morava sozinha e precisava de alguém pra ajudar a consertar umas coisas pela casa. Minha mãe me mandou passar o verão lá com ela. Cheguei, nos abraçamos, e ela mandou eu sentar e relaxar. Fez o almoço e depois me mandou pro quintal juntar as folhas com um ancinho. Minha tia é mandona, daquelas que a gente chama de sargenta – ela fala o que tem que ser feito e você faz, ou faz. Ela era uma mina campeira, bem hippie. Também era alcoólatra, bebia todo dia, geralmente vinho no almoço. A casa dela era pequena; minha cama ficava num quartinho nos fundos, e ela dormia no sofá da sala-cozinha. Então eu tinha que passar do lado dela pra ir ao banheiro ou pegar alguma coisa. Na primeira noite lá, acordei e fui até o banheiro. Minha tia tava dormindo no sofá, pelada e bêbada. Parei e me preparei pra virar, porque não queria ver ela naquele estado, nua. E olha, minha tia não é uma adolescente cheia de espinhas na cara. É uma mulher com umas tetas enormes, uma barriga grande, coxas grossas e uma bunda gorda – não é a coisa mais bonita de se olhar. Também não é de depilar a buceta nem as axilas. Enquanto eu olhava, ela me viu e me chamou. Hesitando, fui até ela, me sentindo muito sem graça. Ela disse: "Não seja tímido, sou sua tia, você se acostuma a me ver pelada só de ficar aqui em casa." Passei por ela, fui ao banheiro e depois voltei pra cama. Naquela manhã, minha tia me acordou e, claro, acordei com um puta pau duro, como sempre. Minha tia pegou na minha rola com força e disse: "Que pedaço de bucetão, garoto, me mandaram uma baita ajuda." Fiquei sem graça de novo e tentei empurrar a mão dela do meu pau. Ela me xingou e disse que tava pronta pra me ajudar e que eu ia fazer o que ela mandasse. Respondi: "Sim, tia, desculpa", e ela apontou o dedo mandando eu ir. A sala-cozinha, enquanto ela me prepara o café da manhã. Ela sentou no sofá ainda pelada e me pediu pra fazer uma bebida com gim que eu fiz pra ela. Ela disse: "Tá pronto pra ajudar sua tia?" Eu disse que sim: "O que você quer que eu faça?" Ela me manda ajoelhar na frente dela e então abre as pernas. Eu consigo ver a buceta dela bem peluda e sentir o cheirinho suave da boceta dela.. Ela diz: "Preciso que você me chupe a pussy, e bem, porque faz muito tempo que não sinto essa sensação tão gostosa." Eu levanto o olhar pra ela e ela coloca a mão na minha cabeça e empurra meu roto na buceta dela até o anel. Comecei a lamber e o cheiro era bem almiscarado, ácido, e de leve um pouco de urina também. Ela só relaxou e gemeu enquanto eu lambia, e eu não acreditava como me sentia bem. De vez em quando eu parava e olhava pra ver se podia parar, mas ela só empurrava meu rosto na virilha dela. Ela coloca as pernas por cima dos meus ombros e me manda lamber bem lá embaixo enquanto empurra minha cabeça até minha língua alcançar o cu dela e ela começa a gemer. Tento voltar pra pussy dela, mas ela empurra minha cabeça de volta pro cu dela e grita pra eu lamber o cu dela bem fundo. Aí ela virou de quatro e me mandou chupar o cu dela assim. Comecei a lamber o cu dela e ela bufava de prazer enquanto eu fazia, deixei as bochechas dela vermelhas e eu tentava enfiar minha língua o mais fundo que dava dentro do cu dela. Então eu fiz, afastei as nádegas dela e perdi a cabeça naquele cu gigante, enfiando minha língua até onde dava no cu dela. Ela gemeu e disse: "Bom garoto, continua, continua" e me fez lamber o cu dela por uns dez minutos, e aí me mandou levantar. Eu levantei atrás dela, enfiei a pica no anel molhado dela, e começamos a foder de quatro. Mas em cinco minutos eu gozei pra caralho, uma quantidade enorme de porra dentro da pussy. Ela disse: "Ai, seu burro, que Preciso de mais que isso. Então ela se virou e, com a língua, começou a lamber e recolher como pérolas os pedaços da minha porra que ainda saíam do meu pau.. Ela já estava com minha porra escorrendo até a bunda dela e me pediu pra tentar daquele jeito pra recomeçar e refazer o caminho perdido. Tinha um gosto muito estranho e minha porra com os sucos dela foram, aos poucos, criando um sabor que foi se acostumando na minha boca. Ela sussurrava: acostuma, você vai ter que comer um monte disso enquanto a gente estiver junto. Agora vai lavar a louça enquanto eu tomo banho. Aí um moleque do parque de trailers chegou e começou a beber com minha tia. Ela me mandou pra fora trabalhar no jardim, depois de um tempo voltei pra pegar algo pra comer. Quando entrei, ela tava chupando o pau do cara no sofá. Ela ouviu que eu entrei, puxou o pau da boca e ficou acariciando ele enquanto falava comigo. Ela me disse pra ir lá e manter o pau do amigo dela duro enquanto ela preparava o almoço. Eu era do tipo que já não existe mais, então não tinha como me segurar. Ela colocou minha mão no pinto dele e disse: mantém ele duro, então eu sentei ali acariciando o pau dele e observando minha tia toda suja de pão com maionese. Ela se virou e disse que precisava colocar um pouco mais de esforço nele. Depois disse pra eu usar minha boca, se aproximou e empurrou minha boca no pinto dele. Foi assim que ela guiou minha cabeça pra cima e pra baixo no pau dele. Depois voltou a fazer sanduíches enquanto eu sentava ali e chupava minha primeira rola. Ela trouxe um sanduíche pra ele e apalpou as bolas dele. Levantei o olhar pra ela e ela disse que eu tava indo bem. Disse que ele ia gozar, então eu podia continuar, e ela empurrou minha cabeça pra baixo no pau dele. Ele ficou sentado ali comendo o sanduíche enquanto eu chupava o pinto dele. Dava pra sentir as migalhas de pão caindo na minha cabeça enquanto eu chupava. Quando ele ficou bem duro, comecei a chupar mais rápido e acariciar o tronco com a boca. Aí ele começou a ficar tenso e eu senti uns jatos quentes de esperma que Batiam na minha boca enchendo ela de esperma. Começou a escorrer pelo canto dos lábios e minha tia mandou eu engolir. Tinha um gosto incrível, mas estranho. Quando chegava na garganta, sabia um pouco melhor, já que deslizava pela minha goela. Minha tia disse "bom trabalho, os caras daqui vão te amar". Eu pedi "por favor, tia, não me faz chupar uma roca nunca mais, o gosto é nojento e eu não gosto" (menti porque tava com vergonha). Ela disse que isso não é ruim, porque você vai aprender a gostar e vai fazer isso, mesmo que não acredite. Uns 20 minutos depois, ela me fez começar a chupar o amigo dela também. Enquanto eu tava chupando, minha tia começou a besuntar toda a minha bunda e enfiar um vibrador pra dentro. Depois de tudo, o que eu sentia era bom e forte, e eu respondia aquele vibrador com a minha bunda. Senti a pica dela entre minhas nádegas enquanto apertava no meu cu. E ela me enfiou por trás até empurrar as bolas bem fundo, e aí parou enquanto eu aguentava aquela dor gostosa. Então ela começou a trabalhar devagar, com movimentos pra dentro e pra fora do meu cu, até começar a me comer cada vez mais forte. Depois, mais dois homens entraram na casinha, ela disse pro primeiro que minha boca podia chupar outra roca. E ela começou a chupar a do outro cara. Tudo a três, depois. Eles se revezavam comendo minha boca e meu cu, e aí minha tia fez eles gozarem todo o esperma na minha boca. Porra, era tudo muito estranho. Eu amava o gosto do esperma e não importa o quanto eu coma, nunca vou recusar o sabor dele. Passei o verão inteiro servindo minha tia em cada necessidade da casinha pra ser arrumada. Ela me fez comer a buceta e o cu dela várias vezes por dia. Toda vez que ela dava pra alguém ou não tinha visita, ela me comia e me fazia até engolir meu próprio gozo depois que eu gozava. Ela também chupa minha roca pelo menos uma vez por dia e sempre que convida alguém, eu tenho que chupar a roca e ela me faz engolir o esperma, mesmo que gozassem no meu cu. indica que me dêem sêmen na minha boca ou despejem a camisinha na boca. Acho que ela me faria engolir muitas gozadas a mais. Quando voltei pra minha casa, jurei que nunca mais visitaria minha tia de novo nem falaria sobre o que aconteceu lá.
4 comentários - Bairro da putaria
Me hiciste acordar a mi tia, fue asi de perra hermosa hija de mil.
Voy a contarlo un dia de estos.